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Reality

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Etc

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Filme

Stallone enfrenta Hollywood no novo trailer de Eu Sou o Rocky

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30 de outubro de 2026
Filme

Vincent Cassel vira o Corcunda de Notre Dame em trailer da Netflix

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Música

BTS escolhe CazéTV para primeira entrevista da turnê mundial

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30 de outubro de 2026
  • Filme

    BAFTA 2019: Roma vence o “Oscar britânico”

    10 de fevereiro de 2019 /

    “Roma”, de Alfonso Cuarón, foi o grande vencedor do BAFTA Awards 2019, a premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A produção mexicana em preto e branco da Netflix venceu quatro troféus, incluindo o principal, de Melhor Filme do ano. Os demais foram os troféus de Melhor Direção, Fotografia e Filme em Língua Não Inglesa, todos eles conquistados por Cuarón, como diretor, cinematógrafo e produtor do longa. O “Oscar britânico” também consagrou a produção local “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos, que conquistou até mais prêmios: sete ao todo, inclusive Melhor Atriz para Olivia Colman e Atriz Coadjuvante para Rachel Weisz. Entre os atores, os premiados foram Rami Malek, por seu desempenho como Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”, e Mahershala Ali, como coadjuvante em “Green Book”. A vitória no BAFTA cacifa ainda mais “Roma” na disputa do Oscar 2019. Nesta década, 55,5% dos vencedores da Academia britânica (cinco de nove) também conquistaram o prêmio da Academia americana. A premiação também rendeu um troféu para Lady Gaga, pela trilha de “Nasce uma Estrela”, para Spike Lee, pelo roteiro de “Infiltrado na Klan” e para a produção de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, como Melhor Animação. Para completar, em votação aberta ao público, Letitia Wright, a Princesa Shuri de “Pantera Negra”, foi eleita a Revelação do ano. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme “Roma” Melhor Filme Britânico “A Favorita” Melhor Filme de Língua Não-Inglesa “Roma” Melhor Documentário “Free Solo” Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Roteiro Original Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Melhor Roteiro Adaptado Spike Lee, David Rabinowitz, Charlie Wachtel e Kevin Willmott (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Melhor Atriz Coadjuvante Rachel Weisz (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book: O Guia”) Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor “Beast” – Michael Pearce (Roteirista e Diretor) e Lauren Dark (Produtor) Melhor Trilha Sonora “Nasce Uma Estrela” Melhor Fotografia “Roma” Melhor Edição “Vice” Melhor Direção de Arte “A Favorita” Melhor Figurino “The Ballad of Buster Scruggs” “Bohemian Rhapsody” “A Favorita” “O Retorno de Mary Poppins” “Duas Rainhas” Melhor Cabelo e Maquiagem “A Favorita” Melhor Som “Bohemian Rhapsody” Melhores Efeitos Visuais “Pantera Negra” Melhor Curta-Metragem Animado Britânico “Roughhouse” Melhor Curta Britânico “73 Cows” Estrela em Ascenção Letitia Wright (“Pantera Negra”)

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  • Filme,  Música

    The Lonely Island e Seth Rogen planejam comédia inspirada no desastre do Fyre Festival

    10 de fevereiro de 2019 /

    Uma das maiores roubadas do mundo da música, o Fyre Festival vai virar filme de ficção, após inspirar dois documentários lançados em janeiro nas plataformas rivais Netflix e Hulu. Será uma comédia produzida pela trupe The Lonely Island (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), formada pelos humoristas Jorma Taccone, Akiva Schaffer e Andy Samberg, em parceria com o ator, roteirista, produtor e diretor Seth Rogen (“Vizinhos”). “Eu não quero revelar nada ainda, porque estamos decidindo os detalhes. Mas é algo que partiu principalmente de Seth e Akiva”, disse Taccone ao site Daily Beast. Assim como todo mundo que assistiu ao filme da Netflix, Taccone é grande fã de um personagem especial desta história: Andy King, o executivo que quase fez sexo oral em um distribuidor de água para salvar o Fyre Festival do fracasso. “Eu assisti àquilo e pensei: ‘Alguém contrate esse cara!’. Ele é um campeão”, brincou o comediante. Para quem não viu o documentário: em 2017, celebridades promoviam o festival no Instagram como uma festa de alto padrão que seria realizada em uma ilha paradisíaca nas Bahamas. No entanto, a falta de organização fez com que desse tudo errado e o festival acabou interrompido, com o público perdido no lugar, em alojamentos precários, destruídos pela chuva tropical, e comida insuficiente. O escândalo foi tanto que um dos principais organizadores do evento, Billy McFarland, está cumprindo seis anos de cadeia por fraude. Mas o processo ainda não acabou e pode envolver até as top models que divulgaram o evento em suas redes sociais – entre elas, Kendall Jenner, Bella Hadid, Hailey Baldwin e a brasileira Alessandra Ambrósio.

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  • Série

    Série F.B.I. vai ganhar spin-off com atriz de Game of Thrones

    10 de fevereiro de 2019 /

    A série “F.B.I” confirmou rapidamente que é uma produção de Dick Wolf. Conhecido como fábrica de franquias policiais, Wolf também criou “Law & Order” e “Chicago Fire”, que deram origem a diversas séries derivadas. E agora a rede CBS encomendou outro projeto de spin-off do produtor, o primeiro derivado da novata “F.B.I”, recém-lançada na emissora. Intitulada “F.B.I: Most Wanted”, a produção já começou a escalar o elenco, que será encabeçado por Keisha Castle-Hughes (Obara Sand em “Game of Thrones”) e Julian McMahon (Jonah em “Fugitivos”). A série em potencial – cujo piloto vai ao ar no final desta temporada como um episódio regular de “F.B.I.” – vai acompanhar a divisão do FBI responsável por rastrear e capturar os criminosos mais procurados dos Estados Unidos. Dick Wolf vai co-escrever o piloto com o colaborador de longa data Rene Balcer (de “Law & Order”). Castle-Hughes vai interpretar Lynn Khanna, uma analista do FBI que vem de uma família conservadora de Dallas. Descrita como uma alma velha, mas brincalhona, Lynn é um mestre em informática e engenharia social que possui um senso de humor agudo. Já o eterno vilão McMahon vai interpretar um policial, para variar: Jess Lacroix, que supervisiona a unidade dos mais procurados do FBI. A série “F.B.I.” foi um dos maiores sucessos entre as estreias da atual temporada americana. Estrelada por Missy Peregrym (“Van Helsing”), tem audiência consolidada em 9 milhões de telespectadores, o melhor desempenho entre as novidades da CBS em 2018. Caso o spin-off vire série, Dick Wolf inaugurá uma sucursal de seu império na programação da CBS. A maioria das suas séries são exibidas na NBC, que transmite “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Chicago Med”, “Law & Order: SVU” e já programou a vindoura “Law & Order: Hate Crimes”. Além disso, ele também desenvolve o piloto do remake da série clássica “New York Undercover” para a rede ABC.

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  • Filme

    Dumbo ganha novos pôsteres e trailer legendado só com cenas inéditas

    10 de fevereiro de 2019 /

    A Disney divulgou uma nova galeria de pôsteres de personagens e mais um trailer legendado de “Dumbo”, remake live-action do clássico animado de 1941. A prévia é repleta de cenas inéditas. Todos os diálogos são novos e a maioria dos trechos destacados ainda não tinha sido vislumbrado no material divulgado até então. A ênfase é no espetáculo circense proporcionado pelo voo do personagem do título. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar do elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas lhe renderam ridicularização e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    HBO vai exibir polêmico documentário sobre abusos de Michael Jackson em março

    10 de fevereiro de 2019 /

    A HBO anunciou que vai exibir “Leaving Neverland”, polêmico documentário sobre Michael Jackson, que detalha denúncias de abusos sexuais de menores cometidos pelo cantor. A atração será dividida em duas partes na TV, previstas para os dias 3 e 4 de março. O canal pago americano adquiriu o documentário após sua première no Festival de Sundance 2019, onde foi recebido com aplausos pelo público presente em sua sessão, e por protestos dos fãs do cantor, numa manifestação realizada em frente ao cinema que o exibiu. A exibição foi marcada rapidamente para tirar proveito da publicidade conseguida pela polêmica em torno da produção e ignora ameaças do advogado Howard Weitzman, representante dos herdeiros do astro do pop, que prometeu processar o canal caso siga em frente com seus planos. Os representantes de Jackson enviaram uma carta de 10 páginas para a HBO, em que afirmam que o documentário representará “o episódio mais vergonhoso” da história do canal. Conforme explica a sinopse, o filme conta como “no auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois”. Dirigido por Dan Reed, “Leaving Neverland” se concentra nos depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Em um dos trechos do filme, ele descreve quartos secretos do rancho, onde os abusos ocorriam e que ele chegou a encenar uma cerimônia de casamento em um desses aposentos com o rei do pop. Robson se tornou um importante coreógrafo, tendo trabalhado com N’Sync e Brtiney Spears, e diz que ficou em silêncio esses anos todos porque temia pela sua carreira. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Os dois depoimentos revelam que o cantor os fazia acreditar que eles não podiam confiar nos próprios pais e nem nas mulheres. Ambos chegaram a depor a favor de Michael Jackson quando o cantor foi julgado por outra denúncia de abuso de menor, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que chamam os rapazes de “mentirosos” e acusam o filme de mostrar apenas um lado. A família de Jackson definiu o documentário como “linchamento público”.

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  • Série

    Project Blue Book: Série de ETs com ator de Game of Thrones é renovada

    10 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago History renovou “Project Blue Book” para sua 2ª temporada. Atualmente na metade de sua 1ª temporada de 10 episódios, a série vem tendo um desempenho razoável, com 1,8 milhão de telespectadores e 0,33 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A produção, que dramatiza investigações reais sobre visões de discos voadores nos Estados Unidos, é uma espécie de “Arquivo X real”, baseada em casos documentados pelo astrônomo Josef Allen Hynek, considerado um dos pais da ufologia. Ele trabalhou com a Força Aérea dos Estados Unidos no chamado Projeto Livro Azul entre os anos 1960 e 1970, estudando a aparição de Objetos Voadores Não-Identificados (os famosos Óvnis) pelo país. Foi Hynek quem criou a famosa classificação em “graus” dos contatos imediatos entre humanos e alienígenas. O primeiro grau seria a identificação visual de OVNI; o segundo, uma reação física à suposta presença de alienígenas (carros sem energia, paralisia corporal, etc); e o terceiro grau, que batizou um célebre filme de Steven Spielberg, seria a comunicação direta com seres de outro mundo. Na série, Hynek é vivido por Aiden Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). O elenco também destaca Neal McDonough (o Damien Darhk de “Legends of Tomorrow”) e Michael Harney (Sam Healy em “Orange Is the New Black”) como generais da Força Aérea, Michael Malarkey (o Enzo de “The Vampire Diaries”) como o oficial encarregado de acompanhar o professor em suas investigações, e Laura Mennell (a Rebecca de “Van Helsing”) como a esposa de Hynek. “Project Blue Book” foi desenvolvida pelo roteirista estreante David O’Leary e tem produção do cineasta Robert Zemeckis (diretor da trilogia “De Volta ao Futuro”). Além disso seus dois primeiros foram dirigidos pelo cineasta Robert Stromberg (de “Malévola”). Vale lembrar que estas mesmas investigações da Força Aérea americana já inspiraram uma série de ficção nos anos 1970, “Projeto U.F.O.”, que durou duas temporadas. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Série

    The Son: Western estrelado por Pierce Brosnan vai acabar na 2ª temporada

    10 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano AMC anunciou o cancelamento de “The Son”. O western estrelado por Pierce Brosnan (o ex-007 que enfrentou GoldenEye) vai acabar em sua 2ª temporada, prevista para abril. A produção marcou a volta do ator às séries de TV, 30 anos após o final de “Remington Steele” (1982–1987). Apesar desse atrativo, “The Son” não conquistou muitos fãs, vista por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo e registrando apenas 0,16 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Adaptação do livro homônimo de Philipp Meyer, “The Son” foi desenvolvida pelo próprio autor em parceria com Kevin Murphy (produtor-roteirista da série “Mystery Science Theater 3000”) e a dupla Lee Shipman e Brian McGreevy (criadores da série “Hemlock Grove”). Os quatro assinam os textos e a produção. Na trama, Brosnan vive Eli, o carismático patriarca da família McCullough, que fica milionário durante durante o boom do petróleo no Texas no início do século 20. Mas, quando criança, ele foi sequestrado e criado em uma tribo Comanche. A experiência influenciou sua vida, a aponto dele encontrar sucesso ao aplicar a filosofia brutal dos nativos americanos em seus negócios. De acordo com a sinopse, Eli “nasceu no dia em que o Texas tornou-se uma república independente, ganhando o apelido de ‘Primeiro Filho do Texas’ e é uma relíquia do Velho Oeste, inquieto com a domesticação inexorável do Texas e do futuro incerto de seu legado”. O elenco também inclui Henry Garrett (série “Poldark”), Zahn McClarnon (série “Fargo”), Shane Graham (“Boyhood”), o espanhol Carlos Bardem (“Escobar: Paraíso Perdido”), Jess Weixler (série “The Good Wife”), a venezuelana Electra Avellan (“Machete”), a mexicana Paola Nunez (novela “Reina de Corazones”) e as crianças Sydney Lucas (“Minha Vida Dava um Filme”), Caleb Burgess (série “Better Call Saul”) e Jacob Lofland (“Amor Bandido”). Os 10 episódios finais começam a ser exibidos em 24 de abril. Além de “The Son”, o canal AMC também anunciou o final da sci-fi “Into the Badlands”.

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  • Série

    Into the Badlands vai acabar em sua 3ª temporada

    10 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago AMC anunciou que a segunda parte da 3ª temporada de “Into the Badlands” vai encerrar a série. O arco final tem apenas oito capítulos e representa a continuidade da temporada exibida no ano passado. Desenvolvida por Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”), “Into the Badlands” foi considerada uma produção muito cara pelo baixo resultado de sua audiência. A 3ª temporada teve média de 1 milhão de telespectadores ao vivo e 0,34 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Mistura de distopia sci-fi e trama de artes marciais, a série se passa num futuro pós-apocalíptico, em uma terra controlada por barões feudais que disputam guerras de poder, com direito a muito kung fu e batalhas com espadas de samurai entre ruínas de hotéis, metrôs abandonados e refinarias de petróleo. A temporada final deve concluir a história. Para isso, precisará resolver o mistério sobre o passado de Sunny (Daniel Wu), desvendar a origem da raça superpoderosa de M.K. (Aramis Knight) e consolidar o poder da Viúva (Emily Beecham) nas terras devastadas. A estreia da midseason está marcada para 25 de março. “Into the Badlands” também é exibida no Brasil pelo AMC.

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  • Filme

    Confissão racista resulta numa das piores bilheterias de estreia de Liam Neeson

    10 de fevereiro de 2019 /

    A desastrosa entrevista de Liam Neeson da semana passada, em que confessou já ter tido desejo “de matar um homem negro” após uma amiga ser estuprada, teve impacto negativo nas bilheterias do novo filme do ator. “Vingança a Sangue Frio” registrou a pior estreia do astro desde 2010. O filme arrecadou apenas US$ 10,8 milhões durante o fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, o que só supera a estreia de “72 Horas”, que Neeson estrelou ao lado de Russell Crowe e fez US$ 6,5 milhões há nove anos. A declaração do ator de 66 anos foi feita durante a divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, seu novo épico de ação em que interpreta um homem buscando vingança pela morte de seu filho. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Vingança a Sangue Frio” estreia na quinta-feira (14/2) nos cinemas brasileiros.

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  • Filme

    Uma Aventura Lego 2 estreia em 1º lugar, mas com metade da bilheteria do filme original

    10 de fevereiro de 2019 /

    “Uma Aventura Lego 2” estreou em 1º lugar na América do Norte com a bilheteria de US$ 34,6M (milhões). Apesar de assumir o topo do ranking, o desempenho ficou baixo das expectativas, já que representa metade do obtido pelo lançamento do primeiro “Uma Aventura Lego” em 2014 – US$ 69M nos EUA e no Canadá. A crítica gostou, com 84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas os números que importam indicam que este provavelmente foi o último capítulo da saga do boneco lego Emmett. O filme também estreou no Brasil e em diversos outros países neste fim de semana, rendendo ainda menos que no mercado norte-americano, ao enfrentar uma disputa direta com “Como Treinar Seu Dragão 3” – inédito nos EUA. O 2º lugar do ranking norte-americano ficou com a comédia “Do Que os Homens Gostam”, remake feminino e negro de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), no qual o papel de Mel Gibson foi reinventado para Taraji P. Henson (da série “Empire”). Fez US$ 19M, mas não agradou à crítica (49%) e deve ser lançado direto em streaming no Brasil. Mais uma estreia decepcionante completou o pódio em 3º lugar. Após uma entrevista polêmica, com confissão de racismo de Liam Neeson, “Vingança a Sangue Frio” fez apenas US$ 11 milhões, tornando-se uma das piores estreias da carreira do ator nos últimos anos. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estreia na quinta (14/2) nos cinemas brasileiros. Outro remake, “Amigos para Sempre”, ficou em 4º lugar, atingindo um total de US$ 85,8M nos Estados Unidos e Canadá em cinco semanas. Este desempenho é ofuscado pelo fato de o longa ser um dos maiores fracassos internacionais do ano. Rendeu só US$ 8,9M no resto do mundo, com apenas mais dois países para estrear, provavelmente porque é a terceira versão da mesma história, depois do original “Intocáveis” (2011) em francês e um remake em espanhol. Após liderar por três semanas, “Vidro” caiu para o 5º lugar, prestes a atingir US$ 100M no mercado doméstico. Orçado em torno de US$ 20M, o filme de M. Night Shyamalan faturou dez vezes mais que seu investimento e já soma US$ 221,4M mundiais. Abaixo do Top 5, ainda houve a abertura de uma quarta estreia fracassada. O terror “Maligno” (The Prodigy) implodiu com apenas US$ 6M em 6º lugar – e 45% de aprovação da crítica. Este lançamento pavoroso chega daqui a um mês ao Brasil, em 14 de março. Para completar, mais um lembrete para Hollywood parar de fazer remakes: “Miss Bala”, refilmagem do thriller mexicano homônimo de 2011, desabou para o 10º lugar em sua segunda semana. Sim, há 4 remakes entre os 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, mas todos tendem a dar prejuízo. Clique nos títulos abaixo para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 34,4M Total EUA e Canadá: US$ 34,4M Total Mundo: US$ 52,5M 2. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 3. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 10,8M Total Mundo: US$ 10,8M 4. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 85,8M Total Mundo: US$ 94,7M 5. Vidro Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 98,4M Total Mundo: US$ 221,4M 6. Maligno Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6M 7. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 61,5M Total Mundo: US$ 106,1M 8. Aquaman Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 328,5M Total Mundo: US$ 1,1B 9. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 179,8M Total Mundo: US$ US$ 352,5M 10. Miss Bala Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 11,8M Total Mundo: US$ 11,9M

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  • Etc

    Brad Pitt prestigia festa de 50 anos de Jennifer Aniston

    10 de fevereiro de 2019 /

    Em meio a muitas, mas muitas fofocas mesmo, Brad Pitt e Jennifer Aniston retomaram a amizade de quando formaram um dos casais mais famosos do começo dos anos 2000. Ele foi um dos convidados da festa de 50 anos da eterna Rachel de “Friends”. A presença de Pitt, flagrada por fotógrafos, acontece após muitos tabloides publicarem que a reaproximação do casal teria levado ao fim de casamento de Aniston com Justin Theroux (“The Leftovers”). Pitt e Aniston se conheceram em 1998, se casaram em 2000 e ficaram juntos por cinco anos, período em que ele até apareceu em “Friends”. O relacionamento acabou em brigas por causa de Angelina Jolie, com quem Pitt se envolveu durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith” (2005). Aniston guardou mágoas por muito tempo. Mas, aparentemente, este tempo já passou. A reaproximação só aconteceu depois do ator se separar de Angelina Jolie, com quem tem seis filhos, em 2016. Segundo o site TMZ, a festa de Aniston também foi prestigiada por outra ex de Brad Pitt, a atriz Gwyneth Paltrow, além de uma constelação de estrelas, incluindo Robert Downey Jr., Reese Witherspoon, Rande Gerber, Pharrell Williams, Keith Richards, Katy Perry, Orlando Bloom, George Clooney, David Arquette, Courtney Cox e Barbra Streisand, entre outros. Justin Theroux não foi listado pelo site. Mas todos chegaram escondendo o rosto – menos Robert Downey Jr. Oficialmente, a atriz completa 50 anos nesta segunda-feira (11/2).

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    Io é só mais uma sci-fi fraquinha da Netflix

    10 de fevereiro de 2019 /

    Graças à ganância do homem e sua exploração infinita da fauna e da flora, a vida na Terra acabou. Não dá mais para respirar e a (parte rica da) humanidade deixou o planeta em busca de um novo lugar para morar. Apenas uma pessoa é deixada para trás. E não estamos falando do robozinho Wall-E, mas de Margaret Qualley (“The Leftovers”). A premissa de “Io” é a mesma de “Wall-E” (2008), mas seu desenvolvimento parte para outro caminho, embora dê em um lugar já muito visitado. Esse nem é o maior problema, afinal é a jornada que importa, mas ela é desenvolvida através de clichês, situações previsíveis e diálogos pobres. Margaret Qualley é Sam, filha de um renomado cientista. Ambos ficaram na Terra para estudarem a possibilidade de reconstrução ou a readaptação do planeta. O resto foi para Io, nome de uma lua de Júpiter. Num belo dia, ela cruza com outro perdido que chega do nada de balão (!). Micah é interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Guerra Infinita”), que recita Platão para ilustrar o que já estamos vendo em cena, e explica em seguida, novamente, para quem não entendeu o claro significado da reflexão. Até sua ponta em “Homem-Formiga” é mais profunda que toda sua participação em “Io”. E não adianta o diretor Jonathan Helpert encher o filme de paisagens belas ou o cabelo de Sam ao vento, quando nenhuma imagem contribui para traduzir o que ela está pensando nem propõe a dimensão de sua angústia. Em resumo, “Io” é só mais uma ficção científica fraquinha da Netflix, como “Titã”, “Mudo”, “Onde Está Segunda?”, “Spectral”, “O Paradoxo Cloverfield” e “Próxima Parada: Apocalipse”.

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    Vice traz Christian Bale irreconhecível como político que dominou os EUA

    10 de fevereiro de 2019 /

    Após os ataques terroristas sofridos pelos Estados Unidos, em 11 de setembro de 2001, o país entrou em estado de guerra. Mas guerra contra quem? Pesquisas indicavam que grande parte da população só entendia a guerra contra algum país. Era preciso nomear o inimigo. Simples. O vice-presidente Dick Cheney teria decidido eleger o Iraque de Saddam Hussein para invadir, criando a mentira das armas de destruição químicas que lá existiriam. Uma escolha fácil de ser aprovada pelo presidente George W. Bush, ainda mais com a cobiça por tanto petróleo. Ninguém se importando com a democracia, muito menos com o respeito aos princípios de não-intervenção, nem com as vidas humanas aí envolvidas. Essa história é uma das muitas sequências de “Vice”, escrito e dirigido por Adam McKay (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta”). Por meio dela, pode-se sentir por onde andará o filme que pretendeu fazer uma cinebiografia de um político abominável, poderoso e controverso, como Dick Cheney. O tom é satírico, irônico, às vezes dramático, às vezes cômico. Mas, na verdade, trágico, porque o que estava envolvido na política norte-americana e mundial daquele período não era outra coisa, senão a cobiça. E não mudou nada, diga-se de passagem. Sabemos muito bem da importância que pode ter um vice-presidente na história da República. É só lembrar de João Goulart, José Sarney, Itamar Franco, Michel Temer. E Dick Cheney jamais se queixaria de ser um vice decorativo. Ele negociou sua entrada na chapa de Bush, desde o primeiro momento, garantindo amplos poderes. E, segundo o filme, dominou o governo e o presidente, deixando um legado lamentável. O filme de McKay lembra os seus dias de fracasso e alcoolismo, antes de encontrar seu caminho na política. O que foi feito de forma fortuita e pragmática, nem de leve sustentado por eventuais bandeiras ideológicas do Partido Republicano. Não lhe faltaram mestres nessa cultura do cinismo e do interesse próprio. Mas, muitas vezes, os alunos superam seus mestres. Christian Bale está muito bem, quase irreconhecível, como Dick Cheney, em diferentes épocas da vida do personagem. Já levou o Globo de Ouro como Melhor Ator (de Comédia ou Musical) e está cotado para o Oscar 2019. O filme tem, no total, 8 indicações.

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