Trailer dublado de WiFi Ralph explica como personagens vão parar na internet
A Disney divulgou a versão dublada em português do último trailer de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, que destaca a companheira do personagem-título, a pequena Vanellope. Apaixonada pelas corridas de carro que disputava em seu videogame, ela vai ao delírio ao ver uma corredora de game moderno, com quem compete e logo vira melhor amiga, ao viajar para o mundo online via descoberta de uma conexão wi-fi. O novo trailer também detalha como a continuação de “Detona Ralph” (2012) troca o mundo das diversões eletrônicas de Arcade pelo acesso às inúmeras opções da internet. E, curiosamente, lembra “Toy Story 3”, ao mostrar a obsolescência dos velhos games em que Ralph e Vanellope habitam. Com os equipamentos quebrados ou em eterna manutenção, os dois resolvem pesquisar como consertar os jogos na internet, e acabam sugados para o mundos dos games online por meio do wi-fi. A ideia da continuação se prova uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney, pois desta vez, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama serve para evidenciar franquias do próprio estúdio, como no encontro de Vanellope com as princesas da Disney, que deve ser o ponto alto da produção. Mas enquanto sua amiguinha se diverte, Ralph vai parar num canto sinistro da internet, conhecido como Dark Web e habitado por mutantes perigosos. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem um monte de dubladores famosos, desde as intérpretes originais das princesas Disney até Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) como a piloto radical, sem esquecer John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope. Tudo isso sai caro para o estúdio, apenas para ser desperdiçado nas versões disponibilizadas no exterior, que refazem as vozes dos personagens com dubladores locais. A estreia de “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” acontece em novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.
Damon Wayans anuncia que vai deixar a série Máquina Mortífera
Após pressionar e comemorar a demissão de Clayne Crawford de “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator Damon Wayans surpreendeu a produção nesta quarta (3/10) ao anunciar, durante uma entrevista, que vai deixar a série. Em entrevista ao site Electronic Urban Report, o ator afirmou que, em dezembro, após finalizar as gravações dos 13 episódios encomendados pela Fox para a 3ª temporada, simplesmente irá procurar outro emprego. “Eu não sei o que eles estão planejando, mas é isso que estou planejando. Eu sou um cara diabético de 58 anos e estou trabalhando 16 horas por dia”, justificou-se Wayans em vídeo. “Para mim, já deu. Como Murtaugh diria, estou muito velho para isso”, afirmou, dizendo o bordão de seu personagem, vivido por Danny Glover no cinema. “É difícil para mim interpretar esse pai amoroso e solidário, marido e amigo na TV e ser o cara da vida real que está dizendo a todos: ‘Eu não posso, tenho que trabalhar’”, reclamou, lamentando que sua mãe e filha foram operadas recentemente e ele não pôde acompanhá-las devido à produção de “Lethal Weapon”. “Eu sou de uma família grande, uma família amorosa. E eu não os vejo mais. Todas as reuniões familiares, estou muito cansado ou não consigo ir, porque entram em conflito com o trabalho. Eu tenho sete netos. Eu perdi recitais e formaturas. Para mim, não vale a pena. Existe uma maneira melhor de viver a vida”, completou. No mundo real, em que os trabalhadores não tem o privilégio de achar ruim cotidianos com as mesmas situações de que ele reclama, a série continua um sucesso. Exibida em 25 de setembro, a estreia da 3ª temporada foi vista ao vivo na rede americana Fox por 3,4 milhões de pessoas e atingiu 5,6 milhões com gravações digitais, na medição da Nielsen. Chegar a esta temporada já tinha sido uma luta com muitos dramas de bastidores, que culminaram na saída de um dos protagonistas e numa ameaça de cancelamento pela Fox. Clayne Crawford foi demitido da série por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões contra o colega Wayans. Mas agora, o anúncio-bomba de Wayans pode dar à crise interna com Crawford uma nova dimensão. O demitido alegava que Wayans não era profissional, não passava o texto com o resto do elenco, chegava atrasado para gravar e sem ter decorado suas falas, o que lhe deixava profundamente irritado. Quem deve estar olhando tudo isso incrédulo é Seann William Scott (de “American Pie”), recém-chegado como novo coprotagonista no papel de Wesley Cole, criado especialmente para a série – e que nunca apareceu nos filmes. As duas temporadas anteriores de “Máquina Mortífera” tiveram 22 episódios, mas a nova teve a contratação de apenas 13 episódios. Geralmente, as redes abertas costumam fazer pedidos de suplementação de episódios, encomendando mais 9 para completar temporadas, após elas mostrarem audiência convincente. A manifestação de Wayans é uma forma de impedir que a produção siga esse rumo. Dificilmente a Fox pedirá mais episódios da série, pois isso acarretaria em deixá-la no ar sem nenhum dos protagonistas originais e, portanto, sem nenhuma ligação com os filmes em que supostamente se baseia. Mas enquanto os demais profissionais envolvidos na série provavelmente perderão seus empregos, Wayans estará “voltando a sorrir novamente”, como ele mesmo disse. Veja a entrevista no vídeo abaixo. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela rede Globo.
Christian Bale manda avisar ao Oscar que seu filme Vice ganhou o primeiro trailer
A Annapurna divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Vice”, o filme em que Christian Bale faz sua transformação mais radical. Com visual envelhecido, careca, muito acima do peso e de óculos, ele interpreta o personagem do título, Dick Cheney, vice-presidente dos Estados Unidos durante o governo de George W. Bush entre 2001 e 2009. Bale já tinha aparecido careca e barrigudo em “Trapaça” (2013), além de esquelético em “O Operário” (2004) e “O Sobrevivente” (2006). Mas nunca ficou tão diferente quanto neste filme. Sua performance não lembra em nada o ator que interpretou Batman. Nem mesmo nas cenas de flashback, que mostram Channing mais jovem. A maquiagem, claro, ajuda, mas a dedicação e a forma como ele desaparece no papel envia um sinal de alerta para a Academia. Christian Bale chegou para disputar o Oscar com “Vice”. E não chegou sozinho. Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) talvez fosse a última pessoa que se imaginaria como George W. Bush no cinema. Mas após ver a prévia de “Vice” é impossível tirar sua performance da mente. O ator transcende a diferença física para incorporar o ex-presidente nos maneirismos, na fala, numa encarnação tão perfeita que se torna difícil separar o intérprete do papel. “Vice” irá acompanhar Cheney durante os governos republicanos de Richard Nixon, Gerald Ford e George W. Bush, e como ele administrou a política externa americana depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. O filme tem roteiro e direção de Adam McKay, que dirigiu Bale no premiado “A Grande Aposta” (2015), e o elenco da produção ainda inclui outros atores transformados, como Steve Carell (outro de “A Grande Aposta”), Amy Adams (parceira de Bale em “Trapaça”), Bill Pullman (“The Sinner”), Alison Pill (“Zoom”), Jesse Plemons (“Black Mirror”), Lily Rabe (“American Horror Story”), Cailee Spaeny (“Círculo de Fogo: A Revolta”), Eddie Marsan (“7 Dias em Entebbe”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Tyler Perry (“Garota Exemplar”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Justin Kirk (“Kidding”) e LisaGay Hamilton (“The First”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos, a tempo de disputar uma vaga na temporada de premiações. Já a previsão de lançamento no Brasil é para 40 dias depois, em 31 de janeiro.
Netflix vai criar filmes e séries baseados nos livros de fantasia de As Crônicas de Nárnia
A Netflix anunciou que vai desenvolver novas séries e filmes inspirados na saga literária juvenil “As Crônicas de Nárnia”, uma fábula com crianças, reinos encantados e criaturas mágicas, que disfarça dogmas cristãos. As histórias criadas pelo autor C.S. Lewis na década de 1950 já foram transportadas para o cinema e para a TV diversas vezes, mais recentemente em três filmes: “As Crônica de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), “As Crônica de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008) e “As Crônica de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). Os três arrecadaram quase US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. A Disney distribuiu os dois primeiros filmes e a Fox lançou o terceiro, que teve a menor arrecadação. Um quarto filme estava em desenvolvimento pelo estúdio Tri-Star, do conglomerado Sony. Todos tiveram produção da Mark Gordon Company, empresa do produtor Mark Gordon, que aproveitou que sua companhia foi comprada pela eOne para suspender o quarto filme e convencer os herdeiros de C.S. Lewis a ousar e levar o projeto para o mercado, imaginando uma combinação de filmes e séries para uma empresa de streaming. A Netflix acabou adquirindo o pacote. “‘As Crônicas de Nárnia’ são histórias que ressoaram com diversas gerações de leitores ao redor do mundo”, comentou Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, no comunicado do anúncio da aquisição. “Muitas famílias se apaixonaram por personagens como Aslan e por todo o mundo de Nárnia, e estamos muito animados em trazer esse universo de volta para as suas casas nos próximos anos”. “É maravilhoso saber que pessoas ao redor do mundo estão ansiosas para ver mais de Nárnia”, disse Douglas Gresham, afilhado de C.S. Lewis, que administra o legado do escritor. “Os avanços na tecnologia permitirão que as aventuras dos livros ganhem vida da forma como deveriam. A Netflix parece ser a melhor mídia para alcançar esse objetivo”. Ainda não há previsão de estreia ou detalhes sobre como o universo de Nárnia será dividido entre filmes e séries. O longa que estava sendo desenvolvido foi escrito pelo roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”). Ele anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” há três anos. E, em 2017, o cineasta Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) chegou a ser definido como diretor. Com sete títulos, a coleção literária de C.S. Lewis já vendeu mais de 100 milhões de exemplares ao redor do mundo.
Ainda desaparecida, Fan Bingbing usa rede social para pedir perdão e elogiar Partido Comunista Chinês
A estrela de cinema chinesa Fan Bingbing teria “reaparecido” nas redes sociais, três meses após sumir misteriosamente, para pedir desculpas aos fãs, logo após o governo anunciar que ela deve mais de US$ 129 milhões em impostos e multas por sonegação fiscal. Num texto de tom artificial, a atriz ou alguém com acesso à sua conta na Weibo, o equivalente chinês do Twitter, pediu perdão “aos fãs e à sociedade, a meus amigos que se preocupam, ao público e à administração fiscal nacional”, acrescentando: “Sem as boas políticas do Partido e do país, sem a atenção repleta de amor das massas, não existiria Fan Bingbing”. A atriz de 36 anos é uma das maiores celebridades chinesas, conhecida internacionalmente graças à participações em blockbusters como “Homem de Ferro 3” (2013) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), além de ter integrado o júri do Festival de Cannes em 2017. Muito ativa nas redes sociais, ela estava desaparecida do Weibo desde julho, depois que sofreu acusações de fraude fiscal. Na ocasião, a produtora de Fan Bingbing a defendeu e denunciou “calúnias”. Desde então, ninguém mais a viu. E, apesar dos pedidos de desculpas e elogios que soam forçados ao Partido Comunista, a atriz continua fisicamente desaparecida, gerando boatos de que estaria presa pelo governo, num momento que a China aperta o cerco contra personalidades do mundo do entretenimento que teriam enriquecido. De acordo com a agência oficial Xinhua, Fan Bingbing e as empresas da atriz teriam deixado de pagar dezenas de milhões de dólares em impostos, e pelo menos uma pessoa foi detida por ter escondido e “deliberadamente destruído” documentos contábeis, indicou o anúncio do governo, sem revelar a identidade dessa pessoa. Essa informação se soma ao anúncio anterior, que veio a público em setembro, de que a atriz tinha sido colocada “sob controle e aceitará a decisão legal” das autoridades. A publicação estatal Securities Daily também informou na ocasião que a alegada evasão fiscal de Bingbing era “apenas a ponta do iceberg”. “Ela também é suspeita de participar de empréstimos ilegais e outras formas de corrupção. No pior dos casos, ela enfrenta punição legal”. A história foi removida algumas horas após a publicação, aumentando o clima sombrio que acompanha o desaparecimento da estrela. Os problemas de Fan Bingbing começaram em maio, quando um ex-apresentador da TV pública compartilhou documentos na internet, que segundo ele eram contratos da atriz. De acordo com os documentos, Fan teria sido paga oficialmente com 10 milhões de yuans (US$ 1,4 milhão) por quatro dias de trabalho, mas na realidade teria recebido outros 50 milhões de yuans. O escândalo deixou em evidência um sistema suspeito de “contratos duplos”, conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. Pouco após esta denúncia, no fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Ao anunciar a investigação de “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”, a Xinhua afirmou: “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”. No mês passado, o nome de Fan Bingbing apareceu em último lugar numa lista oficial do governo sobre responsabilidade social dos 100 artistas mais famosos da TV e do cinema da China. Sua percentagem de responsabilidade social seria de 0%. O governo afirma que as produções chinesas de cinema devem render mais benefícios à sociedade que bilheterias.
Mark Wahlberg e Rose Byrne adotam três crianças em trailer legendado de comédia para divertir e inspirar
A Paramount divulgou o pôster e o trailer da comédia “De Repente uma Família” (Instant Family), em versões dublada e legendada, que traz Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) e Rose Byrne (“Vizinhos”) como pais adotivos de três crianças crescidas. A prévia é uma combinação de doçura e trapalhadas que visam divertir, derreter corações e inspirar. A história é baseada na vida do diretor e roteirista Sean Anders (também de “Pai em Dose Dupla”), que adotou três crianças com sua esposa e resolveu usar a experiência como base para a comédia. Ele assume que o objetivo, além de fazer rir, é mesmo sugerir que mais pessoas adotem menores abandonados. Portanto, o filme também terá seus momentos lacrimosos. Na trama, o casal formado pelos protagonistas se muda para uma casa grande e percebe a falta de crianças em suas vidas. Ao visitarem um lar de menores abandonados, eles conhecem Lizzy (Isabela Moner, de “Transformers: O Último Cavaleiro”), uma adolescente que lhes impressiona pela atitude. Mas quando decidem adotá-la, descobrem que ela vem “agregada” com dois irmãos pequenos. As adaptações não são fáceis. O elenco também inclui Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Tig Notaro (“One Mississippi”) e Eve Harlow (“The 100”). “Instant Family” estreia dia 16 de novembro nos EUA e uma semana depois, em 29 de novembro, nos cinemas brasileiros.
O Mundo Sombrio de Sabrina espanta e diverte em fotos e primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou um novo pôster, 18 fotos e o primeiro trailer legendado de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, nova série da bruxinha Sabrina. Com um clima para lá de macabro, a prévia já começa com uma citação explícita de “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), que se junta à trilha de “Happy Birthday Sweet Sixteen”, de Neil Sedaka, para conjurar referências dos anos 1960, época em que Sabrina foi criada nos quadrinhos da Archie Comics. O tema da canção assombra a premissa. Em seu aniversário de 16 anos, a protagonista precisa decidir se vai abraçar de vez o mundo das bruxas ou se permanecerá com seus amigos humanos. O tom gótico que marca o vídeo não extingue o romance adolescente e a comédia – humor negro, claro – que fazem parte da concepção original da personagem, mas a forma como a combinação é apresentada sugere os filmes clássicos de Tim Burton. Sabrina continua adolescente, mas surge bem mais madura e sombria que sua versão dos anos 1990, na série “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”, tendo que lidar com rituais satânicos, em meio às tradicionais festas de Halloween e provas na escola. Isto é algo que o criador da série, Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – , tinha introduzido no lançamento da nova versão da bruxinha nos quadrinhos – cuja revista se chama “Chilling Adventures of Sabrina”, o título original da produção da Netflix. Na série, Aguirre-Sacasa trabalhará novamente com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, retomando o trio original que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da aprendiz de feiticeira, o elenco grandioso inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Para completar, a data escolhida para a estreia da série foi a sexta-feira que antecede o Halloween, dia 26 de outubro. Uma opção temática, que no ano passado acomodou a 2ª temporada de “Stranger Things”.
Outcast: Série do autor de The Walking Dead tem cancelamento oficializado após duas temporadas
O canal pago Cinemax oficializou o cancelamento de “Outcast”, série de terror baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman, autor de “The Walking Dead”. O próprio Kirkman era responsável pela atração, sua segunda série original (a primeira foi “Fear the Walking Dead”), tendo escrito o primeiro e o quarto episódios e produzido as duas temporadas. O mínimo que se pode dizer é que não foi surpresa. Trata-se do cancelamento mais previsto do ano. Afinal, toda a forma como o canal lidou com a produção foi equivocada. A começar pela decisão de renovar a série para sua 2ª temporada antes da estreia. Muita confiança no produto, mesmo diante da falta de tradição do Cinemax com séries. A audiência não correspondeu ao investimento. E a prima pobre da HBO desistiu de produzir séries de gênero, voltando a assumir seu perfil de canal de ação. Para queimar de vez o produto, decidiu só exibir os episódios finais dois anos após a conclusão da temporada inaugural, tempo suficiente para que os contratos do elenco e da equipe vencessem – e até um dos integrantes do elenco central morresse: o ator Reg E. Cathey. Ao mesmo tempo, liberou os mesmos episódios para exibição no exterior. Os fãs brasileiros, por exemplo, assistiram a 2ª temporada na íntegra em abril do ano passado, quando todos os capítulos foram disponibilizados ao mesmo tempo no aplicativo da Fox. Já o Cinemax só passou a exibir os mesmos episódios do segundo ano em julho passado, 14 meses depois, e semanalmente. Dizer que a série não funcionou muito bem, por isso foi cancelada, é ignorar a sabotagem deliberada que sofreu. Assim, “Outcast” ficou sem final na televisão, encerrando num cliffhanger bastante tenso. A trama acompanhava Kyle Barnes, um jovem que foi afligido por testemunhar possessões demoníacas desde a infância e ficou marcado por agredir a esposa durante um surto, embora ninguém soubesse o verdadeiro motivo: ela tinha sido possuída. Novamente em liberdade, ele embarca em uma jornada para encontrar respostas, descobrindo que sua cidade foi dominada pelos demônios que acompanham sua vida. O protagonista era vivido por Patrick Fugit (“Quase Famosos”) e o elenco também incluía o citado Reg E. Cathey (série “Luke Cage”), o ator britânico Philip Glenister (série “Life on Mars”), Wrenn Schmidt (série “Boardwalk Empire”), Kate Lyn Sheil (“Você É o Próximo”), Brent Spiner (“Independence Day: O Ressurgimento”) e as crianças Callie Brook McClincy (série “The Originals”), Madeleine McGraw (“Sniper Americano”) e Gabriel Bateman (“Annabelle”). Desde a crise dessa produção, Robert Kirkman assinou um contrato de desenvolvimento de séries para a Amazon, mas até agora não lançou nenhum projeto novo.
Mayans M.C. é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano FX anunciou a renovação da série “Mayans M.C.” para sua 2ª temporada. Atualmente na metade de sua temporada inaugural, a série vem registrando audiências dignas de “Sons of Anarchy”, que foi o carro-chefe da emissora por muitos anos. “Mayans M.C.” é justamente um spin-off de “SoA”, centrada em motoqueiros latinos. O episódio de estreia, exibido no dia 4 de setembro, quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos, visto por 2,5 milhões de telespectadores ao vivo e dobrando seu público com reprises e exibição em streaming nos primeiros três dias de exibição. Segundo dados da Nielsen, a estreia foi assistida ao todo por 4,6 milhões de telespectadores entre 4 e 7 de setembro. Os números representam a estreia de maior audiência da TV paga norte-americana em 2018. “Mayans M.C.” também se tornou o lançamento mais visto do canal FX desde “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”, em janeiro de 2016. Os episódios seguintes ficaram na casa dos 2 milhões de espectadores, patamar bastante elevado para o canal que renovou “Legion” com uma audiência média de 430 mil espectadores, embora menores que os de “American Horror Story”. Ironicamente, a série quase não saiu do papel. Anunciado há dois anos, o projeto esteve para ser descartado, quando seu primeiro piloto foi recusado pelo FX. Entretanto, a produção conseguiu autorização para rodar um segundo piloto, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama se passa após os eventos do final de “Sons of Anarchy”, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, segue produzindo “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial, que quebrou os recordes do FX, foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A série é exibida nas noites de terç-feira nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de estreia no Brasil
Diretor explica porque tirou o nome dos X-Men do título original do novo filme dos heróis
A divulgação dos primeiros trailer e pôster de “X-Men: Fênix Negra” chamou atenção para um detalhe curioso. O filme não traz “X-Men” em seu título original nos Estados Unidos, sendo chamado apenas de “Dark Phoenix” (Fênix Negra). Isto passou batido pelos fãs brasileiros, já que a Fox continua divulgando o filme no Brasil com o nome dos heróis mutantes. O diretor, produtor e roteirista Simon Kinberg explicou o motivo desta mudança em entrevista ao site Collider. “Com ‘Fênix Negra’, abandonamos o ‘X-Men’ pelo mesmo motivo que fizemos isso com ‘Logan’. Queríamos sinalizar que esse era um filme diferente do que os espectadores já viram da franquia”, argumentou. Kinberg ainda acrescentou que buscava também um distanciamento de “X-Men: O Confronto Final”, filme de 2006 que tentou adaptar o mesmo arco de quadrinhos que será contado em “Fênix Negra”, no qual a heroína Jean Grey (Sophie Turner) é possuída por uma entidade maligna e poderosa. “Eu trabalhei em ‘O Confronto Final’, e sempre me incomodou que o filme não tinha ‘Fênix Negra’ no título. Dessa vez, quisemos colocar para sinalizar para os fãs de quadrinhos que esta é a adaptação que eles queriam”, continuou o diretor. Comentários negativos das primeiras sessões de teste discordam desta última afirmação. De todo modo, vale atentar para a outra comparação feita por Kinberg. “Logan” é o nome do personagem e o título de seu filme seguiu a lógica de sua franquia solo, já que o lançamento anterior, em inglês, era “The Wolverine”. Wolverine ou Logan, o personagem é o mesmo. O filme é dele. Já os filmes dos “X-Men” sempre tiveram o nome dos heróis em seus títulos – “X-Men: Apocalipse”, “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, etc. Assim como “Dias de um Futuro Esquecido”, “Fênix Negra” é nome de um arco bastante conhecido dos quadrinhos, a “Saga da Fênix Negra”. Mas não é o nome da personagem. Jean Grey até se torna Fênix, mas o adjetivo Negra só existiu nos quadrinhos em referência a esta saga. Deste modo, a opção pelo título “Fênix Negra” não segue o padrão de “Logan”. Não é o novo filme de Fênix Negra. É o único (vá lá, único do reboot) com a personagem. Prova disso é que, se houver outro filme dos mutantes, ele não será chamado de “Fênix Negra 2”, como, por exemplo, “Deadpool 2”. Não, será outro filme dos X-Men. Desta vez, os tradutores brasileiros acertaram em manter o título composto, “X-Men: Fênix Negra”, para o lançamento nacional. O novo filme dos X-Men estreia em junho de 2019 nos EUA e, desde o último adiamento, ainda não tem previsão para chegar nos cinemas brasileiros.
Rambo vira cowboy nas primeiras fotos do quinto filme da franquia
O astro Sylvester Stallone compartilhou no Instagram as duas primeiras fotos dos bastidores de “Rambo 5”. E elas não são nada daquilo que os fãs podiam esperar. Muito diferente do visual do combatente militar descamisado, que popularizou a bandana adotada pelos roqueiros dos anos 1980, Stallone aparece mais country, com chapéu de cowboy e andando a cavalo de . Longe dos campos de batalha, as imagens lembram mais um filme de western. “Hoje começamos a filmar”, escreveu o ator, como legenda em uma das fotos. “Lá vem um cavaleiro selvagem e livre”, acrescentou na outra imagem. Vale lembrar que o quarto filme, lançado há dez anos, terminou com o herói voltando para casa e fazendo as pazes com seu passado violento. Mas este clima rural das fotos não deve durar muito, porque o protagonista será obrigado a voltar à luta para uma missão final. Ainda não há sinopse oficial, mas quando o projeto foi anunciado em setembro de 2009, Rambo enfrentaria bandidos mexicanos para salvar uma jovem sequestrada na fronteira. Troque Stallone por John Wayne e traficantes por índios, e a referência western fica mais clara – o clássico “Rastros de Ódio” (1958). Boatos em Hollywood indicam que o filme se chamará “Rambo: Last Blood”, justamente mostrando a ideia de que será a última vez que o personagem vai derramar o sangue dos seus inimigos. Para quem não sabe, o primeiro “Rambo” não tinha o nome do personagem em seu título original em inglês, mas as palavras “First Blood”. A direção é de Adrian Grunberg (“Plano de Fuga”) e a estreia deve acontecer em 2019. Visualizar esta foto no Instagram. Tonight we start filming…! Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 2 de Out, 2018 às 10:01 PDT Visualizar esta foto no Instagram. … Comes a Horseman Wild and Free. @rambomovie #rambo5 Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 2 de Out, 2018 às 11:36 PDT
Série Clube da Anittinha estreia já renovada para a 2ª temporada
A animação infantil de Anitta, “Clube da Anittinha”, vai estrear já renovada para a 2ª temporada. A série, que chega nesta quarta-feira (3/10) nos canais pagos Gloob e Gloobinho, teve nova temporada encomendada para 2019. Além disso, entrou para o portfólio de produtos licenciados da unidade infantil da Globosat, responsável pelos canais. Outra novidade é que cada episódio terá uma música inédita, interpretada pela própria cantora, que também dubla a voz da personagem principal. E todas as canções estarão disponíveis no Spotify após a exibição dos episódios. A 1ª temporada terá 11 episódios, com os dois primeiros exibidos na estreia, em sequência – a partir das 17h30 no Gloob e, às 18h30, no Gloobinho. Os demais episódios vão ao ar diariamente neste mesmo horário até o dia 11. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, os canais farão uma maratona da temporada completa. Além da dublagem feita pela própria cantora, Clube da Anittinha” terá personagens inspirados em sua mãe, pai, irmão, amigos, além de seus animais de estimação. Na série animada, ela vai morar em um trailer chamado “Poderosa”, que tem a capacidade de se transformar em trio elétrico. Os desenhos tem produção da equipe do Birdo Studio, que realiza a animação “Oswaldo”, exibida no Cartoon Network, e “Cupcake & Dino: General Services” na Netflix, e abordarão temas como meio-ambiente, amizade, a importância do brincar e o respeito às diferenças.
Estudo revela que tráfego da Netflix ocupa 15% de toda a internet do mundo
Um estudo encomendado pela empresa Sandvine, que vende sistemas de gerenciamento de conexão à internet, revelou que a Netflix é responsável por 15% de todo o tráfego de informações na rede mundial de computadores ao redor do mundo. Divulgado pela revista Variety nesta terça-feira (2/10), o estudo mostra que o 2º lugar na lista de consumo pertence ao YouTube, responsável por outros 11,4% do tráfego. Já a navegação convencional na internet representa apenas 7,8% do tráfego, com o carregamento de imagens estáticas ocupando 4,4% da internet mundial. O estudo aponta que, na região das Américas, a dominação da Netflix é ainda maior: vídeos do serviço de streaming representam 19,1% do tráfego. O Youtube, enquanto isso, sai perdendo no continente, com uma parcela de 7,5% – menor até do que a da Amazon Prime Video, que ocupa 7,7% da banda das Américas. Durante a noite, o “horário nobre” do streaming, a Netflix pode chegar a ocupar 40% da capacidade de banda larga de vários provedores. As porcentagens altas são ainda mais impressionantes porque a Netflix tem a reputação de usar os vídeos mais leves e rápidos entre os serviços de streaming. Por outro lado, também é o serviço mais popular, com o maior número de assinantes. O estudo da Sandvine também concluiu que 57,7% do uso de internet ao redor do mundo é dedicado a vídeos, enquanto páginas de texto ou estáticas representam 17% do tráfego e videogames estão muito abaixo do imaginado, correspondendo a 7,8% da internet.












