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  • Série

    Bom Dia, Verônica: Tainá Müller vai estrelar série policial da Netflix

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de uma nova série nacional. Trata-se de “Bom Dia, Verônica”, suspense policial baseado no best-seller homônimo de Raphael Montes e Ilana Casoy, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título será vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, ela acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, Verônica decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. O elenco também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como seu marido policial, Brandão. A série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) e será dirigida pelo cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”) com produção da Zola Filmes. Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na recente Feira do Livro, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente em produção.

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  • Série

    Peaky Blinders: Netflix divulga o trailer da 5ª temporada

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A prévia tem clima de “Game of Thrones”, com disputa do reinado do crime, traições, politicagem e aparição do Mindinho. Ou melhor, do ator Aidan Gillen. O vilão de “Game of Thrones” já tinha surgido na temporada anterior. Mas os novos episódios tem muitas caras novas, como Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). Na trama, a saga da família Shelby chega agora a 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), “Peaky Blinders” já exibiu sua 5ª temporada no Reino Unido e também já se encontra renovada para sua 6ª temporada. Os fãs brasileiros poderão assistir aos novos episódios a partir de 4 de outubro na Netflix.

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  • Filme,  Música

    Parceria de Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey ganha “clipe de bastidores”

    20 de setembro de 2019 /

    Ariana Grande divulgou em seu canal do YouTube um vídeo de bastidores das gravações de “Don’t Call Me Angel”, sua parceria com Miley Cyrus e Lana Del Rey para a trilha do filme “As Panteras”. O vídeo é praticamente um novo clipe, ao som da música integral e sem qualquer comentário. Os bastidores incluem Miley Cyrus ensaiando suas poses de “bad girl”, Lana Del Rey treinando “arremesso” de facas e Ariana ensaiando sua coreografia. No final, muitos abraços e congratulações, inclusive com a diretora Hannah Lux Davis, parceira habitual dos vídeos de Ariana. Lançado há uma semana, o clipe original já passou das 62 milhões de visualizações no YouTube. Por sinal, o vídeo oficial também foi lançado apenas no canal da cantora de “Thank U, Next” e ganhou links nas páginas das outras duas. Também é significativo que Ariana seja a primeira a cantar e ainda domine o refrão. Se isso não deixar claro quem é a estrela da produção, o “clipe de bastidores” privilegia ainda mais a sua participação. No cinema, porém, o trio protagonista é outro, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e a novata Ella Balinska (“The Athena”). O filme que acompanha o hit só vai estrear em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    GLOW vai acabar na próxima temporada

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix anunciou mais um cancelamento disfarçado de renovação, e novamente é uma série bastante identificada com a marca da plataforma. Desta vez é “GLOW”. A atração recebeu o tratamento aprimorado pela Netflix para dispensar séries com público fidelizado. O cancelamento programado com antecedência foi inaugurado com “Lucifer” e neutralizou campanha dos fãs por renovação. Na prática, virou uma vacina contra a repetição da polêmica de “Sense8”, cujo final abrupto colocou assinantes contra o serviço numa campanha ruidosa, pressionando até conseguir um telefilme para encerrar a trama. Assim, “GLOW” vai retornar para a sua 4ª temporada em 2020. Mas ela será a última da comédia. Não deixa de ser melhor que um cancelamento puro e simples. Afinal, a 3ª temporada acabou num cliffhanger, que será resolvido nos próximos episódios. Inspirado em fatos reais, a série acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. “GLOW” já foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas. Este número pode aumentar no domingo (22/9), caso Betty Gilpin vença o Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Mas a Netflix não conta com isso, já que optou por cancelar em vez de aguardar o resultado da premiação. O cancelamento faz parte de uma estratégia ousada: a aposta de que séries novas geram mais interesse que novas temporadas. Entretanto, lançar novidades o tempo inteiro, sem se preocupar com continuidade, impede a Netflix de construir IPs (propriedades intelectuais) próprias. Fidelizar o público pode se tornar um problema, diante da guerra dos streamings que se ensaia com a chegada da Disney+ (Disney Plus), HBO Max, Peacock, Apple TV+ e outras plataformas, que acenam para os assinantes com a promessa de IPs consagrados – super-heróis da Marvel, da DC Comics, “Star Wars”, “Star Trek”, “Battlestar Galactica”, “Snoopy”, etc. #Glow has been renewed for a fourth and final season! pic.twitter.com/nI0OjJNjR1 — See What's Next (@seewhatsnext) September 20, 2019

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  • Filme

    Criador de Rambo diz ter vergonha de ser associado ao novo filme

    20 de setembro de 2019 /

    O escritor David Morrell, criador de John Rambo no livro “Primeiro Sangue” (First Blood, de 1972), adaptado dez anos depois no filme “Rambo: Programado para Matar”, postou um desabafo no Twitter contra o novo longa do personagem consagrado no cinema por Sylvester Stallone. “Concordo com as críticas de ‘Rambo: Até o Fim’. O filme é uma bagunça. Me sinto envergonhado de ter meu nome associado a isso”, escreveu. Ao lado do texto, Morell incluiu um link para uma compilação de críticas negativas publicada pelo jornal USA Today, que destacam a orgia de violência e o racismo caricatural do filme, numa trama que ecoa o discurso do presidente Donald Trump ao filmar todos os homens mexicanos como encarações do mal – bandidos, estupradores e assassinos. É o “MAGA Country”, numa alusão ao slogan “Make America Great Again” usado por Trump em sua eleição, que serve de justificativa para a política imigratória mais dura da história dos Estados Unidos e para a prioridade do governo em construir um muro na fronteira do México. O filme foi destruído pela crítica norte-americana, recebendo apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Quando se excluem os blogs de “críticos” amadores, a aprovação desaba de vez, ficando em 15% na opinião da velha e verdadeira imprensa (aquela que publica críticas em papel). As poucas resenhas positivas foram escritas por eleitores declarados de Trump e simpatizantes da extrema direita. Veja o post original de Morrell abaixo. I agree with these RAMBO: LAST BLOOD reviews. The film is a mess. Embarrassed to have my name associated with it.https://t.co/Yd2G9T7A9A pic.twitter.com/RS0gGHzL5h — _DavidMorrell (@_DavidMorrell) September 20, 2019

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  • Série

    The Crown: Teaser da 3ª temporada destaca mudança de intérprete da Rainha Elizabeth II

    20 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o segundo teaser da 3ª temporada da série “The Crown”. A prévia traz a Rainha Elizabeth II ponderando a diferença de sua imagem diante dos efeitos do envelhecimento. A citação também alude, de forma metalinguística, à troca da intérprete da personagem. Olivia Colman (vencedora do Oscar 2019 por “A Favorita”) assumiu o papel, substituindo Claire Foy, que interpretou a Rainha da Grã-Bretanha nas duas primeiras temporadas da série. Os novos episódios chegam à Netflix em 17 de novembro. “The Crown” entra em nova fase a partir de seu terceiro ano de produção, com mudança completa de elenco para refletir a passagem do tempo. A série, que começou nos anos 1950, chegará nos próximos episódios na década de 1970. Além de Olivia Colman, o elenco central trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Outros integrantes da nova fase incluem Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson, Josh O’Connor (“Reino de Deus”) como o jovem Príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles. Por sinal, também já está definida a intérprete da Princesa Diana, a atriz Emma Corrin (“Pennyworth”), que será introduzida só na 4ª temporada da série, gravada simultaneamente pelos produtores. A 3ª temporada de “The Crown” será lançada em 17 de novembro em streaming.

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  • Filme

    The Rhythm Section: Trailer de filme de ação transforma Blake Lively em superespiã

    20 de setembro de 2019 /

    A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “The Rhythm Section”, filme de ação estrelado por Blake Lively (“Águas Rasas”). A prévia explora o desejo de matar da protagonista, que se mostra disposta a tudo para se vingar pelos responsáveis por um atentado que matou sua família. Recorrendo a disfarces, subterfúgios e com um dedicação mortal, ela acaba se transformando numa superespiã. O vídeo tem mais diálogos que ação, mas as cenas de luta são intensas. O que faz lembrar que a atriz machucou a mão durante as filmagens e precisou passar por uma cirurgia. O elenco coadjuvante inclui Jude Law (“Capitã Marvel”), Sterling K. Brown (“This Is Us”), Max Casella (“A Lei da Noite”), Daniel Mays (“Belas Maldições”) e Raza Jaffrey (“Perdidos no Espaço”). A trama adapta uma franquia literária de Mark Burnell sobre a personagem vivida por Lively, Stephanie Patrick. Uma curiosidade sobre o autor é que ele cresceu no Brasil e já afirmou que a principal influência na criação de Stephanie Patrick, também conhecida como Petra Reuter, foi o filme “Nikita – Criada Para Matar” (La Femme Nikita, 1990), de Luc Besson. O próprio Burnell assina o roteiro. Já a direção é de Reed Morano, que tem longa carreira como cinematógrafa, mas curta como diretora. Seu trabalho mais conhecido é a série distópica “The Handmaid’s Tale”, pelo qual venceu o Emmy de Melhor Direção em 2017. A produção, por sua vez, ficou a cargo de Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, da Eon Productions, a empresa dos longas de 007, e é a primeira vez que eles realizam um thriller de espionagem sem James Bond. A estreia está marcada para 31 de janeiro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Jim Parsons e Mayim Bialik vão se juntar em nova série de comédia

    19 de setembro de 2019 /

    Jim Parsons e Mayim Bialik vão voltar a repetir a parceria de “The Big Bang Theory” numa nova série de comédia. Desta vez, os intérpretes do casal Sheldon Cooper e Amy Farrah Fowler vão se juntar na rede Fox. Bialik será a estrela, mas Parsons deve ficar apenas atrás das câmeras. Desenvolvida por Darlene Hunt (“The Big C”), a nova série vai se chamar “Carla”, nome da personagem de Bialik. E é inspirada em “Miranda”, série britânica criada e estrelada por Miranda Hart, que teve quatro temporadas na BBC, entre 2009 e 2015. A atração pretende mostrar Carla lutando contra sua mãe e a sociedade para provar que pode ser feliz, mesmo não conseguindo tudo o que deseja – especialmente no amor. Por isso, ela gastou todo o dinheiro que os pais reservaram para o casamento dela para abrir um café em Louisville, no Kentucky. A sinopse não revela se Parsons terá algum papel, mas ele é um dos principais produtores executivos do programa, que seguirá o estilo sitcom tradicional de “The Big Bang Theory”, com gravação em estúdio e claque ao vivo. As gravações estão a cargo da WBTV (Warner Bros. Television), mesmo estúdio de “TBBT”, em parceria com a BBC, e o contrato assinado prevê uma grande multa caso a Fox desista do projeto – um incentivo para aprovar o projeto até se o piloto desagradar. Por conta disso, é quase certo que “Carla” será lançada na temporada 2020-2021 – também conhecida como a próxima “fall season”.

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  • Música

    Emicida canta a liberdade em clipe gravado na maior ocupação cultural da América Latina

    19 de setembro de 2019 /

    O rapper Emicida lançou um novo clipe, “Libre”, em que repete a parceria com a dupla franco-cubana Ibeyi (filhas do genial percussionista Anga Díaz, do Buena Vista Social Club), um ano após “Hacia El Amor”. O diretor é diferente, Fred Ouro Preto, mas a cenografia é parecida: paredes grafitadas. O novo clipe foi rodado na Ouvidor 63, a maior ocupação cultural da América Latina, localizada perto do Vale do Anhangabaú, na região central de São Paulo. Emicida, as gêmeas Ibeyi e dançarinos aparecem em vários cômodos, áreas comuns e até no teto do prédio, decorado com grafites e pichações. A música mistura português, espanhol, portunhol e inglês, e brinca com o som das palavras, especial “nós”, pronunciada “nóiz” e que soa como “noise” (barulho), em referência ao lema do rapper “a rua é noiz”, além de encontrar elementos comuns entre Brasil e África, por meio de uma rima entre Mandela e favela. Colorido e bastante alegre, o vídeo emana uma mensagem positiva, que exalta a liberdade como celebração de vida – o que vira protesto em dias de repressão e também pelo contexto do cenário. Ao final, o vídeo encaixa um palavrão e ainda registra um pedido de liberdade para o DJ Rennan da Penha, que cumpre pena desde abril por associação ao tráfico de drogas – o que confere ainda outro sentido para o título de “Libre”. Mesmo preso, Rennan é um dos concorrentes à categoria Canção do Ano do prêmio Multishow. “Libre” é o terceiro clipe extraído de “AmarElo”, próximo disco de Emicida, e foi antecedido por “Eminência Parda” e a faixa-título “AmarElo”. Clique nos títulos para ver os clipes anteriores.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix define seu primeiro projeto após Coringa

    19 de setembro de 2019 /

    Joaquin Phoenix definiu seu próximo projeto após sua aclamada atuação em “Coringa”, que chega aos cinemas em 3 de outubro. Ele vai estrelar o novo filme do cineasta indie Mike Mills, indicado ao Oscar pelo roteiro de “Mulheres do Século 20”. O projeto ainda não tem título ou sinopse revelada, mas deve começar a ser filmado nos próximos meses com produção do estúdio A24 – que já venceu o Oscar por “Moonlight”. Phoenix já foi indicado três vezes ao Oscar, e tem boas chances de conseguir sua quarta indicação por “Coringa”, após o longa de Todd Phillips conquistar o Leão de Ouro no Festival de Veneza e sua performance ser muito elogiada.

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  • Série

    Irmandade: Série de facção criminal estrelada por Seu Jorge ganha trailer ao som dos Racionais

    19 de setembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Irmandade”, série nacional estrelada por Seu Jorge (“Cidade de Deus”) sobre uma facção criminosa nascida em presídios. A prévia cita nominalmente o ano de 1994, o que aproxima a Irmandade fictícia da data de fundação do PCC. Algumas das cenas chegam a evocar reportagens sobre rebeliões nos presídios paulistas convocados pelo PCC. Ao som do rap prisional “Capítulo 4, Versículo 3”, dos Racionais MC’s, o trailer também apresenta o dilema da história, que surge quase como uma inversão de “Salve Geral”, filme de 2009 sobre o mesmo tema. Na série, a advogada Cristina é pressionada a se reaproximar do irmão Edson, líder da Irmandade, para virar informante da polícia. Com as batidas e prisões que se seguem, outro líder da facção, Carniça, passa a desconfiar que há um rato (traidor) na organização, e o cerco começa a se fechar. Ao mesmo tempo, conforme se infiltra na Irmandade, Cristina começa a questionar seus próprios valores sobre a lei e a justiça, e entra em contato com um lado sombrio de si mesma que não imaginava ter. Naruna Costa (“Hoje eu Quero Voltar Sozinho”) vive Cristina, Seu Jorge é Edson e Pedro Wagner (“Tungstênio”) interpreta Carniça. O elenco também destaca Hermila Guedes (“Céu de Suely”) no papel de Darlene, esposa de Edson, e Lee Taylor (“O Mecanismo”) como Ivan, um detento oportunista afiliado à Irmandade. A série foi criada pelo cineasta Pedro Morelli (“Zoom”), que divide a direção dos episódios com Gustavo Bonafé (“O Doutrinador”) e Aly Muritiba (“Ferrugem”), e conta com Felipe Sant’Angelo (“Pedro e Bianca”) como roteirista-chefe. Com produção da 02, a 1ª temporada terá oito episódios que estreiam em 25 de outubro.

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  • Filme

    Festival do Rio recorre ao crowdfunding para não acabar

    19 de setembro de 2019 /

    Sob ameaça de acabar por falta de patrocínios, o Festival do Rio decidiu recorrer ao crowdfunding. A organização do evento abriu nesta quinta-feira (19/9) uma campanha no site Benfeitoria para arrecadar quase R$ 1,2 milhão. O detalhe é que esta quantia cobre apenas parte dos R$ 4,5 milhões necessários para a mostra carioca acontecer. As negociações para suprir o resto estão sendo feitas com empresas e o governo do estado. O jornal O Globo revelou que, hoje, o Festival do Rio tem apenas R$ 500 mil garantidos. Na semana passada, os organizadores fizeram um “apelo público” no Facebook, acenando para a possibilidade de o evento ser cancelado diante da dificuldade de levantar recursos. O cancelamento se tornou uma possibilidade após o governo Bolsonaro ordenar o corte de financiamento ao “setor que alguns dizem ser de cultura”. Por determinação do inimigo declarado dos gastos em cultura no país, a Petrobras revelou que não renovaria o patrocínio de 13 eventos neste ano, o que incluía o Festival do Rio, mas também a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. Dias depois, o governo encaminhou um novo modelo para aprovação de incentivos culturais no país, que estabeleceu o teto de R$ 1 milhão por projeto. Todos os festivais de cinema importantes do país foram atingidos duplamente pelas duas medidas, já que custam mais que isso por edição. Além disso, os recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) foram congelados por portaria do governo – que a grande imprensa insiste em ignorar – , impossibilitando acesso aos programas de fomento e apoio cultural da Ancine. O primeiro evento de cinema a enfrentar problemas no governo Bolsonaro foi um dos menores e mais baratos do Brasil, o Anima Mundi. Correndo risco de acabar, o festival mudou sua configuração, diminuiu ainda mais e recorreu à vaquinha virtual para realizar sua edição deste ano. Graças a financiamento coletivo, o festival, que dá vaga na disputa do Oscar de Melhor Curta de Animação, conseguiu sobreviver mais um ano. É nesta pequena vitória que o Festival do Rio se inspira para tentar sair do papel. Mas só isso não adianta. O Festival do Rio não é, obviamente, o Anima Mundi, que buscou “apenas” RS$ 400 mil para se viabilizar. É – ou era – o maior festival de cinema do país. Mesmo em crise financeira, no ano passado, conseguiu exibir 200 títulos de 60 países em 20 locais da cidade, durante 11 dias — uma redução em relação aos 250 filmes da edição anterior. Deste total, 84 obras eram brasileiras (ou coproduções) – 64 longas e 20 curtas, entre ficções e documentários. Por conta disso, o evento é considerado a maior e mais relevante mostra do cinema nacional contemporâneo, que ao passar por suas telas ganha um cobertura intensa a mídia, que nenhum outro festival consegue replicar. Talvez o festival tenha que abrir mão de uma parte de sua programação, pois, se por um lado tem uma grande importância para o cinema nacional, apresenta-se como um festival internacional, com centenas de obras estrangeiras numa disputa direta por talento com a Mostra de São Paulo. Mas Ilda Santiago, diretora do Festival do Rio, revelou ao jornal O Globo que o desabafo público da semana passada rendeu o aparecimento de empresas interessadas em patrocinar o evento. Como os apoios ainda não foram fechados, ela não cita os nomes. “O prazo é apertado, temos que montar um festival em menos de dois meses. Se acontecer, certamente será uma edição menor, não vamos fingir que nada aconteceu. Mas seguimos trabalhando na programação e dialogando com os produtores dos filmes”, disse Ilda a O Globo. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, o governador do Rio, Wilson Witzel, comprometeu-se a ajudar o festival. Veja abaixo o vídeo da campanha de financiamento coletivo.

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  • Filme

    A Vida Invisível: Candidato brasileiro ao Oscar destaca participação de Fernanda Montenegro em novo trailer

    19 de setembro de 2019 /

    Um novo trailer de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”), foi divulgado com algumas novidades. Para começar, a prévia foi disponibilizada pela Sony – e não por uma distribuidora indie, como a Vitrine – e ressalta que o filme é o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar 2020. O vídeo também destaca o papel de Fernanda Montenegro, primeira e última atriz a aparecer na tela. Ela encerra a apresentação fazendo um convite ao público para ver a obra nos cinemas. Além de representar o Brasil na busca de uma indicação ao Oscar, o longa foi considerado o Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, e premiado no Festival de Munique com o CineCoPro Award — destinado à melhor coprodução do cinema alemão com outros países. Também esteve nas seleções oficiais dos festivais de Sydney, na Austrália, do Midnight Sun, na Finlândia, de Karlovy Vary, na República Tcheca, no Transatlantyk Festival, na Polônia, e no Festival de Jerusalém, em Israel. Para completar, ainda foi elogiado em publicações de prestígio como as revistas americanas The Hollywood Reporter (que o relacionou como um dos 10 melhores filmes de Cannes) e Variety (para quem é “um forte concorrente do Brasil na corrida ao Oscar de Melhor Filme Internacional”), e atualmente registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível” é definido como um “melodrama tropical”, que acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos: Eurídice quer ser pianista na Áustria e Guida quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado e desses desejos frustrados surge um desencontro que as separa. Mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. O elenco de “A Vida Invisível” reúne Carol Duarte (“O Sétimo Guardião”) e Julia Stockler (série “Só Garotas”) como protagonistas, além de Gregório Duvivier (“Desculpe o Transtorno”), Nikolas Antunes (“Ilha de Ferro”) e Flavio Bauraqui (“Impuros”). Fernanda Montenegro (“Infância”) tem pequena participação como a versão madura de Euridice. O filme já pode ser visto de forma limitada nos cinemas de Fortaleza (CE) a partir desta quinta (19/9), para cumprir regra de qualificação ao Oscar, mas o lançamento nacional amplo está marcado apenas para o dia 31 de outubro. A produção também ganhou um novo pôster, que pode ser conferido abaixo.

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