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Reality

“A Fazenda 18” elimina Igor com apenas 10,07% dos votos

Ator é o 4º eliminado do reality e provoca a primeira baixa na Alcateia, grupo liderado por Jottapê

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16 de outubro de 2026
Filme

Steven Soderbergh assume filmagens de Batman: Parte II após afastamento de Matt Reeves

Diretor de “Onze Homens e um Segredo” concluirá gravações enquanto Matt Reeves enfrenta problema familiar

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15 de outubro de 2026
Série

Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
Reality

Alfredo peita Murilo em briga por tarefa em A Fazenda 18: “Eu que mando aqui”

Novo Fazendeiro coloca namorada de Murilo para cuidar da égua Serena e provoca confronto com troca de ameaças e acusações

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15 de outubro de 2026
Etc

Vorcaro controlava Jornalismo da grande imprensa com dinheiro do Master

Mensagens revelam interferência em pautas do Metrópoles, O Globo, Valor, IstoÉ, Vogue, Brazil Journal e outros sites, com pagamentos milionários e vetos editoriais

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15 de outubro de 2026
  • Filme

    Adoráveis Mulheres rejuvenesce história clássica do século 19 com tom feminista

    8 de fevereiro de 2020 /

    A atriz, roteirista e diretora Greta Gerwig, que se projetou atrás das câmeras com “Lady Bird” (2017) há dois Oscars atrás, retorna à temporada de premiações com “Adoráveis Mulheres”. Diferente de seu primeiro voo solo, o novo longa da ainda jovem cineasta segue um estilo mais clássico-narrativo, talvez para se adequar melhor à adaptação do romance homônimo do século 19, embora uma coisa não tenha exatamente a ver com a outra. Mas é importante dizer que há, dentro desse registro mais tradicional, umas pequenas transgressões, brincadeiras com uso de metalinguagem, com a inteligente fusão da personagem Jo (Saoirse Ronan, como sempre ótima) com a autora do romance original, Louisa May Alcott. A adaptação não é perfeita, mas há tanta delicadeza e a personagem de Saoirse é tão querida, que se torna fácil amar a obra de Greta, por mais que a personagem de Emma Watson, Meg, não seja tão bem aproveitada. Quem também se destaca dentre as quatro irmãs é Florence Pugh, como Amy, a mais impulsiva da família e a principal rival de Jo, inclusive nas questões amorosas – ela ama o garoto que é apaixonado por Jo, Laurie (Timothée Chalamet). Para completar o quarteto de irmãs, temos a mais jovem Beth (Eliza Scanlen), que é responsável por uma das cenas mais emocionantes do filme. As quatro têm inclinações artísticas: Jo é escritora, apesar da dificuldade do mercado literário em aceitar obras de mulheres, Meg pensa em ser atriz, Amy é pintora e Beth é apaixonada por música. Jo também é a mais rebelde, até feminista. Não aceita o fato de, na época da Guerra Civil americana, a mulher teria apenas duas opções para evitar a pobreza: casar com alguém com dinheiro ou montar um bordel. Isso quem ensina é a tia March, vivida por Meryl Streep, que é solteira, mas afirma ser uma exceção por ser rica. A rebeldia de Jo e sua rejeição ao garoto rico Laurie, que ela considera apenas como um bom amigo, são os elementos que carregam as emoções do filme. Enquanto Meg, por ser o extremo oposto de Jo, aceita casar com um professor pobre e deixa de lado as pretensões de ser atriz para abraçar uma vida de família e filhos. Há também a presença de outro pretendente, vivido por Louis Garrel, mas seu personagem é pequeno e parece feito apenas para cobrir uma lacuna. Uma das características da adaptação de Greta Gerwig, diferente das versões anteriores, de George Cukor (1933), Mervyn LeRoy (1949) e Gillian Armstrong (1994), está na utilização de duas linhas temporais paralelas, numa montagem que apresenta dois momentos distintos das vidas das personagens. Às vezes, inclusive, é possível se confundir se o que estamos vendo faz parte do passado ou do presente das jovens. Esta é a principal novidade em relação às demais abordagens do livro de Alcott. Gerwig fecha seu filme com brilhantismo, ao brincar com os clichês de comédias românticas e do que se espera do destino das personagens femininas – morrer ou casar, como diz o editor vivido por Tracy Letts – e a rebeldia de Jo e sua vontade de se entregar à carreira de escritora acima de tudo. “Adoráveis Mulheres” foi indicado aos Oscar de Melhor Filme, Atriz (Ronan), Atriz Coadjuvante (Pugh), Roteiro Adaptado (Gerwig), Figurino e Trilha Sonora Original.

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  • Filme

    Açúcar é assombrado pelo conflito entre casa grande e senzala

    8 de fevereiro de 2020 /

    “Açúcar”, produção pernambucana dirigida por Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira (a diretora e o roteirista de “Amor, Plástico e Barulho”) vale-se do realismo fantástico para abordar o ancestral conflito entre a casa grande e a senzala. Por meio da personagem Maria Bethânia, vivida por Maeve Jinkings (“Boi Neon”) em grande atuação, um antigo e abandonado engenho de açúcar da família Wanderley volta à cena. Herdeira da família, ela resolve retomar a velha e decadente casa grande, que ainda traz sinais do luxo e opulência do passado. Mas a situação agora é outra: parte das terras pertence aos antigos empregados que lá desenvolveram um centro popular de arte e resistência. E lá estão também as marcas indeléveis da escravidão, as opressões não reparadas, a reivindicação da terra, as contas a pagar, a necessidade de vingança, enfim, a luta de classes. Dos dois lados, como se diz, é preciso conhecer o inimigo. O clima é permanentemente tenso. O presente, o passado e o futuro estão sob ameaça. O fantástico aparece não só pela presença de criaturas e rituais estranhos, mas também pela entrada e saída de cena de um barco a vela, que “navega” entre as plantações, sem água. O contemporâneo e o ancestral, o moderno e o arcaico, convivem e se trombam num país predominantemente negro, que tinge os cabelos de louro, como a própria protagonista. Um país que não se reconhece, nega a própria história e identidade, está à beira do rompimento, da explosão. A impossível volta às origens pretendida por Bethânia e a necessidade de encarar a imensa desigualdade histórica e atual do país colocam uma espécie de dilema insolúvel para cada um e para todos, num momento extremamente difícil, que o filme, feito em 2017, não chegou a captar por inteiro, mas intuiu, de alguma forma.

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  • Série

    Kingdom: 2ª temporada da série sul-coreana de zumbis ganha teaser e pôster

    8 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e um teaser da 2ª temporada de “Kingdom”, uma série de zumbis passada na Coreia medieval. A prévia mostra os protagonistas cercados por uma horda de mortos-vivos, enfatizando a tensão da trama. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E caba ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A série é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, a série foi renovada para sua 2ª temporada. A 2ª temporada de “Kingdom” chega ao streaming em 13 de março.

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  • Série

    Recém-lançada, série Locke & Key ganha novo vídeo legendado

    8 de fevereiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado de “Locke & Key”, que estreou na sexta (7/2) na plataforma de streaming. A prévia traz muitas cenas da série, acompanhados por depoimentos do elenco e dos produtores, que detalham a trama, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série chegou na Netflix em sua terceira configuração, após ter dois pilotos recusados pela Hulu e pela Fox. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A 1ª temporada de “Locke & Key” tem 10 episódios.

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  • Filme

    Vanessa Kirby revela que vai voltar à franquia Missão: Impossível

    8 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Vanessa Kirby revelou que vai voltar ao papel de Alanna Mitsopolis/Viúva Branca na franquia “Missão: Impossível”. A personagem apareceu pela primeira vez no último filme, “Efeito Fallout”, de 2018. “Eu acabei de rodar um filme (‘Pieces of a Woman’) sobre um casal que perde um filho, com Shia LeBeouf, que agora é um dos meus melhores amigos. Foi muito intenso e sombrio, então começar a treinar para ‘Missão Impossível’ vai liberar tudo rapidamente”, disse a atriz para a versão britânica da Glamour, deixando escapar sua participação. O cineasta Christopher McQuarrie vai escrever e dirigir não um, mas dois novos filmes da franquia de ação da Paramount, que serão filmados consecutivamente para chegar aos cinemas com um ano de diferença. O sétimo filme da saga tem estreia programa para julho de 2021, enquanto o oitavo chega em agosto de 2022. As continuações também voltarão a contar com Tom Cruise, intérprete de Ethan Hunt, protagonista da franquia, além de Rebecca Ferguson e Simon Pegg, respectivamente como Ilsa Faust e Benji Dunn. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Já as novidades incluem Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”), Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”).

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  • Filme

    Maggie Gyllenhaal será mãe de Elvis Presley na cinebiografia do cantor

    8 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Maggie Gyllenhaal vai viver Gladys Presley, mãe de Elvis Presley, na cinebiografia do cantor que será dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). Interesse romântico de Batman em “Cavaleiro das Trevas”, Maggie também é irmã do ator Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e estrela da série “The Deuce”, da HBO. Durante a carreira, Elvis falou diversas vezes sobre sua devoção à mãe, que caracterizava como “sua garota nº 1”. Quando o filho começou a passar mais tempo longe de casa para fazer turnês, gravar discos e filmes, Gladys enfrentou períodos de depressão. O elenco do filme destaca ainda Austin Butler (o Tex de “Era uma Vez em Hollywood”) como Elvis, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla e Tom Hanks como o empresário do cantor, Coronel Tom Parker. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do longa com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. Ainda sem título, o filme tem previsão de estreia para outubro de 2021.

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  • Etc

    Joaquin Phoenix é preso na véspera do Oscar

    8 de fevereiro de 2020 /

    O ator Joaquin Phoenix voltou a ser preso nos EUA, ao participar de um protesto ambientalista ao lado da colega Jane Fonda. Os dois foram detidos com cerca de 15 pessoas nesta sexta (8/2), durante manifestação contra a falta de iniciativas do governo americano contra as mudanças climáticas. A diferença para prisões anteriores da dupla é que, desta vez, o protesto aconteceu em Los Angeles, onde o Oscar será entregue no domingo (9/2), e não em Washington, capital dos EUA, onde as demonstrações anteriores aconteceram. Os manifestantes ocuparam a matriz da Maverick Natural Resources, uma empresa que explora gás na Califórnia, e marcharam até a prefeitura de Los Angeles. A atriz lidera protestos ambientais todas as sextas desde outubro de 2019. Ela já foi presa cinco vezes desde então. Para Phoenix, esta é a segunda prisão. Outros famosos que se juntaram às manifestações e acabaram presos foram Lily Tomlin, Sam Waterston, Martin Sheen — colegas de Fonda na série “Grace & Frankie” — Ted Danson, Diane Lane, Piper Perabo, Amber Valletta e Sally Field.

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  • Filme

    Roteirista da série Loki vai reescrever Doutor Estranho 2

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Marvel resolveu recomeçar do zero a produção do próximo filme do Doutor Estranho. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, o roteirista Michael Waldron, da animação “Rick e Morty”, foi escolhido para reescrever “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura). Waldron concebeu o piloto da vindoura série “Loki”. E vale lembrar que Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, disse em novembro passado que essa série teria ligação com o novo longa do “Doutor Estranho” A contratação reforça teorias sobre o significado do título do filme. Como a existência de Loki resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? Além de Michael Waldron, o cineasta Sam Raimi, que realizou a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, negocia com a Marvel assumir a direção do filme, em substituição a Scott Derrickson, afastado por “diferenças criativas”. Além de dirigir, Derrickson assinou o roteiro do primeiro “Doutor Estranho” com C. Robert Cargill, seu parceiro na franquia de terror “A Entidade”, e Jon Spaihts (“A Múmia”). Até a saída de Derrickson, a iniciante Jade Halley Bartlett era a encarregada da história da continuação. Ela escreveu um dos rascunhos de “Os Órfãos”, terror recém-lançado que está sendo considerado um piores exemplares do gênero nos últimos anos. A inclusão de um novo diretor e um novo roteirista aponta uma reformulação bastante ampla na produção da Marvel. Entretanto, o prazo para isso é bastante escasso. O cronograma de produção prevê o início das filmagens para maio e o lançamento exatamente um ano depois, em maio de 2021. A data se encaixa num dominó de estreias, que inclui ainda a série “WandaVision”, em dezembro, e “Loki” no começo de 2021. Por sinal, a personagem Wanda, a Feiticeira Escarlate, está confirmada no filme do Doutor Estranho. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.

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  • Filme

    O Homem Invisível: Trailer transforma monstro clássico do cinema em machista aterrador

    7 de fevereiro de 2020 /

    A Universal divulgou novos pôster e trailer de “O Homem Invisível”, que apresenta a premissa criativa, mas também revela demais, inclusive alguns “sustos” que deveriam ser guardados para o cinema. No novo filme, a história do monstro imaginado pelo escritor H.G. Wells, que rendeu o clássico de 1933 da própria Universal, é transformada numa metáfora de relacionamento tóxico, em que um macho controlador se torna invisível para aterrorizar a ex-mulher, que todos consideram louca por denunciar a verdade. A adaptação foi feita pelo diretor-roteirista Leigh Whannell, que criou as franquias “Jogos Mortais” e “Supernatural”, e destaca no elenco Oliver Jackson-Cohen (da série “A Maldição da Residência Hill”) como o personagem-título e Elisabeth Moss (de “The Handmaid’s Tale”) como sua vítima – e verdadeira protagonista da trama. O resto do elenco inclui Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”), Storm Reid (“Euphoria”), Harriet Dyer (“The InBetween”) e Benedict Hardie (“Secret City”). A estreia está marcada para 27 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    David Letterman revela já ter sido ameaçado de morte por Quentin Tarantino

    7 de fevereiro de 2020 /

    David Letterman, um dos entrevistadores de talk show mais famosos da história da TV americana, revelou que já foi ameaçado de morte pelo diretor Quentin Tarantino. A celebridade de 72 anos, que hoje tem um programa na Netflix, contou a história numa entrevista ao “Desus & Mero”, talk show noturno do canal pago americano Showtime. Ao ser questionado se já teve algum problema com famosos ao longo da carreira, ele contou: “Eu tive uma boa briga com o Quentin Tarantino. Essa foi ótima”. Segundo Letterman, tudo começou com uma piada feita em seu talk show a respeito do relacionamento de Tarantino com uma celebridade. Na ocasião, ele brincou que o diretor não era muito bonito ou cool o suficiente para a companhia feminina em questão. “Eu estava fazendo graça com o fato dele ser um nerd de locadora de vídeo”, explicou Letterman. “Eu estava fingindo estar espantado que aquela mulher incrível estava namorando aquele sujeito”, explicou, acrescentando que, em seguida, recebeu uma ligação de Tarantino. “Ele começou a gritar comigo, ‘Eu vou bater em você até a morte, vou te matar, vou até Nova York e vou te destruir. Como você pode dizer isso?'”, disse Letterman, que chamou um produtor para servir de testemunha das ameaças. De acordo com ele, Tarantino estava bastante exaltado e o teria ameaçado de morte, de forma continua e desvairada. Foi quando Letterman pegou a deixa para fazer a piada: “Bastão ou na mão?”. Tarantino teria respondido a provocação, dizendo que bateria em Letterman com um bastão, escolhendo hora e local para isso. Letterman disse esperou, mas o diretor nunca apareceu no duelo. Ele acrescentou que, anos depois, Tarantino pediu desculpas por seu comportamento. A imprensa americana tentou entrar em contato com Quentin Tarantino, que disputa o Oscar com seu filme “Era Uma Vez em Hollywood” no domingo (9/2), mas o diretor não quis se pronunciar oficialmente sobre a entrevista de Letterman. A íntegra da entrevista pode ser vista no vídeo abaixo. A história sobre Tarantino começa a ser contada a partir dos 6 minutos e 30 segundos, em inglês e sem legendas.

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  • TV

    Globo decide exibir futebol na hora do Oscar e passa transmissão do prêmio para o G1

    7 de fevereiro de 2020 /

    Quando não é o carnaval, costuma ser o “Big Brother Brasil”. Mas neste ano a Globo encontrou um motivo inédito para escantear a cobertura do Oscar 2020. A emissora resolveu transmitir um jogo de um torneio que não estava exibindo na TV, e que acontece exatamente na hora do Oscar. Com isso, abriu mão da exclusividade do sinal, liberando o evento ao vivo para o portal G1. O motivo da desistência da Globo é a partida entre as seleções de futebol de Brasil e Argentina pelo torneio Pré-Olímpico. Todas as partidas anteriores da competição foram exibidas com exclusividade pela TV paga. Mas no dia do Oscar, o canal resolveu mudar o planejamento da cobertura da competição. O mais interessante é que, para exibir o jogo, a Globo fez tudo o que nunca faz para valorizar a premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, mudando o horário de transmissão de outras atrações, como “Fantástico” e o “BBB”. A Globo só começará a transmitir o Oscar após a partida, quando o evento estará em sua reta final. O canal, porém, pretende voltar a exibir a premiação, desta vez em sua íntegra, imediatamente após o final da transmissão ao vivo. O conflito de programação acabou levando o Oscar para o portal G1, inesperadamente valorizado por um conteúdo que já causou disputa acirrada no mercado televisivo – apesar do que a Globo faz com ele, desde que tomou a premiação do SBT. Em post no Twitter, o portal informou que irá transmitir o Oscar ao vivo e na íntegra neste domingo (9/2), a partir das 20h, desde o início da chegada das celebridades ao tapete vermelho. A cobertura também deverá ser estendida à plataforma Globoplay. Entretanto, não há maiores informações sobre o formato dessa transmissão. Especificamente, se trará a mesma apresentação e os comentários previstos para a Globo. Pelo terceiro ano consecutivo, a transmissão oficial da Globo será comandada por Maria Beltrão com comentários do jornalista Artur Xexéo e da atriz Dira Paes. “É o terceiro ano seguido do trio. Eu olho para o Xexéo e já sei o que ele está pensando. A Dira é uma luz, tem muito carisma e um conhecimento enorme de cinema. Outra atração é a Anna Vianna, que faz uma tradução impecável. Essas transmissões geram uma grande responsabilidade. Quando você está acostumada com os companheiros que estarão ao seu lado, já é meio caminho andado para dar certo”, declarou Maria Beltrão em comunicado. Já vai preparando a pipoca e a torcida! O G1 transmite o #Oscar ao vivo e na íntegra neste domingo, a partir das 20h, desde o tapete vermelho. Vamos ver juntos a cerimônia de premiação? ==> https://t.co/wazjVYb8pr #OscarNaGlobo pic.twitter.com/uqY8Ml4nbc — G1 (@g1) February 7, 2020

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  • Etc

    Crusoé copia frases machistas de Pedro Bial para atacar Petra Costa

    7 de fevereiro de 2020 /

    A revista digital de direita Crusoé, ligada ao site O Antagonista, copiou as frases machistas de Pedro Bial para atacar Petra Costa, a diretora de “Democracia em Vertigem”, que concorre ao Oscar de Melhor Documentário no domingo (9/2). Em entrevista à Rádio Gaúcha na segunda-feira (3/2), Bial afirmou que “Democracia em Vertigem”, que conta uma versão assumidamente parcial dos últimos anos da política brasileira, “vai contando as coisas num pé com bunda danado”, com “narração miada, insuportável, onde ela [Petra Costa, diretora e narradora] fica choramingando o filme inteiro”. Acusado de machismo, inclusive por colegas, como a ex-repórter da Globo Cristina Serra, Bial ainda arrematou: “É um filme de uma menina dizendo para a mamãe dela que fez tudo direitinho, que ela está ali cumprindo as ordens e a inspiração de mamãe, somos da esquerda, somos bons, não fizemos nada, não temos que fazer autocrítica”. “Nem que fosse por respeito às mulheres que fazem parte da sua vida (certamente, as há), Bial não poderia ter sido tão grosseiro na crítica que fez ao filme, usando os termos rasteiros que usou”, escreveu Cristina Serra em seu Facebook. Pois nesta sexta (7/2) a Crusoé fez copy-paste desse ataque. “’Democracia em Vertigem’ não oferece sequer material para debate ou discordância: é só o desabafo narcisista de uma garota inconformada porque o Brasil não é o país que sua mãe queria”, escreveu Jerônimo Teixeira na revista digital de direita, atacando também, entre outras coisas, “a voz chorosa de Petra”. Petra Costa, claro, não é uma “garota inconformada” nem uma “menina”, muito menos filhinha “chorosa” fazendo documentário para agradar a mãe. É uma cineasta que merece respeito por mais de uma década de reconhecimento internacional, que exibe seus filmes em festivais como Sundance, Locarno e Veneza, já venceu o Festival de Brasília, do Rio, de Havana, coleciona prêmios em vários eventos do mundo e vive atualmente o auge da carreira, com uma indicação ao Oscar. Pode-se discordar da narrativa claramente petista de “Democracia em Vertigem”, que de ingênua não tem nada – é uma aula de marketing político – , mas usar argumentos machistas para tentar diminuir a qualidade do trabalho (com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes) e o talento amplamente reconhecido de sua diretora apenas demonstra o baixo nível a que chegou a discussão cultural neste país de presidente “imbroxável” e compartilhador de “golden shower”. “R-E-S-P-E-I-T-O”, já cantava Aretha Franklin (em versão traduzida), pedindo em nome das mulheres há meio século: “descubra o que isso significa”.

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  • Música

    Anitta arrisca italiano em clipe de música… espanhola

    7 de fevereiro de 2020 /

    Depois de cantar em português, inglês e espanhol, Anitta resolveu arriscar o italiano numa feat no clipe de “Contando Lunares”. A cantora brasileira é o destaque do vídeo de Don Patricio, que também tem participação do porto-riquenho Rauw Alejandro e foi gravado no Rio em clima de cartão postal. Branquelo, magrelo e “quatro olhos” (como eu), Dom Patricio não se parece nada com a figura que se imagina quando se pensa em rapper, mas seu álbum mais recente se chama “La Dura Vida del Joven Rapero”. A música do clipe é um remix da faixa original disponibilizada nesse disco. O título é em espanhol mesmo, assim como o jovem “rapero”, natural das Ilhas Canárias. E embora Anitta abra a canção com as expressões mais manjadas do idioma italiano – do tipo: “io parlo italiano”, “vá bene” e “buongiorno” – , a canção segue mesmo o estilo do pop latino, com salada mista de salsa e reggaeton, com letra em espanhol. Qual o sentido da entrada com macarronada? Ué, talvez se parli italiano no Brasil e a gente não saiba. O mais curioso é que os fãs da brasileira gostaram de ouvi-la em italiano e agora estão pedindo gravações em outros idiomas nas redes sociais, como o francês e… o latim! Vade retro?

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