Me Conte Mentiras: Série produzida por Emma Roberts é renovada para 2ª temporada
A plataforma Hulu renovou “Me Conte Mentiras” (Tell Me Lies) para sua 2ª temporada. Produzida pela atriz Emma Roberts (“American Horror Story”) e pela roteirista Meaghan Oppenheimer (criadora de “Queen America”), a série melodramática acompanha um relacionamento tumultuado que se desenrola ao longo de 8 anos, desde que o casal central se conhece na faculdade, arrastando todos a seu redor em consequências devastadoras. Os atores Grace Van Patten (“Nove Desconhecidos”) e Jackson White (“Mrs. Fletcher”) são os protagonistas. Não há previsão para a estreia dos novos episódios da atração, que no Brasil é disponibilizada pela plataforma Star+. Veja abaixo o trailer brasileiro da temporada inaugural.
“Wandinha” bate recorde com estreia mais vista da Netflix em todos os tempos
A série “Wandinha” quebrou o recorde de audiência da Netflix. Durante seus primeiros dias de exibição, a atração acumulou incríveis 341 milhões de horas assistidas. Com esses números, ela se tornou a série mais vista de todos tempos em sua estreia na Netflix. A marca é tão impressionante que supera até mesmo a 4ª temporada de “Stranger Things”. Para se ter uma ideia, a temporada mais recente de “Stranger Things” (que é a atualmente série em inglês mais vista da Netflix) acumulou 335 milhões de horas visualizadas em sua primeira semana no serviço. Ao ultrapassar “Stranger Things”, “Wandinha” só ficou atrás do sucesso sul-coreano “Round 6”, que chegou a ter uma audiência de 571 milhões de horas em uma semana. Entretanto, esses números não são da estreia do fenômeno mundial. Além disso, “Wandinha” chegou ao Top 10 em todos os 93 países onde a Netflix atua e está em 1º lugar em 83 deles – um recorde que também é compartilhado com “Stranger Things”. De acordo com a Netflix, a série foi vista em mais de 50 milhões de lares. O detalhe é que essa “primeira semana” de “Wandinha” contabilizou apenas cinco dias, já que a série foi lançada na quarta-feira (23/11) e o ranking considerou o desempenho de todos os conteúdos disponibilizados entre segunda (21/11) e domingo (27/11). Os números de “Wandinha” são ainda mais gritantes quando comparados aos de “1899”, que ficou em 2º lugar com “apenas” 87 milhões de horas assistidas em sua segunda semana no ranking. No resto do Top 5, a 5ª temporada de “The Crown” ficou em 3º lugar, com 42 milhões de horas assistidas, seguida pela 3ª temporada de “Disque Amiga para Matar”, com 33 milhões de horas, e pela 4ª temporada de “Manifest”, que teve 21 milhões de horas assistidas. Entre as séries internacionais, ou seja, aquelas não faladas em inglês, o destaque ficou com a 6ª temporada de “Elite”, que acumulou 48 milhões de horas assistidas. Confira abaixo o Top 10 semanal das séries faladas em inglês na Netflix. 1. “Wandinha” 2. “1899” 3. “The Crown 5” 4. “Disque Amiga para Matar 3” 5. “Manifest 4” 6. “Manifest 1” 7. “Pepsi, Cadê Meu Avião?” 8. “Manifest 3” 9. “Warrior Nun 2” 10. “Disque Amiga para Matar 1”
That ’90s Show: Netflix revela teaser da continuação de “That ’70s Show”
A Netflix divulgou fotos e o primeiro teaser de “That ’90s Show”, continuação da série clássica “That ’70s Show”. Liberada apenas em inglês sem legendas, a prévia destaca a volta dos atores Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp, intérpretes de Red e Kitty Forman, os pais da série original, junto com o novo elenco da atração. Ambientada em 1995, a trama vai introduzir a neta de Red e Kitty – e filha de Eric (Topher Grace) e Donna (Laura Prepon), da série original. Na trama, Lea Forman vai visitar seus avós no verão e passa a se relacionar com uma nova geração de adolescentes da cidade interiorana de Point Place, no Winsconsin, sob o cuidado atento de Kitty e o olhar severo de Red. A jovem protagonista é interpretada por Callie Haverda (“Shut Eye”), enquanto Ashley Aufderheide (“Emergence”), Mace Coronel (“Colin em Preto e Branco”), Maxwell Acee Donovan (“Gabby Duran: Babá de Aliens”), Reyn Doi (“Side Hustle: Uma Tarefa Complicada”) e a estreante Sam Morelos vivem seus novos melhores amigos. A produção está a cargo dos cocriadores da atração original, o casal Bonnie e Terry Turner, com o reforço criativo de sua filha Lindsay Turner, e também contará com participações especiais dos antigos protagonistas, Topher Grace (Eric Forman), Laura Prepon (Donna Pinciotti), Mila Kunis (Jackie Burkhart), Ashton Kutcher (Michael Kelso) e Wilmer Valderrama (Fez). O único que ficou de fora foi Danny Masterson (Hyde), que não foi contatado por atualmente responder processo por estupro na justiça americana. Gregg Mettler, que escreveu episódios de “That ’70s Show”, completa a equipe como showrunner. A estreia está marcada para 19 de janeiro. HELLO, WISCONSIN! That '90s Show chega dia 19 de janeiro. Minha nova série acompanha Leia Forman, filha de Eric e Donna, que vai passar as férias de verão em Point Place com os avós Red e Kitty. pic.twitter.com/L6qaJ4Kpvc — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 29, 2022
Edmilson Filho vira “O Cangaceiro do Futuro” em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer da série de comédia “O Cangaceiro do Futuro”, que volta a juntar o cineasta Halder Gomes com o ator Edmilson Filho após os sucessos do filme, da série e da continuação de “Cine Holliúdy”, além de “O Shaolin do Sertão”. Na história, Virguley (Edmilson Filho) é um cabra frouxo, enrolado e sem moral, que vive em absoluto perrengue em São Paulo e sonha em voltar rico para o Nordeste. Entre seus bicos, aproveita-se da sua semelhança com Lampião para fazer shows em praças públicas na capital paulista. Mas ao arrumar confusão acaba levando um tabefe tão forte que o manda de volta para 1927, no meio do cangaço, onde é confundido pela população local como o verdadeiro Virgulino Lampião. Tirando vantagem da farsa, Virguley reúne um bando pra lá de inusitado, se apaixona por Mariá (Chandelly Braz, de “Orgulho e Paixão”) e fica poderoso na cidade. Mas como nada na vida desse cabra é fácil, a história ainda lhe reserva muitas reviravoltas, incluindo o surgimento do verdadeiro Rei do Cangaço, que vem tirar satisfações. Criada pelo cearense Halder Gomes, que também é responsável pela direção geral, a série ainda traz em seu elenco os atores Dudu Azevedo, Frank Menezes, Fábio Lago, Evaldo Macarrão, Haroldo Guimarães, Max Petterson, Valéria Vitoriano, Solange Teixeira e Carri Costa. A estreia está marcada para 25 de dezembro.
Clarence Gilyard, de “Duro de Matar” e “Chuck Norris: O Homem da Lei”, morre aos 66 anos
Clarence Gilyard, um ator veterano que teve papéis de destaque em filmes como “Duro de Matar” (1988) e nas séries “Matlock” e “Chuck Norris: O Homem da Lei”, morreu na segunda-feira (28/11), aos 66 anos. O anúncio da sua morte foi feito pela Universidade de Nevada, onde Gilyard lecionou. Ele já vinha sofrendo de uma doença há muito tempo, mas não foram divulgados detalhes a respeito da causa da morte. Clarence Darnell Gilyard Jr. (seu nome de batismo) nasceu em 24 de dezembro de 1955, em Moses Lake, Washington, cursou a Academia da Força Aérea dos EUA e frequentou o Sterling College no Kansas, com cota de atleta. Mas como não tinha dinheiro para bancar sua estadia, acabou se mudando para a Califórnia, onde buscou aulas e carreira na área de atuação. Ele começou a aparecer em pequenos papéis na TV no começo dos anos 1980, em séries como “Arnold” (em 1981), “Making the Grade” (1982) e no telefilme “The Kid with the 200 I.Q.” (1983). Seu primeiro papel recorrente foi na série policial “CHiPs”. Ele interpretou o oficial Ben Webster em 20 episódios da temporada final, entre 1982 e 1983. Em seguida, conseguiu outro papel de destaque ao lado do comediante Jim Carrey em “A Fábrica de Patos” (1984), que durou só uma temporada. Paralelamente, começou a fazer pequenas aparições em grandes filmes, como “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua” (1986) e “Duro de Matar” (1988), no qual interpretou Theo, um terrorista hacker da gangue de Hans Gruber (Alan Rickman). Seu primeiro grande destaque veio em 1989, quando conseguiu o papel de Conrad McMasters no drama jurídico “Matlock”, em que trabalhou ao lado de um herói da sua infância, Andy Griffith. Gilyard apareceu em 96 episódios da série. “Andy poderia ter escolhido qualquer um entre mil caras para ser seu parceiro por quatro temporadas e ele me escolheu”, disse Gilyard ao Review-Journal em 2017. “Andy era engraçado, um contador de histórias e um artesão. Eu não acho que eu era engraçado antes dele. Ele me ensinou o timing cômico.” Ele deixou “Matlock” em 1993 para viver seu maior papel, como um dos protagonistas de “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger). Na série, Gilyard interpretava o Sargento James “Jimmy” Trivette, o melhor amigo e parceiro do protagonista Cordell Walker (Chuck Norris). A atração durou oito temporadas – e um total de 203 episódios até 2001 – , além de ter gerado um telefilme, intitulado “Trial by Fire” (2005), que também contou com uma participação especial de Gilyard. Declaradamente católico, ele também apareceu em diversos filmes de temática religiosa, como “Deixados para Trás” (2000), “Deixados para Trás II: Comando Tribulação” (2002) e “Uma Questão de Fé” (2014). Em meados dos anos 2000, após o fim de “Chuck Norris: O Homem da Lei”, Gilyard foi largando a atuação para passar a lecionar teatro na Universidade de Nevada. Sobre o motivo de ter trocado as telas por aulas, ele disse ao Review-Journal: “Conheci minha esposa, me casei, tivemos filhos e meus dois primeiros filhos não me tiveram. Eu estava atuando o tempo todo – 15 anos consecutivos na televisão. Mas o compromisso com minha família e minha esposa é fundamental. Eu sabia que se não trabalhasse no casamento, não daria certo”. A reitora da UNLV College of Fine Arts, Nancy Uscher, disse ao Review-Journal que os alunos de Gilyard “foram profundamente inspirados por ele, assim como todos os que o conheceram. Ele tinha muitos talentos extraordinários e era extremamente conhecido na universidade por sua dedicação ao ensino e suas realizações profissionais. Sua generosidade de espírito era ilimitada – ele estava sempre pronto para contribuir com projetos e performances da maneira que fosse possível.” Nos últimos anos, Gilyard ainda apareceu em filmes pouco conhecidos, como “Little Monsters” (2012), “Chasing Shakespeare” (2013), “The Track” (2015), “The Sector” (2016) e “The Perfect Race” (2019), seu último trabalho em um longa-metragem. No momento da sua morte, ele estava envolvido no telefilme “Eleanor’s Bench”, que ainda não tem previsão de estreia. A última atuação de Gilyard foi ao ar em 2021, quando voltou a viver o personagem Theo, de “Duro de Matar”, em um comercial de bateria exibido durante o intervalo do Super Bowl. Assista abaixo ao comercial.
Scarlett Johansson vai estrelar primeira série da carreira
A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) vai estrelar a série “Just Cause”, baseada no filme “Justa Causa” (1995). Curiosamente, essa não será a primeira experiência de Johansson com essa história, visto que ela fez uma pequena participação o filme original. Baseado no livro de John Katzenbach, “Justa Causa” conta a história de um professor (Sean Connery) de Harvard que é novamente atraído aos tribunais para defender um jovem negro condenado à morte pelo assassinato de uma criança. Johansson interpretou a filha do personagem de Connery. A série vai mudar a história original para acompanhar Madison “Madi” Cowart (Johansson), uma repórter de um jornal da Flórida designada para cobrir os últimos dias de um prisioneiro condenado à morte e que passa a acreditar nas alegações de inocência dele. Além de estrelar, Johansson também vai produzir a série, desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video. Ainda não há previsão de estreia. Scarlett Johansson está envolvida em diversos projetos, entre eles “Asteroid City”, novo filme do cineasta Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), e “Project Artemis”, dirigido por Greg Berlanti (“Com Amor, Simon”), ambos sem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer de “Justa Causa”.
Frank Miller fará série baseada nos quadrinhos de Corto Maltese
O roteirista-diretor-quadrinista Frank Miller (“Sin City: A Dama Fatal”) vai escrever e produzir uma minissérie baseada nos cultuados quadrinhos de “Corto Maltese”, do artista italiano Hugo Pratt (1927-1995). Criado em 1967 por Pratt, com a célebre história da “Balada do Mar Salgado”, Corto Maltese é um aventureiro dos sete mares que enfrenta contrabandistas, encontra figuras históricas e vive aventuras passadas nos primeiros anos do século 20. Uma de suas histórias mais famosas, “Sob o Signo de Capricórnio”, o trouxe inclusive à Bahia, onde conheceu o célebre cangaceiro Corisco (também visto no clássico “Deus e o Diabo na Terra do Sol”). “Eu descobri ‘Corto Maltese’ lendo os quadrinhos na [loja] Forbidden Planet em Nova York quando era jovem”, disse Miller, em comunicado. “Então, em minhas viagens, estudei e descobri uma edição em uma banca de jornal em Roma. Os desenhos eram tão expressivos e ousados que saltaram do papel de jornal. Isso me arrebatou.” A minissérie de “Corto Maltese” terá seis episódios desenvolvidos pelo StudioCanal em parceria com a emissora francesa Canal+. A atração também será produzida por Jemma Rodgers (“Not Safe for Work”) e Silenn Thomas (“Cursed: A Lenda do Lago”) e ainda não há previsão de estreia. Essa não será a primeira adaptação dos quadrinhos de Pratt. O personagem já ganhou uma animação em 2004 que durou 15 episódios. Além disso, em 2018 chegou a ser anunciado um filme do “Corto Maltese” estrelado por Tom Hughes (o Príncipe Albert da série “Victoria”) e dirigido por Christophe Gans (“Terror em Silent Hill”). Porém, esse projeto nunca saiu do papel.
Jenna Ortega diz que Billie Eilish influenciou “Wandinha”
A atriz Jenna Ortega revelou que não quis pedir conselhos a Christina Ricci sobre como interpretar Wandinha na série da Netflix. Em vez disso, buscou inspiração na música pop. Curiosamente, Ricci, que interpretou a personagem nos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990, quando era criança, integrou o elenco da nova produção numa participação especial. “E eu senti que não queria resgatar o que ela fez, primeiro por benefício próprio e, segundo, porque não queria copiá-la. Não queria ser muito parecida com ela”, disse a nova Wandinha em entrevista ao MTV News. Em vez da Wandinha mirim dos anos 1990, a atriz de 20 anos encontrou referência em sua própria geração: a cantora Billie Eilish. Falando ao jornal USA Today, Ortega disse que “não estávamos criando-a como qualquer outra adolescente”, por isso Eilish estava no seu radar de “clima” para definir o estilo de interpretação de Wandinha. Ortega também contou que seu processo intenso de preparação exigiu aulas de alemão, violoncelo, esgrima e arco e flecha. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville” e “Into the Badlands”), a série também chama atenção pelo visual gótico estilizado sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). Lançada na semana passada, “Wandinha” está disponível na Netflix.
Wandinha: Jenna Ortega coreografou sozinha dança que virou hit na internet
A dança de Wandinha, um dos momentos mais icônicos da nova série da Netflix estrelada por Jenna Ortega, viralizou nas redes sociais. E a profusão de memes com passos maníacos e poses psicóticas inspirou a plataforma a dissecar a cena, num vídeo postado no Twitter com participação da atriz e demais integrantes de “Wandinha”. Na conversa, Jenna revela que se sentiu insegura na gravação, porque ela coreografou todos os passos sozinha, mas seus colegas insistem que é a cena favorita deles em toda a série. Confira abaixo. Vale ressaltar que a música é “Goo Goo Muck”, gravação de 1981 da banda The Cramps. E a escolha não poderia ser mais perfeita para a personagem, contrastando com outras opções comerciais da série – o que faz muitos desconfiarem tratar-se de uma seleção específica do diretor Tim Burton. Principal série estreante da semana, “Wandinha” já está disponível na Netflix. The cast of Wednesday reacts to *that* dance scene — which @jennaortega choreographed herself! pic.twitter.com/ljos7uWMj8 — Netflix (@netflix) November 25, 2022 LINDA 🦇 PERFEITA ☠️ IRREVERENTE 🕯️ MAIORAL 🕷️ DANÇARINA 💃 MAGNÍFICA!!!! 🖤🖤 pic.twitter.com/UHE6FnmlMA — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 25, 2022
10 séries novas pra maratonar no fim de semana chuvoso
As novidades de streaming destacam a esperada estreia de “Wandinha”, série baseada em “A Família Adams” com o toque genial do diretor Tim Burton. Mas também há bons suspense, romance, drama, comédia, animação e ação entre os lançamentos recentes das plataformas. Confira abaixo 10 destaques da programação recente dos streamings para aproveitar o clima chuvoso e maratonar no fim de semana. | WANDINHA | NETFLIX A série da filha caçula da Família Addams não é um reboot ou remake, mas uma narrativa inédita da franquia, que mostra Wandinha pela primeira vez como uma jovem adulta, sem perder sua adorável personalidade que a torna um ícone do blasé. Após passar por oito escolas diferentes em cinco anos, ela é enviada pela família para a Nevermore Academy (ou Academia Nunca Mais), onde precisará se relacionar com novos colegas, todos sobrenaturais como ela, enquanto aprende a dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustra uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolve um mistério que envolveu seus pais 25 anos atrás. Com destaque para Jenna Ortega (“Pânico 5”), que encarna Wandinha à perfeição, o vasto elenco inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como Morticia e Gomez Addams, Isaac Ordonez (“Uma Dobra no Tempo”) como Feioso (Pugsley) e Fred Armisen (“Los Espookys”) como o Tio Chico, além de Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e Christina Ricci, que foi a Wandinha dos filmes de “A Família Addams” dos anos 1990. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville” e “Into the Badlands”), a série também chama atenção pelo visual gótico estilizado sob comando de um especialista: Tim Burton, responsável por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, como “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990). | BEM-VINDOS AO CLUBE DA SEDUÇÃO | STAR+ A história do Chippendales, clube pioneiro do strip-tease masculino, ganhou uma minissérie focada na ascensão e queda de seu fundador, Somen “Steve” Banerjee, vivido por Kumail Nanjiani (de “Os Eternos”). Criada pelo própria Nanjiani em parceria com Robert Siegel (“Pam & Tommy”), a trama segue a trajetória de Banerjee desde que ele era um pobre imigrante indiano, passando pela criação do Chippendales no final da década de 1970 e culminando no envolvimento dele numa trama de assassinato. Embora a história de Banerjee não seja das mais conhecidas, alguns dos personagens que aparecem na série são bem famosos, como é o caso do falecido cineasta Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”), interpretado por Philip Shahbaz (“SEAL Team”), e da playmate Dorothy Stratten – vivida por Nicola Peltz (“Bates Motel”) – cujo assassinato pelo marido Paul Snider (Dan Stevens, de “Apóstolo”) rendeu várias manchetes em 1980. A direção é de Matt Shakman (“WandaVision”) e o elenco ainda conta com Annaleigh Ashford (“B Positive”), Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Quentin Plair (“Roswell, New Mexico”), Robin de Jesus (“tick, tick… BOOM!”) e Andrew Rannells (“Black Monday”). | ECHO 3 | APPLE TV+ O thriller de ação estrelado por Luke Evans (“A Bela e a Fera”), Michiel Huisman (“Game of Thrones”) e Jessica Ann Collins (“A Hora Mais Escura”) envolve o sequestro de uma brilhante cientista americana na fronteira entre Colômbia e Venezuela, e a determinação de seu marido e seu irmão, ambos integrantes das forças especiais, de realizar um resgate arriscado, travando uma guerra explosiva contra terroristas no interior da floresta amazônica. A trama é inspirado no romance homônimo de Amir Gutfreund (“Valley of Tears”), que já rendeu uma série israelense, “When Heroes Fly”, e foi adaptada pelo roteirista Mark Boal (vencedor do Oscar por “Guerra ao Terror”), que já explorou uma missão de militares dos EUA na América do Sul no thriller “Operação Fronteira”, da Netflix. A direção dos primeiros episódios está a cargo do cineasta argentino Pablo Trapero (“O Clã”). | DECEIT | HBO MAX O true crime britânico traz Niamh Algar (“Raised by Wolves”) como uma policial envolvida numa investigação polêmica dos anos 1990. Ela é enviada disfarçada para obter evidências que garantiriam a condenação de um suspeito de assassinato. Mas ao usar a sedução para se aproximar, vê-se pressionada a ir além dos limites para cumprir a missão, criando controvérsia na Justiça e na mídia, que passou a considerar o caso a armadilha mais infame já realizada pela polícia do Reino Unido. Criada por Emilia di Girolamo (“Lei & Ordem: Reino Unido), a produção rendeu a Algar indicação ao BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Atriz, e também é estrelada por Eddie Marsan (“Ray Donovan”) e Harry Treadaway (“Mr. Mercedes”). | SANGUE E ÁGUA 3 | NETFLIX A produção adolescente de suspense, melodrama e romance da África do Sul retorna com um novo mistério para se afastar dos limites da escola de Ensino Médio que marcaram suas primeiras temporadas. Originalmente, a série da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”) acompanhava Puleng (Ama Qamata), uma jovem que se transferia para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar em segredo se uma aluna chamada Fikile (Khosi Ngema) era na verdade sua irmã, sequestrada ainda bebê – um crime que abalou sua família. Agora, o clima de “high school thriller” vira suspense de gente grande, envolvendo o desaparecimento da mãe de Fikile e a suspeita de que os responsáveis sejam os integrantes da mesma rede de sequestradores que a raptou na infância. Diante da inoperância da polícia, as jovens protagonistas e seus amigos decidem fazer suas próprias investigações, envolvendo-se em situações de muito mais perigo, ao se depararem com criminosos armados. | SOMEBODY | NETFLIX O novo suspense sul-coreano acompanha uma desenvolvedora de software antissocial, que se torna obcecada por um serial killer. Ao descobrir que ele usa o aplicativo de namoro que ela criou para selecionar seus alvos, ela desenvolve um crush mortal, identificando-se com a frieza do psicopata porque também finge ser quem não é para conviver na sociedade. Criada por Ji Wan Han (“Ghost Detective”), junta Kang Hae-Lim (“Live On”) e Kim Young-kwang (“Mission: Possible”) nos papéis principais. | REPÚBLICA SELVAGEM | HBO MAX A série alemã de fotografia primorosa acompanha um grupo de delinquentes juvenis obrigados a realizar atividades ao ar livre para ressocialização. Durante uma escalada nas montanhas dos Alpes, conduzida por instrutores e funcionários do serviço social, um membro do programa morre violentamente. Ninguém sabe exatamente o que aconteceu e os jovens enfrentam uma decisão difícil. Devem esperar que as autoridades recuperem o corpo e investiguem o crime, podendo ser incriminados? Ou escapar e tomar seu destino em suas próprias mãos? Ao tomar uma decisão arriscada, a trama se torna uma luta pela sobrevivência em meio a situações inóspitas, que renderam comparações dos críticos alemães ao clássico “Senhor das Moscas”. Vale apontar que os episódios escritos por Jan Martin Scharf (criador de “Bárbaros”, da Netflix) e outros acabam num cliffhanger, mas a Deutsche Telekom, que produz a atração, ainda não sinalizou qual será o destino da produção. | MAGGIE, A VIDENTE | STAR+ A personagem do título é uma vidente de verdade, que ganha a vida fazendo previsões sobre o futuro das pessoas. Até que um dia, ao atender um cliente charmoso, descobre seu próprio futuro, ao ter uma visão de seu casamento com ele. A revelação tira seu chão e ela busca ajuda das amigas para lidar com o fato de que um desconhecido aleatório será seu marido. A comédia romântica com humor ácido e personagens carismáticos foi criada por Justin Adler e Maggie Mull, respectivamente criador e produtora de “Life in Pieces”, e traz a atriz Rebecca Rittenhouse (“Era uma Vez em… Hollywood”) como protagonista. | ENCANTADO’S | GLOBOPLAY A nova série da Globoplay é uma comédia sobre uma família negra, algo ainda raro de se ver nesse Brasil que a cada dia se revela mais racista. A atração se passa em Encantado, bairro que compõe a região do Méier, no subúrbio do Rio, onde dois irmãos dividem sua herança: um mercadinho do pai, que morreu recentemente. Enquanto ela se dedica a tocar o negócio que garante a sobrevivência da família, ele aproveita o espaço do mercadinho para realizar ensaios noturnos da escola de samba que também foi fundada por seu pai. Criada pelas estreantes Renata Andrade e Thais Pontes numa oficina para roteiristas negros da Globo, a atração destaca Luís Miranda (“Mister Brau”) e Vilma Melo (“Segunda Chamada”) como os protagonistas, e o veterano Tony Ramos (“Getúlio”) como um bicheiro de olho no mercadinho/quadra de samba. | QUE CHEGUE A VOCÊ – KIMI NI TODOKE | NETFLIX O anime clássico desembarca na Netflix de surpresa. Para quem não conhece, a história baseada no mangá shōjo (feminino) criado por Karuho Shiina e publicado desde 2005 gira em torno de uma secundarista introvertida, que por andar de cabeça baixa e com cabelos sobre o rosto é apelidada maldosamente de Sadako por seus colegas de classe – Sadako é a Samara original japonesa, do terror “O Chamado”. Com boatos de que ela é amaldiçoada, a jovem nunca consegue se aproximar de ninguém, até que o garoto mais popular da escola começa a falar com ela, permitindo que todos a vejam com outros olhos. O desenho original é da Nippon TV e foi produzido de 2009 a 2011, dividindo-se em duas temporadas de 38 episódios. Todos os capítulos foram disponibilizados pela Netflix. Além dessa série, a obra de Shiina também foi adaptada para o cinema, num filme live-action de 2010 do diretor Naoto Kumazawa (“O Hino do Coração”), e vai virar uma série live-action no ano que vem.
Globoplay vai lançar série sobre torcida do Corinthians
A Globoplay prepara uma série documental sobre a torcida do Corinthians. Intitulada “Sou Corinthians”, a atração será lançada na plataforma da Globo no próximo dia 15, véspera da comemoração de 10 anos da conquista do segundo título do Mundial de Clubes pelo time. Com quatro episódios, a série vai explorar como as vitórias e as crises enfrentadas pelo Corinthians contribuíram para formar sua torcida, conhecida pelo seu fanatismo. A produção vai contar com depoimentos de jogadores que participaram da vitória no Mundial, como Danilo, Emerson Sheik e o goleiro Cássio, além de grandes nomes da história da equipe como Rivellino, Neto, Wladimir e Walter Casagrande Jr. As entrevistas são comandadas pelos jornalistas Edgar Alencar e Victor Pozella, do núcleo de Esportes da Globo.
4ª temporada de “Você” ganha pôster e nova data de estreia
A Netflix divulgou um novo pôster da 4ª temporada de “Você” (You), que mostra Joe (Penn Badgley) em Londres, após seguir Marienne (Tati Gabrielle) até Paris. A arte também fez uma pequena correção da data de estreia dos novos episódios, que vão chegar em streaming um dia antes do previsto inicialmente. Detalhes de como Joe vai parar na capital inglesa ainda não foram revelados, mas ele virou um professor e aparentemente se tornou bem considerado na comunidade Acadêmica – os anos de atendente de livraria devem ter ajudado. A mudança de cenário também é acompanhada por um novo elenco coadjuvante. A plataforma confirmou nada menos que 14 atores novos na produção, com destaque para Ed Speelers (“Downton Abbey”), Lukas Gage (“Euphoria”), Tilly Keeper (“EastEnders”), Amy Leigh Hickman (“Safe”) e Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”). Os novos episódios serão divididos em duas partes, com a primeira leva marcada para 9 de fevereiro e a segunda para o mês seguinte, em 9 de março de 2023. Não, Joe, as pessoas não estão flertando, é só o sotaque britânico mesmo. 🧢🩸 A primeira parte da temporada 4 de Você chega dia 9 de fevereiro e a segunda parte chega no dia 9 de março. pic.twitter.com/4VMg86Q4jI — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 24, 2022
Atriz de “Downton Abbey” vai estrelar série sobre ska inglês dos anos 1980
A atriz Michelle Dockery, conhecida pelo seu trabalho em “Downton Abbey” e “Good Behavior”, vai estrelar a série “This Town”, mais uma criação do prolífico roteirista Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”, “See” e “Taboo”). A série vai contar a história de uma família e de quatro jovens que são atraídos para o mundo do ska e do movimento antirracista das bandas da gravadora 2 Tone (fundada pelo tecladista Jerry Dammers do The Specials), que explodiram na Inglaterra em meio ao punk rock do final dos anos 1970 e início dos 1980, unindo jovens negros e brancos numa irmandade musical. “Este é um projeto muito próximo do meu coração”, disse Knight, em comunicado. “É sobre uma época que vivi e conheço bem e envolve personagens com quem sinto que cresci. É uma carta de amor para [as cidades de] Birmingham e Coventry, mas espero que pessoas de todo o mundo se identifiquem com ela.” Desenvolvida para a rede britânica BBC, a série chegou a considera o título “Two Tone” antes de adotar o nome de “This Town”, as primeiras palavras do hit “Ghost Town” (1981) da banda The Specials. Serão seis episódios, que contarão ainda com Nicholas Pinnock (“Marcella”) e David Dawson (“Meu Policial”) no elenco. Ainda não há previsão de estreia. Michelle Dockery será vista a seguir no thriller de ação “Boy Kills World”, estrelado por Bill Skarsgård (“It – A Coisa”), sem previsão de estreia. Steven Knight tem diversos projetos encaminhados, entre eles a minissérie “The Veil”, estrelada por Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), e uma série sobre o mundo do boxe clandestino do final do século 19, ambas sem previsão de lançamento. Veja abaixo o clipe de “Ghost Town” e do hit “A Message to You Rudy” (1979), ska jamaicano clássico que virou hino da geração 2 Tone em gravação dos Specials.












