Denzel Washington volta a ação no trailer legendado de O Protetor 2
A Sony divulgou o pôster, quatro fotos e o primeiro trailer de “O Protetor 2”, em versões legendada e dublada em português. A sequência do filme de ação de 2014 volta a trazer Denzel Washington no papel-título, como o protetor dos fracos Robert McCall. A prévia abre com uma cena reminiscente do primeiro longa, com Denzel dando uma lição em homens valentes que maltrataram uma garota de programa. Mas se trata apenas de aperitivo. A trama começa mesmo quando uma velha amiga do protagonista é assassinada. Isto coloca McCall, um ex-agente especial que ajuda aqueles que não podem se defender, em nova missão de vingança. O elenco inclui Pedro Pascal (série “Narcos”), Bill Pullman (“Independence Day: O Ressurgimento”), Melissa Leo (série “Wayward Pines”), Jonathan Scarfe (série “Van Helsing”) e Sakina Jaffrey (série “Timeless”) A franquia é baseada numa série clássica dos anos 1980 (“The Equalizer”), que trazia Edward Woodward no papel de McCall. E a continuação foi escrita e dirigida pelo mesmo time do primeiro filme, respectivamente o roteirista Richard Wenk e o diretor de Antoine Fuqua. A estreia de “O Protetor 2” está marcada para 16 de agosto no Brasil, quase um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer legendado de Deadpool 2 zoa Thanos, DC Comics e ainda apresenta heróis da X-Force
A Fox divulgou o novo trailer legendado de “Deadpool 2”, que mostra o personagem vivido por Ryan Reynolds juntando um grupo de heróis para combater Cable (Josh Brolin). Desta vez, ele apresenta alguns dos novos personagens. Mas o melhor continua a ser o humor cretino do herói, que não poupa Thanos, vivido pelo mesmo Josh Brolin em “Vingadores: Guerra Infinita”, nem os filmes da DC Comics. Os personagens da X-Force introduzidos na prévia são os mutantes Dominó (Zazie Beetz, vinda da série “Atlanta”), Bedlam (Terry Crews, de “Os Mercenários”) e Shatterstar (Lewis Tan, de “Punhos de Ferro”). Mas ainda há participações não confirmadas de Bill Skarsgard (“It – A Coisa”) e Shioli Kutsuna (“The Outsider”), possivelmente vivendo Zeitgeist e Faísca (Surge), além dos retornos de Colossus (agora interpretado por Stefan Kapicic) e Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand). O trailer também volta a resumir que Deadpool vai enfrentar Cable, porque este banca o Exterminador do Futuro, viajando no tempo com a missão de eliminar um menino mutante (Julian Dennison, de “A Incrível Aventura de Rick Baker”) – possivelmente Russell “Rusty” Collins. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
David Cronenberg vai receber Leão de Ouro pela carreira no Festival de Veneza 2018
O cineasta canadense David Cronenberg vai receber um Leão de Ouro especial por sua carreira no Festival de Veneza 2018. Autor de filmes que exploram temas como mutações, deformações e o horror do corpo e da mente, como em “Os Filhos do Medo” (1979), “Videodrome” (1983), “A Mosca” (1986), “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), “Um Método Perigoso” (2011) e “Mapas para as Estrelas” (2014), o diretor de 75 anos é considerado um dos cineastas mais influentes do cinema contemporâneo. “Enquanto Cronenberg esteve inicialmente confinado aos territórios marginais dos filmes de terror (…), foi capaz de construir, filme após filme, um edifício original e muito pessoal”, descreveu Alberto Barbera, diretor do Festival de Veneza, em comunicado. “Sempre gostei do Leão de Ouro de Veneza: Um leão voando com asas de ouro. Essa é a essência da arte, a essência do cinema”, reagiu Cronenberg ao receber a notícia. Curiosamente, Cronenberg só estreou em 2011 no Festival de Veneza com seu filme “Um Método Perigoso”, sobre o começo da psicanálise. Foi seu primeiro e único filme selecionado para a disputa do Leão de Ouro. Em comparação, ele disputou cinco vezes a Palma de Ouro no Festival de Cannes, chegando a venceu o Prêmio do Júri por “Crash”, em 1996. Cronenberg também venceu um Prêmio de Contribuição Artística Extraordinária por “eXistenZ”, no Festival de Berlim de 1999. O Festival de Veneza 2018 vai acontecer entre 29 de agosto e 8 de setembro.
Filme “maldito” de Terry Gilliam vai encerrar o Festival de Cannes 2018
A organização do Festival de Cannes 2018 anunciou que o filme de encerramento da mostra será “The Man Who Killed Don Quixote” (O Homem que Matou Dom Quixote), em que o diretor americano Terry Gilliam trabalha há 20 anos. A exibição irá acontecer apesar de Gilliam estar proibido de lançar comercialmente o filme. Ele foi impedido por um produtor português, Paulo Branco, que comprou os direitos do longa através de sua empresa Alfama Films, baseada na França. Mas os dois se desentenderam durante a pré-produção e o produtor tentou impedir as filmagens, desencadeando uma crise. O diretor entrou na justiça francesa para anular a cessão de direitos, enquanto tratou de terminar o longa amaldiçoado com apoio de outra produtora. A briga judicial apenas prolongou a via crucis de Gilliam, que começou a pré-produção de “The Man Who Killed Don Quixote” em 1998, há exatos 20 anos. A filmagem original teve início em 2000, com Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) no papel principal, e foram tantos problemas, incluindo inundações, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar seu projeto, chegando a filmar Ewan McGregor (“O Escritor Fantasma”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas a produção precisou ser novamente interrompida, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com o produtor português adiou o projeto e Hurt acabou morrendo em janeiro de 2017, precisando ser substituído na terceira filmagem, desta vez definitiva. Assim, quem acabou filmando os papéis principais foram Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Jonathan Pryce (série “Game of Thrones”). O elenco final também inclui Olga Kurylenko (“Oblivion”), Stellan Skarsgård (“Ninfomaníaca”), Óscar Jaenada (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Jordi Mollà (“Riddick”), Sergi López (“Faces de uma Mulher”), Jason Watkins (série “Taboo”) e Rossy de Palma (“Madame”). Mas enquanto Gilliam comemorava o fim das filmagens, um tribunal de Paris se pronunciou em primeira instância em favor do produtor português, embora tenha rejeitado seu pedido de parar as filmagens. O cineasta recorreu e a decisão da justiça francesa foi marcada para 15 de junho, data em que se saberá qual será o destino do filme. Inspirado no clássico de Miguel de Cervantes, o longa gira em torno de um cansado diretor de comerciais que viaja para a Espanha para uma gravação, mas acaba embarcando numa jornada bizarra de volta no tempo, onde encontra Dom Quixote, que imediatamente o confunde com Sancho Pança e o arrasta para uma série de aventuras catastróficas. Quase tão catastróficas como a história de bastidores do próprio filme.
Lars Von Trier é “perdoado” e volta ao Festival de Cannes em meio à denúncias de abuso sexual
O diretor dinamarquês Lars von Trier está de volta ao Festival de Cannes, apenas sete anos e dois filmes depois de ser considerado “persona non grata” no evento. Seu novo filme, “The House that Jack Built”, será exibido fora de competição. Seco, o comunicado diz apenas isso, além de citar a decisão do presidente do festival. “Pierre Lescure, presidente do Festival, e seu conselho de administração decidiram acolher o retorno do diretor dinamarquês Lars von Trier, Palma de Ouro de 2000, na mostra oficial. Seu novo filme será exibido fora de competição”, diz a íntegra da nota. “Pierre Lescure trabalhou muito nos últimos dias para tentar retirar o status de persona non grata” do dinamarquês, acrescentou Thierry Frémaux, diretor geral do festival. Von Trier tinha sido banido em 2011, após afirmar, na entrevista coletiva da première de “Melancolia”, que tinha “simpatia” por Hitler. Apesar de um pedido de desculpas, justificado por sua dificuldade com a língua inglesa, ele foi expulso do festival e declarado “persona non grata” na Croisette, uma punição sem precedentes. Apesar disso, “Melancolia” permaneceu na competição e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para a americana Kirsten Dunst. Seu retorno acontece em meio a escândalos sexuais cometidos em seu estúdio e graves acusações de abusos, reveladas numa reportagem da revista The New Yorker e por uma denúncia da cantora Bjork, inspirada pelo movimento #MeToo. No caso de Bjork, os abusos teriam acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, musical que rendeu a Palma de Ouro ao diretor no festival de 2000. Ela compartilhou nas redes sociais algumas das propostas indecentes que ouviu e descreveu explosões de raiva do “dinarmaquês” (que ela não nomeia) por se recusar a ceder. Já a jornalista Anne Lundtofte descreveu, na reportagem da New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Ou seja, a decisão de “perdoar” Von Trier não poderia ter acontecido no pior momento possível, em franco contraste com as reivindicações do movimento #MeToo. “The House That Jack Built” traz Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Uma Thurman (“Ninfomaníaca”) e Bruno Ganz (“O Leitor”) numa história de serial killer.
Sem blockbusters, cinemas recebem filmes de José Padilha, Wim Wendes e Hirokazu Kore-Eda
Em semana sem blockbusters, a programação de cinema ganha perfil de festival internacional, com lançamentos de Wim Wenders, Hirokazu Kore-Eda, José Padilha e do retorno de Ruy Guerra após mais de uma década. Mas só os nomes famosos não garantem bons filmes. Até o terror horroroso com maior distribuição, que abre em 380 salas, é de um diretor francês conhecido. “Exorcismos e Demônios” tem direção de Xavier Gens, que retorna ao gênero que o consagrou em “(A) Fronteira” (2007), após fracassar em produções mais convencionais. Baseado numa história real, conta a história do exorcismo de uma jovem freira esquizofrênica por um padre psicopata, com requintes de crueldade. O fato chocou a Romênia e inspirou um filmão. Não este, mas “Além das Montanhas” (2012), do romeno Cristian Mungiu. A versão de terror, porém, não passa de um sub-“O Exorcismo de Emily Rose” (2005), que conseguiu uma rara unanimidade entre a crítica norte-americana: atingiu 0% (zero por cento) de aprovação no site Rotten Tomatoes. Um horror de ruim. Festival internacional “7 Dias em Entebbe” é o segundo filme internacional de José Padilha e, como “RoboCop” (2014), trata de história já vista antes, a quarta filmagem de uma das missões de resgate e combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por sequestradores em 1976. Em vez de destacar a ação de resgate como as produções B anteriores – entre elas, telefilmes com Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e Linda Blair (“O Exorcista”) – , Padilha optou por enfatizar o aspecto político da trama, em especial a causa palestina. Para completar a revisão, ainda minimizou o papel do comandante da missão, considerado herói em Israel – e que era irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu. O resultado desarma um longa que estampa metralhadoras e militares em seu pôster, em favor de cenas demasiadamente discursivas. A crítica norte-americana bocejou, com 22% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa do alemão Wim Wenders, “Submersão”, é um melodrama romântico, em que a sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) e o inglês James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) se apaixonam e são separados por seus trabalhos arriscados, que flertam com tragédias. Ele viaja à Somália para libertar prisioneiros de jihadistas, enquanto ela explora as profundezas do oceano num mini-submersível. Diante de situações de morte iminente, resta aos dois as lembranças de um encontro na véspera de Natal ocorrido em uma praia. Vale dizer que o trailer é ótimo. Já o filme demora quase duas horas para contar o que se vê na prévia de dois minutos. Lento de doer, tem apenas 16% de aprovação. Ao contrário dos demais, “O Terceiro Assassinato” tem avaliação positiva, 90% no Rotten Tomatoes. Mas mesmo entre os elogios se constata um consenso de que é um trabalho menor do japonês Hirokazu Kore-Eda. O que começa com tons de suspense logo se transfigura num drama de tribunal. A trama gira em torno do julgamento de um assassino confesso, que seu advogado suspeita ser inocente, e a situação vira uma discussão metafísica do que seria a verdade. O alemão “De Encontro com a Vida”, de Marc Rothemund (“Uma Mulher Contra Hitler”) é o mais previsível da lista. Baseado numa história real, acompanha um jovem que perde 90% da visão, mas consegue fingir não ter deficiência para conseguir um emprego num hotel de luxo. A trama edificante logo vira uma comédia romântica, quando uma camareira entra na história. Seleção brasileira “Todo Clichê do Amor” vai da comédia rasgada à conversa dramática em três histórias diferentes, amarradas por um cacoete estilístico do ator e diretor Rafael Primot em seu segundo longa – após o surpreendente “Gata Velha Ainda Mia” (2014). Apesar do elenco atuar em volume histérico, há nuances que sobrevivem aos clichês do título. O bom elenco feminino inclui Maria Luisa Mendonça (série “Magnífica 70”), Débora Falabella (“O Filho Eterno”) e Marjorie Estiano (“Sob Pressão”) como uma dominatrix. “Quase Memória”, o “novo” longa de Ruy Guerra, foi exibido pela primeira vez no Festival do Rio de… 2015, o que comprova a dificuldade enfrentada pelos filmes brasileiros para chegar aos cinemas. Se uma obra do diretor de clássicos como “Os Cafajestes” (1962), “Os Fuzis” (1964), “Ópera do Malandro” (1986), “Kuarup” (1989) e “Estorvo” (2000) sofre com isso, o que dirá um diretor estreante. E olha que se trata da adaptação de um best-seller nacional, o livro homônimo de Carlos Heitor Cony, com mais de 400 mil exemplares vendidos, e estrelado por um dos atores mais populares do país, Tony Ramos, que volta a protagonizar um filme após o ótimo trabalho em “Getúlio” (2014). Expoente do Cinema Novo, Ruy Guerra não filmava desde “O Veneno da Madrugada” (2005) e retorna com um filme “borgiano”, em que um homem velho (Ramos) encontra sua versão jovem (Charles Fricks) e idealista, e ambos lembram do pai (vivido por João Miguel). Se o encontro se dá em tom teatral, as lembranças têm abordagem quase surrealista, ao se desdobrarem numa história fabulosa de tom circense, pela distorção causada pela memória distante. O elenco da produção ainda inclui Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”) e Antonio Pedro (“A Casa da Mãe Joana”). Por fim, o documentário “Construindo Pontes” tem a plasticidade que se espera da diretora de fotografia de “Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo” (2009) e “Lixo Extraordinário” (2010), apesar de ser construído em cima de conversas entre Heloísa Passos e seu pai, Álvaro, que viveu o auge de sua carreira de engenheiro civil durante o “milagre econômico” da ditadura militar. Esquerdista convicta de que o Brasil sofreu um golpe com o Impeachment de Dilma Rousseff, ela não consegue aceitar o saudosismo do pai pela ditadura e seu apoio a Sergio Moro, o juiz que participa do acordo das elites para tirar Lula das eleições deste ano. As discussões entre os dois ilustram a polarização em que se encontra o país. Mas, de forma inconsciente, também a cegueira de quem polariza, já que inicia com uma filmagem em super-8 das Sete Quedas, as cachoeiras destruídas para dar lugar à hidrelétrica Itaipu, uma das obras faraônicas do governo militar, no que se supõe uma crítica à direita, mas não termina com imagens de Belo Monte, a Itaipu do PAC petista, que causou desastre maior, por ir além do crime ambiental, afetando comunidades indígenas para favorecer interesses de corruptos. A não construção desta ponte metafórica é que causa a polarização do país.
Série Homeland vai acabar na próxima temporada
A atriz Claire Danes, que estrela “Homeland”, anunciou que a série vai terminar na 8ª temporada. A atriz contou a novidade durante entrevista ao radialista Howard Stern, na quarta-feir (18/4). Na conversa, ela disse que se sente “muito dividida” com o fim de “Homeland”. Mas, por um lado, se sentirá “aliviada”, porque sua personagem, a espiã bipolar Carrie Mathison, exige muito dela. O papel lhe rendeu dois Emmys e dois Globos de Ouro. “Homeland” está atualmente na reta final de sua 7ª temporada, como sempre bastante elogiada pela crítica. O último episódio vai ao ar no dia 29 de abril nos Estados Unidos. Já a 8ª temporada será exibida apenas em 2019. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Fox Premium 2.
CBS renova sete séries e deixa no ar destinos de Criminal Minds e Scorpion
A rede americana CBS anunciou a renovação de mais sete séries. São elas: “Hawaii Five-0”, “MacGyver”, “Blue Bloods”, “Bull”, “NCIS: New Orleans”, “NCIS: Los Angeles” e “Madam Secretary”. Curiosamente, três delas compõe a programação completa das sextas-feiras do canal – e o ajudam a liderar com folga este dia da semana na TV americana. Elas se somam a outras seis séries previamente renovadas: “The Big Bang Theory”, “Young Sheldon”, “Mom”, “NCIS”, “SEAL Team” e “S.W.A.T.”. A lista completa premia com continuidade as três produções da franquia “NCIS”, as três séries de comédia do produtor Chuck Lorre e os três remakes de séries clássicas da CBS. Entretanto, deixa de fora programas populares como “Criminal Minds” e “Scorpion”. Ambos chegaram ao final de suas temporadas nesta semana nos Estados Unidos e a falta de novidades sobre suas renovações chamou atenção da mídia americana. Uma curiosidade é que a CBS renovou todos os programas exibidos às sextas, deixou no limbo o line-up completo das segundas. Além de “Scorpion”, não foram renovadas as comédias “Kevin Can Wait”, “Man with a Plan” e “Superior Donuts”, exibidas nesse dia da semana. Também não há notícias sobre o futuro da comédia “Life in Pieces” e da novata série policial “Instinct”, que fez uma grande trabalhada num de seus primeiros episódios, ao contar uma história igual a um caso da série “Bones”. Isto não significa que estas séries estão canceladas. A CBS tem até meados de maio para tomar a decisão definitiva sobre sua programação de outono, quando apresentará sua nova temporada para anunciantes e imprensa – durante os chamados upfronts televisivos.
Taken: Série baseada na franquia Busca Implacável está virtualmente cancelada
A rede NBC tirou do ar a série “Taken”, derivada da trilogia de cinema “Busca Implacável”. Os episódios da 2ª temporada estavam sendo exibidos nas noites de sexta-feira e ironicamente vinham recuperando público. Após estrear a temporada diante de 2,7 milhões de espectadores, os dois últimos episódios foram vistos por 3 milhões. Mas a audiência de 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) foi determinante para a decisão. Agora, os episódios que sobraram serão despejados na programação de sábado, dia em que habitualmente não são exibidas séries, a partir de 26 de maio. Isto significa que “Taken” está virtualmente cancelada, aguardando apenas o anúncio oficial. A série quase foi cancelada no ano passado, após amargar apenas 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ela foi renovada devido ao interesse internacional. Por se basear numa franquia conhecida, atraiu interesse de muitos mercados estrangeiros, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp (estúdio do filme) na produção. Mas houve mudanças profundas da trama, com substituição de showrunner e quase todo o elenco da temporada inaugural. O público, porém, rejeitou as mudanças. Produzida pelo cineasta francês Luc Besson, um dos criadores da franquia cinematográfica, “Taken” era uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama é ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. O elenco traz o norte-irlandês Clive Standen (o Rollo da série “Vikings”) como a versão jovem do personagem de Neeson, e ainda destaca Jeniffer Beals (séries “The L Word” e “Proof”) como Christina Hart, diretora de uma agência de inteligência, que se torna sua mentora. No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon.
Seven Seconds é cancelada pela Netflix após uma temporada
A série criminal “Seven Seconds” não terá 2ª temporada. A Netflix anunciou o cancelamento da atração, após apenas uma temporada. “Seven Seconds” foi disponibilizada em 23 de fevereiro e conquistou 77% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Criada por Veena Sud (“The Killing”), a série deveria trazer uma história diferente por ano, mantendo um estilo de antologia. Assim, a 1ª temporada contou uma história completa, explorando as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco. A ideia do título era que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências disso duram uma eternidade. Seu grande elenco destacava Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”).
Mila Kunis e Kate McKinnon ilustram os pôsteres nacionais da comédia Meu Ex É Espião
A Paris Filmes divulgou os cartazes nacionais da comédia de ação “Meu Ex É Espião”, estrelada por Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). As duas ilustram os pôsteres da produção, cujo título original é “The Spy Who Dumped Me” (algo como “O espião que me deu o fora”), uma referência ao clássico “007 – O Espião que Me Amava” (1977). Na trama, Kunis descobre que namorou sem saber um super-espião. E, quando ele morre inesperadamente, ela e sua melhor amiga (McKinnon) se vêem envolvidas em sua missão secreta. O elenco também inclui Justin Theroux (série “The Leftovers”), Sam Heughan (série “Outlander”), Gillian Anderson (série “Arquivo X”), Fred Melamed (“Um Homem Sério”) e a ucraniana Ivanna Sakhno (do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”). O filme tem roteiro e direção de Susanna Fogel, criadora da série “Chasing Life” e diretora da comédia indie “Parceiras Eternas” (2014). E a estreia está prevista para 9 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Josh Holloway e Sarah Wayne Callies ilustram fotos e pôster da 3ª temporada de Colony
O canal pago americano USA divulgou o poster e as fotos da estreia da 3ª temporada da série sci-fi “Colony”, estrelada por Josh Holloway (série “Lost”) e Sarah Wayne Callies (série “The Walking Dead”). As imagens mostram a família do casal totalmente em meio a uma região de floresta e fortemente armada, após escapar da destruição de Los Angeles. Criada por Carlton Cuse (produtor das séries “Lost” e “Bates Motel”) e Ryan Condal (roteirista de “Hércules”), “Colony” acompanha a resistência humana após a Terra ser invadida por uma raça alienígena. A série tem diversos episódios dirigidos pelo cineasta argentino Juan José Campanella, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “O Segredo de Seus Olhos” (2009), e mantém uma audiência fiel em torno de 800 mil telespectadores semanais. A nova temporada tem estreia marcada para 2 de maio nos Estados Unidos e será exibida no Brasil pelo canal pago TNT Series.
Mon-El veste uniforme clássicos dos quadrinhos no trailer do próximo episódio de Supergirl
A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que mostra Mon-El (Chris Wood) com seu uniforme clássico dos quadrinhos – de cores vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual já tinha sido antecipado em janeiro, num comercial sobre a programação de 2018 do canal – que foi tirado do ar e refeito sem Mon-El após os produtores perceberem o spoiler -, e é bem diferente daquele visto no episódio da Legião dos Super-Heróis. Intitulado “In Search of Lost Time”, o episódio vai ao ar no dia 23 de abril nos Estados Unidos. “Supergirl” está atualmente em sua 3ª temporada e é exibida com poucos dias de atraso no Brasil pelo canal pago CW. A série também teve seus primeiros episódios transmitidos na madrugada da rede Globo.












