“The Witcher: A Origem” terá apenas quatro episódios
A minissérie “The Witcher: A Origem”, que servirá como prólogo de “The Witcher”, terá apenas quatro episódios. Originalmente prevista para durar seis capítulos, a produção passou por uma reformulação para, de acordo com o cocriador Declan de Barra, garantir o “fluxo de história ideal”. Em entrevista ao site Collider, o produtor explicou que a estrutura dos quatro episódios “aconteceu organicamente” e eles puderam alterar o projeto sem enfrentar entraves. Para ele, esta é uma das vantagens de não trabalhar em uma emissora de TV, mas em um serviço de streaming. “Queria que [a minissérie] fosse um soco na cara do qual você não consegue tirar os olhos”, concluiu. The Witcher: A Origem é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos da série principal, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e os eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e contará com supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. O elenco destaca Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). No recente evento Tudum, a Netflix também revelou que a atriz Minnie Driver (“Speechless”) se juntou ao elenco. A estreia está marcada para 25 de dezembro.
Atriz de “Jackie Brown” vai estrelar 2ª temporada de “Eles”
A atriz Pam Grier, ícone do cinema blaxpoitation e protagonista do filme “Jackie Brown” (1997), vai estrelar a 2ª temporada da série “Eles” (Them), desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. Intitulada em inglês “Them: The Scare”, a nova temporada vai contar uma história diferente, com novos personagens. Passada em 1991, a trama vai acompanhar a detetive Dawn Reeve, que precisa investigar um assassinato horrível. Porém, à medida que ela se aproxima da verdade, algo malévolo se apodera dela e da sua família. A detetive será interpretada por Deborah Ayorinde, que também estrelou a 1ª temporada de “Eles”, mas que aqui viverá uma personagem diferente. Grier será Athena, a mãe da protagonista, descrita como uma personagem inteligente e orgulhosa, mas cheia de segredos. O elenco ainda conta com Luke James (“The Chi”) no papel de um ator iniciante e sensitivo, Joshua J. Williams (“Manto e Adaga”) como o filho de Reeve, Jeremy Bobb (“The Outsider”) interpretando um detetive corrupto, e Wayne Knight (“12 Órfãos Poderosos”) como o supervisor da protagonista. Além deles, a série também contará com as participações de Carlito Olivero (“Step Up: High Water”), Charles Brice (“À Tona”) e Iman Shumpert (“The Chi”), “Eles” foi criada por Little Marvin, que também vai escrever a 2ª temporada e atuar como produtor e showrunner da atração. Ainda não há previsão de estreia. Pam Grier tem outros projetos encaminhados, como a sequência de “Cemitério Maldito” e o suspense “Cinnamon”, ambos já filmados, mas ainda sem data de lançamento.
Netflix fará série sobre um dos mais famosos atores de filmes adultos
A Netflix está desenvolvendo a série “Supersex”, que vai narrar a história de vida de Rocco Siffredi, um dos mais famosos atores de filmes adultos em atividade, que já fez mais de 1500 produções do gênero – a maioria como produtor. Criada por Francesca Manieri (“We Are Who We Are”) a série vai narrar a juventude do italiano bem dotado, sua relação com a família e a sua carreira nos filmes adultos. Embora a indústria do entretenimento adulto seja criticada pela maneira como trata as mulheres, a série deve ter uma abordagem distinta. “‘Supersex’ é a história de um homem que leva sete episódios e 350 minutos para dizer ‘eu te amo’, para aceitar que o demônio em seu corpo é compatível com o amor. Para fazer isso, ele deve expor a única parte dele que nunca vimos: sua alma”, explicou Manieri, em comunicado oficial. A série vai ser estrelada por Alessandro Borghi (“Devils”) no papel de Siffredi, e ainda contará com Jasmine Trinca (“O Franco-Atirador”), Adriano Giannini (“Emma e as Cores da Vida”) e Saul Nanni (“Amor & Gelato”). A direção dos episódios ficará a cargo de Matteo Rovere (“Veloz Como o Vento”), Francesco Carrozzini (“The Hanging Sun”) e Francesca Mazzoleni (“Succede”). “Supersex” deve estrear em 2023, na Netflix. A carreira de Rocco Siffredi já foi retratada antes no documentário “Rocco”, dirigido por Thierry Demaiziere e Alban Teurlai, que teve première no Festival de Veneza de 2016. Além do seu trabalho no cinema adulto, Rocco Siffredi também já participou de dois filmes de ficção: “Romance” (1999) e “Anatomia do Inferno” (2004), ambos de Catherine Breillat.
Pesquisa revela que 93% dos brasileiros acompanham séries
Uma pesquisa revelada pelo Canal Universal, em parceria com a Globo, revelou que 93% dos brasileiros têm o hábito de assistir a séries. O resultado aponta que mais de 100 milhões de brasileiros acompanham algum tipo de série em qualquer tipo de plataforma: TV, TV paga, ou streaming. Mas a popularidade do streaming está ligada à esta explosão de audiência. Afinal, no último estudo, de 2018, eram 53% dos brasileiros. De lá para cá, os hábitos mudaram com a chegada das Smart TVs e o crescimento de opções com a estreia de novas plataformas de streaming no Brasil. O levantamento encomendado pelos Grupo Globo e NBCUniversal calculou que existem ao menos 400 títulos seriados disponíveis para consumo dos brasileiros. Entretanto, a lista não diferencia novelas de séries. Apesar da falta de diferenciação, o estudo indica que o público nacional prefere séries à novelas, ao menos ao listar os gêneros favoritos que gostam de acompanhar: ação (70% dos entrevistados), seguido por tramas policiais-criminais (64%) e aventura (59%). A pesquisa identificou ainda os hábitos de consumo. Apenas 21% “maratonam” capítulo após capítulo. E, apesar das facilidades de acesso por celular, 98% dos brasileiros continua vendo seus programas preferidos dentro de casa. Enquanto a Globo oferece novelas completas e séries brasileiras exclusivas em sua plataforma Globoplay, o Canal Universal tem, em sua grade, algumas das séries mais populares do Brasil, como as produções das franquias “Law & Order” e “Chicago”.
Após Daniella Perez, morte de Henry Borel vai virar série da HBO Max
A HBO Max anunciou nesta terça-feira (27/9) que está desenvolvendo uma nova série brasileira documental de true crime, após o sucesso de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”. “Cada vez mais as pessoas buscam por produções do gênero true crime no Brasil. Vimos o reflexo do interesse do público com o sucesso que foi ‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez’ e podemos perceber que esta é uma lacuna ainda em crescimento no mercado. Para nós, é importante avançar no nicho e produzir séries que, além de contar com extrema qualidade, sejam respeitosas em suas abordagens”, disse Tomás Yankelevich, chefe de conteúdo da Warner Bros. Discovery. A nova produção vai investigar a morte do menino Henry Borel, falecido com 4 anos de idade em março de 2021 no apartamento em que morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto, conhecido como Dr. Jairinho. Ambos são acusados pelo assassinato do menino. Monique Medeiros responde o processo em liberdade, após um habeas corpus concedido no dia 26 de agosto, mas Jairinho teve o pedido de soltura negado com base em elementos do processo, que apontam que ele teria agredido fisicamente a vítima, causando lesões que provocaram a morte da criança. Por coincidência, a escritora Gloria Perez, mãe de Daniella, se manifestou no Instagram na época da soltura de Monique em solidariedade com Leniel Borel, o pai do menino assassino. “Doi, doi na alma ver a acusada livre, leve e solta, enquanto o pequeno Henry nunca mais voltará pra casa. Está morto”, escreveu Gloria em seu Instagram. A série documental será baseada no livro “Caso Henry: Morte Anunciada”, da jornalista Paolla Serra, e ainda não tem previsão de estreia.
Irmã de vítima de Jeffrey Dahmer reclama da série Netflix: “Apenas ganância”
Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, uma das vítimas de Jeffrey Dahmer, está indignada com a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, na Netflix. Ela falou que nunca foi contatada pelos realizadores. “Eu sinto que a Netflix deveria ter perguntado se nos importaríamos ou como iríamos nos sentir. Não me perguntaram nada. Eles apenas fizeram aquilo”, ela disse ao site Insider. Isbell explicou que não precisaria de nenhuma compensação financeira pelo uso do seu nome na série, mas reconheceu que “é triste que eles estão apenas ganhando dinheiro com essa tragédia. Isso é apenas ganância.” Com sentimento dividido sobre a série, ela aponta que a produção “traz à tona sentimentos antigos e isso doeu, mas também me beneficia”, disse ela. “Eu me beneficio porque hoje posso lidar com isso de maneira diferente do que fiz no passado. Eu posso falar sobre isso sem tanta raiva.” Os produtores a transformaram numa dos personagens da série, interpretada pela atriz DaShawn Barnes (“Bosch”), e reproduziram seu pronunciamento durante o julgamento do assassino. Na ocasião, ela quis falar sobre como a morte do seu irmão havia afetado a sua família. Mas “quando cheguei na frente dele foi um jogo totalmente novo. Eu reconheci o mal. Eu estava cara a cara com o puro mal”, explicou. “Eu não tinha escrito nada”, contou Isbell sobre seu testemunho. “Se eu tivesse, eu teria rasgado de qualquer maneira. Não teria sido lido. Aquela foi a minha primeira vez na frente dele. O que quer que eu pensei que ia dizer, isso não aconteceu. Tudo acabou saindo naquele momento.” Ela explicou o que a motivou. “A razão pela qual eu disse o que disse durante aquela declaração foi porque, durante o julgamento, eles o retratavam como alguém tão fora de controle que não conseguia se conter”, disse ela. “Mas você tem que estar no controle para fazer as coisas que ele estava fazendo. Você tem que estar muito no controle. Então é por isso que eu disse: ‘Deixe-me mostrar o que é fora de controle. Isso é alguém fora de controle.’ Eu estava fora do corpo. Eu não era eu naquele momento.” Em seu desabafo, ela comentou que só assistiu aos episódios em que a sua “versão ficcional” aparece. “Não assisti a série inteira. Eu não preciso assistir. Eu vivi aquilo. Eu sei exatamente o que aconteceu.” Ao contrário de Rita, seu primo Eric Isbell foi mais contundente nas suas críticas à atração. “Eu não estou dizendo a ninguém sobre o que assistir. Eu sei que a mídia de ‘true crime’ é enorme agora, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbells) está furiosa com essa série”, afirmou ele no Twitter. Criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (“Glee”), “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. A minissérie estreou na quarta-feira (21/9) na Netflix. Netflix Jeffrey Dahmer’s victim’s sister and the real Rita in 1992 #jeffreydahmer #serialkillers #truecrime #truecrimecommunity pic.twitter.com/t8fZe1S2oT — Carol DaRonch (@CarolDaRonch) September 21, 2022
“A Casa do Dragão” terá novos saltos temporais: “Guerra de gerações”
Os produtores Ryan Condal e Miguel Sapochnik, que também são showrunner e diretor do sucesso “A Casa do Dragão”, explicaram algumas das decisões criativas e desafios no desenvolvimento do primeiro spin-off de “Game of Thrones”. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, eles contaram que um desses desafios foi escolher onde começar a contar a história da série, visto que o livro que serve como base para a atração, “Fogo & Sangue”, de George R. R. Martin, cobre mais de 150 anos da história de Westeros. “Estou animado com o ritmo e a estrutura da história que estamos contando na 1ª temporada”, disse Condal. “É muito complexo. Acontece por um longo período de tempo porque as crianças precisam se casar e depois crescer e depois ter seus próprios filhos que crescem para contar a história dessa guerra de gerações que é travada. “A HBO deu essa liberdade criativa para contar essa história incrivelmente complexa de uma maneira realmente paciente e orientada para os personagens, que configura uma primeira temporada para que lance você em um dos conflitos mais famosos e sangrentos da história de Westeros – se não o mais famoso”, continuou ele. Na trama de “A Casa do Dragão”, a disputa se instala porque Viserys Targaryen (interpretado por Paddy Considine) escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon, ou o filho mais novo, príncipe Aegon. Esta, porém, não foi a ideia inicial. Nas primeiras versões do roteiro, a série começaria de maneira similar a “Game of Thrones”, mostrando a morte do Rei. Entretanto, eles logo perceberam que, ao fazer isso, deixariam de fora uma parte fundamental da história, que impactou diretamente tudo o que aconteceu a seguir. Então, quando Condal entrou no projeto, ele propôs a ideia de uma história que se estenderia por décadas. “É assim que você conta essa história corretamente”, explicou ele. “Estamos contando a história de uma guerra de gerações. Preparamos tudo para que, quando o primeiro golpe de espada cair, você entenda quem são os jogadores – onde eles estão e por que estão lá. Toda a história está lá, em vez de ser contada para você em exposição. Assim você vê tudo acontecer.” “Ninguém nunca nos disse: ‘Quando o drama vai começar?'”, completou Sapochnik. “Há uma vantagem real em dedicar um tempo para conhecer os personagens porque o investimento vale a pena. A 1ª temporada de ‘A Casa do Dragão’ é cozida em fogo baixo. E vale a pena porque há elementos suficientes para manter todo mundo interessado, mas tentamos propositadamente nos afastar do espetáculo para que, quando voltarmos ao espetáculo, possamos fazê-lo corretamente.” No 6º episódio da série, exibido no último domingo (25/9), houve uma mudança temporal, com Emma D’Arcy (de “Truth Seekers”) e Olivia Cooke (de “Bates Motel”) assumindo os papéis de Rhaenyra e Alicent. Alguns fãs chegaram a questionar os motivos para a mudança no elenco, visto que vários intérpretes masculinos continuaram vivendo as versões mais velhas dos seus personagens. Mas a mudança serve como preparação para o futuro da série, uma vez que vão acontecer outros pulos temporais e as atrizes poderão interpretar essas personagens mais velhas. Muito em breve, por exemplo, o filho de Alicent, Aegon, ficará mais velho que Alicent no primeiro episódio da série. “A Casa do Dragão” foi renovada para a 2ª temporada cinco dias após a estreia. O episódio inaugural foi visto por 20 milhões de espectadores nos EUA durante este período, e informações da HBO indicam que cada novo capítulo posterior teve ainda mais audiência.
Clarice Falcão é eleita governadora do Rio em trailer de comédia
A Amazon Prime Video divulgou o trailer de “Eleita”, nova série de comédia nacional estrelada por Clarice Falcão (“Shippados”). Na trama, Clarice interpreta Fefê, uma influenciadora digital que decide se candidatar a governadora do Rio de Janeiro “na zoeira”, mas acaba vencendo a eleição. Vale lembrar que os EUA já tiveram série com premissa parecida em 2017. Em “The Mayor”, um artista iniciante de hip-hop resolvia concorrer à prefeito para promover sua mix tape e acabava eleito. Durou só uma temporada. A diferença é que “Eleita” se passa em um futuro distópico não muito distante, no qual o estado do Rio de Janeiro está literalmente caindo aos pedaços. O governo fluminense não tem um tostão furado e o resto do país não está muito melhor. Para piorar, a política virou um circo e o resultado desse cenário caótico é a eleição de Fefê, uma política mais sem noção que a Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) em “Veep”. O elenco de “Eleita” conta também com Bella Camero (“Marighella”), Diogo Vilela (“Detetives do Prédio Azul 2”), Luciana Paes (“3%”), Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Luis Lobianco (“Vai que Cola”), entre outros. Além de estrelar, Clarice Falcão ajudou a escrever os episódios, ao lado de Célio Porto (“Desculpe o Transtorno”), Matheus Torreão (“Mister Brau”) e Rafael Spinola (“A Divisão”). A direção geral é de Carolina Jabor (“Aos Teus Olhos”). Com uma temporada inicial de sete episódios, a série vai estrear em 7 de outubro.
“Elite 6” anuncia data de estreia com teaser “caliente”
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 6ª temporada de “Elite”, que revela a data de estreia dos novos episódios. Bastante provocante, o teaser revela os jovens adultos, que se passam por adolescentes na trama, em cenas “calientes” e literalmente molhadas. O novo ano escolar em Las Encinas vai começar tentando encobrir os desastres do passado recente. Mas os problemas nas suas salas de aula são sistêmicos: racismo, sexismo, abuso doméstico e LGBT-fobia são apenas alguns dos difíceis temas abordados nos novos capítulos. A série perdeu vários integrantes do elenco nos últimos dois anos – a maioria dos personagens originais se formou, mas também houve morte. As mais recentes baixas são Samuel (Itzan Escamilla), Omar (Omar Ayuso), Rebeka (Claudia Salas) e Cayetana (Georgina Amorós). Por isso, o elenco está sendo reforçado. O principal destaque é Ana Bokesa (“La que se Avecina”), primeira atriz negra da atração em cinco anos. Anteriormente, a série de adolescentes brancos chegou a trazer Sergio Momo (Yeray) e Leïti Sène (Malik). Mas os primeiros atores negros surgiram na 3ª temporada e foram rapidamente dispensados, sem retornar na 4ª. Outras novidades incluem Carmen Arrufat (“Todos Mentem”), Álvaro de Juana (“HIT”) e os estreantes Ana Bokesa , Ander Puig (Ser o No Ser) e Álex Pastrana (“Bem-Vindo ao Éden”). Eles se juntam aos “novatos” do quinto ano, como o brasileiro André Lamoglia (“Juacas”) e a argentina Valentina Zenere (“Sou Luna”). Os novos episódios de “Elite” tem estreia marcada para 18 de novembro.
Primeiro teaser de “The Last of Us” revela horrores pós-apocalípticos
A HBO divulgou o primeiro teaser de “The Last of Us”, série baseada no game homônimo, que destaca Pedro Pascal e Bella Ramsey (ambos ex-“Game of Thrones”) como os sobreviventes pós-apocalípticos Joel e Ellie, respectivamente. Ao som de “Alone and Forsaken”, clássico de Hank Williams, as imagens sombrias também revelam os destroços da civilização e até um close num zumbi/mutante deformado de dar inveja nas adaptações de “Resident Evil”. Assim como no game da Naughty Dog, “The Last of Us” se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus e acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. O elenco também inclui Gabriel Luna (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Nico Parker (“Dumbo”), Murray Bartlett (“The White Lotus”), Merle Dandridge (“The Flight Attendant”) e Anna Torv (“Mindhunter”). A adaptação está a cargo de Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov (premiado no Festival de Cannes de 2019 por “Uma Mulher Alta”), da bósnia Jasmila Žbanić (de “Quo Vadis, Aida?”, Melhor Filme da Europa na premiação da Academia Europeia) e do iraniano Ali Abbasi (Melhor Direção da mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes em 2018 pelo perturbador “Border”, também conhecido como “Gräns”). “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia.
HBO Max estreia “Vale dos Esquecidos”. Saiba porque assistir ao terror nacional
A HBO Max lança “Vale dos Esquecidos”, sua primeira série de terror nacional, neste domingo (25/9). E para reforçar, divulgou um vídeo com “5 motivos para assistir” a produção. Um deles é a neblina, clima típico da Serra do Mar paulista. Gravada ao longo de 100 dias no clima enevoado de Paranapiacaba, distrito do município de Santo André, em São Paulo, a série também tem vários outros ingredientes conhecidos dos fãs do gênero. Na trama, um grupo de jovens se perde durante uma caminhada de fim de semana na floresta e busca abrigo em uma vila escondida sob uma névoa constante – e que não está nos mapas. Várias pistas indicam que há algo muito errado naquele lugar. Mas, mesmo depois de “Corra!”, eles seguem tomando o chazinho que lhes é oferecido pelos moradores locais. A ficha só começa a cair quando se veem sem saída e sem comunicação com o resto do mundo. O clima de floresta sombria, enevoada e inspirada por folclore europeu também remete à “Desalma”. Criada por Fábio Mendonça (“O Doutrinador”) e Antônio Tibau (“Maldivas”), a série destaca em seu elenco Caroline Abras (“O Mecanismo”), Daniel Rocha (“Irmãos Freitas”), Juliana Lourenção (“Carcereiros”), James Turpin (“Bacurau”), Felipe Velozo (também de “Irmãos Freitas”), Jiddu Pinheiro (“O Animal Cordial”), Julia Ianina (“Reality Z”), Marcos de Andrade (“Aruanas”), Roney Villela (“Novo Mundo”), Thais Lago (“3%”) e Carolina Mânica (“Rua Augusta”).
Marcelo Serrado será policial em nova série da Globoplay
A Globoplay começou a escalar o elenco de “Veronika”, nova série policial que tende a ser confundida, por causa do título, com “Bom Dia, Verônica”. Mas as protagonistas são bem diferentes. Veronika é uma advogada negra e moradora de uma favela que se envolve com o crime organizado. A intérprete da personagem-título ainda não foi divulgada, mas Marcelo Serrado (no ar em “Cara e Coragem”) viverá um policial e Malvino Salvador (“Qualquer Gato Vira-Lata”) deve interpretar um promotor. Além disso, Marcello Melo Jr vai aparecer como Mikhael, seu personagem em outra série da plataforma Globoplay, “Arcanjo Renegado”. É que as duas séries compartilham o mesmo criador, José Júnior (do AfroReggae), que está construindo, série a série, um universo compartilhado no streaming. Marcelo Serrado, por sinal, participou recentemente de outra série desse “universo”, “O Jogo que Mudou a História”, ainda sem previsão de estreia. As gravações de “Veronika” vão começar em janeiro no Morro de São Carlos, no Centro do Rio, com direção geral a cargo de Vera Egito (“Todxs Nós”) e do ator Silvio Guindane (“O Dono do Lar”), que assim vira o primeiro diretor negro de uma série dramática da Globoplay. O cineasta Heitor Dhalia, que também participa de “Arcanjo Renegado”, faz parte da equipe de produção.
Vídeo apresenta os novos personagens de “Sombra e Ossos”
A Netflix divulgou um novo vídeo da 2ª temporada de “Sombra e Ossos”, que apresenta com mais detalhes o visual dos novos personagens vistos no teaser exbido no Tudum. Eles são vividos por Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”) – e aparentemente terão grande importância na trama. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a 2ª temporada deve adaptar o segundo livro da coleção, “Sol e Tormenta”. A trilogia original se completa com “Ruína e Ascensão”, mas a trama ainda segue em novas publicações – “Six of Crows: Sangue e Mentiras” (2016) e “Crooked Kingdom: Vingança e Redenção” (2017). Todos os livros foram publicados pela Editora Gutenberg no Brasil. A série foi desenvolvida por Eric Heisserer, roteirista de “Birdbox” (2018) e “A Chegada” (2016), e se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo, existem outras peças em movimento, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos, que tem uma missão importante. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série – em novembro no Brasil. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”), além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). Sem data de estreia marcada, a 2ª temporada é esperada para 2023.












