Documentário de Flordelis terá capítulo extra na Globoplay
A equipe da série documental “Flordelis: Questiona ou Adora”, da plataforma Globoplay, gravou um episódio extra da atração nesta terça (22). O novo episódio vai mostrar o julgamento da ex-deputada, que chegou ao fim na semana passada com a condenação de Flordelis a 50 anos de prisão pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. A série está entre as mais vistas da plataforma da Globo. A realização de um episódio extra servirá para compensar uma deficiência em relação a uma produção concorrente. O caso ganhará outra série em breve, “Flordelis: Em Nome da Mãe”, que será lançada na HBO Max em dezembro. Esta atração pretendia trazer como diferencial justamente o acompanhamento do julgamento da ex-deputada. Flordelis ficou conhecida nacionalmente na década 1990 pela adoção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Ela ganhou a mídia após adotar 37 crianças que estavam fugindo de um ataque na Central do Brasil, no centro do Rio de Janeiro. A missionária pregava que a família era “seu bem maior”, e com esse discurso foi eleita deputada. O assassinato do pastor Anderson do Carmo aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. A ex-deputada recebeu pena de 50 anos e 28 dias de prisão pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio (por tentativas de envenenar a vitima), uso de documento falso (pelo plano de uma carta fraudada) e associação criminosa armada. Além disso, mais sete pessoas foram condenadas pelo crime, incluindo filhos biológicos, adotados e afetivos de Flordelis.
Trailer da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia” destaca ação
A Netflix divulgou três novos pôsteres e o trailer legendado da Parte 2 de “La Casa de Papel: Coreia”. Repleta de ação, a prévia mostra o confronto entre os ladrões e a polícia, além de explorar as reviravoltas da trama. A adaptação da famosa série espanhola introduz contextos políticos coreanos à nova trama, ao se passar após uma imaginária unificação das Coreias. Replicando o que aconteceu na unificação da Alemanha, após o fim das fronteiras os antigos norte-coreanos reparam que continuam pobres, enquanto os milionários do Sul se tornam mais ricos. O desejo de ajuste de contas move o novo Professor e seu grupo, que resolvem tomar posse da fortuna do país num grande assalto. Em vez das célebres máscaras de Salvador Dali, os coreanos também adotam um disfarce diferente: Yangban, um dos 12 personagens tradicionais das máscaras usadas em celebrações de ruas pela população pobre coreana desde o século 12. Yangban representa um aristocrata que costuma ser objeto de zombaria na dança com máscaras. Muito apropriado, já que os ladrões pretendem atacar o sistema que sustenta os mais ricos. O elenco destaca Yoo Ji-tae (“Oldboy”) como o Professor, Park Hae-soo (“Round 6”) como Berlim, Jeon Jong-seo (“Em Chamas”) como Tóquio, Lee Won-jong (“Hand: The Guest”) como Moscou, Kim Ji-hun (“The Flower of Evil”) como Denver, Jang Yoon-ju (“Three Sisters”) como Nairóbi, Lee Hyun-woo (“To the Beautiful You”) como Rio, Kim Ji-hoon (“Voice”) como Helsinki, Lee Kyu-ho (“#Alive”) como Oslo e a sumida Kim Yunjin (de “Lost”) como Woo Jin, a versão sul-coreana da inspetora Raquel. Além destes, a Parte 2 vai incluir uma nova personagem na trama, a ladra Seul, vivida por Lim Ji Yeon (do filme “Spiritwalker: Identidade Perdida”). Os roteiros são assinados por Ryu Yong-jae (“Invasão Zumbi 2: Península”) e a direção é de Kim Hong-sun (das séries “Black” e “Voice”). Os novos episódios estreiam em 9 de dezembro.
Copenhagen Cowboy: Série do diretor de “Drive” ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Copenhagen Cowboy”, nova série do cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn (de “Drive” e “Demônio de Neon”). A prévia destaca o conhecido estilo do diretor, que passou a assinar apenas NWR. São muitas cenas com iluminação neon, personagens estáticos e violência sangrenta, ao som de uma trilha eletrônica. O resultado é, caracteristicamente, mais parecido com um vídeo de moda que um trailer de série de ação. “Copenhagen Cowboy” é a segunda série da carreira de Refn, que em 2019 lançou a pouco vista “Too Old to Die Young”, estrelada por Miles Teller (“Top Gun: Maverick”), pela Amazon Prime Video, além de sua primeira dinamarquesa em 15 anos. A trama de neon noir gira em torno de uma jovem heroína chamada Miu (Angela Bundalovic, de “The Rain”) que trafega pelo submundo do crime de Copenhague. O elenco ainda destaca as estreantes Lola Winding Refn e Lizzielou Winding Refn, que são filhas do diretor, além de Zlatko Buric (“2012”), Mikael Bertelsen (“Superclásico”) e Per Thiim Thim (“Anti”). A estreia está marcada para 5 de janeiro.
Dead City: Série derivada de “The Walking Dead” ganha primeiro teaser
A plataforma AMC+ divulgou o primeiro teaser da série derivada de “The Walking Dead” focada em Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). Intitulada “The Walking Dead: Dead City”, a série vai se passar na ilha de Manhattan, coração de Nova York, que será mostrada pela primeira vez no apocalipse zumbi. Na premissa adiantada pelos produtores, o lugar foi isolado do continente e, até recentemente, vinha se mantendo como um paraíso protegido dos zumbis. Com roteiro de Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, a nova produção vai mostrar a improvável dupla formada por Negan e Magge chegando à Manhattan, onde encontra um mundo paralelo e caótico. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na França e numa terceira série centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que sumiram há algumas temporadas da série principal. A série principal, “The Walking Dead”, acabou no domingo passado (20/11) com um final sinaliza o começo das novas atrações. Ainda sem previsão de estreia, “Dead City” deve chegar em 2023, junto com o lançamento da AMC+ no Brasil.
Trailer de “Patrulha do Destino” introduz ameaça da 4ª temporada
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer legendado da 4ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A prévia destaca uma nova aparição do místico Willoughby Kipling (Mark Sheppard), que avisa aos heróis sobre a ameaça de um vilão chamado Immortus. Nos quadrinhos da DC Comics, o General Immortus vive há séculos estudando as guerras e sua longevidade tem relação com a aparência rejuvenescida da Patrulha do Destino. Por sinal, sua introdução deve servir para explicar porque alguns dos heróis continuam iguais a como eram há mais de meio século. A trama da 4ª temporada vai encontrar a equipe numa nova viagem no tempo e diante de sua iminente dizimação, quando precisará decidir de uma vez por todas o que é mais importante: sua própria felicidade ou o destino do mundo. Desenvolvida por Jeremy Carver (“The Exorcist”), a série é estrelada por April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o Ciborgue, além de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Introduzida no terceiro ano como a supervilã Madame Rouge, Michelle Gomez (“Doctor Who”) também segue no elenco, agora como a versão regenerada de sua personagem. Os novos episódios vão estrear em 8 de dezembro nos EUA.
José Padilha faz acordo e encerra processo por lucros de “Narcos”
O diretor brasileiro José Padilha entrou em acordo e encerrou o processo que movia contra o produtor Eric Newman, sob a alegação de ter sido passado para trás na divisão dos lucros da série “Narcos”, da Netflix. Segundo informações do The Hollywood Reporter, o caso foi resolvido fora dos tribunais e não irá mais à julgamento em dezembro, como estava sendo previsto. No entanto, os detalhes do acordo são confidenciais e não deverão vir à publico. No processo aberto em agosto na Corte Superior de Los Angeles, Padilha alegava que o produtor estava ocultando milhões de dólares gerados pela série que ele desenvolveu para a Netflix. O acordo de Padilha lhe daria direito a metade de toda a receita gerada pela atração, incluindo bônus oferecidos pela empresa Gaumont Television. “Apesar de ter voluntariamente aceitado a confiança depositada nele pelos Autores, e em violação desta relação de confiança, Newman (tanto individualmente quanto em nome da sua produtora Spahn Ranch) fez com que os lucros de ‘Narcos’ fossem pagos única e diretamente aos Réus, sem fazer com que os Autores soubessem que essas receitas de ‘Narcos’ foram recebidas pelos réus”, afirma a queixa apresentada no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles. Em outras palavras, o produtor recebeu sozinho toda a renda de “Narcos” e não avisou para Padilha que havia recebido dinheiro a mais (sendo que metade desse dinheiro seria do brasileiro), apesar do contrato entre eles prever que “cada parte recebesse uma quantidade igual de Receitas Brutas em todos os momentos”. Padilha não foi a única pessoa que entrou com processo pelos lucros de “Narcos”. A executiva Katie O’Connell Marsh processou a Gaumont em 2018 por quebra de contrato, afirmando que também não recebeu a sua parte das receitas brutas geradas por “Narcos”, e ainda das séries “Hannibal”, “Hemlock Grove” e “F Is for Family”. “Narcos” foi exibida por três temporadas no streaming da Netflix, centrada no traficante colombiano Pablo Escobar, interpretado pelo ator Wagner Moura. Após este período, a série ganhou um derivado, “Narcos: México”, que durou mais três temporadas.
“The Walking Dead” quase teve um final bem diferente
A série “The Walking Dead” exibiu seu último episódio no domingo (20/11) com um desfecho que, além de encerrar a série, serviu de base para o início de diversas atrações derivadas, atualmente em desenvolvimento. Entretanto, a despedida da atração deveria ser bem diferente. O desfecho com (spoilers!) as aparições surpresas de Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) não era a primeira opção dos realizadores, que acreditavam que os dois não estariam disponíveis para as gravações. Um final totalmente diverso chegou a ser gravado e, segundo o site Insider, mostrava uma grande passagem de tempo. Após a cena de Daryl pegando a estrada, a câmera avançaria para mostrar que aquela estrada conduzia à Atlanta. Em seguida, a câmera mostraria um van rodando pela Freedom Parkway, a mesma estrada que Rick atravessou à cavalo na 1ª temporada da série. Dentro da van, o público veria versões crescidas das crianças da série, como Judith, RJ, Hershel, Coco e Gracie, entre outras, numa missão para resgatar novos sobreviventes e levá-los para a segurança de suas comunidades. Desta forma, a série mostraria que as comunidades prosperaram e eles continuariam o legado de seus pais. Em certo momento, RJ enviaria uma mensagem pelo rádio, dizendo: “Se você consegue me ouvir, responda. Aqui quem fala é Rick Grimes”. RJ, claro, é a abreviatura de Rick Grimes Jr. A frase é uma referência direta a uma fala do pai do rapaz na 1ª temporada, após Rick sair do hospital em que despertava no mundo dos zumbis, e usar um rádio para tentar contato com a civilização. O episódio terminaria com alguém respondendo ao chamado de RJ com um “Alô?”. Esse final seria mais parecido ao adotado pelo escritor Robert Kirkman para encerrar a franquia nos quadrinhos. Porém, uma vez que os realizadores conseguiram agendar as gravações com Lincoln e Gurira (meses após as gravações principais já terem sido encerradas), essa versão do desfecho acabou descartada. O final oficial de “The Walking Dead” está disponível no Brasil entre os destaques atuais da plataforma Star+.
Wilko Johnson, roqueiro e ator de “Game of Thrones”, morre aos 75 anos
O músico Wilko Johnson, famoso guitarrista da banda britânica Dr. Feelgood e ator da série “Game of Thrones”, morreu na segunda-feira (21/11) aos 75 anos. Ele chegou a ser diagnosticado com câncer terminal, mas tinha superado a doença e viveu por uma década após ter recebido a sentença de morte natural. John Wilkinson, seu nome de batismo, nasceu em 12 de julho de 1947, em Canvey Island, uma cidade petroleira na Inglaterra. Ele estudou literatura anglo-saxônica na Universidade de Newcastle e trabalhou como professor antes de formar o Dr. Feelgood em 1971 com amigos locais. Em uma época de glamour extravagante e rock progressivo, eles tocavam uma versão de blues e R&B minimalista e raivosa, vestidos com ternos e gravatas baratos que os faziam parecer como “ladrões de banco de má qualidade”, conforme definiu o próprio Johnson certa vez. O visual “mod sem dinheiro” e o rock tocado de forma veloz e barulhenta chegou a ser chamado de “pub rock”, mas foi precursor do movimento punk e acabou inspirando muitas outras bandas, que impulsionaram a explosão punk do Reino Unido. Sua abordagem raivosa de rockabilly também foi o estopim de um revival do gênero. Com três álbuns influentes e um disco ao vivo estouradíssimo, eles estiveram à beira da fama global, chegando ao 1º lugar no Reino Unido com turnês marcadas pelos Estados Unidos e um contrato vultoso com a CBS Records. Mas tudo isso ruiu em 1977, quando Johnson saiu da banda em meio a atritos com o vocalista Lee Brilleaux, que morreu em 1994. Johnson disse mais tarde que se a banda tivesse sido capaz de seguir os pedidos de seus empresários para se comportarem, “tenho certeza de que seríamos multimilionários. Mas nós não conseguimos. Nós éramos de Canvey Island. Éramos apenas grandes amigos e nos separamos”. Apesar da separação, Dr. Feelgood continua na ativa até a morte do cantor, mas Wilko Johnson seguiu em frente. Passou a tocar na banda de Ian Dury, os Blockheads, antes de formar sua própria banda e uma base devota de fãs, principalmente no Reino Unido e no Japão. Além de música, Johnson também se arriscou como ator. Ele foi convidado e aceitou interpretar o personagem Ilyn Payne, um cavaleiro mudo que serve ao rei Baratheon (Robert e seu herdeiro Joffrey) em quatro episódios da série “Game of Thrones”, entre a 1ª e a 2ª temporada (2011-2012). Em 2012, Johnson foi diagnosticado com câncer de pâncreas e recebeu a notícia de que tinha pouco tempo de vida. A perspectiva da morte reviveu sua energia criativa. Ele recusou a quimioterapia e decidiu fazer uma turnê de despedida, gravando um álbum “final”, “Going Back Home”, com Roger Daltrey do The Who. “De repente, me vi em uma posição em que nada mais importava”, disse ele à Associated Press em 2013. “Normalmente, sou um miserável comum, que reclamava da cobrança de impostos e com todas as coisas com as quais nos preocupamos no cotidiano. E de repente nada disso importava mais. Você passa a andar na rua e se sentir intensamente vivo. ‘Oh, olhe para aquela folha!’ Você olha em volta e pensa: ‘Estou vivo. Não é incrível?’” Mas um fã do Dr. Feelgood, que também era especialista em câncer, surgiu em sua vida se oferecendo para lhe ajudar. Johnson aceito. Passou por uma cirurgia para remover seu tumor de quase três quilos, e anunciou em 2014 que estava livre do câncer. Ele lançou outro álbum, “Blow Your Mind” em 2018, e fez shows com sua Wilko Johnson Band até o mês passado. Ao saber da morte do colega, Roger Daltrey prestou uma homenagem. “Mais do que tudo, Wilko queria ser poeta”, escreveu ele no site oficial do The Who. “Tive a sorte de conhecê-lo e tê-lo como amigo. Sua música continua viva, mas não há como escapar da cortina final desta vez.” Lembre abaixo o pioneirismo de Dr. Feelgood com Wilko Johnson e a recente parceria mod do guitarrista com Roger Daltrey (tocando um clássico do repertório do Dr. Feelgood).
The Walking Dead: Série derivada de Daryl ganha primeiras fotos
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras três fotos do spin-off de “The Walking Dead” focado no personagem de Daryl Dixon (Norman Reedus). Inicialmente, a série seria estrelada por Daryl e Carol, mas a atriz Melissa McBride acabou desistindo, deixando o parceiro sozinho na nova atração. A série vai se passar alguns meses após o final de “The Walking Dead”, que foi ao ar no domingo (20/11), com exibição pela plataforma Star+ no Brasil. A trama vai encontrar Daryl descobrindo que foi parar na França, após ser surpreendido e ficar desacordado numa emboscada, durante uma missão de reconhecimento. Ao chegar lá, ele deve encontrar não só um mundo novo, como pistas sobre o começo da pandemia, mutações e pesquisas de uma cura para a infecção que transforma os mortos em zumbis. Esses temas foram introduzidos na cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo”, que revelou um laboratório francês coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Além da série de Deryl, serão lançadas outras duas produções derivadas de “The Walking Dead”, centradas nos “casais” Rick e Michonne, e Negan e Maggie. Ainda não há previsão para a estreia dessas séries, que devem chegar ao Brasil por uma nova plataforma de streaming: AMC+, anunciada nesta terça (22/11).
“The Crown” supera estreia de “1899” pra se manter no trono da Netflix
A 5ª temporada da série “The Crown” manteve o 1º lugar no Top 10 Semanal da Netflix pela segunda semana consecutiva. Ao todo, a atração acumulou mais 84 milhões de horas assistidas no período entre 14 e 20 de novembro – o que representa uma queda das 107 milhões de horas da semana anterior. Ainda assim, os números comprovam que as polêmicas envolvendo a atração antes do seu lançamento alimentaram o interesse do público. A nova temporada se passa na década de 1990, época em que a família real britânica estava em crise devido ao fim do casamento do Príncipe Charles e da Princesa Diana. A 2ª posição ficou com a estreia de “1899”, nova série dos criadores de “Dark”, que foi vista por um total de 79 milhões de horas. Apesar de não liderar, é uma estreia forte para apenas quatro dias de exibição – a estreia aconteceu na quinta (17/11). “The Crown” teve três dias a mais para superar a produção europeia em apenas 5 milhões de horas. Outro detalhe curioso é que inglês não é a língua predominante em “1899”, que apresenta diversos idiomas, como alemão, francês, espanhol, dinamarquês, japonês, chinês e até português. Se tivesse sido considerada como uma série não falada em inglês, “1899” teria uma das maiores aberturas desse ranking no ano. O pódio se completa com a 4ª temporada de “Manifest”, mas sua audiência foi muito mais baixa, rendendo “apenas” 35 milhões de horas. Completando o Top 5 estão a estreia da 3ª e última temporada de “Disque Amiga para Matar”, com 30 milhões de horas assistidas, e a 2ª temporada de “Warrion Nun”, que foi vista por um total de 27 milhões de horas. Entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou mais uma vez com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que acumulou 39,9 milhões de horas assistidas, seguida de perto pela 6ª temporada de “Elite”, com 36,8 milhões de horas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “The Crown 5” 2. “1899” 3. “Manifest 4” 4. “Disque Amiga para Matar 4” 5. “Warrior Nun 2” 6. “Manifest 1” 7. “Revelações Pré-históricas” 8. “Warrior Nun 1” 9. “Recomeço” 10. “Casamento às Cegas 3”
“Sex Education” vence o Emmy Internacional 2022
Duas séries britânicas, “Sex Education” e “Vigil”, venceram os troféus principais da 50ª edição do Emmy Internacional, que aconteceu na noite de segunda (21/11) em Nova York. “Sex Education”, disponibilizada pela Netflix, venceu na categoria de Melhor Série de Comédia, enquanto “Vigil”, produção da BBC inédita no Brasil. foi eleita a Melhor Série Dramática. Outra produção da Netflix, a 2ª temporada de “Love on the Spectrum”, foi eleita Melhor Programa de Entretenimento Não-Roteirizado, enquanto mais uma atração britânica, “Help”, do Channel 4, foi vencedora na categoria de Melhor Telefilme ou Minissérie. A consagração britânica se estendeu as prêmios de atuação: o escocês Dougray Scott venceu o troféu de Melhor Ator por seu trabalho na série “Crime”, da plataforma Britbox. Já a Melhor Atriz foi a francesa Lou de Laâge, estrela do telefilme “O Baile das Loucas”, da Amazon Prime Video. O Brasil disputava três categorias com a série documental “O Caso Evandro”, a novela “Nos Tempos do Imperador” e o troféu de Melhor Atriz com Leticia Colin, pela série “Onde Está Meu Coração”. Mas terminou a cerimônia sem nenhum prêmio. O evento ainda contou com homenagens à produtora Miky Lee (“Parasita”) e à cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”). “Muita coisa mudou na forma como consumimos televisão. Mas o que não mudou em um meio que foi inventado há mais de 100 anos é o poder que esse meio nos oferece”, disse DuVernay, durante sua participação. “A televisão, especialmente a televisão internacional, é uma janela para o mundo, que conecta pessoas de todas as esferas da vida e de lugares onde há escassez de oportunidades para assistir imagens em filme. Não temos salas de arte em Compton [bairro pobre de Los Angeles]. Não há cinemas independentes em Selma [cidade do interior do Alabama]. A segregação do cinema acontece onde você realmente não consegue encontrar imagens de outras pessoas. A televisão torna-se essa janela de maneiras expansivas, expandindo nossa compreensão de nós mesmos e uns dos outros. É de vital importância”, acrescentou. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Emmy Internacional 2022. Melhor Programa Artístico “Freddie Mercury: The Final Act” (Reino Unido) Melhor Ator Dougray Scott – “Irvine Welsh’s Crime” (Reino Unido) Melhor Atriz Lou de Laâge – “O Baile das Loucas” (França) Melhor Comédia “Sex Education” (Reino Unido) Melhor Documentário “Enfants De Daech, Les Damnés De La Guerre” / “Iraq’s Lost Generation” (França) Série de Drama “Vigil” (Reino Unido) Melhor Animação Infantil “Shaun, o Carneiro: Aventura de Natal” (Reino Unido) Melhor Programa Infantil “My Better World” (África do Sul) Melhor Ficção Infantil “Kabam!” (Holanda) Melhor Programa Não-Anglófono do Horário Nobre dos EUA “Buscando A Frida” (Estados Unidos) Melhor Programa de Entretenimento Não-Roteirizado “Love on the Spectrum – Season 2″ (Austrália) Melhor Série de Curta Duração “Rūrangi” (Nova Zelândia) Melhor Documentário Esportivo “Queen Of Speed” (Reino Unido) Melhor Telenovela “YeonMo” / “The King’s Affection” (Coreia do Sul) Melhor Filme para TV ou Minissérie “Help” (Reino Unido)
Fim de “The Walking Dead” abre universo de derivados da série. Saiba o que acontece agora
O final de “The Walking Dead”, exibido na noite de domingo (20/11), pode ter encerrado a trama de 11 temporadas da série de zumbis, mas também abriu caminho para a volta dos personagens principais em atrações derivadas. Não é segredo que três séries derivadas começaram a ser desenvolvidas durante a reta final da atração. E a conclusão da trama central serviu para apontar os caminhos a serem seguidos na expansão da franquia. Tem spoiler para quem ainda não viu a despedida da série. Uma das maiores surpresas do último episódio, batizado de “Rest in Peace” (Descanse em paz), foi o retorno de Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira), que não apareciam há anos na atração. Foi uma aparição pequena e o maior gancho para a continuação da história, e só foi incluída na pós-produção, depois da conclusão das gravações da série. “Fizemos uma gravação secreta, e a grande questão era conseguir manter isso em segredo do público”, contou a showrunner da série, Angela Kang, em entrevista ao site Variety. “Porque as coisas estavam vazando tudo a torto e a direito. Tivemos que esconder isso. Então, filmamos quando ninguém esperava.” A cena serviu para apresentar detalhes que serão exploradas numa minissérie focada na dupla. “Andy, Danai e eu estamos trabalhando nessa história há tanto tempo que a conhecíamos por dentro e por fora”, explicou o produtor executivo Scott Gimple. “E estávamos apenas escolhendo o momento certo para introduzi-la”. Conforme divulgado anteriormente, o spin-off vai mostrar a busca de Michonne – que saiu de “The Walking Dead” em 2020, na metade da 10ª temporada – por Rick, ao descobrir que ele sobreviveu à explosão vista em sua última aparição na série principal – na metade da 9ª temporada, em 2018. “As pessoas saberão mais sobre tudo o que viram [nas cenas do final]. Tudo será revelado”, disse Gimple. “A história por trás da armadura que Michonne está usando é importante. O que Rick está fazendo é fundamental para sua história, assim como o que ele ouve do helicóptero. Há um mundo novo que vamos apresentar e que as pessoas viverão por vários meses.” Outra atração derivada será “The Walking Dead: Dead City”, que vai se passar na ilha de Manhattan, coração de Nova York, vista pela primeira vez no apocalipse zumbi. A nova produção vai juntar a improvável dupla formada por Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan). Em relação a esta série, Gimple explica que a atração vai mostrar uma trégua entre os dois ex-inimigos, iniciada após Negan salvar o filho de Megan e se desculpar por ter matado brutalmente seu marido Glenn. “Não é algo completamente resolvido. Na verdade, há uma invocação [no final de ‘The Walking Dead’] de que isso nunca será resolvido”, o produtor comentou. “Eles chegaram a um ponto em que disseram todas as coisas certas para tentar consertar as coisas. Mas não está resolvido. Porque eu acho que Maggie simplesmente não consegue perdoá-lo”, acrescentou Kang. “E acho que, para Negan, o verdadeiro crescimento que ele mostrou é que ele não tentou apenas fazer coisas para ajudá-la. Ele assumiu suas próprias ações, dizendo as palavras e também aceitando que ela não estaria pronta [para perdoá-lo]. E quando ele se afasta, enquanto o resto do grupo está [celebrando a vitória final] em casa, é meio que reconhecendo: ‘Eu deveria estar com minha esposa agora. E eu não vou causar mais dor a ela’. Negan percorreu o caminho mais longo. E acho que isso os deixa em um lugar interessante, porque o relacionamento deles pode mudar para qualquer direção. É volátil, sabe?” “Dead City” vai se passar alguns anos após o final de “The Walking Dead”. E essa passagem de tempo é essencial para a história. “‘The Walking Dead’ termina com muito mais esperança para o futuro”, disse Morgan. “No que diz respeito aos dois, achei que houve um pouco de compreensão entre Maggie e Negan no final. E então, a maneira como a nova série começa, talvez não seja exatamente como Negan esperava” “A nova série não começa imediatamente após o que vimos acontecer”, continuou ele. “Alguns anos se passaram e quando você alcança esses dois personagens, não é tão otimista quanto Negan acreditava que as coisas se tornariam.” Quando questionado se Negan realmente mudou, Morgan respondeu que “gosto de pensar que ele é um homem melhor por causa de tudo isso e vê o erro em seus caminhos. Dito isso, não sei se Negan algum dia mudará completamente suas listras. Acho que neste mundo, ele encontrou uma maneira de sobreviver. E embora ele tenha se esforçado muito para fazer parte deste nosso grupo, imagino que seria fácil cair em alguns velhos hábitos.” Por fim, também haverá um terceiro spin-off focado no personagem de Daryl (Norman Reedus). Inicialmente, a série seria estrelada por Daryl e Carol (Melissa McBride), mas McBride acabou desistindo, deixando o parceiro sozinho na nova atração. “Isso é algo que refletiu um pouco no final [de ‘The Walking Dead’], por causa das mudanças que aconteceram com o spin-off”, disse Kang. “Originalmente, eles iam sair juntos na moto. Mas ficamos com uma versão em que tivemos que separá-los. E então muitas circunstâncias vão assumir o controle no spin-off. Mas eles não acham que isso é um adeus definitivo. Porque não é, eles sempre vão encontrar um caminho de volta um para o outro”, acrescentou, sugerindo um reencontro. Embora não detalhe muito a respeito dessa nova série, o episódio final de “The Walking Dead” dá alguns indícios do que o spin-off pode abordar. A série termina com a felicidade reinando em Commonwealth, Alexandria e Hilltop. Maggie, que foi reintegrada como líder de Hilltop, decide que as comunidades em crescimento devem aprender mais sobre o estado do mundo pós-apocalíptico e envia Daryl numa missão de reconhecimento. Embora Maggie não mencione exatamente o que ela quer que Daryl descubra, é sugerido que ela quer compreender por que os mortos-vivos estão mudando. E isso faz uma ligação com outro spin-off da série, “The Walking Dead: Um Novo Universo”. O último capítulo de “The Walking Dead: Um Novo Universo” terminou com uma cena apontando que o apocalipse zumbi começou na França. E é lá que Daryl vai parar em sua série derivada. Mas nem ele vai saber como chegou na Europa, ao começar a nova atração. Vale lembrar que a importância da França faz parte da mitologia da franquia desde a 1ª temporada de “The Walking Dead”, quando o Dr. Edwin Jenner (Noah Emmerich) contou a Rick que os cientistas franceses foram os últimos a “desaparecer” quando o surto começou, sugerindo a relevância do país. E a cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo” revelou o laboratório francês com o qual Jenner estava se comunicando, agora abandonado e coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Portanto, se Daryl for para a França, ele poderia descobrir como o surto começou, por que variantes de zumbis evoluíram em “The Walking Dead” e até se algum progresso foi feito em relação a uma possível cura.
2ª temporada de “Vikings: Valhalla” ganha fotos e data de estreia
A Netflix divulgou as primeiras imagens e a data de estreia da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”. Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”. Desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, passa-se um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um príncipe viking cristão que se apaixona por Freydis. A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encontrando-se repentinamente como fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. Entre os novos personagens, os destaques são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”). Todos estão retratados nas fotos abaixo. The only certainties in life are love, death and axes. Vikings: Valhalla Season 2 returns January 12, 2023 only on @netflix. pic.twitter.com/vmb2xA2TAH — Vikings Valhalla (@NetflixValhalla) November 21, 2022












