Os Defensores: Elektra vai participar da minissérie dos super-heróis Marvel da Netflix
O endereço oficial do Twitter de “Os Defensores” confirmou com um vídeo a participação da super-heroína Elektra, interpretada por Elodie Yung, na minissérie da Netflix. O anúncio é curioso, tendo em vista a situação irresolvida de Elektra ao final da 2ª temporada de “Demolidor”. Ela vai se juntar a outros personagens de “Demolidor”, Jessica Jones, “Luke Cage” e da vindoura “Punho de Ferro”, num crossover do universo Marvel na Netflix. “Os Defensores” ainda não teve sua data de estreia definida, mas a Neflix já divulgou o primeiro teaser da atração, que pode ser conferido aqui. pic.twitter.com/EPRASgJrCZ — The Defenders (@TheDefenders) November 7, 2016
Cultuada série britânica Pulling vai ganhar remake americano
A cultuada série de comédia britânica “Pulling” vai ganhar um remake americano. A produção está sendo desenvolvida pelas irmãs Wendy & Lizzie Molyneux, que escrevem a animação “Bob Burgers”, para a rede NBC. Segundo o site Deadline, os criadores da série original, Sharon Horgan (criadora também de “Catastrophe” e “Divorce”) e Dennis Kelly (criador de “Utopia”), farão a produção executiva. A nova versão vai atualizar a série, exibida durante duas curtas temporadas entre 2006 e 2008, mas vai continuar acompanhando três jovens mulheres que moram juntas, duas delas irmãs, em busca de amor e realização profissional. O projeto é a terceira tentativa de criar uma versão americana de “Pulling”, mas a primeira na rede NBC e com envolvimento das irmãs Molyneux. Desde as tentativas anteriores, Horgan se tornou uma produtora bastante requisitada, tendo emplacado três temporadas de “Catastrophe”, que ela também estrela na Amazon, além de ter recentemente lançado “Divorce”, estrelada por Sarah Jessica Parker na HBO. Já Kelly se focou no cinema, escrevendo “Mar Negro” (2014), e a vindoura adaptação de “Matilda”, clássico infantil de Roald Dahl, e a continuação de “Guerra Mundial Z”.
Star: Lendária cantora Gladys Knight entra na nova série musical do criador de Empire
A cantora Gladys Knight vai participar da nova série musical da rede Fox, “Star”, criada pelo cineasta Lee Daniels, que também criou “Empire”. A lendária cantora de soul vai viver a si mesma, como ídolo musical de Alexandra (Ryan Destiny), uma das personagens centrais da trama. Gladys Knight começou a gravar em 1966 na gravadora Motown e viveu o auge de seu sucesso nos anos 1970, à frente do grupo The Pips, quando “Midnight Train to Georgia” estourou nas paradas musicais. Ela também virou estrela de cinema na época, recebendo até uma indicação ao Globo de Ouro como atriz de “Pipe Dreams” (1976). E continuou fazendo grande sucesso durante a década seguinte, acumulando Grammys e prestígio. É dela a música tema do filme “007 – Permissão para Matar” (1989). Embora continue gravando até hoje, suas músicas atuais são mais focadas no mercado gospel, marcadas por temas que refletem sua orientação religiosa mórmon. Algo bem diferente da série, que vai acompanhar três garotas que decidem formar um conjunto vocal de R&B, indo da pobreza ao estrelato, enquanto exploram uma imagem sexy. O elenco central da série é formado por Jude Demorest (série “Dallas”), intérprete de Star, a personagem-título, Ryan Destiny (série “Low Winter Sun”) e Brittany O’Grady (série “The Messengers”). Mas são os coadjuvantes que se destacam, com Benjamin Bratt (série “Law & Order”) e os cantores Lenny Kravitz (“Jogos Vorazes”) e Queen Latifah (“Bessie”). O piloto foi dirigido pelo próprio Daniels, que criou a série em parceria com o roteirista Tom Donaghy (“A História de Um Bad Boy”). A estreia vai acontecer em 14 de dezembro nos EUA.
Diretor espanhol de Lucia e o Sexo prepara primeira série em realidade virtual
O diretor espanhol Julio Medem (de “Lucia e o Sexo” e “Um Quarto em Roma”) se juntou à produtora madrilenha District Room e à empresa norueguesa de realidade virtual VReckon para produzir a primeira série produzida com a tecnologia VR, capaz de conduzir o espectador por um ambiente de 360 graus. Intitulada “Amnesia Assassins”, a série será uma produção de suspense de 20 episódios. Com roteiros de Medem, a trama gira em torno de um idoso chamado Odysseus, que cumpriu 45 anos de prisão por sete assassinatos, dois estupros e um roubo em grande escala cometidos em setembro 2015 em um veleiro com destino a Ibiza. Mas em 2060, um interrogatório experimental reativa recordação de Odysseus sobre os crimes e também memórias de um caso de amor, que questionam sua culpa. Cada episódio terá apenas oito minutos, que é o tempo padrão para as criações atuais de vídeo VR. “Atualmente, a maioria dos conteúdos VR não é vídeo e geralmente é interativo. ‘Amnesia Assassins’ representa uma mudança com conteúdo de ponta e atores reais”, disse o diretor do District Room Patrick Juarez, em comunicado, acrescentando que a China é o país mais interessado em conteúdo VR. Gigantes do comércio eletrônico chinês, como os sites Alibaba e Taobao, estariam relatando vendas online de mais de 300 mil unidades de óculos VR no início deste ano. O projeto será gravado em 2017.
Homeland: Veja o primeiro trailer da 6ª temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer da 6ª temporada de “Homeland”, que mostra a ex-agente Carrie Mathison (Claire Danes) e o diretor da CIA Dar Adal (F. Murray Abraham) trocando ameaças, ao som de um cover de “In the Air Tonight”, de Phil Collins. Uma cena do trailer ainda sugere a presença de Quinn (Rupert Friend), o que foi confirmado pelo produtor Alex Gansa, encerrando assim o suspense sobre seu destino – a impressão é que ele tinha morrido na temporada passada. Seu estado de saúde, porém, ainda não está claro. A nova temporada vai se passar em Nova York, durante o período entre a eleição e a posse da primeira presidente dos EUA – vivida por Elizabeth Marvel, que curiosamente já tentou virar presidente antes, na série “House of Cards”. “Homeland” estreia sua 6ª temporada em janeiro, no canal pago Showtime, e já se encontra renovada até a 8ª temporada. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago FX.
Amazon revela que Goliath teve a estreia mais assistida de sua plataforma
A Amazon anunciou que a estreia de sua nova série “Goliath” rendeu a maior visualização de sua história. Em comunicado, a plataforma de streaming afirma que “Goliath” foi a produção com mais episódios assistidos de uma vez (binge watch) nos primeiros dias de sua disponibilização, dentre todas as séries exclusivas de seu serviço. Os números, porém, são guardados em segredo. Assim como a Netflix, a Amazon não divulga dados de seu serviço. Lançada em 14 de outubro, “Goliath” reúne um elenco de peso, liderado por Billy Bob Thornton (“Papel Noel Às Avessas” e série “Fargo”) e William Hurt (“Capitão América: Guerra Civil” e série “Humans”) como os Davi e Golias da metáfora de seu título. O elenco coadjuvante é igualmente impressionante, com Maria Bello (“A 5ª Onda”), Olivia Thirlby (“Dredd”), Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Sarah Wynter (série “American Odissey”), Tania Raymonde (série “The Last Ship”) e Ever Carradine (neta do lendário John Carradine e sobrinha de Keith e David Carradine, com passagem pela série “Eureka”). A série foi criada por um especialista em dramas jurídicos, David E. Kelley, que começou a carreira como roteirista da série “L.A. Law”, em 1986, de onde saiu para criar alguns dos maiores sucessos da TV americana nos anos 1990, como “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Houser, MD), “Picket Fences”, “Chicago Hope” e especialmente as séries jurídicas “Ally McBeal” e “The Practice” – que ainda rendeu o spin-off “Boston Legal”, em 2004. Em “Goliath”, ele divide os créditos de criação, roteiro e produção com Jonathan Shapiro, que trabalhou como produtor-roteirista em “The Practice” e “Boston Legal”, além de ter se aperfeiçoado no gênero escrevendo e produzindo outras séries jurídicas, como “Justice”, “Just Legal” e “The Firm” – detalhe: todas canceladas na 1ª temporada.
Operação Big Hero: Série do Disney XD terá os mesmos dubladores do longa animado
A série baseada na animação vencedora do Oscar “Operação Big Hero” vai contar com a maioria das vozes originais do filme de 2014. A Disney anunciou que a atração terá os retornos de: Jamie Chung como Go Go Tamago, Genesis Rodriguez como Honey Lemon, Scott Adsit como robô Baymax, Maya Rudolph como a tia Cass, Alan Tudyk como guru da tecnologia Alistair Krei, Ryan Potter como o protagonista Hiro e até Stan Lee como o pai de Fred. As mudanças ficam por conta das vozes de Brooks Wheelan (do humorístico “Saturday Night Live”) como Fred (dublado por T.J. Miller no filme) e Khary Payton (o Ezekiel de “The Walking Dead”) como Wasabi (Damon Wayans Jr. no cinema). A série animada será uma continuação dos eventos do filme, maior bilheteria de animação em 2014, passada na cidade futurista de San Fransokyo, em que um jovem gênio chamado Hiro Hamada, seu robô Baymax e seus melhores amigos se juntam num grupo de combatente inexperientes do crime. Com produção de Mark McCorkle e Bob Schooley, os criadores de “Kim Possible”, a série vai estrear no canal pago Disney XD em 2017, em data ainda não divulgada.
The Walking Dead: Quarto episódio da temporada terá mais de uma hora de duração
A 7ª temporada de “The Walking Dead” tem apresentado episódios mais longos que o normal. E vai continuar assim, ao menos até o quarto episódio. Segundo o guia de programação da DirecTV nos Estados Unidos, o próximo capítulo da série vai durar 1 hora e 25 minutos. Claro que esse número leva em conta os comerciais. Sendo assim, o total de 85 minutos tende a ficar em torno de pouco mais de 60 minutos (1 hora) sem intervalos. Com o título de “Service”, o quarto episódio ganhou a seguinte sinopse: “Os membros remanescentes do grupo tentam se manter unidos em Alexandria, mas recebem uma visita que traz um choque de realidade”. Pelo visto, será a visita de Negan (Jeffrey Dean Morgan) à Alexandria, já antecipada num comercial do começo da temporada. “Service” irá ao ar no dia 13 de novembro de 2016. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
The Walking Dead: Nova cena do próximo episódio mostra destino de Daryl
O canal pago americano AMC divulgou uma nova cena de “The Cell”, próximo episódio da série “The Walking Dead”. Assim como as prévias anteriores do capítulo, o vídeo destaca o vilão Dwight (Austin Amelio) e Daryl (Norman Reedus), mostrando seu destino no Santuário, o quartel general de Negan (Jeffrey Dean Morgan). Terceiro episódio da 7ª temporada, “The Cell” vai ao ar no domingo (6/11). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
Cult dos anos 1980, Gigolô Americano pode virar série
O canal pago americano Showtime encomendou o piloto de uma série baseada no cultuado filme “Gigolô Americano” (1980), que transformou o ator Richard Gere em sex symbol e rendeu um dos maiores sucessos da banda new wave Blondie (“Call Me”). O projeto está em desenvolvimento há dois anos pela Paramount TV e o produtor Jerry Bruckheimer, que produziu o longa original. Mas o cineasta Paul Schrader, que escreveu e dirigiu o filme de 1980, não participa do projeto. Quem vai comandar a adaptação é outro cineasta, Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que pegou gosto por séries com a renovação de sua produção “Van Helsing”, no canal pago SyFy. Além de produzir, LaBute vai escrever o roteiro do piloto, que terá sua trama atualizada para os dias de hoje, mas a premissa permanecerá a mesma. Ou seja, a atração vai girar em torno um acompanhante masculino em Los Angeles, que se apaixona pela esposa de um político, ao mesmo tempo em que se torna o principal suspeito em uma investigação de assassinato. A produção segue a nova estratégia da Paramount de adaptar seus filmes como séries. Além de “Gigolô Americano”, o estúdio está desenvolvendo versões televisivas de “Um Golpe à Italiana” (1969), “Ilha do Medo” (2010), “Escola de Rock” (2003) e dos filmes do personagem Jack Ryan. Por enquanto, o Showtime encomendou apenas o piloto de “American Gigolo” (o título original), que precisará ser aprovado para virar série. Veja abaixo o trailer original do filme de 1980.
Stranger Things: Foto do elenco registra volta de Eleven e início da produção da 2ª temporada
A 2ª temporada de “Stranger Things” começou a ser produzida. O perfil oficial da séria da Netflix no Twitter divulgou uma foto do encontro do elenco para a primeira leitura coletiva dos roteiros. Além da imagem, o texto acrescenta “De volta à produção, nos vemos ano que vem” – escrito de cabeça para baixo, numa referência ao “Mundo Invertido” da série. A foto do elenco inclui os novatos Sadie Sink (série “The Americans”) e Dacre Montgomery (do vindouro “Power Rangers”) ao lado do atores mirins e adolescentes da temporada anterior, entre eles Millie Bobby Brown, acabando assim com o suspense sobre a volta da personagem Eleven (Onze) à trama. Clique na imagem acima para ampliá-la e ver melhor os detalhes. Millie Bobby Brown também compartilhou a foto em seu Instagram, confirmando seu retorno. “Eleven está de volta! É oficial, mal posso esperar para trabalhar novamente com esse elenco maravilhoso de ‘Stranger Things’. Muito obrigado aos irmãos Duffer [criadores] por trazerem El de volta na segunda temporada!” “Stranger Things” voltará com nove episódios inéditos em 2017, em data ainda não determinada.
Estudo revela exibição recorde de personagens LGBTQ na TV americana
Nunca houve tantas personagens LGBTQ (a nova nomenclatura que acrescenta Queer no que já foi GLS, LGBT e continua morfando como Power Rangers coloridos) nas séries das redes de televisão dos EUA. E, mesmo assim, são apenas 4,8% do total de personagens exibidos em horário nobre. O levantamento foi feito pela ONG GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), que também observou que a representação de lésbicas diminuiu, a de bissexuais aumentou, que há mais mulheres em papéis de protagonistas e maior diversidade racial. O relatório Where We Are on TV, divulgado pela organização norte-americana de defesa dos direitos das minorias sexuais mostra um avanço “encorajador”, segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, em comunicado. É um avanço que continua a colocar a televisão à frente do cinema americano, que em 2015 tinha apenas 17,5% de filmes de grande orçamento com personagens LGBTQ, mas a luta continua por “retratos mais diversificados e intrincados da comunidade LGBTQ”, defende Ellis. A GLAAD localizou 43 personagens regulares e 28 recorrentes (que aparecem em alguns episódios) identificadas como LGBTQ nas séries em exibição no horário nobre dos canais de televisão em sinal aberto nos EUA, dentro de um universo total de 895 personagens. Além desses, foram encontradas mais 92 personagens LGBTQ centrais e 50 recorrentes que integram séries de canais de televisão por assinatura. O total contrasta 71 personagens LGBTQ na televisão convencional e 142 em serviços pagos. O estudo também observou que as plataformas de streaming são mais liberais no tratamento da sexualidade, encontrando sucesso e prêmios com séries que tratam abertamente da sexualidade, como “Transparent” e “Orange Is the New Black”, lançados respectivamente pela Amazon e pela Netflix. Ainda assim, estas plataformas ainda pecam pela falta de outra diversidade: racial. “Os canais pagos e de streaming ainda têm de incluir personagens LGBTQ mais diversificadas em termos raciais, já que a maioria das personagens fixas e regulares nessas plataformas são brancas” (os números ultrapassam os 70%). As mulheres negras são menos representadas do que os homens, apesar de se ter atingido um “recorde” com 20% de personagens fixas nos canais abertos de raça negra. Pior só os personagens transgênero nas televisões: três na TV aberta, contra seis na TV paga e sete nos serviços de streaming. Além disso, a representação das lésbicas diminuiu “drasticamente” na TV aberta, representando apenas 17% do total de personagens LGBTQ, chegando a encolher ainda 2% na televisão paga. A situação causou certo alarde pela maneira como esta diminuição aconteceu, “com personagens atrás de personagens sendo mortas, numa danosa metáfora para ‘enterrar os gays’” que “transmite uma mensagem perigosa de que as pessoas LGBTQ são secundárias e descartáveis”, disse Ellis, sobre uma escolha narrativa considerada comum, em que a morte de uma personagem gay serve o propósito de fazer avançar a história de uma personagem heterossexual, por exemplo. Segundo o estudo, mais de 25 personagens femininas lésbicas ou bissexuais morreram na TV desde o início deste ano, geralmente de forma violenta. Para terminar numa nota positiva, o estudo destaca um aumento na presença de pessoas portadoras de deficiência nas séries norte-americanas, que chegaram a 1,7% do total das personagens da TV aberta.
Os Simpsons é renovada até a 30ª temporada e bate recorde de episódios na televisão
A rede americana Fox anunciou a renovação de “Os Simpsons” por mais dois anos, o que garante a produção da 29ª e 30ª temporadas da série animada. Ao completar 30 anos no ar, a série vai quebrar um recorde histórico da TV americana, passando a ter um total de 669 episódios. Esse número supera com folga a série que teve mais episódios produzidos nos EUA, o clássico western “Gunsmoke”, que exibiu 635 episódios em tempo bem menor: duas décadas, entre 1955 e 1975. O comunicado da Fox levou o recorde em conta e trouxe uma “declaração” de Homer Simpson sobre a façanha. “Tome isso, Gunsmoke!”, gabou-se o personagem. “Você perdeu uma corrida que nem sabia que estava disputando!”, completou. “Este é mais um recorde para aquela que é verdadeiramente uma série histórica”, declararam os CEOs da Fox Dana Walden e Gary Newman. “‘Os Simpsons’ significa tanto para a rede, o estúdio e todos na Fox, e seu contínuo impacto cultural em todo o mundo é um testamento para o brilho combinado de Matt, Jim e Al. Parabéns a todos os que trabalham nesta série inovadora. E para os milhões de Simpsons fãs ao redor do mundo, obrigado por assistir todos esses anos. Estamos felizes em dizer-lhe há muito mais por vir.” Graças ao sucesso contínuo de “Os Simpsons” nas noites de domingo da Fox, a rede já se acostumou a anunciar renovações por dois anos seguidos para a produção, tornando a série a mais duradoura da história da TV. A nova renovação dupla, por sinal, aconteceu poucos dias após “Os Simpsons” atingirem outra marca histórica, com a exibição de seu episódio de número 600.












