Matt Bomer será o Homem-Negativo na série da Patrulha do Destino
A série da Patrulha do Destino completou seu super-elenco com o anúncio de que Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) viverá o herói Homem-Negativo. A escalação foi compartilhada durante painel da plataforma DC Universe na New York Comic Con. A grande ironia da contratação é que o ator, conhecido pela boa aparência, vai interpretar um personagem que nos quadrinhos se esconde o tempo inteiro atrás de bandagens – como o Homem Invisível clássico. Larry Trainor era um piloto de testes da Força Aérea que entrou em contato com uma estranha energia radioativa durante um acidente de avião. Como resultado, ganhou a capacidade de projetar-se fora de seu corpo, voar e muito mais, mas precisa se manter coberto por bandagens para evitar a propagação de sua radioatividade. Por conta disso, Bomer fará basicamente trabalho de dublagem e aparecerá em flashbacks, enquanto um dublê (Matthew Zuk) aparecerá sob as bandagens. A maioria dos personagens da série, por sinal, tem alguma deformação ou “defeito”, porque adquiriram poderes graças a tragédias, sofrendo mutilações ou desequilíbrio mental no processo. A Patrulha do Destino foi concebida desta forma pelos autores dos quadrinhos, Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, que queriam personagens capazes de causar mais medo e repulsa que as reações positivas associadas aos super-heróis. Nisto são parecidos com os X-Men, com quem costumam ser comparados. Com o detalhe de que os heróis da DC chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. O anúncio de Matt Bomer também confirma que “Doom Patrol” (o título original) terá elenco diferente daquele que será introduzido na série dos “Titãs”. Originalmente apresentada como um spin-off, a produção só manterá uma intérprete inalterada entre a aparição nos Titãs e a estreia da série própria. Curiosamente, é uma das poucas personagens que não se disfarça, a Mulher-Elástica. April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) viverá a heroína tanto em “Titã” quando na série da Patrulha. Os demais intérpretes são Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) como o Homem-Robô, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) no papel do herói Ciborgue e Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como o Dr. Niles Caulder, mais conhecido como O Chefe. Eles enfrentarão Alan Tudyk (da série “Powerless”), que viverá o vilão Sr. Ninguém. A série está sendo desenvolvida por Jeremy Carver, roteirista de “Supernatural” e criador de “Frequency”, e fará parte do universo DC administrado pelo produtor Greg Berlanti. Com a encomenda da nova série, o produtor-roteirista estará à frente de oito adaptações de quadrinhos da DC Comics, nove se “Batwoman” for confirmada, sem contar as animações, como “Ray: Freedom Fighters” e “Constantine: City of Demons”, e aumentará seu recorde histórico para 16 séries em produção simultânea. Ainda sem previsão de estreia, “Doom Patrol” fará parte da programação exclusiva da plataforma de streaming DC Universe, lançada em 15 de setembro nos Estados Unidos.
Série de super-heróis Titãs é renovada para a 2ª temporada antes da estreia
A plataforma DC Universe anunciou a renovação de “Titãs” (Titans), sua primeira série original, para a 2ª temporada. O anúncio foi feito na New York Comic Con na noite de quarta (4/10), uma semana antes da estreia prevista da atração nos Estados Unidos, demonstrando grande confiança no material. E também vem logo após a Warner negociar a distribuição internacional da série com a Netflix. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Além dos citados, outros heróis dos quadrinhos também vão aparecer na série, como a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Jason Todd, que é o segundo Robin (vivido por Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), Donna Troy, a Moça-Maravilha/Troia (Conor Leslie, da minissérie “Shots Fired”) e o grupo Patrulho do Destino, que ganhará um spin-off após a estreia em “Titãs”. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A atração vai estrear em 12 de outubro no DC Universe, mas ainda não há previsão para sua estreia na Netflix. É possível que a Warner só libere os episódios após o último capítulo ir ao ar nos Estados Unidos. Como são 13 episódios semanais, isso deixaria o lançamento nacional para janeiro de 2019.
Animação da Arlequina ganha primeiro teaser com dublagem de Kaley Cuoco
O DC Universe divulgou o primeiro teaser da série animada da Arlequina, desenvolvido especialmente para a New York Comic Con. O vídeo foi acompanhado pelo anúncio de que Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) será a responsável por dublar a protagonista na atração. Curiosamente, sua colega Melissa Rauch (intérprete de Bernadette em “The Big Bang Theory”) dublou a Arlequina no mais recente longa animado da personagem para o mercado de home video – “Batman e Arlequina” (2017). De todo modo, Cuoco faz um ótimo trabalho na prévia, em que a vilã demonstra timing cômico. No teaser, Arlequina aparece bastante animada, em franco contraste com sua colega deprimida de cela no Asilo Arkham, Hera Venenosa, para anunciar o que se pode esperar de sua animação: “Comédia, ação, violência e, diferente do desenho do Deadpool, realmente vai ser lançada”. A cutucada na Marvel se deve ao fato da série animada do Deadpool ter sido anunciada, mas não vai sair do papel. Saiba mais aqui. Hera retruca: “Eu pensei que fosse para a gente fazer uma show sombrio, sangrento e depressivo. Uma coisa tipo como a DC sempre faz”. O que é outra crítica, embutida em piada. No fim, tem até uma participação especial de Batman, que aparece para garantir que não há diversão no Asilo Arkham. Outra novidade revelada pelo teaser diz respeito à aparência da Arlequina. Na primeira arte liberada, a personagem aparecia com um visual muito diferente, mais próximo da versão do filme “Esquadrão Suicida”, mas a prévia mostra outro caminho, mantendo o estilo adotado nas produções de Bruce Timm, criador da Arlequina na série animada do Batman dos anos 1980. Mesmo assim, a série não é uma produção do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também será produtora executiva da atração, que ainda terá as vozes de outros atores famosos. Lake Bell (“Childrens Hospital”), por exemplo, faz a igualmente excelente voz depressiva de Hera Venenosa. O elenco de dubladores ainda inclui Alan Tudyk (“Powerless”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”) e Christopher Meloni (“Happy!”). Com o título de “Harley Quinn” (nome da personagem em inglês), a série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Mas ainda não há previsão de estreia. A expectativa é que a Warner mantenha o modelo de negócios de “Titãs” (Titans), outra série do DC Universe, e negocie a distribuição internacional da Arlequina com a Netflix.
Revista afirma que Tom Cruise não vê a filha Suri há cinco anos
Desde o fim de seu casamento com Katie Holmes, em 2012, Tom Cruise estaria mantendo mantendo distância da ex-mulher e até mesmo da filha Suri Cruise, que atualmente tem 12 anos. Segundo uma reportagem da revista Us Weekly, que teve acesso aos acordos de divórcio, a decisão de não ver mais a filha é do próprio ator. Isso porque, seguindo as regras da guarda compartilhada, ele teria 10 dias no mês para visita-la, mas já não a vê há 5 anos. “Toda pessoa tem a permissão de ver seu filho, se quiser. Ele escolheu não fazer isso porque ela não segue a Cientologia”, disse uma fonte próxima ao casal à publicação. Segundo Tom Ortega, ex-editor-chefe do jornal The Village Voice e crítico da cientologia, Katie deve ter assinado um acordo de confidencialidade para não fazer quaisquer declarações sobre a Cientologia – principalmente as negativas – para manter a custódio primária da filha. Ele ainda declarou que a atriz, que atualmente mantém um relacionamento com o ator Jamie Foxx, foi aconselhada a se distanciar de Leah Remini, ex-amiga que tem um programa na TV com denúncias contra Cientologia, após o divórcio. “Tenho certeza de que o pai de Katie, que é um advogado esperto, disse a ela que sair com Leah seria considerado algo depreciativo aos olhos de Tom e da igreja (…) Ela só quer manter a vida que tem com Suri e não entrar em uma briga com a igreja”, concluiu Ortega. Os filhos do primeiro casamento de Tom Cruise, Connor e Isabella, adotados nos 1990 quando ele se relacionava com Nicole Kidman, mantém uma relação próxima com o astro. Ao contrário de Suri, eles são adeptos da Cientologia. Tom Cruise não aparece numa foto com a filha desde 2013, quando ela tinha 7 anos de idade. Embora os documentos sejam sigilosos, comenta-se que o principal motivo do divórcio de Katie Holmes teria sido preservar a filha da influência da religião de Cruise.
Dwayne Johnson revela primeira foto com Jason Statham nas filmagens de Hobbs & Shaw
Dwayne Johnson divulgou a primeira imagem em que aparece ao lado de Jason Statham nos bastidores de “Hobbs & Shaw”, spin-off de “Velozes e Furiosos”. A imagem postada no Instagram do ator é preto e branco, assim como a anterior divulgada no início das filmagens por Statham. “Ou vamos nos dar bem ou vamos nos dar porrada. Vamos nos dar bem pra c*****. Ótima primeira semana de gravação do spin-off de ‘Velozes & Furiosos’, ‘Hobbs & Shawn’, com meu amigo Jason Statham. Estamos nos divertindo, quebrando a norma para oferecer algo novo, legal, divertido e fod* para os fãs”, escreveu The Rock na legenda da imagem. Dirigido por David Leitch (“Deadpool 2”), e escrito por Chris Morgan, roteirista veterano de “Velozes & Furiosos”, o longa também destaca em seu elenco Vanessa Kirby (intérprete da Princesa Margaret na série “The Crown”), que viverá a irmã do protagonista Shaw (Statham), e Idris Elba (“A Torre Negra”) como o vilão, que não teve maiores detalhes revelados. A estreia está marcada para julho de 2019 – dez meses antes do aguardado “Velozes & Furiosos 9”. Visualizar esta foto no Instagram. FIRST LOOK: HOBBS & SHAW. We either gonna get along or we gonna get it on. Fuck getting along ? Great first week of shooting our Fast & Furious spin-off, “HOBBS & SHAW” with my ace @jasonstatham. We’re havin’ a blast disrupting the norm to deliver something fresh, cool, fun and bad ass for the fans. #TheOutlawLawman #TheInternationalSpy #HobbsAndShaw SUMMER 2019 @universalpictures @davidmleitch ? @hhgarcia41 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 3 de Out, 2018 às 3:44 PDT
James Wan anuncia seu substituto na direção de Invocação do Mal 3
James Wan anunciou que não vai dirigir “Invocação do Mal 3”. Responsável pelos dois primeiros filmes, ele tem se dedicado mais a produzir os spin-offs da franquia, como “Annabelle” e “A Freira”, cimentando sua reputação como mestre do terror sem precisar estar num set de filmagens. Para assumir seu lugar atrás das câmeras, Wan escolheu uma de suas descobertas, Michael Chaves, que chamou atenção ao realizar o curta “The Maiden” (2016), em que um corretor imobiliário precisa vender uma mansão assombrada. O jovem talento fará sua estreia como diretor de longas em 2019, à frente do terror “A Maldição da Chorona”, produzido justamente pelo cineasta de “Invocação do Mal”. Wan elogiou seu apadrinhado, em comunicado: “A habilidade de Chaves em transmitir emoção para a história, além de saber assustar, faz dele a pessoa perfeita para dirigir o próximo ‘Invocação do Mal'”. O roteiro de “Invocação do Mal 3” será escrito por David Leslie Johnson, que assinou o filme anterior, e vai seguir novamente os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga. “Eu sou um grande fã dos filmes ‘Invocação do Mal'”, disse Chaves em comunicado. “Os projetos formam a rara combinação que entrega tanto coração quanto ótimos sustos. É muito animador e uma honra trabalhar com James Wan mais uma vez”. “Invocação do Mal” estreou em 2013 com um orçamento modesto de US$ 20 milhões, arrecadando mais de US$ 320 milhões nos cinemas mundiais. Desde então, a produtora de Wan, Atomic Monster, tornou-se uma fábrica de filmes derivados do mesmo universo. O mais recente, “A Freira”, arrecadou até agora US$ 330 milhões.
Trailer de documentário da Netflix examina legado das feministas dos anos 1970
A Netflix divulgou o trailer legendado de um novo documentário, que examina o legado do movimento feminista dos anos 1970. Intitulado “Feministas: O Que Elas Estavam Pensando?”, a obra usa um livro fotográfico de Cynthia MacAdams, que registrou em 1977 os ícones feministas na época, como ponto de partida para traçar a história do movimento e refletir seu legado. O filme também inclui gravações de arquivo e entrevistas com as pioneiras da luta pelos direitos das mulheres, muitas delas fotografadas por MacAdams, incluindo as atrizes Jane Fonda e Lily Tomlin, que hoje estrelam a série “Grace and Frankie”. Dirigido por Johanna Demetrakas (“Some Nudity Required”), que também foi uma das fotografadas, o documentário surgiu como um projeto independente e começou a ser filmado com um orçamento de apenas US$ 75 mil, por meio de campanha no Kickstarter em 2014. Não há informações sobre como a Netflix entrou no projeto, que estreia em 12 de outubro em streaming.
Vídeo de bastidores de Bohemian Rhapsody mostra transformação de Rami Malek em Freddie Mercury
A Fox divulgou um vídeo de bastidores do filme “Bohemian Rhapsody”, que conta a história da banda Queen, centrado na transformação do ator Rami Malek (série “Mr. Robot”) no cantor Freddie Mercury. A prévia mostra ensaios, figurinos e revela que ele dispensou coreógrafos para trabalhar com uma técnica de movimentos, visando andar e se mover como o líder do Queen. Além de Rami Malek (série “Mr. Robot”), o elenco destaca Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como o guitarrista Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, em meio a uma crise de bastidores, a produção teve dois diretores, Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Não por acaso, os vídeos de bastidores das filmagens não trazem declarações de nenhum cineasta, mas do produtor Graham King (“Tomb Raider: A Origem”). A estreia vai acontecer em 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Thom Yorke revela nova música hipnótica da trilha do terror Suspiria
O músico Thom Yorke, da banda Radiohead, divulgou uma nova faixa de sua estreia como compositor de trilhas sonoras. Intitulada “Has Ended”, trata-se de uma música de “Suspiria”, remake do terror homônimo de 1977 com direção de Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”). A divulgação foi feita no YouTube, com um vídeo criado a partir de cenas de dança do longa, tratadas com efeitos e animadas por Ruffmercy (diretor de clipes de Run The Jewels e Lily Allen). Assim como a faixa anterior, “Has Ended” traz o vocal característico do cantor do Radiohead – embora a maioria das composições criadas para o filme sejam instrumentais. A nova música tem um clima hipnótico e é mais reminiscente do krautrock do fim dos anos 1960 que da psicodelia tardia da trilha da obra original de Dario Argento – cultuadíssima, por sinal – composta pela banda italiana de rock progressivo Goblin. Durante o Festival de Veneza, Yorke explicou que queria evocar um tom de encantamento, como nas recitações de feitiços. Com esse trabalho, ele segue os passos de seu companheiro de banda, o guitarrista Jonny Greenwood, que foi indicado ao Oscar 2018 pela trilha de “Trama Fantasma”. O álbum da trilha sonora do novo “Suspiria” será lançado em 26 de outubro, mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas americanos. “Suspiria” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Krypton escala intérprete do anti-herói Lobo em sua 2ª temporada
A produção da série “Krypton” escalou Emmett J. Scanlan para interpretar o anti-herói Lobo, famoso personagem da DC Comics. O ator irlandês é mais conhecido por estrelar produções britânicas, como as séries “The Fall”, “In the Flesh” e a recente “Safe”, da Netflix. Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.
Imprensa internacional soterra Venom com críticas muito negativas
Conforme os trailers prometiam, “Venom” foi considerado “podre” pelos críticos internacionais. No primeiro dia de liberação do embargo da Sony, o longa estrelado por Tom Hardy foi soterrado por críticas negativas, com apenas 28% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Ou seja, demonstrou ter o nível do pior lançamento da DC Comics: “Batman vs. Superman”, o filme da mãe Martha, que obteve 27% de aprovação. Os fãs de Lady Gaga nem precisavam fazer campanha contra a produção para valorizar a estreia de “Nasce uma Estrela” no mesmo fim de semana. O lançamento da cantora no cinema resplandece em comparação, com 94% de aplausos entusiasmados. Mesmo assim, é grande a procura por ingressos para ver o desastre com os próprios olhos. O Rotten Tomatoes revela que 91% de seus usuários pesquisados planejam assistir à estreia, que teve grande pré-venda. Foi justamente de olho nesta pré-venda que a Sony embargou as críticas até a véspera da estreia. Estimativas apontam que as críticas negativas não impedirão “Venom” de abrir em 1º lugar e atingir uma bilheteria de cerca de US$ 50 milhões em sua estreia na América do Norte. Por outro lado, é esperada uma queda brutal de arrecadação na semana seguinte, quando a qualidade do filme já terá se tornado notória. Orçado em US$ 100 milhões de produção, mais pelo menos metade deste valor em despesas de marketing, o filme deveria atingir ma bilheteria de US$ 500 milhões para não dar prejuízo em sua passagem pelos cinemas. Isto dificilmente acontecerá, o que pode fazer a Sony reconsiderar seu projeto de investir em filmes dos personagens coadjuvantes do Homem-Aranha. Quem sintetiza melhor a recepção do filme na imprensa é Geoffrey Macnab, crítico do jornal inglês Independent. “‘Venom’ é uma bagunça, uma mistura desencontrada de elementos de sci-fi, horror e comédia, que desperdiça todos os recursos à sua disposição”, ele escreveu. A crítica de Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter, ressalta que o filme peca por “falta de imaginação” e salienta como a Marvel sabe trabalhar com personagens que não são do primeiro escalão e ainda assim transformar em algo interessante — justamente o que a Sony Pictures não conseguiu. O veterano Peter Travers, da Rolling Stone, considerou que a classificação etária, voltada para maiores de 13 anos nos Estados Unidos, tirou a característica principal do anti-herói nos quadrinhos e deixou o projeto infantilizado, uma “versão simplificada, voltada para crianças de 13 anos, em vez da versão sinistra que os fãs tinham o direito de esperar”. As resenhas dos sites Slate e SciFiNow ainda concordaram que o filme parece dois longas muito diferentes costurados à força – um que tenta ter um clima sério de thriller sci-fi e outro que é uma comédia pastelão – , como se um tivesse se forçado sobre o outro. A ironia metalinguista é que esta é justamente a história de Venom, um simbionte forçando sua convivência com um hospedeiro humano. “No mínimo, parece que Ruben Fleischer estava filmando dois filmes radicalmente diferentes ao mesmo tempo, e nem na edição final ele tinha clareza sobre qual escolher”, escreveu Sam Adams, do Slate. “‘Venom’ desperdiça seu elenco estelar com seu choque tonal. O humor maluquinho é mal sincronizado e as tiradinhas são medonhas. A mistura de comédia pueril e horror psicológica simplesmente nunca colam”. completou Katherine McLaughlin, do SciFiNow Dirigido por Ruben Fleischer, “Venom” é estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”). O filme estreia nesta quinta-feira (4/10) nos cinemas brasileiros.
Armie Hammer entra em Morte no Nilo, continuação de Assassinato no Expresso do Oriente
O ator Armie Hammer (“Me Chame pelo Seu Nome”) é o segundo nome confirmado no elenco de “Morte no Nilo”, nova adaptação de best-seller de mistério de Agatha Christie. Ele vai se juntar à atriz Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), primeira estrela anunciada na produção, que será continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, uma das surpresas das bilheterias no ano passado. O papel de Hammer não foi divulgado, mas Gadot interpretará Linnet Ridgeway Doyle, uma herdeira milionária à bordo de um cruzeiro no Nilo, onde acontece um assassinato que será investigado pelo detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh, repetindo seu papel). Ou seja, a trama de “Assassinato no Expresso do Oriente”, mas passada num iate em vez de um trem. Assim como fez no filme anterior, Branagh também vai dirigir o longa. E com ele também volta o roteirista Michael Green, responsável pela adaptação do livro de 1937. “Morte no Nilo” já foi adaptado antes para o cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974), e reuniu um elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. O papel de Gadot foi, naquela ocasião, vivido pela intérprete menos famosa da produção: Lois Chiles, um ano antes de virar Bond Girl em “007 Contra o Foguete da Morte” (1979). Há um motivo para isso. Embora esse spoiler tenha 71 anos, digamos que sua personagem é que aparece por menor tempo na tela, exatamente como Johnny Depp em “Assassinato no Expresso do Oriente”. A nova versão de “Morte no Nilo” tem estreia marcada para 2020.
Atriz anuncia saída da série Brooklyn Nine-Nine
O salvamento de “Brooklyn Nine-Nine” não impediu que um integrante do elenco se perdesse pelo caminho. A série, que foi cancelada pela Fox no fim da temporada passada, mas regatada pela NBC para exibir sua 6ª temporada, voltará com a despedida de Chelsea Peretti, intérprete de Gina Linetti. A própria atriz anunciou sua saída da série no Twitter. “Fãs de ‘Brooklyn Nine-Nine’, olá! Eu não vou participar da 6ª temporada completa da série”, escreveu. “Isso não significa que eu nunca mais vou voltar. Eu quero agradecer a todos vocês pelas horas que passaram assistindo a Gina ser Gina: Confiante, idiota-mas-esperta, enérgica, cheia de ritmo e de radiação de celular.” Ela ainda citou Emmy Rossum, republicando o textão da atriz quando ela anunciou sua respectiva saída de “Shameless”, como forma de resumir o que sentia diante da decisão. E o criador da série, Dan Goor, respondeu com a sua própria declaração, dizendo que ele e o parceiro Mike Schur tentaram “com todas as nossas forças criar uma história final para Gina que fizesse justiça à personagem”. “É triste ver um membro da família ir embora, mas estamos orgulhosos de Chelsea e animados para ver o que ela fará a seguir. Além disso, posso dizer que não será sua última aparição da série. Quer dizer, ela foi atropelada por um ônibus e só faltou a uma semana de gravação!” Peretti faz parte do elenco de “Brooklyn Nine-Nine” desde o começo, aparecendo em 101 dos 112 episódios da série até hoje. Durante a 5ª temporada, a atriz passou um tempo afastada após dar à luz ao seu primeiro filho. Ela é casada com o cineasta Jordan Peele (“Corra!”). A 6ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine” ainda não tem data de estreia definida. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago TBS e pela Netflix. B99 fans. Hiiiiiiiiiiii. Chelsea Peretti, here. I won't be doing a full season of Brooklyn Nine Nine in Season 6. But that doesn’t mean I won’t ever be back, winky face emoji, heart emoji. I want to thank you for the hours you spent watching Gina be Gina: — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 pic.twitter.com/yGQ2opK3IH — Chelsea Peretti (@chelseaperetti) 3 de outubro de 2018 Here's my statement about the incredibly amazing @chelseaperetti. pic.twitter.com/OZAuEU7DSc — Dan Goor (@djgoor) 3 de outubro de 2018












