Festival de Berlim extingue distinção de gênero na premiação de melhores intérpretes
Além de confirmar sua realização em fevereiro, a organização do Festival de Berlim anunciou que, a partir de sua edição de 2021, o evento não terá mais prêmios de atuação divididos por categorias de gênero. Ou seja, a edição do ano que vem não contará com os Ursos de Prata de Melhor Atriz e Melhor Ator. Em vez disso, serão premiadas as categorias de Melhor Performance Principal e Melhor Performance Coadjuvante. “Acreditamos que não separar os prêmios na área de atuação por gênero sinaliza para uma consciência mais sensível ao gênero na indústria cinematográfica”, disseram Mariette Rissenbeek e Carlo Chatrian, diretores da Berlinale, em comunicado conjunto. Na edição de 2020 do festival, a última a contar com prêmios de gênero, a atriz alemã Paula Beer, em “Undine”, e o ator italiano Elio Germano, em “Hidden Away”, levaram os Ursos de Prata. A Berlinale, como o evento também é conhecido, está sendo planejada para ocorrer em salas cinematográficas, apesar da pandemia de covid-19. O festival acontecerá de 11 a 21 de fevereiro e seguirá as diretrizes de saúde vigentes para que a maior segurança possível seja garantida a todos os convidados, reforçaram os organizadores em comunicado. Já o European Film Market (EFM), a grande feira de negócios internacionais de cinema, que ocorre simultaneamente à mostra de filmes, terá um modelo híbrido com participações virtuais e presenciais. Em tom otimista, Rissenbeek e Chatrian disseram estar “satisfeitos que festivais com público fisicamente presente já estejam, aos poucos, voltando a ocorrer em todo o mundo”.
Festival de Berlim é confirmado para fevereiro de 2021
Os organizadores do Festival de Cinema de Berlim afirmaram que o evento de 2021 vai acontecer em fevereiro, conforme planejado, apesar da pandemia de covid-19. A confirmação da Berlinale, como também é conhecida, acompanha a reabertura do comércio e os cinemas na Alemanha. O evento, inclusive está sendo planejado para ocorrer em salas cinematográficas, enquanto um modelo híbrido com participações virtuais e presenciais será destinado ao European Film Market (EFM), a grande feira de negócios internacionais de cinema, que ocorrerá simultaneamente. O festival acontecerá de 11 a 21 de fevereiro e seguirá as diretrizes de saúde vigentes para que a maior segurança possível seja garantida a todos os convidados, reforçaram os organizadores em comunicado. “Ajustes na estrutura do festival, na programação dos filmes e no número total de filmes convidados serão definidos pela direção do festival nas próximas semanas”, acrescentaram. Um dos maiores eventos do setor na Europa, o Festival de Berlim normalmente atrai em torno de 480 mil pessoas, entre cineastas, estrelas de cinema e fãs, à capital alemã. Em 2020, o evento também aconteceu normalmente, antes da prevenção contra a pandemia obrigar o fechamento dos cinemas. O filme brasileiro “Meu Nome É Bagdá”, de Caru Alves de Souza, foi um dos premiados do evento, que consagrou o drama iraniano “There Is No Evil”, de Mohammad Rasoulof, com o Urso de Ouro.
Cobra Kai: Série que retoma Karatê Kid ganha trailer para estreia na Netflix
A Netflix adquiriu os direitos de “Cobra Kai”, série originalmente produzida para o YouTube, que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”. Um trailer anuncia a disponibilização das duas primeiras temporadas em seu serviço, enquanto os produtores dão os toques finais da 3ª temporada, ainda inédita. “Cobra Kai” era a série original de maior sucesso do YouTube, mas as demais não tiveram a mesma repercussão, levando ao abandono completo do projeto premium do portal, com conteúdo pago em streaming. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. E, para facilitar o negócio, o YouTube abriu mão até da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar em 2018 e 2019, estrearão agora na Netflix. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, tem previsão de chegar na plataforma em 2021. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer que prepara o relançamento das duas primeiras temporadas da série, que chegam na Netflix na sexta (28/8).
O Esquadrão Suicida: Vídeo e pôsteres apresentam personagens do filme
A Warner divulgou novos materiais de “O Esquadrão Suicida” vislumbrados durante a DC FanDome. A divulgação oficial inclui o vídeo de introdução dos personagens com seus respectivos intérpretes e os cartazes com ilustrações individuais de cada um deles. Menos Taika Waititi (“Jojo Rabbit”), cujo papel ainda está sendo mantido em segredo. O elenco contará com a volta de quatro integrantes do filme de 2016: Margot Robbie (Arlequina), Joel Kinnaman (Rick Flag), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Viola Davis (Amanda Waller). Já as novidades incluem as participações de Alice Braga (“A Rainha do Sul”), Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), John Cena (“Bumblebee”), Peter Capaldi (o “Doctor Who”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Nathan Fillian (“Castle”), Flula Borg (“A Escolha Perfeita 2”), Pete Davidson (“Saturday Night Live”), Michael Rooker (também de “Guardiões da Galáxia”), Mayling Ng (a Gamora do game “Marvel Strike Force”), Daniela Melchior (“O Caderno Negro”), Sean Gunn (irmão do diretor e Kraglin nos “Guardiões da Galáxia”), Steve Agee (“Superstore”), Storm Reid (“Euphoria”), Joaquín Cosio (“007: Quantum of Solace”), Jennifer Holland (“Brightburn”), Tinashe Kajese (“Valor”), Juan Diego Botto (“Jogos Infantis”) e o citado Taika Waititi. Escrito e dirigido por James Gunn, “O Esquadrão Suicida” ainda não teve seu enredo revelado. A estreia está marcada para agosto de 2021.
Novo uniforme de Batman permite ir ao banheiro
Um detalhe curioso sobre o novo uniforme de Batman foi compartilhado pelo diretor Matt Reeves durante sua participação na DC FanDome. “Vou te contar um negócio: Uma das coisas que o Christian Bale falou para o Rob [Pattinson] foi: ‘Só garanta que eles vão fazer um uniforme que você consiga ir se aliviar [no banheiro]”, disse o cineasta, contando que o novo uniforme tem zíper. Ele também disse que “o uniforme é que ele é bastante prático”. A ideia é que o uniforme tenha sido feito pelo próprio Batman. “Então, tivemos de construir algo que servisse bem nele, permitisse que ele se movimentasse, mas também parecesse que ainda está em processo de evolução”, contou Reeves. O diretor também encheu de elogios seu ator principal, Robert Pattinson. “Ele é um ator incrível. O trabalho que ele vem fazendo nos últimos seis anos é incrível. Ele é como um camaleão, um ator com um dom. E ele também compartilha da mesma paixão de fã em relação ao Batman que eu. Ele se parece com o Batman, mas, mais que qualquer coisa, ele tem a alma de alguém que pode interpretar o Batman como nunca vi antes”. O trailer noir, exibido durante a DC FanDome, parece ecoar esses elogios. Não viu? Veja aqui. O filme, chamado apenas de “Batman” no Brasil, estreia em outubro de 2021.
Eternal Beauty: Comédia com atriz de A Forma da Água ganha primeiro trailer
A Samuel Goldwyn Films divulgou as fotos, o pôster e o trailer de “Eternal Beauty”, comédia britânica de humor negro estrelada por Sally Hawkins, indicada ao Oscar por “A Forma da Água” (2017). Escrito e dirigido pelo ator galês Craig Roberts, o filme conta uma história de amor incomum entre uma mulher esquizofrênica (interpretada por Hawkins) e um músico fracassado (David Thewlis, de “Mulher-Maravilha”). Este é o segundo trabalho de direção de Roberts, que é mais conhecido como a estrela da comédia cult de Richard Ayoade “Submarine”. Roberts também estrelou três temporadas da série original da Amazon “Red Oaks”. Co-estrelado por Billie Piper (“Doctor Who”), Alice Lowe (“Black Mirror: Bandersnatch”), Rita Bernard-Shaw (“Growin’ Pains”), Penelope Wilton (“Downton Abbey”), Morfydd Clark (“Dracula”) e Robert Aramayo (“Game of Thrones”), “Eternal Beauty” será lançado nos EUA em VOD a partir de 2 de outubro.
The Right Stuff: Minissérie sobre os primeiros astronautas ganha trailer e pôster
O canal pago National Geographic divulgou o pôster e o trailer da minissérie “The Right Stuff”, adaptação do famoso livro “Os Eleitos”, de Tom Wolfe, sobre os primeiros astronautas americanos. A minissérie, que será disponibilizada na plataforma Disney+ (Disney Plus), narra a trajetória dos pilotos de teste americanos que foram selecionados para dar início ao programa espacial dos Estados Unidos. A cena divulgada, por sinal, é o momento em que a oferta é feita para os candidatos, avisando que apenas os melhores seriam escolhidos para ir ao espaço ou morrer tentando. “Os Eleitos” já foi adaptado para o cinema em 1983 em uma obra aclamada de Philip Kaufman, que fez grande sucesso e venceu quatro Oscars. Mas a versão da minissérie tem uma grande diferença em relação ao filme. Apesar de mais longa, deixa de lado um personagem importante: Chuck Yeager, responsável por quebrar a barreira do som. Supostamente melhor que todos os outros pilotos, ele não se interessou em virar astronauta. No filme de Kaufman, ele foi vivido por Sam Shepard e dividiu a trama central como contraponto aos “eleitos” do título. A nova versão vai se concentrar apenas nos sete astronautas do programa Mercury. Eles são vividos por Patrick J. Adams (“Suits”) como John Glenn, Jake McDorman (“Limitless”) como Alan Shepard, Colin O’Donoghue (“Once Upon a Time”) como Gordon Cooper, Michael Trotter (“Underground”) como Gus Grissom, Aaron Staton (“Mad Men”) como Wally Schirra, Micah Stock (“Amizade Dolorida”) como Deke Slayton e James Lafferty (“A Maldição da Residência Hill”) como Scott Carpenter. O elenco também inclui Nora Zehetner (“Designated Survivor”) como Annie Glenn, Shannon Lucio (“True Blood”) como Louise Shepard, Eloise Mumford (“Chicago Fire”) como Trudy Cooper, Rachel Burttram (“Bloodline”) como Betty Grisson, Eric Ladin (“Bosch”) como Chris Kraft e Patrick Fischler (“Happy!”) como Bob Gilruth. A série tem produção da Appian Way, produtora do ator Leonardo DiCaprio, e foi desenvolvida por Will Staples, um especialista em tramas de videogames – como “Need for Speed: Rivals” (2013) e “Call of Duty: Modern Warfare” (2011). O trailer revela que a estreia vai acontecer em 9 de outubro nos EUA.
Criador de Arlequina elogia visual da personagem novídeo de O Esquadrão Suicida
Um dos criadores da Arlequina, o roteirista Paul Dini mais que aprovou o visual da personagem no vídeo de bastidores de “O Esquadrão Suicida”. Ele definiu a aparência como “tão incrível”, ao ser questionado por um seguidor no Twitter sobre o novo look. “O Esquadrão Suicida” será o terceiro filme em que Margot Robbie interpreta a Arlequina. Mas ao contrário das produções anteriores, o primeiro “Esquadrão Suicida” e “Aves de Rapina”, em que usou roupas coloridas, pela primeira vez ela apareceu com trajes que refletem o esquema de cores de seus desenhos originais, trajando roupas em tons de vermelho e preto. Para quem não sabe, a Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm no sétimo episódio da 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”, exibido originalmente em 1992 nos EUA. Era para ser uma aparição única, mas ela acabou voltando em mais 8 capítulos da série e em vários outros projetos, tornando-se uma das raras personagens criadas em outra mídia a fazer a transição para os quadrinhos – como outra criação de Dini e Timm, a policial Renee Montoya. Perdeu o trailer de “O Esquadrão Suicida”? Veja abaixo. So. AWESOME! https://t.co/27R2JJy6b6 — Paul_Dini (@Paul_Dini) August 22, 2020
Alyssa Milano recebe apoio da antiga equipe de Charmed após ataques de Rose McGowan
Autoproclamada referência cultural em seu Twitter, Rose McGowan escolheu mais uma vítima para tentar cancelar no fim de semana. O alvo foi sua ex-irmã na série “Charmed”, Alyssa Milano. Ela acusou Milano de ser uma “fraude f*****”, promover um ambiente “tóxico” no set de “Charmed” e de tentar cooptar o movimento #MeToo em busca de fama. “Você ganhava US$ 250 mil por semana em ‘Charmed’. E deu piti na frente da equipe, gritando: ‘Não me pagam o suficiente pra fazer isso!’ Comportamento terrível no dia a dia. Eu chorava cada vez que renovávamos porque você tornava aquele set tóxico.” As duas atrizes, que interpretaram as meia-irmãs Paige e Phoebe Halliwell por cinco temporadas (2001–2006), nos últimos tempos têm se estranhado nas redes sociais. O ataque mais recente foi motivado por um chega pra lá de Milano. “Para Rose e qualquer um balbuciando as mesmas bobagens sobre ‘Democratas não ajudam as pessoas’, suas mentiras vão machucar pessoas menos privilegiadas que você. É o tipo de coisa que fake news buscam fazer. Milhares de pessoas morrem por dia, mas você continua com seus tuítes hiperbólicos de busca de atenção”, alfinetou. McGowan respondeu que ela estava tentando roubar o #MeToo e um movimento que ela teria inventado, denominado Cultural Reset (nada mais que os cancelamentos que McGowan tenta emplacar) “com ciúmes de mim por denunciar meu estuprador”. O tuíte rendeu repercussão, mas não a que McGowan esperada. Enquanto ninguém jogou na sua cara que foi ela quem tentou capitalizar o #MeToo lançando livro, que ela se recusou a denunciar Harvey Weinstein na reportagem do New York Times em que Ashley Judd assumiu sozinha a responsabilidade, e que jamais demonstrou um pingo de sororidade ao atacar colegas sistematicamente, integrantes da equipe de “Charmed” deixaram claro o carinho que sentiam por Milano. A roteirista-produtora Krista Vernoff, atualmente à frente de “Grey’s Anatomy”, não só apoiou como elogiou Milano. “Estou sempre maravilhada com a sua paixão, defesa, energia, compreensão e comprometimento de trabalho – e também com a sua graça”. Nell Scovell ecoou o sentimento. “Encantada com Alyssa Milano, que sempre usou sua voz e privilégio para ajudar a levantar outros e lutar pelo movimento progressista. Trabalhamos juntos em ‘Charmed’ e estou triste que ela esteja sendo atacada por ‘uma irmã’. Agora o que eu faço com essa reunião das Halliwell que passei 3 meses escrevendo?” Até uma das líderes do fã-clube da série lembrou que Alyssa Milano “faz reuniões de ‘Charmed’ em sua casa todos os anos porque ela realmente se preocupa e ama as pessoas com quem trabalhou”. 2) You threw a fit in front of the crew, yelling, ‘They don’t pay me enough to do this shit!’ Appalling behavior on the daily. I cried every time we got renewed because you made that set toxic AF. Now, get off my coattails you fucking fraud. — Rose McGowan (@rosemcgowan) August 22, 2020 Thank you, Krista. Means a lot coming from you. — Alyssa Milano (@Alyssa_Milano) August 22, 2020 When @Alyssa_Milano throws #Charmed reunions at her house every year cause she actually cares and loves the people she worked with. #CharmedFamily ♥️💯 #AlyssaMilanoCares pic.twitter.com/Prh1rl1YAQ — Νiki🌛 (@Phoebe1_) August 22, 2020 I'm in awe of @Alyssa_Milano who has used her voice & privilege to raise up others and fight for the progressive movement. We worked together on "Charmed" and I'm sad she's under attack by "a sister." Now what do I do with this Halliwell reunion that I spent 3 months writing? — Nell Scovell (@NellSco) August 22, 2020
Colin Farrell ficou irreconhecível como Pinguim no trailer de Batman
Os segredos do trailer noir de “Batman”, lançado na reta final da maratona da DC FanDome, ainda não foram totalmente destrinchados. Tanto é que só agora começa a ficar claro que Colin Farrell (“Dumbo”) apareceu no vídeo. Irreconhecível, graças à maquiagem que o tornou mais gordo e com o rosto inchado, ele está em três breves cenas como Oswald Cobblepot, o Pinguim. Embora seja difícil identificá-lo sob a prótese visual, uma frase dita em sua aparição final, em que olha pelo retrovisor de um carro, torna a missão mais fácil. A voz é mesmo do ator, demonstrando como sua transformação foi impressionante, a ponto de sua participação passar batida na primeira olhada sobre o trailer. Além de Farrell, o trailer apresentou, claro, o Bruce Wayne/Batman de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), o Comissário Gordon de Jeffrey Wright (“Westworld”) e a Selina Kyle/Mulher Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”), além de trazer um misterioso serial killer mascarado que pode ou não ser o Charada de Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “Batman” ainda tem muita filmagem pela frente. A produção encontra-se paralisada pela pandemia, mas deve ser retomada brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021. Não viu o trailer? Confira abaixo.
The Eight Hundred: China emplaca maior blockbuster internacional do ano
A China emplacou seu primeiro blockbuster pós-pandemia neste fim de semana. O lançamento do épico brutal de guerra “The Eight Hundred” (Ba Bai) rendeu US$ 82,6 milhões, mas, acrescentando cinco dias de pré-estreias pagas, somou ao todo US$ 116 milhões nas bilheterias chinesas. Os valores representam a maior estreia do ano no mercado internacional, apesar das restrições em vigor, como a diminuição na capacidade das salas, que foram implantadas na China para conter a pandemia de coronavírus. O filme do diretor Guan Hu (“Sr. Seis”) se passa em 1937, e acompanha a luta de quatro dias de 800 soldados chineses completamente cercados pelo exército japonês em um armazém, no meio do campo de batalha de Xangai. O sucesso demonstra que, em lugares onde a contaminação está mais controlada, as pessoas estão voltando aos cinemas. Um dos motivos que leva a Warner a manter o lançamento de “Tenet” nos cinemas é justamente esse desempenho chinês. O filme de Christopher Nolan estreia na China em 4 de setembro, um dia depois do lançamento dos EUA. Veja abaixo o trailer impressionante de “The Eight Hundred”.
DC FanDome ensinou como se faz uma “Comic Con” online
Em sua primeira convenção online para fãs, a DC Comics corrigiu vários erros da Comic-Con@Home, dando uma lição de organização e promoção. As principais lacunas da primeira iniciativa do gênero durante a pandemia foram resolvidas, ao transformar a DC FanDome num evento de streaming, que conseguiu monopolizar o noticiário do entretenimento e as redes sociais durante todo o sábado (22/8). Em vez de pulverizar os diversos painéis de suas atrações em vídeos distintos, a DC FanDome foi basicamente um programa ao vivo, com exibição ininterrupta e contínua de conteúdo relacionado ao universo de quadrinhos da editora DC Comics. Embora os filmes da Warner fossem as estrelas, a programação também serviu para lançar games, conversar sobre séries e chamar atenção para os próprios quadrinhos. Alguns painéis, claro, funcionaram melhor que outros. Se os seis minutos desperdiçados pelo elenco de “Shazam!” com pouco a dizer foram constrangedores, a participação de Matt Reeve, diretor de “Batman”, empolgou com detalhes e paixão por seu filme “noir”. Cada painel teve um formato diferente e as exibições foram intercaladas por apresentadores escolhidos entre representantes da cultura geek mundial. Os brasileiros, vindos da CCXP, foram os únicos a participar em dupla e também a se envolver num painel propriamente dito, mediando as entrevistas do elenco, da diretora e de convidados de “Mulher-Maravilha 1984”. Considerando que a aparição “surpresa” de Linda Carter, a Mulher-Maravilha original, tornou-se o ponto alto da conversa, a condução foi das menos relevantes. De fato, os apresentadores geeks, tão entusiasmados que só faltavam pular como cheerleaders, exageram o tom, ao tratar cada detalhe da programação como se fosse a revelação do primeiro trailer de “Batman”. Faltou modulação. E esse entusiasmo forçado ameaçou transformar a DC FanDome num grande infomercial. A situação foi contornada pelo envolvimento dos criadores em vários painéis. James Gunn foi seu próprio apresentador no divertido trecho de “O Esquadrão Suicida”, comandando, como mestre de cerimônias, a revelação dos personagens do filme, o trailer e até uma brincadeira de trívia da DC com o elenco. E Neil Gaiman contou tantas histórias dos bastidores de “Sandman” que deixou os fãs com ainda mais admiração por seu trabalho. Mesmo conversas genéricas, como a discussão temática do Multiverso, renderam detalhes deliciosos, graças ao encontro de pesos-pesados do conglomerado, como Jim Lee, que manda nos quadrinhos, Greg Berlanti, o chefe do Arrowverso, e Walter Hamada, responsável pelas adaptações da DC nos cinemas. Ao contrário da Comic-Con@Home, os fãs foram lembrados com sessões dedicadas a cosplay, fanart e até tatuagens relacionadas aos heróis dos quadrinhos. Como os painéis foram pré-gravados, não houve interações diretas, mas o público registrou suas reações instantâneas num shoutbox com a hashtag da DC FanDome no Twitter. Os organizadores ainda incluíram perguntas de fãs e celebridades aos debatedores. Algumas boas, outras bobas, como da tenista Venus Williams, sobre quem venceria uma partida de tênis entre Mulher-Maravilha e Mulher Leopardo – variação do eterno “quem é mais forte”, questão favorita das crianças. A Warner mobilizou suas equipes externas para acompanhar as apresentações, liberando trailers, vídeos e pôsteres na internet minutos após a exibição de cada painel, de forma a alimentar a cobertura do evento. Deu certo. Cada painel foi seguido por cobertura instantânea na mídia com o material disponibilizado. A transmissão ocorreu melhor em PC, rendendo alguns problemas de acesso em mobile. Mas a equipe técnica mostrou-se eficiente para resolver rapidamente os bugs. Dividido em dois dias, o evento será retomado no dia 12 de setembro, desta vez enfatizando as produções televisivas da DC e prometendo mais “experiências” para os fãs. É uma chance extra de contornar outro detalhe questionável da produção: o tom chapa branca. Afinal, o entusiasmo forçado dos apresentadores contrastou com o noticiário de dias antes, quando a DC Comics encolheu com demissão de vários profissionais e a decisão de desmontagem da plataforma DC Universe pela WarnerMedia. Nada disso sequer foi mencionado. A primeira série da DCU, “Titãs”, apresentou seu bloco sem revelar onde a 3ª temporada seria disponibilizada. Da mesma forma, também foi gritante a falta de referência a Hartley Sawyer no encontro do elenco de “The Flash”. O ator foi demitido por antigas postagens polêmicas no Twitter, situação que rendeu comentários até de Grant Gustin (o Flash) na ocasião. No entanto, quem acompanhou o bloco dedicado à série no evento pode ter ficado com a impressão de que ele nunca participou da produção. Ótima iniciativa, a DC Fandome merece virar um evento anual, mas precisa definir melhor sua identidade, decidir se é suficiente ser um infomercial de luxo ou se pretende virar uma convenção legítima para os fãs.
Filha de Letícia Spiller estreia como atriz aos 9 anos
A pequena Stella, filha de Letícia Spiller, está estreando como atriz aos 9 anos de idade. Ela interpreta a versão infantil da personagem de sua mãe no curta “Enquanto Seu Lobo Não Vem”, de Jorge Farjalla. O filme foi rodado no sítio da atriz, durante a quarentena, é um suspense. “Desde que comprei essa casa em Secretário, tinha o sonho de rodar um filme. Passamos uma temporada de três semanas e tínhamos esse tempo para filmar. Farjalla é um artista extremamente criativo e fez esse projeto aflorar”, conta Leticia, que se inspirou num sonho para criar o roteiro a quatro mãos com Farjalla. Produção da Paisagem Filmes, o curta ainda não há previsão de lançamento. Leticia Spiller e o diretor Jorge Farjalla também estão trabalhando juntos na adaptação para o teatro do filme “Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças”, interrompida pelo isolamento social e no projeto “Ensaio.Hamlet.Máquina”, levado ao ar pelo Instagram.












