Sede da Ancine é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal
Seis agentes da Polícia Federal cumpriram mandato de busca e apreensão, durante quarta-feira (19/12), na sede da Agência Nacional de Cinema (Ancine), no Rio. A ordem foi expedida pela juíza Adriana Alves dos Santos Cruz, da 5a Vara Federal Criminal do Rio. O inquérito corre em sigilo. Não se sabe a acusação. Mas os agentes procuravam “documentos, mídias e outras provas” nos gabinetes de Christian de Castro, diretor-presidente da agência, e de mais quatro pessoas. A determinação era para que fossem vasculhados salas, armários e estações de trabalho não apenas de Christian de Castro, mas também de seu assessor, Magno de Aguiar Magalhães Júnior; de Ricardo Alves Vieira Martins, da secretaria executiva da agência; da ouvidora Carolina de Lima Cazarotto Pereira (que está em licença-maternidade). O advogado Marcos Tavolari, servidor da Ancine que atua como secretário de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual no Ministério da Cultura, também é investigado. O presidente da Ancine não respondeu a pedidos de informações da imprensa. Segundo a assessoria de imprensa da organização, ele estava em trânsito ontem, vindo de Brasília, onde participou da reunião do Conselho Superior do Cinema. A agência informou que até o início da noite de ontem não tinha conseguido acesso à denúncia. Em nota, afirmou que “assim que mais detalhes forem fornecidos, informará a sociedade, os entes regulados e os servidores com a maior transparência, conforme tem sido a nova gestão. E tomará as medidas cabíveis que se fizerem necessárias”. O Ministério da Cultura também emitiu nota sobre a operação, informando que está à disposição da Polícia Federal e da Justiça para compartilhar informações, mas que até o momento “não está a par de detalhes da investigação”. Reitera ainda “seu compromisso com a ética, a integridade e a transparência na administração pública”.
Pôsteres de The Walking Dead destacam a nova vilã Alpha e os Sussurradores
O canal pago AMC divulgou três novas artes de “The Walking Dead” centradas nos Sussurradores, os vilões que ganharão ainda mais destaque na segunda metade da 9ª temporada. Uma das imagens oferece um bom close em Alpha (Samantha Morton, de “Minority Report”), a líder do bando, vestindo uma máscara de pele de zumbi. Os Sussurradores têm este nome pela forma como sobrevivem ao apocalipse zumbi. Trajando peles de zumbis, caminham em meio aos infectados e comunicam-se apenas por sussurros, conduzindo hordas de mortos-vivos em ataques contra comunidades para ficar com os espólios. Além da líder, o grupo destaca o segundo em comando Beta (Ryan Hurst, de “Sons of Anarchy”) e Lydia (Cassady McClincy, de “Castle Rock”), a filha adolescente de Alpha. Ainda sem título, o próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar apenas em 10 de fevereiro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Filmes de Bumblebee, Mary Poppins e Detetives do Prédio Azul estreiam nos cinemas
Três lançamentos para o público infantil dominam os cinemas neste fim de semana, oferecendo sequências/prólogos/reboots de personagens conhecidos. “Bumblebee” é o melhor de todos os “Transformers”, quase um sacrilégio com 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “O Retorno de Mary Poppins” serve de continuação ao clássico musical dos anos 1960, repleto de cantoria e coreografia à moda antiga – e 78% de aprovação. E “Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano” coloca mais um capítulo na franquia derivada da TV paga brasileira. O filme nacional é o que tem a maior distribuição. É também o mais fraco do trio, graças à diferença gritante de orçamento, além da trama mais infantilizada. A sequência de “Detetives do Prédio Azul: O Filme”, lançado em 2017, tem temática musical, com os três detetives mirins disputando um concurso de calouros, que se revela uma armadilha de bruxos. Então, prepare seus ouvidos. A direção é de Vivianne Jundi, que também está à frente da série do canal pago Gloob A continuação de “Mary Poppins” aspira ser um espetáculo da Broadway no cinema. Não por acaso, conta com participação de Lin-Manuel Miranda, conhecido pelo musical “Hamilton”. O objetivo do diretor Rob Marshall (“Caminhos da Floresta”) é ser cafona mesmo, apelando para coreografias teatrais e nostalgia até na interação dos atores com desenhos animados bidimensionais, como no filme de 1964. Emily Blunt (“A Garota no Trem”) vive a protagonista e o elenco também inclui Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e até Dick Van Dyke, intérprete do simpático limpador de chaminés Bert no filme original. Já “Bumblebee” é uma surpresa que ninguém esperava, considerando o baixo nível das produções de “Transformers”. Há dois grandes responsáveis pelo filme ter resultado numa aventura divertida e envolvente: o diretor Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que assina seu primeiro trabalho com atores reais, e a atriz Hailee Steinfeld (“Quase 18”), boa demais em qualquer papel. Prólogo passado na Califórnia dos anos 1980, o spin-off traz Bumblebee como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. Num paralelo à história do primeiro “Transformers”, em que Shia LaBeouf descobria que seu carro era capaz de se transformar, agora é Hailee Steinfeld (“Quase 18”) quem se surpreende com o motor robótico de seu veículo. A ideia também remete ao clássico filme da Disney “Se Meu Fusca Falasse” (1968). Mas essa fábula motorizada ainda é um “Transformers”, com as inevitáveis explosões, perseguições, lutas contra decepticons e a chegada de Optimus Prime. Quem se deu mal com o acúmulo de blockbusters foi a comédia brasileira “Minha Vida em Marte”, que não contará com tantas telas. Continuação-reprise de “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!” (2014), a trama desmonta tudo o que foi feito no primeiro filme para mostrar a personagem de Mônica Martelli novamente em busca de homem – sério, ainda que supostamente cômico. Esse replay é a explicação arranjada pelo roteiro para dar mais destaque ao amigo gay, vivido por Paulo Gustavo, chamariz de público. E se isso soa forçado, imagine que ainda tem a viagem compulsória dos protagonistas aos Estados Unidos, que toda continuação de comédia brasileira precisa ter – veja-se “De Pernas pro Ar 2”, “Até que a Sorte nos Separe 2” e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”. Virou a fórmula-padrão. Com direção de Susana Garcia, irmã de Mônica, que estreia na função após ser co-roteirista do primeiro filme, “Minha Vida em Marte” tem estrutura de programa humorístico, com se fosse uma coleção de esquetes que se alternam sem muita explicação, o que permite incluir na trama até uma participação de Anitta (“Meus Quinze Anos”). O circuito limitado traz mais três estreias, com destaque para o filme português “Diamantino”, que conta com coprodução do Brasil e da França e venceu o Grande Prêmio da Semana da Crítica de Cannes. Segundo longa da dupla Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt (que antes colaborou em “Palácios de Pena”, de 2011), trata de maneira bem-humorada assuntos da atualidade, como o culto à celebridade, o crescimento da extrema direita e a crise dos refugiados na Europa. A trama gira em torno do personagem-título, o jogador de futebol Diamantino (Carloto Cotta). Depois de ser responsabilizado por um dos maiores fracassos da história recente do futebol português, o jogador resolve abandonar os campos. Em crise, decide fazer uma série de coisas em busca de um novo propósito na vida, entre elas adotar um refugiado. Mas enquanto embarca nessa odisseia, as irmãs gêmeas do jogador tramam para continuar lucrando às custas do seu talento nas quatro linhas. A participação brasileira na produção é da Syndrome Films, de Daniel van Hoogstraten. Veja os trailers e as sinopses de todos os lançamentos abaixo. Bumblebee | EUA | Fantasia 1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, Bumblebee, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Hailee Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida é que ela enfim nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel. O Retorno de Mary Poppins | EUA | Musical Numa Londres abalada pela Grande Depressão, Mary Poppins (Emily Blunt) desce dos céus novamente com seu fiel amigo Jack (Lin-Manuel Miranda) para ajudar Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), agora adultos trabalhadores, que sofreram uma perda pessoal. As crianças Annabel (Pixie Davies), Georgie (Joel Dawson) e John (Nathanael Saleh) vivem com os pais na mesma casa de 24 anos atrás e precisam da babá enigmática e o acendedor de lampiões otimista para trazer alegria e magia de volta para suas vidas. Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano | Brasil | Infantil Durante a Expo-Bruxas, a maior feira de bruxos do mundo, Pippo (Pedro Henriques Motta), Bento (Anderson Lima) e Sol (Leticia Braga) viajam até a Itália para investigar o sumiço da feiticeira Berenice (Nicole Orsini), que foi sequestrada pelos bruxos Máximo e Mínima Buongusto. Com o trabalho em equipe e a ajuda da avó de Pipo, eles conseguirão desvendar esse mistério. Minha Vida em Marte | Brasil | Comédia Fernanda (Monica Martelli) está casada com Tom (Marcos Palmeira), com quem tem uma filha de cinco anos, Joana (Marianna Santos). O casal está em meio ao desgaste causado pelo convívio por muitos anos, o que gera atritos constantes. Quem a ajuda a superar a crise é seu sócio Aníbal (Paulo Gustavo), parceiro inseparável durante a árdua jornada entre salvar o casamento ou pôr fim a ele. Diamantino | Portugal, Brasil, França | Comédia Diamantino (Carloto Cotta) é uma estrela do futebol mundial, até que, de repente, perde todo o seu talento e se aposenta como um fracasso aos olhos da opinião pública. A partir disso, o ex-craque passa a procurar um novo propósito para a sua vida. Inicialmente, ele resolve confrontar o neo-fascismo, em seguida se envolve com a crise dos refugiados, chegando na questão da modificação genética até a busca pela origem do genial. Conquistar, Amar e Viver Intensamente | França | Comédia Jacques (Pierre Deladonchamps) é um escritor e dramaturgo que vive em Paris. Arthur (Vincent Lacoste) é um jovem estudando em Rennes. Eles se encontram na esquina entre um teatro e cinema. Eles vivem uma história em um período complicado dos anos 1990, onde o amor paira sobre a morte e a ternura luta contra o desespero. Porém, a vida continua contra todas as probabilidades. Asako I & II | Japão | Drama Asako (Erika Karata) tem 21 anos e mora em Osaka. Ela se apaixona por Baku (Masahiro Higashide), um rapaz de espírito livre e misterioso. Porém, ele desaparece de sua vida de repente. Passados dois anos, Asako agora vive em Tokyo. Ela acaba conhecendo Ryohei (Masahiro Higashide), um assalariado que se parece com Baku, mas com uma personalidade completamente diferente dele.
Skate Kitchen: Drama indie de garotas skatistas vai virar série na HBO
O aclamado drama indie “Skate Kitchen”, de Crystal Moselle, vai virar série de comédia na HBO. Inédito no Brasil, o filme ganhou prêmios no circuito dos festivais e foi lançado em agosto nos EUA, com 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Sua trama gira em torno de uma skatista iniciante que forma um vínculo com outras garotas skatistas, enquanto tenta conquistar seu espaço num ambiente que é dominado pelos homens e pela falta de compreensão. A própria cineasta está escrevendo a adaptação em parceria com Lesley Arfin, co-criadora da série “Love”, e irá dirigir os episódios. Ainda não está definido se a série também vai se chamar “Skate Kitchen”. E não há previsão de estreia. Confira abaixo um trailer do filme original.
Primeiro trailer de Hellboy enfatiza computação gráfica e piadinhas
A Lionsgate divulgou novos pôsteres e o trailer de “Hellboy”, reboot da franquia baseada nos quadrinhos de Mike Mignola. A prévia investe em piadinhas e efeitos visuais computadorizados para demarcar a diferença entre o novo lançamento e os dois anteriores, dirigidos por ninguém menos que Guillermo Del Toro. A nova versão traz o ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”) no papel consagrado por Ron Perlman. E dispensa os demais heróis sobrenaturais vistos nos filmes anteriores, trocando-o por novos personagens. Assinado por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”), o roteiro adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”. Trata-se de uma aventura em que Hellboy enfrenta Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – que, segundo a lenda arthuriana, era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que passam a encará-la como ameaça e decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Este status muda quando, séculos depois, Hellboy ameaça a existência das bruxas e elas decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”), Kristina Klebe (“Halloween – O Início”) e Milla Jovovich (franquia “Resident Evil”) no papel da vilã Nimue. “Hellboy” volta aos cinemas em abril de 2019.
Novo trailer de Uma Aventura Lego 2 destaca vilões fofinhos
A Warner divulgou um novo trailer dublado em português de “Uma Aventura Lego 2”. A prévia apresenta os vilões fofinhos e o herói durão que estreiam na continuação, além de fazer uma piada com Lanterna Verde. O herói tomou de Aquaman o posto de “loser” da DC Comics, graças ao fracasso de seu filme e a insistência de Ryan Reynolds em lembrar disso. A continuação gira em torno de uma invasão alienígena na Terra Lego e um resgate no espaço comandado por Emmett, o personagem comum do primeiro filme, cada vez mais heroico. Os personagens continuam dublados em inglês por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Alison Brie (série “Glow”), Will Arnett (série “Arrested Development”), Nick Offerman (série “Parks and Recreation”), Charlie Day (“Círculo de Fogo: A Revolta”) e Channing Tatum (“Magic Mike”), entre outros. Stephanie Beatriz (série “Brooklyn Nine-Nine”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) são as novidades, a primeira como a alienígena que desembarca na Terra Lego, e a segunda como uma rainha transmorfa. Além delas, Chris Pratt assumiu papel duplo. Não bastasse fazer a voz de Emmett, ele agora dubla o destemido Rex Dangervest, que é uma sátira dos personagens do ator em “Guardiões da Galáxia”, “Jurassic World” e no especulado novo filme de “Indiana Jones”. Os diretores do primeiro filme, Phil Lord e Christopher Miller, escreveram o roteiro original, que foi revisado e reescrito por Raphael Bob-Waksberg (criador da série animada “BoJack Horseman”). A direção está a cargo da dupla Mike Mitchell (“Trolls”) e Trisha Gum (diretora de arte da série animada “Frango Robô”), e a estreia acontece em 7 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vida do cantor Ney Matogrosso vai virar filme
O cantor Ney Matogrosso assinou na última semana um contrato com a Paris Filmes para a produção de sua cinebiografia. Ainda sem título, o filme será produzido por Renata Rezende (da Paris Entretenimento) e deverá acompanhar a vida do artista desde a a infância no Mato Grosso do Sul, incluindo o complicado relacionamento com o pai militar, mostrará a vida do cantor no Rio de Janeiro vendendo artesanato até o sucesso com o grupo Secos e Molhados, sua carreira solo e os dias atuais. Como pano de fundo, a trama deve abordar a história do país, desde movimentos culturais como o Tropicalismo, até políticos como a luta contra a censura e a Diretas Já. O projeto acontece após o estouro internacional de “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda Queen e do cantor Freddie Mercury, comprovando o interesse do público por histórias de músicos. Outros filmes recentes, como “Elis”, “Tim Maia” e “Gonzaga, de Pai para Filho”, atestam a viabilidade do filão no Brasil. O filme de Ney Matogrosso deverá ser rodado em 2019 para um lançamento em 2020. Além do filme, a Paris Filmes também adquiriu os direitos das músicas do cantor para desenvolver ainda um espetáculo teatral e uma série de TV.
Madonna e Tom Hanks homenageiam a diretora Penny Marshall nas redes sociais
A cantora Madonna e o ator Tom Hanks usaram as redes sociais ara homenagear a cineasta Penny Marshall, que dirigiu os dois no filme “Uma Equipe Muito Especial” (1992). Marshall, que teve sua morte confirmada na terça (18/12) aos 75 anos de idade, também comandou Hanks no blockbuster “Quero Ser Grande” (1988). Madonna postou uma foto de bastidores do longa de 1992, em que aparece rindo junto da diretora, durante as filmagens. “Tive muita sorte por ter lhe conhecido e trabalhado com você, Penny Marshall”, ela escreveu ao lado da imagem. “Seu talento era tão grande quanto o seu coração. Você abriu caminho para as mulheres em Hollywood. Deus a abençoe e a sua família”, completou. Tom Hanks também lembrou da alegria que foi trabalhar com a cineasta duas vezes em sua carreira. “Adeus, Penny”, escreveu Hanks no Twitter. “Cara, nós rimos bastante! Gostaria que ainda pudéssemos rir mais. Amo você”. Visualizar esta foto no Instagram. So Lucky to have known you and worked with you Penny Marshall!! ♥️ Your Talent was as BIG as your Heart! ♥️ and you were aTrailblazer For Women In Hollywood! ?? GOD BLESS you and your family! #pennymarshall #leagueofthierown Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 18 de Dez, 2018 às 10:05 PST Goodbye, Penny. Man, did we laugh a lot! Wish we still could. Love you. Hanx. — Tom Hanks (@tomhanks) 18 de dezembro de 2018
Disney é acusada de apropriação cultural com O Rei Leão
O ativista Shelton Mpala, natural do Zimbábue, criou uma petição no site Change.org para protestar contra a Disney, que teria se apropriado da frase “Hakuna Matata”. O título da famosa canção entoada por Timão e Pumba em “O Rei Leão”, clássico animado de 1994, é comum na língua africana suaíli, e significa “sem problemas”, ou “sem preocupações”. Para Mpala, o problema não é o uso da frase, que está contextualizada, mas o fato de a Disney ter registrado direitos autorais sobre ela. “Junte-se a nós para dizer não à Disney ou a qualquer corporação e indivíduo que tente clamar direitos autorais sobre uma frase que eles não inventaram”, escreve Mpala na petição. “‘Hakuna Matata’ é uma frase usada pela maioria dos povos e países que falam suaíli”. Entrevistado pela BBC, o ativista afirmou que cidadãos de diversos países africanos se mostraram “chocados” quando souberam que a Disney havia se apropriado da frase. “É mais um exemplo de como a África é explorada”, completou. O professor de linguística queniano Ngũgĩ wa Thiong’o, que ensina na Universidade da Califórnia, também foi ouvido pela reportagem da BBC e disse apoiar a petição de Mpala. “Seria como se eu tentasse clamar direitos autorais pela frase ‘good morning’ [‘bom dia’, em inglês]. É uma frase comum, usada todos os dias. Nenhuma empresa pode ter direitos sobre ela”, comentou. A Disney conseguiu aprovar o registro dos direitos autorais sobre “Hakuna Matata” em 2003, mas a discussão foi reascendida pela aproximação do lançamento da nova versão de “O Rei Leão”, que chega aos cinemas em 2019. O remake, que usará animais criados por computação gráfica, tem direção de Jon Favreau (“Mogli, o Henino Lobo”) e vai recriar algumas das cenas musicais mais marcantes do desenho original, incluindo “Hakuna Matata”.
Primeiras fotos da versão live-action de Aladdin causam polêmica
A revista americana Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens do remake com atores do clássico animado “Aladdin”. E elas já renderam polêmica. Tudo porque Will Smith aparece como nasceu: negro, em vez de azul, a cor do Gênio da Lâmpada da Disney. Smith precisou usar seu Instagram para tranquilizar aos fãs no Instagram, comentando, ao lado da capa da Entertainment Weekly em que aparece junto a Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine): “Sim, eu serei azul!”. Nos comentários, Smith elaborou a explicação: “Este é o visual do Gênio em sua forma humana/disfarçada. Meu personagem será feito em CGI pela maior parte do filme”. Na própria reportagem da Entertainment Weekly, o diretor Guy Ritchie explicou que a versão em CGI do Gênio ainda não está finalizada. O filme, que será lançado nos cinemas em 23 de maio, reformulou o visual do personagem. “Para mim, é como se ele fosse um pai musculoso dos anos 1970. Ele tinha que ser grande o bastante para parecer uma força da natureza, mas não musculoso demais a ponto de parecer que estava contando suas calorias todos os dias. Ele é formidável”, definiu o diretor. “A coisa mais incrível sobre o papel do Gênio é que ele é uma plataforma para o ator criar uma versão exagerada de si mesmo. É um ótimo papel para um ator com uma grande personalidade”, acrescentou o cineasta. O próprio Smith admitiu que ficou intimidado com a perspectiva de viver o papel, após a versão de Robin Williams. “Aos poucos, eu precisei ganhar confiança de que poderia fazer algo que fosse uma homenagem a Robin e, ao mesmo tempo, musicalmente diferente. Eu queria dar um sabor diferente ao personagem, assim não seria uma competição”, conta. “Eu acho que meu Gênio vai ser bem único no universo Disney. Não acho que houve muito hip-hop nos filmes da Disney até agora”, completou, dando pistas da direção da produção. Entre as mudanças da animação para o filme, o novo “Aladdin” inclui uma canção solo para Jasmine. Alan Menken, que criou os temas musicais do clássico, trabalhou com Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land: Cantando Estações”) na nova faixa e em algumas outras composições inéditas. Endereçar os estereótipos associados com o Oriente Médio que foram perpetuados no filme de 1992 também era uma prioridade para o diretor. “Desta vez, criamos um mundo mais aberto, em que abraçamos várias identidades”, garante. Veja abaixo as imagens divulgadas, todas com logotipos da publicação. Visualizar esta foto no Instagram. BAM!! First look at the Genie ?♂️, Princess Jasmine, and #Aladdin! Check Me Rockin’ the Top Knot Ponytail Vibes in @entertainmentweekly ? (and yes, I’m gonna be BLUE! 🙂 ) Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith) em 19 de Dez, 2018 às 5:28 PST
Rubens Ewald Filho é rebaixado na cobertura do Oscar 2019
O crítico de cinema Rubens Ewald Filho, que comenta o Oscar desde 1985 na televisão brasileira, não será mais o comentarista oficial da premiação no canal pago TNT. Ele ainda participará no evento deste ano, mas com uma participação bastante reduzida. Suas inserções ocorrerão de forma pontual, apenas nos intervalos da premiação. Com isso, Michel Arouca, que já participava da transmissão do Emmy no canal pago, é quem fará as avaliações principais, no decorrer da entrega dos troféus. A mudança ocorre após comentários polêmicos de Ewald Filho na transmissão do ano passado, quando se referiu à atriz trans Daniela Vega, estrela de “Uma Mulher Fantástica”, dizendo que “essa moça na verdade é um rapaz”. Daniela foi a primeira trans a apresentar uma premiação da Academia, e o longa chileno levou o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Ele também se referiu a Frances McDormand, vencedora do Oscar de Melhor Atriz, como “uma senhora que não é bonita e deu um show de bebedeira no Globo de Ouro”. Comentários maldosos como esses sempre caracterizaram a participação do crítico, que tem um livro chamado “O Oscar e Eu”. No ano anterior, ele insinuara que o ator Aaron Taylor-Johnson tinha se casado com a diretora Sam Taylor Johnson, 23 anos mais velha, apenas para ser bancado por ela, além de afirmar que o ator Peter Dinklage “é anão, mas tem uma atuação excelente”. A diferença é que as sensibilidades têm se alterado em ritmo veloz, aumentando a exigência de respeito e tolerância. Tanto que, após o Oscar deste ano, o canal pago TNT emitiu uma nota se posicionando sobre as falas de Ewald Filho. “A TNT repudia toda ação e/ou manifestação preconceituosa de qualquer natureza. A marca valoriza, incentiva a respeita a inclusão, a diversidade em todas suas iniciativas para levar o melhor conteúdo e entretenimento para seus fãs.” “Alinhado a esse propósito, a direção da TNT já conversou com o comentarista Rubens Ewald Filho para evitar que episódios como os comentários feitos durante a transmissão do Oscar no último domingo se repitam”, completou a nota emitida no início de março. Além de Michel Arouca, a apresentação do evento deste ano contará também com a atriz Bruna Thedy (“Chiquititas”), enquanto a cobertura do tapete vermelho trará a modelo Carol Ribeiro, já “veterana” na função, ao lado do blogueiro Hugo Gloss. Essa mesma equipe, com pequenas variações, também apresentará o SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, e o Globo de Ouro 2019 (neste evento, Phelipe Cruz estará no tapete vermelho com Carol Ribeiro).
Polar: Mads Mikkelsen solta raios na primeira foto da adaptação de quadrinhos
A Netflix divulgou a primeira imagem oficial de “Polar”, adaptação da graphic novel do artista espanhol Victor Santos, publicada pela Dark Horse. A foto traz Mads Mikkelsen (“Doutor Estranho”) de bigode, tapa-olho e soltando raios laser pelas mãos, no papel do assassino Duncan Vizla, também conhecido como Kaiser Sombrio. A trama acompanha Vizla, o melhor assassino do mundo, que resolve se aposentar. O problema é que seu ex-empregador tem outros planos, contratando jovens assassinos rivais, muito mais ágeis e em forma, para matá-lo. Ou seja, não é uma história muito original. E foi escrita por um especialista em tranqueiras, Jayson Rothwell (“Natal Sangrento”), promovido dos trabalhos feitos direto para DVD com uma produção que será lançada direto em streaming. A direção é de Jonas Åkerlund, que fez carreira como diretor de clipes (U2, Metallica, Lady Gaga, etc), e o elenco ainda inclui Vanessa Hudgens (“Spring Breakers”), Katheryn Winnick (“Vikings”) e Matt Lucas (“Doctor Who”) A data de estreia ainda não foi definida.
Roteirista de Millennium: A Garota na Teia de Aranha vai escrever o filme de Battlestar Galactica
A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” contratou um novo roteirista. Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) vai reescrever o primeiro roteiro encomendado pela Universal, que foi desenvolvido por Lisa Joy (criadora de “Westworld”). O novo desenvolvimento parece indicar que houve mudanças na prioridade do projeto, que será dirigido por Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: A Esperança”), após se arrastar pelo estúdio Universal desde 2009. Infelizmente, atinge essa etapa após a morte do criador da atração, Glen A. Larson (1937–2014), e de seu astro original, Richard Hatch (1945–2017). Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e foi um dos responsáveis pela decepção de “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Após passar mais alguns anos esquecido num arquivo, a Universal voltou a lembrar do projeto ao contratar Lisa Joy e decidir começar tudo do zero, sem explicar se filme continuaria focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou se adaptaria o remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens em 2003, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que deixaram de ser alienígenas para virar robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Ou seja, enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a mais recente sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). O projeto tem produção de Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”), e ainda não possui cronograma para o início de suas filmagens ou previsão de estreia.












