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Música

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TV

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Série

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Filme, Série

Guia | Volta do Senhor dos Anéis marca estreias de streaming da semana

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7 de novembro de 2026
  • Filme

    Submersão mergulha nos mistérios da existência sem encontrar novidades

    21 de abril de 2018 /

    Numa mistura de suspense e romance, “Submersão”, o novo filme do cineasta alemão Wim Wenders, trata de duas questões distintas, mas vinculadas à realidade global do planeta. O amor aqui une o agente secreto britânico James (James McAvoy), em missão na Somália para caçar fontes de terroristas suicidas, a Danny (Alicia Wikander), biomatemática que trabalha num projeto envolvendo as profundezas do mar. Só que ambos têm missões perigosas, capazes de afastá-los indefinidamente. Ele, enfrentando os riscos do terrorismo internacional. Ela, pondo a vida em perigo num submergível pelo tempo necessário para realizar sua pesquisa. O interessante é a ideia que a move, a de que a vida do planeta emergiu das camadas mais profundas do mar e de lá pode ressurgir ou se transformar. Wenders gosta de lidar com questões inusitadas, surpreendentes e desafiadoras, em busca de respostas que jamais serão claras. A justaposição dos dois universos, que estão no romance de J. M. Legard, em que se baseou o filme, não ajuda a situação a evoluir. Mas a água e o mar compõem um elemento estético a ser apreciado. O filme também instiga a pensar sobre os mistérios da existência. Já a ameaça constante do terror não traz novidade, em sua extrema brutalidade.

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  • Filme

    Rampage traz Dwayne Johnson fazendo o mesmo de sempre, ainda mais descartável

    21 de abril de 2018 /

    Dwayne Johnson é uma simpatia, um cara divertido que merece um high five, um abraço e aquela selfie para bombar no Instagram. Mas notaram como ele adora uma selva, muita destruição em CGI, exibir os músculos (e se gabar disso) quase sempre fazendo o mesmo personagem em filmes parecidos? “Rampage: Destruição Total” é mais um capítulo em sua trajetória que inclui vários filmes por ano (“Jumanji” chegou aos cinemas cerca de três meses atrás). Era para ser a adaptação para o cinema de um game antigo e sem história, em que se joga com um gorilão detonando prédios. Mas como a adaptação de “Goosebumps” se “adaptou” a Jack Black, “Rampage” se ajusta a The Rock. O ator até conta com a ajuda do “parça” Brad Peyton, o diretor de “Terremoto: A Falha de San Andreas”, que substitui abalos sísmicos por monstros gigantes, com os mesmos resultados. Ou seja, com concreto, metal, aço, poeira e fogo indo pelos ares. No filme, o gorila geneticamente alterado por humanos malvados – que, até por isso, atuam como se fossem doidos varridos e os verdadeiros monstros do filme – transforma Chicago numa arena para brigar com um lobo voador e um crocodilo. Gigantes, é claro. Ah, sim, The Rock está no meio da confusão porque é amigo de George, o gorila, e por isso tenta acalmar o bicho transformado pelos vilões, mas também apoiar a porrada contra os outros dois monstros quando não tem mais jeito. O filme ainda consegue contar com a ótima Naomi Harris, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Moonlight” (2016), fazendo absolutamente nada, e Jeffrey Dean Morgan, o Negan de “The Walking Dead”, se divertindo mais que a plateia. “Rampage” é passatempo para uma garotada pouco exigente e muito mais preocupada com pipoca e refrigerante que o que acontece na tela de cinema. Para não dizer que é um completo passa-perda-de-tempo sem nada a destacar, a produção faz um trabalho competente de CGI aliado ao desempenho de captura da performance do ator Jason Liles para dar vida a George, com bons efeitos visuais na criação do gorila. Só que quando você lembra que o remake, reboot, whatever de “Jumanji” estreou somente três meses antes e foi inesperadamente muito mais divertido, a comparação torna inevitável reparar o quanto “Rampage” é descartável e imbecil.

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  • Filme

    Baseado em Fatos Reais traz Polanski às voltas com suspense banal

    21 de abril de 2018 /

    Partir de uma história verdadeira, ou seja, acontecida de algum modo, em algum lugar, para criar em cima dela, parece condição corriqueira da criação artística. E o cinema parte também do próprio cinema. Acompanhando “Baseado em Fatos Reais”, o novo suspense de Roman Polanski (“O Escritor Fantasma”), impossível não se lembrar de vários outros filmes similares, envolvendo uma figura pública de sucesso, no caso, uma escritora em crise criativa, e uma fã, conhecedora da história e do talento da escritora, que entra em sua vida de modo tão disruptivo quanto sugador. Da relação aterrorizante entre duas mulheres, a escritora (Emmanuelle Seigner, esposa do diretor) e a fã Elle (Eva Green), surge um thriller muito envolvente. E que Polanski tratará de trabalhar a seu modo, com seu estilo próprio e assustador, apesar da familiaridade da trama, baseada no best-seller homônimo de Delphine de Vigan e roteirizada por outro cineasta, Olivier Assayas (“Personal Shopper”). Em uma cena, o diretor até cria uma falsa expectativa e brinca com o espectador. Não era possível que fosse adotar aquele clichê! Quem vir o filme vai notar. Enfim, um thriller que prende a atenção, e até surpreende, numa história já muito explorada pelo cinema.

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  • Filme

    Severina é uma das melhores surpresas do cinema brasileiro recente

    21 de abril de 2018 /

    Impressionante como as histórias de amor não se esgotam e se reinventam, passados tantos séculos. No caso de “Severina”, retorno de Felipe Hirsch (“Insolação”) à direção de cinema depois de um relativamente longo hiato, temos a história de amor de uma livreiro e uma ladra de livros em uma cidade do Uruguai. Ele (Javier Drolas, de “Medianeras”), cujo nome nunca é citado ao longo da narrativa, talvez tenha deixado aquela moça bonita roubar os livros por ela ser bonita. Na terceira vez, no entanto, ele não deixa passar. Até porque ele também tem interesse em conversar e saber quem é aquela jovem mulher, vivida por Clara Quevedo (da série “O Hipnotizador”). Ela afirma se chamar Ana, mas nunca sabemos se é esse mesmo seu verdadeiro nome. Um dos fortes atrativos da moça está no seu mistério. É pelo mistério que o livreiro se vê cada vez mais enredado em seus quereres, até virar uma obsessão capaz de levá-lo a fazer algo inimaginável. O amor está associado fortemente ao perdão nesta espécie de fábula que tem o sabor de um ótimo livro, desses que a gente faz questão de fazer anotações, marcar os trechos mais interessantes. Há diversos momentos no filme que inspiram vontade de dar uma pausa para fazer anotações, guardar certos diálogos ou mesmo citações. “Severina”, inclusive, já começa com uma inquietante epígrafe de Williams Carlos Williams. O prazer da palavra também está presente no uso do recurso da voice-over, acentuando o sentimento de melancolia do narrador. A narração é bem-vinda, até por trazer ideias muito boas reforçar o delírio amoroso – como quando o narrador diz que a vida é formada por coisas reais, coisas simples e coisas fantasmas. As coisas reais seriam aquelas de grande valor e pouco frequentes na vida da pessoa, as coisas simples são as situações rotineiras e as coisas fantasmas seriam aquelas terríveis, como a febre, dores e decepções terríveis. A divisão da narrativa por capítulos também se constitui em mais um namoro do cinema com a literatura, que pela própria história já seria óbvio. Os nomes dos capítulos ainda fornecem um misto de suspense e humor que traz não só um ar de espirituosidade à obra, mas também um sentimento de surrealidade, à medida que os gestos de amor do livreiro por Ana vão se intensificando. E intensificam também o nosso interesse e respeito por “Severina”, uma das melhores surpresas do cinema brasileiro recente.

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  • Série

    Geena Davis vai voltar a Grey’s Anatomy

    21 de abril de 2018 /

    A atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) vai voltar a aparecer na série “Grey’s Anatomy“. Após ter um arco importante no 11º ano do drama médico, ela retomará o papel da Drª. Nicole Herman na reta final da atual temporada. A personagem irá aparecer no penúltimo episódio, que vai ao ar em 10 de maio nos Estados Unidos, para avisar Arizona (Jessica Capshaw) sobre o surgimento de uma grande oportunidade. Tudo indica que este será o caminho da saída de Arizona da série. A atriz Jessica Capshaw e sua colega Sarah Drew (intérprete de April) não voltarão na 15ª temporada, recentemente confirmada. Intitulado “Cold As Ice”, o episódio de Geena Davis também mostrará algum dos médicos do Grey Sloan Memorial Hospital ferido gravemente, fazendo todo o time refletir sobre o que é realmente importante em suas vidas. Espere muito drama e lágrimas. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.

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  • Série

    Grey’s Anatomy é renovada para a 15ª temporada

    21 de abril de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de “Grey’s Anatomy” para sua 15ª temporada. Com isso, a série criada por Shonda Rhimes passa a igualar “ER/Plantão Médico” como a mais longeva série de temática médica da TV americana. A renovação já era esperada, após a atriz Ellen Pompeo assinar contrato milionário para mais duas temporadas em janeiro. “‘Grey’s Anatomy’ possui um lugar especial no meu coração, e milhões de espectadores se sentem da mesma forma. Graças à feroz lealdade dos fãs que têm acompanhado esta jornada desde o início, e da nova geração que continua a descobrir a alegria e o drama do Grey Sloan Memorial, a série segue mais forte do que nunca”, destacou em comunicado a presidente de entretenimento da ABC, Channing Dungey. A série encerra sua 14ª temporada em 17 de maio, quando se despedirá de duas atrizes de seu elenco fixo, Jessica Capshaw (Arizona) e Sarah Drew (April). No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.

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  • Série

    Bruce Campbell se despede da série Ash vs Evil Dead: “Papel da minha vida”

    21 de abril de 2018 /

    Após a notícia do cancelamento de “Ash vs Evil Dead”, o ator Bruce Campbell, intérprete de Ash, postou uma despedida ao papel “de sua vida” no Twitter. “‘Ash vs Evil Dead’ foi a jornada de uma vida. Ash Williams foi o papel da minha vida. Eu sempre serei grato ao Starz, Sam Raimi, Rob Tapert e nossos incansáveis fãs pela oportunidade de revisitar a franquia que lançou nossas carreiras. Obrigado””, ele escreveu. A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A série vai acabar ao final de sua 3ª temporada, com a exibição do último episódio no próximo dia 29 de abril nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play. Ash Vs Evil Dead has been the ride of a lifetime. Ash Williams was the role of a lifetime. I will always be grateful to Starz, Sam Raimi, Rob Tapert and our tireless fans for the opportunity to revisit the franchise that launched our careers. Thank you! ? pic.twitter.com/oNmTopS1Ab — Bruce Campbell (@GroovyBruce) April 20, 2018

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  • Filme

    Deadpool 2 quebra recorde de vendas antecipadas de filme para maiores

    21 de abril de 2018 /

    Os ingressos de “Deadpool 2” foram colocados à venda na sexta-feira (20/4) nos Estados Unidos. E a procura foi tanta que, em cerca de 4 horas, a produção quebrou o recorde de vendas antecipadas da Regal Cinemas, popular rede de cinemas norte-americana. Ao final do dia, outro recorde caiu. O Fandango, maior bilheteria online dos Estados Unidos, informou que “Deadpool 2” se tornou o filme para maiores com mais ingressos vendidos em seu primeiro dia de comercialização. Anteriormente, o filme para maiores que detinha o recorde de pré-venda nas primeiras 24 horas era “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). Vale lembrar que o filme tem classificação “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA, mas no Brasil deve ser exibido para a faixa etária dos 16 anos, como o primeiro longa. Novamente estrelado por Ryan Reynolds, “Deadpool 2” chega aos cinemas brasileiros em 17 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Ash vs. Evil Dead é cancelada em sua 3ª temporada

    21 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Starz anunciou o cancelamento da série “Ash vs. Evil Dead”. Atualmente em sua 3ª temporada, a atração exibe seu último episódio nos Estados Unidos no próximo dia 29 de abril. Com audiência em queda, o mais recente episódio da série foi visto por apenas 175 mil telespectadores, marcando apenas 0,08 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A série era uma continuação da trilogia “Evil Dead” (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ash. Além de Campbell, a atração incluía em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. A 3ª temporada ainda teve o reforço de mais uma dupla: o australiano Lindsay Farris (da longeva novela “Home and Away”) e Adrielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”), que vida a inesperada filha filha adolescente de Ash. No Brasil, a série é exibida pelo FOX Premium e os episódios estão disponíveis na plataforma FOX Play.

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  • Série

    Dane DeHaan vai estrelar série sobre tráfico europeu do criador de Gomorrah

    20 de abril de 2018 /

    A Amazon prepara uma resposta ao sucesso de “Narcos”. Trata-se de uma adaptação de “ZeroZeroZero”, livro de Roberto Saviano, mesmo autor de “Gomorrah” (que virou o filme e a série homônima), sobre narcotráfico na Europa. Para dar vida a história, a atração contará com um elenco de peso, que inclui o americano Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), a inglesa Andrea Riseborough (“Birdman”) e o irlandês Gabriel Byrne (“Mais Forte que Bombas”). O próprio Saviano vai fazer a adaptação, assim como fez com a série “Gomorrah”, e se juntará a outros integrantes da atração italiana sobre a máfia, como a produtora Cattleya, o diretor Stefano Solima e o roteirista Leonardo Fasoli. Além disso, a produção também contará com episódios dirigidos pelo argentino Pablo Trapero (“O Clã”). O título “ZeroZeroZero” é uma gíria que os traficantes europeus usam para a cocaína pura, da melhor qualidade. A trama vai mostrar como o tráfico da droga conecta famílias ricas, cartéis e empresários corruptos, devendando segredos desse mercado bilionário, que abrange desde organizações do México à máfia italiana da Calábria, chamada de ‘Ndrangheta. Os episódios serão filmados em seis países e falados em inglês, espanhol, italiano, francês, árabe e wolof (uma das línguas da África Ocidental). Concebida como uma minissérie de oito episódios, em coprodução entre a Amazon, o Canal+ e o grupo Sky, a atração começa a ser gravada já nesta semana em Nova Orleans, nos Estados Unidos, visando uma estreia para 2019. A Amazon se encarregará da distribuição fora da Europa, o que inclui o Brasil.

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  • Etc

    Amazon revela ter ultrapassado 100 milhões de assinantes de seu serviço Prime

    20 de abril de 2018 /

    A Amazon anunciou ter ultrapassado os 100 milhões de assinantes de seu serviço Prime, que inclui entregas gratuitas em até dois dias e acesso à sua plataforma de streaming de vídeo. É a primeira vez que a empresa torna pública a quantidade de assinantes do Amazon Prime, que atualmente é o ponto principal de seu modelo de negócios. “Treze anos depois do lançamento, nossos assinantes superam os 100 milhões de membros Prime no mundo inteiro”, informou o presidente e fundador do grupo, Jeff Bezos, em uma carta aos acionistas publicada no site da Amazon. “Em 2017, a Amazon entregou mais US$ 5 bilhões de produtos no mundo todo através do Prime”, acrescentou Bezos.

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  • Etc

    Natalie Portman cria polêmica internacional ao se recusar a receber prêmio em Israel

    20 de abril de 2018 /

    A atriz Natalie Portman (“Aniquilação”) causou polêmica internacional ao se recusar a viajar a Israel para receber um prêmio de US$ 1 milhão. Criado em 2014, o Prêmio Gênesis homenageia pessoas notáveis ​​”que inspiram os outros através de sua dedicação à comunidade judaica e aos valores judaicos” e este ano seria entregue à atriz, que nasceu em Jerusalém. A atriz foi anunciada como homenageada em novembro pela organização. Mas não irá participar do evento, marcado para junho. Em um comunicado publicado em seu site, a fundação lamentou a decisão. “Eventos recentes em Israel foram extremamente perturbadores para ela, e ela não se sente à vontade para participar de qualquer evento público em Israel”, diz o texto. “A Sra. Portman é uma atriz altamente talentosa, uma ativista social comprometida e um ser humano maravilhoso. Os funcionários da Fundação gostaram de conhecê-la nos últimos seis meses, admiram sua humanidade e respeitam seu direito de discordar publicamente das políticas do governo de Israel”, elogiam os responsáveis pela premiação. “No entanto, estamos muito tristes por ela ter decidido não participar da cerimônia do Prêmio Gênesis em Jerusalém por razões políticas. Tememos que a decisão de Portman faça com que nossa iniciativa filantrópica seja politizada, algo pelo qual trabalhamos duramente nos últimos cinco anos para evitar”. Israel foi alvo de críticas internacionais nas últimas semanas por ter usado táticas letais durante confrontos com palestinos na fronteira com Gaza, nos quais 31 palestinos morreram e centenas ficaram feridos, entre eles o cinegrafista Yasser Murtaja, do premiado documentário “Human Flow”, assassinado por militares israelenses enquanto vestia um colete escrito “imprensa”. O governo de Israel diz que a ação foi uma defesa de sua fronteira. Após o anúncio do cancelamento da homenagem, um deputado do parlamento de Israel defendeu que a atriz seja privada de sua cidadania israelense, por conta de sua postura. “Portman não tem problemas em explorar suas raízes judias para promover sua carreira ou em expressar seu orgulho por fugir do serviço [militar]. E há pessoas respeitadas que acham que ela merece a honraria, chamada de ‘Prêmio Nobel Judaico’. Mas o título é ‘O Fim’: O ministro [Aryeh] Deri [Interior]deveria tirar sua cidadania israelense”, declarou Oren Hazan, do partido governista Likud, em seu Twitter, pedindo também um boicote aos filmes da artista. Diante da polêmica, ela resolveu se manifestar. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (20/4), a atriz deixou claro que seu protesto não é contra a comunidade judaica, da qual ela se orgulha de pertencer, e sim contra o atual governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. “Minha decisão de não comparecer à cerimônia do Prêmio Gênesis foi descaracterizada por outros. Deixe-me falar por mim mesma. Decidi não comparecer porque não queria aparecer endossando Benjamin Netanyahu, que fará um discurso na cerimônia. Da mesma forma, eu não faço parte do movimento BDS e não o endosso” escreveu ela, referindo-se ao grupo que prega boicote e sanções contra Israel pelo tratamento dado aos palestinos e à Cisjordânia. “Como muitos israelenses e judeus ao redor do mundo, posso ser crítica da liderança em Israel sem querer boicotar toda a nação. Eu valorizo ​​meus amigos e familiares israelenses, a comida israelense, os livros, a arte, o cinema e a dança. Israel foi criado exatamente há 70 anos como um refúgio para refugiados do Holocausto. Mas os maus tratos contra aqueles que sofrem com as atrocidades de hoje simplesmente não estão de acordo com meus valores judaicos. Porque eu me importo com Israel, eu devo protestar contra a violência, a corrupção, a desigualdade e o abuso de poder”, acrescentou.

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  • Filme

    Jodie Foster é enfermeira clandestina no trailer da sci-fi de ação Hotel Artemis

    20 de abril de 2018 /

    A Warner do Reino Unido divulgou quatro fotos e o trailer do thriller de ação futurista “Hotel Artemis”. A prévia meio trash sugere uma produção B ou feita para ser “estrimada” na Netflix, mas o elenco é classe A. “Hotel Artemis” é o primeiro longa dirigido por Drew Pierce, que também assina o roteiro, após escrever os blockbusters “Homem de Ferro 3” (2013) e “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). A trama parece spin-off de “John Wick”, já que se passa num hotel para criminosos com regras estritas. Dois detalhes diferenciam a locação do Continental Hotel. Para começar, a história se passa no futuro. Para completar, o Hotel Artemis é, na verdade, um hospital clandestino. A história acompanha dois irmãos que buscam refúgio no local após um deles ser baleado. Jodie Foster (“Elysium”) vive a Enfermeira, mulher que dirige o local secreto e trata dos pacientes. Mas quando um de seus “hóspedes” dá entrada com um material sensível, o lugar é cercado por tipos dispostos a ignorar as regas para invadir o santuário. No elenco estão ainda Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Jeff Goldblum (“Jurassic Park”), Brian Tyree Henry (série “Atlanta”), Jenny Slate (série “Married”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Charlie Day (“Círculo de Fogo”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) e Kenneth Choi (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A estreia está marcada para 8 de junho nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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