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6 de outubro de 2026
  • Etc

    Artistas que participaram do filme de Flordelis se dizem enganados

    26 de agosto de 2020 /

    Os famosos que participaram do filme “Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar” (2009) se arrependeram de ter se envolvido com a produção. O filme era para ser um documentário sobre o trabalho social da cantora gospel que cresceu na favela e na época tinha adotado 44 crianças, mas acabou contando com um elenco estrelado, digno de novela das 21h da Globo. Bruna Marquezine, Cauã Reymond, Ana Furtado, Leticia Spiller, Alinne Moraes, Marcello Antony, Sergio Marone, Deborah Secco, Fernanda Lima, Rodrigo Hilbert, Reynaldo Gianecchini, Isabel Fillardis e Letícia Sabatella foram filmados recitando um roteiro de louvação à Flordelis, nesta semana indiciada pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, junto com alguns dos filhos adotivos. Todos os atores trabalharam de graça, acreditando que estavam ajudando uma causa social, quando na verdade se tratava de uma peça de propaganda, que ajudou mesmo foi a aspiração política de Flordelis. Ela só não foi presa nos últimos dias porque tem imunidade parlamentar como deputada federal. Leticia Sabatella contou para o UOL que foi levada a participar do filme por seu empresário. “Todos fomos participar de uma ação beneficente. Foi muito rápido o contato com ela. A conheci no mesmo dia. Havia muitas crianças. Enfim, um engodo gigante…” Ela diz ter tirado uma lição da experiência. “Um crime como este… Horrível. Aprendi com o tempo a ter mais cautela com quem ostenta tanto a sua autopromoção, beirando a divindade. Lamento demais pelas vítimas destes lobos em pele de cordeiro”. Outro ator do elenco, Thiago Martins, também desabafou sobre sua participação no projeto. “Fiquei muito triste e decepcionado. Espero que a justiça seja feita e que ela pague pelo seu erro, uma pena apagar toda admiração e respeito que tinha por ela”. Anteriormente, um dos responsáveis pela produção, o editor de moda Marco Antônio Ferraz, já tinha se “arrependido” de ter co-dirigido o filme. “Me arrependo. Se fosse hoje, jamais teria feito esse filme. Não sou cineasta. Sou um contador de histórias e o que contei foi uma mentira diante dos fatos que conhecemos agora”, disse Ferraz ao jornal Extra. “Estou dilacerado, me sinto enganado. É como se não pudesse confiar em ninguém”. Não é a primeira vez que obras de santificação de personalidades brasileiras se provam problemáticas, basta lembrar o documentário “João de Deus: O Silêncio é uma Prece”, lançado um ano antes das denúncias de abuso de cerca de 100 mulheres contra o suposto médium. Flordelis foi indiciada sob acusação de crime de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa majorada. O assassinato do pastor Anderson do Carmo aconteceu em 16 de junho de 2019, quando ele chegou em casa, em Niterói (RJ), e foi alvejado com vários tiros. Veja abaixo o trailer do filme.

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  • Etc

    Príncipe Harry estreia na Netflix em documentário sobre esportes paralímpicos

    26 de agosto de 2020 /

    O príncipe Harry estreou na Netflix, com o lançamento do documentário “Pódio para Todos” (Rising Phoenix), que conta a história dos Jogos Paralímpicos. A data da estreia coincide com a previsão original da Paralimpíada de Tóquio, que acabou adiada para 2021 por conta da pandemia do coronavírus. Harry foi um dos entrevistados para o longa, após criar um evento competitivo de estilo Paralímpico em 2014, os Jogos Invictus. “Muitas pessoas, com base no que ouviram, pensaram que seria um fracasso e que não conseguiriam vender os ingressos”, ele lembrou. “Os estádios estavam lotados. O esporte era incrível. E o que eles viram foi, sem dúvida, melhor do que as próprias Olimpíadas.” Em seu depoimento, ele exalta a importância dos jogos e lamenta que “aqueles que são referidos como deficientes não estão sendo incentivados ou aceitos na sociedade em geral”, mas que o esporte é capaz de mudar vidas, tanto entre os que competem quanto entre os que assistem. “Para mim e para tantas pessoas lá fora, especialmente crianças, ver indivíduos como esses seguirem em frente e alcançarem o que conquistaram… nenhuma quantidade de livros que você ler, ensinar ou estudar será capaz de transmitir a mesma inspiração que assistir a algo que todos dizem ser impossível.” Um porta-voz de Harry afirmou que ele estava “orgulhoso” de ter contribuído para o filme. Veja abaixo o trailer legendado do documentário, lançado nesta quarta (26/8) em streaming.

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  • Série

    Altered Carbon é cancelada após duas temporadas

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix cancelou a série de ficção científica “Altered Carbon”, seis meses após a exibição da sua 2ª temporada. A série também rendeu um longa animado, lançado em março passado, mas teria sofrido queda de audiência após a mudança de protagonista entre o primeiro e o segundo ano de produção. Graças à sua premissa sci-fi, a troca de intérprete foi integrada ao roteiro. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (o Rick Flag de “Esquadrão Suicida”), Takeshi Kovacks foi interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”) na última temporada. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, encarnado por Will Yun Lee (da série “The Good Doctor”) em flashbacks da temporada inaugural e como um clone na temporada final. Esta multiplicidade de aparências se deve a “Altered Carbon” se passar num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e era baseada numa saga literária cyberpunk de Richard K. Morgan. O elenco de coadjuvantes ainda incluía Renée Elise Goldsberry e Chris Conner como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe, além de Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”) na 2ª temporada.

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  • Etc

    Música do Nirvana vira hit após aparecer no trailer de Batman

    26 de agosto de 2020 /

    Quase 30 anos após o seu lançamento e sem nunca ter sido lançada em single, “Something in the Way”, do Nirvana, virou hit nas plataformas digitais. O sucesso fora de época aconteceu após a música surgir no primeiro trailer de “Batman”, revelado no final de semana durante o evento DC FanDome. Originalmente lançada no icônico álbum “Nevermind”, de 1991, a faixa está na 19ª posição entre as canções mais baixadas no iTunes. Já na Amazon Music, entrou em 23º lugar na lista das músicas mais vendidas. O uso de “Something in the Way” combinou com o tom de suspense noir do trailer do filme de Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que revelou as primeiras imagens do Batman vivido por Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), o Comissário Gordon de Jeffrey Wright (“Westworld”), a Selina Kyle/Mulher Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”), o Oswald Cobblepot/Pinguim do irreconhecível Colin Farrell (“Dumbo”), além de trazer um misterioso serial killer mascarado que pode ou não ser o Charada de Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Escrito e dirigido por Reeves, “Batman” ainda tem muita filmagem pela frente. A produção encontra-se paralisada pela pandemia, mas deve ser retomada brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021. Reveja abaixo o trailer do filme ao som do Nirvana.

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  • Filme

    Tenet revela segredos em vídeo com quase 10 minutos de bastidores

    26 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou um novo pôster chinês e um vídeo legendado impressionante de quase 10 minutos sobre os bastidores de “Tenet”. Como se pode imaginar, há muitas cenas inéditas, depoimentos de todo o elenco e de integrantes da equipe de produção, registros do set e revelações sobre como algumas cenas foram feitas. A prévia anuncia o filme como uma obra visionária e coloca o diretor Christopher Nolan num pedestal, coberto de elogios por todos os envolvidos. “Ninguém está a altura de fazer o que o Chris faz”, chega a dizer a atriz Elizabeth Debicki. E ela é ecoada por Robert Pattinson: “Ninguém está fazendo nada assim. E acho que nunca farão novamente”. O motivo dessa reverência fica claro no vídeo. Não há telas verdes nas cenas de bastidores, algo que é ressaltado nos depoimentos. “Tenet” é um filme 100% analógico, que não usa tecnologia digital para criar efeitos visuais, cenas perigosas e locações internacionais. Tudo foi realizado de forma prática, em cenários reais. O vídeo mostra alguns dos truques, como a sequência de “inversão do tempo”, em que John David Washington e Pattinson são erguidos “magicamente” ao longo da superfície de um prédio, e a explosão de um avião real, além de revelar o árduo treinamento que Washington passou para aprender a lutar de trás para frente. Não é à toa que Tom Cruise decidiu fazer propaganda de graça do filme. “Tenet” compartilha a paixão do astro por filmagens sensacionais realizadas de forma realista, que caracterizam a franquia “Missão: Impossível”. Vale ressaltar que, apesar da longa duração, o vídeo dá pouca atenção para a história, resumida por Nolan como “uma história clássica de espionagem”, mas “com maiores possibilidades”. A divulgação do filme continua a ignorar as explicações para as imagens de balas que disparam na direção contrária aos tiros e carros que capotam de trás pra frente, além de dizer que não é viagem no tempo, mas inversão. Com elenco formado por John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”), o filme será responsável por tentar atrair o público de volta ao cinema em vários lugares do mundo. A estreia oficial na Europa é nesta quarta (26/8), mas o lançamento nos EUA ficou para a próxima semana e no Brasil apenas para daqui a um mês. Após o mais recente adiamento, a dada prevista para “Tenet” chegar aos cinemas brasileiros é 24 de setembro. No momento, porém, as salas de exibição continuam fechadas por aqui.

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  • Série

    The Witcher vai ganhar documentário de bastidores. Veja o trailer

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix segue explorando o sucesso “The Witcher” com o lançamento da terceira produção derivada da série. Depois de anunciar um longa animado e uma nova série relacionada ao universo do escritor Andrzej Sapkowski, a plataforma divulgou o trailer de um documentário sobre os bastidores das gravações de 2019, apropriadamente batizado de “The Witcher – Making Of”. O vídeo resume o conteúdo, com depoimentos do elenco e da equipe de produção, além de revelar detalhes das cenas por trás das câmeras, desde as maquiagens e os efeitos até os treinamentos de Henry Cavill para as lutas de espadas. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. Atualmente, a série está gravando os episódios de sua 2ª temporada, que só vai estrear em 2021. Já “The Witcher – Making Of” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    O Segredo do Templo: Série com estrela de Fatmagül ganha trailer da 2ª temporada

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada da série turca “Atiye”, que em inglês se chama “The Gift” e virou “O Segredo do Templo” no Brasil. A prévia traz mais cenas sobrenaturais, mistério e visões apocalípticas envolvendo a personagem-título – que, claro, não é batizada de Segredo do Templo. A atração é estrelada por Beren Saat, uma das principais atrizes da TV turca, que protagonizou a versão local de “Revenge” (intitulada “Intikam”) e a novela “Fatmagül: A Força do Amor”, grande sucesso mundial, exibida no Brasil pela Band. Ela interpreta Atiye, cuja vida muda quando encontra um arqueólogo. Na trama, uma descoberta feita nas escavações em Göbeklitepe, o templo mais antigo do mundo, revela uma relação mística entre Atiye, o passado e o futuro. Na nova temporada, o mistério se aprofunda, quando as mulheres grávidas começam a morrer. Gravada em Istambul, Gobeklitepe, Nemrut e na região da Anatólia, com produção do britânico Alex Sutherland (de “Argo” e da primeira série turca da plataforma, “O Último Guardião”), a atração teve originalmente 16 episódios encomendados, que foram divididos em duas temporadas. A estreia da 2ª e possivelmente última temporada vai acontecer em 10 de setembro.

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  • Filme

    The Forty-Year-Old Version: Trailer apresenta comédia indie premiada sobre rapper novata de 40 anos

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “The Forty-Year-Old Version”, comédia indie premiada sobre artista de juventude promissora que se reinventa como rapper aos 40 anos de idade. O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Radha Blank, roteirista-produtora de “Ela Quer Tudo”, que pela primeira vez se coloca em posição de destaque diante e atrás das câmeras. Na trama, ela vive sua homônima Radha, uma dramaturga sem sorte de Nova York, que ganhou um prêmio de revelação aos 20 e poucos anos e ainda aguarda ser descoberta aos 40. Reinventando-se como a rapper RadhaMUSPrime, ela busca forças no hip-hop para encontrar sua verdadeira voz. Por ironia, um dos prêmios conquistados por Radha Blank com o filme foi o mesmo da sua personagem, como uma diretora “para se observar”, troféu dado pelo Festival de Palm Springs. Felizmente, o Festival de Sundance reconheceu que Radha é uma diretora que merece reconhecimento já. Com “The Forty-Year-Old Version”, ela venceu o troféu de Melhor Direção no maior festival indie dos EUA, em janeiro passado. Rodado em preto e branco, o filme também traz em seu elenco Reed Birney (“House of Cards”), Peter Y. Kim (“After Forever”), Antonio Ortiz (“High Fidelity”), Haskiri Velazquez (do novo “Saved by the Bell”), T.J. Atoms (“Wu Tang: An American Saga”), Ashlee Brian (“Amador”), Imani Lewis (“Star”) e o estreante Oswin Benjamin. A estreia em streaming está marcada para 9 de outubro.

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  • Série

    Julie e os Fantasmas vira Julie and the Phantoms no trailer do remake americano

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de seu remake da série juvenil brasileira “Julie e os Fantasmas”. Num caso de marketing bizarro, a plataforma decidiu lançar a série no Brasil com o título em inglês da produção, “Julie and the Phantoms”, mas disponibilizou o vídeo apenas em versão dublada em português. Na adaptação americana, a história ganhou ares de “High School Musical” assombrado, o que também tem relação com seu diretor e produtor, Kenny Ortega, o mentor da franquia do Disney Channel. A trama gira em torno da Julie do título, uma jovem apaixonada por música que perde a vontade de tocar quando a mãe morre. Até que redescobre o prazer musical quando encontra mortos da sua idade, isto é, uma banda formada por três fantasmas, mortos nos anos 1990. Só que o encontro não inspira o rock grunge que estava no auge na época citada, muito menos rock gótico, que teria a ver com o tema, mas um pop teen comum do Disney Channel do fim dos anos 2000, que passa longe de assombrar. O elenco destaca Madison Reyes, que antes só tinha figurado num curta-metragem, no papel de Julie (interpretada por Mariana Lessa no Brasil). Já os músicos da banda fantasma são Charlie Gillespie (visto em “Charmed”, “Degrassi: Next Class” e no filme “Runt”), Jeremy Shada (dublador de Finn em “A Hora da Aventura”) e Owen Patrick Joyner (de “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e “Esquadrão de Cavaleiros”). Para completar o elenco, Carlos Ponce (“Devious Maids”, “Major Crimes”) vive o pai de Julie, que nesta versão é viúvo, e o menino Sonny Bustamante (visto na série “Law & Order True Crime”) é o irmão mais novo da protagonista. A série original foi desenvolvida pelo estúdio Mixer numa coprodução da rede Band e o canal pago Nickelodeon, e teve ao todo 26 episódios exibidos entre 2011 e 2012. A atração agradou tanto seu público-alvo que até hoje os fãs fazem campanha pela 2ª temporada. Além do Brasil, “Julie e os Fantasmas” chegou em toda a América Latina pelo Nickelodeon e até na Itália pelo canal Super!. Mas a razão de seu reconhecimento nos Estados Unidos se deve a ter vencido em 2013 o Emmy Internacional como Melhor Série Infantil do mundo. A produção da Netflix estreia em 10 de setembro.

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  • Série

    Tainá Müller é policial no teaser da série Bom Dia, Verônica

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o teaser de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma – mas a primeira do gênero criminal. Além de apresentar cenas da produção, o vídeo também revela a data da estreia: em 1º de outubro. A série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série foi criada pelo próprio escritor Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”), conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que “Bom Dia, Verônica” ganhou uma nova edição na Feira do Livro passada, no Rio de Janeiro, que passou a identificar os autores reais da história. Além deste primeiro livro, Montes e Casoy planejam mais dois volumes sobre sua personagem, “Boa Tarde, Verônica” e “Boa Noite, Verônica”. Os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas.

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  • Filme

    Diretor de Black Is King vai filmar versão musical de A Cor Púrpura

    26 de agosto de 2020 /

    Um dos diretores do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, fechou contrato para dirigir seu primeiro longa hollywoodiano. O ganês Blitz Bazawule vai dirigir a versão musical de “A Cor Púrpura” para a Warner. Originalmente um livro de Alice Walker, “A Cor Púrpura” chegou às telas pela primeira vez em 1985, num filme dirigido por Steven Spielberg, que lançou a carreira da atriz Whoopi Goldberg. A história da mulher negra que luta para encontrar sua identidade após sofrer anos de abusos de seu pai e de outras pessoas, acabou transportada para a Broadway em 2005, numa montagem musical que recebeu 11 indicações ao Tony (o Oscar do teatro). A peça voltou a ser montada em 2015 e, desta vez, venceu dois Tonys, incluindo de Melhor Revival Musical. O novo filme será inspirado nesse musical, com adaptação de Marcus Gardley, roteirista da série “The Chi”, e sob o comando de um time de produtores poderosos, que incluem Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey, que estreou como atriz no longa de 1985, o cineasta Scott Sanders (“Black Dynamite”) e o jazzista Quincy Jones, autor da trilha do filme original. Segundo o site Deadline, todos eles teriam ficado impressionados com o trabalho de Bazawule em “O Enterro de Kojo”, sua estreia na direção, que foi disponibilizada na Netflix em março de 2019. Além de diretor, Bazawule também é músico e compositor e já lançou quatro álbuns, e essa sensibilidade musical, aliada à repercussão de “Black Is King”, o transformou em favorito para o projeto. Relembre abaixo a versão dramática de “A Cor Púrpura”.

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  • Série

    A Máfia dos Tigres: Kate McKinnon fará série baseada na história do documentário

    26 de agosto de 2020 /

    A comediante Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) vai estrelar a minissérie baseada na história real que inspirou “A Máfia dos Tigres”. Produção da NBCUniversal, a série tem o título provisório de “Joe Exotic” e será exibida simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). McKinnon viverá Carole Baskin, a arquinimiga de Joe Exotic. Ela é uma grande defensora de animais, que descobre que Joe “Exotic” Schreibvogel está criando leões e tigres para vender e lança uma campanha para fechar seus negócios, o que inicia uma rivalidade crescente. Quando Joe resolve se vingar, os resultados se tornam cada vez mais perigosos. A minissérie não é a mesma produção que foi anunciada em maio, com Nicolas Cage no papel de Joe Exotic. Aquela atração foi criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”) e será produzida pela CBS Television Studios. A produção da NBCUniversal é escrita por Etan Frankel (“Shameless”) e se baseia no podcast de crimes “Over My Dead Body” que originou o interesse das plataformas de streaming pelos personagens reais. Ou seja, depois do sucesso da série documental da Netflix, virão mais duas séries, desta vez de ficção, sobre a mesma história. Relembre do que se trata no trailer abaixo.

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  • Filme

    Ryan Reynolds prepara seu quarto filme na Netflix

    26 de agosto de 2020 /

    Ryan Reynolds prepara mais um projeto para a Netflix. Ele está se juntando ao roteirista John August (“Aladdin”) para co-escrever e coproduzir a comédia “Upstate”, que também pretende estrelar. Não há muitas informações sobre o projeto, que marcará a segunda parceria entre Reynolds e August. Os dois colaboraram no thriller de ficção científica “Número 9” (2007), que marcou a estreia de August como diretor. “Upstate” será o quarto filme de Reynolds para a Netflix. Ele estrelou “Esquadrão 6”, que supostamente fez grande sucesso no ano passado (a audiência da Netflix não é auditada), e atualmente filma “Red Notice”, ao lado de Gal Gadot e Dwayne Johnson, com previsão de lançamento para 2021. Além destes, o ator ainda está envolvido numa comédia de viagem no tempo do diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”), que se encontra em pré-produção. Com a agenda lotada, ele tem mais seis filmes em desenvolvimento fora da Netflix – “Free Guy: Assumindo o Controle”, também dirigido por Levy, e a continuação de “Dupla Explosiva” (2017), que já estão em fase de pós-produção, a animação “Os Croods 2”, a comédia “Everday Parenting Tips”, uma nova adaptação do jogo de tabuleiro “Detetive” (Clue) e uma versão musical de “Um Conto de Natal (A Christmas Carol), de Charles Dickens, aguardando lugar na fila.

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