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Música

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Anime de Death Stranding ganha teaser com garota atormentada por pesadelos

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30 de outubro de 2026
  • Filme

    Diane Keaton vira cheerleader da Terceira Idade em trailer de comédia

    21 de fevereiro de 2019 /

    A STX divulgou o primeiro trailer de “Poms”, nova comédia da Terceira Idade, um subgênero que vem crescendo com as mudanças demográficas do mundo moderno. O filme tem tema de superação e mensagem edificante que não ficaria fora de lugar numa produção da Disney. A trama mostra a personagem de Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) tentando formar uma equipe de cheerleaders em sua casa de repouso, com diversas aposentadas. A iniciativa motiva e diverte o grupo de mulheres idosas, até que fica séria, com a inscrição da equipe num concurso. E para enfrentar cheerleaders com as idades de suas netas, elas decidem contratar uma treinadora adolescente. A prévia alterna momentos cômicos com drama de doença, e arranca risos de todas as faixas etárias com algumas tiradas fantásticas, como a troca de ofensas entre as capitãs dos times de cheerleaders. Enquanto uma jovem sugere que sua rival veterana vai “quebrar a bacia”, a vovó retruca mandando ela “engravidar”. O roteiro é do estreante em longas Shane Atkinson, que venceu vários prêmios com seu curta “Penny Dreadful” (2013), e a direção está a cargo de Zara Haynes (“The Legend of Billie Jean King: Battle of the Sexes”), documentarista que também é estreante em longas de ficção. Já os destaques do elenco são as estrelas veteranas: além de Keaton, Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), Pam Grier (“Jackie Brown”), Rhea Perlman (“Matilda”), Phyllis Somerville (“O Curioso Caso de Benjamin Button”) e Celia Weston (“Senhor Estagiário”). Entre os jovens coadjuvantes, o principal desempenho é de Alisha Boe (“13 Reasons Why”) como a treinadora da equipe senior. A estreia está marcada para 10 de maio nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Etc

    Kendrick Lamar desiste de cantar música de Pantera Negra no Oscar 2019

    21 de fevereiro de 2019 /

    Apesar da vontade da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o rapper Kendrick Lamar e a cantora SZA não vão participar da cerimônia do Oscar 2019, onde deveriam cantar “All the Stars”, música da trilha de “Pantera Negra”, indicada ao prêmio de Melhor Canção Original. Segundo apuraram a revista Variety e o site Deadline, a razão é logística. Lamar está no exterior e, por isso, já não tinha participado do Grammy. Ele não teria encontrado tempo para preparar uma apresentação que fizesse justiça à música e resolveu cancelar a performance. “All the Stars” será a única das indicadas a Melhor Canção Original que não será apresentada na transmissão. O evento contará com participações de Lady Gaga e Bradley Cooper (cantando “Shallow”, do filme “Nasce Uma Estrela”), Jennifer Hudson (“I’ll Fight”, do documentário “RBG”), da dupla Gillian Welch e David Rawling (“When a Cowboy Trades His Spurs for Wings”, do faroeste “The Ballas of Buster Scruggs”), e Bette Midler (que assumirá os vocais de “The Place Where Lost Things Go”, cantada pela atriz Emily Blunt no filme “O Retorno de Mary Poppins”). Além disso, a cerimônia também terá a presença da banda Queen, biografada no filme “Bohemian Rhapsody”, que se apresentará com o vocalista Adam Lambert. A transmissão, marcada para domingo (24/2), será transmitida ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Etc,  Filme

    Herdeiros de Michael Jackson processam HBO para impedir exibição de documentário polêmico

    21 de fevereiro de 2019 /

    Os herdeiros de Michael Jackson deram entrada num processo contra o canal pago americano HBO, tentando impedir a exibição do documentário “Leaving Neverland”, que traz acusações de abuso sexual contra o cantor, feitas por dois homens que eram menores de idade na época dos eventos. Os advogados dos responsáveis pelo espólio do rei do pop alegam que “Leaving Neverland” quebra um contrato antigo, assinado pela HBO e por Michael Jackson em 1992. Nele, a emissora se comprometeu a não levar ao ar conteúdos prejudiciais ao cantor. O valor da ação pode passar de US$ 100 milhões, de acordo com a revista Variety. O contrato foi assinado durante as negociações para a HBO transmitir “Michael Jackson Live in Concert in Bucharest: The Dangerous Tour”, gravação de um show do cantor. Ele embutiu uma cláusula que impedia a emissora de exibir material prejudicial ao artista. O processo chamou atenção para o trecho do contrato que diz: “A HBO não deve fazer comentários prejudiciais ao artista ou a qualquer de seus representantes, agentes, e negócios, nem participar de atos que manchem sua reputação ou imagem pública”. A emissora manteve a exibição de “Leaving Neverland”, que segue marcada para 3 e 4 de março nos Estados Unidos. Dirigido por Dan Reed, o documentário traz depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias, lembrando quando eles foram convidados a visitar o rancho de Neverland, lar de Jackson. “Ele me disse que se alguém descobrisse o que estávamos fazendo, nós iríamos para a cadeira para o resto de nossas vidas”, afirma Robson no trailer disponibilizado pela HBO, antes de concluir. “Eu quero poder falar a verdade tão alto quanto eu tive que mentir por tanto tempo”. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Ambos chegaram a depor a favor do cantor quando ele foi julgado por outra denúncia de abuso de menor, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que chamam os rapazes de “mentirosos” e acusam o filme de mostrar apenas um lado. A família de Jackson definiu o documentário como “linchamento público”, mas o filme foi bastante aplaudido durante sua première mundial, no Festival de Sundance.

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  • Etc,  Série

    Eminem protesta contra a Netflix pelo cancelamento de O Justiceiro

    21 de fevereiro de 2019 /

    Uma voz famosa se juntou aos protestos dos muitos fãs irados com os cancelamentos das séries da Marvel pela Netflix. O rapper Eminem reclamou da plataforma ter cancelado “O Justiceiro” no começo da semana. Ele mandou um recado curto e grosso para o serviço de streaming pelo Twitter, todo em caixa alta, como se gritasse contra o destino da série estrelada por Jon Bernthal. “Cara Netflix, sobre o cancelamento de ‘Justiceiro’, você está estragando tudo! Sinceramente, Marshall”, comentou o rapper, assinando com o seu nome de batismo, Marshall Mathers. Vale lembrar que Eminem tem forte conexão com o Justiceiro. Em 2009, a Marvel transformou o rapper em personagem de quadrinhos da Marvel e o juntou com o anti-herói para derrotar o vilão Barracuda. Veja o tuíte original e relembre a capa dos quadrinhos abaixo. DEAR @NETFLIX, REGARDING YOUR CANCELLATION OF THE PUNISHER, YOU ARE BLOWING IT!! SINCERELY, MARSHALL — Marshall Mathers (@Eminem) February 21, 2019

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  • Série

    Netflix anuncia renovação da série A Maldição da Residência Hill

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix anunciou, por meio de um vídeo, que a série “A Maldição da Residência Hill”, sucesso de terror lançado no ano passado, terá 2ª temporada. Com texto em português, o teaser também revela que os novos episódios chegarão só em 2020. E sugere que a produção terá outro título quando retornar, já que contará uma história completamente diferente. Veja abaixo. A 1ª temporada contou toda a história do livro de Shirley Jackson, com detalhes criados especialmente para a produção pelo cineasta Mike Flanagan (de “O Espelho” e “Ouija – A Origem do Mal”). A história original foi publicada em 1959 sob o título em inglês de “The Haunting of Hill House” e pode ser encontrada nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é sua tradução literal. A obra também já tinha sido adaptada duas vezes para o cinema, recebendo outros títulos diferentes no Brasil. O filme de 1963 virou “Desafio do Além” e o de 1999 foi chamado de “A Casa Amaldiçoada”. O curioso é que, apesar da Netflix ter feito sua própria tradução para a obra, em inglês todas tem sempre o mesmo título. A ideia de Mike Flanagan é transformar a série numa antologia, contando uma história diferente por ano, ao estilo de “American Horror Story”. Além da renovação, a Netflix também anunciou um contrato criativo com Flanagan e seu parceiro criativo, Trevor Macy, da produtora Intrepid Pictures, para desenvolver com exclusividade novos projetos para a plataforma de streaming. Flanagan já tinha lançado dois filmes de terror com exclusividade na Netflix: “Hush: A Morte Ouve” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017). Atualmente, ele está dirigindo a adaptação de “Doutor Sono”, sequência literária oficial de “O Iluminado”, escrita por Stephen King. A adaptação tem produção da Warner e previsão para chegar aos cinemas em novembro.

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  • Música,  Série

    Peter Tork (1942 – 2019)

    21 de fevereiro de 2019 /

    O músico e ator Peter Tork, que ficou conhecido como integrante da banda The Monkees, morreu nesta quinta (21/2), aos 77 anos. Baixista e vocalista dos Monkees, Tork foi diagnosticado em 2009 com um carcinoma que afetou sua língua, mas não há informações se este mal teve relação com a morte. Banda criada especificamente para estrelar uma série de televisão, os Monkees chegaram a rivalizar com os Beatles e os Rolling Stones no final dos anos 1960. A formação artificial aconteceu por meio de testes realizados com centenas de jovens, pelo produtor Bob Rafelson e seu sócio Bert Schneider (futuro produtor de “Easy Rider”), que queriam lançar um programa inspirado nos filmes dos Beatles “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night, 1964) e “Help!” (1965). Os jovens escolhidos foram Peter Tork, Davy Jones, Mike Nesmith e Micky Dolenz, graças à boa aparência, afinação e capacidade de tocar instrumentos. Tork foi o último escolhido. Ele vinha tocando na cena folk de Greenwich Village e soube dos testes por meio de Stephen Stills (de Crosby, Stills, Nash & Young), que Rafelson e Schneider já tinham rejeitado no programa. Lançada em 1966, a série acompanhava uma banda fictícia que, quando não estava nos palcos, se metia em aventuras completamente nonsense. O sucesso foi instantâneo – de público, não de crítica. Músicos e críticos de rock ridicularizaram o fenômeno, acusando os atores de serem mímicos, fingindo que tocavam na série, já que os instrumentos eram gravados por profissionais. Ainda assim, músicas como “I’m a Believer” e “Daydream Believer” alcançaram o topo das paradas. A própria banda reagiu mal ao ver seu primeiro álbum estourar nas paradas de sucesso. Os quatro ficaram furiosos por a série ter cruzado uma fronteira perigosa, já que eles foram contratados como atores e o disco com a trilha sonora tinha saído como se fossem uma banda real, sem créditos para quem realmente tocou. A partir daí, decidiram assumir o controle dos rumos do programa, o que gerou uma crise, com demissão do supervisor musical – Don Kirshner, que depois estouraria as músicas da série animada “Os Archies”. Os Monkees decidiram tocar todas as músicas dali para frente. E, para deixar bem claro, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos de verdade. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e de Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical verdadeira da banda. Isto é, os artistas se uniram após o final da produção televisiva, transformando de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição em fazer mais shows e lançar mais discos. Com o fim da série, eles também passaram a compor seu próprio repertório – que até então era criado por compositores contratados. E o resultado surpreendeu até quem minimizava seus talentos. Os discos “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson, em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e a rede NBC ainda produziu um telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, o guitarrista Michael Nesmith também largou o grupo. The Monkees foi dissolvido oficialmente no início dos anos 1970, mas voltou à moda no final dos anos 1980, com o surgimento da MTV, que reprisou a série e despertou interesse sobre a banda entre uma nova geração. Pouco a pouco, os músicos ensaiaram um reencontro, até que, nos anos 1990, voltaram a se reunir, resultando no especial para TV “Hey, Hey, É o Monkees” (Hey, Hey, It’s the Monkees, 1997). Houve um novo encontro em 2001 e outro em 2011. Eles tinham muitos fãs famosos, inclusive entre roqueiros inesperados, como John Lennon, que os chamava de “os irmãos Marx do rock”, Frank Zappa, que participou de seu longa-metragem, e até Sid Vicious, que tocou uma música da banda nos pouco shows que realizou após sair dos Sex Pistols. Tork se manteve ativo na música, acompanhando outros artistas e também à frente de sua própria banda. E desde os anos 1990 tinha voltado a aparecer na TV, em breves participações nas séries “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), “O Rei do Queens” (The King of Queens) e “Sétimo Céu” (7th Heaven). Ele foi o segundo integrante da banda a morrer. O cantor Davy Jones faleceu aos 66 anos em 2012, após um ataque cardíaco.

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  • Série

    Netflix revela elenco de Sintonia, série brasileira criada por Kondzilla

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix revelou nesta quinta-feira (21/2) o elenco de “Sintonia”, uma de suas próximas séries originais brasileiras, com produção de Kondzilla. O trio central de atores e o produtor também posaram para uma foto (acima). A série foi criada e também será dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. “Sintonia” será estrelada pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, e o ator Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. MC Jottapê interpreta Doni, um músico ansioso para voar além dos modestos sonhos que sua família planejou para ele. Seu melhor amigo, o ambicioso e ousado Nando (Malheiros), escolhe o caminho arriscado do crime organizado, mesmo indo contra seu senso de ética. O elenco ainda destaca Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz, no papel da rebelde e engenhosa Rita, além de Julia Yamaguchi, Fernanda Viacava, Danielle Olímpia, Leilah Moreno e Vanderlei Bernadino. Kondzilla vai trabalhar no projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes. A data de estreia ainda não foi definida, mas deve acontecer ao longo de 2019.

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  • Filme

    Minha Vida em Marte é visto por mais de 5 milhões de brasileiros

    21 de fevereiro de 2019 /

    A comédia brasileira “Minha Vida em Marte” superou nessa semana a marca de 5 milhões de ingressos vendidos. Com isso, tornou-se a 15ª produção nacional mais vista nos cinemas em todos os tempos. O número também é mais do que o dobro do total de público de “Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou”, primeiro filme da franquia, que alcançou 1,7 milhão de espectadores. Grande público representa bilheteria milionária. O filme já vendeu mais de R$ 76 milhões em ingressos. E, apesar de estar há oito semanas em exibição, “Minha Vida em Marte” ainda continua lotando os cinemas. No fim de semana passado, ainda era o 3º filme mais visto no país – atrás apenas da estreia de “Alita: Anjo de Combate” e da animação “Como Treinar Seu Dragão 3”. O sucesso vai render, inevitavelmente, nova continuação. Primeiro filme dirigido por Susana Garcia, irmã da protagonista Mônica Martelli, que estreou na função após ser co-roteirista do primeiro filme, “Minha Vida em Marte” deu mais destaque para o papel – originalmente secundário – de Paulo Gustavo e incluiu a inevitável viagem aos Estados Unidos de toda continuação de comédia brasileira que queira virar blockbuster – repetindo “De Pernas pro Ar 2”, “Até que a Sorte nos Separe 2” e “S.O.S.: Mulheres ao Mar 2”. O elenco se completa com Marcos Palmeira, com quem Mônica tinha ficado na história original, além do português Ricardo Pereira (da novela “Deus Salve o Rei”), Heitor Martinez (“Os Dez Mandamentos”), Fiorella Mattheis (“Vai que Cola”) e a ubíqua Anitta (“Meus Quinze Anos”).

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  • Filme

    Rocketman: Taron Egerton vira Elton John em trailer legendado

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Paramount divulgou o trailer legendado de “Rocketman”, que traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. A prévia acompanha boa parte da carreira do cantor, de seu começo como pianista tímido até seu estouro com cantor de figurinos exóticos. Ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, o próprio ator canta as músicas destacadas na trilha, com incentivo de Elton John, para dar mais realismo à interpretação. E outro fato curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e o elenco da produção também inclui Jamie Bell (o “Billy Elliot”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Ator de Empire é preso por suspeita de forjar ataque racista e homofóbico contra si mesmo

    21 de fevereiro de 2019 /

    O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, foi preso na manhã desta quinta-feira (21/2) em Chicago, nos Estados Unidos. Ele se entregou para polícia na madrugada e foi encaminhado à delegacia, após ser acusado de forjar um ataque racista e homofóbico contra si mesmo. Segundo a polícia, ele armou a agressão porque queria um salário maior. Ainda hoje, as autoridades decidirão se ele poderá ser liberado para aguardar julgamento ou se precisará de pagar fiança para ser solto. A foto acima foi feita na delegacia, no momento de seu fichamento. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, informou em entrevista coletiva concedida nesta quinta que Smollett pagou US$ 3,5 mil para os irmãos nigerianos Olabinjo e Abel Osundair forjarem o ataque. Johnson foi muito duro contra Smollett. Ele chamou o ato de “vergonhoso e egoísta”, pois a polícia de Chicago teve de gastar tempo e dinheiro para investigar um caso que, em um primeiro momento, foi tratado como um crime sério de ataque de ódio. Para o superintendente, Smollett tem de pagar pelo o que fez. “Jussie Smollet tomou proveito da dor e raiva que o racismo [provoca] para benefício próprio e promover sua carreira”, falou Johnson. “Por que alguém, especialmente um afro-americano, usa tais artifícios para fazer uma acusação falsa.” Para Johnson, Smollett precisa “pedir desculpas para a cidade de Chicago, que ele enganou, admitir o que ele fez e ser homem o suficiente para arcar com os gastos que a polícia dispensou neste caso”. De acordo com a polícia, Smollett estaria insatisfeito com o seu cachê na série e armou esse ataque para conseguir ganhar comoção e, de alguma forma, receber um aumento salarial. Anteriormente a isso, Smollett mandou uma carta para a rede Fox simulando uma correspondência de ódio contra ele próprio. Como essa estratégia não deu o resultado que ele esperava, ele também forjou o ataque. Vale lembrar que, antes da polícia de Chicago apresentar a hipótese da busca por aumento salarial, a investigação teria vazado que o objetivo do falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. A prisão é a última reviravolta no caso de Smollett, que foi atacado por dois homens que gritavam palavras racistas e homofóbicas, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro. O caso inspirou uma grande onda de solidariedade, mas começou a ficar estranho conforme a polícia avançou em sua investigação. Apesar do ator ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Eles são irmãos e pelo menos um deles já trabalhou como figurante na série da rede Fox. A polícia teria encontrado evidências em suas casas e eles se tornaram colaboradores da investigação, transformando o próprio Jussie Smollett em suspeito. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. No final de semana, a polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e se recusou a dar novo depoimento. Assim, acabou indiciado na quarta (20/2) e recebeu ordem de prisão. Por meio de seus advogados, ele negociou se entregar voluntariamente. Caso seja considerado culpado, pode encarar uma possível sentença de um a três anos de prisão, além de precisar pagar os custos da polícia de Chicago nessa investigação. Entretanto, seus advogados prometem novas reviravoltas, com uma “defesa agressiva”, segundo comunicado. Em meio a esta polêmica, a Fox diminuiu a participação do ator em “Empire”. Suas aparições estariam sendo cortadas e seu papel diminuído para limitar suas vindas ao set de gravação. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Filme

    Dogman traz explosão de feiura e violência para refletir

    21 de fevereiro de 2019 /

    “Dogman”, o novo filme de Matteo Garrone (de “Gomorra”), não é fácil de se ver. É tenso, sofrido, violento, passa-se numa ambientação feia, suja. As escolhas estéticas não visam a produzir belezas, embora haja belas tomadas cinematográficas. A intenção é nos colocar numa vida dos infernos, em que predominam a opressão e a impotência. Como o filme é contado do ponto de vista de Marcelo (Marcello Fonte), o Dogman do título, e ele é o homem pequeno e gentil que é oprimido, o que vivemos junto com ele é a impotência. E por mais pacíficos que sejamos, torcemos pela vingança. Nas condições apresentadas, aparentemente não há outro caminho possível. O que é complicado e, até certo ponto, assustador. Quem quer que se coloque a favor da justiça pelas próprias mãos está rejeitando o caminho da democracia e da lei. Convalidando a barbárie, portanto. Em “Dogman”, estamos na periferia suspensa entre a metrópole e o deserto, em que a lei do mais forte predomina. Marcelo tem uma oficina de higiene e beleza para cães e está em contato harmônico com sua comunidade pobre e sem perspectivas naquele beco do mundo. A opressão que ele sofre se expressa por meio do personagem Simoncino (Edoardo Pesce), um brutamontes, ex-boxeador, que aterroriza todo o bairro, mas coloca Marcelo nas piores situações à base da intimidação e da força. Marcelo está acomodado nessa situação absurda, a ponto de até proteger ou cuidar dos ferimentos de seu algoz. Mas tudo só se agrava, a explosão da bestialidade humana acontece. E, consequentemente, a vingança inspirada nos cães presos nas gaiolas. Em um contexto em que a simples sobrevivência envolve riscos tão altos e escolhas muito complicadas de se fazer, realmente o que fica é a sensação de impotência. Quando tal sentimento prevalece, é fácil aprovar o caminho da violência como solução, quando, na verdade, ela é sempre um problema a mais. O diretor Matteo Garrone tem firmeza e intensidade nesse trabalho, que conta com um ator excepcional, como Marcello Fonte, merecidamente premiado no Festival de Cannes e pela Academia Europeia. Seu desempenho nos faz ficar em suspenso durante toda a projeção, atentos aos menores movimentos e expressões do personagem, sofrendo com ele e torcendo por ele. “Dogman” exige muito do espectador, mas tem muito a dar, também. Encarar uma realidade tão dura, insuportável, obriga a refletir sobre ela e a ter um posicionamento consistente diante do que a vida pode nos apresentar, gostemos disso ou não.

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    Querido Menino realiza um retrato honesto do vício nas drogas

    21 de fevereiro de 2019 /

    Se há um adjetivo que cabe para o filme “Querido Menino”, dirigido por Felix Van Groeningen (“Alabama Monroe”), é honesto. É um trabalho que foca na dependência química de drogas na adolescência, a partir do livro de memórias de um pai, que viveu esse drama, e também do livro do filho, que foi o protagonista da situação. O fato de combinar duas narrativas complementares, a do pai, David Sheff, e a do filho, Nic Sheff, cria algum ruído na comunicação. No entanto, a combinação das duas visões torna o problema exposto muito autêntico, verdadeiro. A trajetória do pai, sempre muito presente na vida do filho – que acaba por desconhecê-lo e de não ser mais capaz de ajudá-lo, gerando uma angústia brutal – , é algo vivido intensamente pelos familiares do dependente. No filme, a mãe e os irmãos sofrem igualmente. Não há quem possa ficar ileso à situação. Pode contribuir, porém, entender a droga, o prazer que ela traz e a consequente busca permanente por maiores doses, tentando desfrutar de novo daquele prazer inicial. Entender de que droga se está falando é igualmente importante. No caso, o que dominava era a metanfetamina, que acabou sendo a responsável pelos maiores estragos na vida do jovem. Mas ele passou por quase todas as drogas disponíveis, na busca desse prazer. E depois, para não ter de viver a dor, o desprazer da síndrome de abstinência, na ausência da droga. É isso que acaba produzindo uma ciranda interminável de consumo de psicoativos, indo de um a outro, dependendo das circunstâncias de vida, das necessidades do momento e da disponibilidade dos produtos. Percebe-se como tudo isso é misterioso, tanto para o consumidor, quanto para os que o veem de fora. Como é possível a um pai esclarecido, de ótimo nível educacional e intelectual, desconhecer essa ciranda toda, a ponto de só agir quando a coisa já passou dos limites? Como é possível que um jovem experimente de tudo, no impulso, sem nunca usar sua inteligência e capacidade de discernimento para tentar algum controle sobre a situação? Como é difícil ajudar assim, e mais: como é difícil que o dependente admita que precisa de apoio, tanto das pessoas próximas quanto de especialistas. Todas essas questões “Querido Menino” suscita e, nesse sentido, é um filme que colabora bastante para que se conheça melhor o problema. O que ajuda, também, é o tom adotado na trama. Optou-se pela intensidade dramática baixa, apesar da gravidade do assunto. Isso produz reflexão. Há momentos em que o envolvimento emocional nubla a possibilidade de compreensão. Dois ótimos atores, Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), o pai, e Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), o filho, com seus desempenhos precisos e contidos, trazem para o espectador a verdadeira dimensão do problema. Sem desespero, escândalo ou apelo melodramático, tudo fica mais claro e a porta de saída parece finalmente se abrir. Essa é a realidade da maioria dos casos dos que não sucumbiram diante da vida e sobreviveram a esse pesadelo. É dificílimo e demorado. Mas é possível. “Querido Menino” trilha esse caminho mais equilibrado enquanto cinema e faz um trabalho relevante. E honesto.

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    Lembro Mais dos Corvos traz monólogo de atriz transexual

    21 de fevereiro de 2019 /

    “Lembro Mais dos Corvos” é um documentário em forma de monólogo, estimulado por perguntas, realizado da forma mais simples possível. Uma conversa filmada no apartamento de uma pessoa trans. No caso, a atriz e diretora Júlia Katharine. Ela vai falando de si, dirigida por Gustavo Vinagre, num roteiro construído pelos dois. Conta as suas experiências, suas histórias, e como ela preenche suas noites de insônia. O que resulta daí é um retrato corajoso da vida difícil dos transexuais, dos transgêneros, a partir de uma situação particular. Que deve ter muito a ver com a de grande parte de seus pares. O filme é uma oportunidade de penetrar no mundo íntimo de alguém que se apresenta ao espectador com uma experiência de vida bem diferente da habitual, da esperada. Sem medo de parecer ridícula, superficial ou esquisita. Ou melhor, driblando esse medo de modo muito competente, Júlia se expõe e conquista o respeito dos que a assistem. Na mesma sessão que exibe “Lembro Mais dos Corvos”, de 82 minutos de duração, é exibido o curta de 25 minutos “Tea for Two”. Realizado por Júlia Katharine, com Gilda Nomacce, a própria Júlia e Amanda Lyra. Uma ficção concebida e dirigida por uma pessoa trans não deixa de ser uma boa novidade no cinema brasileiro. Merece ser conferida.

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