Amber Heard diz que Johnny Depp a imaginava com vários atores
Durante seu depoimento de terça (21/7), no processo que Johnny Depp move contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard contou que o ator achava que ela tinha casos com todos os colegas com quem contracenava. Em seu segundo dia na corte, Heard foi questionada pela advogada de Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento com ator. Confrontada por um caso com o bilionário Elon Musk e o ator James Franco, ela negou que tivesse sido infiel. E acrescentou: “não que isso importe muito”. Com a insistência da advogada, ela listou outros atores de quem Depp tinha ciúmes, incluindo Leonardo DiCaprio, com quem ela apenas fez um teste. “Ele me acusou de ter casos com cada um dos meus colegas de elenco: Eddie Redmayne, James Franco, Jim Sturgess, Kevin Costner, Liam Hemsworth, Billy Bob Thornton, Channing Tatum; até mulheres como Kelli Garner”, disse Amber, de acordo com o jornal The Sun, que está publicando um diário do julgamento, graças ao acesso privilegiado como parte do processo. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Ele me provocava – especialmente quando estava bêbado ou chapado – e tinha apelidos depreciativos para todos os meus colegas masculinos que ele considerava uma ameaça sexual”, disse a atriz, revelando os apelidos maldosos de Depp para os colegas. “Por exemplo, Leonardo DiCaprio era ‘cabeça de abóbora’, Channing Tatum era ‘cabeça de batata'”. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.
Listas de séries mais vistas da Netflix revelam distorções
A Netflix divulgou duas listas com suas séries mais assistidas em todos os tempos. Os nomes não trazem surpresas, nem números, mas revelam distorções causadas por critérios diferentes de apuração. A primeira lista contém séries que foram assistidas por pelo menos dois minutos. São elas “The Witcher”, “La Casa de Papel” (Parte 4), “Tiger King”, “Você” (2ª temporada), “Brincando com Fogo”, “Eu Nunca…”, “Space Force”, “Jogo de Lava”, “Criando Dion”, “Casamento às Cegas”, “Ozark” (3ª temporada) e “The Crown” (2ª temporada). A segunda classificação reúne produções que tiveram pelo menos 70% de seus episódios assistidos. No top 3 ficaram “Stranger Things, “The Umbrella Academy” e “La Casa de Papel”, seguidos por “Você”, “Sex Education”, “Nosso Planeta”, “Inacreditável”, “Disque Amiga para Matar”, “Olhos que Condenam” e “Elite”. A comparação entre as duas relações revela grandes diferenças e ajuda a demonstrar como o atual critério de medição de audiência da Netflix gera resultados irreais. Desde janeiro, a Netflix adota o critério dos dois minutos para considerar a audiência completa de sua séries. Por isso, tornaram-se costumeiros os comunicados que celebram 40 milhões de visualizações para seus lançamentos. Mas basta comparar as duas lista para perceber como essa medição gera distorções. A lista de séries vistas por dois minutos tem apenas duas atrações em comum com o Top 10 dos programas realmente assistidos. E a produção campeã dos dois minutos nem sequer entrou no Top 10 dos 70%.
Escritores de Psicopata Americano e Trainspotting farão série sobre indústria de fofocas
Dois autores celebrados da literatura contemporânea, o americano Bret Easton Ellis (“Psicopata Americano”) e o britânico Irvine Welsh (“Trainspotting”), vão se juntar para criar uma nova série, sobre os bastidores da indústria midiática da fofoca. Batizada de “American Tabloid”, a série foi encomendado pela produtora britânica Burning Wheel Productions e vai se passar ao longo de décadas, acompanhando a evolução de uma revista semanal até os dias da internet. Segundo os produtores, a atração descreverá a “cavalgada indisciplinada de patifes, vigaristas e palhaços – em outras palavras, jornalistas – que se juntam para mudar não apenas a paisagem, mas o poder da imprensa para sempre, expondo desde boatos escandalosos até marionetes políticos”. “Para fazer justiça à produção, sempre soubemos que precisaríamos de escritores que não se contivessem e fossem muito além do que muitos ousariam”, disse Shelley Hammond, da Burning Wheel, em comunicado sobre o projeto. “Estamos muito satisfeitos por estarmos prestes a contar com o incrível talento de Bret e Irvine. Será a primeira vez que os dois colaborarão profissionalmente – e com o apoio para permitir sua liberdade criativa, nós estão confiantes de que coisas espetaculares vão acontecer”. Apesar do anúncio, os contratos ainda não foram assinados. Os produtores afirmam que estão “positivos” de que o acordo será firmado nas próximas semanas e já preparam um cronograma de desenvolvimento para trabalhar rapidamente. A Burning Wheel Productions concluiu recentemente a produção do longa-metragem “Creation Stories”, sobre a gravadora Creation e seu fundador, o músico e empresário Alan McGee, com roteiro de Irvine. Saiba mais sobre este projeto aqui.
Atriz de A Escolha Perfeita diz sentir sintomas de covid-19 um mês após se curar
A atriz Anna Camp, da franquia “A Escolha Perfeita”, revelou em seu Instagram estar sofrendo com sintomas de coronavírus um mês após se curar. Ela compartilhou sua história no Instagram nesta terça (21/7), revelando que ficou “extremamente doente por mais de três semanas” e ainda tem “sintomas remanescentes”, apesar de agora ter um resultado negativo para covid-19. “Eu era incrivelmente precavida. Eu usava uma máscara. Usava desinfetante para as mãos. Uma vez, quando o mundo começou a reabrir, decidi deixar de usar minha máscara. Uma. Uma vez. E acabei contraindo”, ela escreveu no Instagram, ao lado de uma foto que mostra ter voltado a usar máscara. A estrela de 37 anos continuou explicando que, embora muitas pessoas digam que contrair covid-19 é “como ter gripe”, a doença é completamente diferente disso. “Eu tive gripe, e não é nem um pouco parecido”, escreveu ela. “O pânico de contrair um vírus que é basicamente intratável e tão novo que ninguém sabe o dano irreparável a longo prazo que a doença causa ao sistema imunológico, o que é incrivelmente estressante. Perder completamente meu senso de olfato e paladar sem saber quando ou mesmo se vai retornar é extremamente desorientador”, acrescentou. Camp revelou que, um mês depois de se curar, recuperou “apenas 30%” do olfato e tem outros “sintomas persistentes”, que continua a enfrentar, listando “tontura, fadiga extrema, sinusite, estômago revirado, náusea, vômito e febre”. “Eu tenho sorte. Porque eu não morri. Mas as pessoas estão morrendo. Por favor, use sua máscara. Pode acontecer a qualquer momento. E pode acontecer com qualquer pessoa”, enfatizou. A atriz completa ressaltando que usar uma máscara pode “fazer a diferença”. “Usar uma máscara está salvando vidas. Obrigado a todos que estenderam a mão para me checar durante este período assustador”, disse ela. “Por favor, estejam seguros lá fora. Vamos todos fazer a nossa parte e usar uma máscara. Não quero que nenhum de vocês passe pelo que passei. Mesmo que seja uma coisinha, pode ter um enorme impacto, e é incrivelmente fácil de previnir.” Ver essa foto no Instagram Hi friends… I felt it was my responsibility to share that I ended up getting Covid-19. I have since tested negative, but I was extremely sick for over three weeks and still have lingering symptoms. I was incredibly safe. I wore a mask. I used hand sanitizer. One time, when the world was starting to open up, I decided to forgo wearing my mask in public. One. Time. And I ended up getting it. People are saying it’s like having the flu, but I’ve had the flu, and this is absolutely not that. The panic of contracting a virus that is basically untreatable and is so new that no one knows the long term irreparable damage it does to your immune system is unbelievably stressful. Completely losing my sense of smell and taste without knowing when or even if they will return is extremely disorienting. I’m only smelling about 30 percent of how I used to now. Other persistent symptoms are (a month later) dizziness, extreme fatigue, impacted sinuses, upset stomach, nausea, vomiting, and fever. I’m lucky. Because I didn’t die. But people are. Please wear ur mask. It can happen any time. And it can happen to anyone. Even that one time you feel safe. We can all make a difference. Wearing a mask is saving lives. Thank you to everyone who reached out to check on me during this scary time. Please be safe out there. Let’s all do our part and wear a mask. I don’t want any of you to go through what I did. Even though it’s a little thing, it can have a huge impact, and it’s so incredibly easy to do❤️ Uma publicação compartilhada por Anna Camp (@therealannacamp) em 21 de Jul, 2020 às 11:23 PDT
Natalie Portman forma time de futebol feminino para disputar campeonato dos EUA
A atriz Natalie Portman formou um time de futebol feminino em Los Angeles para disputar o campeonato nacional da categoria, nos EUA. “Um grupo majoritariamente fundado por mulheres e liderado pela atriz e ativista Natalie Portman assegurou o direito exclusivo de levar uma equipe de futebol feminino profissional de Los Angeles para estrear no campeonato de 2022”, informou nesta terça (21/7) a NWSL, liga de futebol feminino dos EUA, em comunicado. A equipe de Los Angeles, inicialmente chamada de Angel City, se tornará o 11º time da NWSL, e conta com apoio de outras estrelas para sua fundação, como as atrizes Uzo Aduba, America Ferrera, Jennifer Garner, Eva Longoria e Jessica Chastain, além de atletas, como Mia Hamm, Abby Wambach e Serena Williams. O time também receberá investimentos da financista Kara Nortman e da empresária do setor de videogames Julie Uhrman. Esta última será a presidência da nova equipe. “Hoje damos um passo emocionante ao anunciar o primeiro time de futebol criado e comandado por mulheres”, disse Portman, vencedora do Oscar de Melhor Atriz por “Cisne Negro” em 2011. “Os esportes são uma forma muito alegre de unir as pessoas, e isso tem o poder de fazer uma mudança tangível para as esportistas femininas em nossa comunidade, bem como na esfera profissional”, declarou, em comunicado. “Esperamos ter um impacto substancial em nossa comunidade, nos comprometendo a ampliar o acesso aos esportes para as jovens de Los Angeles”, disse Portman, que durante sua carreira tem se envolvido em diversas causas sociais, incluindo o movimento Time’s Up, que luta contra o assédio e o abuso sexual na indústria do entretenimento. A NWSL, que celebrou sua temporada inaugural em 2013, foi a primeira liga de esportes profissionais dos Estados Unidos a retomar as atividades em meio a pandemia do novo coronavírus. O primeiro jogo desde a interrupção causada pela pandemia foi realizado em 27 de junho, sem a presença de público. Os Estados Unidos são a maior potência do futebol feminino mundial. A seleção do país é tetracampeã da Copa do Mundo feminina da FIFA e a atual campeã mundial da categoria.
Burden of Truth é renovada para 4ª temporada
A rede canadense CBC renovou “Burden of Truth” para sua 4ª temporada, duas semanas após a exibição do final do terceiro ano pelo canal americano CW. Embora o final da 3ª temporada tenha servido como um desfecho satisfatório para a série, o ator Peter Mooney disse ao site TVLine no início de julho que “gostaria de fazer mais, porque acho que há mais histórias para desenvolver”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue”), a série é estrelada por Kristin Kreuk (“Smallville”) e Peter Mooney (“Rookie Blue”), nos papéis de Joanna Hanley e Billy Crawford. Sócios numa firma de advocacia, que defende casos com poucas probabilidades de vitória, os personagens também entraram em um relacionamento romântico na 3ª temporada, com direito a uma gravidez inesperada. O último episódio avançou no tempo para mostrá-los prestes a se tornar pais. A evolução do relacionamento foi bem explorada pela série, que começou com a personagem de Kreuk enfrentando seu parceiro. Na estreia, Joanna Hanley era uma advogada corporativa, que retornara à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que ficaram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e o advogado delas – seu ex-colega de escola Billy Crawford. Mas, depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que pensava e que havia algo sério por trás daquele caso. Assim, de forma relutante, ela deu início à parceria com Crawford, que levou à progressão da história e à renovação da série canadense. A CW ainda não anunciou se vai continuar exibindo a série nos EUA, onde é vista, em média, por apenas 505 mil pessoas ao vivo.
Novo drive-in de São Paulo vai exibir filmes nacionais em sessões gratuitas
São Paulo vai ganhar mais um drive-in em agosto. Mas não será mais um espaço a cobrar ingresso caro para o público assistir filmes disponíveis em streaming. O Projeto Paradiso, iniciativa filantrópica do Instituto Olga Rabinovich, fechou parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, a Spcine e o Cine Autorama – e conta com apoio da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) – para oferecer sessões gratuitas exclusivamente de filmes brasileiros. O novo cinema ao ar livre Drive-In Paradiso será instalado no estacionamento da Alesp, no Ibirapuera, e funcionará de 1 a 23 de agosto com uma programação realmente diferenciada, com curadoria da cineasta e cinéfila Marina Person (“Califórnia”). Para marcar o lançamento do projeto, o premiado “Meu Nome É Bagdá”, de Caru Alves de Souza, será exibido na estreia, no dia 1º de agosto. Inédito em circuito comercial, o drama de ficção sobre skatistas paulistas foi premiado no Festival de Berlim, no começo do ano. “Meu Nome É Bagdá” será exibido entre “Café com Canela”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, premiado no 50º Festival de Brasília, e o icônico “Central do Brasil”, de Walter Salles, que integra uma homenagem aos grandes clássicos brasileiros na programação do drive-in. As sessões serão realizadas apenas aos sábados e domingos, às 17h, 20h e 23h. No primeiro domingo de programação, estão previstos o infantil “As Aventuras do Avião Vermelho”, a biografia musical “Elis” e a comédia blockbuster “De Pernas pro Ar 3”. Nos próximos dias, serão realizadas exibições de “Bacurau” – em sessão dupla com filme surpresa escolhido pelo diretor Kleber Mendonça Filho – e “Pacarrete”, de Allan Deberton, grande vencedor do Festival de Gramado do ano passado e também inédito em circuito comercial de cinema. Antes dos longas, ainda haverá a exibição de curtas-metragens produzidos por cineastas das periferias de São Paulo, que integram o projeto Curta em Casa – desenvolvido durante a pandemia pelo Projeto Paradiso em parceria com o Instituto Criar e a Spcine.
Elena de Avalor vai terminar com coroação da primeira rainha latina da Disney
A Disney anunciou o fim do desenho animado “Elena de Avalor” por meio de um vídeo de bastidores, em que intérpretes e produtores se despedem da atração. A série de Elena, a primeira princesa latina da Disney, vai chegar ao fim em 23 de agosto, no canal pago Disney Junior, num episódio especial em que a jovem finalmente se tornará rainha de seu reino. Assim, ela também se tornará a primeira rainha latina do estúdio de animação mais famoso do mundo. Criada por Craig Gerber (criador também da “Princesinha Sofia”), Elena é originalmente dublada pela atriz dominicana Aimee Carrero (série “Young & Hungry”) e, ao longo de três temporadas, salvou seu reino de uma feiticeira chamada Shuriki e demonstrou como é possível governar como benevolência, mesmo sem ter idade para isso. O capítulo final, batizado de “Elena de Avalor: Dia da Coroação”, apresentará a ascensão de Elena ao trono, agora que ela cresceu o suficiente para se tornar rainha. Vários integrantes do elenco estelar de convidados da série ao longo da produção, retornarão para dublar seus personagens no final. Os astros incluem Jaime Camil e Gina Rodriguez (ambos de “Jane the Virgin”), Mario Lopez (“Galera do Barulho”), Rachel Brosnahan e Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”), Whoopi Goldberg (“Ghost – Do Outro Lado da Vida”), Melissa Fumero e Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Gina Torres (“Suits”), Kether Donohue (“You’re the Worst”), Tyler Posey (“Teen Wolf”) e Nestor Carbonell (“Bates Motel”). Além disso, Mark Hamill (“Star Wars”), Fred Armisen (“Portlandia”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Jenny Slate (“Big Mouth”) e Patrick Warburton (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) participarão em novos papéis no final. O encerramento da série não significa que a personagem será abandonada. Ela pode ganhar especiais na plataforma Disney+ (Disney Plus), onde a série também é disponibilizada.
Esquadrão Suicida: Diretor confirma que Coringa seria vilão principal
David Ayer voltou a falar de sua versão do “Esquadrão Suicida” no Twitter, ao confirmou para um seguidor que filmou uma cena do roteiro original que mostraria o Coringa, vivido por Jared Leto, como o principal vilão da história. No Twitter, ele atestou a veracidade de uma página vazada do roteiro, que traz o criminoso confrontando o Esquadrão Suicida. Na cena, o Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman) e Bumerangue (Jai Courtney) são ameaçados pelo Coringa, que se aliou à vilã Magia (Cara Delevingne) e, para completar, ainda sequestrou Amanda Waller (Viola Davis), roubando o controle dos explosivos conectados aos integrantes do Esquadrão. “Eu filmei e editei tudo isso. É claro, vocês [o público] não puderam ver nada, meu amigo”, escreveu Ayer sobre a página. Após a HBO Max dar sinal verde para a produção da versão de Zack Snyder de “Liga da Justiça”, o diretor tem feito campanha para lançar a sua “versão do diretor” de “Esquadrão Suicida”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Yes I did. Shot and edited. Of course you were not permitted to see it my friend🤦♂️ https://t.co/PGSpz29T2Y — David Ayer (@DavidAyerMovies) July 20, 2020
Gael Garcia Bernal entra no novo terror de M. Night Shyamalan
O astro mexicano Gael Garcia Bernal (“Wasp Network”) entrou no elenco do próximo terror do diretor M. Night Shyamalan (“Vidro”) para a Universal. Ele se juntará a outras estrelas internacionais anteriormente contratadas, como a neozelandesa Thomasin Mackenzie (“Jojo Rabbit”), a luxemburguesa Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), a australiana Eliza Scanlen (“Adoráveis Mulheres”), o inglês Aaron Pierre (“Krypton”) e o americano Alex Wolff (“Hereditário”). Shyamalan vai escrever, produzir e dirigir o filme, que ainda não tem título e mantém os detalhes da trama e personagens em sigilo, como é típico nas produções do cineasta. A Universal lançou os três filmes anteriores do cineasta, “Vidro” (2019), “Fragmentado” (2017) e “A Visita” (2015), que representaram um renascimento na carreira do diretor, após um período de fracassos. O novo filme tem previsão de estreia para 23 de julho de 2021.
Vídeo e fotos apresentam intérpretes americanos do remake de Julie e os Fantasmas
A Netflix divulgou um teaser, o pôster e as primeiras fotos do remake americano da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. A prévia mostra os atores escolhidos, após vários testes, revelando uma mudança racial no papel principal. A Julie americana é uma latina negra. A escolhida para o papel principal também é uma estreante. Madison Reyes só tinha figurado num curta-metragem antes de assumir o papel de Julie, interpretado por Mariana Lessa no Brasil. Já os músicos da banda fantasma têm bastante experiência em produções adolescentes. Charlie Gillespie apareceu em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt” (2020), ao lado de Cameron Boyce. Jeremy Shada trabalha como dublador desde criança – é dele a voz de Finn em “A Hora da Aventura”, por exemplo. E Owen Patrick Joyner estrelou “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”. Os três substituirão os brasileiros Bruno Sigrist, Fabio Rabello e Marcelo Ferrari. Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) foi contratado para o papel de pai de Julie, que nesta versão é viúvo – no Brasil, os pais da jovem foram interpretados por Will Prado e Camila Raffanti. E o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) será o irmão mais novo da protagonista – vivido por Vinícius Mazzola por aqui. O diretor e coreógrafo Kenny Ortega, que comandou os fenômenos televisivos “High School Musical” e “Descendentes”, foi o responsável por esta escalação e vai produzir o remake, após assinar contrato para desenvolver projetos exclusivos para a plataforma de streaming. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que começa a tocar com uma banda formada por três fantasmas, Daniel, Martim e Félix, mortos há 25 anos. Essa premissa será mantida com os atores americanos, mas os nomes dos personagens mudaram. Foram americanizados para Luke, Reggie e Alex. Intitulada em inglês “Julie and the Phantoms”, a versão americana terá roteiros e produção da dupla Dan Cross e David Hoge (criadores de “Os Thundermans” e “Par de Reis”), enquanto os criadores da série original, Hugo Janeba e João Daniel Tikhomiroff, serão creditados como produtores da adaptação. A produção gringa tem estreia marcada para 10 de setembro na Netflix.
Netflix desiste de fazer série turca após censura contra personagem gay
A Netflix desistiu de produzir uma nova série turca depois que autoridades locais pediram a remoção de um personagem gay no roteiro. “If Only” foi anunciada no mês de março e contaria com a produção da empresa local Ay Yapim e da estrela turca Özge Özpirincci (“Kadin”). O governo da Turquia alegou que, por conta da presença de um personagem gay no roteiro da série, a Netflix não conseguiria obter uma licença para as gravações. O serviço de streaming, por sua vez, optou por cancelar a produção em vez de censurar o texto. A homossexualidade deixou de ser criminalizada no país em 1923, mas o governo de Recep Tayyip Erdoğan tem usado leis contra “ofensas à moral pública” para ampliar restrições à comunidade LGBTQIA+ local. De acordo com o site The Hollywood Reporter, outros séries da Netflix que contam com personagens LGBTQIA+ — como “Orange Is The New Black” e “Hollywood” — são transmitidas normalmente na Turquia sem cortes. No entanto, essa não foi a primeira vez que autoridades locais tentam censurar um roteiro da Netflix. Houve também uma reclamação contra um episódio da série americana “Designated Survivor”, sob alegação de que representava um líder político turco como vilão. Na ocasião, a reação da plataforma foi a mesma: tirou o episódio do ar. Isto aconteceu há apenas dois meses. Após esses episódios de censura, a Netflix afirmou que não vai alterar seus planos de continuar a produzir séries e filmes no país. “Estamos orgulhosos do talento incrível com o qual trabalhamos. Atualmente, temos várias atrações originais turcas em produção — e mais por vir — e esperamos compartilhar essas histórias com nossos membros em todo o mundo”, disse a plataforma, por meio de um comunicado.
Amber Heard nega ter sido infiel durante casamento com Johnny Depp
A atriz Amber Heard foi confrontada pela advogada de Johnny Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento dos dois, no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por difamação. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Em seu segundo dia na corte, Heard negou que teve um caso com o bilionário Elon Musk, o ator James Franco ou qualquer outra pessoa enquanto era casada com Johnny Depp. “Não, não que isso importe muito”, ela afirmou na corte, dizendo que só começou a ter contato com Musk, proprietário da empresa de carros elétricos Tesla e do programa espacial Space X, em 2016. O tribunal foi informado que Heard trocou mensagens de texto com Musk em maio de 2016, depois que Depp supostamente se tornou violento e a machucou, ao jogar um telefone seu rosto. A advogada também mostrou imagens de circuito fechado de Heard levando o ator James Franco até uma cobertura em uma noite. Questionada sobre o motivo dos dois apareceram tão próximos, Heard disse: “Ele estava me dizendo ‘meu Deus, o que aconteceu com você?'”. As imagens foram feitas um dia após ela ter sido supostamente machucada no rosto por Depp. Ela alega que o astro de “Piratas do Caribe” a atacou em pelo menos 14 ocasiões, ameaçando até matá-la, e que levou tapas, socos e chutes durante explosões violentas e ciumentas de Depp, provocadas por consumo excessivo de bebidas e drogas. Depp, de 57 anos, nega ter agredido Heard e afirma que as acusações, inclusive testemunhos e fotos do rosto machucado da atriz, são uma farsa. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.












