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  • Série

    Atrizes de Orange Is the New Black assumem o namoro

    4 de agosto de 2018 /

    Um novo romance ganhou vida real nos bastidores da 6ª temporada de “Orange Is the New Black”, que estreou na sexta-feira passada (27/7). As atrizes Emily Tarver, que interpreta a oficial de carceragem McCullough há dois anos, e Vicci Martinez, ex-participante do programa “The Voice” que virou a novata Daddy, assumiram seu namoro. “Nós estamos superapaixonadas”, disse Martinez, em entrevista ao jornal americano The New Tribune, revelando que o relacionamento também é musical. “Temos um grupo musical juntas. Comecei a fazer música novamente. Ela está realizando a minha fantasia de fazer duetos”. O relacionamento, na verdade, nunca foi um segredo. As duas compartilham fotos e vídeos juntas no Instagram desde fevereiro, quando Martinez ainda tinha que manter segredo. Não do namoro, mas sobre sua escalação na série da Netflix. No dia 7 de junho, mais de um mês antes da estreia do novo ano da série, ela fez uma declaração assumidíssima para a namorada: “Parabéns para a mulher dos meus sonhos. Amor? Incondicional. Com você, estou viva. Obrigada por compartilhar comigo seu coração, sua vida, sua alegria, seu humor e tudo! Amo você”. A nova temporada de “Orange Is the New Black” marcou a estreia de Martinez como atriz. Mas ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por sua participação em 2011 no programa de “The Voice”, onde acabou em 3º lugar. Após a repercussão do reality musical, ela chegou a gravar um single com CeeLo Green, “Come Along”, mas não emplacou e passou anos no anonimato antes de ser presa. Ou melhor, interpretar uma presidiária na série da Netflix. Já Tarver está na série desde a 4ª temporada, em 2016, e nos novos episódios sua personagem precisa lidar com o estresse pós-traumático, adquirido depois da rebelião em Litchfield. O namoro das duas é o segundo relacionamento nascido no set da série. Em 2017, a atriz Samira Wiley, que interpretava a carismática Poussey Washington, casou-se com Lauren Morelli, uma das roteiristas da atração. Mas as duas não estão mais ligadas à produção.

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  • Filme

    Primeira foto do filme de Sonic faz referência ao game clássico da Sega

    4 de agosto de 2018 /

    A primeira foto do set do filme do ouriço mais famoso dos videogames chegou na internet, e de uma fonte pouco usual: pelo Twitter de um YouTuber especializado em vídeos sobre “Sonic”. Veja acima. A imagem revela um cenário clássico do primeiro jogo de “Sonic the Hedgehog”: ao lado de um carro de polícia, destaca-se uma placa que dá boas-vindas à cidade de Green Hill. Trata-se, claro de uma referência a Green Hill Zone, o primeiro nível do game original, lançado em 1991 para o console Sega Genesis. As filmagens começaram no início do mês, mas até agora nada tinha transpirado da produção, além do nome de alguns integrantes do elenco, como Jim Carrey (“Debi & Lóide”), James Marsden (o Teddy da série “Westworld”) e Tika Sumpter (“Policial em Apuros”). A produção da Paramount Pictures vai misturar atores reais com a animação do ouriço Sonic. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto). Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia está prevista para 15 de novembro de 2019.

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  • Série

    Damon Wayans diz que clima em Máquina Mortífera ficou mais leve após demissão de Clayne Crawford

    3 de agosto de 2018 /

    As gravações da 3ª temporada de “Lethal Weapon”, a série baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, começaram há poucos dias, mas mesmo assim o ator Damon Wayans diz que o clima está muito mais leve e divertido do que as gravações anteriores, graças à entrada do ator Seann William Scott (o Stiffler de “American Pie”) no elenco. “Foi apenas o primeiro episódio, mas ele foi muito mais leve. Estávamos nos divertindo dentro e fora do set. É tudo mais solto e ninguém está pensando demais. Só estamos fazendo as coisas e nos divertindo com tudo”, ele afirmou, durante uma festa promovida pela Fox para a TCA (Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos). Seann William Scott vai estrear na série como novo coprotagonista, após o ator Clayne Crawford ser demitido no final da temporada passada, acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” no set de gravações, com ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Wayans. Wayans tornou público seu descontentamento após a demissão, quando fez acusações graves contra Crawford. Para ele, saída do ator não foi uma surpresa. “Eu sei que ele estava envolvido com o roteiro e sabia que iria levar um tiro no fim da 2ª temporada. Ele estava feliz com o rumo que a série estava tomando e estava feliz com o processo”, contou. “Eu desejo o melhor para ele, desejo muita sorte. Para cima e para frente”, completou. Além de Scott, a nova temporada também terá reforço da atriz Maggie Lawson (a Juliet de “Psych”), que viverá uma ex-namorada do novo protagonista. A explicação narrativa para a entrada de Wesley Cole, personagem de Scott, na trama é sua mudança para Los Angeles para ficar mais perto do filho que teve com Natalie Flynn, a personagem de Lawson. Assim, o ex-militar torna-se o novo parceiro de Roger Murtaugh, papel de Damon Wayans. Os dois novos personagens foram criados especificamente para a série e nunca apareceram nos filmes da franquia. Já o papel de Wayans foi vivido por Donald Glover no cinema. O demitido Crawford, por sua vez, interpretava o personagem encarnado por Mel Gibson. A 3ª temporada estreia em 25 de setembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.

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  • Série

    Chris Rock vai estrelar a 4ª temporada de Fargo, que abordar a máfia nos anos 1950

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção da 4ª temporada da série “Fargo”, que será estrelada pelo humorista Chris Rock. A novidade foi anunciada pelo presidente do canal, John Landgraf, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de um protagonista negro, a série de antologia criminal criada por Noah Hawley também vai mudar sua locação, saindo da zona rural do centro-oeste americano para a metrópole de Kansas City, e irá retroceder ainda mais no tempo. Até então, apenas a 2ª temporada tinha sido um flashback, passado nos anos 1970. Desta vez, porém, a história irá acontecer durante os anos 1950. A trama vai explorar o encontro de dois grupos migratórios na cidade grande: os europeus, que vieram da Itália, e os afro-americanos, que deixaram os estados mais racistas do Sul, com suas leis discriminatórias. Diante do conflito dos dois grupos pelo controle do tráfico de drogas na cidade, uma tênue paz é organizada por meio de um pacto inusitado. Chris Rock vai interpretar um pai que entregou seu filho para ser criado pelo chefe do grupo inimigo e, em contrapartida, pegará o filho do inimigo para criar. É então que o chefe da máfia resolve fazer uma cirurgia de rotina e morre no hospital, fazendo com que tudo mude. “Sou fã de ‘Fargo’ e mal posso esperar para trabalhar com o showrunner Noah Hawley”, disse Chris Rock, num comunicado. O restante do elenco e a data de estreia da 4ª temporada ainda não foram confirmados.

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  • Série

    Minissérie clássica Shogun vai ganhar remake

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX anunciou a produção de “Shogun”, nova minissérie baseada no romance homônimo de James Clavell. Lançado em 1975, o livro já foi levado com sucesso à TV numa minissérie famosa de 1980, estrelada pelo ator Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”). Esta atração entrou para a História como a primeira – e até agora única – produção da TV americana filmada inteiramente no Japão. Além de ter se tornado imensamente popular, a minissérie ainda venceu três Emmys e três Globos de Ouro. Shogun era um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, e acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. A trama mostra como um marinheiro britânico chamado John Blackthorne, que sobrevive a um naufrágio na costa do Japão feudal, no século 17, torna-se um samurai e homem de confiança de um Shogun. Na trama, ele se envolve na complexa teia política do país, tornando-se confidente do Lord Toronaga (o grande Toshirô Mifune, na série de 1980), um poderoso aristocrata, cuja ascensão o levará ao shogunato. Outro elemento importante é a presença de Lady Mariko (Yôko Shimada), uma samurai destemida, que faz Blackthorne balançar e colocar seu status em risco. A nova adaptação está a cargo dos roteiristas Ronan Bennett (“Gunpowder”) e Rachel Bennette (“Bel Ami: O Sedutor”), enquanto a direção será comandada por Tim Van Patten (“Game of Thrones”). Eles terão a missão de trabalhar sob a lupa do século 21, onde as redes sociais despertam realizam uma espécie de controle de qualidade não oficial, para lidar com várias discrepâncias e anacronismos do romance original, escrito por um ocidental imaginando o Japão antigo. Ainda não há elenco definido nem previsão de estreia para a produção.

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  • Série

    FX desiste de produzir 2ª temporada de Feud centrada no divórcio da Princesa Diana

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago americano FX desistiu de produzir a 2ª temporada de “Feud” centrada no divórcio entre o Príncipe Charles e a Princesa Diana. A revelação foi feita pelo presidente do canal, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). Ele disse que a série não foi cancelada, mas não abordará mais o tema previamente anunciado. “No fim das contas, nós apenas não conseguimos desenvolver o material da forma como gostaríamos”, justificou o executivo. “‘Feud’ ainda é uma série ativa, mas Ryan [Murphy, o criador] não me confirmou qual será o tema da próxima temporada, ou quando ele terá tempo para realizá-la”. O executivo negou que a decisão tenha sido influenciada pelo sucesso de “The Crown”, série da Netflix sobre a família real britânica que vai abordar a história do casamento e divórcio de Charles e Diana nas próximas temporadas. “A nossa abordagem era bem diferente. Eu gosto de ‘The Crown’, mas ela é contada do ponto de vista da família. Nossa série seria do ponto de vista de alguém de fora que está entrando na família, como Meghan Markle”, revelou, comparando as duas “princesas”. “Feud” nasceu como uma série em formato de antologia, com a proposta de abordar uma famosa rixa histórica a cada temporada. O primeiro ano, exibido em 2017, tratou da rivalidade entre as atrizes Bette Davis (Susan Sarandon) e Joan Crawford (Jessica Lange) em Hollywood. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada seria transmitida no começo deste ano, mas o roteiro acabou não agradando e agora não será mais produzida. Como Ryan Murphy está envolvido em diversos projetos e assinou contrato de exclusividade com a Netflix, a possibilidade de a série se resumir à 1ª temporada se tornou uma grande possibilidade, que Landgraf ainda não oficializou.

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  • Série

    American Horror Story é renovada até a 10ª temporada

    3 de agosto de 2018 /

    O canal pago FX renovou a série de terror sobrenatural “American Horror Story” até sua 10ª temporada. O anúncio foi feito pelo diretor da emissora, John Landgraf, no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos). A renovação antecipada garante mais três arcos inéditos para a produção, que começou recentemente a gravar a sua 8ª temporada, com estreia prevista para 12 de setembro. Assim, a 10ª temporada irá ao ar em 2020. “Ryan Murphy [criador da série] tinha nos pedido uma 10ª temporada e ficamos muito felizes em dar isso para ele. Não sabemos se essa será a temporada final. Tudo depende de Ryan, e ele está bastante inspirado. O oitavo ciclo, que atualmente está em produção, é incrível e louco. Os fãs vão adorar”, disse Landgraf. A renovação não surpreende, já que “American Horror Story” costuma atrair altos índices de audiência para o canal, embora não rendam mais a repercussão dos primeiros capítulos. A negociação também reflete o interesse do FX em manter seu relacionamento com o produtor, que assinou um contrato com a Netflix e não deverá criar mais séries para o canal. A última foi “Pose”, renovada para a 2ª temporada. “American Horror Story” retornará com uma história intitulada “Apocalypse”, que será um crossover com personagens da 1ª (“Murder House”) e da 3ª (“Coven”) temporadas. O elenco voltará a contar com Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Emma Roberts e outros habituês da produção. Mas o papel principal pertencerá a Cody Fern, revelação de outra série de Murphy – The Assassination of Gianni Versace”, a 2ª temporada de “American Crime Story”. Ele viverá a versão adulta de Michael Langdon, o filho do fantasma de Tate Langdon (Evan Peters) com Vivien Harmon (Connie Britton) na 1ª temporada da série.

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  • Etc,  Filme

    Michael Douglas confessa dificuldade em acompanhar os filmes da Marvel

    3 de agosto de 2018 /

    O ator Michael Douglas revelou ter ficado “perdidão” no começo das filmagens de “Homem-Formiga e a Vespa” por não ter entendido o roteiro e não saber o que estava acontecendo nas cenas. Tudo porque não sabia o quanto o filme era conectado ao universo Marvel. Sua referência era o filme anterior, mas as situações lhe pareceram muito diferentes. Ninguém o avisou que a história era continuação de “Capitão América: Guerra Civil”. “Eu nunca li uma revista em quadrinhos na minha vida”, ele confessou, em entrevista para a MTV. “Sou muito agradecido por terem me colocado nessa família. Eu fiz um pouco do dever de casa para o Homem-Formiga, mas ferrei as coisas porque ninguém me falou, quando começamos a sequência, que eu devia ver ‘Capitão América!’”. Ele continuou: “Se eu tivesse assistido a ‘Guerra Civil’, eu teria entendido o que o Homem-Formiga estava fazendo e o motivo. Quando eu li o script, não fazia ideia do que estava acontecendo”. Douglas contou que, por não saber como deveria reagir a determinadas situações, acabou levando uma “bronca” nas filmagens. “O diretor, Peyton Reed, me disse: ‘Bem, ele esteve no Capitão América’. Eu disse que não vi. E ele me olhou como se eu tivesse cometido o pior pecado do mundo. ‘Se você tivesse me falado que era pra assistir, eu teria assistido!’ Da próxima vez, escreva um recado: ‘Vá ver Capitão América antes de ler o script’.” “Homem-Formiga e a Vespa” está atualmente em exibição nos cinema e sua história continua diretamente em “Vingadores 4”, que, por sinal, também incluirá participação de Michael Douglas. Este filme tem estreia marcada para maio de 2019. Veja a íntegra da reportagem da MTV, com o elenco central e o diretor de “Homem-Formiga e a Vespa”, no vídeo abaixo.

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  • Etc

    Christopher Robin é proibido na China porque presidente do país não gosta de ser comparado ao Ursinho Pooh

    3 de agosto de 2018 /

    Parece piada, e realmente começou com uma piada, porém é sério e de verdade. A nova fábula com atores da Disney, “Christopher Robin”, foi proibido na China por conta das comparações, feitas por opositores políticos, entre o Ursinho Pooh e o atual presidente do país, Xi Jinping. Oficialmente, as autoridades chinesas não deram motivo para impedir a estreia do filme. No entanto, imagens do Ursinho Pooh tem sido censuradas até mesmo nas redes sociais, visto que o personagem virou uma espécie de símbolo provocativo da resistência contra o Partido Comunista, ainda no poder no país. Até a HBO sofreu as consequências quando o talk show “Last Week Tonight”, do comediante John Oliver, resolveu tocar na piada feita contra Xi Jinping. A emissora foi simplesmente tirada do ar no país na hora prevista para o programa. Veja abaixo o vídeo polêmico. Aparentemente, o presidente não acha graça da piada. Apesar do comunismo chinês não ser sério, tendo em vista como depende do capitalismo mundial para prosperar, ninguém do país tem autorização para ver o rei nu – por sinal, outra fábula da Disney que deve gerar repulsa nos governantes. A situação deixa realmente de ter graça quando inspira a repressão. Para dar a dimensão aleatória do caso, o filme se passa na Inglaterra em meados do século 20 e nem sequer cita a China. “Christopher Robin” mostra o reencontro do personagem do título com seus amiguinhos de infância, bichinhos falantes de pelúcia que incluem o Ursinho Pooh. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo pela obrigação de demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Conhecido em todo o mundo pelo título de “Christopher Robin”, o filme de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) vai se chamar aqui “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível”. Trata-se de um penduricalho para justificar salário dos tradutores de título, a atividade menos qualificada do mercado cinematográfico local. Ou alguém realmente chamou o filme “Os Vingadores” de “Os Vingadores – The Avengers”? A estreia está marcada para 16 de agosto nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Seth Rogen se desculpa e intervém em produção após foto de dublê mirim revelar uso de “blackface” em filmagem

    3 de agosto de 2018 /

    O ator e cineasta Seth Rogen pediu desculpas públicas pelo uso de “blackface” num dublê mirim durante as filmagens de um filme que ele está produzindo. O caso em que uma criança branca foi pintada de preto para aparentar tom de pele mais escuro veio à tona após fotos vazadas pelo site TMZ. Uma delas pode ser vista acima. O menino fotografado com a maquiagem atuava em cena no lugar do ator Keith L. Williams, conhecido por sua participação na série “O Último Cara da Terra” (The Last Man on Earth). A produção do filme, intitulado “Good Boys”, inicialmente respondeu à polêmica dizendo que “não é incomum usar maquiagem para igualar os tons de peles de atores e dublês”. As imagens foram repudiadas nas redes sociais, e o rapper e ator Common, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo filme “Selma”, resumiu a situação dizendo que “não há desculpa para o uso de ‘blackface'”. Em declaração oficial à imprensa, Rogen desautorizou a equipe, ao concordar com as críticas. “Eu devo começar dizendo que isso não deveria ter acontecido, e eu sinto muito. Eu não vou dar nenhum tipo de desculpas para isso. Eu apenas direi que, assim que fiquei sabendo, intervi para que essa prática parasse”, ele escreveu. “Eu dou a minha palavra que, em todos os projetos meus ou do meu time, vou tomar todas as precauções para que nada similar volte a acontecer”, continuou. “Estou tendo conversas com a equipe de produção para achar a melhor maneira de implementar isso. Preciso ser ativo nesse sentido. Reagir não é o bastante”. Em janeiro, a Disney enfrentou acusações semelhantes na produção do filme de “Aladdin”, que foi denunciada por usar maquiagem para escurecer a pele de figurantes brancos. O estúdio retrucou que os figurantes em questão precisavam ter habilidades especiais, como malabarismo e dança, e que a contratação foi feita com base nisso, ao invés da cor de pele. “Good Boys” é o primeiro filme dirigido pela dupla de roteiristas Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky (da série “The Office” e do filme “Professora Sem Classe”). Eles também escreveram a história, que acompanha um grupo de garotos pré-adolescentes em uma jornada épica pelo vale de San Fernando, na Califórnia, para consertar um brinquedo quebrado antes que seus pais cheguem em casa. Além de Keith L. Williams, o elenco mirim inclui Jacob Trembley (“O Quarto de Jack”), Brady Noon (série “Boardwalk Empire”) e as adolescentes Molly Gordon (série “Animal Kingdom”) e Midori Francis (“Oito Mulheres e um Segredo”). Com distribuição da Universal Pictures, “Good Boys” tem estreia marcada para agosto de 2019 nos Estados Unidos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Clássico de George Orwell, A Revolução dos Bichos vai virar filme dirigido por Andy Serkis

    3 de agosto de 2018 /

    A Netflix vai produzir uma nova versão de um dos maiores clássicos do escritor George Orwell, “A Revolução dos Bichos”. A obra já rendeu animações e filmes com animais de verdade, mas será a primeira vez que será adaptada com auxílio da tecnologia de captura de movimentos numa animação computadorizada realista. Para tanto, a direção ficou a cargo de um especialista no gênero, o ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”). “A Revolução dos Bichos” será o segundo filme dirigido por Serkis com lançamento exclusivo da Netflix. A plataforma adquiriu recentemente “Mogli: O Livro da Selva”, versão de outra obra clássica com bichos dirigida por Serkis, num acordo que tirou o lançamento da Warner dos cinemas para disponibilizá-lo em seu serviço de streaming. Serkis alimenta a vontade de adaptar “A Revolução dos Bichos” há anos e voltará a trabalhar, nesse projeto, com o diretor dos dois últimos “Planeta dos Macacos”, Matt Reeves, que entrará como produtor na empreitada. Lançado originalmente em 1945, o livro de Orwell conta a história de dois porcos, Bola-de-Neve e Napoleão, que se rebelam contra os humanos que são donos da fazenda onde vivem e inspiram os demais animais a lutarem por sua independência. Eles constroem uma sociedade utópica baseada na igualdade entre os bichos, mas logo Napoleão se vê consumido pelo poder e distorce a intenção original da revolução, eliminando seus rivais e instituindo um mandamento fundamental: “Todos os animais são criados iguais, mas alguns são mais iguais do que outros”. Autoproclamado social democrata, Orwell escreveu a fábula como uma crítica ao regime stalinista na então União Soviética, que ele considerava uma “traição” dos princípios da Revolução Russa de 1917. A crítica de esquerda, claro, foi cooptada pela extrema direita, a ponto de o primeiro desenho de “A Revolução dos Bichos”, lançado em 1954, ter sido financiado pela CIA, a agência secreta americana. Esta versão, feita no auge maniqueísta da Guerra Fria e quatro anos após a morte de Orwell, é a única que muda o final pessimista da história para valorizar a “influência externa” (os EUA) na luta contra os porcos (comunistas).

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  • Filme

    Roteirista de O Protetor vai escrever filme do vilão Kraven, o Caçador para o universo expandido do Homem-Aranha

    3 de agosto de 2018 /

    O roteirista Richard Wenk (“O Protetor”) foi contratado pela Sony Pictures para escrever um filme de Kraven, o Caçador, vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha. A apuração do site Collider coincide com informações anteriores da revista The Hollywood Reporter, que há alguns meses listou o personagem como um dos projetos cotados para a expansão do universo do super-herói da Marvel. Este universo de vilões e coadjuvantes do Aranha começará a chegar ao cinema em outubro, com o lançamento de “Venom”, estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). E, entre idas e vindas, a Sony também confirmou a produção de “Morbius, o Vampiro-Vivo”, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), embora tenha tirado do calendário o projeto de “Silver & Black”, que juntaria as anti-heroínas Sabre de Prata e Gata Negra. A ideia, segundo o Hollywood Reporter, é construir aos poucos um universo de personagens, em vez de lançar todos de uma vez, como era o plano original há alguns anos com o abandonado “Sexteto Sinistro”. Sergei Kravinoff, o Kraven, é um imigrante russo e caçador de animais selvagens, que graças a um soro místico adquiriu força super-humana. Ele se tornou obcecado pelo Homem-Aranha para provar que é o maior caçador do mundo. Embora nunca tenha aparecido nos cinemas, Kraven já teve histórias antológicas nos quadrinhos, em particular “A Ultima Caçada De Kraven”, de 1987, considerada a história mais sombria de toda a trajetória do Homem-Aranha – a resposta da Marvel ao “Cavaleiro das Trevas” – que termina com o suicídio do caçador. Uma paulada. Não há previsão de estreia para nenhum dos filmes citados, além de “Venom”.

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  • Filme

    Novo drama indie do diretor de Moonlight ganha trailer emocionante

    3 de agosto de 2018 /

    A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “If Beale Street Could Talk”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight”. A divulgação foi feita no aniversário do ativista e escritor James Baldwin, que escreveu o livro no qual a produção é baseada. Falecido em 1987, Balwin faria 94 anos na quinta-feira (2/8). E a prévia é extremamente emocionante. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia de “If Beale Street Could Talk” está marcada para 30 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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