Get Shorty é renovada para a 3ª temporada
O canal pago Epix anunciou a renovação da série “Get Shorty” para sua 3ª temporada. A série estrelada por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”) e Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) é uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”, de 1995. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. “Get Shorty” é a terceira série baseada nos livros de Leonard, após “Karen Sisco” e “Justified”, e foi criada pelo roteirista Davey Holmes, que escreveu episódios de “Shameless” e “In Therapy”. Na trama, Chris O’Dowd vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme. O papel é similar, mas não igual, ao vivido por John Travolta no filme de 1995 e sua continuação “Be Cool: O Outro Nome do Jogo” (2005). Ray Romano, por sua vez, vive um produtor decadente de filmes de baixa qualidade, que se torna parceiro de Miles em sua tentativa de se estabelecer na indústria cinematográfica. Trata-se, por sua vez, de uma versão do personagem vivido por Gene Hackman no cinema. A 2ª temporada ainda acrescentou a atriz Felicity Huffman (das séries “Desperate Houswives” e “American Crime”) ao elenco como Clara Dillard, uma agente do FBI de instinto maternal, que investiga a organização criminosa da história. Com sete novos episódios, a 3ª temporada vai estrear em 2019 no Epix, que foi recentemente adquirido pelo estúdio MGM com planos de usar o canal para desenvolver séries baseadas em sua vasta filmografia de clássicos. A adaptação de “O Nome do Jogo” é a primeira aposta nesse sentido.
Goliath é renovada e ganha reforços de peso para sua 3ª temporada
O serviço de streaming Amazon Prime Video renovou a série Goliath para sua 3ª temporada. Além disso, adiantou a sinopse e anunciou algumas adições de peso ao elenco dos próximos episódios. Os atores Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Amy Brenneman (“The Leftovers”), Beau Bridges (“Homeland”), Griffin Dunne (“House of Lies”), Sherilyn Fenn (“Twin Peaks”) e Shamier Anderson (“Destroyer”) entram no drama criado pelo produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”). Eles se juntam a Billy Bob Thornton, que retorna como o protagonista Billy McBride, um advogado que busca redenção ao defender pessoas vulneráveis que tem pouca chance de conseguir justiça. A 3ª temporada vai lidar com a morte inesperada do protagonista, que o levará a pegar um caso na região quase desértica de Central Valley, onde entra em conflito com um fazendeiro bilionário (Quaid) e sua irmã (Brenneman). Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos.
One Dollar é primeira série cancelada na plataforma CBS All Access
A série “One Dollar” foi cancelada pela plataforma CBS All Access após a 1ª temporada, tornando-se a primeira produção original do serviço de streaming a ser cancelada desde seu lançamento em 2014. O enredo de tramas paralelas não envolveu o público, como já tinha acontecido anteriormente com outras séries com a mesma estrutura – “Crash”, “Lucky 7”, “Six Degrees”, etc. A trama de diversos personagens mostrava como uma nota de um dólar conecta um grupo de personagens a uma investigação de assassinatos múltiplos. Trocado de mãos em mãos, o dólar marcado percorria uma jornada por diferentes pontos de vista de classe social e cultura, revelando aspectos e segredos escondidos do local em que o crime aconteceu. A série foi criada por Jason Mosberg (roteirista do filme “Arsenal”) e seu elenco incluía John Carroll Lynch (“American Crime Story”), Nathaniel Martello-White (“Esquadrão Red Tails”), Christopher Denham (série “Billions”), Leslie Odom Jr. (“Assassinato no Expresso Oriente”), Philip Ettinger (série “The Mist”), Kirilee Berger (“Agente K.C.”), Gracie Lawrence (“O Babá(ca)”), Josué Bitton (série “The Night Of”) e Jeff Perry (série “Scandal”). Com produção e direção do cineasta Craig Zobel (dos filmes “Obediência” e “Os Últimos na Terra”, além da série “The Leftovers”) para o estúdio Anonymous Content, “One Dollar” foi exibido de 30 de agosto a 1 de novembro nos Estados Unidos.
Trailer legendado de A Morte te dá Parabéns 2 mostra que o pesadelo não acabou
A Universal divulgou o trailer legendado de “A Morte te dá Parabéns 2”, que revela que o looping temporal da personagem de Jessica Rothe ainda não acabou, como ela imaginava ao final do primeiro filme. Os dias voltam a se repetir em todos os detalhes, mas desta vez o serial killer com máscara de bebê tem outro alvo em vez dela: os amigos dela. E para impedir que eles sejam assassinados, a protagonista tem que morrer várias vezes para retroceder o tempo e tentar deter o psicopata mascarado. “A Morte te dá Parabéns” foi um sucesso de bilheteria em seu gênero, arrecadando quase US$ 123 milhões em todo o mundo. A sequência volta a ser dirigida por Christopher Landon, que também assume a função de roteirista (que pertenceu ao escritor de quadrinhos Scott Lobdell no primeiro longa). Além de Jessica Rothe, todo o elenco central retorna na continuação, incluindo Israel Broussard, Ruby Modine, Phi Vu, Charles Aitken e Rachel Matthews. A estreia está marcada para 21 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Atriz de Maze Runner viverá patinadora de gelo em série da Netflix
A atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, foi confirmada como protagonista de “Spinning Out”, nova série da Netflix sobre o competitivo mundo da patinação no gelo. Ela vai substituir Emma Roberts (“American Horror Story”), que chegou a ser anunciada, mas precisou deixar a produção devido a um conflito de agendas. A personagem de Scodelario se chama Kat Baker, uma patinadora profissional prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda que fez com que ela perdesse uma competição importante. É quando ela descobre uma oportunidade de continuar a carreira na categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. A nova parceria, entretanto, “ameaça revelar um segredo que Kat guardou por toda a vida”. Juntos, os dois terão que passar por provações emocionais e físicas que os conduzirão até a realização do sonho olímpico. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, e dividirá a produção com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). A 1ª temporada terá 10 episódios e ainda não há previsão de estreia.
Estrela de Dirty Dancing terá papel importante no retorno da série Grey’s Anatomy
A atriz Jennifer Grey, estrela do clássico “Dirty Dancing: Ritmo Quente” (1987), vai participar da segunda metade da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Segundo o TVLine, ela vai aparecer em múltiplos episódios, mas não há detalhes sobre seu papel – embora o site tenha brincado com o nome da atriz e da série, sugerindo que ela nasceu para participar dessa produção. No território das especulações, as apostas são que ela interpretará a mãe de Jo Wilson-Karev (personagem de Camilla Luddington). Atualmente em pausa de fim de ano, “Grey’s Anatomy” retoma sua 15ª temporada somente no dia 17 de janeiro.
Nebula vai enfrentar Thanos em Vingadores: Ultimato
A atriz Karen Gillan adiantou que sua personagem Nebula terá papel importante em “Vingadores: Ultimato”. Ela vai enfrentar Thanos (Josh Brolin), que a criou como filha. “O que eu posso dizer? Thanos é o pai dela e isso definitivamente vai levá-la a confrontar sua relação com o vilão. Isso é uma certeza”, afirmou a atriz, durante uma entrevista para a revista People. “Eu prometi manter o segredo, mas definitivamente, tudo que nós construímos, toda a história entre Nebula e Thanos, vai chegar ao clímax no novo filme dos Vingadores. E com certeza ela vai confrontar memórias traumáticas”, completou Gillan. Durante a entrevista, a atriz ainda revelou que Nebula deve ganhar um novo parceiro de cena, sem revelá-lo. Há quem acredite que a atriz esteja se referindo a Tony Stark, já que, de acordo com o primeiro trailer, os dois estão vagando pelo espaço. Mas a personagem pode também se reunir com Rocket (o guaxinim dublado por Bradley Cooper). Afinal, Rocket e Nebula foram os únicos personagens de “Guardiões da Galáxia” que sobreviveram ao estalo de Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”, que dizimou 50% de toda a vida no universo. “Vingadores: Ultimato” deve mostrar o embate final entre Thanos e os Vingadores, com a inclusão de Capitã Marvel e Homem-Formiga no time de heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Apple vai produzir novos desenhos animados de Snoopy e Charlie Brown
A Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz, para sua futura plataforma de streaming. O acordo foi fechado entre a Apple e o grupo canadense DHX Media, que possui 80% dos direitos de Snoopy e os Peanuts, “em um contexto altamente competitivo”, em disputa com outros candidatos, segundo a agência AFP. A DHX comprou os direitos dos Peanuts em 2017, por 345 milhões de dólares. A empresa vai produzir as novas animações e também criará programas educativos que incluem os Peanuts, exclusivamente para a Apple.
Clipe com nudez de Luísa Sonza é visto mais de 2 milhões de vezes em 24 horas
A cantora Luísa Sonza divulgou seu novo clipe na quinta (13/12) e em 24 horas o vídeo foi visto mais de 2 milhões de vezes. A música “Nunca Foi Sorte” é tema de personagem da novela “O Sétimo Guardião”, o que é um grande empurrão comercial. Mas há outro chamariz na produção: a nudez da cantora, que aparece sem roupas em várias cenas, enquanto fala, paradoxalmente, contra o machismo. A música tem letra do próprio autor da novela das nove da Globo, Aguinaldo Silva, que escolheu a influenciadora digital como intérprete. Seguindo os últimos lançamentos de Luísa Sonza, “Nunca Foi Sorte” traz uma mensagem empoderada. “Quem disse que futebol é coisa pra menino? Quem disse que azul é a cor que ele tem que usar? Um homem que é homem de verdade cria um filho mostrando pra ele o que a vida tem pra dar”, diz a letra. Como ilustração da mensagem, Luísa Sonza e um modelo masculino dançam muito, alternadamente, e também aparecem pelados, cobertos de tinta azul, que é retirada de seus corpo conforme o vídeo avança. No caso dela, de forma a revelar seus contornos de forma bem clara. A direção é de Philippe Noguchi, que já fez clipes para Ana Cañas e Whipallas, e trabalha em publicidade. “Nunca Foi Sorte” é o quarto clipe lançado por Luísa Sonza neste ano. Antes da música da novela, a cantora lançou “Rebolar”, “Devagarinho” e “Boa Menina”. Juntos, os quatro vídeos já passam dos 108 milhões de visualizações no canal do YouTube da artista.
Livro de John Green vai virar filme natalino da Netflix
John Green virou mesmo um autor de streaming. Após fechar com a plataforma Hulu a adaptação de seu livro “Quem é Você, Alasca?” como uma minissérie, a Netflix anunciou que transformará “Deixe a Neve Cair” num filme natalino. A história se passa na noite de Natal, quando uma tempestade de neve transforma uma pequena cidade americana no cenário de três encontros românticos. No livro, cada um desses encontros é narrado em um conto separado, assinado por autores diferentes – além de Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle. As filmagens estão marcadas para o início de 2019 com direção de Luke Snellin, que fará sua estreia em longas após dirigir episódios de séries britânicas como “Wanderlust” e “The A Word”. A produção é de Dylan Clark, que recentemente ajudou a levar “Bird Box” à Netflix. Anteriormente, Green teve dois livros adaptados por Hollywood, “A Culpa é das Estrelas”, que virou filme bem-sucedido em 2014, e “Cidades de Papel”, em 2015. A Fox ainda planeja filmar “Tartarugas Até Lá Embaixo”, sem previsão de estreia. “Deixe a Neve Cair” deve ser lançado no próximo Natal.
Benicio del Toro será o vilão Sr. Raposo no filme de Dora, a Aventureira
O ator Benicio del Toro (“Sicário: Dia do Soldado”) vai dublar o vilão Sr. Raposo na adaptação live-action da série animada “Dora, a Aventureira” (Dora the Explorer). As filmagens do longa já acabaram, mas o dublador do personagem só foi escolhido nesta semana. Del Toro vai incluir sua voz na pós-produção, já que o Sr. Raposo será animado por computador. A protagonista, porém, será de carne e osso, vivida por Isabela Moner (de “Transformers: O Último Cavaleiro”), assim como seus pais, interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). A adaptação foi escrita por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que voltam a se juntar após a parceria de “Os Muppets” (2011). A previsão para a estreia nos cinemas é agosto de 2019.
Cybill Shepherd diz que teve série cancelada por não querer sexo com o presidente da CBS
A atriz Cybill Shepherd denunciou que sua bem-sucedida série de comédia “Cybill” foi cancelada nos anos 1990 porque ela se recusou a ser assediada por Les Moonves, o ex-presidente da rede CBS, demitido do cargo após diversas acusações de abuso sexual. Em entrevista à rádio Sirius XM, a atriz contou que Moonves pediu para levá-la para sua casa depois de um jantar marcado por seus assistentes. “Ele ficava dizendo que sua esposa não o excitava, uma amante não o excitava”, disse a atriz. “E em seguida emendou: ‘Bem, por que você não me deixa te levar para casa?'”. Ela se recusou e sua série foi abruptamente cancelada logo depois. O último episódio terminou em um cliffhanger a “ser continuado” que nunca encontrou resolução, dois anos após “Cybill” vencer o Globo de Ouro como Melhor Série de Comédia. Moonves foi acusado de silenciar mulheres com quem supostamente se envolveu em conduta sexual imprópria, e as alegações contra ele desencadearam uma investigação sobre uma possível epidemia de má conduta na CBS. Nesta semana, a rede aceitou indenizar a atriz Elisa Dushku em US$ 9,5 milhões por assédio sofrido durante sua participação na série “Bull” no ano passado. Para evitar ser demitido, o executivo acertou sua demissão em setembro, mantendo direito a uma fortuna de compensação financeira. As acusações contra Moonves chegaram à público em julho nas páginas da revista New Yorker, numa reportagem escrita por Ronan Farrow, que trouxe seis mulheres alegando ter sofrido abusos do executivo. Outras seis mulheres alegaram outros casos de assédio, retaliação, intimidação e sexo oral forçado em um segundo artigo publicado em setembro. No dia seguinte, a CBS anunciou que Moonves se demitiria. Moonves negou as acusações. Ele disse à New Yorker que “teve relações consensuais” com três das seis mulheres do artigo de setembro, e que ele “nunca usou minha posição para prejudicar a carreira das mulheres”. “Alegações falsas de décadas atrás estão sendo feitas contra mim que não são consistentes com quem eu sou”, disse Moonves em um comunicado após sair da CBS. “Estou profundamente triste por estar deixando a empresa.” No início deste mês, o New York Times informou que alegações adicionais de má conduta sexual contra Moonves haviam surgido como parte de uma investigação de advogados que o conselho da CBS contratou para investigar as alegações iniciais. De acordo com o relatório do Times, a investigação encontrou alegações adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”. A CBS não quis comentar as novas alegações de Shepherd.
Eliza Dushku recebe indenização milionária após sofrer assédio nas gravações da série Bull
A rede americana CBS pagará US$ 9,5 milhões à atriz americana Eliza Dushku, que denunciou ter sido alvo de assédio quando participou da série “Bull”,. Conhecida por papéis nas séries “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Dollhouse” e na comédia “As Apimentadas”, Dushku tinha assinado um contrato para trabalhar em três episódios da 1ª temporada da série “Bull”, com a opção de transformar sua personagem numa integrante fixa da atração. Mas durante as gravações, ela foi assediada pelo ator principal da série, Michael Weatherly. Ao denunciar os comentários “incômodos” à produção, ela foi dispensada após sua participação. Segundo apurou o jornal The New York Times, Weatherly fez um comentário a Dushku, diante da equipe da série “Bull”, sobre a sua aparência, outro sobre sexo a três e uma piada envolvendo um estupro. A atriz de 37 anos denunciou que, após confrontar o ator por suas palavras, foi retirada da série e considerou que sua demissão tivesse ocorrido em represália por sua atitude. O New York Times apurou que o caso foi para mediação da CBS, que, após quase dois anos, concluiu que o melhor a fazer era firmar um acordo confidencial pelo qual a atriz receberá US$ 9,5 milhões de indenização – o equivalente ao que teria recebido se tivesse atuado em quatro temporadas na série televisiva. A CBS anunciou publicamente que fechou o acordo e prometeu melhorar as condições de trabalho em suas produções. Além de exibir “Bull”, a CBS é uma das produtoras da atração. “As acusações de Dushku são um exemplo que, apesar de seguirmos comprometidos com uma cultura definida por um lugar de trabalho seguro, inclusivo e respeitoso, nossa meta ainda está longe de ser conseguida”, disse a emissora em comunicado. Não há menções a nenhuma punição para Michael Weatherly. Mas o ator emitiu uma nota com o que deveria ser um pedido de desculpas, ao mesmo tempo em que tentou eximir-se de qualquer responsabilidade na dispensa da atriz. “Durante o transcorrer das gravações de nosso programa, fiz algumas piadas zombando de algumas linhas do roteiro. Quando Eliza me disse que não estava confortável com a minha linguagem e tentativa de humor, eu fiquei mortificado por tê-la ofendido e imediatamente me desculpei. Depois de refletir sobre isso, entendo melhor que o que eu disse não foi engraçado nem apropriado, e sinto muito e lamento a dor que isso causou a Eliza.” E completa: “Pela minha lembrança, eu não disse a ninguém como eles deveriam fazer o seu trabalho em relação à contratação ou demissão de ninguém.” “Bull” encerrou a primeira metade de sua 3ª temporada na segunda-feira (10/12). A CBS é a mesma rede que teve seu presidente Les Moonves envolvido em várias denúncias de assédio e abuso sexual, trazidas à tona em reportagens da revista New Yorker por diversas mulheres. Moonves foi o executivo mais poderoso tolhido pelo movimento #MeToo, que surgiu no final do ano passado, após a exposição dos casos de abuso praticados pelo produtor Harvey Weinstein ao longo de três décadas. Para evitar ser demitido do comando da empresa, ele pediu demissão em setembro, buscando realizar um acordo milionário para sua saída do cargo. Desde então, a rede CBS identificou o que classificou de “cultura de abuso” dentro da empresa. De acordo com um relatório de uma empresa contratada pela CBS para investigar as alegações, foram apuradas denúncias adicionais de que uma funcionária da CBS fazia “plantão” para realizar sexo oral em Moonves e que ele recebeu sexo oral de outras funcionárias da rede “sob circunstâncias que parecem transacionais e impróprias na medida em que não havia indício de qualquer relacionamento, romance ou reciprocidade”.












