John Carpenter confirma produção de novo Enigma de Outro Mundo
O lendário diretor John Carpenter confirmou, durante sua participação no Fantasia International Film Festival em Montreal, que a Blumhouse Productions está desenvolvendo um reboot da clássica sci-fi de terror “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing), de 1982. Ao receber o prêmio Cheval Noir, o cineasta foi questionado se tem um novo projeto em desenvolvimento com o fundador e CEO da produtora, Jason Blum. “Conversamos sobre algo”, respondeu. “Acho que ele vai trabalhar no ‘O Enigma de Outro Mundo”, reiniciar o filme. Talvez eu me envolva com isso, mais adiante.” Infelizmente, Carpenter não deu maiores detalhes, mas o filme já ganhou um prólogo relativamente recente, “A Coisa” (também “The Thing”), em 2011, com Mary Elizabeth Winstead e Joel Edgerton. O filme de 1982 já era um remake, de “O Monstro do Ártico (The Thing from Another World), de 1951. Curiosamente, foi um fracasso de crítica e bilheteria. Mas seu lançamento em vídeo levou a uma redescoberta do filme, que passou a ser cultuado como uma das melhores obras de terror dos anos 1980. A revelação do diretor coincide com notícias sobre o desenvolvimento de um novo longa da franquia pela Blumhouse, que vieram à tona em janeiro. Na época, a ideia foi apresentada como uma nova adaptação do conto “Who Goes There?”, de John W. Campbell Jr., que inspirou os filmes de 1951 e 1982. O novo filme seria uma versão diferenciada por adaptar, pela primeira vez, a história completa, encontrada apenas recentemente. Originalmente publicado em 1938, o conto acompanhava um grupo de cientistas no Ártico (Antártica no filme de 1982) que passa a ser caçado dentro de sua base por uma criatura alienígena, capaz de tomar a forma humana, levantando suspeita e paranoia entre os sobreviventes, enquanto elimina um por um. O detalhe é que, em 2018, um manuscrito inédito de Campbell Jr. foi encontrado, apresentando uma versão diferente, que expandia a história dos personagens e a ambientação. Intitulado de “Frozen Hell”, a obra foi publicada postumamente e é considerada a versão completa do conto original. Além dessa história, o universo desenvolvido no cinema por Carpenter também inspirou uma publicação em quadrinhos da Dark Horse Comics, passada alguns anos após o fim do longa dos anos 1980.
Cardi B homenageia Pamela Anderson em ensaio fotográfico
A rapper e eventual atriz Cardi B (“As Golpistas”) publicou um ensaio fotográfico em seu Instagram, em que recria o visual de Barb Wire, personagem de quadrinhos que virou filme estrelado por Pamela Anderson em 1996. Ela aparece de arma em punho e com a roupa da personagem. Os quadrinhos tiveram curta duração (contando uma minissérie, foram 13 exemplares de 1994 a 1996), enquanto o filme foi destruído pela crítica (26% no Rotten Tomatoes) e fracassou nas bilheterias (arrecadou apenas US$ 3,8 milhões com um orçamento de US$ 23 milhões). Mas ganhou fama de cult com o lançamento em vídeo e com o passar do tempo. Cardi B ainda brincou com o nome da personagem ao legendar as imagens. Ela escreveu “Give it to Bardi” e “Bardi Anderson” no Twitter. Será curioso descobrir se há alguma razão especial para Cardi B canalizar Barb Wire nas redes sociais. Ela parece ser uma grande fã do personagem e pode estar em campanha para assumir o papel nas telas. Cardi B será vista a seguir em “Velozes e Furiosos 9”, em 2021. Confira abaixo do ensaio publicado no Instagram uma imagem de Pamela Anderson como Barb Wire, para perceber melhor a homenagem. Ver essa foto no Instagram Give it to Bardi Uma publicação compartilhada por Cardi B (@iamcardib) em 18 de Ago, 2020 às 3:30 PDT
Diretor do filme de Flordelis se diz enganado por ter filmado “uma mentira”
O diretor Marco Antônio Ferraz se disse arrependido de ter feito o filme “Flordelis: Basta Uma Palavra Para Mudar” (2009) sobre a mulher que adotou 44 filhos, e que agora é implicada no assassinato de seu marido pastor, com a ajuda de alguns dos filhos adotivos. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Único filme dirigido por Ferraz, um editor de moda que se sentiu inspirado pela história de Flordelis dos Santos de Souza, a cinebiografia foi codirigida por Anderson Corrêa (“Eu Odeio Meu Chefe!”) e tinha o pastor Anderson do Carmo, que teria sido assassinado por Flordelis, como produtor executivo. “Ele era louco por ela. Fazia qualquer coisa que ela quisesse ou mandasse”, contou Ferraz. “Ele me perguntou o que eu queria que ela vestisse para a pré-estreia e eu disse para contratar um personal stylist. Ele não quis. Pediu que eu comprasse um vestido chique, que dinheiro não seria um problema. Fomos a uma loja de grife e pagamos R$ 2 mil num vestido. Foi um sonho realizado ver aquela mulher, que saiu do morro, ali, chiquérrima e linda. E, no fim das contas, tudo isso não passava de uma mentira.” A produção era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela, mas contou com um elenco estrelado, com Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella, recitando um roteiro ao lado da verdadeira Flordelis. Na época da estreia, a produção divulgou que nenhum dos atores recebeu cachê para trabalhar no longa e que o lucro da bilheteria seria investido na compra de uma casa para Flordelis e os filhos. Flordelis ficou famosa, entrou na política, virou parlamentar e na segunda (24/8) foi denunciada pelo assassinato de seu marido. O crime aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Por ter imunidade parlamentar, a deputada não pode ser presa, a não ser em flagrante delito. Mas outras dez pessoas foram denunciadas pelo crime e presas. Entre elas estão uma neta e sete filhos da deputada.
Ammonite: Trailer mostra Kate Winslet e Saoirse Ronan como casal apaixonado
O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Ammonite”, drama de época que aborda o relacionamento de duas mulheres, vividas por Kate Winslet (“Titanic”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”). A história é inspirada por fatos reais da vida da paleontóloga Mary Anning, interpretada no filme por Winslet. A trama se passa em 1840 e começa quando um geólogo aristocrata preocupado com a melancolia de sua jovem esposa pede para a pioneira, mas não reconhecida paleontóloga, ocupá-la com trabalho. A esposa é a geóloga Charlotte Murchison, papel de Ronan. Relutante, a paupérrima Anning aceita a mulher como assistente, e entre a coleta de fósseis à beira-mar e os passeios na praia, aos poucos as duas deixam de lado as diferenças sociais para aprofundar laços, até despertarem uma paixão. Embora as duas mulheres realmente tenham passado uma temporada trabalhando juntas, não há registros oficiais desse romance. O elenco da produção também inclui Fiona Shaw (“Killing Eve”), Gemma Jones (“O Diário de Bridget Jones”), Claire Rushbrook (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e James McArdle (“Star Wars: O Despertar da Força”). “Ammonite” é o segundo longa escrito e dirigido por Francis Lee, que estreou em 2017 com outro longa de temática LGBTQIA+, “O Reino de Deus”. O filme terá première no Festival de Toronto, em setembro, e há expectativa de um lançamento em novembro nos cinemas dos EUA. Por enquanto, não há previsão para o Brasil.
Enola Holmes: Trailer traz Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes
A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer legendado do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes, que traz Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”) como a irmã adolescente do famoso detetive. Ela é o principal destaque da prévia, que também inclui seus irmãos mais conhecidos: Henry Cavill (“Liga da Justiça”) como Sherlock e Sam Claflin (“As Panteras”) como Mycroft Holmes. O elenco ainda destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como mãe de Enola. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, decidem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E o lançamento está previsto para 23 de setembro em streaming.
Diretores do novo Massacre da Serra Elétrica são demitidos na primeira semana de filmagem
O novo filme da franquia “Massacre da Serra Elétrica” sofreu uma espécie de massacre em seus bastidores, uma semana apenas após o início das filmagens. A produtora Legendary cortou as cabeças dos diretores Andy e Ryan Tohill (de “The Dig”), que estavam em produção na Bulgária, devido a “diferenças criativas”. Os irmãos foram demitidos e o diretor de fotografia David Blue Garcia (“Blood Fest”) promovido à direção. Garcia já tem experiência na função, tendo rodado o thriller “Tejano” com um orçamento de US$ 58 mil, além de vários comerciais. De quebra, é natural do Texas. Fontes disseram que a mudança abrupta foi decidida nas últimas 48 horas, porque a Legendary não gostou das primeiras filmagens. Agora, Garcia vai refazer a filmagem do zero. O novo “Massacre da Serra Elétrica” será uma continuação direta do longa original de 1974, dirigido por Tobe Hooper. Isto significa que o filme vai ignorar todas as sequências posteriores – exatamente como a Universal fez com “Halloween”. A produção está a cargo do cineasta uruguaio Fede Alvarez (do remake de “A Morte do Demônio” e “O Homem nas Trevas”) e o elenco inclui Elsie Fisher (“Oitava Série”), Sarah Yarkin (“Motherland: Fort Salem”), Jacob Latimore (“Maze Runner”) e Moe Dunford (“Vikings”). Não há previsão para o lançamento.
Allan Rich (1926 – 2020)
O ator Allan Rich, que sobreviveu à lista negra de Hollywood para trabalhar em filmes como “Serpico” (1973), “Assédio Sexual” (1994) e “Amistad” (1997), morreu no sábado de demência progressiva no retiro dos atores de Englewood, Nova Jersey, aos 94 anos. Benjamin Norman Schultz nasceu em Nova York em 8 de fevereiro de 1926 e desde a infância se interessou por teatro. Ele fez sua estreia na Broadway em 1943, quando adotou o nome artístico de Allan Rich, mas em 1953 foi rotulado como comunista e rapidamente caiu no ostracismo. Ele contou que a “má fama” se deveu a uma tentativa, anos antes, de tentar libertar um homem negro que havia sido injustamente condenado por estupro no Mississippi. Por conta disso, foi abruptamente demitido das peças que encenava e de seu primeiro trabalho na TV, o teleteatro “Philco Playhouse”, da NBC. “Meu agente nunca me enviou outro teste”, ele contou em uma entrevista de 2007. “Demorou um ano até que um ator me disse: ‘Ei, fomos rotulados de vermelhos.’ Se seu nome estava nessa lista, goooooood-byyyyye! Você nunca mais ia trabalhar.” Rich desistiu de sua paixão pelos palcos para conseguir um emprego como corretor de Wall Street. Isto lhe rendeu dinheiro e lhe permitiu voltar à arte, embora de forma diferente. Ele abriu uma galeria de arte, a Allan Rich Art Gallery, na Madison Avenue em Manhattan, que fez grande sucesso. Até que, após a eleição de John Kennedy, que era um dos clientes de sua galeria, ele conseguiu voltar à televisão. Em 1963, Rich retomou a carreira, aparecendo nas séries “Cidade Nua” (Naked City) e “East Side/West Side”, e, três anos depois, conseguiu retornar aos palcos, contracenando com Dustin Hollman em “Journey of the Fifth Horse”, de Ron Ribman. A interrupção precoce em sua trajetória fez com que ele só estreasse no cinema em 1973, no clássico “Serpico”, de Sidney Lumet, em que interpretou um promotor público. O papel o tornou mais conhecido e o encheu de trabalho. Em seguida, fez “O Jogador” (1974) e “A Alegre Libertina” (1975), além de séries como “Arquivo Confidencial” (The Rockford Files), “Havaí 5-0” (Hawaii Five-O), “Kojak”, “CHiPs”, “Baretta” e “O Incrível Hulk”. Graças a “Serpico”, Rich passou a ser escalado em papéis de autoridades. Ele foi o advogado de Demi Moore em “Assédio Sexual”, de Barry Levinson, e um juiz em “Amistad”, de Steven Spielberg. Mas também incorporou o presidente da rede NBC, Robert Kintner, em “Quiz Show” (1994), de Robert Redford, e diversos médicos – em “O Enigma do Mal” (1982), de Sidney J. Furie, e “Jack” (1996), de Francis Ford Coppola, por exemplo. Entre seus últimos trabalhos, destaca-se um episódio de “Curb Your Enthusiasm”, da HBO, em que viveu um sobrevivente do Holocausto que confronta um concorrente do reality show “Survivor” (o “No Limite” original). Ainda apareceu em “House” e “Duas Garotas em Apuros” (2 Broke Girls), encerrando a carreira como um rabino na premiada comédia “Lições em Família” (2014), de Zach Braff. Em paralelo à atuação, Rich se dedicou a causas sociais, mostrando que era mesmo “comunista”. Ele cofundou em 1994 a We Care About Kids, uma organização sem fins lucrativos que produzia curtas-metragens educacionais, distribuídos gratuitamente para jovens do ensino fundamental e médio para combater o preconceito. Ele também foi professor de atuação, dando aulas para astros como Sharon Stone, Jamie Lee Curtis, Rene Russo, Larry Miller e Alan Thicke, e chegou a publicar um livro sobre seu curso, “A Leap From the Method”, em 2007.
O Professor Aloprado vai ganhar nova versão
O filme “O Professor Aloprado” (The Nutty Professor) deve ganhar uma nova versão. De acordo com informações do Deadline, a produtora Project X Entertainment adquiriu os direitos da comédia clássica de Jerry Lewis, que Eddie Murphy refilmou nos anos 1990. A produção está a cargo de James Vanderbilt, sócio da Project X e roteirista de sucessos como “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “Mistério no Mediterrâneo” (2019). Mas ele não deve escrever a nova adaptação, que ainda não tem equipe criativa definida. “O Professor Aloprado” de 1963 é considerada uma das melhores comédias do falecido Lewis. A trama segue um professor nerd que, para melhorar sua vida amorosa, bebe uma poção que temporariamente o transforma num belo, mas egocêntrico cantor, Buddy Love. Era uma espécie de “O Médico e o Monstro” romântico, em que Lewis aproveitava para criticar seu ex-parceiro, o cantor Dean Martin. O filme ganhou reboot em 1996, com Murphy interpretando o personagem-título e seu alter ego, além de cinco outros membros da família do professor. Esse filme foi um grande sucesso e gerou a sequência “O Professor Aloprado 2: A Familia Klum”, que foi lançada em 2000. A refilmagem é o segundo projeto antigo que a Project X busca resgatar. A empresa também é responsável pelo retorno da franquia “Pânico” (Scream), que vai ganhar seu quinto filme em 2021.
The Comey Rule: Brendan Gleeson é Donald Trump em trailer de minissérie polêmica
O canal pago americano Showtime divulgou oito fotos novas, o pôster e o trailer completo da minissérie “The Comey Rule”, inspirada no livro “A Higher Loyalty”, do ex-diretor do FBI James Comey, demitido por Donald Trump em 2017 e grande crítico do presidente dos Estados Unidos. A prévia destaca Jeff Daniels (“Steve Jobs”) na pele de Comey e a impressionante transformação do astro irlandês Brendan Gleeson (“O Guarda”) em Trump. Mas, mais que isso, explora a temática polêmica da produção, em que o presidente americano é implicado num complô virtual em parceria com a Rússia para sabotar a candidatura de Hillary Clinton nas eleições de 2016 e toma várias medidas, após a posse, para impedir as investigações. Publicado em 17 de abril de 2018, o livro de Comey foi o primeiro a expor o interior da administração do governo Trump. Ele chegou às livrarias um ano após o diretor ser demitido do FBI, porque afirmou em uma audiência no Senado em junho de 2017 que o presidente havia pedido que ele abandonasse parte da investigação sobre a possível interferência russa nas eleições de 2016. Três anos depois de demitir Comey, Trump enfrentou um processo de Impeachment no Congresso por ter pedido para que o governo da Ucrânia investigasse o filho de um adversário político, praticamente uma sequência do padrão de comportamento denunciado pelo autor de “A Higher Loyalty”. A série foi escrita por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), que pesquisou durante um ano a história real que envolveu a demissão de Comey. Além de escrever, Billy Ray deve dirigir os episódios. Produzida por Alex Kurtzman (criador de “Star Trek: Discovery”) e Shane Salerno (“Memórias de Salinger”) para os estúdios CBS, a minissérie será exibida em duas partes nos Estados Unidos, nos dias 27 e 28 de setembro, pouco mais de um mês antes de novas eleições presidenciais, em que Trump tentará se reeleger. Os atores Michael Kelly (de “House of Cards”), Jennifer Ehle (“A Hora Mais Escura”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) e Jonathan Banks (“Better Call Saul”) também integram o elenco estelar da atração.
Keira Knightley vai estrelar e produzir série para a Apple
A atriz Keira Knightley (“Colette”) assinou contrato para estrelar e produzir uma nova série dramática, com fundo de mistério sobrenatural, chamada “The Essex Serpent”. A produção de época é baseada no romance homônimo de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido, e está sendo desenvolvida para a plataforma Apple TV+ pela roteirista Anna Symon (“Sra. Wilson”), com direção da cineasta Clio Barnard (“O Gigante Egoísta” e “Dark River”). A trama gira em torno de Cora (Knightley), que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo, muda-se com o filho da Londres vitoriana para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Lá, fica intrigada com a superstição local de que uma criatura mítica conhecida como a serpente de Essex voltou para a área. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, Cora se empolga com a ideia de que aquilo que as pessoas da região tomam por uma criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie ainda por descobrir. O drama da Apple é o segundo projeto de streaming recente de Knightley. Ela também estrelará e será produtora de uma série limitada para a Hulu, baseada no romance de Suzanne Rindell, “The Other Typist”. Saiba mais aqui.
As Meninas Superpoderosas vai virar série live-action da roteirista de Juno
A rede americana The CW está desenvolvendo uma série live-action (com atores reais) baseada na produção animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto mostraria Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos, e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. A adaptação do programa original de Craig McCracken está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). McCracken, que atualmente comanda a série de animação “Kid Cosmic” na Netflix, não está envolvido. O projeto combina vários elementos de sucesso comprovado na CW: uma franquia bastante conhecida de uma de suas empresas-mãe (WarnerMedia e ViacomCBS), super-heróis (como cerca de metade das séries do canal) e produção de Berlanti, que responsável por oito séries na rede (das 18 realizadas atualmente pela Berlanti Productions). “As Meninas Superpoderosas” foram ao ar originalmente de 1998-2005 no Cartoon Network e geraram um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. Para quem não lembra, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.
Estreia de Tenet sofre novo adiamento no Brasil
A estreia de “Tenet”, aguardada superprodução da Warner dirigida por Christopher Nolan (“A Origem”), sofreu mais um adiamento no Brasil. Como tem sido norma, trata-se de alguns “pulinhos” para trás e não de um grande atraso. Previsto, no último adiamento, para o dia 10 de setembro, o longa agora vai estrear em 24 de setembro. Ainda assim, não dá para cravar que esta seja, finalmente, a data definitiva, porque os cinemas ainda não abriram nos estados com maior número de salas, como São Paulo e Rio. De “pulinho” em “pulinho”, o filme vai estrear dois meses depois da data originalmente prevista, devido à pandemia de coronavírus. Os planos iniciais previam um lançamento em 23 de julho no Brasil. Desde então, a Warner adiou três vezes a exibição. Com a desistência da Disney de lançar “Mulan” nos cinemas, o mercado tem esperado com ansiedade por “Tenet”, que ficou com a missão de reabrir e atrair o público de volta às salas de projeção. O filme estreia já nesta quarta-feira (26/8) na Europa e no Canadá, e até o fim de semana que vem terá entrado em cartaz na maioria dos mercados internacionais. O lançamento nos EUA está marcado para 3 de setembro. Por lá, o público ainda tem evitado as salas, na tímida reabertura que começou em alguns estados do país. Por conta da proximidade da data, as primeiras críticas já começaram a ser publicadas nos EUA e no Reino Unido. O site Rotten Tomatoes registra uma média de 82% de aprovação, que é elevada, mas uma olhada nas resenhas destacadas sugere uma franca distorção nesta cotação, porque há muitos senões na maioria dos textos considerados “positivos”. Eis um exemplo de crítica “positiva”, publicada no site da revista The Hollywood Reporter: “Assisti ao filme duas vezes e ainda me sinto muito confusa sobre o que deveria estar acontecendo e por que […]. Ao final, torna-se frio e cerebral — fácil de admirar, especialmente por ser tão rico em audácia e originalidade, mas quase impossível de amar, pela falta de certa humanidade.” Já a crítica do jornal The Guardian, que descreveu no título “Tenet” como “um fracasso com formato de palíndromo”, até agora não entrou na seleção de resenhas sobre o filme. Nestas horas, vale lembrar que a Warner é acionista do Rotten Tomatoes.
Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.












