Jessica Jones ganha cena inédita e mais de 20 fotos de sua última temporada
A Netflix divulgou uma cena e mais de 20 fotos da 3ª e última temporada de “Jessica Jones”. A prévia traz a protagonista (vivida por Krysten Ritter) discutindo com sua melhor amiga, após ela ganhar superpoderes na temporada anterior. Trish Walker (Rachael Taylor) aparece com uma roupa preta que chega a lembrar um dos disfarces do Demolidor, mas não sua personagem nos quadrinhos, a Felina (Hellcat), cujo uniforme era amarelo. As fotos, por sua vez, destacam em vermelho o novo inimigo de Jessica Jones: o psicopata Gregory Salinger (Jeremy Bobb, da série “Boneca Russa”), que nos quadrinhos assume a identidade do Matador de Idiotas (Foolkiller). Ele foi o segundo vilão a adotar esse nome e se tornou popular o suficiente para merecer uma minissérie nos anos 1990, além de render um imitador num título individual da linha Max, dedicada a publicações adultas da Marvel – e que originou Jessica Jones. O melhor é que após Salinger se regenerar, ele virou, acredite se quiser, o psicanalista de Deadpool! Outra novidade é que a temporada vai marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Os capítulos finais chegam ao streaming na sexta-feira (14/6). “Jessica Jones” é a última série da Marvel na Netflix. Seu final também marca o fim da parceria, que desandou com o anúncio do projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus). Todas as séries da parceria (“Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”) foram canceladas como retaliação. Mas há rumores de resgate na Disney+ (Disney Plus).
Versão anime de Ultraman é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da sua versão em anime de “Ultraman”. “Prepare-se para vestir a armadura mais uma vez. Ultraman está voltando para sua 2ª temporada”, escreveu o serviço de streaming no Twitter, junto de um pequeno vídeo. A série animada é uma continuação da segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados que trocavam socos em cenários de miniaturas de cidades. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova produção acompanha Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que leva a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo ao seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. O novo “Ultraman” foi desenvolvido pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, sob a direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Get ready to armor up once again, Ultraman is coming back for Season 2. pic.twitter.com/34Bsn0MRMt — NX (@NXOnNetflix) June 11, 2019
Mulher diz ter sido escravizada por Allison Mack em julgamento de seita sexual
Uma testemunha ouvida durante o julgamento dos líderes da seita NXIVM revelou ter sido escrava sexual da ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Identificada apenas como “Nicole”, a mulher contou, em seu depoimento no tribunal, que encontrou com Mack em 2014, quando passava por dificuldades financeiras. Ela entrou no grupo no mesmo ano, por conselho do namorado, para fazer cursos que combinavam atuação e psicologia. Ela declarou que ficou incomodada com a forma como as pessoas idolatravam o líder do grupo, o guru Keith Raniere, mas logo começou a dar aulas e ganhar dinheiro. Em fevereiro de 2016, Nicole foi convidada por Mack a se juntar ao ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde apenas mulheres eram permitidas. “Ela me contou sobre essa organização de mulheres”, testemunhou “Nicole”. “Isso me faria sentir melhor. Seria exatamente o que me ajudaria a sair de onde eu estava mentalmente naquele momento.” A mulher afirmou que Mack a convenceu a lhe dar uma série de “garantias” para não ir embora, como assinar um termo revelando que foi estuprada pelo pai e documentos liberando o NXIVM de responsabilidade por “danos físicos e psicológicos”. A testemunha diz que, a partir daí, passou a viver uma relação de “escravo e mestre”, sendo dominada psicologicamente por Mack, que a proibia de sair do grupo e até de fazer sexo com seu namorado. E um dia a ex-atriz a levou vendada até Raniere, ordenando-a a ser “uma boa escrava”. Após ter os pulsos e tornozelos amarrados, ela passou então a receber sexo oral de várias pessoas. “Eu estava tão confusa. Foi aterrorizante”, disse a testemunha. Raniere está sendo julgado por tráfico sexual, conspiração, extorsão, trabalho forçado e lavagem de dinheiro. Já Allison Mack declarou-se culpada em abril por conspiração e extorsão. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”). Segundo “Nicole”, Mack manteve India Oxenberg numa dieta de 500 calorias diárias, quase matando a jovem de fome, porque, apesar de o “mestre supremo” (Raniere) dizer que mulheres magras eram mais vigorosas, isso as tornava mais fracas e sugestionáveis. A história da seita vai virar uma minissérie documental do canal HBO.
Vídeo revela Geena Davis no elenco de GLOW
A Netflix divulgou um vídeo legendado que revela a participação de Geena Davis (do clássico “Thelma & Louise”) na 3ª temporada de “GLOW”, além da primeira foto de sua personagem na trama (acima). A icônica atriz vencedora do Oscar (por “O Turista Acidental”) aparecerá em 5 dos 10 episódios da temporada, no papel de Sandy Devereaux St. Clair, uma ex-showgirl de Las Vegas que agora é diretora de entretenimento do Fan-Tan Hotel & Casino, onde as lutadoras vão se apresentar. “GLOW” acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do segundo ano da série, elas foram chamadas para se apresentar ao vivo em Las Vegas. Segundo a sinopse dos novos episódios, a paixão de Ruth (Alison Brie) pela produção do programa vai perder espaço para sua “vida pessoal cada vez mais complicada”. Enquanto isso, Debbie (Betty Gilpin) se tornará cada vez mais confiante em sua posição como produtora. “Enquanto os dias se passam em Las Vegas, as linhas entre performance e realidade começam a desaparecer, e o elenco se vê lutando com suas próprias identidades, dentro e fora do ringue”, completa o texto. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série destaca no elenco Alison Brie (“Artista do Desastre”), Betty Gilpin (“Juntos para Sempre”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Os novos episódios estreiam em 9 de agosto.
Boneca Russa é renovada para a 2ª temporada na Netflix
A Netflix confirmou a produção da 2ª temporada de “Boneca Russa” (Russian Doll), série de looping temporal estrelada por Natasha Lyonne (a Nicky de “Orange Is the New Black”). Mais demorado que o habitual, o anúncio veio quatro meses após a estreia dos episódios inaugurais. E foi comemorado num vídeo da atriz, que pode ser conferido abaixo. Na trama original de humor negro, ela celebra seu aniversário numa festa noturna na cidade de Nova York, se droga, se diverte e morre. Apenas para voltar à cena inicial, no banheiro da festa. Várias Vezes. Basicamente como “A Morte Te Dá Parabéns”, mas sem o psicopata. O que a mata são detalhes fortuitos e pessoas desatentas. Além de estrelar, Lyonne criou a atração em parceria com a atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e a cineasta Leslye Headland (“Quatro Amigas e um Casamento”). O elenco também inclui Greta Lee (“High Maintenance”), Yul Vazquez (“Narcos: México”), Elizabeth Ashley (“Treme”) e Charlie Barnett (“Chicago Fire”), além de participações de Chloë Sevigny (“Bloodline”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Rebecca Henderson (“Westworld”), Jeremy Bobb (“The Knick”) e Ritesh Rajan (“Stitchers”). Com 96% de aprovação, “Boneca Russa” é uma das séries de comédia mais bem-avaliada da Netflix no site Rotten Tomatoes. II @RussianDoll ???? pic.twitter.com/eFrr3g0Vyj — natasha lyonne (@nlyonne) June 11, 2019
In-Edit protesta contra decreto de liberação de armas em vídeo oficial do festival
O vídeo que divulga o In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical que começa na quarta (12/6) em São Paulo, traz um mensagem embutida contra o Projeto de Decreto n° 9785, de 2019, que facilita a venda de armas de fogo para a população brasileira. A peça traz imagens de quatro músicos que perderam suas vidas após receberem tiros: Sabotage, MC Daleste, Speedfreaks e Evaldo Rosa. Eles aparecem em meio de imagens de munição, com os rostos formados por uma montagem de balas. Sabotage foi morto por quatro tiros, em São Paulo, em janeiro de 2003, aos 29 anos, após provocar uma revolução no rap nacional com seu primeiro álbum solo, “Rap é Compromisso”, além de ter atuado nos filmes “Carandiru” e “O Invasor”. MC Daleste foi morto durante uma apresentação, em Paulínia, em 2013, aos 20 anos. Um dos precursores do funk paulista, ajudou a popularizar o gênero com canções como “Angra dos Reis”, “Água na Boca” e “Mina de Vermelho”. Speedfreaks foi encontrado em um valão, com marcas de tiros, em Niterói, em 2010, aos 36 anos. Considerado um dos pioneiros do hip-hop no Rio de Janeiro, gravou com Black Alien, Planet Hemp, Fernanda Abreu e Marcelo D2, entre outros, e teve canções remixadas por artistas como Afrika Bambaataa e Fat Boy Slim. Evaldo Rosa teve o carro alvejado por mais de 200 tiros, dados por militares do Exército, em frente ao quartel de Guadalupe, no Rio de Janeiro, quando passeava com sua família em abril passado, aos 51 anos. Era cavaquinista no grupo de pagode Remelexo da Cor. Todos eles deixaram um vazio enorme em suas famílias e no mundo artístico. Com esta ação, o In-Edit Brasil pretende convidar a sociedade a refletir melhor sobre o decreto e também se posicionar em pesquisa do Portal e-Cidadania do Senado Federal – este é o link para para dar sua opinião. Veja o vídeo abaixo.
O Mecanismo: José Padilha revê papel de Moro e diz preparar “algo sobre Bolsonaro”
“O Mecanismo” ainda não foi renovada para a 3ª temporada. Mas seu mentor e produtor, o cineasta José Padilha, já sabe o que os próximos capítulos da série devem contar. Ele pretende incluir o conteúdo da reportagem do site The Intercept, que revelou conversas vazadas do aplicativo Telegram entre o ex-juiz Sergio Moro e os integrantes da Lava-Jato. Em entrevista à BBC News Brasil, Padilha disse que “cometeu um erro de julgamento” sobre Moro, que inspira o personagem do juiz Paulo Rigo (vivido por Otto Jr) em “O Mecanismo”. O cineasta afirmou não ter dúvidas de que o juiz “cometeu um monte de erros”, já que a atitude de Moro de “ajudar a acusação” é “claramente estúpida” porque “juízes devem ser neutros” e porque “as evidências eram muito claras”. Para ele, a operação Lava Jato se revelou “um embate entre um juiz e alguns procuradores justiceiros e uma quadrilha de políticos corruptos”. Isto já estava começando a aparecer na série da Netflix, segundo o diretor. “‘O Mecanismo’ mostra, não via mensagens de celular, mas via reuniões entre os membros da Lava Jato, que Moro, a PF [Polícia Federal] e os procuradores tinham uma relação muito íntima e que debatiam, sim, a melhor maneira de encaminhar as acusações contra os réus. Isto está explícito na 1ª e na 2ª temporadas. A diferença é que, nas nossas cenas, a iniciativa nunca era de Moro. Era sempre dos procuradores. Agora, parece que Moro tomou a iniciativa de ‘ajudar’ a acusação… Uma atitude antiética e claramente estúpida. Primeiro, porque juízes precisam ser neutros. Segundo, porque as evidências eram muito claras. Ao se arvorar para além das suas funções, Moro pode terminar ‘soltando’ políticos que, claramente, depenaram o país em conluio com grandes bancos e construtoras.” Ele acrescenta que os roteiristas tiveram “o cuidado de não centrar a série na figura de Moro”, mas, mesmo assim, ele mudaria a forma como ele foi retratado, caso soubesse das mensagens. “O herói do ‘Mecanismo’ é Marco Ruffo [policial interpretado por Selton Mello]… Conte as cenas de Moro ou o tempo de Moro na tela… Não é muito grande. E o Moro que retratamos está longe de ser perfeito. Porém, não resta dúvida: Moro cometeu um monte de erros que mudariam a forma com que mostramos ele, sim. Aliás, não apenas a nossa forma de retratá-lo. Imagino que a forma de toda a mídia.” Entretanto, Padilha garante que o escândalo do vazamento da troca de mensagens entre Moro e promotores não mudou sua visão de Lula, do PT e dos políticos do PMDB que estavam no poder. “Não fiz um erro de julgamento a respeito de Lula, de [Michel] Temer, de [Sergio] Cabral e de [Eduardo] Cunha. Os fatos apurados pela Lava Jato demonstram a desonestidade destes políticos corruptos”. Ele ainda destacou: “Considero o ex-presidente Lula um picareta. Qualquer pessoa razoável não consegue fingir que Lula é honesto”. E citou as palestras pagas por empreiteiras que renderam milhões ao ex-presidente, mas nenhum vídeo, foto ou menção em redes sociais de quem supostamente as presenciou. Questionado se ainda esperava por mais reviravoltas na Lava Jato, Padilha confirmou que teme o pior. “Sobretudo no que tange ao Judiciário. Olho para o STF [Supremo Tribunal Federal] com grande suspeição. Gilmar Mendes questionou as mensagens de Moro. Será que ele nos franqueia acesso às suas mensagens? Ao teor de suas conversas com Aécio [Neves] e demais ‘conhecidos’ que andou soltando?”, questionou. Diante de uma pergunta sobre que outros fatos recentes do Brasil dariam uma boa série ou filme, Padilha citou a ascensão do clã Bolsonaro ao poder. “A chegada de políticos ligados à PM [Polícia Militar] e às milícias do Rio à Presidência da República….”, descreveu. Mas não seria um “Tropa de Elite 3”, já que o segundo filme introduziu o tema das milícias. Seria algo diferente. “Pode esperar algo sobre Bolsonaro sim”, adiantou.
Festival de Gramado vai homenagear Mauricio de Sousa
O Festival de Gramado vai homenagear o quadrinista Mauricio de Sousa com o Troféu Cidade de Gramado 2019. O criador da Turma da Mônica receberá o prêmio em 21 de agosto durante o festival, que acontece neste ano entre 16 e 24 de agosto. “Raros são os nomes que mantêm uma carreira por seis décadas, com o vigor e a criatividade dos primeiros dias. O Festival de Cinema de Gramado tem a honra de enaltecer essa trajetória e homenagear o profissional que elevou as histórias em quadrinhos e a animação brasileiras a patamares internacionais”, diz o comunicado que anuncia o homenageado deste ano. Além de séries e especiais da TV, as criações de Mauricio de Sousa já renderam quatro longa-metragens de animação – “As Aventuras da Turma da Mônica” (1982), “A Princesa e o Robô “(1983), “Cine Gibi” (2004) e “Uma Aventura no Tempo” (2007). A entrega do troféu será precedida pela exibição do primeiro longa live-action inspirado na obra do artista, “Turma da Mônica: Laços”, que será seguida por um bate-papo com Mauricio. “Turma da Mônica: Laços”, porém, já vai ter estreado nos cinemas, uma vez que o lançamento está marcado para 27 de junho. No ano passado, o ator Ney Latorraca foi quem recebeu o Troféu Cidade de Gramado. Antonio Pitanga e Tony Ramos são outras personalidades anteriormente homenageadas com o mesmo prêmio.
Disney revela primeira arte da série animada que vai continuar Monstros S.A.
A Disney divulgou a primeira arte da série animada “Monstros no Trabalho” (Monsters at Work), produção exclusiva da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), derivada dos filmes de “Monstros S.A.”. O cartaz, que pode ser conferido abaixo em sua íntegra, foi revelado durante um painel no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França. Além da imagem, a Disney também revelou mais informações sobre a série. Ao contrário do prólogo “Universidade Monstros”, lançado nos cinemas em 2013, a nova série vai se passar depois dos eventos do filme original de 2001. Mais especificamente, seis meses depois do final de “Monstros S.A.”, mostrando como Mike e Sully tentam selecionar e treinar outros monstros para fazer as crianças rirem, em vez de assustá-las. Como todos os que cresceram vendo “Monstros S.A.” – ou vendo seus filhos repetirem sem parar a exibição do filme em DVD – devem lembrar, a produção da Pixar terminou com uma mudança radical no mundo dos monstros. Após Mike e Sully descobrirem que a risada das crianças gerava mais energia do que os gritos, todo o foco da empresa em que trabalhavam foi mudado. Assim como nos filmes, a série animada vai voltar a trazer John Goodman e Billy Crystal como os dubladores de Mike e Sully. Já a produção estará a cargo de Bobs Gannaway, veterano da Disney que escreveu a série “Timão e Pumba”, criou “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” e “A Casa do Mickey Mouse”, e ainda ajudou a escrever longas animados das franquias “Carros” e “Tinker Bell”. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada no dia 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
Marighella vai estrear no Brasil no Dia da Consciência Negra
O filme “Marighella”, dirigido por Wagner Moura, finalmente marcou sua data de estreia no Brasil: 20 de novembro, quando se comemora o Dia da Consciência Negra. A data foi inicialmente revelada no Twitter pelo cineasta Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), que acompanhou uma sessão de “Marighella” no Festival de Sydney, na Austrália, e posteriormente confirmada pela distribuidora do longa, a Paris Filmes. Na Austrália, onde acompanha a exibição do longa e participa como jurado do festival, Moura chegou a dizer que a distribuidora não tinha coragem de marcar a estreia. “Eu estava preparado para que o filme dividisse a população e para as críticas, mas não esperava que a distribuidora não tivesse coragem de lançá-lo”, disse ao jornal australiano Daily Telegraph. A obra é uma cinebiografia do escritor e guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar. Considerado herói pela esquerda e terrorista pela direita – lider da ALN, o grupo mais sanguinário da época, à exceção do próprio Estado – , o personagem é polêmico. Na época da exibição do filme no Festival de Berlim, em fevereiro, o longa recebeu críticas do presidente Jair Bolsonaro e foi alvo de trolls da internet, que o atacaram em sites de cinema americanos, embora o filme ainda permaneça inédito em circuito comercial. Para aumentar a controvérsia, o cantor Seu Jorge foi escalado no papel-título, fato que deverá ganhar ainda mais repercussão graças à escolha da data de lançamento. Já havia discussões, antes da definição da estreia no Dia da Consciência Negra, sobre a escalação de um artista negro para interpretar Marighella. O político baiano era “mulato” claro, como ensinavam as antigas aulas de geografia da época da ditadura, ou “pardo”, como prefere a polícia e o IBGE, filho de um italiano branco. Mas, além de comunista, Marighella surge retinto na ficção. Seria, portanto, caso pensado para aumentar a polarização em torno do filme. Polarização que a data de estreia deve radicalizar ainda mais. Em artigo publicado em fevereiro pelo jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, o professor Paulo Cruz, que é negro, antecipou-se à questão. “A caracterização de Carlos Marighella como preto – aqui uso a definição do IBGE, que divide negros em pretos e pardos (ou mestiços) –, convidando o cantor Seu Jorge para o papel, foi um truque para tornar o elemento racial, de menor influência na vida e luta de Marighella, um diferencial – falso, diga-se. O problema é que, diante de uma figura notoriamente controversa, nem todos os negros podem querer ver sua cor associada a tal personagem”, ele escreveu. “Por que as entidades do movimento negro não emitiram nem sequer uma nota sobre o caso flagrante de falsificação e caracterização de um terrorista como preto – quando a reclamação é quase sempre essa, de que pretos só fazem papel de bandidos? Certamente porque concordam com sua ideologia e seus atos terroristas, chamando-os de ‘luta pela democracia e justiça social’ – informação desmentida, inclusive, por ex-guerrilheiros como os políticos Eduardo Jorge e Fernando Gabeira”, concluiu Cruz.
Trailer de Invasão ao Serviço Secreto mostra Gerard Butler salvando o presidente… de novo!
A Imagem Filmes divulgou seis fotos, o pôster nacional, o trailer legendado e o título em português do terceiro filme da trilogia de ação em que Gerard Butler precisa salvar o presidente dos Estados Unidos de um ataque terrorista. Os tradutores conseguiram manter o padrão dos títulos anteriores, todos diferentes do nome original e com o mesmo erro gramatical. Depois de “Invasão a Casa Branca” (Olympus Has Fallen, 2013) e “Invasão a Londres” (London Has Fallen, 2016), “Angel Has Fallen” vai chegar aos cinemas brasileiros como “Invasão ao Serviço Secreto”. Aviso para quem não sabe inglês: não tente aprender a língua com esses nomes. E nem português tampouco, pois “invasão a” (ou “ao”) reprova no Enem. A premissa da nova continuação é a mesma dos filmes anteriores. A diferença é que, desta vez, o presidente é vivido por Morgan Freeman, que era líder do Congresso, e o agente secreto Mike Banning, personagem de Butler, acaba incriminado pelo atentado. Banning/Butler é o “Angel” do título original em inglês – o anjo da guarda do presidente. Assim, além de enfrentar tiros de terroristas, precisa se livrar da prisão e não poderá contar com a ajuda do serviço secreto para salvar o presidente, que está na mira de um novo atentado. Nada disso é novidade, já que ele também lutou sozinho nos outros filmes, com um presidente a tiracolo. O elenco ainda inclui Piper Perabo (“Covert Affairs”), Jada Pinkett Smith (“Gotham”), Lance Reddick (“John Wick”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”), Nick Nolte (“Guerreiro”) e Danny Huston (“Mulher-Maravilha”). E o nome de Huston já serve de pista para identificar quem está por trás do atentado. O ator só interpreta vilões. A direção é de Ric Roman Waugh (“Sem Perdão”), a história foi desenvolvida pelos criadores da franquia, Creighton Rothenberger e Katrin Benedikt, e o roteiro é de Robert Mark Kamen (de “Busca Implacável”). A estreia foi marcada para 23 de agosto nos Estados Unidos e 5 de setembro no Brasil.
Frozen 2 ganha novo trailer sombrio e dublado em português
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer da animação “Frozen 2”, em versão dublada em português. Como o vídeo anterior, o trailer não explica muito a trama, mas é repleto de imagens tensas e sombrias, com muitas cenas noturnas e sonhos que se transformam em pesadelos. As frases que sugerem um indício de história partem de um troll. “Elsa, o passado não é o que parece”, diz a pequena criatura. “Você precisa achar a verdade. Vá para o Norte, para além das terras encantadas e rumo ao desconhecido. Mas seja cuidadosa”. Claro que Anna vai junto. “Não vou deixar que nada aconteça com ela”, diz a irmã corajosa. E a jornada conduz a um agrupamento de pedras, um monumento megalítico que lembra as construções pré-históricas do Reino Unido, comumente associadas aos druidas. E não demora para um monstro gigante aparecer, projetando ainda mais sombras na prévia. “Sempre tememos que os poderes de Elsa fossem muito fortes para este mundo. Agora precisamos ter esperança de que eles sejam o bastante”, completa o troll. A continuação da animação de maior bilheteria de todos os tempos volta a ser dirigida por Jennifer Lee e Chris Buck, a mesma dupla responsável pelo filme de 2013. Também voltam os dubladores originais em inglês, Idina Menzel (Elsa), Kristen Bell (Anna), Jonathan Groff (Kristoff) e Josh Gad (Olaf). E para ouvi-los, é preciso conferir o segundo vídeo abaixo, com a dublagem original – infelizmente, sem legendas. A estreia está marcada para 27 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Nanda Costa e Lan Lanh estão casadas
A atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) e a percussionista Lan Lanh estão casadas. Nanda revelou a novidade na noite de segunda-feira (10/6) ao mostrar uma a certidão de casamento num vídeo nas redes sociais. Elas oficializaram a união num cartório. “Casadas! Deixem seus votos nos comentários! Lembrando que 17 não vale! Valendo”, disse ela, que aproveitou para alfinetar os eleitores do presidente Jair Bolsonaro ao se referir ao número dele nas eleições de 2018. O pedido de casamento foi feito pela atriz em libras. Com um texto tocante publicado nas redes sociais, Nanda se declarou para a percursionista após prestigiar o show da namorada e, junto ao texto, publicou um vídeo do momento. “Eu, que já tinha pedido ela em casamento algumas vezes, resolvi pedir de novo em libras, e com a ajuda das meninas, fiz, e Lan não só entendeu de cara como aceitou o pedido”, escreveu a atriz. Veja abaixo a declaração na íntegra e o vídeo. “Eu já achava a Lan Lanh muito Phoda! A Lan percussionista, namorada, mulher, filha, amiga, tia, cozinheira, diretora musical, mas ontem ela me deixou ainda mais babona. Ontem eu conheci a Lan idealizadora, produtora, curadora. Ontem eu conheci a mulher da “A arte é mulher” que explodiu no palco do CCBB. Fico emocionada quando vejo fila no teatro, ainda mais quando essa fila é pra prestigiar quem eu amo, aí a emoção é dobrada. COMPARTILHAR é a palavra de ordem, e Lan é craque nisso. Lan espalha alegria por onde passa, e toda tristeza é espantada com sua doçura, leveza e batucada. Ontem tinha tanta mulher Phoda junto. Eu sorri, chorei, me arrepiei e aprendi. Aprendi tanto em um só noite, com cada mulher que passou naquele palco. Teve Numa Ciro, maravilhosa, psicanalista, cantora, curadora e idealizadora junto com Lan. Teve Jussara Silveira com sua voz do coração, Irene Egler num violão sensível, Maíra Freitas quebrado nos teclados e rasgando no vocal, teve Célia Peixoto, minha sogra fantástica que além de trazer da Bahia uma árvore música, livros e conhecimento, de 5 metros de altura que ela mesmo produziu para o cenário, aliais Célinha além do cenário, arrasou no cajón, nas palavras, no carinho e amor de sempre! Teve a tigresa Ana Cañas com sua voz divina e profana. Teve luz da Dani Sanches, direção da musa Cris Moura. Teve projeção, teve Sílvia Ramos falando bonito, teve tanta coisa boa. Teve libras minha gente, teve libras durante todo o espetáculo. A Lan tem duas primas surdas e como é importante essa representatividade. Eu, que já tinha pedido ela em casamento algumas vezes, resolvi pedir de novo em libras, e com a ajuda das meninas, fiz, e Lan não só entendeu de cara como aceitou o pedido amém! Juntas somos mais fortes (É verdade esse bilete)” Ver essa foto no Instagram C A S A D A S! Deixem seus votos nos comentários! Lembrando que 17 não vale ?! Valendo! ?? Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacosta) em 10 de Jun, 2019 às 3:21 PDT












