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26 de outubro de 2026
  • Filme

    Amanda reflete perda e inconformidade com o mundo atual

    4 de maio de 2019 /

    Amanda é o nome de uma garota de 7 anos de idade (Isaure Multrier), que terá de encarar uma mudança muito grande de vida, já tão cedo. Elaborar uma grande perda, realizar novas adaptações e reconstruir a existência é algo exigente demais para uma criança dessa idade, por mais viva e inteligente que ela seja. Na dimensão do adulto jovem, o filme trabalha a questão da identidade ainda em construção de David (Vincent Lacoste), de 20 anos, que terá de deixar um jeito blasé de lidar com a vida, quando uma exigência incontornável o fará assumir alguma coisa para a qual decididamente não está preparado. Seus modestos trabalhos como podador de árvores e entregador de apartamentos alugados para turistas, enquanto tenta conquistar a bela locadora Lena (Stacy Martin), serão atropelados pelo destino. Destino não é bem a palavra. O que abala sua vida é um atentado terrorista realizado por um atirador numa praça de Paris, sem motivação conhecida. Desses que têm mesmo acontecido por lá e em várias outras partes do mundo. E que de maneira inesperada e violenta atingem a população civil, produzindo o caos na vida das pessoas e na sua comunidade mais próxima. E gerando medo em todos. No entanto, a vida sempre continua e, com os recursos que cada um já tem ou procura adquirir, ela se reorganiza, podendo gerar novas descobertas e impulsionar o crescimento das pessoas. A crise pode realmente produzir novas e surpreendentes situações, que são transformadoras. “Amanda” é um filme de afetos e de drama, com respiros de leveza, apesar do tema dolorido. Sua narrativa é envolvente, realista, surpreendente. Sem pieguismo, sem lições de moral, o que seriam iscas fáceis de serem perseguidas num assunto como esse. O elenco tem um ator extraordinariamente natural e convincente, Vincent Lacoste (de “Primeiro Ano”), a quem acompanhamos o tempo todo, vivendo suas aflições, mas também sua forma simples de se relacionar com os outros, numa interpretação em baixo tom, mas sem peso, até alegre. Entre risonha e envergonhada, eu diria. A menina estreante Isaure Multrier é viva, exuberante, esperta, mas também capaz de nos transmitir a dor e o incômodo que sente nos momentos mais dramáticos do filme. O elenco é complementado por duas atrizes jovens muito expressivas e de interpretações firmes: a mais conhecida Stacy Martin (a “Ninfomaníaca”) e Ophélia Kolb (“A Incrível Jornada de Jacqueline”. Ao vê-las, no auge da juventude, marcadas por momentos trágicos, o sentimento é de inconformidade com o mundo violento em que vivemos. Afinal, o filme de Mikhaël Hers (“Aquele Sentimento do Verão”) fala de hoje e da mítica cidade-luz, farol do mundo.

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  • Filme

    Tudo o que Tivemos dramatiza dilema familiar diante do Alzheimer

    4 de maio de 2019 /

    Uma mulher idosa sai de casa a pé e caminha por uma nevasca. O passo seguinte é a família, marido e dois filhos, um que vive próximo ao casal e outra, que vem de cidade diferente, entrarem em pânico e fazerem buscas para encontrar a idosa desaparecida. Claro, o que está em jogo aqui é um comportamento determinado pela doença de Alzheimer, que envolve conflitos e decisões difíceis a afetar toda a família. Em “Tudo o que Tivemos”, Blythe Danner (“Entrando numa Fria”) é a idosa com Alzheimer. Robert Forster (“Jackie Brown”) é o marido com quem ela viveu 60 anos de amor e que crê que pode continuar cuidando dela e amando-a como sempre aconteceu, em casa, sem mudanças. O filho que está sempre com eles, porque vive próximo, Michael Shannon (“A Forma da Água”), já encontrou a saída, um lugar muito apropriado para internar a mãe, enquanto o pai ficaria próximo, em outro local apropriado. Será preciso vender a casa onde vivem. Hilary Swank (“Menina de Ouro”) encarna o papel da filha mais distante, que pode se permitir parar para pensar e considerar todas as possibilidades. O que mais interessa na trama do filme é esse conflito básico que hoje muitas famílias enfrentam, no mundo todo, e que não é nada fácil. Não há muita novidade na narrativa, concebida e conduzida pela diretora estreante Elizabeth Chomko, nem qualquer inovação a apontar. O filme é uma boa produção independente, convencional na forma, que vale por um ótimo elenco e um tema cada vez mais presente e relevante nos dias atuais, em que a longevidade alcançada pela medicina exige novos approaches humanos.

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  • Filme

    O Último Lance coloca arte e afeto em primeiro plano

    4 de maio de 2019 /

    “O Último Lance” é uma das poucas possibilidades para se assistir a filmes finlandeses na tela grande (ou em qualquer tela, na verdade) no Brasil. É um bom trabalho, que dá chance para pensarmos em questões de relacionamento familiar e geracional e nas relações da arte com o mercado. O personagem Olavi (Heikki Nousiainen), de 72 anos, é marchand, dono de uma antiga loja de arte figurativa em Helsinki. Ele cuida da loja, como sempre fez há muitos anos, no estilo mais tradicional, mas com muito cuidado e carinho. É um amante das artes, muito dedicado a elas. Dedicação que falta em relação a sua própria família, filha e neto. Pressionado a admitir seu neto de 15 anos, Otto (Amos Brotherus), como estagiário em seu negócio, ele aprenderá a conviver, mesmo que inicialmente a contragosto, com as novidades tecnológicas, o informalismo e o dinanismo do jovem. O que acabará por lhe ser muito útil, quando ele resolver tentar um lance arriscado, que sua experiência lhe recomenda. Mas que pode ser o fim de seu comércio, já cambaleante há tempos. Será também uma oportunidade de rever erros passados e encontrar novos caminhos para o relacionamento familiar conturbado, especialmente com a filha Léa (Pirjo Lonka). A injeção de sangue jovem de seu neto será reveladora de que sempre é preciso estar aberto ao mundo, superar preconceitos, aceitar e valorizar a ajuda, ao mesmo tempo em que também é necessário defender–se da malandragem e da falta de ética que pululam no chamado mercado. Bem turbinado nos dias atuais. O valor da arte, no caso da pintura, no mercado tem muito de especulativo na venda de coisas como confiança, autenticidade, assinaturas legítimas ou ausentes. Tal como ações na Bolsa, os leilões podem trazer grandes ganhos ou grandes prejuízos. Enriquecimento ou ruína. O filme do diretor Klaus Härö (“O Esgrimista”) desenvolve uma narrativa tradicional, acompanhando seu protagonista. Mas tem uma bela fotografia, em tons dourados e escuros, que remete à arte pictórica que é o centro da trama. Tem um grande ator no papel central, um jovem ator que dá conta do recado e uma atriz intensa nas emoções. Enfim, um elenco capaz de nos transmitir a importância e o significado do afeto nas vidas humanas. Todo o suspense que o filme apresenta está escorado na questão afetiva, enquanto a pintura ocupa o primeiro plano, especialmente a de Ilya Repin (1844-1930), um dos mais importantes artistas do realismo russo.

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  • Filme

    Em Trânsito transforma Europa numa distopia de extrema direita

    4 de maio de 2019 /

    Alguns dos grandes autores do cinema já trazem em sua primeira obra a semente da grandeza. É o que acontece, por exemplo, com o alemão Christian Petzold, que desde “Pilotinnen” (1995), feito para a televisão, já antecipava temas de suas obras mais consagradas, como a trilogia do amor em tempos de opressão, composta por “Barbara” (2012), “Phoenix” (2014) e o novo “Em Trânsito” (2018). O novo filme, inclusive, retoma a encenação de personagens tristes e largados em cafés como ponto de partida – também presente no segundo filme do diretor, “Cuba Libre” (1996). E busca o mesmo aspecto mais ensolarado, no modo como destaca as principais cenas à luz do dia, para servir de contraste à tramas influenciadas pelo cinema noir, inclusive com o uso de voice-overs, dando um ar de fábula às narrativas. O mais curioso na trama de “Em Trânsito” é que sua sinopse sugere um drama de época. Mais especificamente dos tempos da ocupação alemã na França, durante a 2ª Guerra Mundial. Afinal, a história é baseada no romance homônimo de Anna Seghers, escrito em 1944. Mas Petzold fez um filme contemporâneo, em clima de distopia, passada num presente possível ou futuro muito próximo da França, repleto de detalhes modernos, como carros e tecnologia do século 21. A escolha busca refletir o período de ascensão da extrema direita e do neonazismo em todo o planeta, além da falta de sensibilidade de muitos governos sobre a situação dos refugiados, vistos como ameaças. É fácil estabelecer uma conexão entre o mundo ensolarado em que uns vivem e a realidade sombria dos demais, endurecida por abusos diários. Há uma cena no filme em que alemães buscam uma mulher refugiada num apartamento e a arrastam pelo corredor enquanto várias pessoas apenas testemunham, de certa forma aliviadas por aquilo não estar acontecendo com elas. Ninguém protesta. A violência estatal se tornou a norma. A trama acompanha Georg (Franz Rogowski, ator que lembra fisicamente Joaquin Phoenix), um homem que vive uma vida despida de muito sentido. Quando ele entra em um apartamento e se apossa dos manuscritos e dos documentos de um escritor que cometeu suicídio, consegue a chance de mudar de identidade e finalmente escapar para outro lugar do mundo – o México ou os Estados Unidos. Até que Georg conhece e se apaixona por uma mulher (Paula Beer, de “Frantz”), que embora viva com outro homem, busca encontrar o marido desaparecido – justamente a identidade roubada pelo protagonista. O triângulo amoroso confere à obra um tom mais universal, embora se distancie bastante das histórias de amor mais usuais. Petzold prefere apostar na melancolia dos personagens à deriva no velho novo mundo, pouco admirável, desse início de milênio.

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato atinge US$ 2 bilhões de bilheteria

    4 de maio de 2019 /

    “Vingadores: Ultimato” ultrapassou os US$ 2 bilhões de bilheteria mundial neste sábado (4/5), conforme apontavam as projeções da semana. A velocidade com que a produção da Marvel atingiu este valor é recorde – 11 dias, considerando o lançamento nos primeiros países. O filme foi o quinto lançamento a atingir essa marca em todos os tempos. E continua a ser o mais visto do mundo em seu segundo fim de semana em exibição. Apesar de a contagem de ingressos do sábado ainda estar em andamento, as bilheterias de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2,04 bilhões) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 2,06 bilhões) já devem ter sido superadas. “Titanic” (US$ 2,1 bilhões) é o próximo filme a ser ultrapassado na lista, o que deve acontecer até domingo (5/5), restando apenas “Avatar” (US$ 2,7 bilhões) como último obstáculo para a consagração da Marvel como produtora mais bem-sucedida de cinema de todos os tempos.

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  • Filme

    Johnny Depp pode sair da franquia Animais Fantásticos

    4 de maio de 2019 /

    Segundo o site The Blast, Johnny Depp não deve repetir o papel de Gellert Grindelwald no terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”. Uma fonte próxima ao ator revelou ao site que ele ainda não foi procurado pela Warner para atuar no novo filme do spin-off de “Harry Potter”. Depp teria um acordo para cinco filmes de “Animais Fantásticos”, mas, assim como o restante do elenco, precisa assinar com o estúdio antes de cada filme. Alguns executivos da Warner estariam em campanha para que ele deixasse a franquia por conta da grande negatividade ligada a seu nome. Ele próprio tratou de ampliar o problema ao processar sua ex-mulher, Amber Heard, devido à alegações de violência doméstica, o que devolveu à mídia um assunto aparentemente encerrado com seu divórcio. Claro que a falta de um contrato, a esta altura, não significa muita coisa. A produção do terceiro “Animais Fantásticos” só deve começar nos primeiros meses de 2020. O filme foi adiado pela Warner, após o fraco desempenho de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” nas bilheterias. O segundo longa da franquia se tornou o menos lucrativo de todo o universo Potter, arrecadando US$ 653 milhões ao redor do mundo. Um dos motivos apontados para a performance abaixo do esperado foi o destaque dado a Depp, que vive o vilão do título. A escritora J.K. Rowling chegou a defender Depp publicamente na ocasião de sua escalação, o que lhe traria dificuldades para justificar qualquer mudança no papel. Oficialmente, o presidente da Warner, Toby Emmerich, disse em um comunicado que o espaçamento maior entre os lançamentos da franquia tinha o objetivo de “dar aos cineastas a chance de deixar sua arte fluir de verdade”. Detalhe: o ator Dan Fogler, intérprete de Jacob, revelou em entrevista que a história de “Animais Fantásticos 3” vai se passar no Brasil. O filme tem estreia marcada para novembro de 2021.

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  • Série

    Cristiano Ronaldo vira super-herói no trailer da série animada Striker Force 7

    4 de maio de 2019 /

    “Striker Force 7”, série animada que transforma Cristiano Ronaldo em super-herói, ganhou seu primeiro trailer. Na prévia, o camisa 7 do Juventus e da seleção de Portugal aparece com traje heroico e demonstra como seu chute é super-poderoso, enfrentando robôs gigantes com bolas de futebol capazes de congelar e explodir seus oponentes. Além de CR7, os membros da “Striker Force 7” (Força Atacante 7) incluem meninas e mutantes, cada um especialista num tipo de esporte diferente. Veja a ilustração oficial abaixo. “Da mesma forma que o futebol conecta cultura e pessoas ao redor do mundo, acredito que personagens de desenho animado e heróis fazem o mesmo. Por isso estou animado em trazer essas duas paixões, futebol e heróis, neste projeto para compartilhar com meus fãs”, disse o jogador na ocasião do anúcio do projeto, no ano passado. Criada pelo próprio Cristiano Ronaldo em parceria com Sharad Devarajan (“Astra Force”), “Striker Force 7” também terá conteúdos em outras plataformas, como jogos de videogame e quadrinhos. Um exemplar piloto foi disponibilizado de graça nas comic shops americanas neste sábado (4/5). A produção da série é da Graphic India, que faz muito sucesso com animações indianas, e o lançamento da 1ª temporada está previsto para o dia 30 de maio.

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  • Filme

    Comercial de Toy Story 4 mostra a origem do Garfinho

    4 de maio de 2019 /

    A Pixar divulgou um novo comercial de “Toy Story 4”, que revela a origem de um dos novos personagens: Forky (dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que vai se chamar Garfinho no Brasil. Ele é muito importante para a trama. Um garfo de plástico transformado em brinquedo pela pequena Bonnie (dublada no novo filme pela menina Madeleine McGraw, da série “Outcast”), Garfinho sofre uma crise existencial por não saber se é brinquedo ou talher e resolve fugir, dando início à nova aventura. A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Série

    George R.R. Martin diz que Game of Thrones vai continuar em três séries novas

    4 de maio de 2019 /

    Na reta final de “Game of Thrones”, George R.R. Martin, autor dos livros que inspiraram o sucesso da HBO, revelou em seu blog que a atração pode ganhar não um, mas três spin-offs. Não seriam exatamente continuações, mas prólogos da história vista na série. A HBO já confirmou a produção do piloto de um prólogo, protagonizado por Naomi Watts (“Diana”). E esta é a única novidade oficial sobre uma possível extensão do universo de “Game of Thrones”. Entretanto, o canal encomendou cinco roteiros de spin-offs. Até o momento, apenas a trama de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), escrita em parceria com Martin, saiu do papel para virar projeto com atores. Também já se sabe que um dos roteiros foi descartado. O próprio Martin adiantou que um projeto tinha ficado pelo caminho e, na semana passada, Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”, que escreveu o segundo episódio da atual temporada) revelou que tinha assinado com a Amazon, após desistir de seu spin-off. Sobram três roteiros em análise pela HBO. Eles foram escritos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”) e Carly Wray (séries “Westworld” e “The Leftovers”). Martin escreveu que “os outros dois projetos ainda estão na fase de roteiro, mas já se aproximam da próxima fase”. O escritor disse que não pode dar muitos detalhes sobre os projetos em desenvolvimento, mas sugeriu que os fãs de “Game of Thrones” preparem suas teorias lendo os dois volumes de “Fogo e Sangue”, história da Casa Targaryen, que também servem de prólogo para “Game of Thrones”. A HBO não quis comentar a afirmação do escritor.

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  • Série

    “Rei da Noite” revela vídeos e fotos dos bastidores de Game of Thrones – e sugere seu retorno

    4 de maio de 2019 /

    O ator e dublê Vladimir Furdik, que interpretou o Rei da Noite em “Game of Thrones”, divulgou diversas fotos, vídeos e gifs dos bastidores das gravações da Batalha de Winterfell em seu Twitter. E ainda alimentou um rumor sobre o retorno do vilão à série – mesmo após ter sido morto em “The Long Night”, o episódio de domingo (28/4) passado. Antes de ser destacado para o papel, ele era um dos dublês anônimos da série – além de ter trabalho em filmes da Marvel e de 007. E pelas entrevistas que deu ao longo da semana, o sucesso do personagem não lhe subiu à cabeça, referindo-se a si mesmo como um membro da equipe. Para a Batalha de Winterfell, porém, ele acabou promovido a supervisor de dublês. Furdik destacou algumas das cenas de seu personagem, vistas em “The Long Night”, o episódio de domingo (28/4) passado, como a queda do dragão, a rápida luta contra Arya (Maisie Williams), o treinamento com espadas e a chuva de mortos-vivos sobre os tetos de Winterfell. Ao final, postou uma foto vestido como o Rei da Noite ao lado de Lena Headey, a intérprete de Cersei. Os dois jamais se encontraram em “Game of Thrones”. E para reforçar que a imagem pode ser mais que um encontro casual de bastidores, ele usou a legenda para alimentar rumores sobre seu retorno ao papel, lembrando que os criadores da série se recusaram a dizer, em entrevista a Jimmy Kimmel, se a ameaça dos Caminhantes Brancos tinha acabado “depois da morte presumida do Rei da Noite” (aspas do próprio Furdik). “Os Caminhantes Brancos não existem sem o Rei da Noite”, ele acrescentou, dando calafrios. Veja abaixo. Ainda restam três episódios de “Game of Thrones” e o penúltimo, por todas as dicas dadas pelo elenco e equipe, será a Batalha pelo Trono de Ferro – de Daenerys e Jon Snow contra Cersei. O que deixa o capítulo final aberto para surpresas. The cast that gave the #WhiteWalkers a hard time on the episode to come.. Oh isn't that #Melisandre! She's back ?#GameOfThrones pic.twitter.com/xxZaKgBPji — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) April 28, 2019 While training for one of the great fighting scenes as a stuntman with the amazing #brienneoftarth#GameOfThrones #NightKing pic.twitter.com/ZdDOngVRIg — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 1, 2019 The #NightKing cometh! Sparring with the best stuntmen for an awesomely spectacular fighting scene.#GameOfThrones pic.twitter.com/cw715w0Qz2 — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) April 28, 2019 From the Battle of Winterfell. Behind the scenes.#GameOfThrones pic.twitter.com/nAwZfMcQIa — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 4, 2019 6 hours in the make up chair, 10 hours at work and two hours back in the makeup chair to take it all off. Hard work but worth it! #GameOfThrones #thenightking pic.twitter.com/BjBsXrHDu3 — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 2, 2019 Filming the fall off the dragon.-Behind the scenes-#GameOfThrones #NightKing pic.twitter.com/d0uoQRnsTp — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 4, 2019 From the last scene! pic.twitter.com/D4ncU9RaF6 — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 4, 2019 The moment when the #NightKing becomes #BranStark carer and they both live happily ever after!#GameOfThrones #AryaStark pic.twitter.com/y8nRVIDopQ — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) April 30, 2019 The stabbing scene.#GameOfThrones #NightKing #AryaStarkpic.twitter.com/W7nbrKivG5 — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 1, 2019 From another angle ~#GameOfThrones #NightKing #AryaStark pic.twitter.com/KqXmEshYTs — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 3, 2019 With the amazing #AryaStark (@Maisie_Williams) A girl who kills with a smile!#ValarMorghulis #GameOfThrones #NightKing pic.twitter.com/HCd0sybxWl — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) April 30, 2019 Annnd that's a wrap!#GameOfThrones #NightKing #AryaStark pic.twitter.com/xNXof7BaEi — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 2, 2019 David Benioff, co-creator of #gameofthrones, answered J. Kimmel question whether we're gonna see more #WhiteWalkers after the #NightKing presumed death in Ep.3 , he said "I am not gonna answer that." N.B. White Walkers don't exist without The Night King#FoodForThought #Cersei pic.twitter.com/2DWuE44yEh — Vladimir Furdik (@Vladimir_furdik) May 4, 2019

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  • Etc

    Dublador do Ursinho Pooh é acusado de estupro e violência pela ex-mulher

    4 de maio de 2019 /

    O dublador americano Jim Cummings, que dá voz a inúmeros personagens da Disney, incluindo o Ursinho Pooh, Tigrão e o vilão Bafo de Onça, está sendo acusado pela ex-mulher Stephanie de estupro, violência, toxicodependência e abuso de animais. O ex-casal briga na Justiça pela custódia das duas filhas menores de idade, Johanna e Lulu. Jim e Stephanie Cummings se casaram em 2001 e se divorciaram dez anos depois, e os casos teriam ocorrido após o casamento terminar, entre 2011 e 2018. De acordo com documentos obtidos pelo site The Blast, Stephanie afirma que, desde o divórcio, vem sofrendo “abuso físico, sexual e emocional, incluindo mas não limitado a ameaças de morte, estupro e vários comportamentos sexuais forçados sem meu consentimento”. O estupro teria acontecido em 2013, após episódios de abusos sexual na frente da filha, quando ela tinha 4 anos de idade. Na época, Stephanie chegou a frequentar uma clínica de reabilitação por “codependência”, e o marido a perseguiu até o local e foi convidado a se retirar. Ela afirma ainda que, frequentemente e sem consentimento, ele tocava suas nádegas, virilha e seios. “Ele me segurava no lugar tentando me beijar e acariciar. Ele me espancava na frente de nossas filhas. Ele fazia comentários sexuais que eu achava repugnantes”, afirma Stephanie. Entre as acusações também estão abuso de drogas e de violência contra animal. Segundo ela, o ex-marido chegou a colocar o cachorro do casal, que havia urinado dentro de casa, em um balde de metal do lado de fora em um dia que fazia mais de 38 graus. “Ele quase morreu.” Jim Cummings nega as acusações e alega que está tentando resolver a situação amigavelmente com a ex-mulher. Ele afirmou ao The Blast que ela está tomando medicação e pode ter desenvolvido um distúrbio mental, que teria piorado no ano passado após ele ter se recusado a levá-la para a estreia do filme da Disney “Christopher Robin”, em que dublou o Ursinho Pooh e o Tigrão.

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  • Etc

    Ashton Kutcher vai testemunhar contra serial killer que matou sua namorada

    3 de maio de 2019 /

    O ator Ashton Kutcher foi convocado a testemunhar no julgamento de um serial killer, que vai acontecer nos próximos dias no tribunal de Los Angeles. Michael Gargiulo é acusado de matar várias mulheres, incluindo uma namorada do ator, a estudante de moda Ashley Ellerin. Um porta-voz do tribunal confirmou para o programa E! News que Kutcher está na lista de testemunhas do julgamento. Ele é considerado uma testemunha importante, porque chegou a visitar a casa de sua então namorada logo após o assassinato, em 2001, e por isso pode estabelecer detalhes importantes do crime. Em depoimento que Kutcher prestou durante a investigação, ele contou que tinha marcado de ir a uma festa com Ellerin. O ator tentou contatar a namorada diversas vezes por telefone e, como não teve sucesso, foi até a sua casa. Kutcher disse que bateu à porta de Ellerin e não recebeu resposta. Mas, antes de ir embora, espiou pela janela e viu o que ele presumiu ser um pouco de vinho tinto derrubado no tapete da sala. Na verdade, era o sangue da jovem de 22 anos. O corpo da estudante foi encontrado na manhã seguinte por sua colega de quarto. Ela foi esfaqueada 47 vezes. A investigação de seu assassinato não foi concluída até recentemente, quando a polícia encontrou ligações entre o crime e três outros assassinatos de mulheres, graças a evidências de DNA que apontaram para Michael Gargiulo.

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  • Série

    Criadores de Game of Thrones não confirmam o fim dos Caminhantes Brancos

    3 de maio de 2019 /

    Os criadores de “Game of Thrones” David Benioff e D.B. Weiss visitaram o programa “Jimmy Kimmel Live” na noite de quinta (2/5), e deixaram o público intrigado com uma “resposta” a uma série de perguntas sobre os últimos três capítulos da série. A parte que deixou os fãs espantados aconteceu após Kimmel perguntar à dupla: “Eu não sei se vocês vão querer me responder isso, mas nós podemos ter certeza que a ameaça dos Caminhantes Brancos acabou?”. “É, nós não vamos confirmar isso”, afirmou Benioff rapidamente. O clímax de “The Long Night”, capítulo de domingo (28/4) passado, mostrou a morte do Rei da Noite e a desintegração de todos os Caminhantes Brancos. Mas talvez esse não seja o final da ameaça. Quem lembra dos bebês roubados pelos mortos-vivos? O episódio “Oathkeeper”, da 4ª temporada, deixou uma ponta que até agora não foi explicada. A cena que introduziu o Rei da Noite também mostrou a transformação de um bebê humano numa criatura de olho azulado, como os líderes dos Caminhantes Brancos. Relembre abaixo. Que fim levou esse bebê – e os demais filhos de Craster? Jimmy Kimmel não perguntou. Mas os roteiristas-produtores também não responderiam. Ou esqueceram desse detalhe (improvável, já que retomaram até a conversa de Melissandre e Arya na 3ª temporada) ou preparam uma surpresa para o final da série.

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