O Método Kominsky é renovada para 3ª e última temporada



A Netflix anunciou a renovação e o cancelamento da série “O Método Kominsky”, protagonizada por Michael Douglas e Alan Arkin, para sua 3ª e última temporada.

A tática de renovar cancelando – ou cancelar renovando – tem sido usada amplamente pela plataforma desde o primeiro anúncio de cancelamento de “Lucifer” em junho do ano passado. Ironicamente, o segundo cancelamento também foi igual.

A iniciativa tem dupla utilidade. Como o cancelamento é anunciada com muita antecedência, esvazia a pressão de possíveis campanhas de renovação e ainda permite aos produtores desenvolverem um arco de encerramento definitivo.

É o que acontece agora, como o criador de “O Método Kominsky” atesta em comunicado.

“‘O Método Kominsky’ tem sido um verdadeiro projeto de paixão para mim e uma experiência incrível de resposta calorosa do público e da crítica. Estou animado para encerrar a história com este capítulo final”, disse Chuck Lorre em comunicado.



O final da série também segue a estratégia da Netflix de encerrar suas séries após um período relativamente curto. Apenas um punhado de séries originais da plataforma chegou a mais de cinco temporadas. Por sinal, o anúncio do fim de “O Método Kominsky” foi feito dois dias após a plataforma renovar e cancelar “Ozark” com uma 4ª temporada expandida.

Até o momento, a Netflix não informou quantos episódios terá a última temporada nem quando as gravações irão começar, visto que a pandemia do novo coronavírus interrompeu as produções pelo mundo.

A 2ª temporada da série foi disponibilizada em outubro de 2019.

Na trama, Michael Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Apesar de não atuar mais, ele ainda é acompanhado por Norman (Alan Arkin), seu antigo agente que, na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série registra os altos e baixos dessa amizade.



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Marcel Plasse é jornalista, participou da geração histórica da revista de música Bizz, editou as primeiras graphic novels lançadas no Brasil, criou a revista Set de cinema, foi crítico na Folha, Estadão e Valor Econômico, escreveu na Playboy, assinou colunas na Superinteressante e DVD News, produziu discos indies e é criador e editor do site Pipoca Moderna



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