Paramount+ reúne principais personagens em vídeo do Super Bowl
A Paramount+ divulgou o primeiro comercial de seu serviço de streaming durante o intervalo do Super Bowl 2021, a final do campeonato americano de futebol, que foi ao ar na noite de domingo (7/2) nos EUA. O vídeo mostra Patrick Stewart (da série “Star Trek: Picard”) em traje de gala, recebendo alpinistas famosos no topo do monte Paramount para revelar que os convidou a escalar a montanha porque agora todos moram lá. As imagens incluem, entre outros, o casal clássico (e em preto e branco) Lucy e Ricky Ricardo (de “I Love Lucy”), os capitães Michael Burnham (de “Star Trek: Discovery”) e Christopher Pike (da vindoura “Star Trek: Strange New Worlds”), o Sr. Spock (também de “Strange New Worlds”), a advogada Diane Lockhart (de “The Good Fight”), os policiais Daniel “Hondo” Harrelson (de “SWAT”) e Frank Reagan (“Blue Bloods”), o Jovem Sheldon, os apresentadores de talk show Stephen Colbert e James Corden, os apresentadores de reality show Jeff Probst e RuPaul, o jurado de reality show DJ Khaled, os desenhos Dora, a Aventureira, Bob Esponja, Patrulha Canina, Leonardo das Tartarugas Ninja e Beavis & Butt-head, além de uma personagem que deixa todos nervosos, Samara (a criatura de “O Chamado”). A variedade de personagens serve para demonstrar a abrangência da plataforma, que vai exibir os programas do conglomerado ViacomCBS e até recentemente era conhecida nos EUA como CBS All Access. A mudança de nome vai acontecer em 4 de março.
Queen Latifah distribui surras no comercial da série baseada em O Protetor
A rede CBS divulgou o último comercial antes da estreia do reboot de “The Equalizer”. A prévia da série, que começa neste domingo (7/2) nos EUA após o Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), mostra Queen Latifah (“Star”) dando socos, chutes e surras em seus antagonistas. A nova versão mantém a premissa da primeira versão da série, exibida nos anos 1980, em que o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. Vale lembrar que o personagem já tinha virado negro, quando Denzel Washington estrelou sua recente transição para o cinema em dois filmes de “O Protetor”. Mas agora também mudou de sexo. Queen Latifah estrela a série como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também está buscando sua própria redenção. O elenco ainda destaca Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”) como filha da protagonista e Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA, além de Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. Já a produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”).
Clarice: Comercial da nova série remete ao filme Silêncio dos Inocentes
A rede CBS divulgou o comercial completo de “Clarice”, exibido durante o intervalo do Super Bowl (a final do campeonato americano). Com imagens simbólicas, a prévia remete ao pôster original e ao título em inglês do filme “O Silêncio dos Inocentes” (Silence of the Lambs, o silêncio dos cordeiros), que rendeu o segundo Oscar de Melhor Atriz para Jodie Foster, justamente pelo papel de Clarice Starling. A personagem agora é interpretada pela australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”. Ela será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas. Além de Jodie Foster, a personagem criada pelo escritor Thomas Harris também foi interpretada por Julianne Moore na continuação de “O Silêncio dos Inocentes”, “Hannibal” (1999). A série vai se passar após os eventos do primeiro filme, encontrando Clarice em 1993, mas não vai citar o serial killer Hannibal Lecter em seus episódios. É que os direitos dos personagens estão divididos entre as produtoras MGM e Dino De Laurentiis Company, de modo que a nova série, produzida pela MGM para a rede CBS, não poderá citar quem apareceu na série “Hannibal”, produção da Dino de Laurentiss para a rede NBC. Por outro lado, “Clarice” terá todos os personagens que não apareceram em “Hannibal”, e isto inclui, além de Clarice Starling, sua colega Ardelia Mapp, o procurador-geral adjunto Paul Krendle, o serial killer Buffalo Bill e a garota sequestrada que ela salvou, Catherine Martin. Eles serão vividos por Devyn A. Tyler (“Fear the Walking Dead”), Michael Cudlitz (“The Walking Dead”), Simon Northwood (“Code 8: Renegados”) e Marnee Carpenter (“Painter”), respectivamente “Clarice” é uma criação de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é a filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). A estreia está marcada para quinta-feira (11/2) nos Estados Unidos.
Comercial de Falcão e o Soldado Invernal é repleto de cenas de ação
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o novo pôster oficial e o comercial de “Falcão e o Soldado Invernal” exibido no intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano). A prévia chega em versões dublada e legendada e destaca muitas cenas de ação, além de vários personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que dá à produção um clima cinematográfico. Segunda série do Marvel Studios a estrear em 2021, “Falcão e o Soldado Invernal” vai abordar o legado do Capitão América e o peso simbólico de seu escudo, que foi deixado por Steve Rogers para o Falcão, no final de “Vingadores: Ultimato”. Enquanto os dois protagonistas do título parecem discordar o tempo inteiro, o vídeo revela a volta do Barão Zemo, que se mostra determinado a terminar “o trabalho” de “Capitão América: Guerra Civil”, além de mostrar boas cenas de luta de Sharon Carter e introduzir uma nova e misteriosa vilã, interpretada por Erin Kellyman (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que não teve sua identidade revelada. “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Recentemente, Don Cheadle revelou que também vai aparecer na série como seu personagem do MCU, Máquina de Combate. Além de Kellyman, há outra novidade importante no elenco central: Wyatt Russell (“Operação Overlord”) vai viver John Walker, o anti-herói conhecido como Agente Americano (U.S. Agent). A série vai estrear em 19 de março, com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Teaser anuncia série derivada de Yellowstone
A Paramount+ (novo nome da CBS All Access) divulgou um teaser para anunciar a produção de uma série derivada de “Yellowstone”. Intitulada “1883”, a atração será um prólogo, uma “história de origem” e um western autêntico passado no final do século 19. Com estreia marcada já para este ano, “1883” vai seguir a família Dutton enquanto embarca em uma jornada para o Oeste através das Grandes Planícies em direção ao último bastião da América indomada. A série vai abordar a migração que ocorreu no fim do século 19 para o Velho Oeste e ainda pretende ser um drama intenso sobre uma família que foge da pobreza para buscar um futuro melhor na terra prometida de Montana. O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”, que atualmente é a série mais assistida da TV paga americana. A estreia da 3ª temporada do programa da Paramount Network foi a mais assistida na TV a cabo em dois anos, atraindo um público recorde de 6,5 milhões de telespectadores na medição de seus primeiros três dias de exibição. Estrelada pelo astro Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, o western contemporâneo também gerou fãs apaixonados e forte presença nas redes sociais. “Estou animado para continuar a história de ‘Yellowstone’ e agradeço a Chris, Keith e David por me permitirem continuar a expandir a família para os fãs”, disse o criador da série, o cineasta Taylor Sheridan (“Terra Selvagem”), em comunicado, citando os executivos da ViacomCBS. O anúncio da atração de streaming também incluiu outro detalhe. Sheridan fechou um contrato de exclusividade com a ViacomCBS e o MTV Entertainment Group para desenvolver várias séries novas. O site Deadline estima que o acordo possa render US$ 150 milhões a Sheridan, caso as séries tenham sucesso. Isso transformaria o roteirista e diretor de cinema num dos produtores mais bem pagos da TV. Em troca, a ViacomCBS espera cinco temporadas de séries novas ou recorrentes todos os anos, exclusivamente para as marcas da empresa, incluindo os canais pagos Showtime, MTV e Paramount, a plataforma Paramount+ e a rede CBS. “Taylor Sheridan é um criador visionário, cujo trabalho reinventou gêneros e acumulou fãs em todo o mundo. Estamos emocionados por ele chamar a ViacomCBS e a MTV Entertainment de sua casa”, disse Chris McCarthy, presidente da MTV Entertainment, no comunicado. “Não poderíamos estar mais animados para desenvolver nossa parceria com ele, expandir o universo de ‘Yellowstone’ e mostrar o talento ilimitado de Taylor em todas as nossas marcas e plataformas.”
Riverdale emociona fãs com cena póstuma de Luke Perry
Os fãs de “Riverdale” lotaram as redes sociais de comentários e vídeos emocionados após a exibição do episódio desta semana, o terceiro da 5ª temporada, intitulado “Graduation”. O capítulo apresentou uma cena póstuma de Luke Perry, falecido em março de 2019 após sofrer um derrame. A participação aconteceu num sonho de Archie Andrews (KJ Apa), que imagina como seria a felicidade de seu pai durante sua formatura do Ensino Médio. Perry aparece como Fred Andrews, ao lado da mãe de Archie (Molly Ringwald), orgulhoso ao tirar uma fotografia do filho e seus amigos com togas da formandos. “Não acredito que estamos aqui”, diz Perry na pele de Fred Andrews, no momento mais emocionante do episódio. Na série, o pai de Archie morreu num acidente de carro. Os produtores não anunciaram a participação de antemão, o que resultou em surpresa e impacto entre os espectadores. Mas a cena é, na verdade, um flashback da estreia da 2ª temporada, “A Kiss Before Dying”, depois que Fred foi baleado pelo Capuz Negro. “Graduation” também marcou o final de uma era em “Riverdale”, que voltará na próxima semana com um salto temporal de sete anos, para reencontrar os personagens como jovens adultos – e mais próximos da idade real de seus intérpretes. Além disso, o capítulo serviu como despedida de Skeet Ulrich, que não aparecerá mais como o personagem FP Jones, pai de Jughead (Cole Sprouse). “Riverdale” é exibida no Brasil simultaneamente à transmissão nos EUA – todas as quarta, às 21h, no canal pago Warner. Veja abaixo a cena especial, com trilha de choro sonoro de uma fã. They really told me to cry huh. I miss Luke Perry🤧 #Riverdale pic.twitter.com/LJUmrKp2yB — Lexi Wants DC1🤍 (@lexirosesxx) February 4, 2021
Lana Condor será fantasma em série de comédia da Netflix
A atriz Lana Condor vai continuar na Netflix após o sucesso da trilogia “Para Todos os Garotos”. Ela será a estrela e produtora de uma nova série de comédia, “Boo, Bitch”, que será lançada em breve na plataforma. A trama gira em torno de uma estudante (Condor) que viveu sua vida inteira fora do radar, até o dia que resolve mudar sua narrativa para assumir um estilo de vida épico. Mas ao decidir chamar atenção para si mesma, ela acaba fazendo uma dura descoberta sobre sua própria existência: ela é um fantasma que ninguém vê. A atração de oito episódios começou como um roteiro especulativo (spec) dos curta-metragistas Tim Schauer e Kuba Soltysiak, e ganhou forma de série ao ser retrabalhada por Lauren Iungerich (criadora de “On My Block”) e Erin Ehrlich (roteirista de “Crazy Ex-Girlfriend”). As duas já tinham trabalhado juntas em “Awkward.” (criada por Iungerich) na MTV e vão dividir o comando da nova produção com a atriz. Condor ainda será vista uma última vez no papel de Lara Jean no último filme de sua trilogia de sucesso, “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”, que estreia na próxima sexta-feira em streaming.
Anime baseado no filme Círculo de Fogo ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da série animada baseada nos filmes da franquia “Círculo de Fogo”. E além das esperadas cenas de luta contra monstros gigantes, a prévia revela uma história envolvente. Intitulado “Círculo de Fogo: The Black” (Pacific Rim: The Black), o desenho em estilo anime acompanha um casal de irmãos que, após anos escondidos dos kaiju (monstros gigantes), encontram um abrigo abandonado com um velho mecha (robô gigante pilotável), conhecido como Jaeger. Com a ajuda da inteligência artificial da máquina, eles aprendem a usar o Jaeger para enfrentar as ameaças colossais e partem em busca de seus pais, que não veem desde os primeiros ataques. A produção animada fecha um “círculo”, uma vez que o filme original, concebido pelo roteirista Travis Beacham e o cineasta Guillermo del Toro em 2013, incluía animes japoneses entre suas inspirações, especialmente o clássico “Neon Angel Evangelion”. A série em estilo de anime foi desenvolvido pela Polygon Pictures, que também foi responsável pela trilogia animada de Godzilla disponibilizada na Netflix. A atração foi criada por Craig Kyle (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e Greg Johnson (criador de “X-Men: Evolution”) e tem estreia marcada para 4 de março.
Chitewel Ejiofor vai estrelar série baseada no filme mais famoso de David Bowie
O ator Chitewel Ejiofor, indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão”, vai estrelar a série baseada em “O Homem que Caiu na Terra”, livro de Walter Tevis que já foi adaptado num filme muito famoso estrelado por David Bowie. No clássico de 1976, dirigido por Nicolas Roeg, Bowie vivia um alienígena preso na Terra após sua nave sofrer um acidente. Disfarçado como o excêntrico Thomas Jerome Newton, ele funda uma empresa de tecnologia revolucionária, avançando as descobertas científicas da humanidade para fabricar os componentes que precisa, visando consertar sua nave, voltar para sua família e salvar seu planeta, que agoniza com a falta d’água. Mas suas invenções chamam atenção. Segundo apurou o site Deadline, o personagem de Ejiofor será diferente do interpretado por Bowie e presenciará outro ponto marcante na evolução humana. O projeto está sendo desenvolvido para a plataforma Paramount+ por Alex Kurtzman, produtor responsável pelas séries do universo “Star Trek”, em parceria com Jenny Lumet (filha do cineasta Sidney Lumet). Os dois trabalharam juntos em “Star Trek: Discovery” e “A Múmia” e co-escreveram o roteiro do piloto. Kurtzman também vai dirigir o primeiro episódio. “A carreira de palco e cinema de Chiwetel Ejiofor é impressionante em sua coragem, comprometimento e qualidade”, disseram Kurtzman e Lumet, em comunicado. “Ele é tudo que podíamos imaginar e um milhão de coisas que não poderíamos. Não tem como ficarmos mais emocionados.” A Paramount+ é a substituta da CBS All Access, que passará a adotar o novo nome a partir de 3 março nos EUA. A mudança também afetará a já existente Paramount+ do Brasil, que deverá sofrer uma reformulação. Relembre abaixo o trailer do filme de 1976.
HBO revela série documental de Mia Farrow contra Woody Allen
A HBO produziu em segredo uma série documental sobre a guerra de versões entre Woody Allen e sua ex, Mia Farrow, em torno da acusação de suposto abuso sexual cometido pelo diretor em sua filha Dylan, com 7 anos de idade em 1992. Intitulada “Allen v. Farrow”, a atração foi revelada junto com um primeiro trailer, que destaca entrevistas de apenas um dos lados da história, apresentando uma indignada Mia Farrow e cenas atuais de Dylan adulta, junto com imagens de arquivo de Allen e um tom de narrativa escandalosa. Dirigida pelos documentaristas Kirby Dick e Amy Ziering, a série tem quatro episódios e se concentra no período do julgamento de custódia dos filhos do ex-casal, quando Farrow fez acusações contra Allen e trouxe à luz o relacionamento do diretor com sua filha adotiva, Soon-Yi Previn. Allen e Soon-Yi estão casados até hoje, e adotaram duas meninas, que nunca trouxeram queixas à público. A lista de entrevistados para o programa, entretanto, não inclui Allen, Soon-Yi ou suas filhas. Nem mesmo Moses Farrow, irmão de Dylan, que era o único filho de Mia com idade suficiente para dar um testemunho válido sobre o que realmente aconteceu. Ele diz que Allen é inocente e a mãe manipulou os filhos para que mentissem. Em compensação, todos os acusadores terão voz. Mia Farrow, Dylan Farrow, Ronan Farrow, amigos da família e até o promotor do caso, Frank Maco. Ao lado de “especialistas”, a série da HBO também promete apresentar gravações, vídeos caseiros e “testemunhas oculares em primeira mão, muitas delas falando publicamente sobre os eventos pela primeira vez”, além de uma dissecação da obra de Woody Allen “num contexto mais amplo”, o que sugere um ataque também à arte e não apenas ao artista. Dick e Ziering são especialistas em documentários sobre abuso sexual. Seu filme “The Invisible War” (2012), sobre o estupro de militares femininas por colegas masculinos, foi indicado ao Oscar, e seu trabalho mais recente, “On the Record” (2020), detalha acusações de estupro contra o magnata do hip-hop Russel Simmons. A HBO vai estrear a série em 21 de fevereiro às 21h, com novos episódios indo ao ar nos domingos subsequentes.
Wynonna Earp vai acabar ao final da 4ª temporada
O dia em que as primeiras três temporadas de “Wynonna Earp” chegaram na Globoplay também marcou o anúncio oficial do fim da série. Em comunicado divulgado nesta sexta (5/2), o canal pago americano SyFy informou que os episódios da segunda metade da 4ª temporada vão encerrar a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A midseason estreia daqui a exatamente um mês, em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. A criadora da série, Emily Andras (de “Lost Girl”), agradeceu ao elenco, equipe e fãs fieis e apaixonados pelas quatro temporadas aclamadas da atração. E acrescentou: “Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no Syfy e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre”. A nota de despedida, porém, sugere que a decisão do SyFy não foi compartilhada pelos estúdios que produzem a série e ainda sugere a possibilidade de continuação em outro endereço. “Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família e, junto com Seven24, Cineflix e CTV Sci-Fi, tenho esperança de poder continuar a compartilhar suas histórias inspiradoras no futuro.” “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW, sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras, o que seria um mero faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Series online: Wynonna Earp e Cidades Invisíveis são os destaques em streaming
Fãs de séries sobrenaturais estão bem servidos com os lançamentos desta sexta (5/2), que destacam “Wynonna Earp” e “Cidades Invisíveis” em streaming. Melhor atração do canal pago americano SyFy, “Wynonna Earp” adapta os quadrinhos homônimos de Beau Smith sobre uma descendente delinquente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp, que recebe de forma relutante a missão de caçar demônios e acabar com uma maldição secular de sua família. O resultado é uma “Buffy” para o século 21. Nas mãos da produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), o faroeste sobrenatural virou cult ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade de forma indissociável. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série faz uma mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, empoderamento feminino, fantasia sexy e orgulho LGBTQIA+. Duas das três primeiras temporadas disponibilizadas pela Globoplay têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pelo cineasta Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action (após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”), “Cidades Invisíveis” traz Marco Pigossi (“Tidelands”) no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental, que após encontrar um animal estranho numa praia carioca e conhecer a dona misteriosa de uma casa noturna (vivida por Alessandra Negrini), descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. Cheia de reviravoltas e ritmo ágil, essa produção com criações do folclore brasileiro tem tudo para fazer sucesso internacional. Outros destaques da semana chegam na Disney+ (Disney Plus): a minissérie “Os Eleitos” (The Right Stuff), sobre a conquista do espaço nos anos 1960, baseada no livro homônimo que já tinha sido filmado em 1983 (num longa vencedor de quatro Oscars), e todos os episódios de “Ugly Betty”, uma das primeiras atrações a colocar temas LGBTQIA+ e a comunidade latina em evidência na TV americana. Para as crianças, o Top 10 semanal ainda traz os desenhos do “Snoopy e Sua Turma” e “Kid Cosmic”, nova série animada de Craig McCracken (criador de “As Meninas Superpoderosas”). Confira abaixo a relação completa e os trailers das 10 melhores séries disponibilizadas para streaming nesta semana. Wynonna Earp | EUA | 3 Temporadas (Globoplay) Cidade Invisível | Brasil | 1ª Temporada (Netflix) Os Eleitos | EUA | Minissérie (Disney+) Ugly Betty | EUA | 4 Temporadas (Disney+) Jovem Sheldon | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Hache | Espanha | 2ª Temporada (Netflix) Amar É… | EUA | Minissérie (Globoplay) Amigas para Sempre | EUA | 1ª Temporada (Netflix) Snoopy e Sua Turma | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Kid Cosmic | EUA | 1ª Temporada (Netflix)
Renée Zellweger vai estrelar minissérie de famoso crime real
A atriz Renée Zellweger, duas vezes vencedora do Oscar – por “Cold Mountain” (2003) e “Judy” (2019) – , vai estrelar e produzir a minissérie “The Thing About Pam” na rede americana NBC. A atração de seis episódios vai levar às telas a história de um crime verdadeiro, mas mais estranho que a ficção. Na trama, Zellweger interpreta Pam Hupp, que atualmente cumpre prisão perpétua. Mãe de meia-idade e funcionária de um escritório de seguros, ela se envolveu em um assassinato brutal em 2011 e foi condenada por outro homicídio cometido em 2016. A mulher ainda é suspeita de ter matado a própria mãe. Originalmente, o assassinato de Betsy Faria em 2011 resultou na condenação de seu marido Russ, que sempre insistiu que não matou a esposa. Com novas descobertas, sua condenação foi anulada, desencadeando uma cadeia de eventos que exporia um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp. O escândalo que se seguiu virou sensação na mídia e foi apresentado com destaque em reportagens do programa “Dateline”, da rede NBC. Também se tornou tema de um popular podcast da NBC News, “The Thing About Pam”, que é um dos podcasts mais baixados do iTunes. A minissérie tem o mesmo nome do podcast e está sendo escrita por Jessika Borsiczky (“House of Lies”) com produção da Blumhouse Television, NBC News Studios e Big Picture (a empresa da atriz). “Como alguém que não perdeu um episódio de ‘Dateline’ em 10 anos, o que imediatamente se destacou para mim sobre Pam em outras histórias de crimes verdadeiras é que, embora em sua superfície tenha todas as voltas e reviravoltas de um mistério policial emocionante de assassinato, é realmente uma história de personagem em seu cerne, que reflete de uma maneira profunda a paisagem americana em torno de nós”, disse Borsiczky, em comunicado.












