Stephen Amell quer Tom Welling no crossover Crise nas Infinitas Terras
O crossover “Crise nas Infinitas Terras” já tem dois Supermans confirmados, interpretados por Tyler Hoechlin (da série “Supergirl”) e Brandon Routh (de “Superman: O Retorno”). Mas se dependesse do astro de “Arrow”, teria três. O ator Stephen Amell disse que gostaria de ver Tom Welling, o Clark Kent de “Smallville”, repetir seu papel no apocalipse do multiverso. “Eu quero o que os fãs querem”, ele afirmou ao site ComicBook, referindo-se à inclusão de Welling. A explicação para essa multiplicação de Supermen é que cada um representaria a realidade de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. Por sinal, a participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. Tom Welling é amigo de Stephen Amell e teve recentemente participação em outra série derivada dos quadrinhos da DC Comics, “Lucifer”. Diante da possibilidade de um pequeno revival saudosista, a atriz Kristin Kreuk, que interpretou Lana Lang em “Smallville”, afirmou que toparia repetir o papel no crossover do Arrowverso, caso fosse convidada. “Eu estaria aberta a isso. Claro, por que não?”, disse Kreuk ao site ComicBook, explicando que ainda se sente conectada com os fãs de “Smallville” e que a série tem um legado importante. A história de “Crise nas Infinitas Terras” será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”.
Angelina Jolie aparece seminua e sensual em novo comercial de perfume francês
A atriz Angelina Jolie (“Malévola”) exibe todas suas tatuagens e outras partes de seu corpo no novo comercial do perfume francês Mon Guerlain. Dirigido por Emmanuel Lubezki, diretor de fotografia vencedor de três Oscars (por “Gravidade”, “Birdman” e “O Regresso”), o vídeo mostra Angelina completamente sensual aos 44 anos, despertando nua sob os lençóis. A estrela de cinema, que também é mãe de seis filhos, está solteira desde que se divorciou de Brad Pitt. O próximo filme da atriz é “Malévola: Dona do Mal”, que estreia em outubro. Já a próxima filmagem é “Eternos”, em que ela vai interpretar Thena, uma super-heroína da Marvel.
James Wan revela fotos da pesquisa de locações para seu próximo filme de terror
O cineasta James Wan usou o Instagram para falar de seu próximo projeto. Ele postou algumas fotos climáticas e misteriosas, feitas durante pesquisa de locações para o filme, que marcará sua volta ao terror após o sucesso do blockbuster “Aquaman”. “Há muita especulação sobre o que é meu próximo projeto”, ele escreveu ao lado das imagens. “Tudo o que posso dizer é que estou super empolgado para voltar às minhas origens independentes com esse thriller para maiores. Uma ideia de terror original (não é um reboot/remake ou nada baseado em material existente) com efeitos práticos e à moda antiga, sem sets com telas verdes gigantes. Só posso falo isso por enquanto”. Conhecido como especialista em filmes de terror, o diretor que originou as franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” não dirigia um filme do gênero desde “Invocação do Mal 2”, em 2016. Desde então, ele vinha se dedicando a produzir filmes derivados da franquia, obtendo grande sucesso com os spin-offs “Annabelle” e “A Freira”. Ainda sem título, o novo terror está sendo escrito pelo cineasta em parceria com a atriz Ingrid Bisu, que participou de “A Freira”, mas não há detalhes conhecidos da trama. Wan planeja começar a filmar nos próximos meses, em Los Angeles. Ver essa foto no Instagram Interesting things you see whilst location scouting. There’s been a bit of speculation as to what my next project is… all I’ll say is, I’m super excited to go back to my indie roots with this hard-R thriller. An original horror idea (not a reboot/remake or anything based on existing IP) with old school, practical effects and no giant, blue screen sets. That’s all I’ll say for now. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 2 de Ago, 2019 às 2:40 PDT
Heloisa Perissé se afasta do trabalho para tratar câncer
Heloisa Perissé (“Odeio Dia dos Namorados”) resolveu se afastar do trabalho temporariamente para cuidar da saúde. A a atriz de 52 anos usou as redes sociais para revelar que descobriu um câncer nas glândulas salivares e por isso cancelou a turnê da peça “Loloucas”, que encena ao lado de Maria Clara Gueiros. Ela contou que fará sessões de quimioterapia e radioterapia, por isso cancelou todos os seus compromissos profissionais para se voltar totalmente para sua recuperação. “Estou sumidinha, né? Pois é a vida dá cambalhotas interessantes! Kkkkkkkkkk O motivo foi um tumor nas minhas glândulas salivares e agora vou me voltar 100% pra minha saúde! Mas como todo mundo sabe, minha fé é a coisa mais importante da vida, eu creio que todas as coisas cooperam pro bem daqueles que amam a Deus! Está tudo certo! Sou forte, vou fazer sessões de radioterapia, quimeo o que for e daqui a pouco tô a mil de novo!!! E ainda vamos rir muito!!! Porque bom humor graças a Deus, é o meu olhar pra vida! E quero ser assim, principalmente agora!!! Vamos falando!”, escreveu.
Millie Bobby Brown assume novo visual para viver irmã de Sherlock Holmes
A atriz Millie Bobby Brown, estrela de “Stranger Things”, apareceu com um visual bem diferente em seu Instagram (veja acima). Os cabelos cacheados e compridos são para viver um novo papel: Enola Holmes, irmã mais nova do detetive Sherlock Holmes. Millie Bobby Brown vai estrelar a adaptação da coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer. E também será produtora do filme, que ainda trará Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) como seu irmão Sherlock e Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) como sua mãe. Quando sua mãe desaparece em seu aniversário de 16 anos, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, mas logo ela percebe que nenhum dos dois está muito interessado em ajudá-la. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” vai marcar a estreia no cinema do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E ainda não há previsão de estreia.
Revival da série Clube do Terror ganha primeiro teaser
O Nickelodeon divulgou o primeiro teaser do revival da série “Clube do Terror” (Are You Afraid of the Dark?), que foi exibida na década de 1990 pelo canal pago infantil. A prévia sugere um tom bem mais assustador que o original. Criado por D.J. MacHale e Ned Kandel, “Clube do Terror” acompanhava um grupo de adolescentes, autodenominado de “Sociedade da Meia-Noite” (Midnight Society), que se reunia de noite, em volta de uma fogueira, para contar histórias assombrosas. Os novos membros da Sociedade da Meia-Noite serão vividos por Sam Ashe Arnold (“Best. Worst. Weekend. Ever.”), Miya Cech (“Mentes Sombrias”), Tamara Smart (“The Worst Witch”), Jeremy Ray Taylor (“It: A Coisa”) e Lyliana Wray (“Strange Angel”). Eles vão se juntar ao longo de apenas três capítulos, todos dirigidos por Dean Israelite (“Power Rangers”) e escritos por BenDavid Grabinski (da comédia de ação “Fora de Rumo”) e Jared Rivet (do terror “Jackals”). A estreia está marcada para 11 de outubro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.
Kate Mara vai se envolver com aluno do Ensino Médio na minissérie A Teacher
O canal pago americano FX anunciou a produção da minissérie “A Teacher”. Baseado no longa-metragem de mesmo nome lançado em 2013, a atração terá 10 episódios e já definiu seus protagonistas. Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) vai viver uma professora de Ensino Médio que se envolve com um de seus alunos, interpretado por Nick Robinson (“Com Amor, Simon”). A trama vai mostrar as consequências desse romance ilegal na vida dos dois. O filme original foi escrito e dirigido por Hannah Fidell a partir de um roteiro mínimo, com poucas linhas, e quase tudo improvisado. Resultou num desastre de crítica, com apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes e nota 4,3 no IMDb. O FX decidiu transformar isso em série com a mesma Hannah Fidell à frente do roteiro, direção e produção. Além de estrelar, Kate Mara também será uma das produtoras, ao lado do ator Jason Bateman (“Ozark”). Ainda não há previsão de estreia.
Brincando com Fogo: John Cena vira bombeiro-babá em trailer dublado e legendado
A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Brincando com Fogo”, em versões legendada e dublada. A comédia traz o lutador e astro de ação John Cena (“Bumblebee”) numa profissão de machão, que precisa encontrar seu lado suave para cuidar de crianças que sem aviso prévio o transformam em babá. Após salvar três crianças de um incêndio, o bombeiro vivido por Cena vai ter que contar com a ajuda de seus colegas de destacamento para impedir que o trio coloque fogo no QG, enquanto busca os responsáveis pelos jovens perdidos. Além de Cena, os bombeiros incluem Keegan-Michael Key (“O Predador”), John Leguizamo (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”) e Tyler Mane (o Michael Myers do remake de “Halloween”). Já as crianças incendiárias são vividas por Brianna Hildebrand (“Deadpool”), Christian Convery (“Descendentes 3”) e a estreante Finley Rose Slater. O elenco ainda conta com Judy Greer (“Homem-Formiga e a Vespa”). O tema não é novidade para o diretor Andy Fickman, que anteriormente juntou Dwayne Johnson com crianças em “Treinando o Papai” (2007). A estreia está marcada para 8 de novembro nos EUA e apenas 23 de janeiro no Brasil.
D.A. Pennebaker (1925 – 2019)
O cineasta D.A. Pennebaker, único documentarista premiado com um Oscar honorário pelas realizações da carreira, morreu na noite de quinta (1/8) de causas naturais, aos 94 anos. Maior mestre dos documentários musicais, ele ficou famoso ao registrar a turnê britânica de Bob Dylan de 1965, que registrou a difícil transformação do cantor folk em roqueiro, e foi indicado ao Oscar por sua cobertura da campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Donn Alan Pennebaker nasceu em 15 de julho de 1925 no subúrbio de Evanston, Illinois. “Penny” formou-se em engenharia mecânica na universidade de Yale, mas nunca seguiu a profissão. Em vez disso, tornou-se documentarista em 1953, ao filmar seu primeiro curta, “Daybreak Express”, que mostrava os trens sujos e abarrotados de Nova York como um retrato encantador, ao som da música de Duke Ellington que lhe servia de título. Foi o primeiro de seus muitos trabalhos em que a música tomou o primeiro plano. “A natureza do filme é musical”, ele disse uma vez, explicando sua preferência. Em 1959, Pennebaker juntou-se a Robert Leacock, Albert Maysles, Terry Filgate e Robert Drew na Drew Associates, produtora que lançou a célebre série documental “Living Camera”. Um dos trabalhos do diretor na série, “Mooney vs. Fowle”, sobre um jogo do campeonato colegial do futebol americano, venceu o prêmio principal no Festival de Cinema de Londres de 1962. Pennebaker e Robert Leacock também foram responsáveis, no início da década de 1960, por desenvolver os primeiros sistemas de câmera capazes de captar de forma sincronizada gravação de imagem e som, no formato de 16mm. A partir dessa inovação, que diminuiu o tamanho das equipes necessárias para registrar filmes documentais, os dois decidiram se juntar numa empresa própria, Leacock Pennebaker Inc. Um curta da companhia, sobre o vocalista de jazz David Lambert, chamou atenção internacional e levou o empresário de Dylan, Albert Grossman, a se aproximar de Pennebaker para filmar a turnê do músico na Inglaterra no ano seguinte. O resultado da filmagem foi o célebre “Don’t Look Back” (1965), um dos melhores documentários musicais de todos os tempos. “Penny” captou a essência de Dylan em sua turnê mais mítica, enfrentando as vaias dos fãs ao tentar se redefinir como cantor de rock, acompanhado por banda e tocando guitarra elétrica. Uma blasfêmia para quem surgiu na cena folk. Uma epifania para a história do rock. Sobre a reação de Dylan ao documentário, Pennebaker disse à revista Time em 2007: “Ele viu o filme pela primeira vez num projetor muito ruim e me disse: ‘Quando tivermos uma projeção melhor eu vou escrever todas as coisas que vamos ter que mudar’. Claro, isso me deixou um pouco triste. Na noite seguinte, nos reunimos novamente e ele se sentou na frente da tela com um caderno amarelo. No final do filme, ele me entregou o bloco em branco. ‘É isso aí que temos mudar’.” A abertura do filme, que mostrava Bob Dylan segurando diversos cartazes com a letra de “Subterranean Homesick Blues”, alternando os textos de forma sincronizada com a música, acabou “viralizando” antes dessa expressão significar o que representa hoje. Exibida de forma separada na TV, virou o primeiro Lyric Video de todos os tempos. Com o impacto desse filme na cena cultural da época, Pennebaker foi registrar outro marco da história do rock, o Festival de Monterey, de 1967. Lançado no ano seguinte como “Monterey Pop” (1968), o filme contou com performances que catapultaram para o estrelato ninguém menos que Janis Joplin e Jimi Hendrix. Mas, por incrível que pareça, nenhuma distribuidora se interessou em adquirir “Monterey Pop” para lançá-lo nos cinemas. Pennebaker acabou fechando com um cine pornô de Manhattan para a estreia. E o filme ficou um ano inteiro em cartaz naquele cinema, com as sessões sempre lotadas. O diretor especializou-se em documentários de rock, filmando shows de John Lennon, Little Richards, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry e David Bowie, entre outros. Seu documentário sobre a turnê de “Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1973) é um dos melhores registros da fase glam da carreira de Bowie. Outro de seus trabalhos marcantes foi “Original Cast Album: Company” (1970), que documentou a exaustiva sessão de 18 horas e meia de gravação da trilha sonora do musical da Broadway que estabeleceu o recorde de 14 prêmios Tony, composta por Stephen Sondheim. A exibição causou tumulto no Festival de Nova York, com filas que precisaram ser organizadas pela polícia e agendamento apressado de segunda sessão, tamanha a procura. Infelizmente, devido a questões legais, o filme não encontrou distribuição até 1992, quando a RCA Victor o lançou em vídeo. Em meados dos anos 1970, Pennebaker firmou outra parceria importante com a colega cineasta Chris Hegedus, com quem trabalhou por mais de três décadas. E com quem se casou em 1982. Os dois realizaram um dos documentários musicais mais famosos dos anos 1980, “Depeche Mode: 101” (1989), sobre o show que encerrou a fase mais criativa da banda inglesa – anunciado na época como despedida do Depeche Mode. Mas mudaram totalmente de tema em seu filme mais celebrado da década seguinte. Para “The War Room” (1993), indicado ao Oscar de Melhor Documentário, Pennebaker e Hegedus focaram a campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Como os cineastas não tinham acesso ao próprio Clinton, as filmagens se concentraram nas estratégias políticas orquestradas pelo gerente de campanha James Carville e pelo diretor de comunicações George Stephanopoulos. O sucesso do filme transformou os dois em estrelas. Carville teve aparições em vários filmes e programas de TV e foi o conselheiro político de Hillary Clinton durante sua campanha presidencial de 2008, e Stephanopoulos virou comentarista de política na TV americana. A popularidade desse documentário gerou uma continuação, “The Return of the War Room” (2008), que reuniu os participantes originais para refletir sobre a paisagem da política americana e campanhas políticas da época. Pennebaker recebeu seu Oscar honorário em 2012, na primeira e até hoje única vez que a Academia reconheceu a carreira de um documentarista. E dedicou-o à sua esposa e parceira. Depois disso, ainda fez mais um filme ao lado dela, “Unlocking the Cage” (2016), sobre direitos animais. Do primeiro curta ao último longa, todos os seus filmes mantiveram a mesma característica, uma marca de Pennebaker que influenciou a carreira de muitos documentaristas: a ausência completa de narração e entrevistador. Ele dizia que seus filmes não eram didáticos e preferia ser comparado ao dramaturgo Henrik Ibsen do que a um repórter. “Este é o meu segredo: minha vontade de virar Ibsen. Existem coisas acontecendo o tempo todo com as pessoas. Você não precisa dramatizar nada ou roteirizá-las [para filmar um documentário]”.
Animação Mundo Bita ganha clipe com música de Pitty
A animação “Mundo Bita” ganhou um clipe exclusivo. Com imagens ambientadas no mundo circense da atração, que surgiu em aplicativos e DVDs, antes de fazer sucesso no YouTube, na Netflix e no Discovery Kids, o clipe destaca a música “Coragem”, cantada por Pitty especialmente para a série. “Coragem” foi composta por Chaps Melo, criador dos personagens e responsável pelas músicas de “Mundo Bita”. Desenvolvida pela produtora pernambucana Mr. Plot, a série é uma animação essencialmente musical, ensinando as crianças a lidarem com o mundo por meio de canções que abordam desde a preservação da natureza e criação dos filhos até questões atualíssimas, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos. A músicas também são lançadas em discos. E um desses discos, “Bita e a Natureza”, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum Infantil no ano passado.
Crise nas Infinitas Terras: Cossover do Arrowverso fica maior com inclusão do herói Raio Negro
O herói Raio Negro vai participar de seu primeiro crossover entre as séries da DC Comics da rede CW. O anúncio foi feito pelo ator Cress Williams, intérprete do herói, em suas redes sociais. “Vocês pediram, vocês conseguiram!”, escreveu o ator para celebrar a participação. Até então, a série do Raio Negro, intitulada em inglês “Black Lightning”, existia fora do Arrowverso – denominação dada às produções derivadas de “Arrrow”. Mas “Crise nas Infinitas Terras” deve mudar este status. Isto porque a trama dos quadrinhos que será adaptada para a TV foi uma forma criativa encontrada pela DC para juntar todas as suas dimensões paralelas numa única realidade, via destruição do chamado multiverso. A história será contada em cinco capítulos, entre dezembro e janeiro, envolvendo as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Por enquanto, a confirmação de Raio Negro está limitada à participação exclusiva do herói e não de sua série no crossover. Ver essa foto no Instagram You asked for it…you got it!!! #blacklightning #crisisoninfiniteearths #getlit Uma publicação compartilhada por Cress Williams (@cress_williams) em 3 de Ago, 2019 às 9:58 PDT
Série sci-fi baseada nos games de Halo completa elenco central
O canal pago americano Showtime revelou o elenco da série baseada no game “Halo”, quatro meses após confirmar Pablo Schreiber (“American Gods”) como o protagonista Master Chief. Natascha McElhone (“Designated Survivor”) será a Dra. Catherline Halsey, a criadora dos supersoldados espartanos, bem como a AI mais avançada da história da humanidade, Cortana. Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) interpretará um personagem chamado Soren-066, um soldado particular que vive à margem da civilização humana e entra em conflito com os espartanos e seu velho amigo, Master Chief. A popular atriz indiana Shabana Azmi (“Os Filhos da Meia-Noite”) fará o papel da almirante Margaret Parangosky, chefe do Escritório de Inteligência Naval. Os outros três atores anunciados interpretarão personagens criados para a série, que não aparecem nos games. São eles Bentley Kalu (“No Limite do Amanhã”), Natasha Culzac (“MIB: Homens de Preto – Internacional”) e Kate Kennedy (do telefilme “A Midsummer Night’s Dream”). Eles se juntam à estreante Yerin Ha, atriz e dançarina anteriormente também anunciada num papel inédito na franquia. Desenvolvida há uma década pela Amblin, produtora de Steven Spielberg, a série vai começar a sair do papel no final do ano, quando as gravações estão previstas para começar. “Halo” tem roteiro de Kyle Killen (criador das séries “Lone Star”, “Awake” e “Mind Games”, todas canceladas na 1ª temporada) e inclui entre seus produtores outro cineasta, Otto Bathurst, diretor de “Robin Hood: A Origem”, que vai comandar alguns episódios. A trama inspira-se no jogo original, lançado em 2001, e ainda não tem previsão para a estreia. Será a primeira superprodução sci-fi do canal Showtime. Os games da franquia “Halo” são focados na luta da humanidade contra uma aliança alienígena e já renderam uma websérie em 2014, “Halo: Nightfall”, estrelada por Mike Coulter (o Luke Cage). Este projeto visava inaugurar um serviço de streaming da Microsoft, que nunca foi adiante. O envolvimento de Spielberg é ainda anterior. Data de 2009, quando ele considerou produzir um filme de “Halo”, após uma iniciativa de Peter Jackson (“O Senhor dos Anéis”) e Neill Blomkamp (“Elysium”) falhar em encontrar financiamento. Diante da complexidade da trama, Spielberg passou a negociar a transformação do projeto em série e as conversas com o canal Showtime começaram há pelo menos cinco anos. A 1ª temporada terá dez episódios e deve estrear próximo do final de 2020.
Cate Blanchett negocia papel no novo fime de Guillermo del Toro
A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) abriu negociação para co-estrelar o novo filme de Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Intitulado em inglês “Nightmare Alley”, o filme é uma adaptação do livro “Nightmare Alley”, de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). Recentemente, Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) foi confirmado como protagonista da trama. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”), Rooney Mara (que contracenou com Blanchett em “Carol”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). A trama cheia de reviravoltas acompanha um vigarista (Tyrone Power, em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. As filmagens de “Nightmare Alley” devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.












