As We See It: Amazon cancela série elogiada sobre autismo
A plataforma Prime Video, da Amazon, cancelou a série “As We See It” após uma temporada. Considerada uma boa surpresa e com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série girava em torno de três amigos autistas que decidem morar juntos, apesar de cada um deles manifestar uma forma de autismo diferente. Seu cancelamento aconteceu sem nenhum comentário da empresa. Adaptação da série israelense “On the Spectrum”, “As We See It” foi a primeira produção americana sobre autismo interpretada por atores que se enquadram na condição. Isto gerou um resultado extremamente genuíno, capaz de fazer rir e comover, sem cair nos clichês que séries sobre “autistas” normalmente caem. A adaptação foi feita pelo produtor Jason Katims, responsáveis por clássicos emocionais como “Friday Night Lights” e “Parenthood”. Por sinal, o tema é algo que ele conhece de perto, já que seu filho – que também inspirou um personagem em “Parenthood” – é autista. Os personagens de “As We See It” eram Jack (Rick Glassman), um programador de computação brilhante cuja capacidade de manter um emprego é prejudicada pela completa falta de filtros; Violet (Sue Ann Pien), funcionária de um Arby’s quer tanto um namorado que se tornou vítima de todas as colunas de conselhos de amor já escritas; e Harrison (Albert Rutecki), que sofre de agorafobia e não entende porque é inapropriado ser amigo do adolescente do apartamento de cima. As vidas desse trio eram facilitadas por Mandy (Sosie Bacon), uma assistente social que se tornou uma espécie de quebra-galho dos amigos, porque suas notas baixas impediram seu sonho de virar médica. Só que muitas vezes ela parecia ter mais problemas que eles. Veja o trailer da série.
“Cyberpunk: Mercenários” não terá 2ª temporada
“Cyberpunk: Mercenários”, anime da Netflix baseado no game “Cyberpunk 2077” da CD Projekt Red, não ganhará novas temporadas. O anúncio foi feito por Satoru Hanma, gerente de comunidade do estúdio, numa entrevista ao site japonês Famitsu. O executivo afirmou que a produção sempre foi idealizada como uma série de apenas uma temporada. Embora afirme ainda desejar fazer novos animes da franquia, Hanma garantiu que qualquer tipo de “continuação” será “completamente diferente de ‘Mercenários’”. “Pessoalmente, gostaria de continuar trabalhando com estúdios japoneses para produzir mais animes, em parte porque recebemos um feedback muito bom”. Lançada em setembro, “Cyberpunk: Mercenários” arrancou elogios rasgados da crítica especializada, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Muitas resenhas afirmaram que a série animada era melhor que o próprio jogo. Desenvolvida em estilo anime pelo Studio Trigger (“Star Wars: Visions”), a 1ª temporada tem direção de Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) e conta uma história independente de 10 episódios sobre um garoto de rua, que vira mercenário para sobreviver numa cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificação corporal. Veja o trailer da atração.
Novos quadrinhos do criador de “Stargirl” vão virar série
A história em quadrinhos “Geiger”, concebida por Geoff Johns (criador dos quadrinhos e da série de “Stargirl”), vai virar uma série com produção da Paramount. Segundo o site Deadline, a adaptação ficará a cargo do cineasta Justin Simien (“Cara Gente Branca”), que vai escrever o piloto e atuar como showrunner da atração. Escrita por Johns e desenhada por Gary Frank, “Geiger” se passa no ano de 2050 e acompanha um homem radioativo chamado Tariq Geiger, que passa seus dias e noites fazendo de tudo para proteger o abrigo nuclear onde vive a sua família. Depois que Geiger luta contra um grupo de ladrões, ele passa a enfrentar a ira de um império do crime. “Geiger” teve seis edições, lançadas em 2021 pela Image Comics, e também gerou uma minissérie derivada, “Junkyard Joe”, sobre um heróico soldado-robô. A série ainda não tem previsão de estreia. Johns, que também é cocriador das séries “The Flash” e “Titãs” – além de roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984” – , está atualmente à frente da 3ª temporada de “Stargirl”, disponibilizada no Brasil pelo serviço de streaming HBO Max. Ele também é produtor de “Adão Negro”, recém-lançado nos cinemas, e de “Shazam! Fúria dos Deuses”, que estreia em março de 2023.
The Crown: Trailer da 5ª temporada destaca crise na monarquia
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Crown”, que acompanha a saga da família real britânica durante a crise causada pelo fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. Os próximos episódios trazem Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como última intérprete da rainha Elizabeth II. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também foi alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles e Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana, além de Claudia Harrison (“Humans”) como a Princesa Anne, Jonny Lee Miller (“Elementary”) como o primeiro ministro John Major e Khalid Abdalla (“O Caçador de Pipas”) como Dodi Al-Fayed. A 5ª temporada vai estrear em 9 de novembro.
“Heartbreak High” é renovada para 2ª temporada
A Netflix renovou a atração teen australiana “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” para sua 2ª temporada. A 1ª temporada foi lançada em 14 de setembro e passou três semanas no Top 10 global da plataforma, atingindo sucesso em mais de 43 países, inclusive no Brasil e EUA. A série é reboot de uma produção que foi sucesso na Austrália nos anos 1990 e passa uma vibe de “Sex Education”, a partir de um elemento de tensão entre professores e alunos, causado por um mural do sexo que conta quem fez o quê com quem. Para lidar com a exposição, a escola decide obrigar os alunos a participarem de um programa educacional sobre sexualidade. Mas a responsável pela obra (Ayesha Madon, de “The Moth Effect”) ainda tem que encarar as consequências e o ódio dos colegas. Para sorte dela, a jovem rebelde também ganhou fãs com a iniciativa. Criada por Hannah Carroll Chapman (“The Heights”), Ben Gannon (produtor da série original) e Michael Jenkins (da comédia clássica “Loucuras de uma Paixão”), a série reúne em seu elenco vários atores jovens estreantes, com destaque para Ayesha Madon. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.
Trailer da 4ª temporada de “Titãs” é repleto de vilões
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Titãs”, que mostra alterações significativas em relação à adaptação dos quadrinhos. Embora o arco do Irmão Sangue indique uma inspiração nos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez – que ancoraram a 1ª temporada da série – , a prévia revela uma ligação do personagem com Lex Luthor, que é exclusiva da série. Na produção, o líder religioso carismático é vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”, enquanto Titus Welliver (“Bosch”) aparece como Luthor. A participação de um dos maiores vilões da DC gira em torno da dualidade de Superboy/Conner, que foi criado a partir de uma combinação do DNA do Superman com o de Luthor. Nesta temporada, o herói vai precisar avaliar o que isso significa. Mas há mais vilões na trama. Franka Potente (“Identidade Bourne”) foi escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue, e Lisa Ambalavanar (“The A List”) interpreta Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A aparição de Jinx, porém, sugere uma ambivalência. Vilã assumida nos quadrinhos, ela é introduzida quase como uma versão de Lilith Clay, heroína dos Titãs nos anos 1970 – que posteriormente assumiu o codinome de Sina (Omen). Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série reúne os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter), Superboy (Joshua Orpin) e Robin/Tim Drake (Jay Lycurgo). Os novos episódios estreiam em 3 de novembro nos EUA. Já no Brasil, a série chega pela Netflix, mas apenas após encerrar sua exibição completa nos EUA.
2ª temporada de “A Vida Sexual das Universitárias” ganha trailer
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série de comédia “A Vida Sexual das Universitárias” (The Sex Lives of College Girls). Criada por Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”) em parceria com o roteirista Justin Noble (“Brooklyn Nine-Nine”), a série gira em torno de quatro colegas de quarto, que passam a conviver em meio à tensão sexual e situações constrangedoras na faculdade. A prévia dos novos episódios mostra as garotas cada vez mais amigas e animadas em meio a festas, vizinhos descamisados e até strippers masculinos. O elenco central destaca as atrizes Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur, Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. Sem experiências prévias, elas se tornaram rapidamente conhecidas com a atração, que atingiu 96% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. A 2ª temporada estreia em 17 de novembro.
Slow Horses: Gary Oldman tenta impedir conspiração no trailer da 2ª temporada
A Apple TV+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série de espionagem “Slow Horses”, estrelada pelo vencedor do Oscar Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”). Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron acompanha os “pangarés”, uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Oldman vive Jackson Lamb, o líder dos espiões fracassados – 11 anos depois de encabeçar “O Espião que Sabia Demais” – , lembrando a todos da irrelevância de suas funções, até que se vê precisando defendê-los, quando são envolvidos num complô inesperado e têm que mostrar a competência que nunca tiveram para não virar danos colaterais de seus superiores. Com o sucesso de sua primeira missão, os pangarés retornam para investigar segredos antigos da Guerra Fria, precisando superar novamente suas limitações para impedir uma conspiração que pode ocasionar um massacre nas ruas de Londres. Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, a série já se encontra renovada até a 4ª temporada. A estreia dos novos episódios está marcada para 2 de dezembro.
Série “O Rei da TV” estreia polemizando com família de Silvio Santos
A apresentadora Patricia Abravanel decidiu reclamar da série “O Rei da TV”, que narra a trajetória do seu pai, Silvio Santos. Antes mesmo de assistir à atração, que estreou nessa quarta (19/10) no serviço de streaming Star+, Patricia comentou que a série não faz jus ao verdadeiro Silvio Santos. “Quem assistiu falou que não gostou. Não assisti ainda, mas quem viu e conhece o meu pai falou que não faz jus à pessoa maravilhosa que ele é”, contou ela, em entrevista ao canal Intervenção. “Vou ter que assistir para ver, mas me falaram isso. Não faz jus, há umas partes em que não é o Silvio Santos que a gente ama e conhece.” Diante desse comentário, o ator José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”), que interpreta a versão madura de Silvio Santos na série, afirmou não se importar se a família vai gostar ou não da atração. “Tem tudo para ele [Silvio Santos] não gostar da série”, disse Chachá ao Metropolis. “Porque a pessoa que é retratada sempre vai falar: ‘Ah, não é bem assim’, ‘eu não falo assim’, ‘eu não ajo assim’, ‘não foi isso que aconteceu’. Mas os redatores da série estavam muito bem amparados pelas pesquisas e por advogados que, porventura, possam agir caso haja alguma contra-ofensiva por parte da família.” Esse amparo jurídico se faz necessário porque “O Rei da TV” foi produzida sem a autorização de Silvio Santos e da sua família. Mas Chachá enxerga isso como um ponto positivo. “A gente não quis se aproximar dessa realidade, de conhecer as pessoas de perto. Acho desnecessário, porque é uma ficção, e a ficção dá essa liberdade de a gente intuir o que acontece nesses bastidores e nessas casas, nessas mansões do Morumbi, e poder retratar de uma forma artística, de uma forma bem-humorada ou não.” “Eu acho que se ele não gostar, ou se a Patricia não gostar, é problema dela”, continuou o ator. “Acho que ela tem tudo para não gostar porque é retratada na série e não vai se identificar tanto quanto a gente gostaria.” Produção da Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”), que também comentou a expectativa sobre a reação da família Abravanel. “Espero que ele [Silvio] me ligue, porque vai adorar a série, vai achar incrível! Que toque meu telefone e ele fale: ‘Parabéns, Marcus Baldini, você arrasou! Eu adorei a série!’”, torce o diretor. O produtor Caio Gullane vai além: “Como o Silvio tem uma autoestima muito grande, de cara, como é uma série sobre ele, já deve achar que vai ser um sucesso. Trabalhamos para isso. Construímos uma série que quem gosta do Silvio vai adorar e quem talvez não goste do Silvio também vai gostar, porque estamos contando a história da televisão brasileira, a história de um personagem com suas nuances e suas contradições”. De fato, o público parece estar muito interessado em ver a produção. O trailer de “O Rei da TV”, que pode ser visto abaixo, foi assistido mais de 7,5 milhões de vezes no YouTube, o que faz dele o mais visto da história das produções brasileiras. A série cobre desde a juventude de Senor Abravanel como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pela descoberta de como poderia ganhar dinheiro com carnês do Baú da Felicidade e sua ambição de chegar à TV, culminando em seus dias como dono de canal televisivo. Além de José Rubens Chachá, o elenco destaca Mariano Mattos Martins (“Hebe: A Estrela do Brasil”) como a versão jovem de Sílvio Santos e Leona Cavalli (“Órfãos da Terra”) como sua esposa Íris Abravanel.
Netflix vai manter lançamentos de temporadas completas: “Mais pessoas assistem”
A Netflix não pretende mudar seu modelo de lançamento de temporadas completas de séries. A informação, divulgada num comunicado enviado aos acionistas da empresa na terça-feira (18/10), veio após o boletim informativo Puck do mês passado ter informado que a gigante do streaming estaria considerando o lançamento de episódios semanais das suas atrações. “Achamos que nosso modelo de lançamento maratonável ajuda a gerar engajamento substancial, especialmente para títulos mais novos”, diz o texto. “Isso permite que os espectadores se percam nas histórias que amam.” A Netflix foi o primeiro serviço a disponibilizar temporadas completas das suas séries e, segundo a empresa, esse modelo é responsável por alguns dos seus maiores sucessos. “É difícil imaginar, por exemplo, como um título sul-coreano como ‘Round 6’ poderia se tornar um mega sucesso global sem o impulso das pessoas que decidiram maratoná-lo. Acreditamos que a capacidade de nossos membros mergulharem em uma história do início ao fim aumenta sua diversão, mas também a probabilidade de contar a seus amigos, o que significa que mais pessoas assistem, participam e ficam com a Netflix”, afirma a carta. A empresa usou como exemplo a série “Dahmer: Um Canibal Americano”, a 2ª série em inglês mais vista da Netflix, e apresentou um gráfico do Google Trends para ilustrar o aumento nas pesquisas pela palavra “Dahmer” no Google na época do lançamento da série, em relação a buscas a respeito de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” e “A Casa do Dragão”, exibidas no mesmo período, mas semanalmente. Ainda assim, a Netflix lança alguns reality shows, como “Casamento às Cegas” e “The Circle”, em blocos de episódios ao longo de várias semanas. Da mesma maneira, o serviço também separou o lançamento das últimas temporadas de “Stranger Things”, “Ozark” e “La Casa de Papel” em duas partes, como forma de maximizar o interesse e o envolvimento do espectador. Segundo a empresa, em alguns casos a temporada inteira não está disponível porque o título é licenciado de uma emissora de TV “e o episódio geralmente estará disponível na Netflix no dia ou semana após a transmissão em sua rede original”. Mas são exceções em seu sistema. Vale lembrar também que embora a Netflix afirme que não deseja mudar a sua forma de lançamento, nada impede que ela reformule esse pensamento no futuro. Afinal, a empresa sempre foi contra a inserção de anúncios dentro do seu serviço, mas agora se prepara para lançar um plano mais barato, com anúncios, em novembro.
“Bem-Vindo à Vizinhança” vira novo campeão de audiência da Netflix
O thriller imobiliário “Bem-Vindo à Vizinhança” (The Watcher) foi a série mais vista entre 10 e 16 de outubro na Netflix. A atração produzida por Ryan Murphy destronou outra minissérie do mesmo produtor, “Dahmer: Um Canibal Americano”, que liderou por 21 dias consecutivos o topo do ranking do streaming. “Bem-Vindo à Vizinhança” repercutiu com uma estreia muito forte. Entre seu lançamento na quinta (13/10) e o domingo passado (16/10), teve 125 milhões de horas visualizadas, de acordo com informações da própria Netflix. A atração estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”) chegou ao Top 10 da plataforma em 90 países. A trama é baseada na história real de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Mas mesmo sendo ultrapassada, “Dahmer: Um Canibal Americano” não desacelerou. Depois de se tornar a segunda série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos, a história do serial killer Jeffrey Dahmer continua atraindo grande audiência, vista durante 122,7 milhões de horas na última semana, muito perto do desempenho da estreia de “Bem-Vindo à Vizinhança”. Ao todo, “Dahmer” já rendeu 824,1 milhões de horas de reprodução desde sua estreia em 21 de setembro, abrindo cada vez mais distância do 3º lugar de todos os tempos da plataforma, ocupado pela 2ª temporada de “Bridgerton”, com 656,2 milhões de horas. O filme mais visto na semana passada foi “Uma Garota de Muita Sorte”, thriller dramático estrelado por Mila Kunis, visto por 57 milhões de horas. Mas apesar dessa popularidade, a produção foi muito mal avaliada pela crítica, com apenas 46% de aprovação no Rotten Tomates. Em 2º lugar nesse ranking ficou outra bomba, “A Maldição de Bridge Hollow”, com 41% no Rotten Tomatoes e 25,1 milhões de horas no streaming. A grande surpresa da audiência internacional do serviço ficou por conta da comédia brasileira “Esposa de Aluguel”, que abriu em 1º lugar entre os filmes não falados em inglês da Netflix, com 27,3 milhões de horas.
Netflix revela trailer da nova versão de “Teletubbies”
O fenômeno dos anos 1990 está de volta. A Netflix divulgou o trailer da nova versão de “Teletubbies”. A nova série de aventuras inéditas de Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po tem produção de seu criador, Andrew Davenport, e traz algumas novidades, como inclusão de narração de Tituss Burgess (de “Unbreakable Kimmy Schmidt”) e um quadro musical intitulado “Tummy Tales” (Contos da Barriga, em tradução livre), que será apresentado por Julia Pulo (“Operação Lista de Natal”). A versão original dos “Teletubbies” foi lançada originalmente em 1997 pela BBC britânica, virando imediatamente febre em diversos países. A nova série será a terceira atração com os personagens, que já tinham rendido um reboot anterior, exibido entre 2015 e 2018. A estreia está marcada para 14 de novembro.
Família que inspirou “Bem-Vindo à Vizinhança” pediu mudanças na série
A série “Bem-Vindos à Vizinhança” (The Watcher), que estreou na última quinta (13/10) na Netflix, é baseada numa bizarra história real, que há oito anos aterrorizou os proprietários de uma casa em Nova Jersey nos EUA. E embora os antigos donos da casa não tenham se envolvido na produção, eles pediram que a série fizesse algumas mudanças em relação ao que aconteceu de verdade. A família que vivenciou aquela história – e que vendeu os direitos de adaptação para a Netflix – solicitou que a série não usasse os seus nomes reais e apresentasse uma família que fosse diferente deles. A solicitação foi uma forma que a família encontrou de ter um pouco mais de controle sobre sua privacidade, ao contrário do que aconteceu com a produção do telefilme “The Watcher” (2016), que também narrou a mesma história. A Netflix atendeu o pedido, mudando o sobrenome da família de Broaddus para Brannock, e mostrando-os como tendo dois filhos mais crescidos, em vez de ter três filhos no Ensino Fundamental. E embora fosse mais uma sugestão do que um pedido, a família verdadeira também disse que não se oporia se a casa exibida na série fosse queimada até restarem apenas cinzas. Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), “Bem-Vindos à Vizinhança” conta a história de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Ainda que seja baseada em um caso real, a maior mudança feita pela série criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”) não tem relação com os pedidos da família, mas sim com a necessidade narrativa. Na história real, o casal nunca chegou a se mudar para a casa que compraram. Portanto, a família real não estava sujeita a hostilidades crescentes, como arrombamentos e telefonemas vistos ao longo da série. Apesar das mudanças, muito do que é mostrado na série aconteceu de verdade. O conteúdo das cartas foi reproduzido com exatidão, assim como a divulgação do endereço da casa, localizada no agora infame endereço 657 Boulevard em Westfield, Nova Jersey (apesar de que a série foi gravada em Nova York) – e que não virou cinzas. “Bem-Vindos à Vizinhança” já está disponível na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.












