Dwayne Johnson vai estrelar cinebiografia de campeão da UFC
O ator Dwayne Johnson vai estrelar e produzir um longa sobre Mark Kerr, campeão da UFC. Com a produção, o ator voltará a seu passado de lutador. A diferença é que Johnson ficou famoso, com o apelido The Rock, com lutas-livres da WWF, que são bem diferentes – encenadas – dos combates viscerais das artes marciais mistas. O projeto está em estágios iniciais de desenvolvimento e terá um foco dramático, mostrando o desenvolvimento da carreira de Kerr, duas vezes campeão de UFC, e seus problemas com um vício em analgésicos. Atualmente com 50 anos, o atleta também foi tema do documentário da HBO “The Smashing Machine”, lançado em 2003. Johnson será visto a seguir em “Jumanji: Próxima Fase”, que chega aos cinemas em 15 de dezembro, e “Jungle Cruise”, com estreia prevista para julho de 2020. O astro também vai filmar a adaptação do vilão dos quadrinhos Adão Negro em 2020.
Coringa ultrapassa US$ 900 milhões de bilheteria mundial
O filme “Coringa”, estrelado por Joaquin Phoenix, ultrapassou os US$ 900 milhões de bilheteria mundial na noite de sábado (2/11). De acordo com analistas americanos, o longa, que estreou em outubro, terminará sua passagem pelos cinemas com uma arrecadação em torno dos US$ 950 milhões. A produção pode até atingir a marca do US$ 1 bilhão, mas a possibilidade é bem pequena. Mesmo sem se tornar bilionário, o filme já é considerado um dos maiores sucessos da história do estúdio Warner, porque custou apenas US$ 55 milhões para ser produzido e não dispendeu rios de dinheiro em publicidade. Há, inclusive, quem defenda que “Coringa” deu mais lucro para a Warner que o recordista histórico “Vingadores: Ultimato” para a Disney, pelo investimento gigantesco naquela produção. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics ainda detém um recorde de arrecadação como o filme com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) de maior bilheteria mundial em todos os tempos. Mas este título é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior – US$ $588,8 milhões, contra US$ 289,5 milhões no mercado doméstico.
Meu Nome É Dolemite é um dos melhores filmes do ano
“Meu Nome É Dolemite” (2019) é facilmente um dos melhores filmes do ano. É um filme sobre dizer não ao roteiro que a vida preparou para você e virar o jogo. É sobre a verdadeira arte que brota das próprias experiências de vida de um autor, que busca dinheiro sim, mas o reconhecimento de seu talento acima de tudo. É uma história real tão surreal que só poderia ser sobre cinema e acabar no cinema. E tem Eddie Murphy brilhando de forma tão intensa como há tempos não se via. Como Rudy Ray Moore, um dos nomes mais importantes do cinema “blaxploitation” dos anos 1970, Murphy traz de volta a energia do início de sua carreira, de filmes como “Um Tira da Pesada”, “48 Horas” e “Trocando as Bolas”. Está engraçado, mas subversivo; encantador, porém despido de qualquer vaidade; com um sorrisão no rosto escondendo melancolia e decepção. E longe de sua zona de conforto, porque “Meu Nome é Dolemite” pode ser divertido, mas não é a comédia tradicional. É praticamente um drama adaptado da (dura) vida real, que se torna engraçado pelas próprias dificuldades enfrentadas. A produção da Netflix relembra a trajetória de Rudy Ray Moore, que jamais se conformou com a pobreza e, principalmente, com o anonimato. Trabalhava numa loja de discos, mas gravava músicas, fazia stand-up comedy em um clube noturno, mas nunca desistiu mesmo quando ninguém notava seu talento. Quando criou o personagem Dolemite, apropriando-se de piadas ouvidas de mendigos, sua carreira estourou. Antes que você julgue o protagonista pela atitude politicamente incorreta, bom, de acordo com o filme, Moore e todos naquele ecossistema estavam entregues à própria sorte em um mundo à parte esquecido pela elite branca e por Deus. Mas o sucesso de Dolemite entre os fãs de sua comunidade não foi o bastante. Moore decide levar sua palavra a um número maior de pessoas. E qual é a melhor mídia para alcançar esse objetivo? O cinema, claro. O que se vê deste momento em diante coloca “Meu Nome é Dolemite” na galeria dos filmes mais bacanas que falam sobre filmes. Só que mais do que uma declaração de amor ao cinema, o longa é uma ode a todos que não desistem de seus sonhos como artistas de diferentes segmentos. Ao mesmo tempo, é também uma porrada no sistema que dificulta o caminho de muita gente. Moore não desistiu e sua história ainda é contada aqui para inspirar outros vários sonhadores. A história remete a outras cinebiografias dos roteiristas Scott Alexander e Larry Karaszewski, como “O Povo Contra Larry Flynt”, “O Mundo de Andy”, ambos dirigidos por Milos Forman, e “Ed Wood”, de Tim Burton. Aliás, o Rudy de Eddie Murphy é um estranho no ninho e sua história teria tudo para virar um ótimo filme nas mãos do saudoso Milos Forman, um cineasta que firmou sua arte dando voz aos “desajustados”, aqueles que não se encaixam, mas seguem lutando. O diretor Craig Brewer deve ser fã de Forman. Brewer, que fez “Ritmo de um Sonho” e o remake de “Footloose”, consegue capturar perfeitamente o processo criativo de Moore. Desde os motivos que levam a seus insights, passando pela concepção do personagem, a postura e o jeito de falar, até sua ascensão no cinema. O diretor foca em Eddie Murphy, mas também sabe o quanto é importante cercá-lo de grandes coadjuvantes. E nisto se destaca Wesley Snipes, no papel do ator e diretor D’Urville Martin, que surpreende como um grande comediante. Aquele cara durão de filmes de ação como “Blade”, “Passageiro 57” e “O Demolidor” revela-se imprevisível como seu personagem afetado, egocêntrico e mimado que rouba todas as cenas em que aparece. E o elenco tem ainda a maravilhosa Da’Vine Joy Randolph (da série “People of Earth”) como Lady Reed, que faz o filme respirar toda vez que surge em cena com seu talento monumental. Eddie Murphy, que também assina a obra como produtor, jamais teria feito a maior atuação de sua carreira sem os dois. Apesar dos palavrões (e uma cena de sexo divertidíssima), “Meu Nome É Dolemite” ainda joga para cima o manual que diz que toda cinebiografia tem que ter momentos dramáticos e depressivos. O filme inteiro é alegre demais, uma produção que escolheu ser feliz para exaltar a paixão dos artistas e como a arte pode surgir dos lugares menos prováveis. É uma comédia que dá realmente para assistir com um sorriso de orelha a orelha, do começo ao fim.
A Lavanderia é o mais novo mico de Steven Soderbergh
Steven Soderbergh é um cineasta talentoso, mas coloca sua imagem muitas vezes em risco ao apostar em trabalhos experimentais que não contribuem em nada para sua evolução ou do próprio cinema. Ele dificilmente se repete no filme seguinte, mas geralmente entrega uma decepção retumbante logo após acertar no alvo. É só lembrar das continuações de “Onze Homens e um Segredo” ou perceber que o diretor de “Traffic” e “Erin Brockovich” também fez “O Desinformante!”. Neste ano, Soderbergh lançou dois filmes pela Netflix. E se “High Flying Bird” deixou boa impressão, o horroroso “A Lavanderia” confirma que se trata de um diretor de altos e baixos. E olha que o roteiro de Scott Z. Burns reconstitui a queda do esquema de corrupção conhecido como “Os Papéis do Panamá”, que envolveu inclusive a Odebrecht num caso bastante repercutido aqui no Brasil. Mas em vez de se concentrar em um ponto ou personagem que represente o todo, Soderbergh prefere abraçar o mundo. Conta diversas historinhas que entrelaçam a teia tecida pela Mossack-Fonseca, empresa jurídica que foi o coração dessa podridão. No começo, até parece que a trama será guiada pela personagem de Meryl Streep, vítima do esquema após a trágica morte do marido (numa cena muito bem filmada). Mas ela é apenas o centro de um dos muitos “episódios” narrados pelos sócios criminosos Jürgen Mossack e Ramón Fonseca, interpretados respectivamente por Gary Oldman e Antonio Banderas. “A Lavanderia” é um belo exemplo de como causar uma quebra descomunal no ritmo de um filme. Isto acontece pela opção de Soderbergh de contrastar as aparições de Oldman e Banderas, que se divertem ao entregar interpretações caricaturais e exageradas, com a atuação visivelmente dramática de Meryl Streep. A dupla chega a esbarrar na canastrice, gritando, fazendo caretas e gesticulando de forma exacerbada, segundos depois da tela promover o sofrimento de Meryl. Não parece que o problema esteja no roteiro, mas sim na falta de foco de Soderbergh, que tenta resgatar o tom cômico desastrado de “O Desinformante!” com um coral de personagens digno de “Traffic”. Adam McKay conseguiu se sair bem nesse registro, em “A Grande Aposta”. Mas desta vez não deu certo. O equívoco foi tentar explicar o enredo complexo de maneira excessivamente didática, usando como “professores” os dois vilões irritantes que jamais engajam o espectador. Pelo contrário, repelem. Soderbergh pretendia mostrar que existem outras Mossack-Fonsecas por aí e que a corrupção está enraizada numa profundidade inimaginável. Porém, que mico! Beira o insuportável quando Gary Oldman entra em cena falando alto, gritando e emulando um sotaque patético. Difícil saber quantos aguentaram até o fim da história, após suas primeiras aparições em cena.
Zumbilândia 2 se contenta em repetir a jornada do primeiro filme
Dez anos depois, o diretor Ruben Fleischer volta a se reunir com Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Emma Stone e Abigail Breslin para trazer aos fãs o tão aguardado “Zumbilândia 2”. Ou, como batizaram, “Zumbilândia: Atire Duas Vezes”. Demorou, não? E como a maioria das continuações (ou prelúdios) que levam tanto tempo para sair do papel, o resultado é uma decepção. O primeiro filme aplicou um olhar original dentro de um gênero desgastado, até quando a comédia já era regra entre os filmes de zumbis, ao focar menos na tensão proporcionada pelo apocalipse e mais nos personagens. Sua história podia ser resumida na busca – mesmo que inconsciente – por uma família, única forma de amenizar o cais ao redor. Deu certo, eles se encontraram, entenderam isso e partiram rumo ao desconhecido, mas unidos para o que desse e viesse. E o que faz a continuação? A mesma coisa, praticamente num repeteco do primeiro filme, com uma outra morte diferente, mas sem passar por conflitos inéditos. O quarteto pode até se desentender aqui e ali, o que é normal, mas chega à mesma conclusão de que formam uma família, como no final do primeiro “Zumbilândia”. Ou seja, uma década depois, a jornada é a mesma, com mais personagens (dispensáveis e irritantes, diga-se de passagem, com exceção de Nevada/Rosario Dawson) e soluções preguiçosas do roteiro. Num exemplo da perda de tempo criada por certas embromações, um dos personagens se despede dos demais, pois decide seguir em aventura solo, gera choradeira, abraços e beijinhos, só para retornar um segundo depois avisando que uma legião de zumbis está a caminho, voltando correndo ao grupo. Mesmo que capriche em alguns takes, principalmente num plano sequência durante uma luta em um hotel, o diretor Ruben Fleischer parece se contentar com a abordagem mais convencional possível – uma marca de todos os seus outros filmes, de “Caça aos Gângsteres” a “Venom”. Num momento em que “The Walking Dead” satura o gênero de zumbis com séries derivadas e muita mesmice, “Zumbilândia 2” tem poucos momentos surpreendentes. Tanto é assim que seu maior destaque é uma ótima cena pós-créditos (ou durante os créditos). E quando a parte mais interessante são alguns poucos segundos exibidos depois do fim, é sinal inequívoco de que a sessão não valeu o preço do ingresso.
Matthew Rhys aparece como Perry Mason na primeira foto do reboot da série clássica
A HBO divulgou a primeira foto de “Perry Mason”, reboot da série clássica da TV, que traz o ator Matthew Rhys (protagonista de “The Americans”) no papel-título. A imagem registra Rhys de chapéu, acessório típico de filme noir, ao lado de um carro antigo, confirmando que a produção é um drama de época. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. O elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.
Halloween 2019: Veja uma seleção com as melhores fantasias de Dia das Bruxas dos astros de Hollywood
O Halloween rendeu muitas festas e fantasias em Hollywood. Selecionamos algumas das mais interessantes, que os astros de cinema e séries usaram para se divertir – e aos amigos. Desde a troca-troca entre Charlie Cox e Tom Hiddleston, que trouxe o primeiro como um Loki barbudo e o segundo como um Demolidor sorridente, até a versão de The Rock encarnada por Kevin Hart, que não agradou nada ao verdadeiro Dwayne Johnson. The Rock e sua família, por sua vez, preferiram virar os personagens da animação “Os Incríveis”. Alguns foram a extremos horripilantes, como Janelle Monae, transformada numa noiva sem cabeça, outros brincaram com seus papéis, como Kiernan Shipka, vestida de diabo – ou melhor, como “papai”, numa referência à sua personagem de “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mais impressionante foi Gabrielle Union, mostrando aos 47 anos que ainda cabe na roupinha de cheerleader de “Teenagers: As Apimentadas” (Bring It On, 2000). Também não faltaram referências à música pop, como as fantasias de Nina Dobrev e Brie Larson, inspiradas em Billie Eilish e na fase Lolita de Britney Spears, sem esquecer, claro, de Jason Momoa como Elvis. A Hollywood clássica foi homenageada por Katherine Zeta-Jones e Michael Douglas, que encarnaram Jean Harlow e o Sheik de Rudolph Valentino, enquanto Kate Beckinsale virou uma versão Bonequinha de Luxo de Audrey Hepburn e Rose McGowan incorporou Mia Farrow em “O Bebê de Rosemary”. O maior fandom, porém, ficou por conta de Elizabeth Hurley, que se vestiu não como uma, mas duas personagens de “Kill Bill”! Confira estes e outros famosos na seleção abaixo – sem Kardashians ou outras criaturas de reality shows, que já se fantasiam o ano inteiro para aparecer na mídia. Ver essa foto no Instagram Don’t worry! Your city is safe!!! ????! #TheIncredibles #HatersWillSayDwaynesMusclesArentReal #SupaPowers #Violet #BabyJackJack #HappyHalloween? Uma publicação compartilhada por Lauren Hashian (@laurenhashianofficial) em 1 de Nov, 2019 às 3:09 PDT Ver essa foto no Instagram @britneyspears ? Uma publicação compartilhada por Brie (@brielarson) em 31 de Out, 2019 às 8:31 PDT Ver essa foto no Instagram Happy Halloween!! ? #Halloween #NYRPHulaween Uma publicação compartilhada por Michael Douglas (@michaelkirkdouglas) em 1 de Nov, 2019 às 12:41 PDT Ver essa foto no Instagram Don’t go breaking my heart, @jsauluck Uma publicação compartilhada por Kate Beckinsale (@katebeckinsale) em 26 de Out, 2019 às 12:54 PDT Ver essa foto no Instagram Loki has a beard and Daredevil is smiling ? happy halloween!! Photo by GettyImages . #charliecox #tomhiddleston #loki #daredevil #marvel #halloween Uma publicação compartilhada por Charlie Cox ⠀⠀⠀ (@_charliecox) em 31 de Out, 2019 às 9:46 PDT Ver essa foto no Instagram Happy Halloween everyone. Watch Ellen today if you can. Also one more day till SEE on Apple TV+. And finally my water is official today. ????????Link in bio. It will be in every store this spring but for now on line. Doing my part. Plastic free. CarEt a water bottle drink from home. But stop single use plastic. PLEASE You know what the best part about being Elvis is Drinking MANANALU. 16oz tall boy 12oz slim when u feeling sexy Uhhuh. Look out man ???????aloha j. #pinkonpinklookgood Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em 31 de Out, 2019 às 11:21 PDT Ver essa foto no Instagram ?????? This shit makes me laugh. #NailedIt #HappyHalloween #PeepTheNapkinUnderMyElbow Uma publicação compartilhada por Kevin Hart (@kevinhart4real) em 30 de Out, 2019 às 7:37 PDT Ver essa foto no Instagram Lady Annie Bellum Uma publicação compartilhada por Janelle Monáe (@janellemonae) em 31 de Out, 2019 às 9:35 PDT Ver essa foto no Instagram Ice Ice Ice… Its COLD asf #BringItOn #CaliforniaLove Uma publicação compartilhada por Gabrielle Union-Wade (@gabunion) em 27 de Out, 2019 às 1:52 PDT Ver essa foto no Instagram ? @billieeilish Uma publicação compartilhada por Nina Dobrev (@nina) em 26 de Out, 2019 às 6:23 PDT Ver essa foto no Instagram tfw when you dress up as your dad for halloween Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka) em 26 de Out, 2019 às 6:57 PDT Ver essa foto no Instagram Here’s your hint: Do you like my haircut? it’s Vidal Sassoon. – Who am I? Uma publicação compartilhada por Rose McGowan (@rosemcgowan) em 30 de Out, 2019 às 7:12 PDT Ver essa foto no Instagram Hot n cold with @juliaschlaepfer Uma publicação compartilhada por Lucy Boynton (@lucyboynton1) em 31 de Out, 2019 às 7:24 PDT Ver essa foto no Instagram ?????? Uma publicação compartilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1) em 26 de Out, 2019 às 2:29 PDT Ver essa foto no Instagram Happy Halloween ??? Uma publicação compartilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1) em 31 de Out, 2019 às 3:31 PDT
Brian Tarantina (1959 – 2019)
O ator americano Brian Tarantina, um dos integrantes da série “Maravilhosa Sra. Maisel”, foi encontrado morto neste sábado (2/11) em seu apartamento em Nova York, aos 60 anos. Segundo o site TMZ, o caso está sendo tratado pela polícia como morte por overdose. O corpo foi descoberto pela sobrinha do ator, que o encontrou estirado no sofá por volta de 12h30 (horário local). Policiais e paramédicos foram acionados, mas seu óbito foi declarado no local. Ainda de acordo com o TMZ, uma substância branca em pó foi encontrada próxima ao corpo, o que levanta suspeitas sobre overdose. A causa oficial da morte ainda será divulgada após realização de necrópsia. Tarantina tinha uma longa carreira, tendo estreado no cinema em 1984 no musical “Cotton Club”, de Francis Ford Coppola. Ele participou de vários filmes famosos, como “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989), “Nascido em 4 de Julho” (1989), “Alucinações do Passado” (1990), “O Pagamento Final” (1993), “Donnie Brasco” (1997), “O Verão de Sam” (1999), “O Talentoso Ripley” (1999) e “Encontro Explosivo” (2010), mas sempre em pequenos papéis, geralmente interpretando tipos durões. Também apareceu em várias séries, a maioria de temática criminal, como “Miami Vice”, “Família Sopranos”, “Nova York Contra o Crime” e “Lei & Ordem”, sem deixar grandes marcas. Isso só foi mudar quando ele foi escalado para aparecer numa série de comédia estreante em 2000. Tarantina acabou conquistando a produtora Amy Sherman-Palladino em “Gilmore Girls”, que transformou suas aparições em papel recorrente. Ela também se lembrou dele durante a escalação do elenco fixo de sua mais recente produção, “Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel). Na série, que virou o maior sucesso de crítica da plataforma Amazon, Tarantina interpretava Jackie, o apresentador do clube de comédia onde Midge (Rachel Brosnhan) costuma se apresentar. Seus últimos papéis no cinema foram “Infiltrado na Klan”, grande sucesso do ano passado, e “Rainhas do Crime”, grande fracasso deste ano – lançado há apenas três meses.
Hotel Beau Séjour: Premiada série de terror belga vai ganhar remake em inglês
O canal pago britânico Sky está desenvolvendo um remake em inglês da série de terror belga “Hotel Beau Séjour”, uma combinação de história de fantasmas e drama criminal, que acompanha a investigação de uma adolescente morta para descobrir quem a assassinou. Recentemente, Stephen King aclamou a produção no Twitter: “Excêntrica, brilhante e estranhamente comovente. É uma série sobrenatural que irá agradar até mesmo aqueles que não gostam do tema.” A trama sobrenatural lembra o filme “Um Olhar do Paraíso” (2009), ao seguir sua jovem protagonista no limbo, angustiada por não conseguir se comunicar com os pais e inconformada por a polícia não ter pistas de seu assassino. Belamente fotografada, climática e densa, foi criada e dirigida por Kaat Beels e Nathalie Basteyns (que retomaram a parceria no filme “Facades”) e rendeu a sua protagonista, Lynn Van Royen, o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Monte Carlo (dedicado à programação televisiva mundial). Os 10 episódios de “Hotel Beau Séjour” foram disponibilizados pela Netflix no mercado internacional e pela Globosat no Brasil. A versão inglesa está sendo desenvolvida por Julian Stevens, que produziu as séries criminais “The Missing”, “The Fall” e “The Tunnel”. Confira abaixo o trailer da série original.
Pearson: Série derivada de Suits é cancelada na 1ª temporada e encerra franquia
A franquia “Suits” chegou a um final melancólico com o anúncio do cancelamento da série “Pearson”, derivado que durou apenas uma temporada. O spin-off da outrora popular série jurídica teve apenas 500 mil telespectadores ao vivo na média de sua 1ª e única temporada, metade do público que acompanhava “Suits” nos últimos anos – isto é, após a saída de Patrick J. Adams e Meghan Markle, cujos personagens se casaram no final da 7ª temporada. Com o anúncio do final de “Suits”, a expectativa era que “Pearson” desse sequência ao universo criado pelo produtor-roteirista Aaron Korsh no canal pago americano USA Network. Mas “Pearson” acabou antes. Ironicamente, o último episódio da série centrada na advogada Jessica Pearson, interpretada por Gina Torres, foi exibido em 18 de setembro nos Estados Unidos, uma semana antes do final da 9ª e derradeira temporada de “Suits”. A série acompanhava a advogada Jessica Pearson em Chicago, cidade que a acolheu após ser proibida de praticar a profissão em Nova York. Trabalhando somente em casos pro bono (advocacia gratuita), Pearson encontrou um emprego na prefeitura de Chicago como uma espécie de fixer (que limpa as sujeiras) do prefeito da cidade, Bobby Novak (Morgan Spector). Assim, ela passou a conhecer o mundo sujo da política, cheio de corrupção e violência. Embora a série tivesse qualidade e um viés social importante (cobrança por justiça social da prefeitura), Pearson não agradou ao público e foi encerrada sem concluir sua história.
The InBetween é cancelada após a 1ª temporada
A rede NBC decidiu cancelar “The InBetween”, uma aposta de verão do canal, ao fim da 1ª temporada. O motivo foi o de sempre: a série teve pouca audiência, uma média de 2,5 milhões de telespectadores ao vivo. Nem sua equipe apostava na renovação, tanto que a maioria já tinha seguido para outros projetos. Primeira série criada por Moira Kirland (roteirista de “Castle” e “Hawaii Five-0”), “The InBetween” acompanhava casos policiais desvendados por Cassie Bedford (Harriet Dyer, de “No Activity”), uma jovem que consegue ver e comunicar com os mortos e ajudá-los com os problemas que deixaram em vida. Apesar de relutante, Cassie acaba por se juntar ao detetive Tom Hackett (Paul Blackthorne, de “Arrow”) para ajudá-lo na resolução de crimes. Com a exibição do último episódio em agosto, “The InBetween” se junta a “Abby’s”, “The Enemy Within” e “The Village”, como a quarta série cancelada pela NBC após apenas uma temporada em 2019. No Brasil, a série foi lançada pela plataforma Globoplay.
CEO da Disney diz que Scorsese nunca viu um filme da Marvel para criticá-los
Bob Iger, CEO da Disney e executivo mais influente de Hollywood, comentou a polêmica inaugurada por Martin Scorsese, ao dizer que a Marvel “não faz cinema” e seus lançamentos mais parecem produtos de “parque temático”. O cineasta criticou os filmes de super-heróis do estúdio no início de outubro e, desde então, viu o tema virar uma discussão polarizadora, envolvendo grandes nomes do cinema. Em entrevista à BBC, o chefe da Disney confessou ter ficado chateado, porque admira Scorsese. “Minha primeira reação foi: ‘Ai! Essa doeu!’. Martin Scorsese é um grande cineasta. Eu o admiro imensamente e ele fez grandes filmes. Eu debateria com ele sobre isso. Primeiro de tudo, a Marvel faz filmes. Eles são cinema. Isso é o que Martin Scorsese também faz e eles são bons filmes. Eu não acho que ele já tenha visto um filme da Marvel. Qualquer pessoa que já viu um filme da Marvel não estaria fazendo uma declaração dessas, que não expressa a verdade”. Scorsese, na verdade, fez várias declarações sobre o tema, ao divulgar “O Irlandês”, seu novo filme que será lançado na Netflix – que, segundo outros dizem, não é cinema. Vale lembrar que o cineasta chegou a estar envolvido nos primeiros estágios de desenvolvimento de “Coringa”, adaptação de quadrinhos da DC Comics, a convite do diretor Todd Phillips, em reconhecimento ao fato de que o filme se inspira em clássicos como “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”, dirigidos por Scorsese.
Batman tem professor brasileiro de artes marciais
O carioca Rigan Machado, mestre do jiu-jitsu que já treinou astros como Vin Diesel, Ashton Kutcher e Charlie Hunnam, é o novo professor de Batman. Ele postou em sua Instagram uma foto em que aparece no tatame ao lado de Robert Pattison, protagonista do próximo filme do herói. “Batman está vindo”, escreveu Machado, que atualmente ensina jiu-jitsu em Beverly Hills, nos EUA. Pattinson vai interpretar o herói em “The Batman”, substituindo Ben Affleck, que interpretou o personagem dos quadrinhos em “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça”. Nos cinemas, o herói também já foi vivido por nomes como Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney e Christian Bale. Além de Pattinson, o longa já escalou Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoë Kravitz (“Big Little Lies”) como Mulher-Gato, e Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada. Escrito e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), “The Batman” tem previsão de estreia para junho de 2021. Ver essa foto no Instagram Batman is coming???? Uma publicação compartilhada por Rigan Machado (@riganmachado) em 1 de Nov, 2019 às 2:13 PDT












