Filha acusa diretor de Velozes e Furiosos de abuso sexual
A filha mais velha do diretor Rob Cohen, responsável pelo lançamento das franquias “Velozes e Furiosos” e “Triplo X”, acusou o pai de tê-la abusado sexualmente na infância, num post publicado no Facebook. Valkyrie Weather, que nasceu Kyle Cohen há 32 anos, afirmou que seu processo de transição sexual – de homem para mulher – a fez lembrar de muitas coisas dolorosas. Ela escreveu que “quando era muito nova, Rob usou meu corpo para a sua própria satisfação pessoal”. “Minha mãe testemunhou um desses ataques quando eu tinha entre 2 a 3 anos”, completou. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Valkyrie reforçou a acusação, dizendo que se lembra “principalmente da dor, a memória do lugar e do tempo. Apenas estando lá, no banho”. Ela disse ainda que foi “tão doloroso que não conseguia verbalizar por muito tempo”. Questionada sobre a lembrança de fatos que aconteceram quando era tão nova, Valkyrie revelou que só soube dos fatos por causa de sua mãe, que lhe contou num desabafo emocional em 2017, enquanto ela fazia sua transição. Procurado pela publicação, o diretor Rob Cohen respondeu que a alegação é “categoricamente falsa”. Ele acrescentou que “espera e reza para que um dia a filha entenda que não importa o que alguém diga ou tente convencê-la de algo aconteceu quando ela era criança, trata-se de um relato falso e inimaginável”, afirmou. Valkyrie afirmou que a transição fez com ela começasse a dissecar todos os momentos de sua infância, despertando muitos ressentimentos e amarguras. Ela contou que confrontou seu pai por e-mail durante várias semanas. “Ele basicamente disse que minha mãe era psicótica e a comparou com o serial killer Son of Sam em termos da profundidade de sua psicose.” Ela disse que há muito suspeitava que havia algo errado, embora ela não fosse capaz de identificar. “Eu apenas pensei que eu tinha memórias indignas de confiança, que estava fantasiando”, contou. “O que realmente me despertou, inesperadamente, foi um episódio de ‘Game of Thrones’, ‘Hold The Door’. Não foi nem mesmo uma cena de violência sexual. Foi a visão de Hodor como um garotinho no chão gritando, mergulhando em uma imensa quantidade de dor, uma convulsão”. Para completar, também alegou que Cohen a levou para transar com prostitutas em estabelecimentos na Tailândia e na República Tcheca a partir dos 13 anos de idade. “Eu demonstrei desde muito cedo que eu provavelmente era trans e queer, e essa não era a criança que meu pai queria. Ele queria que seu filho fosse um bastardo heterossexual e mulherengo como ele. Eu tenho minha própria teoria de que ele pensa que me quebrou quando me molestou e estava de alguma forma tentando desfazer esse dano me heterossexualizando desde muito jovem”.
Atriz de Game of Thrones será criatura sobrenatural no spin-off da série Penny Dreadful
A atriz Natalie Dormer vai voltar para a TV, após interpretar Margaery Tyrell em “Game of Thrones”. Ela será uma das protagonistas de “Penny Dreadful: City of Angels”, derivado da série de terror “Penny Dreadful”. Dormer vai interpretar Magda, uma entidade sobrenatural que é capaz de assumir a aparência que quiser. A atriz vai se juntar a Daniel Zovato (“O Homem nas Trevas”) e Jessica Garza (“The Purge”), que também foram anunciados no elenco. “Penny Dreadful: City of Angels” será uma expansão da mitologia original da série exibida entre 2014 e 2016, e não uma sequência direta. Os novos episódios se passarão na cidade de Los Angeles em 1938 e mostrarão o embate entre personagens conectados à divindade Santa Muerte e outros que servem ao diabo. Na trama, um detetive (Zovato) que investiga um assassinato macabro acaba descobrindo um submundo de criaturas sobrenaturais na cidade. O spin-off foi criado por John Logan, roteirista da franquia “007” que também criou “Penny Dreadful”. A série original, passada na Inglaterra vitoriana, durou três temporadas combinando personagens próprios com criações famosas da literatura gótica, extraídos das páginas de “Frankenstein”, “Dorian Gray” e “Drácula”. Bem-sucedida, a atração acabou bruscamente por decisão do próprio John Logan, que não quis esticar a história. Assim como a atração original, a nova produção será exibida no canal pago americano Showtime, mas ainda não tem previsão de estreia.
Woody Allen vai retomar a carreira com novo filme rodado na Espanha
Woody Allen decidiu retomar sua carreira na Europa, longe das pressões do movimento #MeToo. Após abrir processo contra a Amazon para encerrar seu contrato com o estúdio, que não planeja lançar mais seus filmes, ele fechou acordo com a produtora espanhola Mediapro, uma das maiores distribuidoras independentes da Europa. As negociações entre Allen e a Mediapro vieram à tona em setembro, quando o sócio-fundador da produtora, Jaume Roures, revelou que pretendia produzir um novo filme do diretor na Espanha. Será a segunda vez que o cineasta americano de 82 anos filmará na cidade espanhola. A primeira vez foi com o sucesso “Vicky, Cristina, Barcelona” (2008), que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Penélope Cruz. Na ocasião, a produção também contou com apoio da Mediapro, responsável ainda pelas filmagens de “Meia-Noite em Paris” (2011), na França. Segundo o jornal espanhol El País, Allen e sua equipe já estão procurando locações para a filmagem na Espanha. Allen teve a carreira interrompida após a Amazon decidir não lançar “A Rainy Day in New York”, o 48º filme dirigido pelo cineasta, que foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen, pressionando especificamente a Amazon para que não bancasse mais o diretor. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.
Jussie Smollett sofre pressão para ser demitido de Empire, mas acusação policial tem furos
Jussie Smollett pagou fiança e já voltou ao site de gravação da série “Empire”, após ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Ele entregou seu passaporte para a polícia e aguarda julgamento, podendo pegar de dois a três anos de prisão por falsa informação de crime e ainda pagar os custos da investigação. Mas a história mirabolante segue sem pé nem cabeça. Para começar, em entrevista coletiva, a polícia de Chicago diz que chegou aos dois irmãos nigerianos, que teriam sido pagos para fingir a agressão, por meio do complexo sistema de vigilância por vídeo que existe em Chicago. Os vídeos foram elogiadíssimos no detalhamento de como os investigadores conseguiram identificar os suspeitos. Entretanto, nenhum vídeo da agressão foi visto, embora ela tenha ocorrido diante de câmeras. Ao prender o ator, a polícia de Chicago afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tem um dos maiores salários do elenco de “Empire”, tinha conseguido aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Vale lembrar que, antes da polícia de Chicago apresentar a hipótese do aumento salarial, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. O ator segue dizendo-se inocente. E a Fox ainda não o dispensou. Mas, por via das dúvidas, ele vai ficar fora dos episódios finais da 5ª temporada. “Os eventos das últimas semanas foram incrivelmente emocionais para todos nós. Jussie tem sido um membro importante da nossa família ‘Empire’ nos últimos cinco anos e nos preocupamos profundamente com ele”, diz um comunicado oficial da série, assinado pelos produtores executivos Lee Daniels, Danny Strong, Brett Mahoney, Brian Grazer, Sanaa Hamri, Francie Calfo e Dennis Hammer. “Embora essas alegações sejam muito perturbadoras, estamos colocando nossa confiança no sistema legal enquanto o processo se desenrola. Também estamos cientes dos efeitos desse processo no elenco e nos membros da equipe que trabalham em nossa série e, para evitar mais transtorno, decidimos remover o papel de Jamal (papel de Smollett) dos dois últimos episódios da temporada”. O site TMZ apurou que o clima no set é péssimo e que colegas de trabalho teriam pedido que ele fosse demitido. Sentindo o ressentimento, ele juntou o grupo com quem costuma trabalhar para dar uma declaração a todos. “Me desculpem por colocar vocês nessa situação e por não responder às suas ligações. Eu queria dizer que lamento e, vocês me conhecem, eu nunca faria isso com vocês, vocês são minha família. Eu juro por Deus, eu não fiz isso”, teria dito Smollett aos colegas, segundo a publicação. Ao voltar ao trabalho, Smollett também chorou muito, precisando interromper as gravações por conta da forte emoção. Apesar disso, ainda de acordo com o TMZ, parte do elenco e da produção de “Empire” considera que ele manchou a imagem do seriado de forma irreversível, e temem que a série seja cancelada por causa dele. Por isso, pressionam por sua demissão imediata.
Primeiro trailer de Angry Birds 2 introduz nova personagem
A Sony divulgou o trailer e o pôster de “Angry Birds 2”, acompanhados por muitos cubos de gelo. O vídeo revela um novo motivo para os passarinhos da franquia ficarem irritados. Podia ser a trilha (“Ice Ice Baby”, de Vanilla Ice), mas é Zeta, personagem dublada por Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), que vive numa ilha congelada e resolve declarar guerra aos habitantes da ilha ensolarada do filme anterior. O conflito contará com o retorno dos dubladores originais, que incluem Jason Sudeikis (Red), Josh Gad (Chuck), Danny McBride (Bomba), Bill Hader (Leonardo) e Peter Dinklage (Mega Águia). Já as novas vozes, além de Leslie Jones, destacam as participações de Dove Cameron (“Descendentes”), Sterling K. Brown (“This Is Us”), Awkwafina (“Podres de Ricos”), Rachel Bloom (“Crazy Ex-Girlfriend”), Zack Woods (“Silicon Valley”), Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), Lil Rel Howery (“Corra!”), a menina Brooklynn Prince (“Projeto Flórida”) e a cantora Nicki Minaj. Curiosamente, o primeiro filme não foi exatamente um blockbuster. Com um orçamento de US$ 73 milhões, a animação de 2016 só faturou US$ 346 milhões em todo o mundo e foi massacrada pela crítica (44% de aprovação no Rotten Tomatoes). Mas teve boa recepção em home video, figurado em 1º lugar em locações no iTunes e com boas vendas em DVD e Blu-ray. De todo modo, a Sony resolveu mudar completamente a equipe criativa. O novo roteiro foi escrito por Peter Ackerman (de “A Era do Gelo”) e a direção compartilhada por Thurop Van Orman (da série “As Trapalhadas de Flapjack”) e John Rice (de “Rick & Morty”). A estreia está marcada para 16 de agosto nos Estados Unidos e apenas 3 de outubro no Brasil.
Novos vídeos de Pets 2 revelam o personagem de Harrison Ford
A Illumination divulgou mais dois pôsteres e trailers de “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” centrados em personagens específicos. Um dos vídeos traz a cachorrinha Gidget, com voz de Jenny Slate (“Venom”), ensaiando como se comportar como um gato e também foi disponibilizado em versão dublada em português, enquanto o outro apresenta o cachorro Rooster, personagem novo que ganhou a voz de Harrison Ford (“Star Wars: O Despertar da Força”). Fenômeno de bilheterias, o primeiro filme registrou o recorde de maior estreia de animação original na América do Norte em 2016, chegando a faturar US$ 875,4 milhões em todo o mundo. No Brasil, o longa foi exibido com dublagens de Danton Mello (“Vai que Dá Certo 2”), Tatá Werneck (“Vai que Cola”), Luis Miranda (“Que Horas Ela Volta?”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Mas não foi divulgado se eles vão bisar seus papéis na continuação. As vozes originais, entretanto, tiveram uma mudança importante, Louis CK (série “Louie”) foi substituído pelo humorista Patton Oswalt (“A.P. Bio”) no papel do cãozinho Max. O dublador original foi demitido da continuação após ser denunciado por abusos sexuais. Os demais dubladores são os mesmos em inglês: Lake Bell (“De Volta para Casa”) com Chole, Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como Bola de Neve, além de Eric Stonestreet (série “Modern Family”), Ellie Kemper (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”), Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), Hannibal Buress (série “Broad City”) e Albert Brooks (“O Ano Mais Violento”). Já as novidades, além de Harrison Ford, incluem Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”), Pete Holmes (“Crashing”) e Nick Kroll (criador de “Big Mouth”). “Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2” também repete diretor e roteirista do primeiro filme, respectivamente Chris Renaud e Brian Lynch, e tem estreia prevista para 27 de junho no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Weezer recria programa infantil dos anos 1960 em novo clipe
A banda Weezer lançou o clipe de “High as a Kite”, música de seu próximo álbum, que recria o famoso programa infantil americano dos anos 1960 “Mister Rogers’ Neighborhood”. O apresentador original será vivido por Tom Hanks num filme que estreia em novembro. Mas, no vídeo, a atração vira “Mr. Rivers’ Neighborhood”, com o cantor do Weezer assumindo o papel principal, numa encenação muito mais sombria que o esperado. Rivers Cuomo aparece com a roupa característica de Fred Rogers para cantar entre marionetes e diante de uma plateia formada por crianças e seus pais alegres. E são todos surpreendidos com um refrão sobre ficar drogado para esquecer uma vida infeliz, numa performance cada vez mais sombria e desesperada. O desfecho culmina na destruição do cenário pelo cantor e sua banda, numa atitude rock’n’roll, que esvazia o estúdio e faz sumir toda a audiência. “High as a Kite” é o segundo clipe do “Black Album”, que começa a ser vendido em 1 de março. O primeiro foi “Can’t Knock the Hustle”, lançado em outubro do ano passado.
Astro de Teen Wolf vai estrelar o piloto da série dos Garotos Perdidos
Tyler Posey vai trocar lobisomens por vampiros em sua próxima série televisiva. O astro de “Teen Wolf” entrou no piloto de “The Lost Boys”, projeto de série desenvolvido para a rede CW, que adapta o filme “Os Garotos Perdidos”. Ele terá o papel principal, que foi desempenhado por Jason Patrick no longa de 1987, acompanhando sua mãe e seu irmão mais novo numa mudança para uma cidadezinha do litoral americano. Ao chegar lá, ele e o irmão acabam descobrindo que o local é infestado por vampiros. E, ao se apaixonar por uma vampira, é tentado a se tornar um deles e permanecer jovem para sempre. A intérprete da mãe também foi escolhida. Ela será vivida por Kiele Sanchez (o par de Rodrigo Santoro na série “Lost”), assumindo o papel de Dianne Wiest no filme. A escalação é tipicamente hollywoodiana, já que Tyler Posey tem 27 anos e Kiele Sanchez 41 – ela tinha 14 anos quando ele nasceu. Ou seja, mantém-se o paradoxo de quase trintões viverem filhos adolescentes de quarentonas nas séries de TV. O resto do elenco confirmado inclui Medalion Rahimi (“The Outpost”) como o interesse romântico do personagem de Posey e Dakota Shapiro (“Valley of the Boom”) como o bad-boy que lidera a gangue de vampiros. Os personagens foram vividos no cinema, respectivamente, por Jami Getz e Kiefer Sutherland. Ainda falta escalar o irmão mais novo de Posey, o vampiro adulto que é o verdadeiro chefão da região e os dois caçadores de vampiros adolescentes, que têm seu QG numa loja de quadrinhos. O projeto tem roteiro de Heather Mitchell (criadora de “Still Star-Crossed”), produção executiva de Rob Thomas (criador de “iZombie” e “Veronica Mars”) e terá seu piloto dirigido pela cineasta Catherine Hardwicke (de “Crepúsculo”). Nenhum episódio foi encomendado além do piloto, que precisará agradar aos executivos da rede CW para que “The Lost Boys” vire série.
A Ordem: Nova série de escola de magia ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “A Ordem” (The Order), mais uma série sobre escola de magia. A prévia é acompanhada por uma musiquinha indie genérica de produção sobrenatural teen da rede CW, mas sua sinopse parece atração de outro canal, já que é praticamente a mesma premissa de “The Magicians” (ou “Escola de Magia”) do Syfy. Na verdade, parece uma versão teen de “The Magicians” – ou seja, sem a sexualidade exacerbada e os palavrões – , com os lobisomens de “Legacies”. A trama gira em torno de um calouro, escolhido para entrar numa ordem secreta de sua universidade e se tornar um mágico. Mas algo sombrio ronda a escola, determinado a matar seus alunos. Empurrado para um mundo de magia, monstros e intrigas, ele descobre segredos de família e uma batalha clandestina entre lobisomens e praticantes de magia negra. A série é uma produção canadense da Nomadic Pictures (produtora de “Van Helsing”), criada pelo roteirista Dennis Heaton (“Ghost Wars”), e seu elenco inclui Jake Manley (o Fisher de “iZombie”), Sarah Grey (a Stargirl de “Legends of Tomorrow”), Matt Frewer (o Dr. Leekie em “Orphan Black”), Sam Trammell (o Sam de “True Blood”) e Max Martini (do filme “Círculo de Fogo”). A 1ª temporada com 10 episódios estreia em 7 de março em streaming.
The Dirt: Netflix libera foto oficial e trailer legendado do filme da banda Mötley Crüe
A Netflix divulgou a primeira foto oficial e a versão legendada do trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe, que também ganhou subtítulo nacional – vai se chamar “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. E nada parece ter ficado de fora. A prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até mesmo as letais. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico que o reanimou era fã da banda e a salvação do músico inspirou o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. A versão de streaming dessa história traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). “The Dirt” estreia em 22 de março na plataforma de streaming.
Mel Gibson e Vince Vaughn são policiais violentos em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Dragged Across Concrete”, thriller criminal estrelado por Mel Gibson e Vince Vaughn, que trabalharam juntos em “Até o Último Homem” (2016). Na trama, eles vivem uma dupla de policiais, que é suspensa quando um vídeo registrando uma abordagem violenta deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O filme tem roteiro e direção de S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”), cineasta indie que tem feito carreira com filmes violentos e cultuados. E o elenco ainda inclui Jennifer Carpenter (“Dexter”), Tory Kittles (“The Colony”), Laurie Holden (“The Walking Dead”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”) e Michael Jai White (“Arrow”). Exibido nos festivais de Veneza e Londres, o filme atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Chris Pratt aparece irreconhecível como vilão em trailer de western
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “The Kid”, western que acompanha o começo da lenda do fora-da-lei Billy the Kid. Mas o Kid do título é outro. Se refere a um garoto que cruza o caminho do pistoleiro por acaso e se torna seu protegido. A trama é apresentada pelo ponto de vista do jovem, vivido pelo estreante Jake Schur, e traz Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como Billy, Ethan Hawke (“Boyhood”) como o xerife Pat Garrett e um irreconhecível Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia), barbudo e violento, como o tio vilão do protagonista. “The Kid” tem direção do ator Vincent D’Onofrio (o Rei do Crime de “Demolidor”), que também aparece no filme, escrito por Andrew Lanham (“A Cabana”). A estreia está marcada para 8 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.
Atriz de The Handmaid’s Tale vira roqueira grunge em trailer de drama indie
O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o primeiro trailer de “Her Smell”, em que Elisabeth Moss (a protagonista de “The Handmaid’s Tale”) vive uma roqueira autodestrutiva. Ela aparece em cena liderando uma banda feminina e protagonizando algumas cenas de implosão pessoal e explosão física, regadas a drogas, sexo e rock. O estilo é grunge e sua voz parece imitar Courtney Love. A personagem da atriz se chama Becky Something, uma estrela de rock que leva seus relacionamentos com as companheiras de banda, sua família e até com os fãs ao limite, enquanto trava uma guerra para manter sua sobriedade e resgatar a criatividade que no passado lhe rendeu um inesperado sucesso comercial. O bom elenco também inclui Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), Dan Stevens (“Legion”), Agyness Deyn (“Hard Sun”), Gayle Rankin (“GLOW”), Ashley Benson (“Pretty Little Liars”), Dylan Gelula (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Hannah Gross (“Mindhunters”), Eka Darville (“Jessica Jones”), Virginia Madsen (“Designated Survivor”), Eric Stoltz (“Madam Secretary”) e até Amber Heard (“Aquaman”). Além de estrelar, Moss produz o longa-metragem, sua terceira parceria com o cineasta Alex Ross Perry – após “Cala a Boca Philip” (2014) e “Rainha do Mundo” (2015) – , que assina roteiro e direção. Exibido nos festivais SXSW, de Toronto e de Nova York, “Her Smell” tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia em 12 de abril nos Estados Unidos. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.












