Fotos do derivado de “Orphan Black” destacam estrela de “Jessica Jones”
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos de “Orphan Black: Echoes”, spin-off da premiada série de clones “Orphan Black”. As fotos destacam a presença de Krysten Ritter (“Jessica Jones”), protagonista da atração. Exibida de 2013 a 2017, “Orphan Black” girava em torno de um grupo de mulheres que descobria ser clones da mesma pessoa, após serem separadas e criadas em diferentes localidades, em meio a uma conspiração envolvendo grupos rivais numa guerra pelo controle da experiência. A continuação não traz de volta as “sisters” originais do “clone club” – ou “sestras” como dizia a clone russa – que foram interpretadas, de forma impressionante, pela mesma atriz: a canadense Tatiana Maslany, em uma dezena de papéis diferentes. Em vez disso, a atração contará outra história passada no mesmo universo. Criada por Anna Fishko (roteirista de “Fear the Walking Dead”), “Orphan Black: Echoes” vai seguir um novo grupo de mulheres interpretadas por Ritter, enquanto elas entram na vida umas das outras e embarcam em uma jornada para desvendar o mistério de sua identidade. Além de estrelar, Ritter também produz a série ao lado de Fishko e John Fawcett, co-criador da série original. O elenco ainda conta com Avan Jogia (“Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City”) e Keeley Hawes (“Finding Alice”). “Orphan Black: Echoes” ainda não tem previsão de estreia.
Astro de “Better Call Saul” é professor frustrado em fotos de sua nova série
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos de “Straight Man”, nova série estrelada por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”). As fotos destacam o descontentamento do personagem de Odenkirk, além de mostrarem a relação dele com a esposa (Mireille Enos, da série “The Killing”) e com a filha (interpretada por Olivia Scott Welch, da trilogia “Rua do Medo”). A produção é uma comédia dramática em que Odenkirk vive William Henry “Hank” Devereaux Jr., o improvável e relutante presidente do departamento de inglês de uma faculdade subfinanciada no interior da Pensilvânia. Seu descontentamento está enraizado em questões não resolvidas com seu pai, com um corpo estudantil medíocre e autoritário, e com o fato de que seu departamento é mais selvagemente dividido do que a ex-Iuguslávia. Sua esposa, Lily Devereaux, é a vice-diretora da escola secundária local na zona rural da Pensilvânia, onde eles moram. À medida que a vida de Hank começa a desmoronar, Lily começa a questionar o caminho em que está e as escolhas que fez. Ela começa a explorar outras oportunidades para si mesma enquanto faz o possível para manter Hank e sua filha adulta no caminho certo. A trama é baseada no romance homônimo de Richard Russo (roteirista dos filmes “A Sangue Frio” e “De Bico Calado”), e é produzida pelos produtores-roteiristas Aaron Zelman (“The Killing”) e Paul Lieberstein (“The Office”). Além disso, os episódios contarão com direção de Peter Farrelly, vencedor do Oscar de Melhor Filme por “Green Book – O Guia” (2018). “Straight Man” ainda não tem previsão de estreia.
3ª temporada de “Jack Ryan” ganha data de estreia
A Amazon Prime Video anunciou a data de estreia da 3ª temporada de “Jack Ryan”. Um pôster dos novos episódios, divulgado nesta quarta (28/9), revela o lançamento em 21 de dezembro. Com isso, a plataforma encerra uma espera de três anos e dois meses, considerando o final da 2ª temporada. A demora se deve a um cronograma complicado de produção, com gravações em vários países e um orçamento robusto, o que ajuda a explicar o grande hiato entre os capítulos, mesmo a Amazon tendo encomendado a 3ª temporada bem antes de lançar a segunda leva de capítulos. A nova temporada mostrará Ryan implicado em uma conspiração, que o torna procurado pela CIA e por uma facção internacional. Enquanto é forçado a fugir, cruzando a Europa para permanecer vivo, ele ainda tentará prevenir um conflito global massivo. Além de trazer de volta John Krasinski como o personagem-título, a atração conta com Wendell Pierce (“The Wire”) e Michael Kelly (“House of Cards”). Como destaca o cartaz, o título completo da atração é “Jack Ryan de Tom Clancy”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem – como “A Caçada ao Outubro Vermelho”, “Jogos Patrióticos”, “Perigo Real e Imediato” e outros. Os episódios acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA e sua premissa foi originalmente concebida pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e atualmente é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”). Por sinal, a série já se encontra renovada para a 4ª temporada.
“Entrevista com o Vampiro” é renovada antes da estreia
O canal pago americano AMC anunciou a renovação de sua nova série “Interview with the Vampire” antes mesmo da estreia da 1ª temporada. A novidade foi revelada no Twitter oficial da produção. Veja abaixo. “Interview with the Vampire” é baseada no livro “Entrevista com o Vampiro”, que abre as “Crônicas Vampirescas” da escritora Anne Rice. A obra já foi levada ao cinema em 1994 com Tom Cruise e Brad Pitt nos papéis principais. Mas a série registra uma mudança radical de época e raça de um dos protagonistas. O vampiro Louis, interpretado por Brad Pitt no cinema, é agora vivido por Jacob Anderson (conhecido por viver o guerreiro Verme Cinzento em “Game of Thrones”), enquanto Sam Reid (“The Hunting”) dá vida a Lestat, o personagem de Tom Cruise no longa de 1994. No livro, assim como no filme, a trama era encenada em Nova Orleans durante o século 18. Já na adaptação da série, a narrativa de Louis acontece no começo do século 20, durante a era do jazz. Por coincidência, também é a mesma época em que se passa a nova versão de “Perry Mason” da HBO, desenvolvida pelo mesmo criador, Rolin Jones. Além de escrever, Jones divide o comando da produção com Mark Johnson, que trabalhou em “Breaking Bad” e no derivado “Better Call Saul”, e Christopher Rice, filho da escritora Anne Rice, falecida em dezembro passado. Anne Rice anunciou o projeto pela primeira vez em novembro de 2016, após recuperar os direitos de adaptação de seus livros de vampiros, demonstrando interesse numa série com seu famoso personagem Lestat. Mas o conglomerado AMC, que fez uma fortuna explorando os zumbis de “The Walking Dead”, só entrou no negócio dos vampiros no ano passado. Em compensação, adquiriu os direitos de 18 livros da escritora – incluindo sua saga de bruxaria, “Bruxas de Mayfair”. “Interview with the Vampire” vai estrear no domingo (2/10) nos EUA e será seguida em 2023 pelo lançamento de uma série com as bruxas. Break out the Sazerac, #InterviewWithTheVampire has been renewed for a season two! pic.twitter.com/0l9D9EbZ8I — Interview with the Vampire (@Immortal_AMC) September 28, 2022
Netflix revela elenco de spin-off de “La Casa de Papel”
A Netflix revelou nas redes sociais as primeiras fotos do elenco de “Berlín”, spin-off da série “La Casa de Papel” que será focada no personagem interpretado pelo ator Pedro Alonso. Além de Pedro Alonso, que interpreta o ladrão de joias hedonista Andrés de Fonollosa, também conhecido como Berlim, o elenco inclui Michelle Jenner (“Isabel”) como Keila, especialista em eletrônica, Tristán Ulloa (“Fariña”) como o confidente de Berlim e professor filantrópico Damián, Begoña Vargas (“Bem-vindos ao Éden”) como a instável Cameron, Julio Peña Fernández (“Através da Minha Janela”) como o dedicado Roi e o estreante Joel Sánchez como Bruce, um homem de ação implacável. A trama é um prólogo centrado numa gangue anterior de Andrés de Fonollosa, antes dele se tornar Berlim. A produção foi desenvolvida pelo criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista-produtora da série original. As gravações vão começar em 3 de outubro em Paris, na França, mas ainda não há previsão para a estreia. O primeiro golpe do Berlin: roubar meu coração com esse elenco. A minha série spin-off de La Casa de Papel está acontecendo. pic.twitter.com/2H7LRPCYc5 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 28, 2022
Kevin Costner e Morgan Freeman se juntam em série sobre a Guerra Civil dos EUA
Os atores Kevin Costner (“Yellowstone”) e Morgan Freeman (“Despedida em Grande Estilo”) vão produzir uma minissérie sobre as mulheres que ajudaram o general Ulysses S. Grant a vencer a Guerra Civil dos EUA. Intitulada “The Gray House”, a série foi criada por Leslie Greif (“Chuck Norris: O Homem da Lei”), Darrell Fetty (produtor de “Hatfields & McCoys”) e John Sayles (“Lone Star – A Estrela Solitária”) e vai contar a história de uma socialite, uma ex-escrava afro-americana e uma cortesã que se tornaram espiãs para o Norte e operaram bem debaixo do nariz do Alto Comando Confederado. “’The Gray House’ é uma história verdadeira e [ainda] não contada sobre três heroínas abolicionistas da Guerra Civil incrivelmente corajosas, que por acaso eram mulheres”, disse Costner, em comunicado. “Tendo uma paixão pela história, é sempre pessoalmente gratificante compartilhar histórias ricas e cheias de camadas sobre os heróis desconhecidos dos EUA. Estou muito feliz por unir forças com meus amigos Leslie Greif e Morgan Freeman com quem tive grande sucesso para produzir esta importante e épica saga.” Vale lembrar que Costner e Freeman estrelaram juntos “Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões”, que fez realmente grande sucesso em 1991. A minissérie terá seis episódios, dirigidos pelo veterano cineasta Roland Joffe (“A Missão”) e será distribuída pela Paramount Global – o que indica um lançamento no Brasil pela Paramount+. As gravações devem começar no primeiro semestre de 2023. Atualmente, Costner está envolvido no seu próprio projeto sobre a Guerra Civil. Ele está trabalhando no filme épico “Horizon”, que ele próprio dirige e estrela – e que ainda não tem previsão de estreia. Morgan Freeman, por sua vez, tem diversos projetos encaminhados, entre eles o drama “A Good Person”, escrito e dirigido por Zach Braff (“Despedida em Grande Estilo”), que chega aos cinemas americanos em 24 de março de 2023.
João Guilherme se emocionou com papel que lembra sua vida em série da Globoplay
A arte imitou a vida para o ator João Guilherme, que na nova série da Globoplay, “Musa Música”, interpreta o filho de um músico famoso e ausente em sua criação. João Guilherme é filho do cantor Leonardo e cresceu distante do pai. “Meu pai não foi presente desde bebê. Nunca tive meu pai para ficar vendo antes dos 6 anos em Goiânia”, disse ele ao podcast “PodDelas”. “[Quando] fui começar a trocar umas ideias com ele eu tinha uns 7 anos”, continuou. “Ele mora em Goiânia, é em outro estado (João é de São Paulo). Minha mãe, até eu ter 6 anos, não queria que eu ficasse viajando”. Na série, o personagem de João Guilherme e seu irmão na trama, interpretado por Nicolas Prattes, cresceram longe do pai, o músico Mario (Luiz Nicolau). Na trama, Mario se separa da mulher (Leticia Isnard) quando as crianças são pequenas. Anos depois, ele volta tentando resgatar a relação com os filhos e, no decorrer da história, a família acaba se acertando. Segundo a coluna de Patricia Kogut, do jornal O Globo, a gravação da cena de reaproximação entre pai e filhos emocionou bastante João Guilherme, justamente por conta dessa semelhança com sua própria vida. Criada por Rosane Svartman (da novela “Bom Sucesso” e do filme “Pluft”), “Musa Música” vai acompanhar a musa grega Euterpe, vivida por Bel Lima (do teatro musical), ajudando jovens na missão de mudar suas vidas. O elenco também inclui Cecília Chancez, Cris Vianna e Stella Freitas. A produção juvenil é dirigida por Marcus Figueiredo (também de “Bom Sucesso”) e terá duas versões: uma para a plataforma Globoplay e outra para o canal pago infantil Gloob. A estreia é esperada para 2023.
Bruno Gagliasso compartilha imagens de nova série da Netflix
“Santo” mal estreou e Bruno Gagliasso já está no elenco de outra atração da Netflix. Nesta quarta (28/9), ele compartilhou duas imagens dos bastidores de “Candelária”, que terá quatro episódios e retrata a Chacina da Candelária, no Rio de Janeiro. As imagens incluem o roteiro do segundo episódio e um registro de mãos unidas, com colares de miçangas usadas por devotos do candomblé. “Eu seguro minha mão na sua para que juntos possamos fazer aquilo que eu não posso fazer sozinho. Orgulho de fazer parte desse projeto”, escreveu Gagliasso ao lado das imagens, adicionando o nome da produção. O crime conhecido como Chacina da Candelária aconteceu na noite de 23 de julho de 1993, pouco antes da meia-noite, quando um táxi e um Chevette com placas cobertas pararam em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para seus ocupantes atirarem contra dezenas de pessoas, a maioria adolescentes, que estavam dormindo na região. Oito pessoas morreram, incluindo crianças, e as investigações descobriram que os autores dos disparos eram milicianos. A produção tem como showrunner o cineasta Luis Lomenha (“Luto como Mãe”), que também divide a direção dos episódios com Marcia Faria (“Me Chama de Bruna”), e vai acompanhar as 36 horas que antecedem a tragédia pelo ponto de vista de quatro crianças. Lomenha é uma das mãos retratadas na imagem divulgada por Gagliasso. As outras são da atriz e dançarina Valeria Monã e do ator Patrick Congo. O elenco da série ainda inclui o veterano Antônio Pitanga, o cantor Péricles, Leandro Firmino, Maria Bopp e Stepan Nercessian. “Candelária” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)
Tim Maia narra sua própria história em série da Globoplay
O serviço de streaming Globoplay lança nessa quarta (28/9) a série documental “Vale Tudo com Tim Maia”, no dia em que o cantor completaria 80 anos. Morto em 1998, aos 55 anos, Tim Maia é reconhecido até hoje como um dos maiores cantores do Brasil, e a série documental visa celebrar sua vida e carreira por meio de uma abordagem diferente. A história de Tim Maia já foi narrada em diferentes mídias, como no filme de ficção “Tim Maia” (2014), dirigido por Mauro Lima, e no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”, de Nelson Motta. Em ambos os casos, porém, foi contada por outras pessoas. Na série da Globoplay, é ele quem conta a sua história. Dirigida pelo próprio Nelson Motta em parceria com o documentarista Renato Terra (“Narciso em Férias”), “Vale Tudo com Tim Maia” mostra a história do cantor por meio de seus próprios depoimentos, complementando sua trajetória por meio de imagens de arquivo, entrevistas e shows. A escolha por esse ponto de vista único, do próprio cantor, tem um motivo muito claro. “Ninguém conta melhor a sua história do que ele, com a sua linguagem, comédia e barbaridades”, explicou Motta à imprensa. “E Tim era um comediante nato, nós reforçamos isso nele como narrador.” “A série é um mergulho na originalidade e genialidade musical do Tim. Não há análises ou especialistas. O jeito que ele conta as histórias é de chorar de rir. A série é uma espécie de stand up comedy dançante. É aumentar o som e se preparar para rir, se emocionar e dançar”, completa Terra. Para compor o material da série, os realizadores contaram com o auxílio de Carmelo Maia, filho de Tim, que disponibilizou todo o seu acervo de fitas VHS e rolos de filme super-8, que mostram o cantor na sua intimidade. O resultado foram quase 30 minutos de cenas exclusivas, nunca vistas pelo público. O acesso a essas imagens, porém, não foi fácil. Carmelo Maia precisou vencer uma briga judicial com o irmão de criação, Leo Maia. Além destes registros de bastidores, a série também é composta por arquivos da TV Globo e de outras emissoras e rádios. “Vale Tudo com Tim Maia” contém três episódios. O primeiro narra a infância do cantor na Tijuca, a sua ida aos Estados Unidos e o começo do sucesso com os primeiros álbuns. O segundo episódio mostra o seu sucesso e as participações em programas de TV. Por fim, o terceiro episódio é dedicado aos seus momentos íntimos. Além disso, a série é embalada pelos maiores hits do cantor.
Netflix desiste de produzir série baseada nos quadrinhos de “Grendel”
A Netflix desistiu de produzir a série baseada em “Grendel”, quadrinhos cultuados da editora Dark Horse Comics. O projeto fazia parte de um contrato fechado há três anos com a editora, após o lançamento bem-sucedido da adaptação de “The Umbrella Academy”. A decisão foi tomada com a produção em andamento. “Grendel” chegou a gravar a maior parte de seus oito episódios iniciais sob comando de Andrew Dabb, que desenvolveu a recentemente cancelada “Resident Evil: A Série”. Mas não foi concluída. Com a decisão, os produtores vão levar o projeto para outros interessados. “Grendel” seria estrelada por Abubakr Ali (“Katy Keene”), o primeiro ator árabe muçulmano a interpretar um protagonista de uma série baseada em quadrinhos. O elenco também contava com Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”) como a paixão do protagonista, Jocasta Rose, e Julian Black Antelope (“Tribal”) como o antagonista Argent, um lobisomem nativo-americano que passa a caçar Grendel para impedir seus crimes brutais. Além deles, a menina Emma Ho (“Code 8: Renegados”) tem papel importante para o desfecho da trama, como a órfã Stacy Palumbo. Criado por Matt Wagner em 1982, o título reúne várias histórias sobre diferentes personagens que vivem Grendel, mas todas ligadas de uma forma ou outra a Hunter Rose, um escritor famoso, que se revela um habilidoso assassino após a morte da mulher que amava. Agindo à princípio como vigilante, ele logo muda de lado e se torna o chefão do crime de sua cidade. Mas sua história é curta. Outras pessoas assumem seu lugar e a trama prossegue até um futuro distópico, onde a história de Grendel se confunde com contos de terror sobre o diabo. Além de “The Umbrella Academy”, a Netflix tem apenas outra adaptação da Dark Horse em seu catálogo: uma série animada baseada em “Usagi Yojimbo”, o coelho samurai de Stan Sakai. Veja abaixo capas de diferentes fases da publicação de “Grendel”, inclusive da minissérie em que o vilão enfrenta Batman.
Robert Cormier, ator de “Slasher” e “Heartland”, morre aos 33 anos
O ator canadense Robert Cormier, que estrelou a série de terror “Slasher”, morreu na última sexta-feira (23/9), aos 33 anos, em um hospital em Etobicoke, Ontário (Canadá), após sofrer ferimentos numa queda. Nascido em Toronto em 14 de junho de 1989, Cormier estudou economia na Universidade de York, mas voltou a Toronto para estudar atuação em 2014. Dois anos depois, ele conseguiu uma participação especial em “Designated Survivor”, série estrelada por Kiefer Sutherland, que marcou sua primeira aparição nas telas. Seu papel mais proeminente foi o do malfadado Kit Jennings na 3ª temporada de “Slasher”, disponibilizada em 2019 na Netflix. No mesmo ano, ele também trabalhou em “Ransom”, que foi ao ar na rede CBS nos EUA, naquele ano. Suas participações mais recentes foram nas séries “Deuses Americanos” (American Gods), na Amazon Prime Video, e “Heartland”, também disponibilizada na Netflix. O perfil oficial de “Heartland” se manifestou sobre a perda: “Estamos profundamente tristes ao saber da morte de Robert Cormier. Ele era um membro amado do elenco de ‘Heartland’ nas duas últimas temporadas. Em nome do elenco e da equipe de ‘Heartland’, nossos pensamentos estão com ele e sua família durante esse período difícil”. Sua família também emitiu um comunicado: “Robert era um atleta, ator e um grande irmão. Ele tinha uma paixão por ajudar os outros e estava sempre procurando alcançar mais. Ele gostava de noites de cinema com sua família e admirava muito seu pai. Ele impactou muitas pessoas ao longo de sua vida, seja família, companheiros de equipe e amigos. A memória de Rob viverá através de sua paixão pela arte e cinema, bem como por suas três irmãs, que significaram o mundo para ele.” We are deeply saddened to learn of the passing of Robert Cormier. He was a beloved member of the Heartland cast the last two seasons. On behalf of the Heartland cast and crew, our thoughts are with him and his family during this difficult time. — Heartland (@HeartlandOnCBC) September 27, 2022
Astros de “Teen Wolf” e “Star Trek” entram na adaptação de “Avatar, a Lenda de Aang”
A plataforma Netflix anunciou uma nova leva de interpretes da série live-action de “Avatar: A Lenda de Aang”. Os novos nomes destacam Arden Cho (“Teen Wolf”) como June, George Takei (“Star Trek”) como Koh, Danny Pudi (“Community”) como Mecânico, Amber Midthunder (“Predador: A Caça”) como Princesa Yue, Momona Tamada (“Para Todos os Garotos”) como Ty Lee, Utkarsh Ambudkar (“Free Guy”) como Rei Bumi, Thalia Tran (“Council of Dads”) como Mai e James Sie reprisando o papel de Homem dos Repolhos que ele dublou na animação original. Eles se juntam a Gordon Cormier (“The Stand”) como o jovem Aang, mestre dos quatro elementos e guardião do equilíbrio e da paz no mundo, Kiawentiio (“Anne With an E”) como Katara, Ian Ousley (“13 Reasons Why”) como Sokka, e Dallas Liu (“PEN15”) como Zuko. Juntos, eles precisam derrotar o Senhor do Fogo Ozai, vivido por Daniel Dae Kim (“Havaí Cinco-0”), para encerrar a guerra contra a Nação do Fogo e salvar o mundo. Inspirada por animes japoneses, a série original de Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko se tornou uma das animações mais populares do canal pago infantil Nickeledeon. Além do sucesso nas telas, também venceu um Emmy e vários prêmios prestigiados, como o Annie, o Genesis e o Peabody Awards ao longo de suas três temporadas completas. Apesar da série ter conclusão, suas histórias continuam em quadrinhos até hoje, além de ter dado origem a outro sucesso televisivo, “A Lenda de Korra”, atração derivada da história principal que durou mais quatro temporadas. Os próprios criadores do desenho estavam à frente da adaptação, mas se desentenderam com a Netflix e abandonaram a produção no ano passado, sendo substituídos por Albert Kim (“Sleepy Hollow”). A Netflix também revelou que as gravações já começaram, mas a série ainda não tem previsão de estreia. Com eles ❤️https://t.co/euDYNR8gqd — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 27, 2022
“Dahmer: Um Canibal Americano” vira um dos maiores sucessos da Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), acumulou mais de 196 milhões de horas assistidas em sua primeira semana de exibição. Trata-se de uma das maiores audiências da Netflix desde que o serviço de streaming mudou a contabilização da audiência, em 2021. Para se ter uma ideia, o número de horas só ficou abaixo dos sucessos “Round 6”, “All of Us Are Dead”, da 4ª temporada de “Stranger Things” e da 2ª temporada de “Bridgerton”, todos recordistas de audiência. De todo modo, é difícil comparar esse desempenho com outras séries desenvolvidas por Ryan Murphy para a Netflix, como “The Politician” (lançada em setembro de 2019), “Hollywood” (maio de 2020), “Ratched” (setembro de 2020) e “Halston” (maio de 2021), uma vez que todas estrearam antes da plataforma mudar sua contabilização de dados. Mas é possível que este seja o maior sucesso do produtor no serviço de streaming. Os números de “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornam ainda mais impressionantes quando comparados à série que ficou em segundo lugar, a 2ª temporada da série “Fate: A Saga Winx”, que acumulou “apenas” 60 milhões de horas assistidas, seguida pela 5ª temporada de “Cobra Kai”, com 38 milhões de horas. Ou seja, “Dahmer: Um Canibal Americano” dominou a Netfix. A série mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da política e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada média pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 47% de aprovação. Assista abaixo ao trailer de “Dahmer: Um Canibal Americano”.












