Vídeos destacam pioneirismo das filmagens em Imax de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou um novo comercial e um vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que destacam o fato de a produção ter sido totalmente filmada com câmeras especiais para telas de Imax. Trata-se do primeiro filme de ficção a realizar esta façanha em Imax digital – “Dunkirk” e “Transformers: O Último Cavaleiro” saíram na frente, mas foram apenas parcialmente filmados com esta tecnologia. O detalhe mais curioso é a explicação do produtor Kevin Feige sobre como a cena do confronto no aeroporto de “Capitão América: Guerra Civil” foi importante para o futuro da Marvel, tanto para a adoção definitiva da tecnologia Imax quanto para a escalação dos irmãos Russo como diretores do novo filme dos Vingadores, que contará com a maior quantidade de super-heróis já reunidos no cinema. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia na quinta-feira (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Mon-El aparece com uniforme clássico dos quadrinhos em novo pôster da série Supergirl
A rede CW divulgou um novo pôster da série “Supergirl”, que mostra Mon-El (Chris Wood) com seu uniforme clássico dos quadrinhos – de cores vermelho e azul, com direito à capa esvoaçante. O visual já tinha sido antecipado em janeiro, num comercial sobre a programação de 2018 do canal – que foi tirado do ar e refeito sem Mon-El após os produtores perceberem o spoiler -, e é bem diferente daquele visto no episódio da Legião dos Super-Heróis. A versão de capa esvoaçante de Mon-El será apresentada no próximo episódio da série, que já teve fotos e trailer antecipados. Intitulado “In Search of Lost Time”, o capítulo vai ao ar na segunda-feira (23/4) nos Estados Unidos. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
HBO abre o sinal para a estreia da 2ª temporada de Westworld no Brasil
A HBO abriu o sinal para todos os assinantes da NET e Claro TV neste final de semana para atrair maior público para a estreia da 2ª temporada de “Westworld”, que vai ao ar neste domingo (22/4), às 22 horas. Além disso, a abertura permitirá maratonar toda a temporada inaugural de “Westworld” através do canal HBO 2, que vai exibir todos os episódios do primeiro ano. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A série tem um elenco de peso, que inclui Ed Harris, Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Tessa Thompson e o brasileiro Rodrigo Santoro.
Carla Gugino será ladra renomada em nova série de ação criminal
A atriz Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) vai estrelar uma nova série de ação criminal do canal pago americano Cinemax chamada “Jett”. A série gira em torno de Daisy “Jett” Kowalski (Gugino), uma ladra renomada que, recém-saída da prisão, que só pensa em cuidar de sua filha e ficar longe de problemas. Mas acaba forçada a fazer o que ela faz de melhor por criminosos perigosos, determinados a explorar suas habilidades para seus próprios objetivos. “Jett” é uma criação do venezuelano Sebastian Gutierrez, parceiro de longa data da atriz. Ele escreveu “Na Companhia do Medo” (2003), suspense coestrelado por Gugino, e ainda a dirigiu em mais três longa-metragens: “O Beijo da Traição (1998), “Doces Problemas” (2009) e “Um Caso Complicado” (2010). Os dois dividem a produção da série, que ainda não tem previsão de estreia.
Quadrinhos de Deadly Class viram série com produção dos diretores de Vingadores: Guerra Infinita
O canal pago americano Syfy encomendou uma série baseada nos quadrinhos de “Deadly Class” com produção dos irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”. A atração contará com alguns atores de filmes da Marvel em seu elenco. Publicada pela Image Comics, a HQ “Deadly Class” acompanha os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987. O próprio criador dos quadrinhos, Rick Remender, assinou o roteiro do piloto em parceria com Miles Orion Feldsott (“American Koko”). O elenco teen inclui Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”). Já os adultos destacam Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”) e o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”). A direção do piloto, já aprovado, foi realizada pelo cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). A série ainda não tem previsão de estreia, mas marca uma tendência recente na SyFy, que tem investido em atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton” e “Happy!”, duas de suas mais recentes produções.
Cena da 5ª temporada de The 100 mostra sobreviventes do apocalipse no espaço
A rede CW divulgou uma cena da 5ª temporada de “The 100”, que mostra um dos grupos sobreviventes do segundo apocalipse da Terra, o de Bellamy (Bob Morley) e Raven (Lindsey Morgan). A prévia ressalta a camaradagem que se estabeleceu entre os jovens que fugiram rumo à estação espacial que orbita o planeta, sugere suas rotinas e a dificuldade que encontram para contatar a Terra, devido à radioatividade. Na nova temporada, o isolamento deste e dos demais grupos que sobreviveram ao fogo radioativo será bruscamente interrompido pela chegada de uma nave ameaçadora, que nenhum deles viu anteriormente. A 5ª temporada de “The 100” estreia na terça-feira (24/4) nos Estados Unidos.
Comerciais legendados de Vingadores: Guerra Infinita trazem trechos inéditos
A Marvel divulgou quatro comerciais legendados de “Vingadores: Guerra Infinita”, que trazem alguns trechos inéditos da superprodução. As prévias se concentram em ameaças de Thanos (Josh Brolin) e na ideia dos super-heróis de que a união faz a força. O longa marca o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão, que ameaça destruir bilhões de vidas. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer e fotos apresentam nova série de suspense estrelada por Michael C. Hall
A Netflix divulgou 15 fotos e o trailer de “Safe”, nova série de suspense estrelada por Michael C. Hall (o “Dexter”). Ele é o pai viúvo de uma adolescente que desapareceu misteriosamente numa festa, dentro de seu próprio condomínio fechado de casas. Conforme a polícia e ele próprio investigam a situação, menos seguro o lugar se revela e mais segredos vêm à tona. “Safe” é uma criação do romancista Harlan Coben (autor do livro que virou o filme “Não Conte a Ninguém”) e do roteirista Danny Brocklehurst (série “Ordinary Lies”). Os dois trabalharam juntos na série inglesa “The Five”, no ano passado. A produção britânica também inclui em seu elenco as atrizes inglesas Amanda Abbington (a Mary Watson de “Sherlock”) e Hannah Arterton (“The Five”). As gravações começaram nesta semana para uma estréia em 2018 na Netflix – menos na França, onde será exibida pelo Canal Plus, que coproduz a série. Com oito episódios, “Safe” estreia em 10 de maio no serviço de streaming.
Relembre 10 clipes do DJ Avicii, que marcou a carreira com vídeos de apelo cinematográfico
O DJ Avicii, morto aos 28 anos, deixou alguns hits memoráveis em sua curta e bem-sucedida carreira. Mas ele também se destacou por realizar clipes elaborados, com roteiro e encenação cinematográfica. O costume inaugurado por “Levels”, em 2011, incluiu colaborações com alguns cineastas, como Julius Onah (de “O Paradoxo Cloverfield”), Rich Ragsdale (“Ghost House”), Sebastian Ringler (editor de “Corações em Conflito”) e a dupla David Dworsky e Victor Kohler (documentário “The Next Black”). Confira abaixo 10 clipes do músico, falecido na sexta (20/4), que na letra de “The Night” registrou a seguinte mensagem: “Um dia você vai deixar essa vida para trás, então viva uma vida memorável”.
Nelson Pereira dos Santos (1928 – 2018)
Morreu o diretor Nelson Pereira dos Santos, um dos mais importantes cineastas brasileiros, precursor do Cinema Novo, cuja trajetória reflete mais de meio século da história cultural do país. O cineasta estava internado desde a quarta-feira no hospital Samaritano, no Rio, com uma pneumonia. Na internação foi constatado um tumor no fígado, já em estágio avançado, que causou sua morte neste sábado (21/4), aos 89 anos. Nelson Pereira dos Santos assinou mais de 20 filmes, entre eles clássicos absolutos como “Vidas Secas” (1963) e “Memórias do Cárcere” (1984), ambos baseados em livros de Graciliano Ramos, e “Rio 40 Graus” (1955), a obra inspiradora do Cinema Novo. Nascido em 22 de outubro de 1928 em São Paulo, formou-se em direito, mas seguiu carreira como jornalista, tendo passagens por veículos como Diário da Noite e o Jornal do Brasil, antes de se destacar como cineasta. A paixão pelo cinema foi despertada pelo pai cinéfilo, que o levava para ver filmes ainda criança, e alimentada por uma viagem a Paris em 1949, quando frequentou a Cinemateca Francesa e se aproximou do movimento intelectual francês do pós-guerra. Ele fez seu primeiro filme logo ao retornar ao Brasil, o média metragem “Juventude”, de 1950, que pretendia exibir no Festival da Juventude, evento de propaganda do Partido Comunista, realizado em Berlim Oriental. Nelson Pereira dos Santos sempre foi comunista de carteirinha, mas este primeiro filme e outros projetos que se seguiram acabaram perdidos, sem registro, alguns nem finalizados. Para adquirir experiência, decidiu trabalhar como assistente de outros diretores, como Rodolfo Nanni, Ruy Santos e Alex Viany. E assim se mudou para o Rio de Janeiro, onde vicejava um cinema de viés populista, bem diferente das comédias e romances populares da companhia Vera Cruz, em São Paulo. Seu primeiro longa, “Rio 40 Graus” (1955), causou enorme impacto. Filmado com uma câmera emprestada e em sistema cooperativado, Nelson realizou a obra mais inovadora da época, que introduziu a estética neorealista no cinema nacional, ao mesmo tempo em que apresentou temas que seriam posteriormente adotados pelo Cinema Novo, único movimento cinematográfico brasileiro de repercussão internacional. “Rio 40 Graus” era uma antologia de cinco histórias, que retratava um Rio de Janeiro diferente do cartão postal – e de todos os filmes que se faziam no Brasil. Não era o Rio de Copacabana e do Cristo Redentor, mas o Rio da Zona Norte, dos pobres, dos negros e de um cotidiano complexo. Como resultado, o filme foi censurado. Um dos motivos alegados era que a temperatura de 40º era mentira, nunca tinha acontecido no Rio de Janeiro. A liberação só aconteceu depois da posse de Juscelino Kubitschek, o “presidente bossa nova”. O cineasta voltou ao tema do Rio profundo em “Rio Zona Norte”, seu segundo filme, mas procurando fazer uma ponte com o cinema popular da Vera Cruz, com a inclusão de elementos de chanchada e da presença do comediante Grande Otelo. O filme acompanhava a luta de um compositor (Grande Otelo) para ter uma música gravada e a necessidade de vender seu trabalho para sobreviver. Mas, mesmo com a participação da cantora Angela Maria, não obteve a repercussão imaginada. Ambicioso para um diretor iniciante, ele decidir filmar a seguir “Vidas Secas”, um dos maiores clássicos literários do país. Mas não foi fácil tirar esse projeto do papel. Quando a equipe chegou no sertão para as filmagens, deparou-se com um milagre. Nunca chovera tanto no Nordeste quanto naquele ano, criando um cenário completamente diverso do agreste desértico do livro de Graciliano Ramos. O jeito foi trocar de projeto. E assim surgiu “Mandacaru Vermelho” (1962). “Vidas Secas” só aconteceu depois de um ano. Mas valeu a espera. O filme causou uma revolução na forma de captar a iluminação natural. A iniciativa foi do diretor de fotografia Luis Carlos Barreto, que decidiu tirar todos os filtros da câmera para filmar o brilho solar. A captação do verão nordestino com força luminosa e abrasiva arrancou elogios no Festival de Cannes de 1964. E o fato de ter sido exibido no festival francês juntamente com “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, chamou atenção mundial para o cinema brasileiro. Nelson Pereira dos Santos tinha grande afinidade com Glauber, com quem já havia trabalhado, na função de editor, em “Barravento” (1962). Mas o golpe militar de 1964 tolheu as expectativas de maior integração entre os cineastas. Os filmes de denúncia social do período foram paulatinamente substituídos por produções mais experimentais. E Nelson mergulhou neste novo filão com “Fome de Amor” (1969), sobre o isolamento da esquerda, e “Azyllo Muito Louco” (1970), uma adaptação de “O Alienista”, de Machado de Assis, que usava alegorias para abordar o momento do país, do mesmo modo que “Quem É Beta?” (1974). O diretor se aproximou do tropicalismo com “Como Era Gostoso o Meu Francês” (1972), uma evocação da antropofagia que fez bastante sucesso, graças à presença de índias peladas – Ana Maria Magalhães virou sex symbol. Ele também trouxe ao cinema as religiões afrobrasileiras, no momento em que expressões de candomblé e umbanda iniciavam uma transição para o vocabulário popular, via sucessos da MPB. Filmes como “Amuleto de Ogum” (1976) e “Tenda dos Milagres” (1979), este baseado na obra de Jorge Amado, foram equivalentes cinematográficos a “Canto de Ossanha” (1963), “Oração da Mãe Menininha” (1971) e “Tributo aos Orixás” (1972), entre outros. O sucesso comercial se deu em outra frente musical. Ao filmar a cinebiografia da dupla caipira Milionário e José Rico, no filme “Estrada da Vida” (1980), o diretor conseguiu seu maior êxito popular. Entretanto, seu filme mais lembrado dos anos 1980 é outro. Ele voltou à obra de Graciliano Ramos para filmar “Memórias do Cárcere” (1984), que gerou idolatria da crítica como um dos filmes mais importantes da década. Embora retratasse uma época específica, a prisão do escritor durante a ditadura de Getúlio Vargas, nos anos 1930, o longa também refletia o Brasil de sua época, que vivia os últimos suspiros da ditadura militar. O fato de ser exibido sem censura foi exaltado como marco da “abertura democrática” e cortina final da repressão. Poucos meses depois, o Ministro da Justiça Fernando Lyra anunciou o fim da censura no Brasil. Seus filmes seguintes, “Jubiabá” (1986), outra adaptação de Jorge Amado, e “A Terceira Margem do Rio” (1995), baseado em contos de Guimarães Rosa, foram separados por quase uma década, em que o cinema nacional enfrentou sua maior crise, entre o fim da Embrafilme e a reinvenção completa, com a adoção de leis de incentivo. Nelson foi um dos primeiros cineastas a reagir à implosão cultural causada pelo governo Collor, mas teve dificuldades para se enquadrar no novo modelo de produção e viu muitos de seus projetos serem inviabilizados. Por conta disso, partiu para o documentário, mais fácil e barato de filmar. Tornou-se especialista no gênero, com trabalhos sobre Castro Alves, Sergio Buarque de Hollanda, Zé Ketti e principalmente Tom Jobim, cuja vida e obra renderam seus dois filmes finais, “A Música Segundo Tom Jobim” (2012) e “A Luz do Tom” (2013). Em meio a essa fase, ele ainda realizou uma última obra de ficção, “Brasília 18%” (2006), cujo título aludia tanto à secura do ar no Planalto Central quanto às taxas de comissão cobradas por políticos corruptos. Já naquela época, em pleno escândalo do mensalão, ele aludia ao que José Padilha batizaria 12 anos depois de “O Mecanismo”. No mesmo ano, o cineasta foi eleito para a ABL, por conta de alguns roteiros publicados, tornando-se o primeiro diretor de cinema a ocupar uma vaga na Academia Brasileira de Letras. A verdade é que é possível contar boa parte da história cultural e política do Brasil dos últimos 60 anos apenas com os filmes de Nelson Pereira dos Santos.
Verne Troyer (1969 – 2018)
Morreu o ator e comediante Verne Troyer, conhecido por interpretar Mini-Me em dois filmes da franquia de comédia “Austin Powers”. Ele também era famoso por ser um dos homens mais baixos do mundo, com 81 centímetros de altura. A morte de Troyer foi anunciada em seu perfil no Instagram neste sábado (21/4). A causa da morte não foi informada, mas a publicação alerta para os riscos da depressão e do suicídio. “É com grande tristeza e muito peso no coração que escrevemos que Verne morreu hoje […] Depressão e suicídio são problemas muito sérios. Você nunca sabe que tipo de batalha alguém está passando por dentro. Seja gentil um com o outro. E sempre saiba, nunca é tarde demais para procurar ajuda de alguém”, disse a publicação na rede social. Há duas semanas, Troyer chegou a ser internado após um chamado da emergência, que levou a polícia até a casa do ator, em Los Angeles. Segundo o site TMZ, os policiais assinalaram em relatório que ele estava “bêbado e com comportamento suicida”, e foi tratado por uma possível intoxicação por álcool. O ator nasceu nos Estados Unidos, em 1969, com acondroplasia, condição genética que provoca nanismo. Além de “Austin Powers”, Troyer atuou em mais de 20 filmes. Sua estreia no cinema foi como o personagem-título do terror trash “Pinóquio – O Perverso” (1996). Depois disso, fez pequenas figurações em vários blockbusters, como “MIB: Homens de Preto” (1997) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), mas sempre fantasiado de criatura. Por isso, nenhum papel lhe trouxe reconhecimento similar ao do Mini-Me introduzido em “Austin Powers: O Agente ‘Bond’ Cama” (1999). Depois de reprisar o papel em “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002), ele voltou a viver Mini-Me em clipes de cantores famosos como Ludacris (“Number One Spot/The Potion”) e Madonna (“Beautiful Stranger”), transformando o personagem num ícone pop. Troyer chegou a voltar a trabalhar com Mike Myers, o intérprete de Austin Powers, em “O Guru do Amor”. Mas a comédia foi um fracasso tão grande que implodiu a carreira dos dois. Depois disso, sua participação mais relevante aconteceu no reality britânico “Celebriry Big Brother”, em 2009. A dificuldade de encontrar novos papéis, que não incluíssem uma fantasia de criatura, acabou arrastando-o para a bebida. Verne Troyer lutou contra o alcoolismo durante anos e foi diversas vezes internado em clínicas de reabilitação. It is with great sadness and incredibly heavy hearts to write that Verne passed away today. Verne was an extremely caring individual. He wanted to make everyone smile, be happy, and laugh. Anybody in need, he would help to any extent possible. Verne hoped he made a positive change with the platform he had and worked towards spreading that message everyday. He inspired people around the world with his drive, determination, and attitude. On film & television sets, commercial shoots, at comic-con’s & personal appearances, to his own YouTube videos, he was there to show everyone what he was capable of doing. Even though his stature was small and his parents often wondered if he’d be able to reach up and open doors on his own in his life, he went on to open more doors for himself and others than anyone could have imagined. He also touched more peoples hearts than he will ever know. Verne was also a fighter when it came to his own battles. Over the years he’s struggled and won, struggled and won, struggled and fought some more, but unfortunately this time was too much. During this recent time of adversity he was baptized while surrounded by his family. The family appreciates that they have this time to grieve privately. Depression and Suicide are very serious issues. You never know what kind of battle someone is going through inside. Be kind to one another. And always know, it’s never too late to reach out to someone for help. In lieu of flowers, please feel free to make a donation in Verne’s name to either of his two favorite charities; The Starkey Hearing Foundation and Best Buddies. Photo by @paulmobleystudio Uma publicação compartilhada por Verne Troyer (@vernetroyer) em 21 de Abr, 2018 às 12:58 PDT
Waldyr Sant’Anna (1936 – 2018)
Morreu Waldyr Sant’Anna, que trabalhou em novelas dos anos 1980 da rede Globo, mas ficou mais conhecido por sua voz. Ele foi o primeiro dublador de Homer Simpson no Brasil, e é considerado um dos maiores dubladores de todos os tempos no país. Sant’Anna também dublava o vovô Simpson em “Os Simpsons” e emprestou sua voz a Eddie Murphy em várias produções. Mas sua experiência cobre décadas, desde o desenho “Speed Racer”, de 1967, em que fornecia a narração oficial das corridas de carro da trama. Entre as novelas em atuou, estão os sucessos “Água-Viva” (1980), “Baila Comigo” (1981), “Guerra dos Sexos” (1983) e “Roque Santeiro” (1985). Nesta última, destacou-se como Terêncio, o jagunço de Sinhozinho Malta (Lima Duarte). Ele deixou de dublar Homer em 2007, depois de uma briga com a Fox sobre direitos autorais, mas sua substituição causou protestos entre os fãs do desenho na época. Ele processou a Fox pelo não-pagamento e pelo uso não-autorizado da sua voz nos DVDs da animação, apontando que seu contrato previa apenas exibição da série na TV. Como resultado, foi prontamente substituído no posto e sequer teve a chance de dublar o personagem no longa-metragem que estava sendo lançado. Na ocasião, Sant’Anna não escondeu o descontentamento. “Estou sendo penalizado e até condenado por alguns, pelo fato de ter tido a coragem de cobrar o que nossa legislação garante, o que ao longo dos últimos 50 anos os distribuidores de filmes insistem em desrespeitar e a pressão econômica exercida pelo capital estrangeiro nos obriga a aceitar, ou não sobreviver deste trabalho caso se rebele”, disse. A causa da morte ainda não foi revelada. Sant’Anna, que tinha 81 anos, estava internado no Rio após passar mal durante uma dublagem, e seu falecimento foi divulgado no Instagram pelo também dublador Guilherme Briggs. “Faleceu esta manhã o ator e dublador Waldyr Sant’Anna, nossa eterna primeira voz do Homer Simpson e de tantos outros personagens. Fica aqui minha homenagem simples ao meu primeiro diretor de dublagem, na VTI Rio, que me deu meu primeiro papel em seriado, o Worf (Star Trek: A Nova Geração) e sempre foi super fã dos meus desenhos, de minha arte e extremamente paciente comigo em meu início de carreira como dublador”, começou Briggs. “Ele sempre era calmo, tranquilo e bem humorado, o que fazia toda a diferença. Sant’Anna sempre me incentivava e gostava de ter longas conversas comigo, o que eu apreciava demais. Inteligente, espirituoso, criativo, divertido e dono de um delicioso humor, Sant’Anna era muito querido por todos nós na dublagem. Descanse em paz, fique com Deus e muito obrigado por tanto apoio e confiança em meu trabalho como artista, Sant’Anna, isso foi muito importante pra mim”, finalizou o colega, em homenagem ao veterano.
Sebastian Stan confirma Michelle Pfeiffer e outros atores especulados em Vingadores: Guerra Infinita
Depois da produtora Victoria Alonso, que trabalha nos filmes da Marvel, deixar escapar que Michelle Pfeiffer estaria no elenco de “Vingadores: Guerra Infinita”, foi a vez do ator Sebastian Stan, intérprete do Soldado Invernal, confirmar o spoiler. Em entrevista ao jornal The Independent sobre as filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, ele citou não apenas o nome da atriz, mas também o diversos atores que eram apenas especulados no elenco no filme. E todos vão participar de um mesma cena em grupo, que reunirá o conjunto completo de personagens da Marvel. “Nós fizemos uma cena, eu acho, que tínhamos todo mundo ali. Eu não posso falar muito da cena, mas demorou três meses para ser planejada para ter todos juntos. Você olhava ao redor e via todo mundo, desde Samuel L. Jackson a Michael Douglas e Michelle Pfeiffer. Todos estavam lá”, ele afirmou. Michelle Pfeiffer já tinha sido confirmada no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”, o lançamento seguinte da Marvel, como Janet Van Dyne, a Vespa original, mãe de Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), que desapareceu no universo subatômico há muitos anos, segundo relatado no filme “Homem-Formiga” (sem a atriz) em 2015. Assim, “Vingadores: Guerra Infinita” marcará a estrela da atriz, que já foi a Mulher-Gato nos anos 1990, no universo cinematográfico da Marvel. Os demais atores interpretam personagens já estabelecidos na Marvel. Michael Douglas é o cientista Henry Pym, marido da personagem de Pfeiffer e criador do traje do Homem-Formiga, e Samuel L. Jackson vive Nick Fury desde a primeira cena extra do universo cinematográfico da Marvel, exibida ao final de “Homem de Ferro” (2008), mas seu último longa no estúdio tinha sido “Vingadores: Era de Ultron” há três anos. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia na quinta (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.












