Diretor agradece reações positivas ao novo trailer de Sonic: O Filme
O diretor de “Sonic: O Filme”, Jeff Fowler, resolveu agradecer as mensagens positivas dos fãs sobre o novo trailer do filme. “Obrigado pelas últimas 24 horas, fãs do Sonic… foi EXTRAORDINÁRIO (e ainda tem muito mais vindo)”, ele escreveu no Twitter. O novo trailer foi aprovado graças à mudanças no design do protagonista, deixando claro que a aparência de Sonic é importante para os fãs. O visual anterior do ouriço azul, mais humanizado, com olhos pequenos, dentes e pernas muito longas, tinha sofrido grande rejeição do público – no Brasil, chegou a ser comparado à Carreta Furacão. Diante da repercussão negativa, o estúdio e o diretor Jeff Fowler interromperam a pós-produção para que a equipe de efeitos mudasse tudo. O resultado é um Sonic mais fofo, que mesmo mantendo o aspecto felpudo (como Pikachu em seu filme live-action) ficou mais parecido com o personagem dos games clássicos da Sega. Jeff Fowler faz sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. O elenco inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”), Ben Schwartz (“House of Lies”) como a voz em inglês de Sonic e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. A estreia está marcada para 13 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Thank you for the last 24 hours Sonic fans… it's been EXTRAORDINARY. (and there's much MORE to come) ??#SonicMovie pic.twitter.com/VFvVbBNP0H — Jeff Fowler (@fowltown) November 13, 2019
The Witcher ganha novos fotos com diversos personagens
A Netflix divulgou mais 28 fotos de “The Witcher”, que destacam os diversos personagens, além do clima de “épico medieval” da produção. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada. Veja ainda mais fotos aqui.
Mark Wahlberg negocia entrar na adaptação do game Uncharted com Tom Holland
O ator Mark Wahlberg (“Todo o Dinheiro do Mundo”) negocia integrar o elenco da adaptação do game “Uncharted”. A notícia é nova, mas essa história é bastante antiga. Afinal, Wahlberg esteve à frente de uma versão anterior do projeto, que vai completar uma década de desenvolvimento na Sony. Originalmente, o astro da franquia “Transformers” esteve cotado para viver o papel principal, que acabou negociado com Tom Holland (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) há 30 meses. Para quem não conhece, o game acompanha as aventuras do arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake para encontrar relíquias místicas ao redor do mundo. Mas uma das primeiras versões da adaptação cinematográfica, desenvolvida pelo cineasta David O. Russell (“Trapaça”), traria Wahlberg como integrante de um clã de aventureiros, caçando tesouros em família. Esta encarnação do projeto teria Robert De Niro (“Coringa”) e Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”) como parentes do protagonista. Depois disso, outros diretores passaram pela produção, como Neil Burger (“Divergente”), Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”) e Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), cada um deles com uma abordagem diferente, até a Sony definir que o filme seria um prólogo passado na juventude de Nathan Drake – ou seja, uma história diferente de todos os games lançados, aproveitando apenas o nome da franquia. Na atual versão, o papel de Wahlberg será Victor “Sully” Sullivan, um caçador de tesouros, mercenário e empresário, além de amigo, mentor e figura paterna para Drake. Holland está definido como Drake e o diretor atualmente encarregado das filmagens é Travis Knight (“Bumblebee”). Por outro lado, tanta gente mexeu no roteiro que ninguém faz ideia de quem será creditado como autor da história, que está sendo reescrita mais uma vez por Rafe Judkins (das séries “Chuck” e “Agents of SHIELD”) com a dupla Art Marcum e Matt Holloway (“MIB: Homens de Preto – Internacional”). O detalhe é que cada roteiro jogado no lixo foi pago pela Sony, fazendo com o que “Uncharted” já tenha consumido um bom orçamento sem iniciar as filmagens.
Festival Mix Brasil celebra diversidade sexual em tempos sombrios no país
O mais importante festival brasileiro dedicado à diversidade de gênero, o Mix Brasil, começa nesta quarta (13/11), em São Paulo, em meio a ataques de políticos e conservadores contra produções LGBTQIA+ no país. Destoando de outros governos, a capital paulista tem se mantido como uma ilha da tolerância, e o Mix Brasil irá até inaugurar um novo espaço na cidade: o Centro Cultural da Diversidade, com programação focada principalmente em temas LGBTQIA+. O idealizador do festival Mix Brasil, André Fischer, é também diretor do local, administrado pela Prefeitura de São Paulo e localizado no antigo teatro Décio de Almeida Prado, no Itaim Bibi, zona nobre de São Paulo. “Uma parte daquele quarteirão foi demolida para a construção de um prédio, o que chamou a atenção da atriz Eva Wilma. Ela ajudou no tombamento do imóvel a tempo e virou a madrinha do novo espaço cultural”, contou Fischer, em entrevista ao jornal O Globo. Com o tema “Persistir”, o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade também ocupa outros espaços de São Paulo com mais de 200 sessões de cinema e atrações como teatro, realidade virtual, música, literatura, conferências e games. Entre os destaques da programação, há vários filmes inéditos no Brasil, como “O Príncipe”, de Sebastián Muñoz, vencedor do Leão Queer no Festival de Veneza, “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma, premiado como Melhor Roteiro em Cannes, “Matthias e Maxime”, longa de Xavier Dolan estrelado pelo próprio diretor canadense, e “E Então Nós Dançamos” (And Then We Danced), de Levan Akin, candidato da Suécia ao Oscar, que teve sua première atacada por manifestantes de extrema direita na semana passada. O Mix Brasil também homenageará a cantora e compositora Marina Lima com o prêmio Ícone Mix. Ela é o tema do filme “Uma Garota Chamada Marina”, de Candé Salles. A programação completa pode ser conferida no site oficial do evento (clique aqui).
CADE vai rever compra da Fox pela Disney no Brasil
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai revisar a compra da 21st Century Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. O motivo da demora foi a preocupação de concentração no ramo dos canais esportivos, já que a Disney passou a ser dona tanto do ESPN quanto do Fox Sports, tendo apenas o SporTV como concorrente. Entidade equivalente do México também levantou problema similar no país. A solução encontrada em fevereiro de 2019 foi a venda da emissora pertencente à Fox, tanto no Brasil quanto no México. No entanto, a venda ainda não foi concretizada no Brasil até o momento. “A venda do canal Fox Sports foi uma das medidas negociadas entre o Cade e as empresas em um Acordo em Controle de Concentrações (ACC) para afastar preocupações concorrenciais advindas da operação. O objetivo era permitir que a estrutura do mercado permanecesse com a mesma pressão competitiva anterior à fusão, com a continuidade de três opções de canais de esportes para os consumidores no Brasil: SporTV (da GloboSat), ESPN e mais uma nova empresa com os ativos da Fox Sports.” Ainda não há detalhes a respeito das implicações da revisão, mas isso pode explicar porque a Disney optou por lançar o Disney+ (Disney Plus) por último na América Latina, um ano após sua estreia nos EUA e Canadá, que aconteceu na terça (12/11). Por problemas parecidos, a WarnerMedia também anunciou não ter planos para lançar a HBO Max no Brasil. A compra da antiga Time-Warner pela AT&T não foi aprovada pela Anatel, em função das restrições à propriedade cruzada no país. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As leis brasileiras impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Assim, em comunicado sobre sua expansão, a WarnerMedia explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”.
Death Stranding ganha trailer dublado em português
O aguardado videogame “Death Stranding” ganhou um trailer em português para o lançamento do jogo, já disponível no Brasil. A prévia destaca o realismo e a enorme quantidade de detalhes da produção, mas, entre as cenas cinematográficas, também há mostras da jogabilidade, quase que para provar que não se trata de um filme. Afinal, a produção tem visual e elenco de cinema. A lista de astros que estrelam o jogo, transformados em animação gráfica realista, inclui Norman Reedus (série “The Walking Dead”), Mads Mikkelsen (“Rogue One”), Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Margaret Qualley (“The Leftovers”), os cineastas Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”) e até a atriz Lindsay Wagner, que, rejuvenescida digitalmente, volta a ter a aparência que os fãs lembram da série clássica “A Mulher Biônica” (1976-78). “Death Stranding” é a nova obra do gênio dos games Hideo Kojima, um dos cérebros por trás do sucesso da empresa japonesa Konami, criador do fenômeno “Metal Gear Solid” e reconhecido como o primeiro grande autor do universo dos games. Ele trabalha em “Death Strandling” desde que saiu da Konami em 2015 para lançar sua própria empresa, Kojima, tendo revelado a primeira prévia há três anos. Já na época era impressionante. O curioso é que a premissa de “Death Strandling” é propositalmente vaga, tanto que algumas cenas do novo vídeo surpreendem pelas situações inesperadas. Segundo a sinopse, o tema é o relacionamento entre as pessoas e a importância de se criar conexões uns com os outros. O protagonista Sam, interpretado por Norman Reedus, tem a complexa tarefa de restabelecer uma América devastada. A relação entre a vida e a morte também é um tema bastante explorado e adiciona um tom sobrenatural à experiência. Apesar disso, de acordo com o vídeo abaixo, o jogo pode ser resumido na missão de salvar bebês de proveta desse futuro pós-apocalíptico. O game foi disponibilizada para o PlayStation 4 na sexta (8/11) e ganhará lançamento para PC em 2020.
Manifestantes impedem première do novo filme de Polanski na França
Um grupo de cerca de 40 manifestantes bloqueou a entrada de um cinema que receberia a première de “An Officer and a Spy” (J’Accuse), novo filme de Roman Polanski, na noite de terça-feira (12/11) em Paris, resultando no cancelamento da exibição. Vestindo preto e equipado com sinalizadores vermelhos e cartazes com os nomes das mulheres que acusaram o diretor de estupro, o grupo se manifestou por cerca de uma hora em frente ao cinema Le Champo, até a sessão ser cancelada. Mas essa não foi a première principal do longa. A sessão de gala aconteceu na mesma hora no cinema UGC Normandie, nos Champs-Elysées, com a presença de Polanski, sem encontrar protestos semelhantes. Polanski foi recentemente acusado por um fotógrafa francesa, Valentine Monnier, de estuprá-la em seu chalé suíço em 1975. Ele negou as acusações por meio de seu advogado. Mas ela é a sexta mulher a acusar o diretor de violência sexual cometida nos anos 1970. O vencedor do Oscar vive na França desde que fugiu dos EUA em 1978, no meio de um julgamento em que se declarou culpado de fazer sexo com uma garota de 13 anos. Monnier disse que resolveu revelar o estupro justamente devido à estreia de “An Officer and a Spy” (J’accuse), em que Polanski filma um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. O diretor já teceu comentários comparando-se a Dreyfus. O longa foi lançado no Festival de Cinema de Veneza, onde venceu o Prêmio do Grande Júri. Na semana passada, o filme foi indicado a quatro European Film Awards pela Academia Europeia. Mas quanto mais prestígio conquista a obra, mais intensos se tornam os protestos. No início desta semana, o ator Jean Dujardin, indicado a Melhor Ator Europeu por “An Officer and a Spy”, cancelou uma entrevista com a principal emissora francesa, TF1, alegando que não queria responder perguntas sobre novas acusações contra Polanski. Também na terça-feira, embora sem mencionar Polanski pelo nome, a Associação Francesa de Cineastas, ARP, divulgou um comunicado dizendo que “apoia fortemente todas as vítimas de violência moral e sexual” e que “deve levar em conta que nossas profissões, pelo poder que exercem, podem abrir a porta a excessos repreensíveis ”. A declaração ainda avisa que a ARP “proporá ao próximo conselho de administração que, a partir de agora, qualquer membro considerado culpado de uma ofensa sexual seja excluído e que qualquer membro denunciado pelo mesmo motivo seja suspenso”. Polanski é membro da organização. “An Officer and a Spy” estreia comercialmente nesta quarta (13/11) na França, sob campanha de boicote de vários grupos de pressão. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. Vale lembrar que manifestantes também impediram a première de outro filme europeu na semana passada, por motivos bem diferentes e num espectro político oposto na escala do radicalismo cultural. Manifestantes de extrema direita atacaram o público da estreia do premiado “And Then We Danced”, de Levan Akin, em Tbilisi, capital da Geórgia, por prestigiarem uma história de amor LGBTQIA+, entre dois jovens dançarinos georgianos de balé. Eles também querem impedir o filme vencedor de prêmios internacionais de ser exibido nos cinemas do país.
Diretores dos Vingadores farão série sobre rivalidade de Marvel e DC Comics
Os irmãos Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, estão desenvolvendo uma série documental sobre a rivalidade entre a Marvel e a DC Comics para a plataforma de streaming Quibi. A série se chamará “Slugfest” e tem como base o livro de mesmo nome, escrito por Reed Tucker. A produção vai narrar as origens da competição histórica entre as duas editoras e o impacto dos personagens criados por elas na cultura pop. Anthony e Joe Russo serão os produtores-executivos da série, por meio de sua produtora, a AGBO, mas a direção estará a cargo de Don Argott e Sheena M. Joyce que trabalharam juntos nos documentários “Believer” (2018) e “Framing John DeLorean” (2019). A plataforma Quibi deve entrar no ar em abril de 2020, visando exclusivamente o público de dispositivos móveis com uma proposta diferente dos outros serviços de streaming: os episódios de suas séries terão apenas cerca de 10 minutos.
Bring Me the Horizon lança clipe com cenas de Death Stranding
A banda britânica de rock Bring Me the Horizon lançou o clipe de “Ludens”, que inclui cenas do game “Death Stranding”. A música faz parte de um disco “inspirado” pelo jogo, intitulado “Timefall”, lançado na sexta (8/11) pela Sony e RCA Records. O disco também contém músicas de Major Lazer, Chvrches, Missio, The SLP, Flora Cash e The Neighborhood.
Disney+ (Disney Plus) supera expectativas e registra 10 milhões de assinantes em 24 horas
A Walt Disney Company anunciou que a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) atingiu 10 milhões de assinaturas no dia do lançamento. A procura foi tão intensa que chegou a criar instabilidade no serviço, já que não havia previsão para tamanho sucesso. Ao apresentar o projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, revelou que os planos da empresa era atingir 60 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos de atividade. Mas este número era mundial. Em 24 horas, 17% da meta foi atingida, com lançamento apenas nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda) na terça-feira (12/11). Diante desse desempenho a estimativa do mercado é que a Disney+ (Disney Plus) atingirá 100 milhões de assinantes em cinco anos. Na próxima semana (17/11), a Disney+ (Disney Plus) será lançada na Austrália e Nova Zelândia, chegando em 31 de março aos mercados da Europa ocidental, incluindo Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países da região. Mas os planos para a América Latina sugerem uma estreia apenas no final de 2020. De acordo com a Disney, não foram feitos acordos de licenciamento para conteúdos originais da plataforma, como “The Mandalorian”, série do universo “Star Wars”, e a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”. Portanto, essas produções só chegar ao Brasil junto do serviço, um ano após seu lançamento original. Nos Estados Unidos, a empresa pretende oferecer um pacote de assinatura com desconto para quem quiser ter a Disney+ (Disney Plus), a Hulu e a ESPN, mas não foi informado se isso também se estenderá ao mercado internacional. A Hulu também permanece inédita no Brasil, e, dentro da estratégia da Disney, será o endereço para as produções adultas da empresa, como as séries do canal pago FX e boa parte dos filmes da 20th Century Fox. A expectativa dos fãs brasileiros é tanta que rendeu até mesmo um movimento nas redes sociais chamado “#BrazilWantsDisneyPlus” (Brasil Quer Disney Plus), chegando até os trending topics do Twitter.
The Witcher é renovada um mês antes da estreia na Netflix
A Netflix renovou “The Witcher” para a 2ª temporada, a pouco mais de um mês antes da estreia da série. A antecipação se deve ao longo tempo de pós-produção necessário para finalizar cada episódio. Os 8 capítulos da 2ª temporada começarão a ser gravados no início do ano que vem para um estreia em 2021. “Estou muito feliz com o fato de que, antes mesmo de os fãs assistirem à 1ª temporada, já confirmamos que voltaremos ao Continente para continuar contando as histórias de Geralt, Yennefer e Ciri e mostrar o trabalho surpreendente que nosso elenco e realizadores entregaram”, disse a showrunner Lauren Schmidt Hissrich em comunicado. Vale lembrar que, de acordo com Hissrich, a série tem 7 temporadas planejadas. Assim como “Game of Thrones”, “The Witcher” é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que a trama original foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia foi marcada para 20 de dezembro.
David Grohl canta com Garibaldo em vídeo da estreia do 50º ano de Vila Sésamo
A produção da longeva série “Vila Sésamo” (Sesame Street) divulgou um vídeo com participação do músico David Grohl, da banda Foo Fighters. Ele canta com Garibaldo (Big Bird) e Elmo na estreia do 50º ano da produção, que vai acontecer no sábado (16/11) nos Estados Unidos. “É ótimo estar aqui com os meus amigos”, disse Grohl, puxando o assunto das amizades que se pode fazer durante uma viagem ou passeio, quando se conhece novas pessoas, ao som de uma música chamada “Here We Go Song”. Atualmente exibida na HBO nos Estados Unidos, a série vai virar atração da plataforma HBO Max no ano que vem. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma, com uma renovação da produção cinquentenária por mais cinco temporadas.
Virginia Leith (1925 – 2019)
A atriz Virginia Leith, que ficou conhecida por interpretar uma cabeça sem corpo no clássico trash “O Cérebro que Não Queria Morrer” (1962), morreu em 4 de novembro em sua casa em Palm Springs, aos 94 anos. O anúncio de sua morte foi feito apenas nesta semana pela família. Nascido em 15 de outubro de 1925 em Cleveland, Leith trabalhou como garçonete antes de se tornar modelo. Durante uma sessão de fotos para a revista Look, ela acabou chamando atenção do fotógrafo, um jovem chamado Stanley Kubrick, que a convidou a participar de seu primeiro filme como diretor, “Medo e Desejo”, rodado de forma independente e com orçamento de apenas US$ 10 mil em 1953. No filme anti-guerra, Leith aparece como uma camponesa “estranha meio animal” que é capturada, amarrada a uma árvore e eventualmente morta por um soldado interpretado por Paul Mazursky. Ela decidiu seguir carreira de atriz e até foi contratada pela 20th Century Fox, aparecendo em três clássicos do cinema noir, “A Viúva Negra” (1954), “Um Sábado Violento” (1955) e “Amor, Prelúdio de Morte” (1956). No último, fez par romântico com o galã Robert Wagner. Também estrelou a elogiada sci-fi dramática “No Limiar do Espaço” (1956) e o drama “Rumo ao Desconhecido” (1956), com William Holden. Mesmo assim, não encontrou o sucesso esperado e acabou migrando para a TV. O único filme que fez depois disso foi “O Cérebro Que Não Não Queria Morrer”. Produzido em 1959, mas só lançado pela American International Pictures em 1962, o longo trazia Leith como Jan Compton, a noiva de um cientista (Jason Evers) demente que experimenta transplantes humanos. Após um acidente de carro em que Jan morre, ele recupera a cabeça decepada da noiva e a conecta a equipamentos que lhe permitem reviver. Mas precisa encontrar um novo corpo para que a cabeça para a mulher, e assim decide buscar candidatas em clubes de strip-tease, concursos de beleza e estúdios de modelos. Em 1960, Leith se casou com o ator canadense Donald Harron (“Hee-Haw”) e se afastou da indústria do entretenimento, voltando apenas por um curto período, entre 1977 e 1980, para participar de séries policiais como “Baretta”, “Barnaby Jones” e “Police Woman”. Com o casamento, ela virou madrasta de Mary Harron, que anos depois virou diretora de filmes como “Um Tiro para Andy Warhol” (1996), “Psicopata Americano” (2000), “Bettie Page” (2005) e “Relação Mortal” (2011).












