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    Marília Pêra (1943 – 2015)

    6 de dezembro de 2015 /

    Morreu a atriz Marília Pêra, que marcou a história do teatro, TV e cinema brasileiros, estrelando obras-primas como “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1981) e “Central do Brasil” (1998), além de coreografar e dirigir diversos espetáculos. Ela sofria de câncer nos ossos e no pulmão, doença que vinha combatendo havia dois anos, vindo a falecer no sábado (5/12), aos 72 anos. Marília Marzullo Pêra nasceu no Rio de Janeiro em 22 de janeiro de 1943, com o teatro no DNA. Ela faz sua estreia como atriz aos 19 dias de vida, numa peça que precisava de um bebê. Seu pai, o português Manoel Pêra, era ator e tinha uma companhia teatral no Rio. A mãe, Dinorah Marzullo, também era atriz. A avó, Antonia Marzullo, fez vários papéis no cinema. E até sua irmã mais nova, Sandra Pêra, seguiu o rumo dos palcos. Aos 4 anos, Marília já fazia parte da companhia teatral de Henriette Morineau, atuando, entre outras, na peça “Medeia”, em que interpretou umas das filhas do personagem principal. Ela se profissionalizou ainda na adolescência, estudando música e dança para participar de espetáculos de revista a partir dos 14 anos. Ao entrar na peça “De Cabral a JK”, de Max Nunes, conheceu o ator Paulo Graça Mello, com quem se casou aos 16 anos. Aos 18, teve o primeiro filho, aos 26 tornou-se viúva – posteriormente, casou-se mais três vezes, com o ator Paulo Villaça, o jornalista Nelson Motta, com quem teve duas filhas, e o economista Bruno Faria. E nada impediu o crescimento de sua carreira. Dois anos depois de dar a luz ao futuro ator Ricardo Graça Mello, atuou em “O Teu Cabelo Não Nega” (1963), biografia de Lamartine Babo, interpretando pela primeira vez Carmen Miranda, papel que a acompanharia por diferentes espetáculos – o mais recente, de 2005. E ela ainda pôde se gabar de ter vencido uma disputa com Elis Regina pelo papel principal no musical “Como Vencer na Vida sem Fazer Força”, em 1964. O teatro acabou ficando em segundo plano quando a TV a descobriu. Marília foi contratada como bailarina na inauguração da TV Globo, em 1965, mas em poucos meses se viu estrelando telenovelas. Sua estreia aconteceu na primeira novela das 19h da emissora, “Rosinha do Sobrado”, em agosto de 1965, já como protagonista, seguida imediatamente pelo papel-título de “A Moreninha” (1965). Bastaram estes dois papeis para ela atingir o estrelato, vendo-se disputada e aceitando participar de duas novelas simultâneas, “Padre Tião”, no horário das 19h, e “Um Rosto de Mulher”, às 22h, ambas exibidas a partir de dezembro de 1965. A maratona se provou exaustiva e ela só foi reaparecer três anos depois na principal novela da década, “Beto Rockfeller” (1968), na TV Tupi. Na trama, viveu uma das coadjuvantes das trapalhadas de Luís Gustavo, intérprete do playboy farsante do título, ajudando o humor corrosivo do escritor Bráulio Pedroso a revolucionar o gênero. Marília permaneceu na Tupi para protagonizar a novela seguinte, “Super Plá” (1969), como uma ex-vedete de teatro que se tornava dona de uma fábrica de refrigerantes. Paralelamente, estreou no cinema, com a comédia “O Homem que Comprou o Mundo” (1968), de Eduardo Coutinho, seguida pelo musical “É Simonal” (1970), de Domingos de Oliveira. Mas a ênfase permaneceu em sua carreira teatral, que a levou a encenar “Se Correr o Bicho Pega”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, “A Megera Domada”, de William Shakespeare, e “Roda Viva”, de Chico Buarque, pela qual passou a ser perseguida pela ditadura. Foi presa durante a apresentação da peça e, em seguida, teve a casa invadida pela polícia, em busca de provas de sua subversão comunista. Ironicamente, em 1989, ao declarar voto em Fernando Collor para a presidência da república, foi vítima dos tais comunistas com quem tinha sido confundida, que apedrejaram a porta do teatro onde ela se apresentava. Suas manifestações artísticas, em contraste, logo se tornaram unanimidades. O primeiro de seus três prêmios Molière veio em 1969, por seu desempenho como uma virgem solteirona em “Fala Baixo Senão Eu Grito”, de Leilah Assumpção – os outros foram vencidos pelo monólogo “Apareceu a Margarida” (1973), de Roberto Athayde, e “Brincando em Cima Daquilo” (1984), de Dario Fo e Franca Rame. Ela voltou à Globo em 1971, a convite do diretor Daniel Filho, para viver um de seus papeis mais divertidos, a loiraça Shirley Sexy em “O Cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, interpretou a taxista Noeli em “Bandeira 2” (1971), romântica atrapalhada Serafina de “Uma Rosa com Amor” (1972) e a “Supermanoela” (1974), até decidir priorizar o cinema. Sua filmografia ganhou impulso a partir de meados dos anos 1970. Após a comédia “O Donzelo” (1974) e o drama “Ana, a Libertina” (1975), Marília irrompeu em seu primeiro grande papel cinematográfico, a cantora de cabaré de “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, com quem voltaria a trabalhar no longa mais famoso de sua carreira, “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1981). No filme sobre menores infratores, ela vivia uma prostituta que servia de figura materna para o jovem Pixote. A cena em que amamenta o adolescente tornou-se uma das mais emblemáticas do cinema brasileiro e lhe rendeu projeção internacional. Pelo papel, Marília foi eleita Melhor Atriz do ano pela Associação Nacional dos Críticos de Cinema dos EUA. “Isso me abriu as portas do mundo, mas não fui trabalhar nos EUA porque não dominava o inglês”, contava. Porém, ela fez sim um filme americano, “Mixed Blood” (1984), dirigida pelo cineasta underground Paul Morrissey (“Trash”). A língua acabou não sendo uma dificuldade, pois a trama girava em torno de traficantes brasileiros em Manhattan. Anos mais tarde ainda voltaria aos EUA para rodar o trash “Living the Dream” (2006), estrelado por Danny Trejo (“Machete”). O maior reconhecimento, porém, veio mesmo do Brasil, com novos papeis importantes. Marília foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Gramado por seus dois longas seguintes, “Bar Esperança” (1983), homenagem de Hugo Carvana à boemia, e “Anjos da Noite” (1987), de Wilson Barros. Ao mesmo tempo, acumulou ainda mais reverências no teatro, vencendo seu terceiro Molière e se transformando numa diretora bem-sucedida com a montagem de “O Mistério de Irma Vap” (1987), que ficou 11 anos em cartaz. Tudo isso a manteve afastada das novelas por mais de uma década, só voltando ao gênero em 1987, como a Rafaela de “Brega & Chique”. Ela também viveu a vilã Juliana, na minissérie “O Primo Basílio” (1988), e Genu na novela “Lua Cheia de Amor” (1990), antes de reorganizar sua agenda com outras prioridades. Marília voltou a ter projeção internacional ao ser dirigida por Cacá Diegues. Primeiro, em “Dias Melhores Virão” (1990), pelo qual venceu o troféu de Melhor Atriz no Festival de Cartagena, na Espanha. E, depois, com “Tieta do Agreste” (1996), que lhe trouxe o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Havana, em Cuba. A década ainda incluiu mais dois filmes marcantes: “Central do Brasil” (1998), grande clássico de Walter Salles, e “O Viajante” (1999), de Paulo César Saraceni, que lhe rendeu indicação ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (o Oscar nacional). Ocupada com cinema e teatro, Marília diminuiu sua presença na TV, preferindo fazer minisséries, como “Incidente em Antares” (1994), “Os Maias” (2001) e “JK” (2006), embora tenha encaixado a novela “Meu Bem Querer” na Globo em 1998. A esta altura, porém, estava tão famosa que podia se dar ao luxo de fazer participação especial como si mesma nas novelas – em “Celebridade” (2003) e “Insensato Coração” (2011). Sua filmografia continuou interessante no século 21. Ela viveu o papel-título de “Amélia”, a camareira de Sarah Bernhardt, durante a visita da célebre atriz francesa ao Brasil em 1905, com direção de Ana Carolina. Também participou de “Seja o Que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles, viveu a cantora Wanderléa na cinebiografia “Garrincha – Estrela Solitária” (2003), de Milton Alencar, a madame de um bordel em “Vestido de Noiva” (2006), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por seu filho Joffre, e voltou a encontrar seu primeiro diretor, Eduardo Coutinho, no premiado documentário “Jogo de Cena” (2007). Ao retornar às novelas, encaixou uma sequência de papeis divertidos, inciada pela hilária hippie Janis Doidona em “Começar de Novo” (2004), retomando a cumplicidade cômica com Luis Gustavo. Foi ainda a perua falida Milu de “Cobras & Lagartos” (2006) e a dama Gioconda de “Duas Caras” (2008). A facilidade para o humor acabou explorada também em filmes como “Acredite, um Espírito Baixou em Mim” (2006), “Polaróides Urbanas” (2008) e “Embarque Imediato” (2009), além de lhe render uma nova carreira como comediante televisiva. As séries cômicas lhe permitiram aprofundar sua parceria com o ator, escritor e diretor Miguel Falabella, que a filmou em “Polaróides Urbanas”. Na Globo, os dois trabalharam juntos em “A Vida Alheia” (2010), na novela “Aquele Beijo” (2011) e em “Pé na Cova” (2013), seu último papel na TV, no qual viveu a mulher de Falabella. Marília continuou interpretando papeis importantes no teatro, vencendo o prêmio Shell por sua atuação em “Mademoiselle Chanel” em 2006. Em 2013, ainda estrelou “Alô, Dolly!”, ao lado do parceiro Falabella. Mas, apesar dos muitos prêmios conquistados, sua homenagem mais singela aconteceu no Carnaval de 2014, quando foi tema do desfile da escola de samba Mocidade Alegre, em São Paulo, com o samba-enredo “Nos Palcos da Vida… Uma Vida no Palco: Marília”. Mesmo com a saúde debilitada, ela dedicou seus últimos esforços ao trabalho, narrando o documentário “Chico – Artista Brasileiro” (2015), sobre Chico Buarque, e dirigindo a peça “Depois do Amor”, cuja estreia estava marcada justamente para o dia de sua morte, em Manaus. Ela também deixou gravado um disco com canções de amor de Tom Jobim, Dolores Duran e outros mestres da MPB, e continuará presente ao longo em 2016 em outros trabalhos finalizados, que incluem uma participação na nova série comédia “Tô Ryca”, que estreia em janeiro, no filme “Dona do Paraíso”, de José João Silva, ainda sem previsão de lançamento, e numa temporada inteira de “Pé na Cova”. “Certas pessoas são escolas, ela era uma escola de vida, uma profissional que deu um padrão para a nossa maneira de representar e colocou o país em outro departamento. Uma profissional genial”, definiu, emocionado, o ator Ney Latorraca, que Marília dirigiu por mais de uma década na peça “O Mistério de Irma Vap”. “Uma mestra”, ecoou o cineasta Cacá Diegues.

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    Série Arrow registra maior audiência do ano no crossover com The Flash

    5 de dezembro de 2015 /

    O crossover das séries “The Flash” e “Arrow” não rendeu muita variação de audiência para a primeira, mas registrou o maior público da série do Arqueiro Verde em um ano. Intitulado “Legends of Yesterday”, o episódio foi assistido por 3,6 milhões de espectadores na quarta-feira (2/12) nos EUA, tornando-se a maior audiência da 4ª temporada de “Arrow”. A última vez que a série do super-herói arqueiro teve uma audiência tão alta foi durante o primeiro crossover com “The Flash”, assistido por 3,9 milhões de espectadores. Os episódios especiais também introduziram dois novos heróis, Gavião Negro e Mulher Gavião, além do vilão Vandal Savage. Os três retornarão em janeiro como parte do elenco da nova série de super-heróis do canal americano CW, “Legends of Tomorrow” Na próxima semana, serão exibidos os últimos episódios do ano de “The Flash” e “Arrow”.

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    Tarantino planeja fazer seu terceiro western como minissérie

    4 de dezembro de 2015 /

    O diretor Quentin Tarantino revelou seus planos para depois da estreia de “Os Oito Odiados”, seu segundo western no cinema, seguindo o sucesso de “Django Livre” (2012). Ele pretende continuar no gênero, mas está considerando transformar o projeto numa minissérie, contou ao site francês Premiére. Trata-se da adaptação do livro “Forty Lashes Less One”, do escritor Elmore Leonard (1925-2013), originalmente publicado em 1972. Ele adquiriu os direitos da obra ainda nos anos 1990, logo após o sucesso de “Pulp Fiction” (1994), junto com outros quatro títulos de Leonard, mas apenas um foi transposto para as telas: “Jackie Brown” (1997). “Sempre demoro um pouco para pensar no futuro”, disse Tarantino, durante a entrevista. “Dito isso, detenho os direitos de um livro que queria adaptar há tempos, e agora pode ter chegado a hora. ‘Forty Lashes Less One’, de Leonard, que poderia ser meu terceiro western. O que mais gosto nele é que considero colocá-lo na TV, na forma de uma minissérie de 4 ou 6 horas”. O livro conta a história de dois renegados, Harold Jackson e Raymond San Carlos, um negro e um apache, que cumprem pena na prisão de Yuma. Eles se unem ao receber uma chance de liberdade em troca da captura dos cinco criminosos mais procurados do Arizona. Tarantino chegou a iniciar o roteiro do projeto em 2007, mas na época ainda pensava em transformá-lo em filme.

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    Girls: Trailer da 5ª temporada revela namorado novo e casamento

    3 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano HBO divulgou o trailer da 5ª temporada de “Girls”, série criada e estrelada por Lena Dunham. A prévia revela um pequeno salto no tempo, que resulta em grandes mudanças para as personagens, como o casamento de Marnie (Allison Williams). Outra curiosidade do vídeo é o pequeno espaço reservado para Adam Driver, a maior estrela a surgir do elenco, que aparece praticamente como figurante, enquanto Jake Lacy (“O Natal dos Coopers”) se destaca mais que as garotas, como o novo namorado de Hannah (Lena). Com dez episódios, a nova temporada tem estreia marcada para 21 de fevereiro.

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    Game of Thrones: Destino de Jon Snow é destaque no primeiro teaser da 6ª temporada

    3 de dezembro de 2015 /

    Dando sequência ao pôster dedicado a Jon Snow (Kit Harington), o canal pago HBO volta a destacar o personagem na divulgação do primeiro teaser da 6ª temporada de “Game of Thrones”. A prévia relembra várias cenas de mortes e violência, em especial a traição covarde sofrida pelo jovem herói da série. Mas abre e fecha com imagens inéditas de seu irmão, Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright), ausente de toda a temporada anterior. “Nós assistimos, nós ouvimos e nós lembramos. O passado já está escrito, a tinta está secando”, diz a voz do ator Max von Sydow, o Corvo de Três Olhos, a Bran, que, com olhos embranquecidos de transe, ainda retruca: “Eles não fazem ideia do que vai acontecer”. O teaser deve dar o que falar, já que os fãs apostam que Snow continua vivo ou que vai voltar à vida de alguma maneira. Uma das teorias para justificar seu retorno envolve justamente os poderes adquiridos por Bran em seu exílio no Norte, onde passou por aprendizado místico com o Corvo. Para saber o que realmente vai acontecer, será preciso esperar pelo menos até abril, quando está prevista a estreia da nova temporada – a primeira que será exibida sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.

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    Vinyl: Novo trailer da série de Mick Jagger e Martin Scorsese celebra o rock’n’roll dos anos 1970

    3 de dezembro de 2015 /

    O canal pago HBO divulgou o novo trailer legendado de “Vinyl”, série sobre a cena musical nova-iorquina dos anos 1970, produzida por Mick Jagger e Martin Scorsese. A prévia destaca Bobby Canavale (“Blue Jasmine”) na pele do dono de uma gravadora à beira da falência, mas também da descoberta de novos talentos, em meio à reconstrução febril do estilo de vida movido a sexo, drogas e rock’n’roll, entre uma coleção de ícones que definem as referências, da banda New York Dolls à Sly Stone. O elenco também inclui Olivia Wilde (“Rush: No Limite da Emoção”) como a modelo casada com o personagem de Canavale, Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) como seu braço direito, Juno Temple (“Killer Joe”) como uma caçadora de talentos e James Jagger (filho de Mick) como cantor de uma banda punk. Chamado originalmente de “History of Music”, o projeto surgiu como ideia de Mick Jagger, que pretendia transformá-lo num filme. O cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), que ficou amigo do cantor durante as filmagens do documentário “Shine a Light” (2008), sobre os Rolling Stones, gostou da ideia, mas achou que renderia melhor como série. Ele próprio dirigiu o piloto aprovado pela HBO, que foi roteirizado por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”). “Vinyl” tem estreia mundial marcada para 14 de fevereiro na HBO.

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    Comerciais de Shadowhunters revisitam a trama de Os Instrumentos Mortais

    3 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano Freeform (antigo ABC Family) divulgou dois novos comerciais de “Shadowhunters”, série de fantasia que adapta a franquia literária “Os Instrumentos Mortais”, de Cassandra Clare. A prévia revisita cenas vistas na adaptação cinematográfica “Os Instrumentos Mortais: Cidade de Ossos” (2013), acompanhando Clary Fray, uma jovem que descobre ser descendente dos caçadores de sombras, híbridos de anjos com seres humanos, que se dedicam a enfrentar as trevas. O elenco traz Katherine McNamara (série “Happyland”) como a intérprete de Clary Fray, Dominic Sherwood (“Academia dos Vampiros: O Beijo das Sombras”) como o caçador de sombras Jace Wayland, Alberto Rosende (visto em “Blue Bloods”) como Simon Lewis, Matthew Daddario (irmão da atriz Alexandra Daddario) como Alec Lightwood, Emeraude Toubia (finalista do reality de miss “Nuestra Belleza Latina”) como Isabelle Lightwood, Harry Shum Jr. (o Mike Chang da série “Glee”) como Magnus Bane e Isaiah Mustafa (visto na série “Nikita”) como Luke Garroway. A série “Shadowhunters” foi desenvolvida por Ed Decter (série “The Client List”) com produção do cineasta McG (“O Exterminador do Futuro – A Salvação”), que assina o episódio piloto. A estreia vai acontecer em 12 de janeiro nos EUA.

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    Pretty Little Liars voltam “mais velhas” nos trailers e na foto oficial da nova fase

    3 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano Freeform (ex-ABC Family) divulgou os primeiros trailers e a primeira imagem oficial (via revista Entertainment Weekly) da nova fase da série “Pretty Little Liars”, que será marcada por um grande salto temporal de cinco anos na narrativa. A foto mostra as jovens protagonistas bem vestidas, ao lado de um carro parado à beira da estrada. Há quem considere que a terra jogada sobre o asfalto, sob os saltos das mocinhas, seja uma pista, indicando que mais um corpo será (des)enterrado. Já os vídeos mostram que o tempo passou, mas algumas coisas permanecem inalteradas, como as suspeitas da Justiça, as mentiras e a determinação das amigas em agir por contra própria. Há também a confirmação de que alguns personagens tradicionais – isto é, os namorados – continuam na atração. O salto de cinco anos, além de deixar espaço para novos mistérios, permitirá às atrizes que estrelam a atração interpretarem personagens mais próximos de suas idade. Mais velha do elenco “juvenil”, Troian Bellisario completou 30 anos em outubro, apesar de, até recentemente, viver uma adolescente na série. Shay Mitchell tem 28 anos, Lucy Hale está com 26 e Ashley Benson também completa 26 anos em dezembro. Esta nova fase foi introduzida nos instantes finais da primeira metade da 6ª temporada, encerrada em 11 de agosto nos EUA. A segunda metade começa a ser exibida em 12 de janeiro. A série já está renovada para sua 7ª temporada.

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  • Série

    Novela O Rebu e Como Aproveitar o Fim do Mundo podem virar séries americanas

    2 de dezembro de 2015 /

    As redes americanas de televisão descobriram as produções da Rede Globo. Dois projetos, baseados em atrações do canal brasileiro, estão sendo desenvolvidos com a intensão de renderem séries. São adaptações da novela “O Rebu”, desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage (criadores de “Gossip Girl”), e da série de comédia “Como Aproveitar o Fim do Mundo”, produzida por Corine Brinkerhoff e Ben Silvermann (produtores-executivos de “Jane The Virgin”). Segundo o site Deadline, o canal ABC pretende transformar a novela numa série de suspense sob o título de “The Party”, enquanto o CW desenvolve a comédia, cujo piloto se chamará “No Tomorrow”. Ambos os canais já experimentaram sucesso com versões americanas de produções latinas, como “Ugly Betty” e a própria “Jane the Virgin”, mas será a primeira vez que adaptariam atrações brasileira. A Globo confirma as conversas para exportar as produções, mas informa que “nada foi fechado ainda”. De acordo com a imprensa americana, os brasileiros querem crédito de coprodução, o que estaria emperrando as negociações. “Como Aproveitar o Fim do Mundo” chegou a ser indicada ao Emmy Internacional em 2013. A série era estrelada por Alinne Moraes, Danton Mello e Nelson Freitas, e tinha como história central a ideia de que, segundo uma profecia maia, o mundo acabaria em 21 de dezembro de 2012. Durou oito episódios e foi cancelada na véspera da data em que o planeta “acabaria”. Já “O Rebu” teve duas versões na TV brasileira – em 1974 e outra passada 40 anos depois, em 2014 – ambas exibidas no último horário de novelas da emissora – às 22h e 23h, respectivamente. Escrita por Bráulio Pedroso, a trama acompanhava a investigação de um assassinato durante uma festa. Toda a história acontece em 24 horas e coloca os 24 convidados e o anfitrião da festa na lista de suspeitos, até revelar, no último capítulo, a identidade do assassino.

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  • Série

    David Boreanaz e Emily Deschanel processam a Fox, e Bones deve acabar

    2 de dezembro de 2015 /

    Os atores David Boreanaz e Emily Deschanel, protagonistas da série “Bones”, entraram com um processo contra a Fox. Na ação, aberta na Justiça de Los Angeles, eles sustentam que a rede americana omitiu lucros com a série e os ludibriou, repassando menos do que deveriam receber. Os dois estimam a diferença em US$ 100 milhões. Além dos atores, a escritora e especialista em antropologia forense Kathy Reichs, cujos livros inspiraram a série, também processa a rede pelo pagamento que tem direito sobre lucros de licenciamentos. Os três alegam que a Fox informou valores inferiores aos negociados. O processo também denuncia a Fox por supostas pressões nas negociações de renovação da série, afirmando que a emissora “ameaçou cancelar a produção, a menos que os pleiteantes aceitassem não participar das negociações de licenciamento e omitissem os valores dessas transações”. Por fim, uma auditoria independente, contratada pela escritora e pelos protagonistas, acusa o canal de esconder “mais de uma dúzia de documentos com erros de contabilidade”. Até o momento, a Fox não fez qualquer comentário sobre o processo. David Boreanaz, porém, disse recentemente, em entrevista ao programa E! News, que esta seria sua última temporada na série. Embora a Fox não tenha anunciado nada a respeito do destino da produção, não há previsão para a exibição de novos episódios além do especial agendado para 10 de dezembro, que reunirá dois capítulos de uma vez. Atualmente em sua 11ª temporada, “Bones” é a série mais longeva da história da Fox, tendo estreado em 2005. A atração, que acompanha as investigações criminais da antropologista forence Temperance Brennan (Deschanel) e o agente do FBI Seeley Booth (Boreanaz), é exibida no Brasil pelo canal pago Fox Life.

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  • Filme,  Série

    Vídeo revela que Peter Jackson pode dirigir um episódio de Doctor Who… e O Silmarillion

    2 de dezembro de 2015 /

    Um vídeo hilário da produção de “Doctor Who” tornou-se viral nesta semana, após ser postado no Facebook, graças à participação do diretor Peter Jackson (trilogia “O Hobbit”). A gravação serve como um teaser de sua possível participação na série, após vários anos se proclamando fã e prometendo dirigir um episódio “no futuro”. Jackson aparece em sua casa, na Nova Zelândia, polindo seus Oscars e conversando com sua filha sobre um email de Steven Moffat, produtor de “Doctor Who”, a respeito da tal promessa que fizera, meio de brincadeira. Os dois são interrompidos pelo próprio Doctor, o ator Peter Capaldi, que entra na casa com uma contrato de Moffat e da BBC, mas é confundido com um fã da série. E enquanto pai e filha debatem a situação, um Dalek irrompe pela sala, às suas costas, fazendo o Doutor sair em disparada. Assim, diante dos inconfundíveis sons do Dalek e do acionamento da Tardis, Jackson passa a acreditar que… a TV está ligada em outro cômodo. O que é bastante celebrado, pois, se está passando “Doctor Who”, é sinal que também está na hora de “The Walking Dead”! Nem Jackson nem Moffat, muito menos a BBC confirmam que o cineasta dirigirá um episódio da atração. Capaldi, por sua vez, não foi enviado à Nova Zelândia especificamente para gravar o vídeo. Na verdade, sua participação só aconteceu porque ele já estava no país como parte da promoção internacional da série. Tudo pode ser apenas uma pegadinha, aproveitada por Jackson para também lançar um teaser de seus futuros planos: na mesa do diretor, há um exemplar repleto de post-its do livro “O Silmarillion”, uma coletânea de histórias da Terra-Média, escritas por J.R.R. Tokien e publicadas postumamente em 1977.

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    Gotham: Teaser dos próximos capítulos explora a ameaça do Senhor Frio

    2 de dezembro de 2015 /

    A rede americana Fox divulgou um teaser da segunda metade da série “Gotham”, que explora a vindoura ameaça do Senhor Frio. O personagem foi introduzido nos segundos finais do midseason finale, exibido na noite de segunda (30/11) nos EUA. Vilão clássico dos quadrinhos de Batman, o Senhor Frio será vivido por Nathan Darrow (série “House of Cards”), dando sequência a uma longa linhagem de intérpretes mais famosos, entre eles Eli Wallach (“Sete Homens e um Destino”) e o cineasta Otto Preminger (“Anatomia de um Crime”) na série “Batman” dos anos 1960, além de Arnold Schwarzenegger no filme “Batman & Robin” (1997). Desenvolvida por Bruno Heller (criador da série “The Mentalist”), “Gotham” explora o começo da carreira de James Gordon (Ben McKenzie, da série “Southland”), quando ele ainda era um detetive da polícia de Gotham City e antes da chegada de Batman. A série retorna em 29 de fevereiro nos EUA para concluir sua 2ª temporada.

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    The Walking Dead: Último episódio do ano garante segunda maior audiência da série em 2015

    2 de dezembro de 2015 /

    O último episódio do ano de “The Walking Dead”, exibido na noite de domingo (29/11), conquistou a segunda maior audiência da série em 2015 nos EUA, mas não conseguiu superar o midseason finale do ano passado. Segundo dados preliminares do instituto Nielsen, o final da primeira metade da 6ª temporada registrou média de 14 milhões de telespectadores, só ficando atrás da estreia da temporada, em 11 de outubro, que foi vista por 14,63 milhões de espectadores. Já o midseason de 2014 teve número superior a todos os capítulos exibidos neste ano, sintonizado por 14,8 milhões de pessoas, 5% mais público que o melhor desempenho de “The Walking Dead” em 2015. Além disso, os oito primeiros episódios da atual temporada foram vistos em média por 13,2 milhões, representando uma queda de 8% na audiência, em relação aos primeiros episódios do ciclo anterior. O final anticlimático deixou no ar o destino dos personagens, além de introduzir o grupo de Negan, o novo vilão da série. Ainda não visto em cena, ele será interpretado por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”) e dominará as atenções quando a atração retornar, a partir de 14 de fevereiro.

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