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    Robin Wright anuncia o final das gravações de House of Cards

    1 de junho de 2018 /

    “House of Cards” finalizou as gravações de sua 6ª e última temporada, revelou a atriz Robin Wright no Instagram nesta sexta (1/6). A atriz postou uma foto antiga da produção, em que aparece caracterizada como Claire Underwood com sangue nas mãos, para agradecer e se despedir dos envolvidos na produção. “Na sexta passada, terminamos as filmagens da última temporada de ‘House of Cards’. Trabalhar com esse elenco e essa equipe tem sido uma incrível alegria. Nos tornamos família e eu sentirei falta de cada um de vocês, além das nossas risadas! Obrigada à Netflix e a MRC por seu apoio com o passar dos anos!”, escreveu Wright na legenda da foto. A última temporada não trará Kevin Spacey, intérprete do presidente Francis Underwood, após o ator se envolver num escândalo sexual e ser denunciado por assédio até pelos membros da equipe de produção. Entre os reforços no elenco para finalizar a trama, destacam-se Greg Kinnear (série “The Kennedys”) e Diane Lane (“Batman Vs. Superman”), como irmãos que se aproximarão de Claire, a nova presidente, com interesses escusos. Os episódios finais de “House of Cards” ainda não têm previsão de lançamento, mas devem chegar à Netflix ainda neste ano. As of last Friday, we finished filming the final season of @houseofcards. Working with our cast and crew has been an absolute joy. We became a family and I will miss you all and the nonstop laughs! Thank you @netflix & MRC for all of your support through the years!! Uma publicação compartilhada por Robin Wright (@robingwright) em 31 de Mai, 2018 às 2:05 PDT

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  • Série

    Justiceiro enfrenta Retalho em fotos e vídeos das gravações da 2ª temporada

    31 de maio de 2018 /

    Fotos e vídeos da gravações da 2ª temporada de “O Justiceiro” (The Punisher) revelaram um detalhe importante da trama, que ainda não foi oficialmente divulgada. Os bastidores flagrados por paparazzi revelam uma luta armada entre o herói vivido pelo ator Jon Bernthal e o vilão Billy Russo, interpretado por Ben Barnes, agora completamente transformado, com a cicatriz proeminente que batiza o personagem nos quadrinhos de Retalho. Além dos dois também são esperados os retornos de Amber Rose Revah como a agente Dinah Madani e Ebon Moss-Bachrach como Micro, que se juntarão a três novos intérpretes confirmados na produção: Floriana Lima (série “Supergirl”), Josh Stewart (série “Shooter”) e Giorgia Whigham (série “Chance”). Dos três, apenas a personagem de Whigham, a golpista Amy Bendix, já foi vista nos quadrinhos da Marvel e ainda assim brevemente – por sinal nas páginas do Justiceiro. A personagem de Floriana Lima se chama Krista Dumont e é uma psicoterapeuta de militares veteranos, enquanto Josh Stewart interpreta John Pilgrim, um homem misterioso que “deixou para trás uma vida de violência”. Ainda não ha previsão para a estreia dos novos episódios na Netflix.

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  • Série

    Super Drags: Primeira série animada brasileira da Netflix revela super-heróis LGBT em teaser

    31 de maio de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser de “Super Drags” sua primeira série animada brasileira. A série vai acompanhar três funcionários de uma loja de departamentos que à noite se tornam os super-heróis drag queens Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim, que têm a missão de reunir a comunidade LGBT e espalhar purpurina pelo mundo. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a nova série terá cinco episódios com estreia prevista para o segundo semestre de 2018. “Estamos entusiasmados que a nossa primeira animação brasileira vai apresentar aos nossos espectadores o mundo ousado, escandaloso e fabuloso de ‘Super Drags’! A Netflix tem a sorte de investir em grandes talentos de animação do Brasil, trazendo a traço vibrante da Combo e o humor ácido de nossos produtores para as belas e as telas de todos os cantos” destacou Chris Sanagustin, diretora de Conteúdo Original Internacional da Netflix, em comunicado.

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  • Série

    Netflix renova série apocalíptica The Rain para a 2ª temporada

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix renovou “The Rain”, sua primeira série dinamarquesa, garantindo uma 2ª temporada para a atração. “O fato de a 1ª temporada ter alcançado audiências em todo o mundo prova mais uma vez que histórias fortes podem transcender fronteiras”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de produções originais internacionais da Netflix, no comunicado que anunciou a renovação. O anúncio foi acompanhado por um post no Twitter, que afirma que “ninguém sobrevive sozinho”, numa referência à trama. Veja abaixo a versão brasileira. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. Lançada no começo de maio, “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. Na chuva, é melhor estar acompanhado. The Rain está renovada para a temporada 2! pic.twitter.com/EkWMETJIcL — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) May 30, 2018

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  • Série

    Hailee Steinfeld viverá a poeta Emily Dickinson em série de comédia da Apple

    30 de maio de 2018 /

    A Apple encomendou uma série de comédia sobre a aclamada poeta do século 19 Emily Dickinson. Intitulada “Dickinson”, a atração será estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”). Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), a série é descrita como um olhar cômico no mundo de Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva de uma escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “Dickenson” tem produção do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”) e vai marcar o primeiro papel regular de Steinfeld em uma série de televisão. A atriz entrou em cena em 2010 com apenas 14 anos de idade e com um desempenho indicado ao Oscar, estrelando o remake de “Bravura Indômita” dos irmãos Coen. Ela também integra a franquia de filmes “A Escolha Perfeita” e muitos consideram injusto ela não ter sido indicada ao Oscar pela segunda vez por seu papel em “Quase 18″, a comédia indie adolescente perfeita que coloca “Ladybird” no chinelo. Recentemente, o filme dramático “Além das Palavras” mostrou as dificuldades da vida de Emily Dickinson, que viveu reprimida pela família e teve seu talento literário reconhecido apenas após a morte. Leia a crítica.

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  • Série

    Spin-off de The Middle pode ocupar lugar de Roseanne na TV americana

    30 de maio de 2018 /

    Com o cancelamento inesperado e súbito de “Roseanne”, a rede ABC ficou com um buraco em sua programação de outono (que começa em setembro nos Estados Unidos). Várias alternativas tem sido vislumbradas, desde o aproveitamento de algum piloto rejeitado (mas quase aprovado) da temporada atual até o adiantamento de alguma estreia prevista para a midseason. Mas a revista Variety surgiu com uma nova opção nesta quarta (30/5), igualmente inesperada e súbita, que pode se mostrar a melhor solução. A ABC estaria considerando produzir um spin-off de “The Middle”, uma de suas séries de família mais bem-sucedidas, que chegou ao fim na semana passada (em 22/5) após nove temporadas. O projeto teria foco em Sue, a filha atrapalhada do casal Frankie (Patricia Heaton) e Mike Heck (Neil Flynn) no mundo complexo da faculdade. Recentemente, uma série da ABC rendeu spin-off similar. “Black-ish” originou “Grown-ish”, acompanhando a filha do casal da série original na faculdade. Como “Grown-ish” está sendo exibida no canal pago adolescente Freeform, que pertence ao mesmo conglomerado, um novo spin-off não seria considerado uma repetição temática na grade da ABC. Caso o projeto saia do papel, seria estrelado pela atriz Eden Sher, intérprete de Sue Heck em “The Middle”, e deve começar a ser produzido ainda neste ano, o mais rapidamente possível. Desenvolvido pelos criadores de “The Middle”, Eileen Heisler e DeAnn Heline, a trama mostraria como a nerd zoada no colegial faria sua transição para a vida adulta entre as tribos universitárias. Vale lembrar que “The Middle” seguia um casal de classe média que passava por diversos perrengues financeiros para sustentar os três filhos: Brick, Sue e Axl. A trama não era muito diferente de “Roseanne”, sobre um casal da classe baixa dando duro para também sustentar os três filhos.

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  • Etc,  Série

    Donald Trump critica presidente da Disney após cancelamento de Roseanne

    30 de maio de 2018 /

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump decidiu se manifestar sobre a polêmica que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, após um tuíte racista da protagonista, criadora e produtora Roseanne Barr contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Barr atacou gratuitamente a assessora Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney, Bob Iger. Pois Trump foi ao Twitter questionar o CEO do grupo Walt Disney. “Bob Iger ligou para Valerie Jarrett para falar que a ‘ABC não iria tolerar comentários feito por Roseanne Barr’. Ele nunca ligou para o presidente Donald J. Trump para se desculpar pelas declarações horríveis feitas sobre mim pela ABC. Ou será que eu perdi a ligação?”, escreveu o presidente dos Estados Unidos. Há algum tempo, Trump já havia elogiado a série por “representar seus apoiadores”. Foi quando a série quebrou recordes de audiência em seu revival no começo do ano. Trump comemorou com Roseanne Barr, que é sua eleitora e defensora apaixonada. O novo comentário, porém, foi ridicularizado no Twitter. Vários usuários lembraram que Trump deve acreditar que o mundo gira ao seu redor, pois seus tuítes costumam reduzir os mais diferentes assuntos dos noticiários à queixas pessoais. Também houve quem considerasse que Trump compartilhava da visão racista de sua eleitora famosa. Veja abaixo o tuíte de Trump e as reações na rede social. Boo Hoo… #tittybaby pic.twitter.com/cPcrJabBup — Nadine0524 (@Nadine05244) May 30, 2018 pic.twitter.com/L906GmwiYX — BeadDreamer (@gldnrul) May 30, 2018 Me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me me — la (@yolarae) May 30, 2018 You are just a horrible self centered human being aren’t you?? Everything must always be about you. This tweet here just confirms that you condone Rosanne’s feelings of racism… is it because the feelings are mutual? — J.Scott Maycroft (@maycroft1977) May 30, 2018 You was busy when ABC called pic.twitter.com/Vkg5xyfwSA — twobeersonthedeck (@twobeersonthed1) May 30, 2018 pic.twitter.com/SylKS5DiOC — Jaina Solo (@JainaResists) May 30, 2018

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  • Etc,  Série

    Roseanne Barr reclama dos traidores de sua série, que criticaram seu tuíte racista

    30 de maio de 2018 /

    Roseanne Barr voltou ao ataque. Após ser criticada por meio mundo, inclusive colegas de elenco, pelo tuíte racista que levou ao cancelamento da série “Roseanne”, ela resolveu responder aos “traidores”. Vale lembrar que tudo começou na madrugada de terça (29/5), quando Roseanne Barr atacou gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre integrantes da própria série. E agora Roseanne resolveu abordar estes casos. O primeiro alvo foi Michael Fishman, intérprete de D.J. Connor em “Roseanne”, que publicou no Twitter uma mensagem criticando as declarações da colega e afirmando que seu personagem, pai de uma menina negra, representava sua “visão inclusiva”. “Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos”, escreveu Fishman. “Eu criei a plataforma para essa inclusão e você sabe. Eu. E você me joga na fogueira. Legal”, rebateu a comediante. Já Sara Gilbert, que vivia a filha de Roseanne na série, recebeu uma resposta mais contida: “Uau. Inacreditável”. Em seu tuíte, Gilbert tinha dito que “os comentários recentes de Roseanne” eram “abomináveis” ​​e não refletiam “as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa”. “Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Instigada por um seguidor, Roseanne resolveu dizer que perdoava a atriz. “Eu entendo porque ela disse o que disse. Eu a perdoo. Me chocou um pouco, mas eu realmente estraguei as coisas”. Mas os dois atores citados não foram os únicos integrantes da produção a se manifestar. A produtora Wanda Sykes foi a primeira, ao informar que não trabalharia mais na série após o tuíte racista. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. Outra atriz do elenco, Emma Kinney, anunciou que faria o mesmo em seguida, mas acabou sendo superada pelo cancelamento. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão”, ela escreveu. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. Diante dessa repulsa coletiva, que também incluiu anunciantes, a presidente da rede ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, ela afirmou, em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

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  • Série

    Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.

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  • Etc,  Série

    Fabricante de remédio retruca Roseanne Barr: racismo não é efeito colateral

    30 de maio de 2018 /

    Após a comediante Roseanne Barr afirmar que o tuíte racista que custou o cancelamento de sua série foi influenciado por Ambien, um remédio para dormir, os fabricantes das pílulas protestaram. A empresa Sanofi, que fabrica o Ambien, tuítou uma resposta na manhã de quarta-feira (30/5). “Embora todos os tratamentos farmacêuticos tenham efeitos colaterais, o racismo não é um efeito colateral conhecido de qualquer medicamento da Sanofi”. Veja abaixo. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, após o cancelamento ela voltou a tuitar e pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. As repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5). People of all races, religions and nationalities work at Sanofi every day to improve the lives of people around the world. While all pharmaceutical treatments have side effects, racism is not a known side effect of any Sanofi medication. — Sanofi US (@SanofiUS) May 30, 2018

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  • Etc,  Série

    Roseanne Barr culpa remédio por tuíte racista e pede para que “não sintam pena” dela

    30 de maio de 2018 /

    A atriz Roseanne Barr, protagonista, criadora e produtora de “Roseanne”, voltou ao Twitter após publicar o comentário racista que resultou no cancelamento de sua série. Apesar de ter dito que deixaria a rede social, ele pediu para que as pessoas “não sintam pena” dela, lamentou a demissão dos liberais que trabalhavam na série e afirmou que estava usando pílulas para dormir na ocasião da polêmica. Mas logo apagou estes novos tuítes. “Não sintam pena de mim. Eu só queria me desculpar com as centenas de pessoas, e maravilhosos roteiristas (todos liberais) e talentosos atores que perderam seus empregos no meu programa por causa do meu estúpido tuíte”, ela escreveu. “Eu fiz algo indefensável, então não me defendam. Eram 2h da manhã, eu estava tuitando sob efeito de Ambien (remédio para dormir), era o (feriadão de) Memorial Day e eu fui longe demais. Eu cometi um erro, eu gostaria de não ter cometido… Não me defendam”, continuou. O canal ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, que já havia sido renovada para uma nova temporada, após a repercussão de um tuíte racista da comediante sobre Valerie Jarrett, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Na terça-feira (29/5), Roseanne Barr comentou um tuíte sobre Valerie Jarrett: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. Advogada e ativista, Jarrett é negra e nasceu no Irã, embora seja filha de pais americanos. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao considerar quem nasce no Irã um radical e ao comparar uma mulher negra com um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Depois da avalanche de protestos contra Roseanne Barr, a presidente da rede ABC decidiu cancelar “Roseanne”, a série mais vista da TV americana em 2018, e contou com o apoio do CEO da Disney. O cancelamento foi bastante comemorado, inclusive entre atores e produtores famosos da ABC. Mas agora outro perfil de público surgiu em defesa da atriz, sugerindo boicotes à ABC. Seus seguidores passaram a usar a hashtag “eu apoio Roseanne”. “Gente não comecem a boicotar a ABC. Eu não sou uma censora e eles têm o direito de fazer o que quiserem. Está tudo bem”, disse ela, que completou. “Sem querer dar desculpas para meu tuíte, mas eu já fiz muita coisa estranha enquanto estava sob efeito de Ambien às 2h da manhã.” Em seguida, acrescentou: “Estou cansada de ser atacada e mais vilipendiada que outros comediantes que fizeram pior”. Apesar deste discurso, as repercussões negativas do tuíte racista continuam corroendo o legado da comediante. Após o cancelamento do revival de “Roseanne”, o Hulu removeu todos episódios antigos da série de seu serviço de streaming. E três canais de TV paga, Paramount Network, TV Land e CMT, que pertencem à Viacom, também deixarão de exibir a série a partir desta quarta-feira (30/5).

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    Série The Arrangement é cancelada após duas temporadas

    29 de maio de 2018 /

    O canal pago americano E! anunciou o cancelamento “The Arrangement” após duas temporadas. O último episódio foi exibido em 13 de maio. A atração era a segunda série de ficção do E!, encomendada após o sucesso inicial de “The Royals”. “The Arrangement” foi criada por Jonathan Abrahams (roteirista-produtor de “Murder in the First”) e girava em torno de uma jovem atriz, que aceitava viver um casamento de aparências com um grande astro de Hollywood. Durante a produção, o canal precisou negar que a história teria sido inspirada na relação entre Tom Cruise e sua ex-esposa Katie Holmes. Os papéis principais eram vividos por Christine Evangelista (série “Chicago Fire”) e Josh Henderson (série “Dallas”). Mas o elenco também destacava Michael Vartan (séries “Alias” e “Bates Motel”) como o líder de uma organização de auto-ajuda que controla a vida do astro. Não, tampouco isso foi inspirado na relação entre Tom Cruise e a Cientologia, garantiram os produtores. “Após duas temporadas, a série ‘The Arrangement’ levou os espectadores ao mundo de uma estrela de cinema de primeira linha repleta de segredos, escândalos e romances”, disse a E!, em comunicado. “Embora tenhamos decidido não avançar com a série, somos incrivelmente gratos ao elenco e aos nossos parceiros de produção”. Com o cancelamento, o canal praticamente desiste de produzir séries de ficção, já que “The Royals” encerrou recentemente sua 4ª temporada e, após a demissão de seu showrunner em meio a denúncias de assédio sexual, não recebeu encomenda de novos episódios.

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    Uma Thurman vai estrelar nova série dramática da Netflix

    29 de maio de 2018 /

    A atriz Uma Thurman vai estrelar uma nova série da Netflix. Intitulada “Chambers”, a atração gira em torno de uma jovem que sofre um ataque cardíaco e se vê intrigada com o mistério em torno do coração transplantado que a salvou. Enquanto descobre detalhes sobre a pessoa que morreu e lhe doou o órgão, ela passa a adquirir as características do doador. Thurman será Nancy, mãe do doador, que cria um relacionamento hesitante com o jovem transplantado. “Chambers” foi criada por Leah Rachel (da série “Audrey”) e marca a primeira série desenvolvida pelo Super Deluxe, o estúdio voltado a produções digitais da Turner. A Netflix encomendou uma 1ª temporada de 10 episódios, ainda sem previsão de estreia.

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