Christopher Meloni e Mariska Hargitay atiçam fãs de Law & Order: SVU com fotos de reencontro
Os atores Christopher Meloni e Mariska Hargitay marcaram seu reencontro na franquia “Law & Order” com fotos compartilhadas no Instagram. Cada um deles postou fotos em que aparecem abraçados para celebrar o retorno de Meloni ao universo criminal criado pelo produtor Dick Wolf. E, aparentemente, confirmando um crossover. “Está valendo”, escreveu Hargitay em um dos posts. Veja abaixo. O ator voltará a viver o detetive favorito dos fãs de “Law & Order: SVU”, o detetive Elliot Stabler, numa nova série da franquia, intitulada “Law & Order: Organized Crime”, atualmente em processo de gravação. E por conta disso deve encontrar a detetive Olivia Benson (Mariska Hargitay) num crossover inevitável. A reunião é facilitada pelo fato de as duas séries se passarem não apenas no mesmo universo, mas na mesma cidade, Nova York. Entretanto, não deve ser uma encontro muito alegre, já que Stabler não se despediu de Benson, ao se afastar da divisão de vítimas especiais (crimes sexuais) sem dizer uma palavra, com a notícia de que teria “se aposentado”. Parceiros e melhores amigos, Benson e Stabler foram os protagonistas de “SVU” em suas 12 primeiras temporadas. O personagem de Meloni saiu da produção após um tiroteio na delegacia, supostamente se aposentando da polícia. Ainda sem previsão de estreia, “Law & Order: Organized Crime” vai mostrar que, após sair da unidade em 2011, Stabler passou a chefiar uma divisão de crime organizado do Departamento de Polícia de Nova York. Enquanto isso, sua antiga parceira continuou à frente de “SVU”. A série estrelada por Hargitay encerrou sua 21ª temporada em abril e se encontra renovada até seu 24º ano. Ver essa foto no Instagram It’s on. Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 6:05 PDT Ver essa foto no Instagram Ladybug on my face n a lady on my arm #hanginWithBenson Uma publicação compartilhada por Chris Meloni (@chris_meloni) em 19 de Jul, 2020 às 8:25 PDT Ver essa foto no Instagram Easy like Sunday mornin… Uma publicação compartilhada por Mariska Hargitay (@therealmariskahargitay) em 19 de Jul, 2020 às 9:55 PDT
Warner terá “disque-denúncia” contra falhas de segurança em filmagens na pandemia
A Warner Bros. decidiu mostrar que vai levar a sério as medidas de segurança contra o coronavírus na volta a seus sets de produção. Segundo apurou com exclusividade o site Deadline, o estúdio criou uma espécie de “disque-denúncia” anônimo para que funcionários possam informar qualquer infração vislumbrada em relação à prevenção contra a covid-19. O estúdio está próxima a retomar as filmagens de algumas de suas maiores produções, como “Animais Fantásticos 3” e “The Batman”, que retomarão as atividades no Reino Unido, após um hiato de três meses. Kevin Trehy, vice-presidente executivo de produção física da Warner Bros, teria anunciado a medida na semana passada, durante um painel da indústria, realizado a portas fechadas para membros do sindicato britânico Bectu, que cobre profissionais do setor audiovisual e das artes cênicas do Reino Unido. Trehy, que faz parte da força-tarefa da retomada das produções da WarnerMedia, acrescentou que a empresa pretende ouvir calmamente todas as equipes e ainda contratou consultores de segurança para atenuar preocupações. Ele acrescentou que a Warner Bros se tornou “nossa força policial mais rigorosa” em termos de protocolos de segurança contra coronavírus, ultrapassando as diretrizes da indústria britânica, incluindo aquelas elaboradas pela British Film Commission com contribuições de empresas como Bectu. Em junho, o estúdio ajudou a formular, com outros produtores e sindicatos de Hollywood, um documento que estabelece as regras essenciais para o retorno das filmagens em meio à pandemia. Testes periódicos, medidas de distanciamento, a criação de um cargo de “supervisor” de coronavírus e até o banimento dos roteiros de papel estão entre as sugestões.
Ator de American Crime é preso por tentativa de homicídio
O ator Johnny Ortiz, que integrou na adolescência a 1ª temporada de “American Crime” (em 2015) e também apareceu em “El Camino: Um Filme de Breaking Bad” (2019), “A Justiceira” (2018) e “McFarland dos EUA” (2015), foi preso nos EUA, após ser acusado de tentativa de homicídio. Ele foi detido com outro homem, Armando Navarro. Ambos foram acusados de tentar matar um homem chamado Brian Duke, sob ordens do chefe de uma gangue da qual fariam parte. Ortiz alega inocência e terá sua primeira audiência com um juiz nesta segunda (20/7). Sua fiança foi estabelecida em pouco mais de US$ 1,1 milhão.
Festival de Veneza vai homenagear carreiras de Tilda Swinton e Ann Hui
A organização da 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza anunciou que a atriz inglesa Tilda Swinton e a cineasta chinesa Ann Hui serão homenageadas com um Leão de Ouro especial pelas realizações de suas carreiras. O festival, que confirmou sua realização entre os dias 2 a 12 de setembro, não revelou se as duas artistas comparecerão pessoalmente à premiação. “Ann Hui é uma das diretoras de cinema mais apreciadas, prolíficas e versáteis do continente asiático”, escreveu o diretor do festival, o crítico de cinema italiano Alberto Barbera, que também elogiou Tilda Swinton em comunicado, por “sua versatilidade fora do comum”. A atriz britânica de 59 anos estreou no cinema em 1986 com o filme “Egomania”, e desde então participou de quase 70 longas-metragens, trabalhando com diretores como Jim Jarmusch, Wes Anderson, Terry Gilliam, Danny Boyle, Bong Joon-ho, Luca Guadagnino e Lynne Ramsay, demonstrando inclinação por obras de caráter mais artístico e ousado. Mas os mais jovens devem lembrar mais seu desempenho nos filmes da Marvel, como a Anciã, mentora do Doutor Estranho. “Tilda Swinton é unanimemente reconhecida como uma das intérpretes mais originais e intensas”, destacou Barbera ao comentar “sua personalidade exigente e excêntrica” e “sua capacidade de passar do cinema de autor mais radical para as grandes produções de Hollywood, sem renunciar a sua inesgotável necessidade de dar vida a personagens inclassificáveis e pouco comuns”, escreveu Barbera. Já a diretora de 73 anos, que iniciou sua carreira em 1979, “foi uma das primeiras artistas a misturar material documental e cinema de ficção”, e nunca abandonar “a visão do autor”, segundo o próprio Barbera. Ao longo de quase meio século, esteve particularmente interessada nos “assuntos humanos e sociais”, como a vida dos imigrantes vietnamitas após a Guerra do Vietnã e foi “pioneira, por sua linguagem e estilo visual”, lembrou o crítico. Em nota divulgada pela Biennale, Hui se disse “sem palavras” pela homenagem e desejou que “todo o mundo melhore logo, para que todos possam sentir-se felizes como me sinto agora”. O Festival de Veneza acontecerá neste ano com um programa “reduzido” devido à pandemia de coronavírus, segundo adiantaram os organizadores, que divulgarão a lista dos filmes selecionados em 28 de julho em uma entrevista coletiva para a imprensa.
Alok lança clipe com personagem do game Free Fire
O DJ Alok divulgou um novo clipe, que traz um dançarino vestido como o personagem Dino do game “Free Fire”. O vídeo de “Don’t Cry for Me”, parceria do brasileiro com Martin Jensen e Jason Derulo, mostra o treino do mascote para dar o melhor de si na hora dos jogos. A música deve fazer muito sucesso, pois se integra com perfeição à tendência do pop genérico atual – que combina elementos de som eletrônico, sertanejo, R&B, rock baladeiro e comercial de refrigerante para agradar a maior quantidade de gostos diferentes e virar hit instantâneo. A letra fala em superação e, quando lançou a música, Alok disse que queria ajudar os fãs a passarem pela pandemia. “Fazer música para criar uma conexão e energia positiva com os fãs é um privilégio e ajuda a manter o equilíbrio em momentos como esses. Jason e Martin fizeram a diferença nessa colaboração e eu só posso agradecer. Espero que vocês realmente gostem.”
Amber Heard diz que Johnny Depp tentou matá-la
Em seu primeiro dia de depoimento no julgamento do processo movido por Johnny Depp contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard disse à Suprema Corte de Londres que o ator ameaçou matá-la. Depp está processando a News Group Newspapers, editora do jornal Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Ao longo de duas semanas, o ator de 57 anos afirmou ao tribunal que todas as alegações de Heard sobre abuso físico e verbal eram falsas. Ele nega ter sido violento com ela ou com qualquer outra mulher. Até então, Heard só tinha se pronunciado no julgamento por meio de uma declaração por escrito, em que afirmou ter sido seriamente abusada por Depp. Nesta segunda (20/7), ela descreveu detalhes gráficos da violência que sofreu e disse acreditar que morreria nas mãos do então marido. “Alguns incidentes foram tão graves que eu tinha medo que ele fosse me matar, intencionalmente ou mesmo perdendo o controle e indo longe demais”, disse ela. “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes, especialmente mais à frente em nosso relacionamento”, completou. Heard afirmou que Depp tinha uma “maneira violenta e sombria” de falar. “A maneira como ele falava sobre o nosso relacionamento era estar ‘vivo ou morto’ e me dizia que a morte era a única maneira de sair do relacionamento”, disse a atriz, de acordo com o jornal The Sun, que, como parte do processo, tem acesso aos depoimentos integrais do julgamento. Descrevendo sua viagem à Austrália para acompanhar o então marido nas filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” (2017) como a “pior coisa que já passei”, ela disse ao tribunal que Depp a atacou enquanto ela estava nua, gritando e fazendo “acusações sem sentido”. Heard disse que o ator perdeu totalmente a noção com seus atos. Chegou a urinar na frente de pessoas atordoadas, tentando soletrar o nome dela com xixi. Ele também teria cortado suas roupas, embrulhando-as com bifes e as jogado na banheira. Também teria atirado tinta sobre todas as roupas que ainda estavam no armário, fazendo com que Heard temesse por sua vida. Eles deveriam passar três dias sozinhos numa folga das filmagens, mas Heard disse ter ficado “presa” na casa remota com Depp, que supostamente estava surtando sob o efeito de drogas. “A melhor maneira de descrever o que aconteceu na Austrália é que foi como uma situação de refém de três dias. Eu estava em uma casa remota, a pelo menos 20 minutos de qualquer ajuda, de onde não podia sair. Fiquei presa e isolada com uma pessoa violenta que sofria de depressão maníaca, transtorno bipolar e um padrão repetido de psicose e violência induzida por drogas, e que estava em uma farra de drogas e álcool há vários dias”, ela descreveu. “Ao longo desses três dias, houve atos extremos de violências psicológicas, físicas, emocionais e outras formas de violência. Foi a pior coisa que já passei. Fiquei com o lábio e o nariz machucados e cortes nos braços.” A atriz descreveu que Depp a agarrou pelo pescoço, empurrou-a contra a geladeira e disse que poderia “esmagar” seu pescoço. Ele então teria rasgado a camisola dela para que ela ficasse nua e a empurrou contra um bar, pois ele tinha “alucinações estranhas e paranoicas”. Heard acrescentou: “Em algum momento, ele me puxou pelo pescoço e me empurrou nua, curvada para trás, minhas costas contra o mármore. Ele estava pressionando tanto meu pescoço que eu não conseguia respirar. Lembro-me de pensar que ele ia me matar naquele momento”. Ela também abordou a acusação de ter cortado a ponta de um dedo do ator quando jogou uma garrafa de vodka contra ele. Em sua versão da história, foi o próprio Depp quem se machucou, ao quebrar um telefone contra a parede num ato de fúria alimentada por drogas. A casa em que tudo isso aconteceu sofreu grande destruição, estimada em cerca de US$ 100 mil, após a saída do casal. Em seu depoimento duro, a atriz acrescentou: “Ele ameaçou explicitamente me matar muitas vezes. Culparia todas as suas ações por uma terceira pessoa criada por ele, que costumava chamar de ‘Monstro'”. “Ele descreveu o que poderia fazer comigo se eu o deixasse ou o machucasse, como por exemplo esculpir meu rosto para que ninguém mais me quisesse”, continuou. “Ele também disse o que faria com outras pessoas de quem não gostava ou se fosse ameaçado, detalhando como poderia fazer alguém ser torturado ou como era barato e fácil abater qualquer um”. A atriz acrescentou que o surto australiano não foi o suposto ataque mais violento que sofreu. Ela contou que o pior aconteceu depois, em Los Angeles, após Depp avançar contra ela e pegar um telefone que ela estava usando. “Johnny jogou o telefone bem na minha cara, parado a cerca de um metro e meio de mim. Eu achei que tinha tirado meu olho da órbita quando me atingiu”, afirmou. “Ele também me bateu, puxou meu cabelo e agarrou meu rosto. E esse foi apenas um dos muitos, muitos incidentes. Ele causou uma quantidade significativa de danos ao apartamento e na minha cara.” O incidente descrito foi um dos poucos em que houve testemunhas. A apresentadora de TV Tillett Wright estava do outro lado da linha e ouviu tudo. Ela também ligou para uma mulher que estava na propriedade, Rocky Pennington, que chegou a tempo de impedir mais violência, colocando-se entre Heard e Depp. Segundo a advogada do Sun, Sasha Wass, Depp empurrou Pennington e começou a ameaçar Heard de violência, pegou uma garrafa de vinho e passou a destruir o local com ela. Depp retrucou que nada disso aconteceu e que a história contada por Heard, Wright e Pennington eram “uma farsa cuidadosamente coreografada”. Ele também abriu um processo por difamação contra Heard nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo.
Mickey Rourke xinga Robert De Niro e o ameaça no Instagram
Mickey Rourke usou seu Instagram para retomar uma velha treta com Robert De Niro. Os dois não se entendem desde que trabalharam juntos em “Coração Satânico”, em 1987. Mas o distanciamento parecia ter apaziguado os rancores. Até que, no fim de semana, Rourke resolveu publicar um post com a foto de De Niro e atacá-lo, usando, para isso, uma série de frases dos filmes estrelados pelo ator. “Ei, Robert De Niro, você está certo, estou falando com você, seu grande bebê chorão”, escreveu ele, parafraseando “Taxi Driver” (1976). Em seu ataque, Rourke alega que um amigo lhe contou que De Niro teria dito em entrevista que o acha “um mentiroso que fala todo tipo de merda”. “Olha, sr. Durão nos filmes, você é a primeira pessoa que me chamou de mentiroso e foi em um jornal. Deixa eu dizer uma coisa, quando eu te ver, eu juro por Deus, eu vou te envergonhar severamente, 100%. Deus é minha testemunha” Quem puxou a briga em público, na verdade, foi o próprio Rourke. Ele falou pra uma TV italiana que De Niro teve uma atuação medíocre em “Coração Satânico” e que exigiu não ser tocado por Rourke durante as filmagens. “Eu não o admiro mais.” Rourke também acusa De Niro de impedi-lo de ter um papel em “O Irlandês”, que concorreu ao Oscar. “O pessoal do elenco contou ao meu empresário que De Niro se recusou a trabalhar no filme comigo”, disse o ator. A produção do filme negou esta informação, em um comunicado distribuído pelo assessor de imprensa de De Niro. Após a treta ganhar grande proporção na mídia, Rourke resolveu apagar o post. Mas ele pode ser visto reproduzido em vários lugares da internet, como aqui abaixo.
Globo prepara série de comédia sobre quarentena com casais reais
A rede Globo pretende aproveitar casais e famílias da vida real para fazer uma série de comédia sobre “amores possíveis” em tempos de quarentena. Cada um dos quatro episódios da nova série será protagonizado por uma dupla: Taís Araújo e Lázaro Ramos; Luisa Arraes e Caio Blat; Fabiula Nascimento e Emilio Dantas; Fernanda Torres e Fernanda Montenegro. “A ideia veio de uma urgência de fazer alguma coisa, de trabalhar, de contar histórias”, contou o diretor Jorge Furtado ao UOL. A ideia, no caso, foi de criar textos para aproveitar atores que são casados ou, no caso das Fernandas, mãe e filha que estão vivendo o isolamento social juntas por causa da pandemia de coronavírus. A série também vai usar as casas dos atores como cenário, entregando todo o equipamento de gravação no local e ensinando os intérpretes a como operá-lo. “Eles operam tudo que a gente pede. A câmera que vai para a casa deles é uma câmera muito mais simples, ‘pocket’, do que a gente costuma trabalhar nos estúdios. De um jeito que eles consigam fazer. Eles recebem microfones. Tem que posicionar ‘boom’, lapela, botar refletor, operar a câmera, ajustar tripé, fazer absolutamente tudo, com todos nós aqui, de cada departamento, instruindo”, contou a diretora artística Patrícia Pedrosa, que definiu o projeto como um “reality show da dramaturgia”. Cada episódio foi encomendado a autores diferentes. O protagonizado por Taís Araújo e Lázaro Ramos foi escrito por Alexandre Machado. É o primeiro texto do roteirista desde a morte da mulher e parceira Fernanda Young (1970-2019). Furtado, que é criador de “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as Mulheres do Mundo”, escreveu o capítulo de Luisa Arraes e Caio Blat. Fabiula Nascimento e Emilio Dantas estrelam um episódio escrito por Jô Abdu e Adriana Falcão. E a trama com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi escrita por Antônio Prata, Chico Matoso, Furtado e a própria Fernanda Torres. Este último é o único capítulo que contará com uma equipe profissional in loco. É que Fernanda é casada com o cineasta Andrucha Waddington e dois filhos deles, Pedro e Joaquim, também trabalham no meio. Graças a isso, a gravação terá mais gente envolvida no “set” residencial. Cada episódio da série deve ter cerca de 25 minutos e um tom “leve”, com um pouco de drama, mas pegada de comédia. Com título provisório de “Amores Possíveis”, mesmo nome de um filme de Sandra Werneck, com Murilo Benício e Carolina Ferraz, exibido em 2001, a exibição está prevista para as terças-feiras de setembro na Globo.
Godzilla vs. Kong: Monstros gigantes lutam na primeira imagem do filme
A Legendary Pictures divulgou a primeira imagem oficial de “Godzilla vs. Kong” com os dois monstros do título. Originalmente previsto para chegar aos cinemas em março, o filme agora só será lançado em novembro do ano que vem. A produção começou a ser filmada antes da estreia de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”, que fracassou nas bilheterias – arrecadação de US$ 385,9 milhões mundiais para um orçamento de US$ 170 milhões. Dirigido por Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), “Godzilla vs. Kong” vai trazer de volta Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), vistos no filme anterior. Além deles, seu elenco grandioso também inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”). A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. “Godzilla vs. Kong” será o quarto lançamento do MonsterVerse da Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019).
Ryan Reynolds é personagem de videogame em oito fotos de Free Guy
A 20th Century Studios divulgou oito de fotos de “Free Guy – Assumindo o Controle”, filme que traz Ryan Reynolds (o Deadpool) como um personagem de videogame renegado. Na trama, Reynolds vive um bancário comum, que é figurante numa cena de assalto de videogame. Num belo dia, ele resolve reagir ao ataque de um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para dezembro.
Black Is King: Álbum visual de Beyoncé ganha pôster e novo trailer
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou um novo trailer de “Black Is King”, próximo “álbum visual” de Beyoncé. As imagens do vídeo mostram um conceito que combina ancestralidade africana, ficção científica e vida urbana moderna, com muitas cores e situações misteriosas, coreografias, um esboço de narrativa sobre um reino místico e diversas participações especiais – como o rapper Jay-Z, marido da cantora, a modelo Naomi Campbell, a cantora Kelly Rowland, o cantor e produtor Pharrell Williams, e a atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”). O filme foi inspirado no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão”. Em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informam que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. Tem mais. “‘Black Is King’ é uma afirmação de grande realização, com visuais exuberantes que celebram a resiliência e a cultura negra. O filme destaca a beleza da tradição e a excelência negra”. A produção é baseada nas músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Assim como “Lemonade” (o “álbum visual” anterior de Beyoncé), “Blak Is King” conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. O lançamento está marcado para 31 de julho na plataforma da Disney, cerca de um ano depois da estreia de “O Rei Leão”.
Pedro Almodóvar filma sua primeira obra em inglês com Tilda Swinton
O cineasta Pedro Almodóvar iniciou filmagens de seu próximo trabalho, o drama “The Human Voice”. Estrelado pela atriz Tilda Swinton, o filme será o primeiro trabalho do diretor espanhol falado em inglês. O início da produção foi anunciado por meio da conta de Agustín Almodóvar, produtor da obra e irmão mais novo do diretor. Ele compartilhou uma foto do diretor com Swinton no set do filme e escreveu: “Pedro Almodóvar, Tilda Swinton, El Deseo [nome da produtora dos irmãos], ‘La Voz Humana’. Primeiro dia de filmagem”. O detalhe é que não se trata de um longa. O filme será um curta-metragem sobre o texto “The Human Voice”, peça do poeta, escritor e dramaturgo francês Jean Cocteau (1889-1963). A peça gira em torno do último telefonema de uma mulher para seu amante às vésperas do casamento dele. A obra já havia inspirado um dos trabalhos mais celebrados do diretor, o drama “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” (1988), primeiro longa de Almodóvar a concorrer ao Oscar, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Ainda não há previsão para o lançamento do curta. Pedro Almodóvar,Tilda Swinton, El Deseo , #LaVozHumana . Primer día de rodaje. pic.twitter.com/84ZQVmW9d5 — Agustín Almodóvar oficial (@AgustinAlmo) July 16, 2020
The Old Guard injeta dramaticidade no bom e velho thriller de ação
Tem surtido um efeito positivo a abertura cada vez maior de Hollywood para cineastas femininas. Com “The Old Guard”, Gina Prince-Bythewood se junta a Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), Cathy Yan (“Aves de Rapina”) e Cate Shortland (“Viúva Negra”, ainda inédito) na lista de diretoras de filmes recentes de ação, que trazem mulheres como protagonistas. Prince-Bythewood é uma cineasta negra que, apesar de ter no currículo dramas e comédias românticas de repercussão relativamente pequena, sempre lidou com direitos de minorias, temas bem explorados no atual “blockbuster” da Netflix, que, além de trazer duas protagonistas, uma delas negra, também rechaça a homofobia, desenvolvendo personagens homossexuais de maneira muito bonita e respeitosa – como é o caso do casal vivido pelo holandês Marwan Kenzari (o vilão de “Aladdin”) e o italiano Luca Marinelli (o excelente ator de “Martin Eden”). A diretora traz uma abordagem diferente ao gênero. Mas enfrenta dificuldades na transição, por falta de coreografias de luta mais bem trabalhadas ou cenas de ação mais consistentes. Poderia haver um cuidado maior com as imagens, um certo rigor formal cairia bem, até como forma de compensar a falta de uma equipe com maior intimidade com adaptações de quadrinhos. Isto torna as cenas de ação um tanto genéricas. Por isso, o diferencial de “The Old Guard” encontra-se na dramaticidade criada em torno dos personagens. Enquanto muitos esperam resultados mais convencionais, a diretora deixa sua marca ao dar à premissa irreal, sobre um grupo de mercenários imortais, um dose saudável de dramaticidade e seriedade. Na trama, Charlize Theron vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Aos poucos, a pose de super-heróis dos personagens se desconstrói, revelando pessoas frágeis. Após tantos anos de existência na Terra, eles acumulam muitas experiências trágicas. Andy tem especialmente duas lembranças muito dolorosas de parceiros imortais do passado, que serão contadas à nova imortal, a jovem soldado negra Nile, vivida por KiKi Layne. É pelos olhos da mais nova integrante do grupo que o público é apresentado às vidas secretas desse pequeno exército de imortais, que têm seus próprios sensos de honra e de justiça. E quanto à fragilidade deles, há um momento em particular que torna Andy tão frágil quanto incrivelmente forte, lá pelo terceiro ato, quando eles enfrentam a indústria farmacêutica que deseja lucrar com seus corpos. Aliás, o vilão caricato (Harry Melling) é o ponto mais fraco da trama, mas não chega a comprometer tanto quanto em alguns blockbusters de super-heróis. Derivado de uma história em quadrinhos de Greg Rucka, que também é o roteirista desta adaptação cinematográfica, o filme tem grandes chances de ganhar continuação. E será ótimo se tiver, tanto para o público revisitar os personagens, quanto para a diretora, ou quem pegar o projeto, aperfeiçoar a produção, aproveitando-se de todas as suas potencialidades.












