YouTuber Austin Jones é condenado a 10 anos de prisão por pornografia infantil
O youtuber e cantor americano Austin Jones foi condenado a dez anos de prisão por induzir menores, solicitar e receber pornografia infantil. Ele já havia se declarado culpado em fevereiro, quando admitiu ter incitado seis fãs de cerca de 14 anos a enviarem vídeos sexualmente explícitos entre 2016 e 2017. “A produção e o recebimento de pornografia infantil são ofensas extraordinariamente graves que ameaçam a segurança de nossos filhos e comunidades. As ações de Jones tiraram algo de suas vítimas e de suas famílias que eles nunca conseguirão recuperar”, disse a promotora Katherine Neff Welsh nos autos do julgamento, que aconteceu em Illinois, nos Estados Unidos. Austin Jones admitiu ter trocado mensagens com fãs em que pedia para que elas provassem ser suas fãs, enviando vídeos com conteúdo sexual para ele. Ele ainda prometia ajudá-las a ganhar mais seguidores no Instagram caso mandassem o conteúdo. De acordo com registros do tribunal, citados pela revista People, ele pediu a duas das garotas identificadas na investigação como ‘vítima A’ e ‘vítima B’ que rebolassem para a câmera, com seus genitais à mostra, repetindo quantos anos tinham. “Você tem que fazer uma introdução para o vídeo. No começo, chegue bem perto e diga: ‘ei, Austin, aqui é [nome] e esta ‘b*nda’ tem [idade] anos. Depois balance por 30 segundos. Entendeu?”, disse Austin. Ambas as garotas, de 14 anos, teriam aceitado o pedido e mandado o material. “Que incrível seria para você! Ter o seu cantor favorito espancando sua b*nda. Se você tiver sorte, quem sabe eu deixo você me ch*par”, afirmou ainda ele, segundo a publicação. O influenciador digital admitiu também ter tentado coagir menores em outras 30 ocasiões, através do Facebook, pedindo vídeos e fotos pornográficas. Em 2015, quando as primeiras acusações vieram à tona na internet, ele fez um anúncio em vídeo admitindo que teria pedido vídeos para suas fãs que estariam ‘apenas dançando’. “Não é algo do qual me orgulhe, não é algo que acredite que esteja certo e eu não deveria ter feito”, afirmou na gravação. Hoje com 26 anos, ele tinha 530 mil assinantes em seu canal, em que costumava publicar versões de músicas à capela, que foram vistos mais de 41 milhões de vezes. Após o escândalo, o canal do cantor foi banido pelo YouTube.
Vingadores: Ultimato já foi visto por mais de 12 milhões de pessoas no Brasil
Uma semana após ter registrado a maior estreia de todos os tempos no Brasil – resultado da maior distribuição da História, com a ocupação de 80% dos cinemas – , “Vingadores: Ultimato” já se tornou o filme mais assistido de 2019 no território nacional. Só no dia da estreia, em 25 de abril, 1,6 milhão de pessoas fizeram filas para assistir ao filme. Ao final do primeiro fim de semana, o número chegou em 3,3 milhões de pessoas – estreia recorde no país. Agora, após 11 dias de exibição, “Vingadores: Ultimato” já soma 12,4 milhões de ingressos vendidos no mercado brasileiro. E continua lotando cinemas. Em seu segundo fim de semana em cartaz, o filme rendeu mais R$ 61,9 milhões, atingindo R$ 223,2 milhões na bilheteria nacional. Os números são da empresa especializada comScore. O sucesso é mundial. Em menos de duas semanas, “Vingadores: Ultimato” faturou US$ 2,18 bilhões, passou “Titanic” e se tornou a 2ª maior bilheteria da História do cinema. Por enquanto, o filme só perde para “Avatar” – algo que pode mudar em pouco tempo.
Atriz de Jogos Vorazes vai estrelar série musical do diretor de La La Land
A atriz Amandla Stenberg, conhecida pelo primeiro “Jogos Vorazes” (2012) e o drama “O Ódio que Você Semeia” (2018), será a protagonista feminina da série “The Eddy”, criada pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”) para a Netflix. Ela se junta ao ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) no elenco da atração, desenvolvida por Chazelle em parceria com o escritor britânico Jack Thorne (criador da série “The Last Panthers” e roteirista de “Extraordinário”). A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos da produção, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha adolescente reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. Amandla Stenberg viverá a filha, chamada Julie. A produção também confirmou Tahar Rahim (“O Profeta”, “O Passado”) como o sócio francês do clube e a atriz polonesa Joanna Kulig – que voltará a demonstrar os dotes vocais vistos em “Guerra Fria” (2018) – no papel de Maja, um cantora num relacionamento instável com Elliot. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner. Ainda não há previsão para a estreia.
Atriz de Boardwalk Empire surta e é internada em hospital
A atriz Paz de la Huerta, que ficou conhecida pela série “Boardwalk Empire”, o drama erótico “Viagem Alucinante” (2009) e o terror “Nurse – A Enfermeira Assassina” (2013), foi hospitalizada após intervenção policial. Segundo o site TMZ, o serviço de emergência de Nova York foi acionado após a atriz manifestar tendências suicidas. Ela é uma das mulheres que processou o produtor Harvey Weinstein por assédio e abuso sexual. Autoridades ouvidas pelo TMZ informaram que ela estava em um prédio na Upper West Side no fim da tarde de domingo (5/5), quando uma pessoa ligou para o 911 citando uma pessoa “perturbada emocionalmente” e aparentando ter intenções de cometer suicídio. Ela teria se trancado em uma sala e gritado, pedindo a presença da polícia de Nova York e atendimento médico. Com a chegada das equipes de resgate, a atriz foi levada para um hospital. Paz teve a carreira afetada por vários escândalos, que a confinaram ao mercado ultra-indie. Entre suas polêmicas, incluem-se um strip-tease gratuito numa festa em 2007, uma entrevista nua para uma revista em 2010, topless durante um show de Lana del Rey em 2011, ser barrada da festa do Globo de Ouro de 2011 por estar bêbada demais, declarar de ter tido um orgasmo com o fantasma de Elvis Presley, jogar um copo contra uma estrela de reality da MTV, perder processo contra os produtores de “Nurse”, que decidiram dublar sua voz no filme por conta da performance ruim, etc, etc. Ela também é uma das mulheres que acusaram Harvey Weinstein de abuso sexual. A atriz afirmou ter sido estuprada duas vezes pelo produtor em 2010, que se aproveitou do fato dela estar bêbada, e deu entrada num processo civil no ano passado. Weinstein deve ser julgado em setembro por assédio e abuso sexual, mas na esfera criminal e por outros casos, sem relação à queixa da atriz.
Roteirista de Cavaleiro das Trevas fará remake do terror Hellraiser
Depois dos recentes “Cemitério Maldito”, “Suspiria”, “Além da Morte”, “Poltergeist” e “Carrie”, Hollywood prepara mais um remake de terror clássico. A produtora Spyglass anunciou a contratação do roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) para escrever uma nova versão de “Hellraiser”, obra cultuadíssima do escritor/cineasta Clive Barker de 1987. O mais curioso nessa onda de refilmagens é que, com a exceção de “Cemitério Maldito”, os remakes tem dado prejuízo. Mas este foi o projeto escolhido pela Spyglass para marcar sua volta à atividade, após hiato de seis anos – desde o fracasso de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), em que foi coprodutora com vários estúdios. O novo Hellraiser está sendo descrito de forma esquizofrênica pela produtora: como “uma reimaginação” que é “fiel” ao original. Em comunicado, Goyer se disse fã do escritor Clive Barker e agradeceu “a chance de reimaginar Pinhead e os Cenobitas para um novo público”, prometendo “algo sombrio e visceral”. O filme original, baseado no livro “The Hellbound Heart” (“Hellraiser – Renascido do Inferno”, no Brasil), acompanhava um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra um artefato capaz de abrir uma porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado por anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, inferno, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o fantástico Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. A história original ganhou uma continuação oficial em 1988, escrita pelo próprio Barker, mas o sucesso tirou a franquia das mãos de seu criador, resultando em filmes cada vez mais fracos e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial. Ao todo, nove filmes foram lançados, mas os cinco últimos saíram direto em DVD.
Engavetado nos EUA, novo filme de Woody Allen será lançado na Itália
Engavetado pela Amazon Studios, o filme “A Rainy Day in New York”, de Woody Allen, vai ganhar lançamento na Itália — e, possivelmente, em outros países europeus. Segundo a revista americana Variety, a distribuidora Lucky Red fechou negócio para distribuir o longa e prevê um lançamento para a primeira semana de outubro. A data gera especulações de que o longa pode ter première mundial em setembro no Festival de Veneza. O filme estrelado por Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Selena Gomez (“Spring Breakers”), Elle Fanning (“Espírito Jovem”) e Jude Law (“Capitã Marvel”) é uma comédia romântica. A sinopse não foi divulgada, mas se sabe que a trama gira em torno de dois jovens que chegam a Nova York para passar um fim de semana. Rumores sugerem ainda que um homem mais velho, interpretado por Law, terá um relacionamento com uma adolescente, interpretada por Fanning, que tinha 19 anos durante a produção. “A Rainy Day in New York” foi concluído em 2018, mas a Amazon se recusou a lançá-lo nos cinemas após pagar sua produção. O estúdio desistiu do filme devido à repercussão da campanha da filha do diretor, Dylan Farrow, que aproveitou o movimento #MeToo para desenterrar acusações contra o cineasta. Ela afirma ter sido molestada quando criança por Allen, há cerca de três décadas. O diretor nega tudo e acusa sua ex, Mia Farrow, de lavagem cerebral. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen, que não foi condenado quando o caso foi levado tribunal em 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Mas nada disso faz diferença para a opinião pública. Dylan prometeu, em entrevista televisiva, que iria acabar com a carreira de Woody Allen. E cumpriu. Ao perceber que a Amazon não lançaria o filme nem cumpriria o acordo que previa produções de novos longas, o diretor abriu um processo contra a empresa, pedindo pelo menos US$ 68 milhões por quebra de contrato e indenização por pernas e danos. A Amazon contra-atacou citando comentários inadequados de Allen sobre o movimento #MeToo, junto com declarações públicas de vários atores que disseram que lamentavam trabalhar com ele como prova de que seria impossível lucrar com seus filmes. A campanha de Dylan também afetou a carreira de Allen no setor editorial. Na semana passada, uma reportagem do New York Times afirmou que quatro grandes editoras recusaram-se a publicar um livro de memórias do cineasta. Mas embora os Estados Unidos tenha lhe virado as costas, a Europa parece disposta a lhe conceder o benefício da dúvida. Além do lançamento de seu último filme na Itália, o cineasta está desenvolvendo uma nova produção, que será bancada pela produtora espanhola Mediapro e rodada em Barcelona, como “Vicky Cristina Barcelona” (2008), um dos maiores sucessos recentes do diretor.
Elle Fanning vira cantora no trailer legendado de Espírito Jovem
A Diamond divulgou o trailer legendado de “Espírito Jovem” (Teen Spirit), drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar da vida rural na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Light”, da cantora Ellie Goulding. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Robyn, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial se deu no mês passado nos Estados Unidos. O lançamento no Brasil, porém, ainda vai demorar: foi marcado apenas para 20 de junho.
HBO Go bate novo recorde de reclamações no Reclame Aqui
A plataforma de streaming HBO Go sofreu uma nova queda durante a exibição do último episódio de “Game of Thrones”, no domingo (5/5), gerando quase 1,6 mil reclamações em apenas duas horas no atendimento do serviço Reclame Aqui. O mal funcionamento já virou praxe na hora em que a série é disponibilizada, mas o número de reclamações vem crescendo a cada episódio. O episódio anterior já tinha rendido recorde de reclamações por hora. O novo mais que dobrou o volume de consumidores insatisfeitos. O problema é que a plataforma não suporta o aumento de tráfego das noites de domingo, por causa da procura por “Game of Thrones”, e vem deixando os assinantes na mão. Até agora, quatro episódios da última temporada foram exibidos e todos eles renderam queixas em relação ao serviço de streaming. O Reclame Aqui até produziu um gráfico que registra o crescimento da fúria dos assinantes do HBO Go, que pode ser visto abaixo. Com o crescimento da insatisfação, a nota da HBO caiu ainda mais na avaliação dos usuários. Está marcando apenas 2,3 em 10 pontos possíveis. Péssima. Como ainda faltam dois episódios até a série terminar, o recorde negativo pode aumentar.
Ilha das Flores é eleito melhor curta brasileiro de todos os tempos
A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) realizou uma eleição entre seus membros para apuração de um ranking com os melhores curtas brasileiros de todos os tempos. E o 1º lugar ficou com “Ilha das Flores”, que projetou o cineasta Jorge Furtado para além do Rio Grande do Sul. A produção gaúcha, disponível na plataforma Canal Brasil Play, venceu o Festival de Gramado de 1989. No ano seguinte, ganhou o Urso de Prata da categoria no Festival de Berlim, em 1990. Aclamado pela crítica, tornou-se tema de aula nas escolas e objeto de estudo de teses acadêmicas. O curta mostra em 12 minutos a trajetória de um tomate desde sua plantação até ser rejeitado dentro de uma casa e virar objeto de disputa entre humanos e porcos em um lixão. Outros títulos destacados pela votação incluem “Di” (1977), de Glauber Rocha, Blábláblá” (1968), de Andrea Tonacci, “A Velha a Fiar” (1964), de Humberto Mauro, e “Couro de Gato” (1962), de Joaquim Pedro de Andrade, que completam o Top 5. Furtado tem outo trabalho na lista, “O Dia em que Dorival Encarou a Guarda” (1986), co-dirigido com José Pedro Goulart, na 20ª posição. O resultado servirá de base para um livro realizado em parceria com Canal Brasil e Editora Letramento. Intitulado “Curta Brasileiro – 100 Filmes Essenciais”, a publicação será lançada no segundo semestre de 2019, com ensaios dedicados a cada um dos títulos. Veja abaixo uma versão completa de “Ilha das Flores”, em baixa definição.
Débora Falabella e Murilo Benício se separam após sete anos
Os atores Débora Falabella e Murilo Benício terminaram seu relacionamento de sete anos. Juntos desde 2012, quando contracenaram na novela “Avenida Brasil”, eles deixaram de aparecer com alianças desde janeiro. E após o colunista Leo Dias questionar seus assessores, a separação foi confirmada nesta segunda (6/5). “Débora e Murilo não estão mais juntos como um casal, mas continuam amigos e parceiros de trabalho”, informou a assessoria da atriz. Os representantes de Murilo deram a mesma resposta: “A assessoria de imprensa do ator Murilo Benício confirma a separação de Murilo Benício e Débora Falabella. Eles continuam amigos e parceiros nos projetos profissionais.” O relacionamento foi assumido pelo ator em uma entrevista para Marília Gabriela, logo após o fim das gravações de “Avenida Brasil”. “Namorando não, eu estou praticamente casado com ela”, disse na ocasião. “Praticamente casados”, eles chegaram a usar uma aliança de compromisso e se dividiam entre a casa dele, no Rio – comprada já pensando no casal – e a dela, em São Paulo. Murilo é pai de Antônio e Pietro, das relações com Alessandra Negrini e Giovanna Antonelli, respectivamente. Já Débora é mãe de Nina, do relacionamento que teve com o músico Eduardo Chuck. Os dois também trabalharam juntos nas minisséries “Nada Será como Antes” (2016) e “Se Eu Fechar os Olhos Agora” (2018) e no filme “O Beijo no Asfalto” (2018), estreia de Benício como diretor. Eles também adquiriram os direitos do livro que deu origem a série “Doctor Foster”, da BBC. Murilo planejava dirigir Débora no projeto, mas ela desistiu alegando falta de disponibilidade em sua agenda.
Nasce o filho de Meghan Markle e do Príncipe Harry
Nasceu o novo bebê real, o primeiro filho do príncipe Harry e da duquesa de Sussex, também conhecida como a atriz Meghan Markle. A casa de Sussex comunicou oficialmente que a duquesa deu à luz um menino na madrugada dsegunda-feira (6/5). Em tempos modernos, o anúncio não foi precedido por trombetas, mas publicado no Instagram. O texto informa que a mãe e o bebê estavam na Forgmore Cottage, casa da família, ao lado de Harry e da mãe de Meghan, Doria RaGland – sugerindo que o menino nasceu em um parto domiciliar, como o casal planejava, mas a informação não foi confirmada pelo palácio. Ainda sem nome divulgado, o pequeno herdeiro real, sétimo na linha sucessória do trono britânico, chegou ao mundo às 5h26 (1h26 no horário de Brasília), pesando 3,3 kg e passa bem, assim como a duquesa. O comunicado diz ainda que os membros da Família Real, membros da família Spencer (parentes de Diana, mãe de Harry) e Doria RaGland estão radiantes com a notícia. “A Rainha, o Duque de Edimburgo, o Príncipe de Gales, a Duquesa da Cornualha, o Duque e a Duquesa de Cambridge, Lady Jane Fellowes, Lady Sarah McCorquodale e Earl Spencer foram informados e estão encantados com a notícia. A mãe da duquesa, Doria Ragland, que está muito feliz com a chegada de seu primeiro neto, está com a Sua Alteza Real em Frogmore Cottage. Sua Alteza Real e o bebê estão bem”. Meghan entrou em trabalho de parto nas primeiras horas da madrugada, acompanhada pelo marido, segundo o perfil oficial da Família Real no Twitter. Desde então, jornalistas e súditos aguardavam ansiosos na porta do Palácio de Windsor por qualquer notícia do nascimento do novo bebê real. O príncipe chegou a sair do local para conversar com a imprensa. Em vídeo também publicado no Instagram oficial do casal real, ele disse que o parto “foi incrível, absolutamente incrível” e que está muito orgulhoso de sua esposa. “Tem sido a experiência mais incrível que eu poderia imaginar. Nós dois estamos absolutamente empolgados e tão agradecidos por todo o amor e apoio de todos por aí, tem sido incrível, então só queríamos compartilhar isso com todo mundo”, afirmou, sorridente. A correspondente real Rebecca English disse, no Twitter, que mais informações deverão aparecer em frente ao Palácio de Buckingham, como manda a tradição. “Um aviso de nascimento emoldurado aparecerá em exibição em um cavalete cerimonial no pátio do Palácio de Buckingham após o nascimento do filho do Duque e da Duquesa de Sussex”. Mas isso pode levar alguns dias, devido a motivos protocolares. O principal dele é que o anúncio deverá incluir o nome do bebê. E não pode ser um nome qualquer. Ele precisará primeiro ser conhecido pela Rainha da Inglaterra, antes de ser divulgado publicamente. E também precisará agradar aos membros da família real, além de honrar a sua história. Por isso, não é incomum que os pais guardem o nome por alguns dias para ter certeza de que todas as instâncias serão satisfeitas. Ao falar com a imprensa britânica, o príncipe Harry disse que deve revelar o nome (e o rostinho) do bebê pelos perfis oficiais nas redes sociais dentro de dois dias. Harry e a duquesa Meghan também anunciaram que não desejam receber presentes pela chegada de seu primeiro filho, mas que doações em nome do herdeiro para as organizações beneficentes Lunchbox Fund, WellChild, Baby2Baby e Little Village HQ, que apoiam crianças carentes, serão bem-vindas. Visualizar esta foto no Instagram. We are pleased to announce that Their Royal Highnesses The Duke and Duchess of Sussex welcomed their firstborn child in the early morning on May 6th, 2019. Their Royal Highnesses’ son weighs 7lbs. 3oz. The Duchess and baby are both healthy and well, and the couple thank members of the public for their shared excitement and support during this very special time in their lives. More details will be shared in the forthcoming days. Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 6 de Mai, 2019 às 6:37 PDT Visualizar esta foto no Instagram. This afternoon, His Royal Highness The Duke of Sussex shared the news of the arrival of his and the Duchess’ first born child. Their son was born early morning on the 6th of May, 2019 and weighs 7lbs and 3oz. Their Royal Highnesses thank you for your support and kindness during this exceptionally joyful time in their lives as they welcome their baby boy. Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 6 de Mai, 2019 às 9:17 PDT
Homem-Aranha: Longe de Casa revela futuro da Marvel em trailer cheio de spoilers
A Sony divulgou um novo trailer de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, em versões dublada e legendada. E ele vem tão carregado de spoilers que começa com um aviso do ator Tom Holland, recomendando que seja evitado por quem ainda não viu “Vingadores: Ultimato”. A prévia deixa claro que o filme é continuação direta do blockbuster da Marvel, refletindo as perdas da batalha contra Thanos. A trama também estabelece novas funções para os personagens de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Happy Hogan (Jon Favreau) em relação à Peter Parker (Holland), como mentores/parceiros. Mas há muito mais informações, como a aparente dedução da identidade secreta do herói por MJ (Zendaya) e até a introdução de um multiverso na Marvel. Mysterio (Jake Gyllenhaal) teria vindo de outra realidade, após a manopla do infinito fragilizar as linhas temporais. Esta revelação abre uma lista de possibilidades intrigantes – entre elas, o retorno dos heróis mortos em “Vingadores: Ultimato”. Porém… Mysterio também é conhecido nos quadrinhos por ser um grande farsante. Ele está sendo apresentado como herói no marketing da produção, mas sempre foi vilão nas publicações da Marvel – um especialista em efeitos especiais, que usa truques para fingir ser superpoderoso. E os fãs já deduziram que as ameaças enfrentadas pelo Aranha no filme não são exatamente o que parecem. Enfim, muita coisa acontece no trailer, sugerindo ou um blefe de mestre ou grandes desdobramentos para o futuro da Marvel nos cinemas. Novamente escrito por Erik Sommers e Chris McKenna, e com direção de Jon Watts, responsáveis pelo filme anterior, “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cineasta desiste de processo de plágio contra criadores de Stranger Things
O autor do processo contra os irmãos Matt e Ross Duffer, por plágio na criação da série “Stranger Things”, desistiu da ação. O cineasta Charlie Kessler alegava que os dois roubaram uma ideia dele para produzir a série da Netflix. O julgamento começaria nesta terça-feira (7/5), mas Kessler voltou atrás no domingo. Em um comunicado, ele disse que reconhece que os Duffer “criaram a série de forma independente”. A mudança de tom foi tão grande que a imprensa americana passou a especular se ele recebeu algum dinheiro nos bastidores para desistir do processo. Na ação, Kessler afirmava ter ficado perplexo após o lançamento de “Stranger Things”, em 2016, afirmando que os criadores não só se apropriaram da premissa de seu curta “Montauk” (2011), como usaram o título de “The Montauk Project” para se referir à série, quando a apresentaram para o mercado. Segundo a acusação, a trama sobre um caso de desaparecimento de um menino, envolvendo acontecimentos sobrenaturais em uma pequena cidade com uma base militar misteriosa – tal como Hawkins, cenário da série da Netflix – foi plagiada após uma conversa entre Kessler e os irmãos Duffer no Festival de Cinema de Tribeca em 2014, na qual o roteirista apresentou sua ideia de ampliar o universo do curta para uma série de televisão. A obra teria até mesmo um monstro similar ao Demogorgon, inspirado em um boneco de jogos de tabuleiro. Leia abaixo a declaração integral de Kessler, justificando sua desistência. “Depois de ouvir esta semana o testemunho do especialista legal que contratei, ficou evidente para mim que, apesar do que eu acreditei no passado, meu trabalho não teve nada a ver com a criação de ‘Stranger Things’. Documentos de 2010 e 2013 provam que os Duffers criaram sua série de forma independente. Como resultado, retirei a minha queixa e não farei mais comentários sobre este assunto.”












