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  • Série

    Jensen Ackles lança campanha #SaveTheWinchesters após cancelamento da série

    11 de maio de 2023 /

    Após o cancelamento da série “Os Winchesters” pela rede de TV americana The CW, o ator Jensen Ackles (“The Boys”) lançou, nas redes sociais, a campanha #SaveTheWinchesters. O objetivo da ação é mobilizar os fãs da série “Supernatural”, que originou o prelúdio, a se manifestarem pelo não-cancelamento da produção. “Parece que temos trabalho a fazer”, publicou o ator em sua conta do twitter, junto à hashtag #SaveTheWinchesters. O ex-intérprete de Dean Winchester reviveu seu papel na série e atuou como produtor executivo. Sabendo que o cancelamento era provável, a Warner Bros. Television, estúdio de “Os Winchesters”, tem se preparado para buscar um novo lar e planeja ser agressiva em seus esforços, segundo a imprensa americana. Conforme demonstrado em seu tuite, Ackles não está medindo forças para que isso ocorra. Escrita e produzida por Robbie Thompson (“Cursed: A Lenda do Lago”), a série é focada nos pais de Dean e Sam Winchester – John e Mary. Contada a partir da perspectiva do narrador Dean Winchester (Ackles), a obra traz a história de como John conheceu Mary e como eles arriscaram tudo para não apenas salvar seu amor, mas o mundo inteiro. Enquanto Mary Campbell era apresentada como uma jovem de 19 anos que vinha lutando contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester era um veterano da Guerra do Vietnã que até conhecê-la desconhecia a existência de demônios. Na série original, ambos tem destinos trágicos, mas o final da 1ª temporada do spin-off mostrou que isso poderia ser evitado. Estrelada por Meg Donnelly (“Bela, Recatada e do Lar”) e Drake Rodger (“Ainda Estou Aqui”), a série era disponibilizada no Brasil pela HBO Max. Looks like we got work to do. #SaveTheWinchesters #spnfamily https://t.co/13emgJi2MQ — Jensen Ackles (@JensenAckles) May 11, 2023

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  • Série

    Atriz negra de “Cleópatra” rebate críticas: “Não existe blackwashing”

    11 de maio de 2023 /

    A atriz Adele James, do docudrama “Queen Cleópatra”, da Netflix, rebateu as críticas à produção durante uma participação no “The Wayne Ayers Podcast”. A obra foi processada pelo advogado egípcio Mahmoud al-Semary por retratar a governante como negra. Além disso, a polêmica tem rendido diversos comentários racistas nas redes sociais, alguns deles acusando a produção de “blackwashing”, uma versão reversa de “whitewashing” (expressão que significa embranquecer elencos ou figuras históricas numa “limpeza étnica”). Durante o podcast, James respondeu às críticas afirmando que “não existe blackwashing”. Entretanto, a atriz reconheceu que alguns dos críticos também incluíam egípcios. Para ela, eles provavelmente foram motivados por “auto-aversão” ou por se sentirem “ameaçados pela negritude”. Sobre a ação judicial, a atriz comentou que a considera “engraçada” e uma “reação extrema”, enraizada no racismo. “Eu acho bastante engraçado o nível de ameaça que você deve sentir apenas com base na cor da minha pele para mover uma ação judicial contra um serviço de streaming inteiro. Para mim, isso é realmente extremo. É uma reação muito extrema e está 100% fundamentalmente enraizada no racismo, que é uma ideologia muito moderna”, disse a atriz. “Os antigos egípcios não pensavam em raça do jeito que pensamos hoje, porque a raça só foi contextualizada como entendemos após o comércio de escravos transatlânticos. Simplesmente não era assim que as pessoas pensavam naquela época, certo? Então, é realmente bizarro, mas para mim é, mais uma vez, muito triste. Sinto tristeza por eles”, completou. Por conta da polêmica, a Netflix está envolvida em um processo ajuizado na Procuradoria Pública do Egito por “falsificar a identidade egípcia”. A ação ainda pede que a plataforma de streaming seja banida no país, afirmando que as produções de seu catálogo não estão de acordo com os “valores e princípios islâmicos”. Os acadêmicos egípcios defendem que Cleópatra nasceu em Alexandria em 69 a.C. e pertencia a uma dinastia de origem macedônica (grega), os Ptolomeus, o que explicaria porque costuma ser retratada com a pele clara. No entanto, por mais que se saiba que o pai de Cleópatra era de origem greco-macedônica, a etnia da mãe da rainha não é conhecida e poderia incluir uma herança miscigenada. Ainda assim, a tradição da dinastia era privilegiar suas origens gregas, tanto que a capital do reino se chamava Alexandria, em homenagem a Alexandre, o Grande. “Nós fizemos nossa pesquisa. É um docudrama pelo amor de Deus, então eu realmente não sinto mais a necessidade de, tipo, defender a série”, completou James, aludindo ao fato de que estudiosos acadêmicos aparecem comentando os detalhes da produção. A maioria dos acadêmicos convidados pela produção garante, na própria série, não ser possível afirmar que Cleópatra era negra – ou totalmente branca. Apenas uma voz afirma o contrário. A professora Shelley P. Haley, de Estudos Africanos na Hamilton College, defendeu: “Eu lembro da minha avó dizendo para mim: ‘Eu não ligo para o que te ensinaram na escola, Cleópatra era negra'”. O documentário integra o programa “Rainhas Africanas”, de Jada Pinkett Smith (“Red Table Talk”), e chegou na Netflix na quarta-feira (10/5).

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    Olivia Liang se despede de “Kung Fu”: “Eu te amo, Nicky Shen”

    11 de maio de 2023 /

    A atriz Olivia Liang recorreu ao Instagram para se despedir de “Kung Fu”, série cancelada pela rede americana de TV The CW nesta quinta (11/5). Liang interpretou a protagonista Nicky Shen em três temporadas de “Kung Fu”, nas quais utilizou suas habilidades de artes marciais para proteger sua pequena comunidade na Chinatown de San Francisco. “Foi uma honra incrível da minha vida trabalhar com esse grupo fod* de pessoas. Nós fizemos três temporadas históricas de um programa. Primeiro elenco predominantemente asiático em um drama de uma hora na TV aberta. Primeira showrunner asiático-americana. Não tenho palavras suficientes (ou espaço neste post) para expressar minha gratidão aos nossos showrunners, escritores, elenco, equipe de dublês, minha incrível equipe fod*… Eu amo todos vocês.” “Eu realmente ganhei na loteria. Eles são as pessoas mais gentis, inteligentes, engraçadas e trabalhadoras da indústria. Estou muito, muito, muito orgulhosa do trabalho que fizemos. Agradeço a todos que nos convidaram para suas casas e assistiram ao nosso pequeno programa que poderia. Um brinde a Kung Fu, o programa que mudou minha vida para sempre. Eu te amo, Nicky Shen”, completou. Simu Liu, astro de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, da Marvel, reagiu ao post com emojis de corações e um comentário elogioso: “Orgulho de você. Parabéns por três temporadas de chutar bundas”. O reboot da série clássica homônima dos anos 1970 foi a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração do canal CW, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência do CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passava no século 21 e acompanhava Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por olivia liang 🦋 (@itmeolive)

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    Netflix revela títulos e sinopses da 6ª temporada de “Black Mirror”

    11 de maio de 2023 /

    A Netflix revelou os títulos oficiais e as sinopses dos episódios da 6ª temporada de “Black Mirror” nesta quinta-feira (11/5). A série distópica de ficção científica retorna com Salma Hayek (“Eternos”), Aaron Paul (“Breaking Bad”), Ben Barnes (“O Justiceiro”), Zazie Beetz (“Coringa”) e Michael Cera (“Superbad”) em seus novos capítulos. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, cada episódio contará uma narrativa independente. Charlie Brooker retorna como criador, roteirista e produtor executivo para a 6ª temporada, que quebra o hiato de quase quatro anos da série com 5 episódios inéditos, intitulados “Joan Is Awful”, “Loch Henry”, “Beyond the Sea”, “Mazey Day” e “Demon 79”. “A 6ª Temporada de ‘Black Mirror’ será a mais surpreendente, inclassificável e inesperada até agora”, disse Brooker ao Tudum, site da Netflix. “Então, em parte como um desafio, e em parte para manter as coisas novas para mim e para o espectador, comecei esta temporada deliberadamente derrubando algumas das minhas próprias suposições básicas sobre o que esperar”. No mês passado, a Netflix divulgou a primeira prévia do novo ano. O teaser mostra cenas de diferentes episódios, que começam aparentemente “normais” até ganharem um tom sombrio, com muita violência e um olhar desiludido sobre o avanço da tecnologia, ponto muito explorado na atração. A volta de “Black Mirror” vai acontecer em junho, com todos os capítulos disponibilizados de uma vez só. Confira as descrições dos novos episódios, que indicam que, desta vez, a série também abordará o passado. Joan Is Awful Uma mulher comum fica surpresa ao descobrir que uma plataforma global de streaming lançou uma adaptação dramática de sua vida para a TV, na qual ela é interpretada por Salma Hayek . Dirigido por: Ally Pankiw Escrito por: Charlie Brooker Elenco: Annie Murphy, Salma Hayek Pinault, Michael Cera, Himesh Patel, Rob Delaney, Ben Barnes Loch Henry Um jovem casal viaja para uma cidade tranquila na Escócia para começar a trabalhar em um sereno documentário sobre a natureza, mas se vê envolvido em uma história local que envolve eventos chocantes do passado. Dirigido por: Sam Miller Escrito por: Charlie Brooker Elenco: Samuel Blenkin, Myha’la Herrold, Daniel Portman, John Hannah, Monica Dolan Beyond the Sea Em uma versão alternativa de 1969, dois homens em uma missão arriscada de alta tecnologia lidam com as consequências de uma tragédia inimaginável. Dirigido por: John Crowley Escrito por: Charlie Brooker Elenco: Aaron Paul , Josh Hartnett, Kate Mara, Auden Thornton, Rory Culkin Mazey Day Uma estrela problemática é perseguida por paparazzi enquanto lida com as consequências de um incidente de atropelamento e fuga. Dirigido por: Uta Briesewitz Escrito por: Charlie Brooker Elenco: Zazie Beetz, Clara Rugaard, Danny Ramirez Demon 79 No norte da Inglaterra, em 1979, uma tímida vendedora é informada de que deve cometer atos terríveis para evitar um desastre. Dirigido por: Toby Haynes Escrito por: Charlie Brooker e Bisha K. Ali Estrelando: Anjana Vasan, Paapa Essiedu, Katherine Rose Morley, David Shields

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    “Kung Fu” é cancelada após três temporadas

    11 de maio de 2023 /

    A rede americana de TV The CW cancelou o reboot de “Kung Fu” após três temporadas. A série, que já foi uma maiores audiências do canal, é a mais recente vítima dos cortes promovidos pela nova administração, que nesta quinta (11/5) também cancelou “Os Winchesters”. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. “Kung Fu” estreou em 2021 com um público de 1,4 milhão espectadores ao vivo. Foi a maior audiência da CW no período das 20h em quase 2 anos e meio (desde um episódio de “Riverdale” em outubro de 2018) e a maior estreia de uma quarta-feira no canal em longos sete anos (desde que “The 100” debutou em 19 de março de 2014). A série também agradou a crítica, recebendo 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – maior nota dentre as três estreias do canal naquele ano, ligeiramente superior aos 87% de “Superman & Lois” e muito acima dos 33% de “Walker”. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procurava o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a a atração desenvolvida por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” criado por Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou sua mentora Shaolin e que agora está em seu encalço. Depois de cumprir sua missão principal na 1ª temporada, a protagonista acaba se envolvendo numa conspiração mística, cujos desdobramentos alimentaram as duas temporadas seguintes. O papel principal era desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW e também já cancelada), e o elenco também incluía Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A série era disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da temporada inaugural.

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    Os Winchesters: Série derivada de “Supernatural” é cancelada após 1ª temporada

    11 de maio de 2023 /

    A rede americana de TV The CW cancelou a série “Os Winchesters”, spin-off de “Supernatural”, que exibiu o último episódio da sua 1ª temporada no começo de março. Após ser vendido para a Netstar, o canal está passando por uma mudança radical em sua programação, trocando produções próprias por compras de séries canadenses e reality shows. Prevendo este desfecho, a produção teve uma conclusão ao fim de sua única temporada. Apesar disso, a Warner Bros. Television tem planos de iniciar negociações para reviver a série – ou a franquia “Supernatural” – em alguma plataforma de streaming. “Os Winchesters” contava a história dos pais de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) do seriado original. Os personagens principais eram interpretados por Meg Donnelly (“American Housewife”) e Drake Rodger (“Not Alone”). Enquanto Mary Campbell era apresentada como uma jovem de 19 anos que vinha lutando contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester era um veterano da Guerra do Vietnã que até conhecê-la desconhecia a existência de demônios. Na série original, ambos tem destinos trágicos, mas o final do spin-off mostrou que isso poderia ser evitado. No último episódio, intitulado “Hey, That’s No Way to Say Goodbye” (spoilers!), Mary e John se encontram com a versão adulta de Dean (Jensen Ackles) num crossover entre as duas séries. A trama explicou que, depois de morrer e ir para o céu no final de “Supernatural”, Dean descobriu o multiverso e percebeu que havia uma chance de proteger seus pais – ou essas versões alternativas dos seus pais – e lhes dar uma chance de terem uma vida feliz juntos. Para isso, Dean se apresentou como um caçador chamado James Hetfield (vocalista do Metallica), deu a John (Drake Rodger) seu próprio diário de caçador, as chaves do QG dos Homens das Letras e alertou Mary (Meg Donnelly) sobre o demônio dos Olhos Amarelos (que a mata na série original), entregando para ela a arma capaz de matá-lo, antes de desaparecer ao lado de Bobby (Jim Beaver), Jack (Alexander Calvert) e Baby (o carro que ele usava na série). A ironia é que esse diário é o mesmo que Dean acaba herdando, anos depois, para guiá-lo após o falecimento dos pais na série original. Com as informações de Dean, os Winchesters ficaram preparados e aptos a traçar um novo caminho. E, desta forma, a série derivada se encerrou praticamente como um epílogo para a saga mostrada em “Supernatural”. No Brasil, a série era disponibilizada pela HBO Max. Veja abaixo o trailer nacional da atração.

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    Trailer de “The Walking Dead: Dead City” mostra Nova York em ruínas e UFC zumbi

    11 de maio de 2023 /

    O canal pago americano AMC divulgou o pôster, o trailer e a data de estreia da série “The Walking Dead: Dead City”, derivada de “The Walking Dead”. Ao som de Iggy Pop, a prévia revela um salto temporal, mostrando o filho de Maggie (Lauren Cohan) crescido – e raptado – , além de uma Nova York em ruídas e um UFC zumbi. Para resgatar Hershell, Maggie busca ajuda de Negan (Jeffrey Dean Morgan), numa jornada que os leva até a ilha de Manhattan, dominada por zumbis. Enquanto estão na cidade destruída, Maggie e Negan encontram nova-iorquinos nativos, fogem de um delegado de passado complicado e perseguem o notório assassino responsável pelo rapto do jovem, que tem laços com o passado de Negan. O elenco de apoio destaca Gaius Charles (“Grey’s Anatomy”) e Željko Ivanek (“Madam Secretary”). A minissérie de título red(ead)undante terá apenas seis episódios, escritos por Eli Jorné, responsável por vários capítulos de “The Walking Dead”, e estreia em 18 de junho. Além desse projeto, a trama de “The Walking Dead” também vai continuar num spin-off de Daryl (Norman Reedus) passado na Europa e numa terceira atração centrada em Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira).

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    Outlander: Jamie e Claire enfrentam guerra no trailer da 7ª temporada

    11 de maio de 2023 /

    O canal americano Starz divulgou o pôster e o primeiro trailer da 7ª temporada de “Outlander” nesta quinta-feira (11/5). A prévia da série de romance histórico e viagem no tempo, apresenta Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitríona Balfe) enfrentando a guerra revolucionária que ameaça o romance dos dois e a vida de suas famílias. A temporada é baseada no 7º livro de Diana Gabaldon, “Ecos do Futuro”, mas também entra um pouco no sexto livro, “Um Sopro de Neve e Cinzas”. O novo ano começa exatamente onde o último parou, com Claire sendo acusada do assassinato da aprendiz de medicina Malva. Se considerada culpada, poderá ser enforcada. Jamie, por outro lado, tenta salvá-la com a ajuda de Ian, após ser resgatado da deportação por seu sobrinho. No trailer, eles são chamados para a linha de frente do exército, enquanto Claire é mostrada com a corda no pescoço. A 7ª temporada de “Outlander” terá um total de 16 episódios. Em janeiro, a Starz anunciou que a série foi renovação para uma 8ª e última temporada com 10 episódios. Junto a renovação, a emissora também revelou a produção da série derivada “Outlander: Blood of My Blood”, um prólogo de 10 episódios focado no romance entre Ellen MacKenzie (Anita Hegh) e Brian Fraser (Andrew Whipp), que são os pais de Jamie Fraser. Dividida em duas partes, a primeira leva de episódios da 7ª temporada estreia em 16 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, as seis temporadas de “Outlander” estão disponíveis na Netflix.

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    Fox renova série criticada pelo PETA: “Sopa repugnante de exploração animal”

    10 de maio de 2023 /

    A emissora norte-americana Fox anunciou a renovação da comédia “Animal Control” para uma 2ª temporada. Criada por Bob Fisher (“Família do Bagulho”), Rob Greenberg (“Overboard”) e Dan Sterling (“Casal Improvável”), a trama acompanha um grupo de trabalhadores de controle de animais, que lidam com as preocupações com o mundo animal e com a vida humana. A série é estrelada por Joel McHale, conhecido pelo papel de Jeff Winger na sitcom “Community” (2009). Na trama, McHale interpreta Frank Shaw, um oficial de controle de animais excêntrico e obstinado. Sendo um ex-policial, Frank tentou expor a corrupção em seu departamento, mas seus esforços o demitiram. Embora carregue uma personalidade cínica e mal-humorada, ele tem um talento surpreende para entender os animais. “Estamos emocionados por nossos espectadores terem gostado de ‘Animal Control’ tanto quanto nós”, disse Michael Thorn, da Fox Entertainment. “O elenco incrivelmente talentoso, liderado por Joel McHale, junto com nossa equipe criativa, Bob Fisher, Rob Greenberg, Dan Sterling e Tad Quill – para não mencionar um zoológico de atores com métodos de animais selvagens – entregaram uma série hilária que é afiada, espirituosa e calorosa, semana após semana”. Em fevereiro, a série recebeu duras críticas da organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais, na sigla em inglês). O grupo de direitos dos animais divulgou uma declaração criticando a série por supostamente explorar animais. Nos primeiros episódios, a produção já apresentou avestruzes, cachorros, furão e um urso vivos. “‘Animal Control’ é uma sopa repugnante de exploração animal que fez a PETA questionar se Joel McHale está vivendo sob uma rocha”, disse a diretora de bem-estar dos animais em cativeiro da organização, Debbie Metzler. “Ele não sabe ou não se importa que seja 2023 e que CGI, VFX e outras formas humanas de tecnologia devam ser usadas, em vez de arrastar animais maltratados para a TV e os sets de filmagem”. “Animal Control” também é estrelada por Michael Rowland, Vella Lovell, Ravi Patel, Grace Palmer, Alvina August, Kelli Ogmundson e Gerry Dee. A série é uma produção da Fox Entertainment Studios e ainda não possui exibição no Brasil.

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    Aguinaldo Silva produzirá série luso-brasileira sobre romance gay do século 17

    10 de maio de 2023 /

    O dramaturgo vencedor do Emmy Aguinaldo Silva (“Império”) supervisionará a série luso-brasileira “Land of Shadows”, baseada em seu livro, “No País das Sombras”, de 1982. O drama fala sobre o romance gay proibido entre dois soldados no século 17. A história é ambientada em Olinda, no Brasil, durante a Capitania de Pernambuco entre 1604 e 1605. O enredo pretende mostrar como a igualdade dos soldados os colocava contra o Santo Ofício da Inquisição de Portugal. A trama ainda vai abordar abusos contra mulheres, perseguição a Novos Cristãos e também o romance entre a esposa de um fazendeiro e um de seus escravos. Aguinaldo Silva, que atualmente vive em Portugal, atuará como produtor executivo na série, em seu primeiro trabalho após três anos afastado da Globo. A atração será dirigida por Pedro Vasconcelos (também de “Império”) e roteirizada por Luiz Felipe Petruccelli (“Gosto de Fel”). Os nomes do elenco ainda não foram revelados, mas devem incluir apenas atores brasileiros e portugueses, apesar de ser falada 100% em inglês. Conforme o site americano Deadline, cerca de 70% das gravações serão realizadas em Portugal e o restante acontecerá no Brasil. O produtor de “Land of Shadows”, Guto Colunga (“O Astro”), afirmou ao site que a série será construída para deixar o público emocionado. “Procuramos envolver o amor entre nossos protagonistas em um cenário lírico que desperte no público o mesmo nível de empatia que qualquer história protagonizada por um casal heterossexual”, afirmou. Guto, que fundou a produtora Diosual Entertainment, afirmou querer que os espectadores sintam a mesma intensidade de “Romeu e Julieta”. Por enquanto, “Land of Shadows” não possui canal/plataforma definido nem previsão de estreia.

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    Netflix lança trailer de documentário sobre Arnold Schwarzenegger

    10 de maio de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Arnold”, série documental sobre o ator Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”). Com três episódios, a produção narra o sucesso do ícone de ação no fisiculturismo, sua ascensão nas bilheterias de Hollywood e sua carreira política como governador da Califórnia. “Haverá problemas e problemas, mas quero fazer as coisas que todo mundo chama de impossível”, diz Schwarzenegger em uma das cenas da prévia, que mostra as várias atividades do astro e também detalhes sobre a sua vida pessoal. O projeto conta com a direção de Lesley Chilcott (“Watson”) e produção executiva de Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Além disso, o astro está prestes a protagonizar, na mesma Netflix, a comédia de ação “Fubar”, que estreia em 25 de maio. “Arnold” chega ao streaming em 7 de junho.

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    Reboot de “Matlock” e spin-off de “The Good Wife” ganham primeiros trailers

    10 de maio de 2023 /

    A rede americana de televisão CBS divulgou os primeiros trailers de “Matlock” e “Elsbeth”, novas séries de sua programação da temporada que começa no outono norte-americano (nossa primavera). “Matlock” é um reboot da série clássica de mesmo nome, que foi sucesso nos anos 1980. A nova versão foi criada por Jennie Snyder Urman (“Jane the Virgin”) e, como aconteceu com “The Equalizer”, vai trocar o sexo do protagonista. A atração acompanhará Madeline Matlock (vivida por Kathy Bates, de “American Horror Story”), uma advogada septuagenária que retorna à ativa para expor casos de corrupção. Além de estrelar, Bates também vai produzir a atração. A série original foi estrelada por Andy Griffith e durou nove temporadas, exibidas entre 1986 e 1995. “Elsbeth” é um novo spin-off de “The Good Wife” centrado na personagem Elsbeth Tascioni, interpretada por Carrie Preston. Criada por Robert e Michelle King (mesmos criadores de “The Good Wife”), a produção vai acompanhar a advogada inteligente e não convencional que, após uma carreira de sucesso em Chicago, se muda para Nova York e ajuda a polícia a capturar criminosos. A atração é o segundo spin-off de “The Good Wife”, que também rendeu “The Good Fight”, centrada na advogada Diane Lockhart (vivida por Christine Baranski) e encerrada no ano passado após seis temporadas. Devido à greve de roteiristas, o número de episódios das atrações ainda não foi especificado. As estreias vão acontecer durante a temporada 2023-2024.

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    Tom Holland é principal suspeito de tiroteio no trailer de “Entre Estranhos”

    10 de maio de 2023 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer oficial de “Entre Estranhos” (The Crowded Room), série estrelada por Tom Holland (“Homem-aranha: Sem Volta pra Casa”) e Amanda Seyfried (“The Dropout”). A atração criada por Akiva Goldsman (roteirista vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”) tem formato de antologia e irá explorar histórias verdadeiras e inspiradoras de pessoas que enfrentam doenças mentais. A 1ª temporada é baseada no caso de Billy Milligan, que foi a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa do Transtorno de Personalidades Múltiplas (atualmente chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade), embora os nomes e outros detalhes tenham sido alterados. Na prévia, o personagem de Tom Holland é o principal suspeito de um tiroteio, mas acredita ser inocente e demonstra não saber o que está acontecendo. Ao mesmo tempo, investigadores começam a identificar outras potenciais vítimas e desconfiar ainda mais do protagonista. O personagem de Holland é Danny Sullivan, um homem preso após seu envolvimento em um tiroteio na cidade de Nova York em 1979, que não lembra do que aconteceu. Os episódios são narrados por meio de entrevistas feitas pela interrogadora Rya Goodwin (Seyfried), que revelam elementos do passado misterioso que moldou Sullivan e as reviravoltas que afetaram sua vida. O elenco também inclui Emmy Rossum (“Shameless”), Sasha Lane (“Loki”), Will Chase (“Dopesick”), Lior Raz (“Fauda”), Henry Zaga (“Depois do Universo”) e Thomas Sadoski (“Irmãos de Honra”). Além de estrelar, Holland é um dos produtores da atração, por meio de sua empresa EMJAG Productions, junto com Goldsman, a produtora New Regency e o recém-lançado estúdio da Apple – que, assim como seus concorrentes, decidiu ter uma participação acionária em seu conteúdo original. Holland contou à revista Entertainment Weekly que ficou tão envolvido com o personagem que, após nove meses de filmagem, achou difícil distinguir entre ele mesmo e Danny Sullivan. “Eu estava me vendo nele, mas na minha vida pessoal”, disse Holland à revista. “Lembro de ter tido uma certa crise em casa e pensar, tipo, ‘Vou raspar minha cabeça. Preciso raspar minha cabeça porque preciso me livrar desse personagem’. E, obviamente, estávamos no meio das filmagens, então decidi não fazer isso… Foi diferente de qualquer coisa que já experimentei antes”, completou. A estreia está marcada para 9 de junho, quando serão lançados os três primeiros episódios. O restante estreará semanalmente no streaming.

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