Elenco de Um Maluco no Pedaço se reencontra nos 30 anos da série
Will Smith compartilhou nas redes sociais uma foto de seu reencontro com os colegas da série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). A imagem foi compartilhada na noite de quinta (10/9), data em que o antigo elenco comemorou 30 anos da estreia da atração nos EUA. “Hoje fazem exatamente 30 anos desde que ‘Um Maluco no Pedaço’ estreou! Então, estamos fazendo algo por vocês… uma verdadeira reunião da família de Banks está chegando na HBO Max!”, escreveu Smith ao lado da foto, acrescentando um “RIP James” em homenagem ao ator James Avery, intérprete do patriarca da família, que faleceu em 2013. O texto refere-se ao especial programado para o serviço de streaming da WarnerMedia. A premissa é uma reminiscência nostálgica da série, descrita como “uma noite de música, dança e convidados surpresa”. O especial contará com a presença de Will Smith, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Joseph Marcell, Daphne Maxwell Reid, Alfonso Ribeiro e do DJ Jazzy Jeff, e o reencontro da foto assinala os bastidores de sua gravação, sob direção de Marcus Raboy (“Whitney Cummings: Can I Touch It?”). O lançamento está previsto para o final de novembro na HBO Max. A plataforma também disponibiliza todos as seis temporadas de “Um Maluco no Pedaço” em streaming. O reencontro do elenco é o segundo projeto atual derivado da série clássica. Will Smith também está produzindo uma nova série que mostrará a premissa de “Um Maluco no Pedaço” em versão dramática, para a plataforma Peacock. (saiba mais) Ver essa foto no Instagram Today is exactly 30 YEARS since The @FreshPrince of Bel-Air debuted! So we’re doin’ something for y’all… a for real Banks Family Reunion is comin’ soon to @HBOmax! RIP James. #FreshPrince30th Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 10 de Set, 2020 às 4:30 PDT
Amazon vai exibir série de Joe Exotic estrelada por Nicolas Cage
A Amazon fechou com a CBS Television Studios os direitos de exibição da minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que será estrelada por Nicolas Cage. A ironia do negócio é que a Amazon vai disponibilizar uma atração inspirada por sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração terá sete episódios e vai marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Além deste projeto, a NBCUniversal prepara sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção já definiu Kate McKinnon como Carole Baskin.
Rodrigo Santoro vai estrelar 5ª temporada de Sessão de Terapia
O ator Rodrigo Santoro vai integrar o elenco da 5ª temporada de “Sessão de Terapia”. O ator interpretará o personagem Davi Greco e atuará ao lado do amigo Selton Mello, que segue como protagonista da produção do Globoplay, assim como Nathalia Timberg e a internacional Morena Baccarin (de “Gotham”). De acordo com a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Santoro viverá um novo supervisor de Caio – personagem de Selton. O papel foi escrito especialmente para Santoro, que colaborou com seu desenvolvimento. Apesar das restrições causadas pela pandemia de coronavírus, o ator já está ensaiando remotamente para iniciar os trabalhos nos estúdios da Globo no Rio de Janeiro. Já Nathalia Timberg, que vive a mãe de Caio, gravará suas cenas em sua casa, enquanto Morena Baccarin participará via Skype, situação que condiz com a premissa da série, sobre encontros de um terapeuta (Selton) com pacientes. Ela interpretou a supervisora de Caio na temporada anterior. Com o reboot da temporada passada, que promoveu Selton Mello a protagonista (até então, trabalhava na série como diretor) e passou a incluir Morena Baccarin no elenco, “Sessão de Terapia” se tornou uma das séries mais vistas no Globoplay. A atração é, na verdade, uma versão brasileira da série israelense “BeTipul”, criada por Hagai Levi, que é mais conhecida pela adaptação americana da HBO, intitulada “Em Terapia” (In Treatment).
Diana Rigg (1938 – 2020)
Diana Rigg, a célebre atriz britânica das séries “Os Vingadores” e “Game of Thrones”, morreu nesta quinta (10/9) aos 82 anos. Ela foi diagnosticada com câncer em março, de acordo com sua filha Rachael Stirling, e “passou seus últimos meses refletindo alegremente sobre sua vida extraordinária, cheia de amor, risos e um profundo orgulho de sua profissão”. No auge de sua popularidade, Rigg foi eleita a “estrela mais sexy da TV em todos os tempos” pela revista TV Guide. Isto aconteceu quando ela foi escalada como a sedutora espiã Emma Peel em “Os Vingadores”, seu primeiro papel na televisão. Enid Diana Elizabeth Rigg nasceu em 20 de julho de 1938, em Doncaster, Inglaterra, mas passou a infância com a família em Jodhpur, na Índia, onde seu pai trabalhava como gerente da ferrovia estadual. Tinha só 8 anos quando precisou a aprender a ser independente, enviada para estudar num internato na Inglaterra. “A Índia me deu um começo de vida glorioso”, disse Rigg em uma biografia de 2004 escrita por Kathleen Tracy. “Isso me deu independência de espírito”. Mas a transição para a triste Inglaterra foi difícil: “A escola não queria ser cruel, mas foi. Eu me sentia como um peixe fora d’água. Não conhecia ninguém. Comecei do zero… Com uma experiência como essa, sua vida muda. Você nunca mais dependerá de seus pais.” Notando seus dotes artísticos, os professores estimularam Rigg a estudar artes dramáticas. Ela estudou na Royal Academy of Dramatic Art, começou a trabalhar como modelo e, após uma breve passagem pela Royal Shakespeare Company, foi contratada para fazer sua estreia na TV. Rigg nunca tinha visto a série “Os Vingadores”, que, após as primeira temporadas com Honor Blackman, perdera a protagonista. Blackman abandonara a série para assumir o icônico papel de Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), e foi substituída brevemente por Julie Stevens. Mas a nova personagem, Venus Smith, não empolgou o público acostumado com Catherine Gale, a espiã que vestia couro, interpretada por Blackman. A série também estava prestes a começar a ser transmitida nos EUA e se tornar uma produção a cores, quando os produtores conceberam Emma Peel, cujo nome era um trocadilho para “M-Appeal”, apelo aos homens. A atriz interpretou a agente sexy em 51 episódios, de 1965 a 1968, e mostrou que era mais que tinha mais que sex appeal. Ela foi indicada a dois Emmys pelo papel. Como a terceira e mais popular das quatro parceiras femininas de John Steed (personagem de Patrick Macnee) na série britânica, Peel se tornou um ícone na Inglaterra e nos Estados Unidos. Além de sexy, sua independência e ousadia também trouxeram feminismo às aventuras de espionagem da série, fazendo com que “Os Vingadores” se tornasse uma das séries mais modernas da TV. De fato, era literalmente mod e também psicodélica. “Os Vingadores” marcou tanto a TV britânica que Rigg e suas colegas espiãs foram homenageadas pelo BAFTA em 2011 pelo legado de suas personagens à cultura pop. “Ela estava à frente de seu tempo”, disse Rigg em outra homenagem, um tributo de aniversário de 50 anos de Emma Peel, apresentado pelo British Film Institute. “Por acaso, ela se tornou essa mulher de vanguarda, e meu Deus, tive a sorte de ter a chance de interpretar essa mulher. Durante anos depois disso, as pessoas continuaram vindo até mim para dizer: ‘Você era minha heroína’ – não eu, Emma – ‘e me encorajou a fazer isso e aquilo.’ Sem exagerar na influência dela, eu realmente acho que ela foi uma influência muito, muito potente nas mulheres que reivindicaram seu lugar neste mundo.” Depois de duas temporadas, Rigg saiu de “Os Vingadores” para voltar à Royal Shakespeare Company. Os fãs ficaram devastados, mas esta decisão fez com que ela estreasse no cinema em 1968 numa adaptação de Shakespeare, “Sonhos de um Noite de Verão”, ao lado dos colegas da companhia, – ninguém menos que Helen Mirren, Ian Holm e Judi Dench. Diana pertencia a esta geração. No ano seguinte, a atriz protagonizou a comédia “O Sindicato do Crime” (1969), ao lado de Oliver Reed, e se tornou a primeira mulher a se casar com o agente secreto James Bond no cinema, em “007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade” (1969). A carreira cinematográfica deslanchou, com papéis em “Júlio César” (1970), “Hospital” (1971), que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro, e “As 7 Máscaras da Morte” (1973). Entretanto, ela não resistiu à proposta de estrelar sua própria série americana, batizada com seu nome. Em “Diana”, Rigg interpretou uma estilista de moda que trabalhava em uma loja de departamentos em Nova York após seu divórcio. Mas a atração era moderna demais para 1973 e acabou cancelada na 1ª temporada. Com o fim da série, descobriu que não conseguia mais papéis no cinema. Mas seguiu carreira na TV americana. Ela chegou a ser novamente indicada ao Emmy em 1975, pelo telefilme “In This House of Brede”, como uma mulher de negócios que se torna uma freira beneditina enclausurada. A atriz acabou voltando ao Reino Unido, onde passou a atuar em produções da BBC, montagens teatrais e eventuais filmes britânicos, como o mistério “Assassinato num Dia de Sol” (1982). Em 1994, foi nomeada Comandante da Ordem do Império Britânico por suas contribuições ao cinema e ao teatro, e de 1998 a 2008 serviu como reitora da Universidade de Stirling, na Escócia. A década de 1990 também a consagrou no palco e na telinha. Rigg ganhou seu Tony (o Oscar do teatro) em 1994 por interpretar o papel-título de “Medea”, e finalmente venceu o fugidio Emmy em 1997, pelo papel da governanta antagônica numa adaptação televisiva de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, de Daphne du Maurier. Ela seguia com pequenas aparições nas telas, incluindo “Doctor Who”, até ser escalada em outro papel que marcou época, como Lady Olenna, a “Rainha de Espinhos”, líder da casa Tyrell que enfrentou a ira da vilã Cersei em “Game of Thrones”. Rigg foi indicada a mais quatro Emmys por esse trabalho na série da HBO. Depois de “Game of Thrones”, ela viveu outra nobre na TV, a Duquesa de Buccleuch, na série “Vitória: A Vida de uma Rainha” (Victoria, 2017), mas o trabalho que lhe deu mais alegria, no final de sua vida, foi contracenar com a filha, Rachael Stirling, na série “The Detectorists”, entre 2015 e 2017. “Nós apenas continuamos rindo”, disse Rigg sobre a experiência. “A pessoas levam esse trabalho muito a sério. E é sério, é muito, muito sério, porque é uma comunhão entre você, o público e nós, os atores – mas, ao mesmo tempo, uma das minhas necessidades reais é me divertir”. Os últimos trabalhos da atriz, o filme “Last Night in Soho”, de Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), e a minissérie “Black Narcissus”, da BBC, devem estrear nos próximos meses.
Warrior: Trailer da 2ª temporada traz muita ação e artes marciais
O canal pago americano Cinemax divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Warrior”, série inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”). Com ritmo trepidante, a prévia é repleta de pancadaria, artes marciais e muita ação, numa recriação das guerras entre as gangues de São Francisco no século 19. A recriação de época e as batalhas de gângsteres chegam a lembrar “Peaky Blinders”, mas centrada em facções de tongs (a máfia chinesa) em vez de ciganos e proletários britânicos. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto de Chinatown. Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”) é um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa nos EUA. Mas conforme duas famílias disputam o poder entre as facções chinesas, o racismo americano ameaça destruir a ambas. O conceito de “Warrior” foi concebido por Bruce Lee antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, além da atriz Shannon Lee (“Operação Águia”), herdeira do mestre do kung fu. O elenco inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na nova temporada, Chen Tang (“Mulan”). A 2ª temporada estreia em 2 de outubro. “Warrior” é exibido no Brasil pelo canal pago Max Prime.
The Loud House é renovada para a 6ª temporada
O canal pago Nickelodeon renovou “The Loud House” para sua 6ª temporada, dois dias antes da estreia do quinto ano da produção, que vai acontecer na sexta-feira (11/9) nos EUA. A série animada é atualmente o programa mais visto da TV americana entre o público formado por crianças de 6 a 11 anos de idade. Produzido pelo Nickelodeon Animation Studio, a 6ª temporada vai mostrar a família Loud embarcando em aventuras ainda mais selvagens, repletas de coração e humor, incluindo musicais, festas de aniversário e brincadeiras com todos os personagens adoráveis que habitam Royal Woods. Diferente de “Os Simpsons” e tantas outras animações, que mantém os personagens com a mesma idade sem refletir a passagem do tempo, a série criada por Chris Savino e Michael Rubiner acompanha a evolução dos irmãos Loud, que continuam a crescer de temporada em temporada. Vale lembrar que Lincoln e seus amigos estão agora no ensino médio, enfrentando novos desafios e aventuras à medida que se adaptam à hierarquia da nova escola. Cada uma de suas irmãs também subiu de ano, tornando Leni a mais velha da casa, enquanto Lori inicia seu primeiro ano de faculdade. “The Loud House” também é exibida no Brasil pelo Nickelodeon. Veja a abertura dublada da série abaixo.
Halsey vai estrelar série do diretor de Big Little Lies
A cantora Halsey anunciou nesta quarta-feira (9/9) o começo de sua carreira como atriz. Ela vai estrelar a série “The Player’s Table”, baseada no romance best-seller de Jessica Goodman, “They Wish They Were Us”. A produção se passa em um colégio de elite de Long Island, em Nova York, e segue Jill, uma antiga estudante que investiga a verdade sobre a morte de sua melhor amiga, Shaila, que aconteceu três anos antes e pode ter relação com uma sociedade secreta da escola. Halsey viverá Rachel Calloway, uma jovem emocionalmente perturbada que se envolve na jornada da protagonista em busca de respostas. Ex-membro da sociedade secreta, Rachel se formou há três anos e deixou o grupo quando seu irmão mais novo, Graham, foi condenado pelo assassinato de Shaila, mas agora volta à Long Island convicta de que o irmão não é responsável pelo crime. Como Rachel tem a esperança de inocentar o irmão antes que ele complete 18 anos, as duas unem forças para descobrir o que aconteceu de verdade na noite da morte de Shaila. O papel de Jill Newman será interpretado por Sydney Sweeney (a Cassie da “Euphoria”). Halsey e Sweeney se conheceram quando a atriz participou do videoclipe de Halsey para “Graveyard”, que foi indicado ao VMA (premiação de clipes da MTV). “Eu sou a garota mais sortuda do mundo por fazer minha estreia como atriz com meu ser humano favorito, Sydney Sweeney, em uma adaptação para a TV de um livro incrível de Jessica Goodman”, a cantora escreveu em seu Instagram. “Eu simplesmente mal posso esperar”. A série, que ainda não tem endereço definido, tem produção do cineasta Jean-Marc Vallée, responsável pela 1ª temporada de “Big Little Lies” e “Objetos Cortantes” (Sharp Objects), por meio de sua produtora Crazyrose. O roteiro está a cargo de Annabelle Attanasio, que escreveu e dirigiu o longa “Mickey and the Bear”, além de quatro curtas. Ela também deve dirigir alguns episódios e dividir a produção com Halsey, Sweeney, Vallée e seu sócio Nathan Ross. Ver essa foto no Instagram I am the luckiest girl in the world because I get to make my acting debut with my favorite human-being @sydney_sweeney , on a tv adaptation of an amazing book by @jessicagoodman , to be written/adapted + directed by one of the greatest @annabelleattanasio and wildest of all I will also be a PRODUCER on the series with some of my idols JEAN-MARC VALLÉE + NATHAN ROSS @crazyrosefilms with Sydney’s Fifty-Fifty Films @fiftyfiftyfilms ! You guys are gonna fall in love with The Players Table. I simply cannot wait…. photos by @samdameshek Uma publicação compartilhada por halsey (@iamhalsey) em 9 de Set, 2020 às 9:33 PDT
Grey’s Anatomy: Atores voltam ao trabalho com máscaras e foco na pandemia
Alguns atores de “Grey’s Anatomy” revelaram no Instagram que voltar ao set da série para as gravações da 17ª temporada nos Estados Unidos. Kevin McKidd, que vive o Dr. Owen Hunt, postou uma foto ao lado de Kim Raver, a Dra. Teddy Altman, enquanto Ellen Pompeo, que interpreta a protagonista Meredith Grey, posou ao lado do colega Richard Flood, o Dr. Cormac Hayes. Todos apareceram usando máscaras de proteção nos bastidores na produção da rede americana ABC. Popmpeo ainda aproveitou para dedicar sua volta ao trabalho aos profissionais na linha de frente da luta contra a pandemia de covid-19. “Primeira vez de volta ao meu uniforme. Desde que paramos as gravações, 7 mil profissionais da saúde morreram de covid. Eu dedico minha temporada 17 a todos aqueles que caíram e a todos aqueles que, graças a Deus, continuam em pé. Essa temporada é para vocês, com muita humildade, um pouco de humor para nos ajudar a suportar, e incontáveis montantes de gratidão. Esperamos deixá-los orgulhosos” A gravação da série foi interrompida em março, devido à pandemia, levando a 16ª temporada a ser encurtada pela crise sanitária. Em julho, a showrunner Krista Vernoff, afirmou que a série tinha a “oportunidade e a responsabilidade” de abordar o coronavírus nos novos episódios. “Todos os anos temos conversas com médicos, que nos contam suas histórias. Normalmente, são as coisas mais engraçadas ou loucas que eles já viram. Este ano, isso aconteceu mais como uma terapia. Muitos deles estão falando pela primeira vez sobre isso [a pandemia], e começam a chorar e tremer. Eles falam sobre isso como se fosse uma guerra para a qual não foram treinados”, ela contou, durante um evento da Academia da Televisão. Estas histórias reais dos médicos servirão para inspirar a forma como a série irá abordar a pandemia. Ver essa foto no Instagram First time back in my scrubs… since we shut down filming 7000 healthcare workers have died from Covid. I dedicate my season 17 to all who have fallen and to everyone of you who by the grace of God is still standing… this season is for you with humility and a bit of humor to get us through and endless amounts of gratitude. I hope we do you proud 🙏🏼❤️ @greysabc #seasonseventeen @richardfloodofficial Uma publicação compartilhada por Ellen Pompeo (@ellenpompeo) em 8 de Set, 2020 às 4:47 PDT Ver essa foto no Instagram @kimraver and me partners in crime !! We r back !! @greysabc Uma publicação compartilhada por Kevin McKidd (@therealkmckidd) em 8 de Set, 2020 às 6:38 PDT
Daryl e Carol ganharão série derivada após final de The Walking Dead
Junto do anúncio do final de “The Walking Dead”, o canal pago americano AMC antecipou que a história dos dois últimos remanescentes da 1ª temporada continuará a ser contada numa nova atração. Os produtores preparam um novo spin-off, ainda sem título, que acompanhará Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) após o fim da série principal. A nova série será comandada por Angela Kang, que está com “The Walking Dead” desde 2011 e virou showrunner na 9ª temporada. Ela representará o terceiro spin-off da série original, após “Fear the Walking Dead” e o vindouro “The Walking Dead: World Beyond”, que estreia em outubro. Embora os envolvidos não tenham dado muitos detalhes sobre a nova atração, eles comemoraram o lançamento, que está programado para 2023, no ano seguinte ao final de “The Walking Dead”. “A série principal de ‘The Walking Dead’ tem sido meu lar criativo por uma década e por isso é agridoce encerrá-la, mas eu não poderia estar mais animada para trabalhar com Scott Gimple e o AMC para desenvolver uma nova série para Daryl e Carol”, disse em comunicado a produtora Angela Kang. “Trabalhar com Norman Reedus e Melissa McBride tem sido um dos destaques da minha carreira e estou muito feliz por podermos continuar contando histórias juntos.” Reedus e McBride, que apareceram juntos na série na 1ª temporada, assinaram acordos inovadores de “franquia/universo” com o AMC no final de 2018, com aumentos salariais consideráveis para ambos, já visando, justamente, suas saídas de “The Walking Dead”. “Esta série mudou minha vida e carreira, e todos os envolvidos têm sido realmente uma família para mim na última década. Sou grato pelo amor e apoio do AMC e sei que há muito mais histórias para contar e muito mais para trazer os melhores fãs no mundo”, disse Reedus no anúncio da nova atração. “O relacionamento de Daryl com Carol sempre foi meu relacionamento favorito na série (desculpe, Rick). Eu amo a maneira como esses personagens interagem e se relacionam entre si em tantos níveis e mal posso esperar para ver o que acontecerá a partir daqui.” “Sempre gostei de trabalhar próxima de Norman ao longo de todas essas temporadas”, disse McBride. “Como espectadora da série, há muito tempo fico intrigada com ‘Daryl e Carol’ e como os dois se ligaram tão forte e tão rápido”, disse McBride. “Sua história compartilhada é longa, e a luta pessoal de cada um para sobreviver é ainda maior – além de ser o aspecto mais óbvio do que os mantém próximos e leais. Mas há também um aspecto um tanto misterioso em sua afeição um pelo outro que eu gosto, e suas brincadeiras quando o mundo permite. Estou muito curiosa! Ângela tem um jeito de agitar as coisas de maneiras incríveis e inesperadas. Ela é como uma criança brincando com o interruptor de luz! Estou muito animada!” “‘The Walking Dead’ fez história na televisão e é um daqueles raros trabalhos criativos que deu vida a todo um universo de conteúdo que ainda está nos estágios iniciais de crescimento e entretendo fãs novos e estabelecidos”, completou Ed Carroll, diretor de operações da AMC Networks. “Mal podemos esperar para trazer aos espectadores esta temporada final expandida de ‘The Walking Dead’ nos próximos dois anos, e lançar a quarta série na história da franquia, focada nos amados personagens de Daryl e Carol, com o incrivelmente talentoso Norman Reedus, Melissa McBride, Angela Kang e Scott M. Gimple. Realmente há muito ‘caminhar’ à frente, em uma série de direções muito emocionantes, para este extraordinário universo criativo que chamamos de ‘The Walking Dead’.”
The Walking Dead vai acabar na próxima temporada
O canal pago americano AMC anunciou que “The Walking Dead” vai acabar em sua próxima temporada, a 11ª, prevista para 2021. Deste modo, a atração deve repetir a conclusão da história em quadrinhos de Robert Kirkman, em que é baseada. A publicação terminou no ano passado após a incorporação dos personagens numa nova e grande comunidade, cujo contato inicial está prestes a acontecer na série. Para permitir que toda a história dos quadrinhos seja contada, a 11ª temporada será vitaminada com 24 episódios, em vez dos 16 tradicionais. Além disso, a exibição dos capítulos será dividida em duas partes e estendida por dois anos – ou seja, o final só vai acontecer em 2022. Vale lembrar que a AMC já tinha estendido a 10ª e atual temporada com mais seis episódios, que ainda serão produzidos para ir ao ar no começo de 2021. Isto significa que a série ainda transmitirá 30 capítulos até acabar. Na prática, é quase como se fossem duas temporadas e não apenas uma. O fim de “The Walking Dead” não significa que os personagens deixarão a TV. Os produtores preparam um novo spin-off, que acompanhará Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) a partir de 2023 (saiba mais). Será o terceiro spin-off da série original, após “Fear the Walking Dead” e o vindouro “The Walking Dead: World Beyond”, que estreia em outubro. Por sinal, qualquer dessas séries pode absorver personagens da principal. A própria “Fear the Walking Dead” já inclui dois egressos da série-mãe, Morgan (Lennie James) e Dwight (Austin Amelio). “Já se passaram 10 anos e o que está por vir são mais dois anos e mais histórias para contar além disso”, disse o produtor Scott M. Gimple, responsável pela família de séries de zumbis do canal AMC. “O que está claro é que esta série tem sido sobre os personagens vivos, feita por um elenco apaixonado e a equipe de roteiristas-produtores que deram vida à visão apresentada por Robert Kirkman em seus quadrinhos brilhantes – e apoiados pelos melhores fãs no mundo. Ainda temos muitas histórias emocionantes para contar e, então, este final será o começo de mais ‘Walking Dead’ – novas histórias e personagens, rostos e lugares familiares, novas vozes e novas mitologias. Será um grande final que levará a novas estreias. A evolução está sobre nós. ‘The Walking Dead’ vive. ” O universo dos zumbis está, de fato, bastante vivo e pode crescer muito mais. Além do spin-off de Daryl e Carol, Gimple também está desenvolvendo uma série de antologia, “Tales of the Walking Dead”, que apresentaria episódios individuais ou arcos centrados em personagens determinados, com histórias completas e autônomas. Este projeto, porém, ainda não foi oficializado e precisa de aprovação do canal AMC para ser produzido.
The Chi é renovada para 4ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator-mirim Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 4ª temporada. O terceiro ano foi encerrado em agosto, com 399 mil telespectadores ao vivo. A audiência reflete a estabilidade do programa, com números praticamente iguais ao do segundo ano, visto por 398 mil. “A cada temporada, a autêntica narrativa de ‘The Chi’ ressoa mais profundamente com seu público crescente e dedicado”, disse Gary Levine, presidente de entretenimento da Showtime Networks Inc., por meio de comunicado. “[A criadora da série] Lena Waithe, junto com [o showrunner] Justin Hillian, exploram as alegrias e a tristeza da vida no South Side [bairro de Chicago] de uma forma que é única na televisão, e nós apreciamos a perspectiva de continuar essa exploração com eles.” Em uma declaração separada, Waithe disse: “Esta série definitivamente me levou a uma jornada. Um aprendizado, cura e crescimento. Eu não sabia como essa temporada seria recebida, mas o nível de engajamento e entusiasmo dos fãs tem sido fantástico.” O tom de incerteza se refere à polêmica de bastidores que levou à demissão de Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”) ao final da 2ª temporada. Seu personagem, um dos protagonistas das primeiras temporadas, sumiu da trama após denúncias contra o comportamento do ator nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, “The Chi” também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A serie estreou em janeiro de 2018 nos Estados Unidos, com 87% de aprovação da crítica. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Ntare Guma Mbaho Mwine (“Rainha de Katwe”), Yolonda Ross (série “The Get Down”), Armando Riesco (série “Bull”) e Tiffany Boone (série “The Following”).
Star Trek: Discovery ganha trailer, pôster e painel virtual com novidades da 3ª temporada
A franquia “Star Trek” realizou uma – pouquíssima divulgada – convenção virtual nesta terça (8/9), em que apresentou várias novidades. Batizado de “Star Trek Day”, o evento teve participação de atores e equipes de produção das séries clássicas e das novas atrações exibidas no serviço de streaming CBS All Access. Entre os painéis divulgados no canal da plataforma no YouTube, o maior destaque ficou por conta da revelação do pôster e do trailer da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que acompanha a comandante Burnham (Sonequa Martin-Green) numa viagem ao futuro, dando sequência aos eventos do final da 2ª temporada. Os novos episódios encontrarão a tripulação da USS Discovery em um período desconhecido, devastado e cheio de incertezas, em que a tripulação se vê como símbolos de uma utopia destruída e assume a missão de restaurar os ideias de fraternidade da agora extinta Federação dos Planetas Unidos. Além do trailer, o painel destacou a introdução de novos personagens na série, com destaque para Cleveland Booker, papel de David Ajala (“Supergirl”), ator presente na discussão, sem esquecer dos novos representantes da comunidade LGBTQIA+: Blu Del Barrio, em seu primeiro papel como um personagem não binário, e Ian Alexander (“The OA”), que viverá um transexual hospedeiro da raça trill. Com 13 episódios, a 3ª temporada estreará no CBS All Access em 15 de outubro, com a exibição de episódios semanais às quintas. No Brasil, a série é distribuída pela Netflix, que costuma disponibilizar os capítulos um dia após a transmissão nos EUA. Veja abaixo a íntegra do painel, o trailer e o pôster de “Star Trek: Discovery”.
Will Smith anuncia remake dramático de Um Maluco no Pedaço
O astro Will Smith anunciou ter fechado contrato com a plataforma Peacock para a produção do remake da série clássica dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). Em vídeo postado em seu canal no YouTube, ele revelou que o serviço de streaming da NBCUniversal encomendou de cara duas temporadas da atração. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois se encontraram e a conversa tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. “Morgan fez um trailer absurdo de ‘Maluco’ – uma ideia brilhante, a versão dramática de ‘Um Maluco no Pedaço’ para a próxima geração”, disse Smith no ano passado. O projeto tem produção de Westbrook Studios, a produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV. A nova versão será uma séria dramática com episódios de uma hora sobre como o personagem original de Smith se envolveu em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. Cooper será co-autor do roteiro, diretor e co-produtor executivo, trabalhando ao lado de vários integrantes da equipe criativa do programa original – e do showrunner Chris Collins (“The Wire”), segundo relatos. Vale observar que, depois de lançar “Bel-Air” (nome oficial do “trailer”), Morgan fez um novo curta, “U Shoot Videos?”, que foi premiado no Festival de Tribeca do ano passado. “Um Maluco no Pedaço” foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, porém, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho oficial de Will Smith, que até então só tinha atuado em clipes como Fresh Prince, seu nome de rapper. Atualmente, todas as temporadas da atração original fazem parte do acervo da HBO Max, ainda não disponível no Brasil. Veja abaixo o anúncio da nova produção, seguido pelo vídeo do curta original que dará o tom da nova série.












