“Invasão Secreta” chega ao fim como pior série do Marvel Studios
“Invasão Secreta” concluiu sua temporada curta de seis episódios nesta quarta (26/10) sob forte rejeição da crítica, com a nota do capítulo final despencando para somente 13% de aprovação no Rotten Tomatoes. Com isso, a atração da Disney+ terminou com aprovação média de 58%, consolidando-se como a pior série do Marvel Studios na opinião da crítica dos EUA. Marvel Studios x Marvel Television Vale lembrar que o Marvel Studios, originalmente uma divisão cinematográfica, assumiu a produção das séries após o fiasco de “Inumanos”, avaliada com apenas 11% no Rotten Tomatoes em 2017. Equívocos de programação levaram à dissolução da divisão televisiva, Marvel Television, e concentraram poder nas mãos de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. O processo de mudança começou com o cancelamento das séries da Netflix, como “Demolidor” e “Jessica Jones”, avançou sobre “Manto & Adaga” e “Fugitivos da Marvel”, e interrompeu “Helstrom” de forma precoce, após a temporada inaugural. Fora o equívoco de “Inumanos” e a 1ª temporada de “Punho de Ferro”, todas as séries canceladas com a desculpa de ajuste de qualidade tiveram aprovação crítica maior que “Invasão Secreta”. Os problemas de “Invasão Secreta” A trama de “Invasão Secreta” girava em torno dos skrulls, alienígenas metamorfos que se disfarçam de humanos e planejavam causar uma crise mundial, por meio de infiltração nas mais altas esferas dos governos. A ação era combinada com atos terroristas para abalar a confiança entre os países, e envolvia deixar a humanidade se destruir para assumir o controle do planeta. A produção foi estrelada por Samuel L. Jackson como Nick Fury e tem conexões com o próximo grande lançamento da Marvel, “As Marvels”. No entanto, uma das críticas sofridas pela série foi não saber exatamente o que pretende ser, com alguns argumentando que a estratégia de crossover da Marvel entre o Disney+ e seus filmes pode ter atingido o limite. Muitos também reclamaram da falta de importância dada a personagens interpretados por astros premiados, como Olivia Colman (vencedora do Oscar por “A Favorita”) e Ben Mendelsohn (“Rogue One”), além da forma como a trama tratou a personagem Maria Hill, vivida por Cobie Smulders desde “Os Vingadores” em 2012. O caso de Emilia Clarke Emilia Clarke, que gerou expectativa ao voltar às séries após “Game of Thrones”, também fazia parte da lista de reclamações. Mas sua personagem, a skrull G’iah, acabou tendo um ato redentor no episódio final, no confronto que permitiu vingança contra o líder skrull Gravik, interpretado por Kingsley Ben-Adir – mesmo dividindo cenas como alguns dos piores efeitos visuais da Marvel. A reviravolta do episódio também reposicionou G’iah como a heroína mais poderosa do estúdio, indicando possíveis participações futuras em novos projetos. Apesar de alguns momentos de destaque, “Invasão Secreta” deixou pontas soltas, mostrou desleixo visual e foi considerada excessivamente lenta, num contraste com suas referências constantes aos Vingadores e, especialmente, à Capitã Marvel. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e dirigida por Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”.
Nova temporada de “Sintonia” estreia em 1º lugar na Netflix
A série brasileira “Sintonia” reafirmou sua popularidade com a estreia da 4ª temporada na terça-feira (25/7). O programa alcançou o topo do ranking das séries mais assistidas na Netflix no Brasil nesta quarta-feira (26/7), superando a sul-coreana “Sorriso Real”. O sucesso não é novidade para a produção. Criada por KondZilla e protagonizada por Jottapê, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas desde 2019, “Sintonia” detém o título de série brasileira mais assistida na Netflix. A produção já figurou por duas semanas no Top 10 global de séries de língua não inglesa da plataforma. A nova temporada traz músicas inéditas, personagens novos e mais ação. Além disso, a dupla Igão e Mítico, do “Podpah”, fazem uma aparição em um dos novos episódios. Em temporadas anteriores, “Sintonia” contou com participações de Kevinho, Alok, Mc Kekel, Dani Russo e Gabi Lopes. Trama da 4ª temporada A 4ª temporada começa no ponto tenso em que o terceiro ano foi interrompido, com o traficante Nando (Christian Malheiros) e os amigos em meio a um fogo cruzado entre policiais e criminosos. No tiroteio que se segue, o funkeiro Doni (Jottapêe) e o próprio Nando são baleados, para desesperado de Rita (Bruna Mascarenhas). Embora tenham sobrevivido, todos sofreram consequências. No caso de Nando, sua esposa é presa pela polícia. Já Doni tem a saúde e a carreira abaladas. Mas nem Rita escapa ilesa, sofrendo forte abalo psicológico, que muda sua visão da vida. O roteirista-chefe da 4ª temporada é Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). Confira o trailer abaixo.
Meryl Streep é suspeita de matar Paul Rudd no trailer de “Only Murders in the Building”
A plataforma Star+ divulgou o trailer da 3ª temporada de “Only Murders in the Building”, que destacam os reforços de peso de Paul Rudd (“Homem-Formiga”) e Meryl Streep (“A Dama de Ferro”). A série criada por Steve Martin e John Robert Hoffman, com produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”), traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que se deparam com um assassinato em seu prédio. O final da 2ª temporada encerrou o mistério original, mas também avançou no tempo para dar início a um novo “quem matou”, envolvendo o ator de uma peça – vivido por Paul Rudd. O falecido foi assassinado no palco de uma peça do personagem de Martin Short, o que envolve o trio no mistério e transforma todos os demais atores em suspeitos, inclusive uma atriz canastrona, interpretada por Meryl Streep. A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Os novos episódios estreiam em 8 de agosto.
Youtuber Core se revolta após ser citado em documentário sobre Massacre de Realengo
O youtuber Core, conhecido por seu conteúdo voltado para games, tornou-se um dos assuntos mais comentados nas redes sociais após ser citado na série documental “Massacre na Escola – A Tragédia das Meninas de Realengo”, da HBO Max, como influência para o crime. A menção ocorreu durante um depoimento do consultor educacional Ricardo Chagas, que também citou o game “Five Nights at Freddy’s”: “Core, o maior canal de conteúdo infantil, que não é infantil. E é um jogo que parece bobo, mas vem de um massacre e fizeram um joguinho que não é infantil, nunca foi infantil e ali é um prato cheio para aliciador”. Reação do Youtuber Core, que possui mais de 2,4 milhões de inscritos no YouTube, reagiu às declarações em suas redes sociais, indignado com a afirmação de que seu canal e de outros criadores são usados “como potenciais influências pro mal da sociedade e das crianças”. Ele ressaltou: “O meu canal não é pra crianças”. O youtuber também expressou sua preocupação com a repercussão do comentário feito na produção, afirmando: “Usaram o meu nome, meu trabalho, minha voz, sem meu consentimento, sem minha permissão, ainda me atribuindo como um causador de males absurdos como massacres, aliciamento de menores e assédio. Eu estou com medo do que podem fazer comigo e com a minha família”. Falsa relação entre crime e videogames O documentário, lançado no dia 9 de julho pela HBO Max, revisita o crime ocorrido em Realengo, no Rio de Janeiro, em 7 de abril de 2011, que resultou na morte de 12 alunos da Escola Municipal Tasso de Silveira e deixou outras 24 pessoas feridas. A produção tem causado polêmica por associar jogos como “Club Penguin” e “Five Nights at Freddy’s” ao massacre, além de citar nominalmente Core e utilizar trechos de seus vídeos para justificar como seu conteúdo seria perigoso. A controvérsia se intensifica quando se considera a linha do tempo. O canal de Core no YouTube foi criado em 2013, dois anos após o massacre de Realengo, que ocorreu em 2011. Além disso, o jogo “Five Nights at Freddy’s”, mencionado no documentário, foi lançado em 2014. Esses fatos levantam questionamentos sobre a correlação feita pelo documentário entre o conteúdo produzido por Core e o trágico evento. A ligação entre videogames e violência é uma controvérsia que perdura há anos. A comunidade gamer afirma que essa correlação é uma simplificação que ignora fatores mais complexos e significativos. Muitos se indignaram com o preconceito explícito do chamado especialista, que entre outras coisas disse no documentário que jogadores brasileiros são conhecidos internacionalmente por serem tóxicos, já que eles não “cumprem as missões nos games, atiram nos próprios amigos e roubam itens de outras pessoas”. Ricardo Chagas ainda ataca gamers em vários outros trechos, junto com imagens de “Call of Duty” e “Counter-Strike” para chocar. Diante da repercussão do documentário, ele fez uma live em que radicalizou, chamando influencers como Luccas Neto de “irrelevantes” e dizendo que eles usam o hype dos games para “destruir infâncias”. Contatada para apresentar um posicionamento sobre a situação, a HBO Max afirmou que está ciente da situação, mas não fará comentários.
Quentin Tarantino foi consultor informal da nova série “Justified: City Primeval”
O cineasta Quentin Tarantino, que é apaixonado pelo universo literário de Elmore Leonard, teve um papel não divulgado na produção da nova série “Justified: City Primeval”, continuação de “Justified”. A conexão entre Tarantino e a atração começou quando o diretor e o protagonista Timothy Olyphant expressaram interesse em adaptar “City Primeval”, durante as filmagens de “Era uma vez em… Hollywood” (2019). Nessas conversas, teve origem a ideia básica de a adaptação ser uma continuação de “Justified”, série baseada num conto de Leonard e estrelada por Olyphant, com a inclusão do personagem Raylan Givens na trama. A trama de “Justified: City Primeval” Vale notar que a presença de Raylan Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender o assassino de um juiz, apelidado de Oklahoma Wildman. Mas a produção televisiva trocou o protagonista, resgatando o delegado federal do Kentucky. No contexto da franquia televisiva, a atração reflete o desfecho da série original. Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan agora vive em Miami, um anacronismo ambulante que equilibra sua vida como delegado federal e pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho e seu chapéu está mais sujo, mas isso não parece tê-lo deixado menos rápido no gatilho. Até que um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes. O papel do vilão é desempenhado por Boyd Holbrook (“Logan”). Era uma vez… Tarantino Segundo Michael Dinner, diretor da série, a intenção inicial nunca foi envolver Tarantino. No entanto, quando a produção recebeu luz verde, a equipe pensou em convidá-lo para dirigir um dos oito episódios da série limitada. Dinner conta: “Dave [Andron] e eu realmente enviamos a ele o piloto ou os dois primeiros episódios, e ele adorou”. Tarantino acabou virando consultor, oferecendo notas para pelo menos os quatro primeiros episódios da série, especialmente os episódios três e quatro, pois topou dirigir o terceiro capítulo. No entanto, Tarantino teve que desistir de dirigir o episódio devido a um assunto pessoal. “Provavelmente cerca de duas semanas antes de começar a preparação, ele ligou e disse: ‘Olha, eu não posso fazer isso por alguns motivos particulares'”, lembrou Dinner. Apesar de sua saída, Tarantino continuou sendo um grande incentivador da série. Dinner afirma: “Ele certamente esteve no set em espírito. As pessoas que fizeram Elmore adoram fazer Elmore, e ele é uma dessas pessoas que entende completamente o trabalho de Elmore e o mundo de Elmore”. Para quem não lembra, Tarantino adaptou um livro do escritor no filme “Jackie Brown”, de 1997. A trama de “Justified: City Primeval” Vale notar que a presença de Raylan Givens é uma grande licença criativa em relação à trama original de Leonard, que foi publicado em 1980 – cerca de 13 anos antes da criação literária do protagonista de “Justified”. O livro “City Primeval” gira em torno de Raymond Cruz, um detetive de homicídios de Detroit, que tenta prender o assassino de um juiz, apelidado de Oklahoma Wildman. Mas a produção televisiva trocou o protagonista, resgatando o delegado federal do Kentucky. No contexto da franquia televisiva, a atração reflete o desfecho da série original. Tendo deixado o interior de Kentucky oito anos atrás, Raylan agora vive em Miami, um anacronismo ambulante que equilibra sua vida como delegado federal e pai de uma menina de 14 anos. Seu cabelo está mais grisalho e seu chapéu está mais sujo, mas isso não parece tê-lo deixado menos rápido no gatilho. Até que um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida acaba levando-o para Detroit, onde cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como Oklahoma Wildman, um criminoso violento e sociopata que já escorregou pelos dedos da polícia de Detroit antes. O papel do vilão é desempenhado por Boyd Holbrook (“Logan”). O futuro de “Justified” Quanto ao futuro da série, Dinner acredita que há uma terceira parte para a história de Raylan Givens. “Acho que há um terceiro capítulo, se o público se fizer presente para isso”, disse ele. Se o canal pago FX quiser fazer outra minissérie, Dinner acredita que tanto ele quanto Timothy Olyphant estariam dispostos a fazê-lo. “Justified: City Primeval” estreou em 18 de julho nos EUA e está atualmente sendo exibida às terças-feiras no FX. Ainda inédita no Brasil, a série deve chegar em breve pela plataforma Star+. Confira o trailer da atração.
Planeta Estranho: Trailer da animação explora absurdos do cotidiano
A Apple TV+ divulgou o trailer de sua nova série animada, “Planeta Estranho” (Strange Planet). A animação, baseada nos quadrinhos de Nathan W. Pyle, apresenta um olhar irônico e criativo sobre um lugar distante, que não é muito diferente do nosso. Um mundo de seres azuis Neste mundo divertido de rosa e roxo, agradáveis seres azuis mostram o absurdo de nossos hábitos cotidianos. Com dez episódios, a série explora situações do dia a dia, como interações em cafeterias, experiências de quase morte em aviões e a ingestão de “veneno suave” em bares, visando apontar até que ponto nos acostumamos com situações, sem considerar suas complexidades. Mais detalhes da produção A animação conta com um elenco de dublagem composto por Tunde Adebimpe (“O Casamento de Rachel”), Demi Adejuyigbe (“The Amber Ruffin Show”), Hannah Einbinder (“Hacks”), Lori Tan Chinn (“Awkwafina Is Nora From Queens”) e Danny Pudi (“Community”). Além de Dan Harmon e o autor dos quadrinhos, a lista de produtores inclui Alex Bulkley (“Pinóquio por Guillermo del Toro”), Lauren Pomerantz (“Saturday Night Live”), Amalia Levari (“O Segredo Além do Jardim”), Steve Levy (“Rick & Morty”) e Taylor Alexy Pyle, esposa e musa do cartunista. A série é uma produção conjunta do Apple Studios e ShadowMachine. Com estreia marcada para 9 de agosto, os episódios de “Planeta Estranho” serão lançados semanalmente, todas as quartas-feiras, até a conclusão da temporada em 27 de setembro.
“Virgin River” ganha fotos da 5ª temporada, datas de estreia e especiais de fim de ano
A Netflix divulgou as imagens da 5ª temporada da série “Virgin River” e anunciou que os episódios serão lançados em duas partes. A primeira parte, que inclui os primeiros 10 episódios da temporada, chegará à plataforma de streaming em 7 de setembro, enquanto a segunda, que contará com dois episódios especiais de fim de ano, será lançada em 30 de novembro. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson). Mas como essa novela tem que durar vários capítulos, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas, além de um grande elenco de apoio, com seus próprios dilemas. Novidades da temporada A 5ª temporada promete trazer novos relacionamentos surpreendentes, um rompimento chocante, um julgamento judicial difícil, uma despedida emocionante e um incêndio florestal que ameaça a cidade. Além disso, questões de maternidade levam Mel a tomar uma grande decisão sobre seu futuro na clínica, enquanto sua gravidez inesperadamente desperta uma conexão emocional com seu passado. Para provar ainda mais a si mesmo para Mel, Jack enfrentará algumas confrontações há muito esperadas – com seus próprios demônios e, claro, com Charmaine (Lauren Hammersley). Enquanto isso, à medida que as respectivas deficiências de Doc (Tim Matheson) e Hope (Annette O’Toole) colocam suas identidades em questão, o médico e a prefeita devem encontrar consolo em sua comunidade, em sua nova família jovem e um no outro. Além disso, Kandyse McClure (“Battlestar Galactica”) se junta ao elenco principal nesta temporada.
“Rainha Charlotte” vira 10ª série mais vista da Netflix em todos os tempos
A série “Rainha Charlotte” entrou na lista das 10 séries em inglês mais assistidas da Netflix em todos os tempos, com 80,3 milhões de visualizações até o momento. O prólogo de “Bridgerton” estreou em 4 de maio e acumulou 520 milhões de horas assistidas no Top 10 histórico da Netflix, substituindo “Bem-Vindos à Vizinhança” em 10º lugar. A ascensão de “Rainha Charlotte” só foi possível porque a Netflix ajustou suas métricas de audiência em junho, estendendo sua janela de medição de 28 dias para 91 dias. Isto deu à série tempo suficiente para entrar na lista das mais populares. Apesar disso, a quantidade de visualizações que a produção recebeu durante a semana de 17 a 23 de julho, que a impulsionou para essa posição, não é conhecida, já que a Netflix só divulga os números de audiência para os 10 programas mais assistidos a cada semana. A série não aparecia no Top 10 semanal desde junho. Outros destaques da semana Na relação semanal, a estreia da 3ª temporada do drama novelesco “Doces Magnólias” assumiu o 1º lugar, superando a 2ª temporada de “O Poder e a Lei”, líder da semana passada. A diferença, porém, é muito pequena, já que ambas estão com 4,6 milhões de visualizações no ranking. Muito próximo das duas, a parte 1 da 3ª temporada de “The Witcher” completa o pódio com 4,2 milhões de views. Entre os filmes, “Bird Box Barcelona” foi o título não inglês mais assistido da Netflix pela segunda semana consecutiva, com 19 milhões de visualizações, superando a audiência de todos os demais na plataforma entre os dias 17 e 23 de julho. Com menos impacto, a estreia de “Clonaram Tyrone!” entrou na lista dos filmes em inglês em 3º lugar, com 6,3 milhões de visualizações. A comédia sci-fi estrelada por John Boyega, Teyonah Parris e Jamie Foxx ficou atrás do documentário “Explorando o Desconhecido: Caverna de Ossos” (6,5 milhões) e a comédia “Meus Sogros Tão pro Crime” (12,1 milhões).
“High School Musical” confirma sexualidade de personagem da trilogia original
A sexualidade de Ryan Evans, um dos personagens mais queridos da franquia “High School Musical”, foi confirmada num novo teaser da 4ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”, série derivada da trilogia de filmes da Disney. Divulgada pela Disney+, a prévia mostra Ryan, interpretado por Lucas Grabeel, beijando outro homem (interpretado por Scott Hoying, da banda Pentatonix). A cena foi comemorada pelos fãs, que há muito tempo especulavam sobre a sexualidade do personagem. Um detalhe interessante é que, no momento da cena, Ryan diz: “Isto significa muito para mim”. Fora do armário da Disney, o personagem se torna um novo marco da representatividade. Reencontro do elenco original A 4ª temporada vai encerrar a série com participação do elenco dos filmes originais. O teaser divulgado mostra os atores de “High School Musical”, incluindo Corbin Bleu (o Chad), Monique Coleman (a Taylor) e o próprio Lucas Grabeel (o Ryan), cantando uma nova música juntos, diante dos atores da série, além de coadjuvantes adultos da trilogia. Na trama, os estudantes da East High School descobrem que a escola será usada com cenário das filmagens do aguardado “High School Musical 4”, com os atores da trilogia clássica. Mais que isso: os alunos são convidados a interpretar figurantes na produção. Para completar, o elenco da série estará preparando um musical final de formatura, que, por sua vez, será inspirado em “High School Musical 3: Ano da Formatura”. Mas este plano esbarra num problema: como a maioria dos alunos está envolvida com o novo filme, quase ninguém aparece para os ensaios. A 4ª temporada vai estrear em 9 de agosto. It’s time for the high school reunion we’ve all been waiting for… 😉 Here’s a sneak peek of the first episode of #HSMTMTS, streaming August 9 on #DisneyPlus! pic.twitter.com/wal7NFTP4H — Disney+ (@DisneyPlus) July 25, 2023
Heartstopper: Charlie e Nick viajam a Paris no trailer da 2ª temporada
A Netflix revelou o trailer completo da 2ª temporada de “Heartstopper”. A prévia mostra Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor) apaixonados no cenário mais romântico do mundo: Paris. O casal adolescente embarca rumo à França durante um passeio da escola com os colegas de aula. Mas embora tudo esteja ótimo entre eles, Nick segue relutando em se assumir gay para a família e pessoas próximas. A situação alimenta o drama dos novos episódios da série, que acompanha o romance do doce e inseguro Charlie e do popular jogador de rugby Nick, estudantes que se conhecem e se apaixonam no colégio. A série também conta com a participação da ganhadora do Oscar Olivia Colman (“A Favorita”), além dos novatos Yasmin Finney, William Gao, Sebastian Croft, Corinna Brown e Kizzy Edgell, que somam talento e hormônios adolescentes à trama. Origem da série Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAPN+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A adaptação é escrita pela própria Oseman e já foi renovada para uma 3ª temporada mesmo antes da estreia do segundo ano – que está marcada para 2 de agosto.
Esquete do Porta dos Fundos antecipa nova série em parceria com Prime Video
O grupo humorístico Porta dos Fundos divulgou na segunda-feira (24/7) uma esquete que dá aos espectadores um vislumbre do universo da nova série “Novela”. A produção co-produzida pelo Porta dos Fundos e Prime Video estreia no dia 28 de julho. Na esquete, que leva o mesmo nome da série, Pedro Ottoni (“A Sogra que te Pariu”) interpreta o líder de um grupo de apoio que recebe uma nova integrante, Isabel, vivida por Monica Iozzi (“Turma da Mônica: Lições”). Isabel relata estar presa dentro de uma novela e, ao ser apresentada ao restante do grupo, descobre que não está sozinha nessa situação. Entre os membros estão Vincenzo, interpretado por Fábio de Luca (“Eleita”), preso em uma novela de descendentes italianos, uma personagem presa no papel de uma vilã, um homem misterioso em coma e uma figurante de novela de época das 18h, entre outros. A série “Novela” Em “Novela”, os espectadores acompanharão o drama cômico de Isabel, uma roteirista que luta para se tornar autora de uma novela das 21h. Ela dedicou sua vida inteira a este sonho, mas quando a oportunidade enfim chega, é traída pelo seu mentor, Lauro Valente (Miguel Falabella), que rouba sua história para emplacar um novo sucesso. No meio dessa confusão, Isabel acaba entrando magicamente na produção televisiva, não como atriz, mas como personagem principal, vendo-se presa no mundo da teledramaturgia e seus clichês. Graças a esse recurso mágico, Isabel passa a enfrentar suas dificuldades afetivas, pondo à prova sua crença de que só é possível ser feliz sozinha – especialmente após formar par com Marcello Antony (“Pequeno Segredo”) no romance do folhetim. Ao mesmo tempo, Valente se desespera ao ver sua novela ganhar rumos inesperados com a presença invasiva de Isabel. O elenco também conta com Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça”), Suzy Rêgo (“Juacas”), Yara de Novaes (“Depois a Louca Sou Eu”), Tarcísio Filho (“Verdades Secretas”), Maria Bopp (“Me Chama de Bruna”), Pedro Ottoni (“Pai em Dobro”), Ary França (“Uma Quase Dupla”), Caio Menck (“01.09”), Leandro Villa (“Fim de Festa”), Elisa Pinheiro (“Quem Vai Ficar com Mário?”) e Luana Xavier (“A Vida Invisível”). Produção do Porta dos Fundos O projeto foi criado por Gabriel Esteves (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) e Valentina Castello Branco (“Me Chama de Bruna”), e realizado pelo grupo/empresa de humor Porta dos Fundos, com as executivas Tereza Gonzalez (“A Primeira Tentação de Cristo”) e Fernanda Neves (pelo Porta dos Fundos) à frente da produção. A equipe criativa também conta com os diretores Gigi Soares (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou”) e Renata Pinheiro (“Amor, Plástico e Barulho”).
O Negociador: Série com Malvino Salvador lidera visualizações no Prime Video
A série “O Negociador”, estrelada por Malvino Salvador e Bárbara Reis, alcançou o topo das visualizações no Prime Video, conforme relatório divulgado pela Amazon. A produção, que estreou em 22 de julho, se tornou a mais assistida na plataforma de streaming no Brasil. A Amazon não forneceu números para respaldar o desempenho, mas acrescenta que a série figura entre as 10 mais assistidas em 11 países da América Latina, como Uruguai, Venezuela e Argentina. Apelo de série e novela “O Negociador” é uma produção que, apesar de se apresentar como um thriller psicológico, tem características marcantes de novela. Salvador interpreta o capitão Gabriel Menck, especialista em resolver operações complexas por meio da negociação não violenta e do diálogo. Ele integra o GATE (Grupo de Ações Táticas da Polícia Militar do Estado de São Paulo) e retorna ao trabalho após um período de licença devido à morte de sua esposa. Passada em São Paulo, a produção apresenta novos casos a cada episódio, mas também se aprofunda na vida pessoal de Menck, um drama digno de novela e de clichês policiais, como o profissional viciado em trabalho que deixa a família em segundo plano e ainda enfrenta a corrupção na corporação. Os episódios lidam com as crises pessoais do protagonista e o trabalho intenso de sua equipe policial no enfrentamento de assalto a bancos, sequestros passionais, suicidas armados, ameaças terroristas e rebeliões em presídios – casos geralmente imprevisíveis. Entre os roteiristas, estão nomes como Thomas Stavros e José Guertzenstein (que trabalharam juntos nos roteiros de “1 Contra Todos” e “Polícia Federal: A Lei É para Todos”) e Gabriela Giffoni (de “Impuros”), e a direção é assinada por Bel Valiante (“Temporada de Verão”) A onipresença de Bárbara Reis O elenco de “O Negociador” também destaca Bárbara Reis, que está no ar simultaneamente na Globo como a personagem Aline na novela “Terra e Paixão”. Na série, ela vive Chacur, major do GATE e especialista em gerenciamento de crise, que trabalha com o traumatizado capitão Menck. A atriz, que também atuou em “Sob Pressão” e brilhou como a vilã Débora em “Todas as Flores”, da Globoplay, assumiu estar acabada com tantos projetos praticamente simultâneos. “Estou sem férias, estou cansada, mas acho que o momento é esse mesmo, a gente pega no rabo do cometa e vai embora, porque eu acredito que é o momento”, disse ela à revista Veja. Confira o trailer da atração.
Uzumaki: Veja cena da adaptação do mangá clássico de terror
O Adult Swim divulgou uma cena longa da aguardada adaptação do mangá clássico de Junji Ito, “Uzumaki”. A prévia mostra como a adaptação preserva o estilo do mangá, que é uma obra-prima de terror, apresentando artes em preto e branco. A cena apresenta a cidade horripilante de Kurouzu-cho. A história começa com Shuichi Saito revelando à sua namorada, Kirie Goshima, os eventos bizarros que ocorrem no local e implorando para que ela o acompanhe para longe dali. “Você não percebe isso? Os remoinhos estão sempre aparecendo no riacho. Até o vento está sendo afetado. Ultimamente, esses remoinhos são uma constante. Acho que essa cidade está fazendo algo com meu pai”, ele diz, antes de revelar o comportamento bizarro do pai. A maldição espiralada “Uzumaki” é uma narrativa que gira em torno de Kirie, uma estudante do ensino médio que mora em Kurouzu-cho, uma cidade costeira japonesa. Kirie e seu namorado Shuichi se deparam com uma maldição espiralada assombrando a cidade, afetando fisicamente e mentalmente seus habitantes, enquanto alimenta uma obsessão em massa por espirais. Jason DeMarco, diretor criativo do Adult Swim, compartilhou sua empolgação sobre a oportunidade de adaptar uma das obras mais icônicas de Junji Ito e a importância de reunir uma equipe de criadores dedicados para preservar a essência do clássico. Em suas palavras: “Como um grande fã de Junji Ito, estou emocionado por poder lidar com uma de suas obras mais marcantes, com uma equipe de criadores incríveis que são igualmente dedicados a fazer justiça a este trabalho monumental de mangá de terror”. Adaptações Além do mangá, “Uzumaki” também se destacou em outras formas de mídia. Foi adaptado em dois videogames e inspirou um filme live-action dirigido por Higunchinsky em 2000. A notícia de que “Uzumaki” finalmente seria transformado em anime causou rebuliço na Crunchyroll Expo de 2019. As equipes dos estúdios Drive e Akatsuki se uniram nesse projeto, com suporte da Production IG USA e da Williams Street, da Adult Swim. A direção ficou a cargo de Hiroshi Nagahama, conhecido por obras como “Mushishi”, “Detroit Metal City” e “The Flowers of Evil”, enquanto a trilha sonora aterrorizante foi composta por Colin Stetson, responsável pela trilha do terror “Hereditário”.












