Cissa Guimarães vai voltar às telas em duas séries da Globoplay
Cissa Guimarães vai retomar a carreira de atriz nas telas em dose dupla, após mais de uma década dedicada ao teatro e à função de apresentadora. Ela viverá uma juíza em duas séries da Globoplay: na 4ª temporada de “A Divisão”, que já foi gravada, e na vindoura “Veronika”. Seu último trabalho como atriz na TV tinha sido na novela “Salve Jorge”, em 2012. As duas séries compartilham o mesmo criador, José Júnior (do AfroReggae), que está construindo, série a série, um universo compartilhado no streaming. A elogiada série policial “A Divisão” retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) e, a partir da nova temporada, Heitor Dhalia (“Serra Pelada”). Os episódios são estrelados por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”) e trazem vários artistas convidados – até Dudu Nobre vai aparecer na 4ª temporada – para viver situações de sequestro. Em sua participação, Cissa vai interpretar uma juíza muito rigorosa que tem o filho sequestrado. Ao mesmo tempo em que precisa lidar com o desespero da situação, a personagem se vê num embate com a equipe da Divisão Antissequestro (DAS) por conta dos métodos utilizados para tentar solucionar o crime. A participação foi aprovada e ela vai retomar a personagem em “Veronika”, que gira em torno de uma advogada negra e moradora de uma favela que se envolve com o tráfico nos morros do Rio. A protagonista de “Veronika” é interpretada por Roberta Rodrigues (“Tô de Graça”), e o elenco também destaca Letícia Stiller como uma delegada envolvida na luta contra o crime organizado no Rio de Janeiro. Ainda não há previsão de estreia para nenhuma das duas produções.
Melhores séries da semana vão do rock a outros mundos
A programação de novas séries da primeira semana de março destaca produções musicais, sci-fi, comédia, thrillers criminais e animação infantil. Para fãs de rock, há “Daisy Jones & The Six”. Para quem prefere country, a biografia “George & Tammy”. E a sci-fi está representada pela volta de “The Mandalorian” e a estreia do reboot de “Quantum Leap”. Confira abaixo o que mais faz parte da seleção de 10 melhores novidades para descobrir no fim de semana. | DAISY JONES & THE SIX | AMAZON PRIME VIDEO Inspirada na banda Fleetwood Mac, a série musical acompanha uma banda fictícia dos anos 1970, debulhando seus bastidores como o enredo de uma boa novela, cheia de intrigas, brigas, romance, traições e excessos. Adaptação do romance de mesmo nome da escritora Taylor Jenkins Reid – também lançado no Brasil com o título em inglês – , a trama foca os altos e baixos de uma renomada banda liderada pela personagem do título, desde sua formação, seu sucesso repentino e sua separação. A narrativa se desenvolve em flashback, acompanhada por depoimentos dos personagens ao estilo de um documentário. Daisy Jones é descrita como uma garota que nasceu em uma família privilegiada e abandona os pais para seguir a carreira como cantora, começando a participar da cena musical roqueira de Los Angeles. Lá, ela se junta com um compositor em ascensão e ambos encontram sucesso numa parceria relutante, mas conforme o relacionamento começa a evoluir, as pressões da banda ameaçam implodir suas vidas pessoais. A atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), neta de Elvis Presley, vive a cantora, enquanto o compositor, guitarrista e outra voz da banda, é vivido por Sam Claflin (“Enola Holmes”). O elenco também inclui participação de uma brasileira: Nabiyah Be, intérprete de Simone Jackson, a melhor amiga de Daisy. A atriz nasceu em Salvador e é filha do cantor de reggae jamaicano Jimmy Cliff com a psicóloga Sônia Gomes. “Daisy Jones & The Six” foi criada pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). | GEORGE & TAMMY | PARAMOUNT+ A minissérie biográfica narra a trajetória da famosa cantora Tammy Wynette, conhecida como “A Primera-Dama da Música Country”. Muitas das suas músicas tratavam de solidão, divórcio e dificuldades nos relacionamentos, temas também abordados na série, que é focada justamente na sua turbulenta relação com o marido George Jones. A atração foi criada pelo roteirista Abe Sylvia em uma nova parceria premiada com Jessica Chastain após “Os Olhos de Tammy Faye”. A atriz venceu o Oscar pelo filme no ano passado e no último domingo (26/2) conquistou o SAG Award (prêmio do Sindicato dos Atores) pelo papel de Tammy. A série também é estrelada por Michael Shannon (“Entre Facas e Segredos”) no papel de George, além de contar com Steve Zahn (“The White Lotus”), Kelly McCormack (“Sugar Daddy – Na Busca de um Patrocínio”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Pat Healy (“Estação 19”), David Wilson Barnes (“The Son”) e Katy Mixon (“American Housewife”). Além disso, todos seus seis episódios são dirigidos pelo cineasta John Hillcoat (“Os Infratores”). | THE MANDALORIAN 3 | DISNEY+ A 3ª temporada da primeira série do universo “Star Wars” traz de volta Din Djarin e o “Baby Yoda” Grogu após suas participações coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. Continuação daquela série, os novos capítulos refletem a determinação de Djarin de recuperar sua honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, mas a recepção não parece ser das melhores, com muitas cenas de tiroteios e um reencontro com Bo-Katan. Para completar, a produção também apresentará uma ameaça não revelada, que exige o envolvimento de Jedis, o retorno de rostos conhecidos e novos memes do pequeno Grogu. O elenco destaca Pedro Pascal (“The Last of Us”) como a voz do personagem mascarado do título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) como Greef Karga, Omid Abtahi (“Fear the Walking Dead”) na pele do sinistro Dr. Pershing, Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como a mecânica Peli Moto, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) na armadura da guerreira mandaloriana Bo-Katan e Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) de volta ao papel de Moff Gideon, vilão da 1ª temporada. Consagradíssimo, o primeiro hit da plataforma Disney+ venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas temporadas já exibidas, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. | QUANTUM LEAP | GLOBOPLAY A série é continuação de uma produção cult dos anos 1990, também conhecida no Brasil como “Contratempos”, e parte da investigação do que aconteceu com o antigo protagonista da trama, o Dr. Sam Beckett (Scott Bakula), que há 30 entrou no acelerador Quantum Leap e desapareceu. Com a retomada do projeto, na esperança de desvendar os mistérios da máquina, um novo cientista (Raymond Lee, de “Here and Now”) acaba enviado pelo tempo, assumindo os corpos de diferentes pessoas em épocas variadas. O reboot tem produção de Steven Lilien (criador de “Deus Me Adicionou”), Bryan Wynbrandt (showrunner de “La Brea”) e Martin Gero (criador de “Blindspot”). O criador do “Quantum Leap” original, Don Bellisario, também está a bordo como produtor. E além de Lee, o elenco ainda inclui Anastasia Antonia (“Este Jogo Se Chama Assassinato”), Ernie Hudson (“Os Caça-Fantasmas”), Mason Alexander Park (“Sandman”), Jewel Staite (“Family Law”) e Georgina Reilly (“Murdoch Mysteries”). | A NOVA VIDA DE TOBY | STAR+ Também conhecida pelo título original de “Fleishman Is in Trouble”, a comédia traz Jesse Eisenberg (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) e Claire Danes (“Homeland”) como um casal que precisa reorganizar a sua vida enquanto passa pelo estressante processo de separação. A minisssérie é baseada em um livro de Taffy Brodesser-Akner, que também criou a adaptação, e o ótimo elenco ainda conta com Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Adam Brody (“StartUp”) e Christian Slater (“Mr. Robot”). Os episódios são dirigidos por duas duplas famosas de casais cineastas, Shari Springer Berman e Robert Pulcini (de “O Diário de uma Babá”), e Jonathan Dayton e Valerie Faris (“A Pequena Miss Sunshine”). | THREE PINES | HBO MAX A série policial traz Alfred Molina (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) como o inspetor-chefe Armand Gamache, um detetive da polícia canadense que vai investigar uma morte bizarra numa cidade rural idílica e tediosa, mas ao chegar lá se depara com uma epidemia de falecimentos com as mais diversas causas. Perplexo com a quantidade de mortes súbitas, beirando o sobrenatural, o detetive logo se depara com segredos há muito enterrados, mas para solucionar o caso precisará enfrentar alguns de seus próprios fantasmas. A produção canadense-britânica é baseada numa franquia literária da escritora Louise Penny e foi desenvolvida pela produtora-roteirista Emilia di Girolamo (“The Tunnel”), com realização da Left Bank Pictures, empresa por trás da premiada série “The Crown”. | LIAR | PARAMOUNT+ O suspense psicológico britânico originalmente acompanhava uma professora (Joanne Froggatt, de “Downton Abbey”) que acusava um renomado cirurgião (Ioan Gruffudd, de “Quarteto Fantástico”) de abuso sexual. Concebida como minissérie, a trama acabou estendida após a repercussão positiva (que rendeu até remake espanhol) e se transformou numa investigação de assassinato em seu segundo ano de produção. A trama elogiada foi escrita pelos irmãos Jack e Harry Williams, criadores de séries bem-sucedidas como “Missing”, “Baptiste”, “Angela Black” e “The Tourist”, com Jamie Dornan. A Paramount+ disponibilizou as duas temporadas completas, exibidas no Reino Unido entre 2017 e 2020. | BLACKOUT | HBO MAX O thriller alemão tem como ponto de partida um grande apagão na Europa, quando toda a energia do continente é desligada. O protagonista é um hacker que a polícia considera o maior suspeito. Mas enquanto ele foge, a Europa mergulha no caos e, em menos de uma semana, a situação se torna praticamente pós-apocalíptica. Premiada com três prêmios técnicos da Academia Alemã de Televisão, a atração é estrelada por Moritz Bleibtreu, famoso ator alemão (de “Corra, Lola, Corra” e “O Grupo Baader Meinhof”) que já fez vários filmes de Hollywood, como “Munique” (2005), “Guerra Mundial Z” (2013) e “A Dama Dourada” (2015), além de ter trabalhado com o brasileiro Fernando Meirelles em “360” (2011). | SEX/LIFE | NETFLIX Melodrama típico de novela disfarçado de produção “adulta” (temática sexual), a série começou como um triângulo amoroso envolvendo Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”), seu marido vivido por Mike Vogel (“Under the Dome”) e uma paixão nunca superada, interpretada por Adam Demos (“UnREAL”). E a química foi tão boa que Shahi e Demos acabaram se apaixonando na vida real, durante as gravações da atração da Netflix. O relacionamento foi assumido por Shahi em seu Instagram, ao desejar feliz aniversário para o namorado. A série é criação de Stacy Rukeyser, produtora-roteirista das séries teen “apimentadas” “Jogo de Mentiras” (The Lying Game) e “Twisted”, e retorna com um novo amante (Darius Homayoun, de “Teerã”) para a protagonista, após ela implodir seu casamento e perceber que errou o timing de sua decisão. | A PEQUENA ESPIÃ 2 | APPLE TV+ Animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960, “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Esta história já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”). Na série animada, Harriet é dublada por Beanie Feldstein (“Fora de Série”).
Série “Daisy Jones & The Six” é baseada na banda Fleetwood Mac?
A série baseada no livro “Daisy Jones & The Six” estreou nessa sexta (3/3), na Amazon Prime Video, e levantou muitos questionamentos na cabeça dos fãs, que notaram diversas similaridades entre a história da banda fictícia dos anos 1970 vista na série com a banda real Fleetwood Mac. Aparentemente, não foi apenas coincidência. A escritora Taylor Jenkins Reid, autora do livro que deu origem à série, admitiu que a cantora Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, tem sido uma grande fonte de inspiração em sua vida. Mas quais são as semelhanças e diferenças entre a história ficcional e a história real? Fleetwood Mac é uma banda da década de 1970, que teve seu auge após uma reformulação em 1974 com entrada da dupla folk Stevie Nicks e Lindsey Buckingham. Eles se juntaram a Mick Fleetwood e ao seu grupo, que na ocasião também incluía o casal John McVie e Christine McVie (recém-integrada no lugar do guitarrista Peter Green). Com essa formação, a banda estourou e foi responsável por grandes músicas, como “Rhiannon”, “The Chain” e “Go Your Own Way”. As semelhanças entre Fleetwood Mac e “Daisy Jones & The Six” são visíveis. Ambas as bandas são um quinteto de três homens e duas mulheres, incluindo uma mulher como vocalista. E alguns dos mesmos problemas enfrentados por Fleetwood Mac, envolvendo drogas, dinheiro, envolvimento amoroso, infidelidades, brigas internas e sucesso vertiginoso, também são vistos na trama fictícia da Amazon. Há ainda uma semelhança clara no figurino usado pela protagonista de “Daisy Jones & The Six”, interpretada por Riley Keough, e o visual de Stevie Nicks, com suas roupas de denim, calças boca de sino e cabelo comprido. Mas também existem algumas diferenças. Em “Daisy Jones & The Six” (spoiler!), a banda se separa em 1977, enquanto Fleetwood Mac durou mais do que isso. O primeiro hiato da banda aconteceu só em 1980. E mesmo assim os membros da banda continuaram a se apresentar e gravar juntos durante as décadas seguintes. Mas então de onde veio a inspiração para o livro? Em um artigo intitulado “Como Fleetwood Mac Influenciou Daisy Jones & The Six”, publicado após o lançamento do livro, a escritora explicou que o documentário do show de reencontro da banda, “The Dance”, estava passando na TV durante o verão de 1997, e foi lá que ela viu Nicks cantar “Landslide” pela primeira vez. “A iluminação estava fraca, ela estava com um vestido preto translúcido, o cabelo era grande e loiro. Ela dividia o palco apenas com Lindsey Buckingham, que estava um pouco afastado, acompanhando-a”, descreveu Reid. “Ela cantou com tanta fragilidade e, no entanto, parecia tão confiante e forte – e enquanto ela cantava, ela continuava olhando para Lindsey, sua expressão era calorosa e íntima, mas enigmática”. Reid acrescenta que “há dois anos, quando decidi que queria escrever um livro sobre rock’n’roll, eu continuava voltando para aquele momento em que Lindsey assistia Stevie cantar ‘Landslide’. Como parecia tanto com duas pessoas apaixonadas. E ainda assim, nunca saberemos realmente o que havia entre eles. Eu queria escrever uma história sobre isso, sobre como as linhas entre a vida real e a performance podem ficar borradas, sobre como cantar sobre velhas feridas pode mantê-las frescas”. Foi aí que nasceu a ideia para o livro, que tenta imaginar como seria o romance entre duas pessoas que tocam na mesma banda. É uma história ficcional, mas com um pé na realidade. “Comecei com o germe de Stevie Nicks, Lindsey Buckingham e Fleetwood Mac”, disse a autora em uma entrevista anterior concedida por seu editor. Ela também admite que começou seu processo de composição e pesquisa de “Daisy Jones & the Six” ouvindo o álbum histórico da banda, “Rumors”, e assistindo a uma “tonelada” de entrevistas arquivadas do Fleetwood Mac. “Foi o começo para mim porque é um álbum, mas… também é uma novela”, disse Reid sobre as letras das músicas. “As histórias acontecendo entre Stevie e Lindsey. E as coisas que estavam acontecendo entre Christine McVie e John McVie eram realmente fascinantes e transparecem nas músicas. Então comecei por aí.” A adaptação do livro para a série “Daisy Jones & The Six” foi feita pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, roteiristas dos sucessos “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Artista do Desastre” (2017), e tem episódios dirigidos pela cineasta neozelandesa Niki Caro (do filme “Mulan” e da série “Anne with an E”). A produção foi realizada pela empresa Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (“The Morning Show”), e o elenco inclui Reiley Keogh (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sam Claflin (“Enola Holmes”) Suki Waterhouse (“Miss Revolução”), Camila Morrone (do remake de “Valley Girl”), Josh Whitehouse (que igualmente estrelou “Valley Girl”), Will Harrison “Madam Secretary”), Nabiyah Be (“Pantera Negra”) e Sebastian Chacon (“Penny Dreadful: City of Angels”). Confira o trailer abaixo.
Unstable: Trailer apresenta comédia de Rob Lowe e seu filho
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Unstable”, série de comédia protagonizada pelo ator Rob Lowe (“9-1-1: Lone Star”) e seu filho, John Owen Lowe (“Resgate do Coração”). Todo o projeto foi idealizado pelos dois em parceria com o roteirista Victor Fresco (“Santa Clarita Diet”). A premissa do seriado é inspirada na forma como John Owen costuma zoar seu pai famoso nas redes sociais. A trama gira em torno de Jackson Dragon (John), um rapaz introvertido que vai trabalhar para seu excêntrico e bem-sucedido pai na tentativa de impedir um desastre na empresa da família. Ellis Dragon (Rob) é um empresário extremamente egocêntrico e admirado universalmente, mas que está enfrentando sérios problemas emocionais. Nessa atual cenário, só Jackson poderá salvar seu próprio pai, os negócios da família e ainda se impor como um homem adulto. Pai e filho já trabalharam juntos antes na série “The Grinder” (2015-2016) e na comédia “Resgate do Coração”, esta última lançada pela própria Netflix em 2019. Além da dupla, o elenco contará com as participações de Sian Clifford (“Fleabag”), Emma Ferreira (“Learn to Swim”) e Aaron Branch (“Christmas at the Ranch”). A série de oito episódios estreia na Netflix no dia 30 de março.
Trailer revela participação de Priscilla Presley na animação “Agente Elvis”
A Netflix divulgou novos pôster e trailer de “Agente Elvis”, uma nova série de animação “estrelada” por Elvis Presley. A prévia apresenta o elenco estelar da produção e revela que a personagem Priscilla é dublada por ninguém menos que ela própria, Priscilla Presley. Na premissa, o cantor troca seu traje de lantejoulas por uma mochila à jato ao entrar em um programa de espionagem do governo para ajudar a combater as forças do mal. Ao virar o agente Elvis, ele também passa a usar seus shows ao redor do mundo como disfarce para seu verdadeiro trabalho. Apesar da trama bizarra – e o fato de Elvis nunca ter feito turnês mundiais é a menor das liberdades – , a animação tem entre seus produtores a viúva do cantor, Priscilla Presley, que é creditada como criadora da atração. Mas o desenvolvimento é de Mike Arnold, autor de diversos episódios de outra famosa animação de espionagem, “Archer”. O elenco também destaca Matthew McConaughey (“Magnatas do Crime”) como a voz do cantor na produção, além de Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philladelphia”), Johnny Knoxville (“Jackass”), Niecy Nash (“The Rookie: Feds”), Tom Kenny (o “Bob Esponja Calça Quadrada”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e diversas estrelas convidadas – Ed Helms (“Se Beber, Não Case”), Simon Pegg (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”), Kieran Culkin (“Succession”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Craig Robinson (“Ghosted”) e até o cantor George Clinton, entre muitos outros. A estreia vai acontecer em 17 de março.
Trailer da última temporada mostra “Riverdale” nos anos 1950
O canal americano The CW divulgou o trailer da 7ª e última temporada de “Riverdale”. E a prévia, com direito a jukebox e rock’n’roll, mostra que a despedida de Archie e companhia vai se passar nos anos 1950. No vídeo, Jughead Jones (Cole Sprouse) informa que todos foram transportados no tempo para 1955, mas só ele preservou suas memórias, enquanto seus amigos assumem vidas e relacionamentos completamente improváveis – Archie (K.J. Apa) está noivo de Cheryl (Madelaine Petsch), por exemplo. Vendo o que está acontecendo, Jughead se desespera sem conseguir convencer os amigos que veio de 2023. Lançada em 2017, “Riverdale” reintroduziu o universo dos quadrinhos da Archie Comics na TV. Além da turma do próprio Archie, a série apresentou Josie e as Gatinhas e originou o spin-off “Katy Keene”, além de encorajar Roberto Aguirre-Sacasa a relançar Sabrina, a aprendiz de feiticeira, como uma série de terror adolescente na Netflix, em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Todas essas séries, porém, foram canceladas e “Riverdale” se despede junto da programação original do canal CW nos EUA. Após sua venda, o canal está passando por uma reformulação completa, visando trocar seu perfil característico de produções juvenis por atrações com apelo genérico.
O Rei da TV: Trailer da 2ª temporada destaca mais polêmicas de Sílvio Santos
A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada da série “O Rei da TV”, sobre a vida de Silvio Santos, que despertou a href=”https://pipocamoderna.com.br/2022/10/serie-o-rei-da-tv-estreia-polemizando-com-familia-de-silvio-santos/”>reações negativas da família Abravanel. Os novos episódios mostram temas ainda mais polêmicos, como a candidatura de Sílvio Santos à presidência. Segundo a sinopse divulgada, o ressentimento de ter a intenção de virar presidente abortada teria sido a “motivação para transformar o SBT no canal mais assistido do Brasil, numa grande batalha que marcou a história da TV no país”. Para completar, a trama também vai mostrar o sequestro da filha Patrícia Abravanel, “transmitido ao vivo em rede nacional”, o prejuízo financeiro causado pelo Banco Panamericano e o relacionamento do apresentador com Gugu Liberato. Produção da Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) e o ator José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”) como Sílvio Santos. A estreia vai acontecer em 29 de março.
“Star Trek: Discovery” vai acabar na 5ª temporada
A Paramount+ anunciou que “Star Trek: Discovery” vai terminar em sua vindoura 5ª temporada, que será lançada no início de 2024. Lançada em 2017, a série ajudou a inaugurar a plataforma de streaming do conglomerado, originalmente batizada como CBS All Access, como sua primeira série original. Com seu fim, “Star Trek: Discovery” também será a última série da CBS all Access a encerrar sua exibição na reformulada Paramount+. Seu sucesso foi tanto que inspirou uma multiplicação de séries de “Star Trek” nos anos seguintes, ironicamente enquanto a versão cinematográfica da franquia amarga uma prolongada ausência das telas. “’Star Trek: Discovery’ é um eterno favorito na plataforma, próxima e querida pelas legiões de fãs de ‘Star Trek’, assim como todos nós aqui da Paramount+”, disse Tanya Giles, diretora de programação da Paramount Streaming, ao anunciar o fim da missão de cinco anos da Discovery nesta quinta (2/3). “A série e seu incrível elenco e criativos deram início a uma nova era para ‘Star Trek’ quando estreou há mais de seis anos, abraçando o futuro do streaming com narrativa serializada, trazendo à vida personagens profundos e complexos que honram o legado de Gene Roddenberry de representar a diversidade e a inclusão, e avançando a narrativa com a construção premiada de mundos. Esta temporada final verá nossa amada equipe embarcar em uma nova aventura, e mal podemos esperar para comemorar o impacto da série na franquia, levando ao ar sua temporada final no início do próximo ano.” David Stapf, presidente da CBS Studios acrescentou: “Quando começamos a falar sobre o retorno de ‘Star Trek’ oito anos atrás, nunca poderíamos ter imaginado o impacto indelével que ‘Star Trek: Discovery’ teria. A série trouxe de volta uma amada franquia global e, assim como seus antecessores, honrou ‘Star Trek’ e seu legado de ‘diversidade infinita em combinações infinitas’, representando o melhor do que poderíamos ser como humanos quando celebramos nossas diferenças. Gostaria de agradecer a Alex Kurtzman e Michelle Paradise, que lideraram esta série com coração, paixão e, como fãs, com narrativas vívidas – sempre prontos para ultrapassar limites como aqueles antes deles. E, finalmente, gostaria de agradecer a este elenco talentoso, liderado pela brilhante Sonequa Martin-Green, cuja liderança tanto na tela quanto fora dela ajudou a guiar o caminho desde o primeiro dia.” Os produtores executivos e co-showrunners Alex Kurtzman e Michelle Paradise também se manifestaram. “Como fãs de longa data de ‘Star Trek’, foi uma imensa honra e privilégio ajudar a trazer ‘Star Trek: Discovery’ para o mundo”, disseram. “O universo ‘Trek’ significa muito para muitos – inclusive para nós – e não poderíamos estar mais orgulhosos de tudo o que ‘Discovery’ contribuiu para seu legado, principalmente com representação. Se apenas uma pessoa se viu representada, ou vislumbrou as possibilidades positivas para seu futuro, teremos deixado Gene Roddenberry muito orgulhoso”. “É claro que não haveria ‘Discovery’ sem Sonequa Martin-Green e nossa extraordinária equipe de artistas, tanto na frente quanto atrás das câmeras, que deram vida a essa atração”, continuaram Kurtzman e Paradise. “Suas paixão e determinação para tornar cada episódio especial foram profundamente inspiradoras. A ‘Discovery’ tornou-se verdadeiramente uma família ao longo dos anos – e não poderíamos estar mais gratos por fazer parte dela”. “Para os fãs de todo o mundo, obrigado por se juntarem a nós nesta jornada incrível”, acrescentaram. “Seu amor por esses personagens e sua empolgação por cada episódio, cada temporada, significou o mundo para nós. Mal podemos esperar para você ver no que estamos trabalhando para esta temporada final. Agradecemos sua paciência enquanto isso e confie em nós quando dizemos que valerá a pena esperar. Nós amamos todos vocês!”, concluíram. A 5ª e última temporada encontrará a capitã Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) e a tripulação da USS Discovery em uma aventura épica pela galáxia para encontrar um antigo poder, cuja existência foi deliberadamente escondida por séculos. Mas também há outros na caça – inimigos perigosos que estão desesperados para reivindicar o prêmio para si – e farão tudo para obtê-lo. Além de “Star Trek: Discovery”, a franquia também vai se despedir de “Star Trek: Picard”, que atualmente exibe os episódios de sua 3ª e última temporada. Já a novata “Star Trek: Strange New Worlds” foi renovada para sua 2ª temporada, e Kurtzman atualmente desenvolve novas séries. Uma delas seria passada na Academia da Tropa Estelar (“Star Trek: Starfleet Academy”) e outra na divisão de espionagem da Federação dos Planetas Unidos (“Section 31”), que deveria ser estrelada por Michelle Yeoh – mas a atriz talvez tenha ficado famosa demais para a série após a consagração de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”. A franquia espacial ainda se estende por duas séries animadas: a comédia “Star Trek: Lower Decks” e a aventura “Star Trek: Prodigy”.
Kevin Hart é caçado por assassinos no trailer da continuação de “Duro de Atuar”
A plataforma americana Roku divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Die Hart”, série estrelada pelo ator Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) no papel dele mesmo. A série faz parte do espólio da falida plataforma Quibi, que foi arrematado pela Roku. Originalmente uma série com 10 episódios de 10 minutos, a 1ª temporada acabou sendo reeditada como filme, que foi lançado pela Amazon na semana passada com o título nacional de “Duro de Atuar”. Na trama, o comediante Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) interpreta uma versão fictícia de si mesmo. Cansado de ser visto como o alívio cômico dos filmes de ação protagonizados por Dwayne “The Rock” Johnson, ele se inscreve em um curso de formação de protagonista do gênero, apenas para ficar a mercê de um instrutor psicótico – no caso, ninguém menos que John Travolta (“Pulp Fiction”) na 1ª temporada. Além dele, Nathalie Emmanuel (“Velozes e Furiosos 8”) também está no elenco como outra personagem fictícia, uma colega atriz de Hart. A 2ª temporada vai mostrar o ator tentando convencer o estúdio a estrelar outro filme de ação. Ele tem uma ideia visionária, de trazer a ação para a vida real em cenas improvisadas e assim surpreender as pessoas, mas após ter o plano recusado, acaba buscando ajuda de um empresário que transforma essa ideia em seu pior pesadelo. Ao despertar preso num galpão, ele descobre que várias pessoas foram contratadas para matá-lo diante de câmeras. Para sobreviver, ele busca ajuda de um lendário dublê de Hollywood, interpretado por John Cena (“Pacificador”). Outras novas adições ao elenco da 2ª temporada incluem os atores Ben Schwartz (“Depois da Festa”) e Paula Bell, enquanto Nathalie Emmanuel reprisa seu papel. O diretor Eric Appell (“Weird – The Al Yankovich Story”) também retoma o comando da produção junto com o co-criador Tripper Clancy (“Stuber: A Corrida Maluca”) como roteirista. Intitulada “Die Hart 2: Die Harter”, a nova temporada estará disponível em 31 de março para streaming nos EUA.
Criador de “True Detective” fará série western para Amazon
O roteirista e produtor Nic Pizzolatto, criador de “True Detective”, está desenvolvendo uma série western ainda sem título para a Amazon. Considerada como prioridade pelo novo chefe de conteúdo da Amazon, Nick Pepper, a série vai girar em torno de um ex-fora da lei que precisa lidar com uma ameaça do seu passado para manter a vida e a família que trabalhou tanto para construir. Para isso, o protagonista embarca numa jornada épica onde precisará enfrentar um grande perigo, forçando-se a se tornar o herói que antes ele apenas fingia ser. O projeto está em desenvolvimento adiantando dentro da Amazon, que deseja emular o sucesso da série “Yellowstone”, da Paramount+. A atração será produzida por Pizzolatto, Pepper e por Mark Johnson (“Better Call Saul”). Esse será o primeiro projeto de Nic Pizzolatto desde que seu acordo de produção com o canal pago FX foi desfeito em janeiro 2021. Na época, Pizzolatto estava desenvolvendo a série “Redeemer”, que voltaria a reuni-lo com o ator Matthew McConaughey (de “True Detective”). A série não foi adiante após a saída de McConaughey e Pizzolatto acabou sendo dispensado. Ele continua sendo creditado como produtor executivo de “True Detective”, mas não está mais envolvido criativamente na atração. A 4ª temporada da série, intitulada “True Detective: Night Country”, terá a supervisão criativa de Barry Jenkins (“The Underground Railroad”) e da diretora/showrunner Issa Lopez (“Os Tigres Não Têm Medo”), e deve ser lançada ainda nesse ano.
Teaser anuncia data de estreia da temporada final de “Maravilhosa Sra. Maisel”
A Amazon Prime Video divulgou o teaser e o pôster da 5ª e última temporada da premiada série “Maravilhosa Sra. Maisel”. A prévia mostra a protagonista, interpretada por Rachel Brosnahan, sendo iluminada por flashes enquanto posa para diversos fotógrafos. O curto vídeo termina com a data de estreia da atração: 14 de abril. Criada por Amy Sherman-Palladino (“Gilmore Girls”), “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa (Brosnahan) de classe alta da Nova York dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Na 4ª temporada, a protagonista estava reconstruindo sua carreira e reputação, depois de ser cortada de uma turnê. Na 5ª e última temporada, ela vai se encontrar mais perto do que nunca do sucesso com que sempre sonhou, apenas para descobrir que ainda tem um longo caminho a percorrer. Até o momento, “Maravilhosa Sra. Maisel” já venceu 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA Awards, um WGA Award e um Peabody Award. Esse número pode aumentar ainda mais com a nova temporada.
Trailer da temporada final de “Succession” mostra família Roy em pé de guerra
A HBO divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série “Succession”, que vai encerrar a série premiada. A prévia destaca a união da “aliança rebelde” da “nova geração de Roys” contra o próprio pai, além de traições dentre a família Roy. A série criada por Jesse Armstrong gira em torno do dono do império de mídia Logan Roy (Brian Cox) e seus quatro filhos crescidos, Kendall (Jeremy Strong), Siobhan (Sarah Snook), Roman (Kieran Culkin) e Connor (Alan Ruck). O chefão da HBO, Casey Bloys, sustentou por muito tempo que a decisão de encerrar ‘Succession’ seria inteiramente de Armstrong, já que o executivo tem um histórico de deixar os criativos determinarem o que é melhor para a história. E o produtor resolveu que agora era a hora. A última temporada vai se passar em meio a discussões de venda do conglomerado de mídia Waystar Royco para o visionário da tecnologia Lukkas Matsson (Alexander Skarsgard), e a perspectiva dessa negociação provoca angústia existencial e divisão entre os Roys, fazendo a luta pelo poder voltar a ganhar força. O elenco da 4ª temporada também incluiu Matthew Macfadyen (“O Soldado que Não Existiu”), Nicholas Braun (“Zola”), J. Smith-Cameron (“Margaret”), Peter Friedman (“Mulher Solteira Procura”), David Rasche (“Teias da Alma”), Fisher Stevens (“Awake: A Vida Por Um Fio”), Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”) e Justine Lupe (“Mr. Mercedes”). Os novos episódios estreiam em 26 de março.
Kristen Bell vai estrelar nova série de comédia da Netflix
A atriz Kristen Bell (“The Good Place”) vai continuar a sua parceria com a Netflix. Ela vai estrelar uma nova comédia, ainda sem título, criada por Erin Foster (“Barely Famous”). A série mostrará a relação improvável entre uma mulher irreverente, franca e agnóstica (Bell) e um rabino não convencional. Além de estrelar, Bell também vai produzir a atração ao lado de Steven Levitan (“Modern Family”). Os dois trabalharam juntos recentemente na série cancelada “Reboot”. O projeto, ainda sem data de estreia, vai marcar a segunda parceria da atriz com a Netflix, após ter estrelado “A Vizinha da Mulher na Janela”. Ela também protagonizou a série “The Good Place”, que, embora tenha sido disponibilizada na plataforma, era uma produção original do canal americano NBC. Kristen Bell será vista a seguir no musical “Molly and the Moon”, dirigido pela dupla Carter Bays e Craig Thomas (criadores da série “How I Met Your Mother”), ainda sem previsão de lançamento.












