Foto no Instagram confirma presença de Krypto na série Titãs
O ator australiano Joshua Orpin, que vai interpretar Superboy na 2ª temporada de “Titãs”, divulgou uma nova foto de bastidores das gravações que confirma a presença do cachorro Krypto nos novos episódios. Ao lado do close de uma placa de identificação de um cachorro branco, em que se lê o nome Krypto, ele escreveu: “Mais rápido do que um coelho de corrida… mais poderoso do que uma bola de tênis… capaz de pular no seu sofá e roubar o seu lanche”. Conforme vislumbrado na cena pós-créditos da 1ª temporada, “Titãs” vai refletir a origem de Superboy apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). A breve aparição do personagem serviu para mostrar sua fuga do laboratório genético Cadmus, e que ele não fugiu sozinho. O jovem levou consigo um companheiro de experiências: um cachorro branco. A dogtag agora confirma que o animal é mesmo o célebre Krypto, supercão dos quadrinhos da DC Comics. Vale lembrar que o Superboy e o Krypto atuais não tem nenhuma relação com os personagens clássicos dos quadrinhos, que eram, respectivamente, a versão adolescente do Superman e o cachorro enviado para a Terra antes de Kal-El, num teste de foguete do planeta Krypton. O novo Superboy é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O produtor de “Titãs” Greg Walker até já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome numa entrevista. Connor foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a plataforma DC Universe, que exibe “Titãs”, faz até sentido que sua história influencie a abordagem do personagem. Já a participação de Krypto em “Titãs” seguirá uma cronologia que não existe em outras mídias. A atual versão do cachorro nos quadrinhos, pós-“Novos 52”, foi salva por Superman da Zona Fantasma, onde estava desde a destruição do planeta Krypton, e virou o pet da família do herói. Por fim, com os novos episódios Joshua Orpin (“The Blake Mysteries: Ghost Stories”) será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin). No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Faster than a speeding rabbit… More powerful than a tennis ball… Able to leap onto the couch and steal your snack… #superdog #whosagoodboy #dcutitans Uma publicação compartilhada por Joshua Orpin (@joshua_orpin) em 11 de Jun, 2019 às 7:46 PDT
Do cinema à música, saiba mais sobre a influência dos cassinos na cultura pop
Pôquer, roletas, blackjack, caça-niqueis, tensão na mesa, sorte, azar e blefe. Os grandes cassinos são cenários de grandes momentos de diversão e tensão. Não é toa que sua realidade tenha inspirado tanta ficção. São muitos filmes, mas também séries, games, músicas, etc. Não faltam exemplos da influência dos cassinos no cinema. Desde clássicos da era de ouro de Hollywood, como “Cassino Flutuante” (1933), estrelado por Cary Grant, até o próprio “Cassino” (1995), de Martin Scorsese. O impacto na cultura pop é tanto que até James Bond tem um filme ambientado em Monte Carlo, “Cassino Royale” (2006), dirigido por Martin Campbell, que lançou a atual fase do espião 007. Na verdade, praticamente todos os gêneros já tiveram histórias passadas em cassinos, especialmente em Las Vegas. E os tons variam radicalmente, do drama delirante “Medo e Delírio em Las Vegas” (1998), com Johnny Depp, ao drama depressivo, “Despedida em Las Vegas” (1995), que rendeu o Oscar de Melhor Ator para Nicolas Cage. Não faltam tampouco comédias de ação com golpistas, ao estilo popularizado por “Onze Homens e um Segredo” (2001), de Stephen Soderberg, que inaugurou uma franquia com elenco de peso, formado por ninguém menos que George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon e Julia Roberts. E que, por sua vez, surgiu como remake de um filme de mesmo nome, estrelado por Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. em 1960. Por sinal, uma turma com tradição de shows em Las Vegas. E também não são poucas as comédias rasgadas, de tom absurdo, como outra trilogia, “Se Beber, Não Case”, estrelada por Bradley Cooper, Zach Galifianakis e Ed Helms em lançamentos de 2009, 2011 e 2013. A lista ainda poderia seguir com “Viva Las Vegas” (1964), “O Jogador” (1974), “Jogada de Risco” (1996), “Crupiê: A Vida em Jogo” (1998), “Quebrando a Banca” (2008), e incluir o brasileiro “Até que a Sorte nos Separe 2” (2015), que teve cenas passadas em Las Vegas e registrou um dos últimos trabalhos do ator Jerry Lewis. Recentemente, “A Grande Jogada” (2017), com Jessica Chastain, foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro ao revelar uma história real de cassino clandestino. Com o avanço da tecnologia, até as apostas dos cassinos online foram parar no cinema, na trama do thriller “Aposta Máxima” (2013), estrelado por Justin Timberlake e Ben Affleck. O tema dos cassinos também já rendeu diversas séries, como “Las Vegas” (2003–2008), “Vegas” (2012–2013) e a britânica “Blackpool” (2004), games como “GTA” e “Raibow Six: Vegas”, que oferecem um nível de imersão impressionante, sem esquecer de músicas, desde clássicos de Frank Sinatra e Elvis Presley até um hit de Katy Perry, e inspirações para inúmeros personagens clássicos dos quadrinhos, do vilão Coringa ao herói Gambit. Quer saber mais? Confira abaixo o infográfico interativo criado pelo time de conteúdo da Betway Cassino com mais exemplos sobre a influência dos cassinos na cultura pop. Quer saber mais? Confira abaixo o infográfico interativo criado pelo time de conteúdo da com mais exemplos sobre a influência dos cassinos na cultura pop. Powered by Betway
Pennyworth: Série sobre Alfred ganha trailer eletrizante passado nos anos 1960
O canal pago americano Epix divulgou o pôster e o trailer completo da série “Pennyworth”, que vai acompanhar a juventude do futuro mordomo e melhor amigo do Batman, Alfred Pennyworth. A prévia destaca Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) no papel-título, revela como ele se envolve com Thomas Wayne (Ben Aldridge, de “Reign”), mostra a impecável reconstituição de época e sugere o clima da produção, inspirado em tramas de espionagem e ação da época. A prévia demonstra que a nova atração deve mais às séries eletrizantes dos anos 1960 do que aos quadrinhos. Há um pouco de “Vingadores” (a série britânica), “Agente da UNCLE” e até do “Batman” de 1966 nas cenas reveladas, além de, claro, influência de James Bond. Apesar disso, o tom é mais sério e conservador que as produções do período, e aparentemente impermeável à Beatlemania, o que inclusive destoa da música (maravilhosa) escolhida como trilha – o clássico mod “Tin Soldier”, da banda Small Faces. “Pennyworth” foi criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A produção ainda destaca a cantora Paloma Faith (“Juventude”) como Bet Sykes, vilã sádica que “testará a coragem” dos jovens Alfred e Thomas, Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”) como outro vilão, o elitista Lorde Harwood, e Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. Em ascensão, Corrin também viverá a Princesa Diana na série “The Crown”. A 1ª temporada com dez episódios vai estrear em 28 de julho nos Estados Unidos. E não há previsão para sua exibição no Brasil.
Paul Rudd pede campanha de fãs por novo filme do Homem-Formiga
Paul Rudd revelou que a Marvel não tem planos para um terceiro filme do Homem-Formiga. Em entrevista ao site Yahoo!, o ator disse que adoraria estrelar mais um longa-metragem do herói, e que conta com os fãs para fazer isso acontecer. “Vocês precisam ligar para a Marvel e começar uma campanha para que isso aconteça”, disse Rudd. A Marvel ainda não anunciou oficialmente nenhum filme após a estreia de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, embora já tenha começado a filmar “Viúva Negra” e a contratar o elenco de “Eternos”. O cronograma dos próximos lançamentos deve ser conhecido somente após o novo Homem-Aranha chegar aos cinemas. Mas o Yahoo cita fontes que teriam confirmado uma continuação para “Homem-Formiga e a Vespa” (2018), além de “Doutor Estranho 2”, “Pantera Negra 2”, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e um inesperado “Thor 4”.
Daniela Mercury celebra Dia dos Namorados com clipe romântico LGBTQIA+
A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Duas Leoas”, música que inclui vocais de sua mulher Malu Verçosa. A canção romântica fala sobre o relacionamento amoroso do casal, formado por duas leoninas – daí o título da canção. “Nós duas, nós nuas, e o nosso amor à toa”, canta Daniela. Para completar, o clipe chega na internet no Dia dos Namorados (12/6). E também é uma celebração do Mês do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em junho. O casal dedicou o vídeo, que traz várias cenas de intimidade delas, à comunidade LGBTQIA+ e aos ministros do STF que recentemente votaram por criminalizar a homofobia. O julgamento, por sinal, será retomado nesta semana, a tempo de ser festejado na Parada de Orgulho LGBTQIA+.
Criador da série da HBO pede para turistas respeitarem Chernobyl
O roteirista e produtor Craig Mazin, criador de “Chernobyl”, decidiu se manifestar sobre a onda turística deflagrada na Zona de Exclusão de Chernobyl após o sucesso da minissérie. Ele postou um recado no Twitter para os turistas interessados pelo local do acidente nuclear. “É maravilhoso que ‘Chernobyl’ tenha inspirado uma onda de turismo para a Zona de Exclusão. Vi as fotos por aí. Se você visitar, lembre-se que uma terrível tragédia ocorreu por lá. Comportem-se com respeito por todos os que sofreram e se sacrificaram”, escreveu. Boa parte das visitas ocorreram na cidade de Pripyat, na Ucrânia, vizinha à fábrica, que viu seu turismo aumentar em até 40% desde que a série entrou no ar. A cidade abriu para o turismo apenas em 2011, quando seu nível de radiação foi considerado suportável, e só pode ser acessada por meio de uma excursão licenciada. Mas muitos visitantes tem postado fotos inapropriadas nas redes sociais, até ensaios sensuais no cenário devastado. Uma garota que posou de topless em Pripyat chegou a receber diversos comentários raivosos. “Seu próximo ensaio será em Auschwitz? O que está errado com você?”, escreveu uma pessoa, citando um campo de concentração nazista em que milhares de judeus foram assassinados. Também há muitos turistas que acham divertido fazer fotos com cara de “desesperado” na cidade. Quem vai lá se divertir, entretanto, esquece que o local continua, até hoje, contaminado com radiação do desastre e ela deve perdurar por mais algumas décadas. It's wonderful that #ChernobylHBO has inspired a wave of tourism to the Zone of Exclusion. But yes, I've seen the photos going around. If you visit, please remember that a terrible tragedy occurred there. Comport yourselves with respect for all who suffered and sacrificed. — Craig Mazin (@clmazin) June 11, 2019 Ver essa foto no Instagram It was a truly a fool’s errand to visit the Nuclear Exclusion Zone around Pripyat, but it was even better with another fool. ☢️ ? @ballancio Uma publicação compartilhada por Ken Fager (@kenfager) em 10 de Jun, 2019 às 1:50 PDT Ver essa foto no Instagram Do it for the ‘gram, even if that means travelling to a nuclear waste land. #struglinginfluencer Uma publicação compartilhada por Stuggling Influencer (@struggling_influencer) em 11 de Jun, 2019 às 8:23 PDT
Festival Cine-Edit Brasil faz festa de documentários musicais com filmes e shows
O Festival Cine-Edit Brasil chega a sua 11ª edição nesta quarta (12/6) em São Paulo, fazendo um panorama abrangente da produção de documentários musicais no país e no mundo. Até 25 de junho, o evento vai exibir, ao todo, 57 filmes em cinco salas – Spcine Olido, CCSP, Cinemateca e Matilha Cultural, com entrada gratuita, e no CineSESC, com ingressos a R$ 12. Também estão programadas sessões especiais do lançamento da série “História Secreta do Pop Brasileiro”, de André Barcinski, sobre músicas da Xuxa, Gretchen e as picaretagens que fizeram sucesso nos anos 1970 e 1980. Sem esquecer de atividades paralelas, como uma Feira de Vinil e muitos shows, que levam o festival a ocupar novos espaços, como a Sala Olido, Sala Adoniran Barbosa (CCSP), Cine Joia, Blue Note São Paulo e Z Largo da Batata. O fato de se tornar um projeto de fôlego, com expansão para mais locais e com shows de alguns dos artistas documentados, demonstra seu fortalecimento, mesmo tão próximo do É Tudo Verdade, o festival de documentários mais proeminente do Brasil – que acontece em abril, sempre lançando muitos filmes musicais. O longa de abertura é “My Generation”, um passeio pela era mod de Londres nos anos 1960, guiado pelo ator Michael Caine, com depoimentos de Paul McCarney, Roger Daltrey, Marianne Faithfull, Lulu e outros. A seleção internacional inclui mais 20 títulos de diversos países, a maioria produções inéditas no Brasil e sem previsão de estreia no circuito comercial, que abordam artistas tão diferentes quanto Joan Jett, Miles Davis, New Order, Ryuichi Sakamoto, Agnostic Front, Elvis Presley, Luther Pendergrass e Suede, além de gravadoras históricas, como Trojan e Blue Note, referências do reggae e do jazz, e até a lendária discoteca Studio 54, de Nova York. A lista nacional é ainda mais eclética, com diversas estreias nacionais. Há obras sobre artistas como Alceu Valença, Arrigo Barnabé, Dorival Caymmi, Arnaldo Antunes, Clementina de Jesus, Edy Star, grupo Rumo, A Grande Trepada, Nação Zumbi e também sobre gravadoras nacionais, como a Deck Discos, e movimentos musicais, do underground indie de “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music”, à história da música eletrônica nacional, em “Eletronica:Mentes”, sem esquecer de “O Barato de Iacanga”, que lembra o lendário Festival de Iacanga, responsável por juntar em 1975 Os Mutantes, Som Nosso de Cada Dia e Jorge Mautner. Entre os curtas, destacam-se registros de artistas femininas, como “Beat É Protesto – O Funk Pela Ótica Feminina” e “Feito por Elas”, sobre bandas de rock femininas do underground paulistano. A programação completa, com todos os títulos, horários e endereços, pode ser conferida no site oficial.
Rob Zombie divulga o teaser da continuação de Rejeitados pelo Diabo
O roqueiro e diretor Rob Zombie divulgou o primeiro teaser de seu novo filme, “3 From Hell”, sequência de seu maior (único?) sucesso nos cinemas, “Rejeitados pelo Diabo”. O filme ainda não teve sinopse divulgada, mas traz de volta Sheri Moon Zombie, Bill Moseley e Sid Haig em seus papeis, respectivamente como Baby, Ottis e Capitão Spaulding. Algumas cenas revelam os personagens aprisionados. A família caipira assassina foi introduzida em “A Casa dos 1000 Corpos” (2003), primeiro longa dirigido por Zombie, e assumiu protagonismo definitivo na continuação “Rejeitados pelo Diabo” (2005). Os dois filmes ganharam status cult e rederam contrato para Zombie dirigir o remake de “Halloween” (2007), que acabou comprometendo toda a credibilidade que ele tinha conquistado. Sem repetir o mesmo desempenho com os filmes que fez desde então, o diretor agora volta às origens, para transformar a história que o lançou no cinema numa trilogia. O elenco ainda conta com Danny Trejo (“Machete”), Emilio Rivera (“Mayans M.C.”), Clint Howard (“O Bola Fora”) e outros. A estreia está marcada para 31 de outubro nos Estados Unidos e não há previsão para o lançamento no Brasil.
Love, Antosha: Documentário sobre a vida de Anton Yelchin ganha trailer emocionante
O documentário “Love, Antosha”, sobre a vida “inacabada” e a carreira de Anton Yelchin, teve o seu primeiro pôster e um trailer emocionante revelado. É de partir o coração, como sugere o cartaz. O ator conhecido por interpretar Chekov nos novos filmes da franquia “Star Trek” faleceu em 2016, vítima de um acidente automobilístico bizarro dentro de sua própria casa. Ele foi encontrado por amigos esmagado por seu carro no muro de sua residência, em San Fernando Valley, na grande Los Angeles. Tinha apenas 27 anos. Nascido na Rússia em 1989, Yelchin se mudou para os Estados Unidos com a família aos seis meses de idade. E deu início à uma carreira intensa aos 10 anos, em um papel na série “E.R. — Plantão Médico”. Um ano depois, atuou ao lado de Anthony Hopkins no filme “Lembranças de um Verão” (2001). E nunca mais parou – até a morte precoce. O longa é dirigido por Garret Price, mas traz muitas cenas filmadas pelo próprio ator. Além de materiais do arquivo de Yeltchin, o filme traz depoimentos da família, de diversos atores com quem trabalhou, como Chris Pine, Simon Pegg, Kristen Stewart, Willem Dafoe, Jodie Foster, John Cho, Ben Foster, Jennifer Lawrence, Zoe Saldana e Nicolas Cage, e de diretores, como J.J. Abrams, Joe Dante, Drake Doremus – e muitos outros. Durante a première no Festival de Sundance, “Love, Antosha” atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 2 de agosto nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.
Cena “exclusiva” mostra Peter Parker descoberto com traje do Homem-Aranha em lavanderia
O apresentador Jimmy Kimmel divulgou numa divertidíssima cena exclusiva de “Homem-Aranha: Longe de Casa” em seu talk show noturno. Tão exclusiva que nem está no filme, só no programa de Kimmel. Na verdade, trata-se de um esquete em que Tom Holland encarna Peter Parker numa ida à lavanderia, para retirar seu uniforme de Homem-Aranha com o desatento atendente Joe (vivido, claro, por Kimmel). Confundindo o uniforme com um pijama, Joe só acha estranho que Peter leve a roupa para lavar tantas vezes por semana. E só percebe que Peter esconde um segredo quando um noticiário mostra o Homem-Aranha em ação na TV, usando o mesmo pijama. “Já sei o que está acontecendo… você é um influencer!”, conclui o personagem de Kimmel. A esquete ainda traz referências a Deadpool, Demolidor e Hulk. Confira abaixo. Nunca é demais lembrar que “Homem-Aranha: Longe de Casa” estreia em 4 de julho Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Sérgio Mallandro volta a aparecer em comercial de MIB: Homens de Preto – Internacional
A Sony divulgou um novo comercial de “MIB: Homens de Preto – Internacional” com participação de Sérgio Mallandro. As aparições seguem o estilo dos comerciais da Netflix, em que celebridades locais surgem “contracenando” (via montagem) com o elenco internacional, como se fizessem parte da trama. O filme retoma a franquia de sucesso dos anos 1990, mas em vez de Tommy Lee Jones e Will Smith como os agentes K e J, a continuação reúne os astros de “Thor: Ragnarok”, Chris Hemsworth e Tessa Thompson, como os agentes H e M. O elenco também conta com Liam Neeson (“Busca Frenética”) e Emma Thompson. E ela é a única intérprete que já apareceu na franquia, em “”MIB: Homens de Preto 3” (2013). Com direção de F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), a continuação/spin-off/reboot/mutação estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Big Little Lies retorna com audiência maior na HBO
A estreia da 2ª temporada de “Big Little Lies” foi vista ao vivo por 2,5 milhões de espectadores na noite de domingo (9/6) nos Estados Unidos, incluindo a audiência do canal pago HBO e de seu serviço de streaming. O número supera em mais de 30% o lançamento da série em 2017 (1,8 milhão) e fica bem próximo do final da 1ª temporada, com 2,6 milhões de visualizações. Em relação ao público que sintonizou a série apenas na TV, o total foi de 1,4 milhão, a segunda maior audiência da série. Apenas a season finale foi vista por mais pessoas – 1,8 milhão. Enquanto o primeiro ano foi focado no mistério sobre quem tinha morrido, o segundo começa com a investigação e destaque para o papel de Meryl Streep, que faz sua estreia na produção. A atriz multivencedora do Oscar vive Mary Louise Wright, mãe do violento Perry Wright (papel de Alexander Skarsgard). Na trama, ela busca respostas sobre a morte do filho. As cinco mulheres envolvidas no crime são vividas por Laura Dern, Shailene Woodley, Zoe Kravitz, Reese Witherspoon e Nicole Kidman. As duas últimas também produzem a série, que adaptou o livro homônimo de Liane Moriarty integralmente em sua 1ª temporada. Os novos capítulos são uma criação original do roteirista-produtor David E. Kelley (“Mr. Mercedes”), e todos foram dirigidos pela inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”). Assim como nos Estados Unidos, a estreia aconteceu em 9 de junho no Brasil.
Jessica Jones ganha cena inédita e mais de 20 fotos de sua última temporada
A Netflix divulgou uma cena e mais de 20 fotos da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. A prévia traz a protagonista (vivida por Krysten Ritter) discutindo com sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. Trish Walker (Rachael Taylor) aparece com uma roupa preta que chega a lembrar um dos disfarces do Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. As fotos, por sua vez, destacam em vermelho o novo inimigo de Jessica Jones: o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que a temporada vai marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).












