Joel McHale vai estrelar nova série de comédia
O ator Joel McHale (“Community”) vai estrelar e produzir a série de comédia “Animal Control”, desenvolvida para o canal americano Fox. A série vai acompanhar um grupo de trabalhadores do setor de Controle de Animais. McHale vai interpretar Frank, um excêntrico oficial do Controle de Animais que pode não ter ido para a faculdade, mas ainda é a pessoa mais inteligente naquele local. Ele é um ex-policial que tentou expor a corrupção em seu departamento, mas seus esforços causaram a sua própria demissão. O personagem tem tem uma capacidade quase sobre-humana de entender os animais, ao mesmo tampo que possui uma dificuldade muito grande de se relacionar com outros humanos. “Animal Control” foi criada por Bob Fisher e Rob Greenberg (criadores da série “The Moodys”) em parceria com Dan Sterling (roteirista de “Casal Improvável”). O trio desenvolveu o projeto pensando em McHale para estrelá-lo. “A sagacidade de Joel e a capacidade de trazer uma lente cômica para tudo que ele está envolvido fazem dele a pessoa perfeita para dar vida a Frank”, disse Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment. Ainda não há previsão de estreia. Joel McHale tem diversos projetos pela frente, entre eles o recém-anunciado filme baseado na série “Community”, que ainda sem previsão de estreia. Atualmente, ele ainda pode ser visto
Atriz de “Black Sails” entra na 3ª temporada de “Bridgerton”
A atriz inglesa Hannah New, que ficou conhecida ao viver a protagonista Eleanor Guthrie na série de piratas “Black Sails”, entrou na 3ª temporada de “Bridgerton”. New vai intepretar Lady Tilley Arnold, uma jovem viúva que desfruta de privilégios e poderes por estar no comando da propriedade de seu ex-marido. Diferente da maioria das mulheres da trama, ela vive nos seus próprios termos, com independência financeira e liberdade sexual. A 3ª temporada de “Bridgerton” vai mudar o seu foco, saindo de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) para retratar a complicada relação entre Colin Bridgerton (Luke Newton) e Penelope Featherington (Nicola Coughlan). Na trama, Penelope ficará magoada após ouvir Colin desmerecê-la para seus amigos, e estará focada em encontrar um marido que respeite sua independência para que ela possa continuar sua vida dupla como Lady Whistledown. Colin, por sua vez, estará de volta de suas viagens de verão e ficará desanimado ao receber a frieza de Penelope. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin ajuda Penelope a aumentar sua confiança para atrair o marido perfeito. Outra mudança importante é que a série será comandada por Jess Brownell, que assumiu a função de showrunner no lugar de Chris Van Dusen. As novas adições no elenco também incluem Daniel Francis (“Fique Comigo”), Sam Phillips (“The Crown”), James Phoon (“Wreck”) e Hannah Dodd (“O Jardim dos Esquecidos: A Origem”), nova intérprete da personagem Francesca Bridgerton. A 3ª temporada de “Bridgerton” ainda não tem previsão de estreia. As duas temporadas anteriores estão disponíveis na Netflix. Hannah New também é conhecida pelo seu papel como a princesa Leila no filme “Malévola” (2014) e como Victoria na série “Trust” (2018). Ela será vista em breve no terror “Trauma Therapy: Psychosis” e na ficção científica “Beneath”, ambos sem previsão de estreia.
Fotos reúnem os novos intérpretes da 5ª temporada de “The Crown”
A Netflix divulgou novas imagens da 5ª temporada de “The Crown”, que marca uma mudança nos intérpretes da saga da família real britânica. Os próximos episódios destacam Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II na série. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro. Nova temporada, nova década e novo elenco. Aqui estão as primeiras imagens da quinta temporada de The Crown. Estreia dia 9 de novembro. pic.twitter.com/KEKrW6E2xh — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 14, 2022 For more: https://t.co/bpD0NDzaTR pic.twitter.com/I8GarPDufk — The Crown (@TheCrownNetflix) October 14, 2022
2ª temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” será história de Sauron
J.D. Payne e Patrick McKay, produtores e showrunners da série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, falaram sobre o que o público pode esperar da vindoura 2ª temporada da atração. E atenção que é spoiler. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, Payne e McKay compararam o recém-revelado Sauron a personagens como Tony Soprano (de “Família Soprano”) e Walter White (“Breaking Bad”), sugerindo uma abordagem ambígua para sua vilania. E prometeram tornar o personagem o centro dos próximos capítulos. “A 1ª temporada começa com: Quem é Galadriel? De onde ela veio? O que ela sofreu? O que a guia?”, disse Payne. “Estamos fazendo a mesma coisa com Sauron na 2ª temporada. Vamos preencher todas as lacunas que faltam.” Após a revelação no último episódio (spoilers! spoilers! spoilers!) de que Sauron era, na verdade, Halbrand (Charlie Vickers), sujeito que conseguiu ganhar a confiança de Galadriel (Morfydd Clark) e a fez acreditar que ele era o verdadeiro rei do sul da Terra-Média, agora a série vai adotar um tom diferente, focando-se na vilania do personagem e na sua ascensão ao poder. “Nos livros de JRR Tolkien, Sauron é um enganador e sabemos que na Segunda Era ele aparece em ‘forma humana'”, disse Payne. “Então, o que acontece se ele se aproximar de você e for capaz de fazer você simpatizar com ele, e fazer com que você concorde com ele para que, uma vez que você realmente perceba quem ele é, ele já tenha seus ganchos em você? Portanto, a revelação não é tão simples quanto: ‘Esta pessoa é má, vou recuar’, porque você já formou algum tipo de apego a ele. A ideia era fazer o público passar por essa jornada”. Trata-se de uma abordagem diferente daquela dada por Peter Jackson nos filmes de “O Senhor dos Anéis”, que só mostrou Sauron na sua forma física durante uma cena de flashback, e depois o retratou apenas como um olho gigante no alto da torre. “O que está presente [nos livros de ‘O Senhor dos Anéis’] é um mal abrangente que todo mundo tem medo, e é tão poderoso que nem precisa ser manifestado fisicamente”, explicou McKay. “Ele é a imagem de um olho nos filmes, ele é o olho na torre. Sentimos que Sauron deveria ser um personagem por direito próprio. Queríamos estudar as correntes que correm dentro dele de uma maneira que, esperançosamente, recompensaria o público enquanto o seguisse avançando em sua jornada para se tornar o Lorde das Trevas. Agora você o conhece como uma pessoa fora do nome ‘Sauron’. De certa forma, queríamos fazer uma história de origem para Sauron. Não queríamos fazer uma série que fosse sobre a caça a Sauron, mas adoramos a ideia de Sauron como um enganador que poderia, esperamos, enganar parte do público.” Passada essa etapa, “Sauron agora pode ser apenas Sauron”, acrescentou McKay. “Como Tony Soprano ou Walter White. Ele é mau, mas complexamente mau. Sentimos que se fizéssemos isso na 1ª temporada, ele ofuscaria todo o resto. Então a 1ª temporada é como ‘Batman Begins’, e ‘O Cavaleiro das Trevas’ é o próximo filme, com Sauron manobrando a céu aberto. Estamos realmente animados. A 2ª temporada tem uma história canônica. Pode haver espectadores que pensem: ‘Esta é a história que esperávamos obter na 1ª temporada!’ Na 2ª temporada, estamos dando a eles.” Ao longo da exibição da série, porém, muitos fãs suspeitaram de que Halbrand seria o verdadeiro Sauron devido a algumas sugestões feitas durante a narrativa (como no ataque violento de Halbrand contra os moradores de Numenor). Mas os showrunners não se importam que algumas pessoas tenham adivinhado a revelação, porque o objetivo deles não era enganar todo mundo. “Se você teve uma leve suspeita ao longo de uma temporada inteira, e então essa suspeita é finalmente confirmada, isso é um envolvimento emocional”, disse Payne. “A tragédia é uma das formas de arte mais elevadas. Há uma razão pela qual as pessoas ainda estão interpretando ‘Romeu e Julieta’ centenas de anos depois que foi escrito, mesmo que todos saibam o que acontece no final. A surpresa só recompensa você em uma única visualização.” O roteirista ainda trouxe outra referência clássica para justificar a sua escolha. “Há algo que Milton faz em ‘Paraíso Perdido’ sobre o qual conversamos muito. Ele faz de Satanás um personagem realmente atraente [em ‘Paraíso Perdido’]. De certa forma, ele é o primeiro anti-herói, por ser convincente e você não conseguir tirar os olhos dele. Milton fez isso de propósito porque queria que você caísse junto com Adão e Eva. Ele queria que Satanás fosse tão persuasivo que conseguisse também seduzir [o leitor] e você inconscientemente é conquistado, para que perceba sua própria queda e sua necessidade de redenção.” McKay quer que essa abordagem não apenas faça com que o público retorne para a 2ª temporada como reveja a 1ª com um olhar diferente. “Espero que depois que o último episódio for ao ar, os espectadores assistam a temporada inteira novamente, que agora é uma experiência diferente. Esperamos que, quando entrarmos na 2ª temporada, isso faça as pessoas gostarem da 1ª temporada ainda mais, porque agora pode vê-la através de um novo prisma.” A 2ª temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” já começou a ser gravada, mas só deve estrear em 2024 no serviço de streaming Amazon Prime Video.
10 séries novas pra maratonar no fim de semana
Com “Dahmer: O Canibal Americano” ainda escalando a lista das séries mais vistas, a Netflix lançou outra produção tensa de Ryan Murphy, igualmente baseada em fatos reais e no estilo pouco sutil que caracterizam as obras do produtor. E, desta vez, os críticos gostaram mais. Há outro bom suspense na seleção, mas a variedade de opções inclui até romance e a história imperdível da criação do Spotify. Confira abaixo 10 sugestões para maratonar no fim de semana. | BEM-VINDOS À VIZINHANÇA | NETFLIX O novo suspense de Ryan Murphy (“Dahmer: O Canibal Americano”) é inspirado na famosa casa “Watcher” em Nova Jersey. Um casal comprou o imóvel colonial holandês de 1905 por quase US$ 1,4 milhão em 2014, mas foram forçados a abandonar sua nova casa por causa de cartas arrepiantes de alguém que se autodenominava “O Vigia” e que afirmava ter “vigiado” a casa por décadas. “Eu sou o Vigia. Traga-me seu sangue jovem”, dizia uma das notas. A produção marca a volta de Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) à Netflix após a experiência frustrada de “Gypsy” – cancelada com apenas uma temporada em 2017 – e seu segundo trabalho consecutivo com Bobby Cannavale (“Mr. Robot”) – os dois acabaram de filmar “This Is the Night” do diretor James DeMonaco (o criador da franquia “Uma Noite de Crime”). Segundo a sinopse oficial, Dean (Cannavale) e Nora Brannock (Watts) acabaram de comprar a casa dos seus sonhos no idílico subúrbio de Westfield, em Nova Jersey. Mas logo depois de gastarem todas as suas economias para fechar o negócio, eles percebem que o bairro não é nada acolhedor. Há uma mulher mais velha e excêntrica chamada Pearl (Mia Farrow, de “O Ex-Namorado da Minha Mulher”) e seu irmão Jasper (Terry Kinney, de “Billions”) que se infiltram na casa dos Brannock e se escondem no elevador. Há também Karen (Coolidge), a corretora de imóveis e uma velha conhecida de Nora, que os faz sentir como se não pertencessem àquele lugar. Além disso, o bairro ainda conta com os vizinhos intrometidos Mitch (Richard Kind, de “tick, tick… BOOM!”) e Mo (Margo Martindale, de “The Americans”), que não respeitam os limites da propriedade. Mas a vida do casal principal só vira mesmo um inferno quando as cartas sinistras começam a chegar, aterrorizando os Brannocks ao ponto de ruptura, à medida que os segredos sinistros do bairro se espalham. | SOM NA FAIXA | NETFLIX A indústria digital e seus “killer apps” têm rendido várias minisséries reveladoras, mas nenhuma tão focada quanto esta produção sueca, que oferece um relato acurado de como uma pequena empresa de Estocolmo revolucionou a indústria musical com a ideia de lançar uma plataforma (não pirata) de música por assinatura. Trata-se da história do Spotify. Com roteiro de Christian Spurrier (“Silent Witness”) e direção de Per-Olav Sørensen (“Royalteen”), a trama poderia se centrar apenas em Daniel Ek (Edvin Endre, de “Fartblinda”), que, frustrado por não ser considerado bom o suficiente para trabalhar no Google, acabou criando o Spotify. Em vez disso, divide seu protagonismo com outros profissionais que, de uma forma ou outra, imaginaram a resposta às preces das gravadoras durante a crise sem precedentes que ameaçou acabar com a indústria fonográfica no começo do século 21. Brilhante. | ANGELYNE – POR TRÁS DO ÍCONE DE HOLLYWOOD | GLOBOPLAY Outra minissérie baseada em fatos mais estranhos que a ficção, “Angelyne” homenageia a primeira pessoa que se tornou uma celebridade sem ter nada a mostrar, além de sua vontade de ser famosa. A verdadeira Angelyne ganhou a mídia com um plano ousado nos anos 1980, décadas antes das redes sociais e dos reality shows, ao espalhar outdoors em Los Angeles com sua figura curvilínea. A curiosidade em torno de sua presença nos pôsteres gigantes fez com que ela fosse entrevistada por vários programas de TV, o que lhe rendeu a fama tão desejada. Produzida por Sam Esmail (“Mr. Robot”) e estrelada por sua esposa Emmy Rossum (“Shameless”), a série escrita por Nancy Oliver (roteirista-produtora de “True Blood”) e também traz Martin Freeman (“Pantera Negra”), Alex Karpovsky (“Girls”), Hamish Linklater (“Missa da Meia-Noite”), Charlie Rowe (“Rocketman”), Lukas Gage (“Euphoria”), Michael Angarano (“Minx”), Molly Ephraim (“Perry Mason”) e David Krumholtz (“The Deuce”). | DAS BOOT 3 | LIONSGATE+ Aclamada pela crítica, a série é inspirada no filme “O Barco: Inferno no Mar” (1981) e acompanha a tripulação de um submarino alemão durante a 2ª Guerra Mundial. A 3ª temporada apresenta um capitão britânico que decide agir com crueldade no enfrentamento com os submarinos, após receber a notícia da morte de seu filho em batalha, uma fortuna em ouro contrabandeado, a entrada em cena da marinha japonesa e o ressurgimento do antigo capitão do “barco” em Lisboa, com um plano para encerrar a guerra. Elogiada e com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série é considerada tão boa quanto o filme original, além de ampliar a história que virou cult e consagrou o recentemente falecido diretor Wolfgang Petersen nos anos 1980. Os 10 novos episódios foram dirigidos por Dennis Gansel (do cultuado filme “A Onda”) e Hans Steinbichler (“O Diário de Anne Frank”), e a série encontra-se renovada para a 4ª temporada. | SANDITON 2 | GLOBOPLAY A minissérie de época virou série e garantiu mais temporadas graças à aclamação pública, mas a atriz Rose Williams (de “Reign/Reinado”) perdeu seu par romântico. O ator Theo James (“Divergente”) não retorna, devido a problemas de agenda. Assim, quando Charlotte Heywood (Williams) decide passar um novo verão no pitoresco resort costeiro de Sanditon, ela encontra novos galãs, graças à instalação de uma guarnição militar na região. A produção é baseada no último romance não finalizado de Jane Austen (1775—1817), mais famosa escritora romântica de todos os tempos, autora de “Orgulho e Preconceito” e “Emma”, entre outros clássicos, que escreveu os 11 primeiros capítulos meses antes de sua morte em 1817, mas não concluiu a trama. A adaptação foi desenvolvida por Andrew Davies, responsável pela versão da BBC de “Guerra e Paz”. Mas seu final abrupto, como o romance inacabado, dividiu opiniões em 2019, originando uma campanha de fãs por uma 2ª temporada, que acabou não sendo realizada da forma como os defensores do casal original gostariam. Os roteiros dos novos capítulos foram escritor por Justin Young (“Death in Paradise”), que teve que imaginar como continuar a história para além do que foi escrito por Austen. E não apenas para uma 2ª temporada. A série já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção. | AS BORBOLETAS NEGRAS | NETFLIX O suspense francês dos cineastas Bruno Merle (“O Príncipe Esquecido”) e Olivier Abbou (“Estranhos em Casa”) acompanha um escritor contratado para escrever as memórias de um humilde aposentado. Mas o que começa como o relato de uma história de amor dos anos 1970 vira a confissão de um serial killer, com direito a inspiração no estilo sangrento do “giallo”, os filmes de psicopata do cinema italiano. O elenco destaca Niels Arestrup (“O Profeta”), Nicolas Duvauchelle (“Polissia”), Alyzée Costes (“Os Pequenos Crimes de Agatha Christie”) e Alice Belaïdi (“Se Eu Fosse um Homem”). | BIG SHOT 2 | DISNEY+ O drama esportivo que leva John Stamos (“Fuller House”) de volta à “high school” traz o ator como um famoso treinador de basquete, que, por causa do comportamento temperamental, é demitido de seu emprego cobiçado e acaba virando professor de educação física numa escola particular para meninas – onde estuda sua filha (Sophia Mitri Schloss, de “The Kicks”). Sua chegada colide com a dinâmica das meninas, mas não demora e o mau humor cede lugar à compreensão, ajudando as garotas a formar um time altamente competitivo. A grande novidade da 2ª temporada é a mudança de status da escola, que deixa de ser exclusivamente feminina para abrir suas portas para garotos, o que cria uma série de novos problemas para o treinador e sua equipe. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”) e Dean Lorey (“Harley Quinn”), a série ainda conta com Jessalyn Gilsig (“Glee”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Monique A. Green (“I Am the Night”), Tiana Le (“No Good Nick”), Sophia Mitri Schloss (“The Kicks”) e a estreante Tish Custodio. | ANOMALIA | NETFLIX A comédia sci-fi sul-coreana acompanha uma jovem que acredita que seu namorado foi abduzido por alienígenas. Ela se junta a uma entusiasta da ufologia para investigar o desaparecimento misterioso dele e acaba se deparando com uma reviravolta atrás da outra. Enquanto a história da amizade das duas protagonistas, que eram amigas de infância, é explicada em flashbacks, a trama do presente investe na dúvida, se os homenzinhos verdes são alucinação ou se a verdade está lá fora. Criada por Jin Han-sae (“Extracurricular”), a produção é estrelada por Jeon Yeo-bin (“Vicenzo”) e a cantora Im Jin-Ah (do grupo de K-pop Orange Caramel). | SHANTARAM | APPLE TV+ A série estrelada por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”) era para ser um filme estrelado e produzido por Johnny Depp, mas essa encarnação nunca saiu do papel. Mas talvez a duração de um filme tornasse a adaptação do best-seller de Gregory David Roberts mais ágil. A trama complexa, cheia de reviravoltas e que demora a ganhar ritmo é sobre a jornada de um homem chamado Lin, que ao fugir de uma prisão australiana se reinventa como médico nas favelas de Bombaim, na Índia, nos anos 1980. Ele acaba se envolvendo com um chefe da máfia local (Alexander Siddig, de “Gotham”) e, eventualmente, usa suas habilidades de tráfico de armas e falsificação para lutar contra as tropas russas invasoras no Afeganistão. Paralelamente, ele se apaixona por uma mulher enigmática e intrigante chamada Karla (Antonia Desplat, de “Carta ao Rei”) e deve escolher entre liberdade ou amor e as complicações que vêm com essa escolha. A produção ambiciosa tem roteiro de Eric Warren Singer (“Trapaça!”), direção do cineasta Justin Kurzel (“Assassin’s Creed”) e ainda conta com o produtor-roteirista Steve Lightfoot (“O Justiceiro”) como showrunner. | O MENINO MALUQUINHO | NETFLIX A adaptação do personagem de Ziraldo é a segunda série brasileira de animação da Netflix – que há quatro anos lançou “Super Drags” para um público mais velho. “O Menino Maluquinho” foi originalmente um livro infantil de mesmo nome publicado em 1980, que se tornou um fenômeno de vendas e inspirou o lançamento de histórias em quadrinhos do personagem, publicadas pelas editoras Abril e Globo de 1989 até 2007. As histórias giram em torno de uma criança alegre e sapeca – ou, como descreve o primeiro parágrafo do livro original, “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Cheio de imaginação, o personagem adora aprontar e viver aventuras com os amigos, e diferencia-se por usar um panelão na cabeça, como se fosse um capacete ou chapéu. Antes da série da Netflix, “O Menino Maluquinho” já tinha ganhado duas adaptações live-action para o cinema. A adaptação ficou a cargo de Carina Schulze e Arnaldo Branco (ambos de “Juacas”), com direção de Beto Gomez (“Oswaldo”) e Michele Massagli (“Clube da Anittinha”).
Mythic Quest: 3ª temporada ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o trailer da 3ª temporada da comédia “Mythic Quest”. Semelhante a “The Office” e “Brooklyn Nine-Nine”, a série é uma comédia de local de trabalho, que acompanha o proprietário de uma empresa bem-sucedida de videogame e sua equipe problemática, enquanto lutam para manter o sucesso de seu game. O criador da série, Rob McElhnney (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), vive o proprietário e a prévia destaca seus embates com a personagem de Charlotte Nicdao (“Content”) e a chegada do fortão Joe Manganiello (“Magic Mike”) ao elenco. O elenco também inclui F. Murray Abraham (“Homeland”), Danny Pudi (“Community”), Imani Hakim (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Jessie Ennis (“Alma da Festa”), David Hornsby (“Good Girls”), Naomi Ekperigin (“De Férias da Família”), Caitlin McGee (“Home Economics”) e a atriz de videogames Ashly Burch (“Critical Role”).
Emily Blunt enfrenta o Velho Oeste no trailer de “The English”
A Amazon Prime Video divulgou o teaser de “The English”, série de época estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). A prévia destaca a aliança formada pela personagem de Blunt em meio à violência do Velho Oeste. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série se passa na década de 1890 e acompanha uma aristocrata inglesa chamada Lady Cornelia Locke (Blunt), que se une a um scout indígena (Chaske Spencer, de “Banshee”) quando os dois são ameaçados de morte por cowboys arruaceiros. Livrando-se do perigo, fazem um pacto para realizar uma travessia perigosa por uma “paisagem construída por sonhos e sangue” (de acordo com a sinopse) até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming, enfrentando obstáculos cada vez mais aterrorizantes e que os testam em suas essências, tanto física e quanto psicologicamente. O elenco ainda conta com Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”). Além de estrelar, Blunt também produz a atração, ao lado de Blick. “The English” tem estreia marcada para 11 de novembro.
Conheça a história real por trás da série “Bem-Vindos à Vizinhança”
A série “Bem-Vindos à Vizinhança” (The Watcher), que estreou nessa quinta (13/10) na Netflix, é baseada numa bizarra história real, que há oito anos aterrorizou os proprietários de uma casa em Nova Jersey nos EUA. Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), a série conta a história de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. A série criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”) tomou algumas liberdades criativas na construção da sua narrativa (como mostrar a família morando na casa, algo que não aconteceu na história real). Mas os fatos verdadeiros foram ainda mais assustadores que sua versão dramatizada. Tudo começou em 2014, quando Maria Broaddus e o marido Derek Broaddus compraram uma casa colonial holandesa de seis quartos, localizada no agora infame endereço 657 Boulevard, em Westfield, Nova Jersey. Antes mesmo de a venda se tornar pública, Derek encontrou a primeira cartas anônima na caixa de correio (conforme apontam os dados de um processo que o casal iniciou contra as pessoas que lhes venderam o imóvel). Em tom sinistro, a carta dizia: “Você precisa encher a casa com o sangue jovem que eu pedi. Assim que souber seus nomes, vou chamá-los e atraí-los para mim. Pedi aos [proprietários anteriores] que me trouxessem sangue jovem.” O autor da carta dizia que sua família observara aquela casa durante gerações e ele se dizia insatisfeito com as recentes reformas feitas no imóvel. “Você conhece a história da casa? Você sabe o que está dentro dos muros do 657 Boulevard? Por que você está aqui? Vou descobrir.” A segunda e terceira cartas, recebidas em 18 de junho e 18 de julho de 2014, foram ainda mais preocupantes. “Quem vai ficar nos quartos de frente para a rua?” perguntou o misterioso autor. “Eu saberei assim que você se mudar. Vai me ajudar a saber quem está em qual quarto para que eu possa planejar melhor.” As cartas foram endereçadas aos novos moradores, por mais que o nome estivesse escrito incorretamente. O autor ainda citou os apelidos das crianças, sugerindo que estava perto o suficiente para conseguir ouvi-los, conforme apontado em um artigo escrito por Reeves Wiedeman para Magazine e publicado em 2018 – que serviu de base para a série da Netflix. Suspeitando que o autor das cartas pudesse ser um dos seus vizinhos mais próximos, Derek e Maria levaram as cartas para a polícia. “Não era alguém do outro lado da cidade ou de outro lugar… Era alguém que estava lá”, disse Wiedeman. “E isso indicava alguém que morava muito perto ou passava muito tempo por lá.” A teoria de que o autor estava próximo foi confirmada pelo fato de ele ter mencionado que um dos filhos do casal estava usando um cavalete em uma varanda fechada, que não era visível da rua. Diante disso, a polícia questionou um vizinho suspeito, um homem de 60 anos que supostamente tinha problemas de saúde mental (e que já morreu). Entretanto, não foi apresentada nenhuma evidência que confirmasse essa suspeita. Mais tarde, foi descoberto que o DNA encontrado em um dos envelopes pertencia a uma mulher. A família processou os antigos proprietários da casa em 2015, alegando que eles deveriam ter divulgado uma carta anterior enviada pelo mesmo sujeito. Depois que o processo virou notícia, o detetive da polícia de Westfield, Barron Chambliss, resolveu investigar o caso novamente. Chambliss suspeitava que uma irmã do vizinho entrevistado poderia ter sido a pessoa que lambeu o envelope. Porém, quando conseguiu uma amostra de DNA dela, viu que não era compatível. O detetive também perseguiu uma pista envolvendo um casal visto em um carro estacionado do lado de fora da casa certa noite. A mulher disse que o homem, seu namorado, jogava videogames “obscuros”, incluindo um que envolvia um “observador”. Mas o homem não atendeu à intimação para ir à delegacia e, posteriormente, mudou-se para fora do estado. Seria ele o autodenominado Watcher? Ninguém sabe. Com a investigação sem resolução, a família Broaddus desistiu de se mudar para a casa. Eles compraram outra moradia e estavam tentando vender a casa assombrada pelas cartas. Porém, ao contrário dos donos anteriores, eles se sentiam na obrigação de avisar possíveis compradores a respeito do que tinha acontecido lá. Diante da dificuldade em vender a residência, a família chegou a considerar demolir a casa e dividir o terreno em dois lotes diferentes. Essa ideia encontrou muita resistência entre os moradores da região, que pareciam não se importar muito com as cartas que a família recebia. Os planos de demolição foram enterrados quando o conselho de planejamento da cidade rejeitou o projeto. Em 2017, algumas semanas depois de o jornal The Star-Ledger publicar que novos inquilinos tinham se mudado para a casa, uma quarta carta foi recebida. Conforme relatado no artigo da revista New York, o tom da nova carta era muito mais agressivo, com ameaças físicas, que sugeriam que os moradores sofreriam algum tipo de violência, seja na forma de um acidente, um incêndio, uma doença misteriosa ou talvez na morte de um animal de estimação. Um ano depois, um juiz indeferiu a ação de Broaddus e outra dos proprietários anteriores, que alegaram difamação. Mais um ano se passou até que o casal finalmente conseguiu vender sua casa dos sonhos para uma família que não parecia se importar com a história daquele local. Os novos proprietários pagaram US$ 959 mil pela casa, o que representou uma perda de quase US$ 400 mil para a família Broaddus, que havia gasto US$ 1,3 milhões, isso sem mencionar os anos de pagamentos de hipotecas e impostos que investiram na casa, sem nunca ter morado lá dentro. Aparentemente, os novos ocupantes não receberam nenhuma carta desde que se mudaram. Derek e Maria Broaddus ainda vivem com os filhos em Westfield e precisaram lidar com a exposição na mídia despertada pela nova série, além da desconfiança dos seus vizinhos, que suspeitam que eles próprios criaram a farsa – o que não faz sentido algum, visto que perderam muito dinheiro com isso. Nem mesmo a venda dos direitos da sua história para o canal pago Lifetime, que desenvolveu um telefilme, e para a série da Netflix compensou as despesas que eles tiveram. Até hoje não se sabe quem é o autor das misteriosas cartas. Assista abaixo o trailer de “Bem-Vindos à Vizinhança”.
Timothy Dalton entra na nova série derivada de “Yellowstone”
Mais um astro veterano se juntou à franquia “Yellowstone”. Timothy Dalton, que foi o James Bond dos anos 1980, entrou em “Yellowstone: 1923”, juntando-se aos também experientes Harrison Ford (o “Indiana Jones”) e Helen Mirren (“A Rainha”). O novo derivado da franquia do produtor-roteirista Taylor Sheridan apresentará uma nova geração da família Dutton no início do século 20, quando pandemias, seca histórica, o fim da Lei Seca e a Grande Depressão atormentam os EUA. Dalton interpretará Donald Whitfield, um homem poderoso e autoconfiante, que também possuiu a falta de empatia necessária para ser rico. Intimidador e nefasto, ele está acostumado a conseguir o que quer, e deve bater de frente com os Dutton, encabeçados por Ford. “1923” é o segundo spin-off da série central, estrelada por Kevin Costner, e foi anunciado após o sucesso da 1ª temporada de “1883”, passada no Velho Oeste, que trouxe os cantores country Tim McGraw e Faith Hill como James Dutton e sua esposa, bisavôs de John Dutton (Costner, em “Yellowstone”) em busca de sua própria terra no Oeste americano. Todas as séries são criações de Taylor Sheridan, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por “A Qualquer Custo” (2016). Ainda não há previsão de estreia para a nova produção. “Yellowstone: 1923” não será a primeira série de Dalton, que nos últimos anos teve papel recorrente como vilão de “Doctor Who”, matador de monstros do terror “Penny Dreadful” e chefe dos super-heróis da “Patrulha do Destino”. Ele vai se juntar na atração da Paramount+ a um elenco grandioso, que além de Ford e Mirren também conta com James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Brandon Sklenar (“The Offer”), Robert Patrick (“O Pacificador”), Darren Mann (“Animal Kingdom”), Sebastian Roché (“The Originals”), Michelle Randolph (“A Noite da Bruxa”), Marley Shelton (“Pânico 5”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Jerome Flynn (“Game of Thrones”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”) e Julia Schlaepfer (“The Politician”).
Filme “Kickboxer: O Desafio do Dragão” vai virar série
O filme “Kickboxer: O Desafio do Dragão” (1989), estrelado por Jean-Claude Van Damme, vai virar uma série de TV. Segundo o site Deadline, a atração vai se chamar “Operation: Kickboxer” e vai apresentar uma trama diferente daquela vista no longa-metragem original e nas suas muitas sequências. Ao todo, a franquia “Kickboxer” teve sete filmes, mas só três deles foram estrelados por Van Damme. O original, dirigido por Mark DiSalle e David Worth, acompanhou o personagem Kurt Sloane (Van Damme), que precisou aprender o estilo kickboxing do Muay Thai para vingar seu irmão. Já o protagonista das continuações foi o irmão de Kurt, David Sloane (interpretado por Sasha Mitchell). A série, porém, será focada em outro dos irmãos Sloane, Michael, que se vê envolvido em uma trama de espionagem e intriga geopolítica. Ela precisará se disfarçar de lutador de MMA, usando essa condição para ter acesso a alvos ao redor do mundo, enquanto permanece na disputa pelo cinturão de campeão. Curiosamente, a trama do infiltrado em competição de lutas é a mesma de “Operação Dragão” (1973), clássico estrelado por Bruce Lee. “Operation: Kickboxer” será produzida por Todd Garner (“Mortal Kombat”), Dimitri Logothetis (diretor de “Kickboxer: A Retaliação”) e Gary Scott Thompson (roteirista de “Velozes & Furiosos”), que também vai atuar como showrunner da atração. A série deve começar a ser gravada no início de 2023, mas ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer de “Kickboxer: O Desafio do Dragão”.
Martin Scorsese fará série baseada em “Gangues de Nova York”
O cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”) vai produzir e dirigir uma série baseada no livro de não-ficção “Gangues de Nova York”, que ele próprio já adaptou para o cinema em 2002. A informação é do site Deadline. Escrito por Herbert Asbury e lançado em 1927, o livro detalha os confrontos entre gangues rivais em Nova York nas últimas décadas do século 19. Esse também foi o enfoque do filme de Scorsese, estrelado por Leonardo DiCaprio, Daniel Day-Lewis e Cameron Diaz. Entretanto, a série deve contar uma história diferente. Embora detalhes sobre a trama ainda não tenham sido divulgados, rumores apontam que a série, criada pelo dramaturgo Brett C. Leonard (roteirista da série “Hung”), vai se focar em personagens diferentes daqueles vistos no filme. Essa não é a primeira vez que Scorsese se envolve em um projeto de adaptação de “Gangues de Nova York” para o formato de série de TV. Em 2013, um outro projeto estava em andamento, e também contava com a participação do cineasta. “Esta época e era da história dos EUA e da sua herança é rica em personagens e histórias que não poderíamos explorar completamente em um filme de duas horas”, disse Scorsese na época. “Uma série de televisão nos dá tempo e liberdade criativa para dar vida a esse mundo colorido e todas as implicações que ele teve e ainda tem na nossa sociedade.” O projeto será oferecido para emissoras e serviços de streaming ainda em outubro. Caso seja desenvolvida, Scorsese ficará responsável por dirigir os dois primeiros episódios da série, além de produzir toda a atração. Martin Scorsese anda ocupado ultimamente. Seu mais recente documentário, “Personality Crisis: One Night Only”, teve a sua première no Festival de Cinema de Nova York na última quarta (12/10). Além disso, ele também está trabalhando no seu próximo filme de ficção, “Killers Of the Flower Moon”, que chega aos cinemas em 2023, e na série “The Devil in the White City”, que recentemente perdeu o protagonista e o diretor. Assista abaixo ao trailer de “Gangues de Nova York”.
Eleita: Série brasileira é segunda mais vista da semana na Amazon
A nova série “Eleita”, comédia estrelada por Clarice Falcão (“Shippados”), foi a segunda mais vista no fim de semana no Prime Video. Ficou atrás só de “O Senhor dos Anés: Os Anéis do Poder” no Brasil, de acordo com o jornal O Globo. A plataforma da mazon não divulgou números da produção, que estreou na sexta passada (7/10). Na trama, Clarice Falcão interpreta Fefê, uma influenciadora digital que decide se candidatar a governadora do Rio de Janeiro “na zoeira” e acaba vencendo a eleição. Isto acontece porque a política virou um circo e o resultado desse cenário caótico é a eleição de uma executiva mais sem noção que a Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus) de “Veep”. O elenco de “Eleita” conta também com Bella Camero (“Marighella”), Diogo Vilela (“Detetives do Prédio Azul 2”), Luciana Paes (“3%”), Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Luis Lobianco (“Vai que Cola”), entre outros. Além de estrelar, Clarice Falcão ajudou a escrever os episódios, ao lado de Célio Porto (“Desculpe o Transtorno”), Matheus Torreão (“Mister Brau”) e Rafael Spinola (“A Divisão”). A direção geral é da cineasta Carolina Jabor (“Aos Teus Olhos”). Veja o trailer da atração abaixo.
Minissérie romântica de Zoë Saldaña ganha vídeo de bastidores
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “Recomeço” (From Scratch), com depoimentos da equipe de produção sobre a minissérie estrelada pela atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”). O drama começa de forma romântica, ao acompanhar uma americana (Saldaña) que se apaixona por um chef (o novato Eugenio Mastrandrea) enquanto estuda na Itália. Posteriormente, ela constrói uma vida com ele nos Estados Unidos. Mas então vem a reviravolta tradicional do gênero – veja-se toda a prateleira de obras de Nicholas Sparks – , que envolve doença e a necessidade de seguir em frente. A diferença nesse caso é que a história é real. A atração é num best-seller escrito pela também atriz Tembi Locke (das séries “Eureka” e “The Magician”) com base em sua própria vida. A adaptação está a cargo da roteirista Attica Locke, que escreveu episódios de “Empire” e da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), e é produzida pela própria Zoë Saldaña em parceria com Reese Witherspoon (de “Big Little Lies”). “Recomeço” estreia em 21 de outubro.












