Leatherface entra em campanha pelo uso de máscaras contra a pandemia
O ator Dan Yeager, intérprete do monstro Leatherface no filme “O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua” (2013), fez uma divertida publicação em seu Facebook para defender o uso de máscaras contra a covid-19. Yeager argumentou que se ele consegue usar máscara e correr com uma serra elétrica na mão, não há motivo para reclamar da recomendação do uso de máscaras em lugares públicos. “As pessoas por aí estão dizendo que é difícil respirar com máscara… Tentem perseguir um delinquente que invadiu a sua propriedade enquanto respira fumaça de motosserra, manca de uma perna, e além da máscara precisa estar vestindo um avental de couro. Eu posso garantir que você não vai conseguir escalar nenhuma cerca, mas é para isso que serve a sua motosserra. Não é fácil, mas você não é um covarde. Use sua máscara, matador.” Curiosamente, o assassino da franquia “Massacre da Serra Elétrica” não foi a primeira criatura da era clássica dos psicopatas mascarados a se manifestar a favor do uso de máscaras durante a pandemia. O estado de Nova York chegou a usar Jason Voorhees, de “Sexta-Feira 13”, numa campanha de conscientização. People bitching it’s hard to breathe in a mask. Try chasing some punk who comes on your property while breathing… Publicado por Dan Yeager em Quarta-feira, 29 de julho de 2020
Black Is King: Novo álbum visual de Beyoncé ganha último trailer
Na véspera do lançamento de seu novo álbum visual, Beyoncé compartilhou o terceiro e último trailer do projeto. “Black Is King” será lançado nesta sexta (31/7) na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O vídeo abre com uma narração da cantora e em seguida engata a música “Black Parade”, que passa a acompanhando as imagens e coreografias elaboradas da produção. As gravações foram inspiradas no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão”. Em comunicado, a Disney e a Parkwood Entertainment, empresa de Beyoncé, informaram que ele irá reimaginar as lições do “Rei Leão” para os “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. “Black Is King” homenageará “as viagens das famílias negras ao longo do tempo” em uma história “sobre a jornada transcendente de um jovem rei através de traição, amor e identidade própria. Seus ancestrais o ajudam a guiá-lo para seu destino, por meio dos ensinamentos de seu pai e apoio de seu amor de infância, ele ganha as virtudes necessárias para recuperar sua casa e trono”, diz a sinopse, ecoando literalmente a trama de “O Rei Leão”. O lançamento inclui as músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, inspirado por “O Rei Leão” e lançado em julho passado, e contará com participação dos principais artistas do álbum, juntamente com alguns convidados especiais. O álbum apresenta Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Assim como “Lemonade” (o “álbum visual” anterior de Beyoncé), “Black Is King” também conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Em entrevista ao programa “Good Morning America” desta quinta, Beyoncé deu mais alguns detalhes sobre o projeto. “Eu trabalhei com diversos e muito talentosos diretores, atores, criadores do mundo inteiro para reimaginar a história do ‘Rei Leão’. A narrativa se desenvolve através de clipes musicais, moda, dança, belos cenários naturais e novos talentos. Mas tudo começou no meu quintal”, contou Beyoncé. “‘Black Is King’ significa que negro é realeza, rico em história, propósito e linhagem. Espero que todos vocês gostem”, completou.
Série documental sobre seita sexual da atriz Allison Mack ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o trailer da série documental “The Vow”, que vai contar a história da NXIVM, seita sexual que escravizava mulheres e tinha entre seus integrantes a atriz Allison Mack, conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série “Smallville”. Com estreia prevista para 23 de agosto, a atração pretende contar, ao longo de 8 episódios, como um popular grupo de autoajuda, frequentado pela alta sociedade, escondia uma conspiração criminosa para submeter mulheres à escravidão de um falso guru chamado Keith Raniere. A série tem direção de Jehane Noujaim e Karim Amer, responsáveis por “The Great Hack”, documentário sobre o escândalo da Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade do Facebook. Noujaim chegou, inclusive, a participar de um workshop do NXIVM em 2010, o que lhe permite trazer uma perspectiva única para a produção. Como uma organização de auto-ajuda, a NXIVM chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas para cursos de Ranieri, que aproveitava as palestras para convidar mulheres a ingressar no círculo interno do grupo, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais de Ranieri marcadas à ferro e fogo na pele. Para participar, as candidatas também precisavam ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences de novas recrutas captadas. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. Tudo isto veio à tona numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, que denunciou a seita e apontou a atriz como braço-direito de Rainiere. Pouco depois da denúncia, Rainiere foi preso. Allison Mack também foi detida, mas pagou fiança e aceitou um acordo com a promotoria para se declarar culpada de extorsão e conspiração criminosa, além de testemunhar contra Ranieri, em troca de uma sentença mais branda. Ela não é a única celebridade da seita, que também incluía em seu círculo interno a herdeira milionária Clare Bronfman. O caso ainda está em julgamento e a espera de sentenças.
Brendan Gleeson vira Donald Trump em teaser de minissérie política
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro teaser da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. A prévia destaca Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às bancas um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrentou um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir todos os episódios. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em dois episódios, que serão exibidos nos Estados Unidos nos dias 27 e 28 de setembro A primeira parte examinará o começo da investigação sobre a interferência russa, a investigação do FBI sobre os emails de Hillary Clinton e o impacto disso nas eleições de 2016, quando Donald Trump surpreendeu o mundo e foi eleito presidente. A parte dois é um relato virtual do dia-a-dia da relação tempestuosa entre Comey e Trump, e os intensos e caóticos primeiros meses da presidência de Trump. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar da atração.
Drew Barrymore entrevista sua versão criança para divulgar novo talk show
A atriz Drew Barrymore vai apresentar seu próprio talk show a partir setembro. E para divulgar o “Drew Barrymore Show”, ela gravou um vídeo promocional em que entrevista a si mesma, quando tinha 7 anos. A montagem permite um encontro divertido entre a atriz de 45 anos e sua contraparte mirim. “Você acredita que tenho duas filhas da sua idade?”, ela afirma para sua versão criança. E ouve como resposta que “isso é meio assustador”. Para criar este encontro impossível, o vídeo usou imagens da participação de Drew Barrymore no programa “The Tonight Show”, em 1982, após participar do filme “E.T.: O Extraterrestre”. O grito que ela dá ao final do vídeo é uma recriação de sua famosa reação ao encontrar o E.T. Por incrível que pareça, a carreira da atriz é ainda mais antiga que isso. A estrela precoce da tradicional família dos atores Barrymore iniciou a atuar com apenas 3 anos de idade, no telefilme “Suddenly, Love” (1978). A transformação da atriz em entrevistadora de talk show vai estrear no dia 14 de sembro, na rede americana CBS. Veja abaixo o comercial do programa e a versão original da entrevista de Drew Barrymore no programa apresentado pelo lendário Johnny Carson, que começa com um tombo e demonstra duas coisas: que ela tem longa experiência como entrevistada de talk shows e desde cedo supera com carisma qualquer vexame diante das câmeras.
Indicações ao VMAs 2020 destacam Lady Gaga e Ariana Grande
A MTV divulgou nesta quinta (30/7) a lista dos indicados ao Video Music Awards 2020, que vai acontecer no dia 30 de agosto. A principal premiação de clipes da TV americana destacou Lady Gaga e Ariana Grande com maior número de indicações na edição deste ano. Além de aparecerem com trabalhos individuais, as duas também concorrem pela parceria em “Rain On Me”. Só este vídeo conquistou sete indicações. Billie Eilish e The Weeknd aparecem em seguida, indicados em seis categorias cada um, seguidos por Taylor Swift, com cinco nomeações, ainda pelos vídeos de seu álbum “Lover”. J Balvin, Justin Bieber, Megan Thee Stallion e Dua Lipa também estão entre os mais citados. Segundo comunicado, a cerimônia será presencial. A premiação vai acontecer no Barclays Center, em Nova York, com uma plateia bastante reduzida e sua realização pretende demonstrar “a poderosa força unificadora da música” em meio à covid-19. Por conta da pandemia, que mantém os músicos e seus fãs isolados em suas casas, o VMAs 2020 também adicionou duas categorias especiais em sua eleição: de Melhor Clipe “Caseiro” e Melhor Performance na Quarentena. Veja abaixo as principais obras e artistas indicados ao prêmio da MTV. Melhor Clipe do Ano: The Weeknd – “Blinding Lights” Billie Eilish – “everything i wanted” Eminem ft. Juice WRLD – “Godzilla” Future ft. Drake – “Life Is Good” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Taylor Swift – “The Man” Melhor Artista do Ano: Lady Gaga DaBaby Justin Bieber Megan Thee Stallion Post Malone The Weeknd Música do Ano: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” Billie Eilish – “everything i wanted” Doja Cat – “Say So” Megan Thee Stallion – “Savage” Post Malone – “Circles” Roddy Ricch – “The Box” Melhor Colaboração: Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Ariana Grande & Justin Bieber Black Eyed Peas ft. J Balvin – “RITMO (Bad Boys For Life)” Ed Sheeran ft. Khalid – “Beautiful People” Future ft. Drake – “Life Is Good” Karol G ft. Nicki Minaj – “Tusa” Melhor Artista Revelação: Doja Cat Jack Harlow Lewis Capaldi Roddy Ricch Tate McRae Yungblud Melhor Clipe Pop: BTS – “On” Halsey – “You Should Be Sad”Jonas Brothers – “What a Man Gotta Do” – Republic Records Justin Bieber ft. Quavo – “Intentions” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Taylor Swift – “Lover” – Republic Records Melhor Clipe de Rap: Megan Thee Stallion – “Savage” DaBaby – “BOP” Eminem ft. Juice WRLD – “Godzilla” Future ft. Drake – “Life Is Good” Roddy Ricch – “The Box Travis Scott – “Highest in the Room” Melhor Clipe de Rock: Coldplay – “Orphans” Blink-182 – “Happy Days” Evanescence – “Wasted On You” Fall Out Boy ft. Wyclef Jean – “Dear Future Self (Hands Up)” Green Day – “Oh Yeah!” The Killers – “Caution” Melhor Clipe Alternativo: Machine Gun Kelly – “Bloody Valentine” The 1975 – “If You’re Too Shy (Let Me Know)” All Time Low – “Some Kind Of Disaster” FINNEAS – “Let’s Fall in Love for the Night” Lana Del Rey – “Doin’ Time” twenty one pilots – “Level of Concern Melhor Clipe de Música Latina: Maluma ft. J Balvin – “Què Pena” Anuel AA ft. Daddy Yankee, Ozuna, Karol G & J Balvin – “China” Bad Bunny – “Yo Perreo Sola” Black Eyed Peas ft. Ozuna & J. Rey Soul – “MAMACITA” J Balvin – “Amarillo” Karol G ft. Nicki Minaj – “Tusa” Melhor Clipe de R&B: The Weeknd – “Blinding Lights” Alicia Keys – “Underdog” Chloe x Halle – “Do It” H.E.R. ft. YG – “Slide” Khalid ft. Summer Walker – “Eleven” Lizzo – “Cuz I Love You” Melhor Clipe de K-Pop: BTS – “On” (G)I-DLE – “Oh My God” EXO – “Obsession” Monsta X – “Someone’s Someone” Tomorrow X Together – “9 and Three Quarters (Run Away)” Red Velvet – “Psycho” Melhor Clipe Engajado H.E.R. – “I Can’t Breathe” Anderson .Paak – “Lockdown” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Demi Lovato – “I Love Me” Lil Baby – “The Bigger Picture” Taylor Swift – “The Man” Melhor Clipe Caseiro: Ariana Grande & Justin Bieber – “Stuck with U” 5 Seconds of Summer – “Wildflower” blink-182 – “Happy Days” Drake – “Toosie Slide” John Legend – “Bigger Love” twenty one pilots – “Level of Concern” Melhor Performance na Quarenta: CNCO – MTV Acústico em Casa Chloe & Halle – “Do It” no MTV’s Prom-athon DJ D-Nice – Club MTV apresenta #DanceTogether John Legend – no Together At Home Lady Gaga – “Smile” no One World: Together At Home Post Malone – Tributo ao Nirvana Melhor Direção: Taylor Swift – “The Man” Billie Eilish – “xanny” Doja Cat – “Say So” Dua Lipa – “Don’t Start Now” Harry Styles – “Adore You” The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Fotografia: Lady Gaga e Ariana Grande – “Rain On Me” 5 Seconds of Summer – “Old Me” Camila Cabello ft. DaBaby – “My Oh My” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Katy Perry – “Harleys In Hawaii” The Weeknd – “Blinding Lights” Melhor Direção de Arte: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter” A$AP Rocky – “Babushka Boi” Dua Lipa – “Physical” Harry Styles – “Adore You” Selena Gomez – “Boyfriend” Taylor Swift – “Lover” Melhores Efeitos Visuais: Dua Lipa – “Physical” Billie Eilish – “all the good girls go to hell” Demi Lovato – “I Love Me” Harry Styles – “Adore You” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Travis Scott – “Highest in the Room” Melhor Coreografia: BTS – “On” CNCO & Natti Natasha – “Honey Boo” DaBaby – “BOP” Dua Lipa – “Physical” Lady Gaga with Ariana Grande – “Rain On Me” Normani – “Motivation” Melhor Edição: Miley Cyrus – “Mother’s Daughter” Halsey – “Graveyard” James Blake – “Can’t Believe the Way We Flow” Lizzo – “Good As Hell” Rosalía – “A Paleì” The Weeknd – “Blinding Lights”
Filmagem de Missão Impossível 7 gera protestos na Polônia
Os planos para as filmagens de “Missão Impossível 7” geraram revolta e protestos numa comunidade da Polônia, porque a produção pretende explodir uma ponte histórica de 111 anos de idade. A Ponte Pilchowice é parte de uma linha ferroviária do sul da Silésia que se encontra desativada há quatro anos. Por conta do abandono, o governo polonês concordou que equipe do filme explodisse um pedaço da construção. Mas a população local ficou indignada, afirmando que a ponte é um pedaço de sua História. Os protestos chegaram à associação de comércio da Polônia com o objetivo de alertar que a ponte de 111 anos é considerada um monumento cultural e precisa ser preservada. Respondendo à polêmica, o Ministro da Cultura Pawel Lewandovski explicou à Wirtualna Polska, a associação do comércio da Polônia, que a ponte desativada desde 2016 não tem valor histórico e nem cultural, e que o dinheiro do filme servirá para consertar eventuais estragos e ainda vai ajudar a valorizar o turismo local. “Eu não me fixaria no fato de que a Ponte Pilchowice é um monumento. Ela está em ruínas e não tem valor”, disse Lewandovski, em registro do jornal Gazeta Wyborcza. “Nem todas as coisas antigas são monumentos”, ele continuou. “A lei afirma claramente que um monumento é apenas algo com características sociais, artísticas ou científicas. Na arte e na cultura, esse valor só surge quando existe uma relação entre o objeto cultural e as pessoas. Assim, se um objeto não é usado, não está disponível, não tem esse valor. Portanto, não é um monumento. Além disso, apenas uma pequena parte será destruída durante as filmagens”. Segundo a Gazeta Wyborcza, Tom Cruise é esperado para as filmagens na Polônia em setembro. Esses planos podem ser frustrados, no entanto, pelas intenções do comitê de Conservação de Monumentos da Silésia, que deu entrada num processo para considerar a ponte como um monumento e impedir sua destruição, algo sobre o qual o Ministério da Cultura não tem nenhum controle. Atualmente em produção em vários países da Europa, após uma pausa devido à pandemia de covid-19, “Missão: Impossível 7” tem previsão de estreia para 19 de novembro de 2021.
Trailer traz Liam Neeson como “criminoso honesto” contra agentes corruptos do FBI
A Briarcliff Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Legado Explosivo” (Honest Thief), novo longa de ação estrelado por Liam Neeson. Escrito e dirigido por Mark Williams (criador da série “Ozark”), o filme traz Neeson como um ladrão de bancos que procura o FBI para entregar tudo o que roubou em troca de uma diminuição de sentença. O motivo? Ele encontrou o amor de sua vida. A premissa simplória se complica quando agentes corruptos do FBI resolvem ficar com a fortuna para si e o incriminam pelo assassinato do chefe deles, testemunha do crime. Assim, para limpar seu nome e escapar da cadeia, o protagonista vai precisar recuperar o dinheiro e provar a culpa dos federais, enquanto corre da polícia e tenta manter a namorada a salvo dos assassinos. O elenco destaca Kate Walsh (“13 Reasons Why”) como a namorada, Jai Courtney (“Esquadrão Suicida”) e Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”) como os agentes corruptos, além de Jeffrey Donovan (“Burn Notice”) e Robert Patrick (“Perry Manson”) como integrantes do FBI. A estreia está marcada para 9 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Astro de Breaking Bad revela ter pego covid-19
O ator Bryan Cranston, conhecido pelo papel de Walter White em “Breaking Bad”, revelou nesta quinta (30/7) que teve covid-19, mas, apesar de pertencer ao grupo de risco – tem 64 anos – já está curado. A experiência, porém, o levou de volta ao hospital. Mas não precisam se preocupar. Ele compartilhou um vídeo em suas redes sociais em que aparece num hospital doando plasma para ajudar pesquisadores a encontrar a cura para a doença, que já matou cerca de 150 mil pessoas nos Estados Unidos e 90 mil pessoas só no Brasil. Além da boa ação, seguindo o que Tom Hanks também fez após se curar da doença, Cranston aproveitou para deixar uma mensagem para seus seguidores. “Oi. Você agora provavelmente deve estar se sentindo um pouco ‘amarrado’, com sua mobilidade reduzida e, assim como eu, deve estar cansado disso. Bem, quero encorajar você a ter um pouco mais de paciência. Eu fui bastante rigoroso em seguir os protocolos e ainda assim fui contaminado pelo vírus”, escreveu. “Parece assustador agora que mais de 150 mil americanos morreram por causa disso. Eu fui um dos sortudos. Tive sintomas leves. Conto minhas bênçãos e peço a você para continuar usando essa maldita máscara, lavando as mãos e mantendo o distanciamento social. Nós podemos prevalecer, mas somente se seguirmos as regras juntos. Fiquem bem”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Hi. About now you’re probably feeling a little tied down, restricting your mobility and like me, you’re tired of this!! Well, I just want to encourage you to have a little more patience. I was pretty strict in adhering to the protocols and still… I contracted the virus. Yep. it sounds daunting now that over 150,000 Americans are dead because of it. I was one of the lucky ones. Mild symptoms. I count my blessings and urge you to keep wearing the damn mask, keep washing your hands, and stay socially distant. We can prevail – but ONLY if we follow the rules together. Be well – Stay well. BC Uma publicação compartilhada por Bryan Cranston (@bryancranston) em 30 de Jul, 2020 às 9:32 PDT
Luca: Pixar revela primeira imagem de sua nova animação
O estúdio Pixar divulgou a primeira imagem de uma nova animação, intitulada “Luca”. A imagem (acima) registra o adolescente do título e seu novo melhor amigo, que na verdade esconde um segredo: ele é, na verdade, um monstro marinho que conseguiu se transformar em ser humano por um verão. O filme se passa numa bela cidade litorânea da Riviera Italiana e é um relato de amadurecimento sobre um garoto que vive um verão inesquecível, repleto de gelato, massas e passeios de scooter com seu novo amigo, sem saber que ele veio de outro mundo abaixo da superfície marinha. “Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera italiana onde eu cresci, mas porque no centro deste filme é uma celebração da amizade. As amizades de infância geralmente definem o caminho de quem queremos nos tornar e são esses laços que estão no centro de nossa história em ‘Luca’” , disse o diretor do filme, Enrico Casarosa, no comunicado de apresentação do filme. “Luca” será o primeiro longa dirigido por Casarosa, mas ele já assinou o curta “A Lua” (2011), indicado ao Oscar, e trabalhou na animação de vários projetos desde os anos 1990, incluindo os filmes da Pixar “Toy Story 4” (2019), “Os Incríveis 2” (2018) “Viva: A Vida é uma Festa” (2016), “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Ratatouille” (2007). Ainda não há previsão de estreia para “Luca”, mas antes dele a Pixar lançará o filme “Soul”, animação sobre um músico de jazz que se vê preso no mundo das almas após um acidente. A estreia, adiada pelo coronavírus, está marcada para janeiro de 2021 no Brasil.
Caçadoras de Recompensas: Nova série adolescente da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou as primeiras fotos, o pôster e o trailer legendado de “Caçadoras de Recompensas”, que no Brasil eliminou parte de seu título original – o que é inusitado já que aqui os títulos costumam ser aumentados, como “Dead to Me”, que virou “Disque Amiga para Matar”. A série na verdade é sobre caçadoras de recompensa adolescentes e a palavra eliminada do título original, “Teenage Bounty Hunters”, é que faz a diferença – e dá o tom – da produção. A série gira em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao procurar mais problemas que o normal para sua idade. Elas descobrem que são capazes de surpreender e prender criminosos, porque ninguém desconfia que possam fazer isso e, assim, se juntam a um caçador de recompensas veterano para aprender e seguir em segredo a profissão. A prévia abaixo mostra as meninas equilibrando os riscos de sua profissão secreta com os problemas de sua vida no ensino médio, incluindo romance, sexo, aulas e, claro, as terríveis meninas populares da escola. As gêmeas Sterling e Blair são vividas pelas atrizes Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”), que, apesar de se parecerem fisicamente, não são parentes. O elenco também destaca Kadeem Hardison (“Agente K.C.”) como seu mentor, além de Virginia Williams (“Charmed”) e Mackenzie Astin (“Homeland”) como os pais sem noção e Spencer House (“The Society”) como o bonitão da classe. “Caçadoras de Recompensas” é a primeira série criada por Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), mas conta com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio. A estreia dos 10 episódios da temporada inaugural está marcada para 14 de agosto em streaming.
Matthew McConaughey vai transformar diários antigos em autobiografia
O ator Matthew McConaughey, vencedor do Oscar por “Clube de Compra Dallas” (2013) vai publicar uma autobiografia, “Greenlights”, que chegará em outubro às livrarias americanas. “Desde que eu aprendi a escrever, tenho mantido diários. Eu coloquei neles tudo o que já me excitou, me desanimou, me fez rir, me fez chorar, me fez questionar, me manteve acordado à noite. Dois anos atrás, eu reuni a coragem para reabrir todos esses diários e descobrir se havia algo ali que eu poderia aproveitar – o resultado foi um livro”, explicou McConaughey sobre o lançamento, em comunicado. O título da obra (“sinais verdes”, em português) revela a intenção do ator de dar conselhos de vida com a sua escrita. “Tento ensinar como podemos encontrar mais sinais verdes na vida, eu e você”, assumiu. “Nós não gostamos dos sinais vermelhos e amarelos, porque eles desperdiçam o nosso tempo, não é? Mas, quando percebemos que todos eles viram sinais verdes eventualmente, eles revelam as suas rimas. Assim, a vida se torna um poema, e passamos a conseguir o que queremos e o que precisamos ao mesmo tempo”, filosofou. McConaughey não é a único astro de Hollywood a anunciar o lançamento de uma autobiografia durante o período de isolamento social causado pela pandemia de coronavírus. O ator Patrick Stewart também vai contar sua história de vida, desde a infância “marcada por pobreza e violência doméstica” até a consagração com milhões de fãs em todo o mundo, como os amados Professor Xavier dos “X-Men” e Capitão Picard de “Star Trek”.
Festival de Toronto anuncia seleção oficial com filme brasileiro
O Festival de Toronto, que vai acontecer de forma híbrida em 2020, com algumas estreias presenciais (seguindo medidas de distanciamento e higiene contra o coronavírus) e exibições virtuais, revelou sua seleção de filmes nesta quinta (30/7). A lista inclui um filme brasileiro, “Casa de Antiguidades”, longa de João Paulo Miranda Maria estrelado por Antônio Pitanga, que retrata a vida de um operário negro em uma cidade fictícia de colonização austríaca no Brasil. O filme também estaria no Festival de Cannes, que acabou cancelado, e recentemente ganhou o selo de aprovação dos organizadores do evento francês — que, apesar de ter desistido de uma edição tradicional em 2020 por causa da pandemia, referendou as produções que teria exibido caso pudesse. A relação de Toronto inclui ainda diversas obras de cineastas consagrados, como Werner Herzog, Thomas Vinterberg, Chloé Zhao, François Ozon, Naomi Kawase e Spike Lee, além de filmes que marcam as estreias na direção de atores como Halle Berry, Regina King e Viggo Mortensen. Os organizadores prometeram entrevistas coletivas virtuais, assim como a realização de seu tradicional mercado de negócios de forma remota e online. “Começamos este ano planejando um 45º Festival igual a nossas edições anteriores”, disse Cameron Bailey, diretor artístico do festival, “mas ao longo do caminho tivemos que repensar quase tudo. A programação deste ano reflete esse tumulto. Os nomes que vocês já conhecem estão lançando coisas novas neste ano, e há uma série de novos nomes interessantes para descobrir. Somos gratos a todos os cineastas e empresas que se juntaram a nós nessa aventura e mal podemos esperar para compartilhar esses filmes brilhantes com nosso público.” Considerado o maior e mais importante festival de cinema da América do Norte, o evento vai acontecer entre os dias 10 e 19 de setembro na cidade canadense de Toronto. Confira abaixo a lista completa de títulos anunciados pela organização do festival. “180 Degree Rule”, de Farnoosh Samadi (Irã) “76 Days”, de Hao Wu, Anonymous, Weixi Chen (EUA) “Ammonite”, de Francis Lee (Reino Unido) “Druk”, de Thomas Vinterberg (Dinamarca) “Bandar Band”, de Manijeh Hekmat (Irã/Alemanha) “Beans”, de Tracey Deer (Canadá) “Dasatskisi”, de Dea Kulumbegashvili (Geórgia/França) “Bu Zhi Bu Xiu”, de Wang Jing (China) “Bruised”, de Halle Berry (EUA) “City Hall”, de Frederick Wiseman (EUA) “Concrete Cowboy”, de Ricky Staub (EUA) “David Byrne’s American Utopia”, de Spike Lee (EUA) “The Disciple”, de Chaitanya Tamhane (Índia) “Enemies of the State”, de Sonia Kennebeck (EUA) “Falling”, de Viggo Mortensen (Canadá/Reino Unido) “The Father”, de Florian Zeller (Reino Unido/França) “Fauna”, de Nicolás Pereda | México/Canadá “Fireball: Visitors from Darker Worlds”, de Werner Herzog, Clive Oppenheimer (Reino Unido/EUA) “Gaza, Mon Amour”, de Tarzan Nasser, Arab Nasser (França/Alemanha/Portugal/Palestina/Qatar) “Tao Chu Li Fa Yuan”, de I-Fan Wang (Taiwan) “Good Joe Bell”, de Reinaldo Marcus Green (EUA) “I Care A Lot”, de J Blakeson (Reino Unido) “Inconvenient Indian”, de Michelle Latimer (Canadá) “The Inheritance”, de Ephraim Asili (EUA) “Ash Ya Captain”, de Mayye Zayed (Egito/Alemanha/Dinamarca) “Limbo”, de Ben Sharrock (Reino Unido) “Casa de Antiguidades”, de João Paulo Miranda Maria (Brasil/França) “MLK/FBI”, de Sam Pollard (EUA) “The New Corporation: The Unfortunately Necessary Sequel”, de Joel Bakan, Jennifer Abbott (Canadá) “Nuevo Orden”, de Michel Franco (México) “La Nuit des Rois”, de Philippe Lacôte (Costa do Marfim/França/Canadá/Senegal) “Nomadland”, de Chloé Zhao (EUA) “No Ordinary Man”, de Aisling Chin-Yee, Chase Joynt (Canadá) “Notturno”, de Gianfranco Rosi (Itália/França/Alemanha) “One Night in Miami”, de Regina King (EUA) “Penguin Bloom”, de Glendyn Ivin (Austrália) “Pieces of a Woman”, de Kornél Mundruczó (EUA/Canadá/Hungria) “Felkészülés Meghatározatlan Ideig Tartó Együttlétre”, de Lili Horvát (Hungria) “Quo Vadis, Aïda?”, de Jasmila Žbanić (Bósnia Herzegovina/Noruega/Holanda/Áustria/França/Alemanha/Polônia/Turquia) “Shadow In The Cloud”, de Roseanne Liang (EUA/Nova Zelândia) “Shiva Baby”, de Emma Seligman (EUA/Canadá) “Spring Blossom”, de Suzanne Lindon (França) “A Suitable Boy”, de Mira Nair (Reino Unido/Índia) “Été 85”, de François Ozon (França) “The Third Day”, de Felix Barrett, Dennis Kelly (Reino Unido) “Trickster”, de Michelle Latimer (Canadá) “Asa Ga Kuru”, de Naomi Kawase (Japão) “Subarashiki Sekai”, de Miwa Nishikawa (Japão) “Violation”, de Madeleine Sims-Fewer, Dusty Mancinelli (Canadá) “Wildfire”, de Cathy Brady (Reino Unido/Irlanda)












