Krypton escala intérprete do anti-herói Lobo em sua 2ª temporada



A produção da série “Krypton” escalou Emmett J. Scanlan para interpretar o anti-herói Lobo, famoso personagem da DC Comics. O ator irlandês é mais conhecido por estrelar produções britânicas, como as séries “The Fall”, “In the Flesh” e a recente “Safe”, da Netflix.

Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem.

O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel.


Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman.

A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto.

A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.



Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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