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Reality

Giovanna Gold perde todo o dinheiro em golpe de falso advogado

Atriz e ex-participante de "A Fazenda 18" ficou com saldo negativo de R$ 3 mil e pede ajuda financeira aos seguidores

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Yellowjackets mostra resgate e fantasmas do passado no trailer da última temporada

Nova prévia apresenta a readaptação das sobreviventes à vida escolar, com lembranças dos crimes cometidos na floresta e o retorno de um personagem morto

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Série

Criminal ganha teaser com Charlie Hunnam e Emilia Clarke no submundo do crime

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Brad Pitt enfrenta gângsteres em novo trailer da continuação de Era Uma Vez em… Hollywood

Nova prévia revela detalhes da trama policial escrita por Quentin Tarantino e dirigida por David Fincher, que estreia em novembro nos cinemas

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6 de novembro de 2026
TV

Morre Nilton Travesso, um dos nomes mais importantes da TV brasileira, aos 92 anos

Diretor participou da fundação da Record e esteve por trás de programas históricos da Globo, além de novelas de sucesso da Manchete e do SBT

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6 de novembro de 2026
  • Etc

    Demi Lovato cancela oficialmente shows que faria no Brasil

    9 de agosto de 2018 /

    Era inevitável e agora é oficial. Após sofrer overdose e se internar numa clínica de reabilitação, a equipe de Demi Lovato anunciou que todos os seus shows foram cancelados, inclusiva a turnê sul-americana que passaria pelo Brasil. A atriz e cantora, que quase morreu há poucas semanas, está se focando em sua reabilitação e recuperação. Os shows da turnê latina de “Tell Me You Love Me” estavam marcados para o Brasil, Chile e Argentina. Por aqui, os shows aconteceriam em São Paulo (19/11), Rio de Janeiro (21/11), Recife (24/11) e Fortaleza (27/11).

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  • Filme

    Trailer de novo documentário de Michael Moore retrata governo Trump como distopia

    9 de agosto de 2018 /

    O cineasta Michael Moore lançou seu novo ataque ao partido republicano, com o trailer de “Fahrenheit 11/9”, seu novo documentário. O título faz referência à data em que Trump venceu a eleição americana, 9 de novembro de 2016, e também ao mais famoso documentário da carreira do diretor, “Fahrenheit 11 de setembro” (Fahrenheit 9/11), em que ele criticava o governo de George W. Bush e sua reação aos atentados de 2001. A prévia mostra que o novo filme não tem nenhum foco, ao entrevistar pessoas aleatórias e mostrar Moore abrindo mangueiras em nome do governador do Michigan Rick Snyder – que enfrentou uma crise de abastecimento de água. Moore também faz uma colagem de declarações polêmicas de Trump para traçar um retrato distópico dos Estados Unidos, um país que não permite mais o chamado “sonho americano” para imigrantes e minorias. Supostamente, o filme examina a investigação que pode render um Impeachment contra Trump, que é acusado de conspirar com autoridades russas para derrotar Hillary Clinton nas eleições de 2016, além de tentar obstruir a justiça para impedir que os fatos fossem averiguados. Mas nenhuma cena ligada a esse escândalo aparece na prévia. “Fahrenheit 11/9” chega aos cinemas norte-americanos em 21 de setembro.

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  • Filme

    Tom Hardy vira Al Capone na primeira foto oficial de Fonzo

    9 de agosto de 2018 /

    O diretor Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) divulgou em seu Twitter a primeira foto oficial de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Al Capone no filme “Fonzo”. A imagem mostra o ator irreconhecível, de charuto na boca, cicatrizes no rosto, cabelo mais ralo e envelhecido. O título é derivado de um apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, ele assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Kathleen Turner revela que foi alvo de aposta sexual de três grandes atores de Hollywood

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz Kathleen Turner deu uma entrevista ao site Vulture em que lembrou seus dias de sex symbol nos anos 1980. Ela contou que a popularidade também lhe rendeu assédio de grandes atores de Hollywood. Segundo a atriz, ela virou “alvo sexual” de Michael Douglas, Jack Nicholson e Warren Beatty, que teriam feito uma aposta que premiaria quem transasse primeiro com ela. “Você tem que lembrar que meu primeiro grande papel foi ‘Corpos Ardentes’ (1981) e depois disso eu virei um alvo sexual”, disse a atriz. “Eu descobri depois, através de Michael Douglas, que havia uma competição entre ele, Jack Nicholson e Warren Beatty para ver quem me levaria para a cama primeiro. Nenhum deles conseguiu, afinal. Não gostei de ser vista como um troféu”. A atriz lembrou algumas circunstâncias dessa competição. “Quando Jack e eu estávamos filmando ‘A Honra do Poderoso Prizzi’ (1985), o elenco foi para a sua casa. E Jack disse, sabendo do interesse de Warren em mim, ‘Por que você não liga para Warren e diz que eu não tenho saca-rolhas? Você verá o quão rápido ele chega aqui'”, relembrou. “Havia uma suposição de que as mulheres eram propriedades a serem reivindicadas”. Kathleen ainda lembrou quando foi um jantar e sentou numa cadeira vazia ao lado de Jack Nicholson. “Sentei e me diverti muito. Depois de um tempo, porque eu tinha que filmar no dia seguinte, disse que tinha que sair e dirigi de volta para o [hotel] Château Marmont. Eu chego lá e o telefone toca. Era Jack. ‘Como você pôde fazer isso comigo? Você era minha acompanhante e foi embora'”, teria dito o ator a ela. “E eu disse: ‘Eu era sua acompanhante? Ninguém me informou’. Situações como essa foram o motivo de eu nunca querer morar em Los Angeles. Toda vez que vou para lá, me sinto insegura”, afirmou a atriz.

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  • Etc

    Atriz acusa Geoffrey Rush de assédio sexual

    9 de agosto de 2018 /

    O ator Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) foi acusado de tocar nos seios da atriz Eryn-Jean Norvill (“Segredos de Um Crime”), durante o ensaio de uma peça na Austrália. O nome da atriz se tornou conhecido após ela se apresentar como fonte de uma reportagem do jornal The Daily Telegraph, que acusava o ator de assédio sexual. Rush processou o jornal por calúnia, e Norvill aceitou ser testemunha de defesa da publicação, assumindo que foi assediada pelo ator de 67 anos. O julgamento estava previsto para o próximo mês, mas foi adiado com a novidade, reportada pela rede ABC da Austrália. Ele deve ser remarcado para outubro. Os documentos do processo revelaram pela primeira vez detalhes do caso. As alegações de Norvill são de que em um ensaio para a peça “Rei Lear”, Rush “fez gestos de apalpar no ar, imitando apalpar o torso dela” e fez “comentários com cunho sexual”. Em seguida, o ator é acusado de “passar a mão pela lateral do seio direito da vítima”. Ela então teria pedido para que ele parasse e foi atendida. A defesa afirma que nenhuma declaração acrescentada no processo mostra Rush como um pervertido ou um predador sexual, ou que sua conduta tenha sido “escandalosamente inapropriada ou um abuso sexual”. O ator e a atriz coestrelaram “Rei Lear” entre 2015 e 2016, em Sydney. Questionada por que não tinha se pronunciado antes, Norvill afirmou que, como uma jovem atriz, tinha receio de ir contra um ator de tanto prestígio quanto Rush. Geoffrey Rush venceu o Oscar de Melhor Ator em 1997, por sua atuação em “Shine – Brilhante”, e o Emmy em 2005, por “A Vida e Morte de Peter Sellers”.

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  • Filme

    Sony desiste de juntar Gata Negra e Sabre de Prata para priorizar filmes solos de coadjuvantes do Homem-Aranha

    9 de agosto de 2018 /

    A Sony Pictures não vai mais produzir “Silver & Black”, filme que juntaria Gata Negra e Sabre de Prata, coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. O projeto foi desenvolvido para apresentar as duas personagens, mas o estúdio agora planeja desenvolver filmes solo para elas, apurou a revista Variety. “Acreditamos que a Gata Negra é forte suficiente, com uma ótima história e vasto material, para justificar seu próprio filme”, disse Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures, e o executivo que supervisiona o que está sendo chamado, internamente, de Universo de Personagens Marvel da Sony (SUMC, na sigla em inglês). Embora uma decisão final ainda tenha que ser tomada, a cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), que faria “Silver & Black”, deverá assumir a produção dos filmes solos das duas personagens, mas se sua agenda não permitir maior envolvimento, ela será substituída na direção por outra mulher. Segundo a reportagem, a Sony também pretende explorar mais personagens femininas dos quadrinhos do Aranha, como Silk, uma super heroína coreana-americana que foi mordida pela mesma aranha que transformou Peter Parker em herói, e Jackpot, uma vigilante mascarada de meia idade, que rompe o padrão de juventude do gênero. “Homem-Aranha se conecta a muitos personagens”, disse Panitch. “Existem vilões, heróis e anti-heróis, e muitas são personagens femininas com boas intenções, conflitos internos e absolutamente únicas.” Entre outros planos para filmes desse universo, Panitch confirmou os projetos de Morbius, o Vampiro Vivo, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Kraven, o Caçador, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), e Nightwatch, um herói negro que é resultado de um paradoxo, inspirado a virar vigilante ao ser salvo na infância por uma versão adulta de si mesmo, vinda do futuro. Spike Lee estaria negociando dirigir este filme. “Sentimos que não há motivo para os personagens da Marvel não poderem abraçar a diversidade”, acrescentou Panitch. A maioria desses projetos já vinha alimentando rumores na internet (clique em seus títulos para saber mais sobre cada um). De todos, apenas Jackpot não tinha sido aventada anteriormente. Entretanto, a moda dos planos de lançar “universos” de personagens tem rendido enormes fiascos em Hollywood. O chamado “Dark Universe” dos monstros da Universal foi cancelado após o lançamento de seu primeiro filme, “A Múmia”. E apenas o filme solo de Bumblebee sobrou dos planos do “Universo Transformers”. O futuro desse Universo de Personagens Marvel da Sony passa inevitavelmente pelo rendimento nas bilheterias de seu primeiro lançamento, o filme do vilão “Venom”, estrelado por Tom Hardy, que chega aos cinemas em outubro. Caso se comprove um fracasso, todos os planos anunciados da Sony podem seguir o caminho do “Homem Invisível” estrelado por Johnny Depp, na Universal, e literalmente desaparecer em pleno ar.

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  • Filme

    Dublador de BB-8 será voz do ouriço Sonic no cinema

    9 de agosto de 2018 /

    O ator Ben Schwartz (da série “House of Lies”) foi contratado para dar voz ao ouriço mais rápido dos games na adaptação cinematográfica de “Sonic”. Ele tem se especializado em dublagens nos últimos anos, com papéis na nova versão de “DuckTales” e em “Bojack Horseman”, além de ter feito alguns dos sons de BB-8, o robôzinho simpático de “Star Wars” – ele dividiu o papel em “O Despertar da Força” com Bill Hader (“Barry”). Schwartz se junta ao elenco que já inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”) e Jim Carrey (“Sim Senhor”). Até então, apenas o personagem de Carrey era conhecido: o vilão clássico dos games de “Sonic”, Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo do protagonista. A produção da Paramount Pictures vai misturar atores reais com a animação do ouriço Sonic. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto). Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. “Sonic the Hedgehog” tem previsão de estreia para novembro de 2019.

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  • Série

    Ruby Rose se emociona por virar Batwoman e revela ligação com morcegos desde criança

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose revelou-se bastante emocionada por ter sido escalada para o papel de Batwoman numa nova série da rede CW. Não apenas por viver um tipo de personagem que ela não tinha a oportunidade de ver na TV quando era pequena, mas também porque brincava com morcegos quando era criança. A confissão foi feita na noite de quarta (8/8) em sua participação no programa “Tonight Show”. Ela foi convidada para falar da estreia nos cinemas de “Megatubarão”, mas o assunto Batwoman dominou as conversas com o apresentador Jimmy Fallon. Ruby contou que recebeu a notícia de que tinha passado nos testes para o papel uma hora antes da première do longa, e que teve de segurar as lágrimas no evento. “Eu estava tão emocionada, que eu pulei todos com quem tinha que falar, porque eu iria começar a chorar se me entrevistassem, como estou quase fazendo agora.” “Mal tive tempo de pensar nisso, eu soube ontem que passei no teste para ser a Batwoman. É um divisor de águas. Eu sinto que a razão para eu me emocionar tanto é porque eu cresci vendo TV e nunca havia alguém com quem me identificar, ainda mais uma super-heroína”, relembrou, referindo-se ao fato de Batwoman ser lésbica assumida como ela. Fallon brincou que será melhor ver crianças no Halloween vestidas como Batwoman do que o papel anterior, como presidiário com o uniforme laranja de “Orange is the New Black”. “As crianças vão poder ver e se identificar, é uma ótima oportunidade”, comentou Rose. Foi então que ela revelou que sua mãe tem uma tatuagem de morcego, porque ela criava morceguinhos como se fossem de estimação. “Pois é, ela cuidava desses morcegos bebês, ajudava-os a sobreviver, mas depois eles não tinham para onde ir, porque cresceram dentro de uma casa, ficaram domésticos e cagando na casa toda”, riu ela. Rose contou que isso a inspirou a fazer suas primeiras asinhas, imitando morcegos. “A gente não tinha dinheiro, então eu fazia meus brinquedos. Uma vez, construiu umas asas de papelão, e eu dormia com elas, corria com elas, pulava de lugares altos para minha mãe me pegar. E agora eu vou ter asas que não serão de papelão!”. Confira abaixo a entrevista original, com mais detalhes.

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  • Filme

    Estreias de Megatubarão e Vidas à Deriva são as maiores ondas da semana

    9 de agosto de 2018 /

    Maior lançamento da semana, “Megatubarão” chega em 873 salas, mas vai disputar a atenção dos adolescentes dos shopping centers com outra aventura marítima, “Vidas à Deriva”. O filme do tubarão pré-histórico é adaptação de uma franquia literária. Entretanto, parece ter sido concebido como uma mistura de várias outras produções sobre gigantes assassinos do fundo do mar, desde o clássico de Steven Spielberg de 1975 até a sequência trash de 1987 em que o bicho engole o avião de Michael Caine. E tudo começa num clima reminiscente de “Do Fundo do Mar” (1999). Apesar do envolvimento de um elenco multinacional, liderado pelo inglês Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) e a chinesa Li Bingbing (“Transformers: A Era da Extinção”), a crítica norte-americana considerou o remix apenas medíocre, com 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Vidas à Deriva” também vai ao mar, desta vez com um casal de ídolos adolescentes, Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Os dois embarcam numa viagem romântica, mas que logo vira uma catástrofe, quando o barco é atingido por um enorme furacão e fica, como diz o título, à deriva. O longa tem roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – outra aventura marinha – , e direção do islandês Baltasar Kormákur – que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Os críticos dos EUA mergulharam na trama, com 75% de aprovação. Melhor que os dois, com 87% de aprovação, o suspense dramático “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” desembarca apenas em circuito limitado, mais de um ano após ser premiado no Festival de Cannes 2017 com os troféus de Roteiro e Ator. A obra brutal acompanha Joaquin Phoenix (“O Mestre”) no papel de um ex-militar que aceita a missão de resgatar a filha adolescente de um político das garras de traficantes de mulheres. Baseado no romance homônimo do escritor Martin Amis (criador das séries “Bored to Death” e “Blunt Talk”), o filme tem roteiro e direção da escocesa Lynne Ramsay (“Precisamos Falar sobre o Kevin”), e trilha sonora composta pelo guitarrista do Radiohead Jonny Greenwood (“Sangue Negro”). A programação também inclui várias produções brasileiras, dentre as quais se destaca o suspense “O Animal Cordial”. A história se passa numa única noite no interior de um restaurante de classe média alta em São Paulo, que é invadido no fim do expediente por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos e precisam lidar com a situação. O local torna-se palco dos mais diferentes embates: empregados x patrão; ricos x pobres; homens x mulheres; brancos x negros. Tudo pode se resumir à civilização vs. barbárie, na claustrofobia de um ambiente que vai sendo desconstruído à medida que soluções “cordiais” se tornam impossíveis. Para completar, ainda há uma guinada para o terror. A produção é apresentada como o primeiro slasher movie (subgênero do terror, caracterizado pelo uso de violência extrema) dirigido por uma mulher no Brasil. A direção é de Gabriela Amaral Almeida (da série “Me Chama de Bruna”), que estreia em longas e foi premiada no FantasPoa, festival de cinema fantástico de Porto Alegre. Para completar, o bom desempenho rendeu o prêmio de Melhor Ator para Murilo Benício (“O Homem do Ano”) no Festival do Rio. O elenco ainda inclui Irandhir Santos (“Redemoinho”), Camila Morgado (“Até que a Sorte nos Separe 2”), Luciana Paes (“Divórcio”), Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”) e Humberto Carrão (“Aquarius”), entre outros. Por falar em slasher brasileiro, “Virgens Acorrentadas”, de Paulo Biscaia Filho (da antologia “Histórias Estranhas”), não deixa de ter atrativos, ao buscar uma alternativa metalinguista para o gênero. Trata-se de um trash assumido, rodado nos EUA com elenco americano, sobre a vontade de cineastas iniciantes filmarem um terror sem orçamento. Tudo é fake e barato, com jorros de sangue artificial, gritos exagerados e carnificina tosca, num show de amadorismo tanto diante das câmeras como nas cenas que supostamente se passam atrás delas. O divertido é que o diretor pode dizer que realizou um bom trabalho, justamente porque é ruim. Foi concebido assim e o fato de ter conseguido ficar ainda pior do que a premissa sugere não é exatamente um demérito para sua produção. Mas também é possível elogiar um filme de baixo orçamento por seus méritos artísticos. O drama russo “Tesnota”, vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes, usa locações reais, elenco amador e câmera na mão – com muitos closes – para extrair o máximo de realismo possível de sua história de rapto, religião, choque cultural e diferenças geracionais. Com inclusão de cenas de tortura reais – registradas durante o aprisionamento de soldados russos por forças chechenas durante o massacre do Daguestão, em 1999 – , o filme do jovem Kantemir Balagov, de 26 anos, é violento, incômodo e muitas vezes revoltante. Tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nota mais alta dentre todas as estreias desta quinta (9/8). Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados e outros lançamentos menos cotados – como documentários e o filme francês compulsório da semana – para escapar de ciladas ou mergulhar de cabeça, no escuro dos cinemas. Megatubarão | EUA | Aventura A tripulação de um submarino fica presa dentro na fossa mais profunda do Oceano Pacífico, após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se acreditava estar extinta, um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, o oceanógrafo chinês (Winston Chao) contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que precisará ficar frente a frente com o maior predador marinho que já existiu. Vidas à Deriva | EUA | Aventura Apaixonados, os noivos Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin) velejam em mar aberto quando são atingidos por uma terrível tempestade. Passada a tormenta, ela se vê sozinha na embarcação em ruínas e tenta encontrar uma maneira de salvar a própria vida e a do parceiro debilitado. Você Nunca Esteve Realmente Aqui | Reino Unido, EUA | Suspense Joe, um veterano de guerra, ganha a vida resgatando jovens desaparecidas. Quando uma missão fica fora de controle, os pesadelos de Joe o alcançam enquanto uma conspiração é descoberta, levando a uma viagem que pode ser para a sua morte ou para seu despertar. O Animal Cordial | Brasil | Suspense Inácio é o dono de um restaurante de classe média que vivencia um assalto ao seu estabelecimento. Em meio ao tumulto, ele precisa encontrar meios de defender os funcionários e clientes da violência dos invasores. Os Incontestáveis | Brasil | Suspense A bordo de um Opala 73, os irmãos Bel (Fabio Mozine) e Mau (Will Just) pegam a estrada em busca de um Maverick 77, que pertenceu ao pai desaparecido. A jornada leva os dois aventureiros até uma região de conflitos de terras e fronteiras, onde o destino dos dois irmãos entrará em rota de colisão. Virgens Acorrentadas | Brasil, EUA | Terror Uma equipe de filmagem inexperiente vai para uma mansão sinistra para filmar um filme de terror de baixo orçamento. Lá, alguns dos atores demonstram um gosto real pela tortura e violência, colocando a equipe em risco. E os limites entre realidade e ficção começam a se apagar. A Aparição | França | Drama No interior da França, uma jovem de 18 anos alega ter vista a Virgem Maria em pessoa. A notícia do acontecimento logo se espalha e milhares de peregrinos se deslocaram até o local da suposta aparição. Jacques, um repórter cético de um famoso jornal francês, é convidado pelo Vaticano para participar da comissão responsável por investigar o caso. Tesnota | Rússia | Drama A família de Ilana e seus amigos se reúnem para comemorar o noivado de seu irmão mais novo, David. Mas naquela mesma noite, o casal é sequestrado e um pedido de resgate entregue. Ilana e seus pais irão o mais longe possível para conseguir salvar o casal, independente dos riscos. Para Sempre Chape | Brasil | Documentário O filme conta a história do time de futebol de Santa Catarina que tinha conseguido subir da quarta divisão do futebol brasileiro para a primeira do país. Em 28 de novembro de 2016, quando o time voava para a Colômbia para disputar a final da Copa Sul-Americana de futebol, seu avião caiu poucos minutos antes de chegar ao destino. Ser Tão Velho Cerrado | Brasil | Documentário Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. Como Fotografei os Yanomami | Brasil | Documentário Road movie que passa por Peru, Buenos Aires, São Tomé das Letras, Recife e São Paulo, mas sem destino definido. Registra o estilo de vida dos que vivem livres no mundo, nômades no sub-continente da América Latina. Estradeiros | Argentina, Brasil | Documentário Road movie que passa por Peru, Buenos Aires, São Tomé das Letras, Recife e São Paulo, mas sem destino definido. Registra o estilo de vida dos que vivem livres no mundo, nômades no sub-continente da América Latina. Fátima, o Último Mistério | Espanha | Documentário Mónica (Eva Higueras) é uma editora em busca de trabalho que recebe uma proposta para montar um documentário sobre as aparições da Nossa Senhora de Fátima. Ainda que em dúvida por sua falta de religiosidade, ela aceita montar o filme e as imagens que ela encontra são extraordinárias, marcando sua vida para sempre.

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  • Etc,  Filme

    Críticos condenam criação da categoria de “filmes populares” no Oscar

    8 de agosto de 2018 /

    O anúncio de que o Oscar incluirá uma categoria dedicada a “filmes populares” e entregará prêmios para outras categorias (impopulares) durante os intervalos comerciais da premiação não pegou bem entre jornalistas, críticos de cinema e membros da Academia. Diversos artigos foram escritos em protesto, enquanto o Twitter lotou de posts ironizando e/ou reclamando da decisão, que teria sido resultado de pressão da rede de TV ABC. “A indústria de cinema morreu hoje”, escreveu o ator Rob Lowe na rede social, repercutindo o anúncio feito na quarta-feira (8/8). “Isto significa que filmes como ‘Pantera Negra’ e ‘Missão Impossível’ não podem competir como Melhor Filme?”, questionou Stuart Oldham, editor da revista Variety. “Já existe um prêmio para filmes populares. Chama-se ‘dinheiro'”, lembrou Mark Harris, jornalista do site Vulture, que também roteirizou o documentário “Five Came Back”. Na falta de quem desenhasse, o jornalista Frank Pallotta postou um gráfico no canal de notícias CNN, que apontou que os filmes de maior bilheteria de todos tempos, de “E o Vento Levou” a “Avatar”, foram indicados ao Oscar de Melhor Filme. “Dos dez maiores sucessos do cinema, atualizados pela inflação, apenas um não foi indicado ou venceu o Oscar de Melhor Filme, “Branca de Neve”, que recebeu um Oscar honorário”, ele observou, antes de concluir: “Filmes populares são filmes”. A decisão de incluir uma categoria para filmes populares foi tomada depois que a exibição da premiação deste ano registrou a pior audiência televisiva da história do Oscar nos Estados Unidos. A rede ABC, que fechou contrato para transmitir o Oscar até 2028, teria feito um balanço sobre a transmissão e apontado problemas que a Academia deveria resolver, segundo apurou a revista Variety. O principal era a longa duração. A cerimônia de 2018 durou 3 horas e 53 minutos. Mas também foi considerado significativo o fato de os principais concorrentes serem filmes independentes que pouca gente assistiu. Os nove indicados ao Oscar de Melhor Filme faturaram, em média, US$ 78,7 milhões nas bilheterias dos EUA. A Academia teria incorporado as sugestões em seu pacote de mudanças na premiação, buscando reduzir o evento para 3 horas – com entregas de prêmios durante os intervalos – e incluindo uma categoria exclusiva para blockbusters. Entretanto, seria bem menos controverso estabelecer um limite fixo de 10 títulos na disputa do Oscar. Atualmente, o número de indicados depende de uma avaliação subjetiva da Academia e raramente atinge os 10 permitidos. Esta mudança na regra foi instituída em 2009. Antes disso, apenas cinco filmes concorriam à estatueta de melhor produção do ano. O aumento de indicados já tinha sido uma tentativa de incluir blockbusters entre os finalistas. Mas a própria Academia sabota esta iniciativa ao não preencher todas as vagas. Neste ano, deixou de fora “Logan”, por exemplo, que foi indicado a Melhor Roteiro e poderia muito bem fazer História ao disputar o troféu de Melhor Filme. Nenhum longa de super-herói jamais foi reconhecido pela Academia em sua categoria mais nobre. De todo modo, vale observar que a ideia de dividir a premiação entre filmes de méritos artísticos e filmes de apelo popular não é nova. Ela praticamente nasceu com o Oscar. Em 1928, no primeiro ano da premiação, o Oscar de Melhor Filme foi dividido entre dois vencedores: o épico de guerra “Asas”, de William A. Wellman, venceu o troféu de “Filme Excepcional”, enquanto que o drama “Aurora”, de F.W. Murnau, foi considerado o “Melhor Filme Artístico”. Mas essa divisão foi considerada tão bizarra que acabou extinta já no ano seguinte. Ou seja, o Oscar quer recuperar um formato que já foi testado e reprovado há 90 anos.

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  • Filme

    Warner quer diretor de Guardiões da Galáxia nos filmes da DC Comics

    8 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney, James Gunn não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o diretor da franquia “Guardiões da Galáxia” tem sido sondado por vários estúdios, inclusive a Warner, que gostaria de contar com ele em adaptações dos super-herói da DC Comics. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Mas os demais estúdios não são tão identificados com o público infantil e estariam dispostos a contratá-lo, especialmente após a manifestação coletiva de apoio do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que publicou uma carta aberta conclamando a Disney a recontratá-lo para o terceiro filme da franquia. A revista conversou com alguns executivos e registrou comentários, sem identificar seus autores. “Eu trabalharia com ele em um piscar de olhos”, disse, por exemplo, um executivo sênior de um estúdio identificado como grande rival da Disney. Ofertas oficiais ainda não foram feitas, porque James Gunn não pode discutir com outros estúdios enquanto não terminar de negociar os detalhes de sua demissão com a Disney. Ele ainda tem direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Além disso, há boatos de que a Marvel estaria tentando salvar o relacionamento com o diretor, pressionando a Disney a aceitar a filmagem do roteiro que Gunn escreveu para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e mantê-lo sob contrato para um próximo filme. A situação estaria gerando um impasse, que impede maiores definições na carreira do cineasta. “Fui avisado de que não podemos lhe oferecer nada até que a questão da Disney esteja 100% resolvida”, disse outro executivo de estúdio, registrado pelo THR. A publicação confirmou, porém, que a Warner Bros. é um dos principais interessados nos serviços do diretor, mas há também produtoras menores, vencedoras do Oscar, na lista de pretendentes ao talento do cineasta. Vale lembrar, de todo modo, que a Warner tem planos para realizar um filme da Tropa dos Lanternas Verdes, que é basicamente os Guardiões da Galáxia da DC Comics, e este projeto ainda não tem diretor encaixado. Deve demorar alguns meses até um anúncio oficial, mas James Gunn não será renegado por Hollywood, como aconteceu com Roseanne Barr também por conta de tuítes. A grande diferença entre os dois é que o caso do diretor foi instigado por ativistas de extrema direita, que reviraram sua lata de lixo até encontrar seus podres de uma década atrás, enquanto a atriz e produtora manifestou seu racismo de forma espontânea e em período recente. Um executivo chegou a comentar sobre se havia potencial polêmico numa contratação do diretor. “A maioria das pessoas acha que seus comentários eram derivados do estilo de comédia provocativa” que ele fazia na época. “Ter um senso de humor inadequado não deveria ser considerado um crime.”

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  • Etc

    Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose

    8 de agosto de 2018 /

    A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.

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  • Série

    Rodrigo Santoro entra no projeto de nova série criminal da plataforma Hulu

    8 de agosto de 2018 /

    O ator brasileiro Rodrigo Santoro (da série “Westworld”) entrou no projeto de outra série nos Estados Unidos. Ele vai protagonizar o piloto de “Reprisal”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming Hulu, ao lado de Abigail Spencer (de “Timeless”). “Reprisal” é uma “história de vingança hiper-cinética” centrada no personagem de Spencer, uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Depois de sobreviver, no entanto, ela lidera uma campanha contra a gangue responsável pela violência. Santoro vai interpretar Joel Kelly, um membro antigo da gangue, The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O projeto foi criado por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle) e tem produção do A + E Studios e da Littlefield Company. A direção do piloto está a cargo de Jonathan Van Tulleken (da série “Trust”). O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde ele vive o pistoleiro Hector Escaton. O personagem (alerta de spoiler) foi morto em uma batalha no final da 2ª temporada do programa da HBO, mas os anfitriões (como são chamados os robôs na produção) costumam ser ressuscitados. Claro que, para “Reprisal” virar série, o piloto precisa ser aprovado.

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