Chris Evans e Lily James aparecem em clima de namoro em Londres
Os atores Chris Evans (o Capitão América) e Lily James (a Cinderela) parecem ter assumido o namoro. Os dois foram flagrados fazendo um piquenique em um parque em Londres nesta quarta-feira (8/7). As novas fotos foram feitas à luz do dia e mostraram os astros bem à vontade um com o outro. O clima é bem diferente do encontro meio às escondidas que aconteceu no fim de semana, quando os dois deixaram uma festa privada juntos, mas entrarem no hotel em que o ator está hospedado em horários e portas diferentes. Até agora, nenhuma das estrelas falou sobre a natureza de seu relacionamento, mas os fã-clubes já estão shippando. Veja abaixo a “cobertura” do romance nas redes sociais. 📸 Lily James deixando o Mark's Club com o ator Chris Evans na madrugada de domingo, 04, em Mayfair, Londres. Confira mais fotos em nossa galeria: https://t.co/yZdnApj4cr pic.twitter.com/9qNJTvNLvM — Lily James BR Mídias (@LJBRMidia) July 7, 2020 📸 Galeria atualizada com fotos do Chris Evans chegando ao hotel Corinthia no ultimo sábado (04), em Londres. Confira! https://t.co/xf6paI84E7 pic.twitter.com/VxrTqhy41q — Chris Evans Brasil (@chrisevansbrcom) July 7, 2020 📸 Lily James chegando no hotel Corinthia na madrugada de domingo, 04, em Mayfair, Londres. Confira mais fotos em nossa galeria: https://t.co/SDS4lEWdzK pic.twitter.com/0Z7lG463PH — Lily James BR Mídias (@LJBRMidia) July 7, 2020 📸 E é mais surtos que vocês querem? Lily James e Chris Evans passeando por um parque hoje (08) em Londres. pic.twitter.com/89LzdlBhKQ — Lily James BR Mídias (@LJBRMidia) July 8, 2020 📸 Estão preparados para mais surtos no fandom? Lily James e Chris Evans foram vistos hoje (08) em um parque em Londres. pic.twitter.com/TDnET64H37 — Lily James BR Mídias (@LJBRMidia) July 8, 2020 📹 Lily James e Chris Evans aproveitando a tarde em um parque ontem (07) em Londres. Créditos: Backgrid. pic.twitter.com/7k0FEGhDfI — Lily James BR Mídias (@LJBRMidia) July 8, 2020
Diretor do Homem Invisível filmará novo Lobisomem com Ryan Gosling
A Universal quer repetir o sucesso de “O Homem Invisível” em seu próximo filme de monstro clássico. O estúdio contratou o diretor Leigh Whannell, responsável pelo blockbuster recente, para comandar o reboot de “O Lobisomem”, que será estrelado por Ryan Gosling (“La La Land”). O próprio ator concebeu o projeto, que foi roteirizado por Lauren Schuker Blum e Rebecca Angelo (ambas roteiristas da série “Orange Is the New Black”). A primeira é casada com o produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, que também trabalhou na produção de “O Homem Invisível” para a Universal. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Variety, Gosling viveria um apresentador de telejornal infectado pela maldição da licantropia. Além disso, a história teria um clima de “Rede de Intrigas” (1976) e “O Abutre” (2014), filmes que criticaram o sensacionalismo televisivo. Mas fãs de clássicos de terror sabem que não seria a primeira vez que um telejornalista vira lobisomem no cinema. Isto já aconteceu em “Grito de Horror” (1981), de Joe Dante. De todo modo, trata-se de uma história bem diferente de “O Lobisomem” original de 1941, estrelado por Lon Chaney Jr., e até do remake de 2010, com Benicio del Toro. Ambos contavam a história de um homem cético que, ao voltar à sua terra natal, era mordido por uma criatura lendária e começava a se transformar. Por conta da pandemia de covid-19, a data para o início das filmagens ainda não foi divulgada.
Série clássica Anos Incríveis pode ganhar nova versão com família negra
A série clássica dos anos 1980 “Anos Incríveis” (Wonder Years) pode ganhar reboot, desta vez com uma família negra. A nova versão deve ser exibida no mesmo canal, a rede ABC nos EUA, e se passar na mesma época da atração original, os anos 1960, mas acompanhando os dramas familiares e todo o contexto histórico pelo ponto de vista de uma criança negra. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela ABC, e caso seja aprovado a série só estrearia na temporada televisiva de 2022. O seriado original girava em torno de uma família branca de classe média em sua típica vida suburbana, durante os 1960. A trama, que acompanhava os personagens pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage, rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993. Foi um enorme sucesso, que marcou época e inspirou dezenas de séries – algumas exibidas até hoje – , graças à sua combinação de comédia familiar e nostalgia, como uma estrutura narrativa inédita. Sua inovação foi apresentar os tais “anos incríveis” como lembranças de um adulto remorando sua infância, por meio da narração dos episódios. O que era novidade em 1988 acabou virando padrão, repetido por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. Além dele, um dos co-criadores da série original, Neal Marlens, vai participar da produção como consultor. Já o roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Não é a primeira vez que uma série clássica inspira reboot com mudança racial. Atualmente em sua 4ª temporada, “Um Dia de Cada Vez” (One Day at a Time) faz sucesso com uma família latina no lugar dos brancos dos anos 1970. Mas a nova versão de “O Quinteto” (Party of Five) acabou cancelada ao final da 1ª temporada, após o elenco latino não repetirem o sucesso dos adolescentes brancos dos anos 1990.
Atriz negra será nova Batwoman da TV
A atriz Javicia Leslie foi escolhida para virar a nova Batwoman da TV, após Ruby Rose abandonar a série baseada nos quadrinhos da DC Comics. Ao contrário da intérprete original, ela é uma atriz negra. Nascida na Alemanha, mas morando nos EUA desde a infância, Javicia se destacou recentemente nas duas temporadas da série “Deus Me Adicionou” (God Friended Me), cancelada em abril passado. Ela será a primeira intérprete negra de Batwoman em todas as mídias, inclusive nos próprios quadrinhos. Sua personagem também é inédita: Ryan Wilder, criada especialmente para a série em decorrência da saída de Ruby Rose. Os produtores chegaram a afirmar que buscariam outra atriz da comunidade LGBTQIA+ para o papel, com o objetivo de manter a representatividade, e que ela seria bem mais jovem. Mas Javícia Leslie tem 31 anos, um ano a menos que Ruby Rose. E não é lésbica como a intérprete anterior. Ela se diz bissexual. “Estou extremamente orgulhosa de ser a primeira atriz negra a desempenhar o papel icônico de Batwoman na televisão e, como mulher bissexual, tenho a honra de participar deste programa inovador que foi pioneiro para a comunidade LGBTQIA+”, disse a atriz em comunicado. Ruby Rose elogiou a escolha. “Isto é incrível! Estou tão feliz que Batwoman será interpretada por uma incrível mulher negra”, ela escreveu em seu Instagram. “Quero parabenizar Javicia Leslie por assumir a capa de morcego. Você está entrando em um elenco e equipe incríveis. Mal posso esperar para assistir a 2ª temporada, você vai ser incrível!”, completou. Veja abaixo. A descrição da nova personagem diz que Ryan Wilder é uma ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada, que assume a identidade de Batwoman inspirada pela heroína original. Como sua antecessora, ela também será retratada como lésbica na série. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, a showrunner Caroline Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para a nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida. De todo modo, Caroline Dries fez questão de salientar que não pretende matar Kate Kane, a Batwoman original. “Como lésbica que trabalha como roteirista há 15 anos, estou muito ciente da regra ‘enterre seus gays’ [costume de matar personagens gays nas séries] e não tenho interesse em participar dela”, escreveu Dries, numa nota publicada no Twitter. “Meus comentários sobre a reformulação da ‘Batwoman’ lançaram uma tempestade de rumores e desinformação e eu queria esclarecer uma coisa. Como vocês, eu amo Kate Kane – ela é a razão pela qual eu queria fazer a série. Nós nunca vamos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos mistérios da 2ª temporada”, acrescentou. “Não quero revelar nenhuma das nossas surpresas, mas para todos os nossos fãs dedicados, saibam que a justiça LGBTQIA+ está no âmago de quem é a Batwoman e não temos a intenção de abandoná-la”, concluiu. Ver essa foto no Instagram OMG!! This is amazing!! I am so glad Batwoman will be played by an amazing Black woman. ❤️ I want to congratulate Javicia Leslie on taking over the bat cape. You are walking into an amazing cast and crew. I can’t wait to watch season 2 you are going to be amazing !! ❤️ Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 8 de Jul, 2020 às 3:35 PDT
A Crônica Francesa: Trailer do novo filme de Wes Anderson é repleto de astros famosos
A 20th Century Studios do Brasil (ex-Fox) divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch), novo filme do diretor Wes Anderson. Além de revelar o título da produção no Brasil, a prévia serve para reforçar as características que marcam as obras do diretor, como o elenco numeroso e repleto de famosos, as cenas estáticas, inclusive em momentos de ação, a fotografia em tons pastéis, a proporção de tela pré-widescreen, o figurino de época e a cenografia minunciosamente detalhista. O visual aproxima a obra especialmente de “O Grande Hotel Budapeste” (2014), filme live-action anterior de Anderson, que também se passava na Europa de antigamente. O trailer ainda mostra que o filme tem estrutura de antologia, reunindo diferentes histórias como se fossem reportagens do jornal que batiza a produção. A trama gira em torno da apuração de jornalistas, considerados párias em seus países natais, para um jornal francês de expatriados, editado pelo personagem de Bill Murray. As cenas também se alternam entre cores e preto-e-branco e sugerem uma colagem de diferentes épocas, mas principalmente o começo dos anos 1960 – o que é reforçado pela seleção musical da trilha sonora. O elenco estelar incluiu diversos integrantes da trupe que acompanha Anderson na maioria de seus projetos, formada pelo citado Bill Murray, Owen Wilson, Jason Schwartzman, Adrien Brody, Willem Dafoe, Tilda Swinton, Edward Norton, Bob Balaban, Anjelica Huston, Frances McDormand, os “novatos” Tony Revolori, Saoirse Ronan, Léa Seydoux, Mathieu Amalric, Fisher Stevens (que entraram na turma em “O Grande Hotel Budapeste”) e Liev Schreiber (em “Ilha dos Cachorros”). Mas também há diversos estreantes no universo do diretor: Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”), Benicio Del Toro (“Sicario”), Christoph Waltz (“Django Livre”), Jeffrey Wright (“Westworld”), Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Lyna Khoudri (“Papicha”), Cécile de France (“O Garoto da Bicicleta”), Rupert Friend (“Homeland”), Alex Lawther (“The End of the F***ing World”), Henry Winkler (“Barry”), Lois Smith (“Lady Bird”), Griffin Dunne (“This Is Us”), Guillaume Gallienne (“Yves Saint Laurent”), Stephen Park (“O Expresso do Amanhã”), Hippolyte Girardot (“Amar, Beber e Cantar”) e até Morgane Polanski (“Vikings”), filha do cineasta Roman Polanski. Selecionado para o cancelado Festival de Cannes 2020, o filme deveria entrar em cartaz agora em julho, mas a pandemia de covid-19 adiou o lançamento “para breve”. A expectativa é que ele chegue às telas em outubro, no começo da temporada do Oscar. Desde “O Fantástico Sr. Raposo” (2009), os filmes de Anderson nunca faltam à seleção da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.
Série documental Sandy & Junior: A História ganha trailer da Globoplay
Depois de duas chamadas da Globo, a plataforma Globoplay divulgou o trailer oficial de “Sandy & Junior: A História”, série documental que vai contar a história dos irmãos músicos. A série vai contar a trajetória de Sandy & Junior em sete episódios, nos quais os fãs poderão acompanhar vários momentos da vida da dupla. Além disso, celebridades como Roberto Carlos, Rodrigo Santoro e Ivete Sangalo gravaram depoimentos descritos como “carinhosos” para a produção. A prévia mostra alguns desses depoimentos, vasto material de arquivo, reflexões dos artistas e seus familiares sobre o sucesso musical e o lado negativo da fama, além de cenas da recente turnê “Nossa História”, que marcou o retorno dos irmãos à música no ano passado. Com sete episódios, a série “Sandy & Junior: A História” estreia nesta sexta (10/7) em streaming. A atração também terá o primeiro capítulo exibido na TV aberta, no próximo domingo (12/7). Para completar, um documentário sobre as apresentações da nova turnê, com destaque para o show que ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo, será disponibilizado pela Globoplay na próxima semana, a partir de 17 de julho.
Ilustrador acusa Netflix de copiar arte de John Wick 3 em pôster de Warrior Nun
O ilustrador Billy Bogiatzoglou, responsável pela criação de um dos pôsteres de “John Wick 3: Parabellum”, acusou a Netflix de copiar sua arte em um cartaz da nova série “Warrior Nun”. O artista, que assina suas obras com o nome Billelis, publicou um post nas redes sociais em que coloca os dois cartazes lado a lado. Junto das imagens, escreveu: “Quando a Netflix copia a sua lição de casa”. “Warrior Nun” estreou na quinta passada (2/7) em streaming. A Netflix ainda não se pronunciou sobre a reclamação. Confira abaixo a comparação das duas obras. When @netflix copies your homework 🤦🏻♂️ pic.twitter.com/9o2ACFMD7j — Billelis®️ (@billelis) July 6, 2020
Ex-Malhação transforma trauma de vídeo postado em site adulto em projeto de documentário
A atriz Pillar Costa está transformando seu drama, após um vídeo seu cair em um site adulto, num documentário. Em “Por um Fio”, ela pretende reunir depoimentos de mulheres que tiveram suas intimidades invadidas ou que sofreram agressões de seus companheiros. Para isso, criou um endereço no Instagram, “Braços que Acolhem”, em que registra voluntárias para contar suas histórias. Ela explicou a iniciativa num vídeo impactante publicado no YouTube, em que registrou a si mesmo chorando desesperada ao saber do vídeo postado ilegalmente. Junto dessas cenas, ela editou um depoimento atual, em que apresentou o novo projeto. A atriz, que participou de “Malhação” no ano passado, fez questão de incluir no vídeo o abalo causado pela descoberta da existência do vídeo por meio de uma ligação de Ubá, Minas Gerais. “Era meu pai, de 71 anos, muito nervoso, me peguntando se eu tinha vindo para o Rio para virar prostituta. Foi um choque até processar tudo isso. Quando entrei no site e digitei meu nome, achei um vídeo meu dançando funk, de roupa, que tinha gravado para um canal de humor. O título era: a dançarina mais gostosa Pillar. Meu pai ficou dois meses sem falar comigo. Muita gente me apontava, me questionava. Descobri que já sabiam antes mesmo de me avisarem e aquilo me consumiu. Não porque me confundiram com garota de programa. Até porque, se eu fosse, ninguém teria nada com isso e não vejo como um problema. A questão é ser exposta sem qualquer defesa ou conhecimento”, descreveu Pillar. Ela ainda pontuou que sofreu depressão logo após o episódio: “Pensei em me matar de verdade. Escrevi uma carta e guardei. Minha irmã Anna Victória é que percebeu minhas atitudes estranhas e pediu ajuda”. “Quero ressaltar que a maioria das vítimas são mulheres, exatamente isso. Quando acontece de um vídeo intimo vazar, a maioria das mulheres é que são, a maioria ou quase 100%, é que são escrachadas. Elas que são as vítimas e ocupam um lugar – de vergonha – que não é para ser delas, porque isso foi uma quebra de confiança”, completou a atriz. Há pouco tempo, a história voltou à tona em perfis fakes e ela resolveu publicar o vídeo, gravado em dois momento – o primeiro, no auge do desespero com a história, e o segundo, quando estava mais equilibrada. “Aprendi editar e mesclei dois vídeos. Um no qual contava, sofrendo, e outro para dizer o quanto era importante falar sobre o assunto. Daí nasceu o projeto ‘Por Um Fio’, que digo que foi algo divino”, explicou. Em pouco menos de um mês, já recebeu quase 200 emails com relatos de abusos. “O que eu posso ajudar é com o apoio para que elas mostrem a cara e denunciem o que passam. Digo que não sou psicóloga, mas encaminho para parceiras que dão orientação terapêutica e jurídica”, diz Pillar, que está fazendo gravações autorizadas das histórias que vem recebendo. Veja abaixo o vídeo, em que ela revela seu sofrimento e o nascimento do projeto.
Johnny Depp revela ter dado maconha para filha de 13 anos
Firme em sua missão de expor ainda mais sua vida pessoal na mídia, Johnny Depp testemunhou na terça (7/7) num tribunal de Londres, por conta do processo que abriu contra o jornal britânico The Sun por difamação, devido a um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”. Embora sua intenção com o processo tenha sido negar supostas agressões contra a ex, a atriz Amber Heard (a Mera, de “Aquaman”), ele foi questionado sobre seu hábito de consumo de drogas. E acabou admitindo que forneceu maconha para sua filha, Lily-Rose, quando ela tinha apenas 13 anos. De acordo com o ator, ele queria ser um “pai responsável”, e sabia que seu próprio estoque era “confiável”. A declaração foi divulgada pelo jornal que Depp processa, além do Evening Standard, com acesso ao tribunal. “Eu sabia que a maconha que eu próprio fumo era confiável, de boa qualidade. Eu estava determinado a não fazê-la usar drogas que poderia adquirir em outro lugar, porque é muito perigoso. Eu estava sendo um pai responsável”, teria dito o ator. “Minha filha tinha 13 anos de idade, e como todos sabemos aos 11, 12 e 13 anos, quando você vai a uma festa da escola, você é abordado por pessoas que irão querer te dar uma bebida, porque eles estão bebendo aos 12 e 13, usando cocaína aos 12 e 13, e fumando maconha aos 12 e 13, usando ecstasy e muitas, muitas drogas”, ele disse. Johnny contou como a filha, que hoje tem 21 anos e segue a carreira de atriz, o abordou após ter ido a uma festa, onde alguém passou um baseado a ela. “Ela tinha apenas 12 e ela disse que não sabia o que fazer. Eu disse: ‘Escuta, querida, se você está numa festa e alguém te passa um baseado, pegue o baseado da pessoa e passe para a próxima. Por favor, não experimente drogas com pessoas que você não conhece”, ele relembrou. O ator observou que as drogas podem ser adulteradas com outras substâncias. Por isso, ele fez um apelo à filha: “‘Por favor, por favor, quando você realmente estiver naquele momento em sua vida quando alguém te passa um baseado e você quer muito experimentar, por favor, me faça a honra de vir a mim quando você estiver pronta e você realmente se sentir pronta”. Segundo Depp, ele não queria que a primeira experiência de Lily fosse “com pessoas que ela não conhece, usando coisas que ela não sabe, que não confia”. “É uma questão de segurança, é um pai preocupado com a filha neste tipo de situação”, afirmou. Depp ainda disse que discutiu o assunto com a mãe de Lily, a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis, antes de dar a droga para a filha. Ao ser pressionado no assunto pelo advogado do The Sun, o artista adicionou: “Se isso é errado na sua visão, eu aprecio o que você pensa. Mas eu estava criando uma filha, e eu estava sendo um pai responsável, até onde eu sei”. A linha de defesa do jornal alega que Depp é um usuário assumido de drogas, além de alcoolatra, e que isso o teria feito perder limites e espancar a então esposa, a ponto dela obter uma ordem de restrição contra Depp, ao parecer com hematomas no rosto causados por um incidente violento na véspera de seu pedido de divórcio.
Paolo Sorrentino fará filme sobre Maradona para a Netflix
O cineasta italiano Paolo Sorrentino, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “A Grande Beleza” (2013), vai escrever e dirigir um filme sobre o ex-jogador de futebol Diego Maradona para a Netflix. A produção do longa acontecerá em Nápoles, na Itália, país do time em que Maradona se consagrou na Europa. E que também foi o local de nascimento do diretor, napolitano de berço e de chuteiras. O filme terá o título de “The Hand of God” (A mão de Deus), numa referência ao famoso gol de mão feito por Maradona contra a Inglaterra, nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, em que a Argentina, liderada por seu talentoso camisa 10, consagrou-se campeã. “‘The Hand of God’ vai representar pela primeira vez na minha carreira um filme íntimo e pessoal, um romance ao mesmo tempo alegre e doloroso” disse Sorrentino, no comunicado sobre o projeto. “Esse filme tem uma condição ideal, porque para mim, um filme significa exatamente: ir para casa”, completou. As declarações sugerem que há mais na trama de “The Hand of God” que uma biografia de Maradona. No mesmo comunicado, Scott Stuber, diretor da divisão de filmes da Netflix, chegou a dizer que “The Hand of God” tem uma história “lindamente escrita no estilo próprio” do diretor. O anúncio da produção não revelou sinopse, elenco, cronograma de filmagens, nem previsão para o lançamento. Os trabalhos mais recentes de Sorrentino foram as séries “The Young Pope” e “The New Pope” para a HBO.
Jogador nº 1 vai ganhar sequência literária
O livro “Jogador nº 1”, de Ernest Cline, que inspirou o filme homônimo de Steven Spielberg, vai ganhar sequência. “Ready Player 2” (ou “Jogador nº 2”) será lançada no dia 24 de novembro na América do Norte. O anúncio foi feito nesta quarta (8/7) pela editora Ballantine Books, que também afirmou que as informações sobre os lançamentos internacionais de “Ready Player 2” serão divulgadas nos próximos meses. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o enredo da sequência. Mas “Jogador nº 1”, traduzido para 37 idiomas em 58 países diferentes, passava-se em uma distopia futurista em que pessoas buscavam refúgio da vida real no mundo virtual. A versão cinematográfica da obra estreou em 2018 com um orçamento de US$ 175 milhões, mas faturou menos que o esperado: em torno de US$ 580 milhões em bilheteria. O que, na economia de Hollywood, significa ter empatado suas despesas.
Teaser anuncia adiamento do novo Halloween para 2021
A Universal divulgou o primeiro teaser de “Halloween Kills”, continuação do revival de “Halloween” (2018), que, em meio a fogo e sangue, anuncia que a volta do monstro Michael Myers foi adiada para 2021. A mudança, em função da pandemia de covid-19, atrasou a estreia em um ano porque, em termos de marketing, não faria sentido lançar um filme da franquia em outra data que não fosse um final de outubro, quando se comemora o Halloween, o dia das bruxas americano. “Escrevemos isso com o coração partido pelo fato de que tivemos de discutir esse adiamento, mas uma coisa que a indústria de cinema nos ensina é lidar com o inesperado”, diz uma nota assinada pelo diretor David Gordon Green e o criador da franquia, John Carpenter, que explicaram ter debatido muito para tomar a decisão. Assim, a estreia nos EUA foi remarcada para 21 de outubro de 2021, abrindo uma distância de três anos em relação ao “Halloween” anterior. O lançamento deve acontecer em data próxima no Brasil. Como “Halloween Kills” integra uma trilogia, o final da história, “Halloween Ends”, também foi atrasado em um ano e só vai chegar às telas em 2022. Os dois longas foram produzidos simultaneamente. A continuação vai trazer de volta a atriz Jamie Lee Curtis ao papel de Laurie Strode, que ela interpreta desde 1978, quando John Carpenter fez o primeiro “Halloween” e inaugurou a era dos serial killers imortais. Judy Greer e Andi Matichak, que interpretaram a filha e a neta de Curtis no filme de 2018, também retornam ao elenco, assim como as crianças do filme original, que estavam sob os cuidados da então babá Laurie durante o primeiro ataque do psicopata mascarado. Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.), repetirá seu papel da época, como Lindsey Wallace. Mas Tommy Doyle terá novo intérprete em sua versão adulta: Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Além deles, o ator e diretor Nick Castle, que viveu a primeira versão mascarada de Michael Myers, também retorna, como homenagem, em alguns closes. Uma vez que ele tem 73 anos, as cenas de ação ficaram a cargo de um dublê (James Jude Courtney).
Elza Soares enfrenta o apocalipse brasileiro em clipe animado
A cantora Elza Soares lançou em seu canal no YouTube o clipe de “Juízo Final”. A gravação é uma releitura do samba clássico de Nelson Cavaquinho, lançado em 1973, num arranjo “rock’n’roll”, segundo avaliação da própria Elza, que escolheu a canção para refletir o duelo entre o bem e o mal “como estamos atravessando nesse período drástico no Brasil e no mundo”. “Quero ter olhos pra ver a maldade desaparecer”, diz a letra famosa, também entoada por Clara Nunes e Alcione, e concebida como reação às trevas da ditadura militar. O vídeo foi criado e dirigido por Pedro Hansen, que já tinha feito um clipe animado para a banda Vanguart (“Casa Vazia”). Na narrativa futurista, Elza pilota uma nave espacial para combater o mal, situado numa Brasília desértica e pós-apocalíptica.












