Kelly Marie Tran vai virar princesa da Disney em nova animação
A atriz Kelly Marie Tran, que ficou conhecida como a rebelde Rose Tico em “Star Wars: O Último Jedi” (2017) e “Star Wars: A Ascensão Skywalker” (2019), vai virar uma princesa na próxima animação da Disney. Ela foi anunciada como voz da personagem principal de “Raya and the Last Dragon” (Raya e o Último Dragão, em tradução literal). Originalmente, a personagem seria dublada por Cassie Steele (da série “Degrassi: A Próxima Geração”), que é descendente de família filipina. mas a Disney mudou de ideia após o movimento espontâneo feito por dubladoras que renunciaram a seus trabalhos para reforçar a importância de escalar vozes da mesma etnia dos personagens. As atrizes Kristen Bell e Jenny Slate chamaram atenção para o problema, denunciando a si mesmas em junho passado, como mulheres brancas que estavam dando vozes para personagens mestiças (meninas negras, filhas de mães brancas). A iniciativa deu início a uma questionamento sobre a prática de escalar brancos para dublarem pessoas de cor. Apesar de “Raya and the Last Dragon” ser ambientada em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, a personagem tem traços asiáticos e foi criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”). A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). No longa, Raya é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal, e para isso contará apoio de um raro dragão chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Sisu também será dublado por uma atriz asiática, a comediante Awkwafina, anteriormente confirmada na produção. “Eu não sabia que ansiava tanto por ver alguém que se parecesse comigo”, disse Tran à revista Entertainment Weekly sobre sua escalação na animação e sobre o fato de se tornar a primeira Princesa de descendência vietnamita da Disney – os pais da atriz são imigrantes refugiados da Guerra do Vietnã. A atriz também ponderou que tipo de Princesa ela representará nas telas. “Raya é alguém que é tecnicamente uma princesa, mas acho que o que é realmente legal sobre esse projeto, sobre esse personagem especificamente, é que todo mundo está tentando inverter a narrativa sobre o que significa ser uma princesa.” Em fase de pós-produção, “Raya and the Last Dragon” deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março de 2021.
Joe Ruby (1933 – 2020)
Joe Ruby, o veterano da animação que co-criou o personagem Scooby-Doo, morreu na quarta-feira (26/8) em sua casa em Los Angeles, aos 87 anos. Quatro vezes indicado ao Emmy, Joseph Clemens Ruby começou a carreira desenhando quadrinhos e se tornou animador no Walt Disney Studios. Mas ele achava que animar desenhos dava muito trabalho, então aceitou virar editor e escrever episódios no então nascente estúdio Hanna-Barbera, fundado em 1959 com o projeto pioneiro de fazer desenhos exclusivamente para a TV. Assim, trabalhou em “Zé Colmeia”, “Manda-Chuva”, “Os Flintstones” e “Os Jetsons”, entre outras séries clássicas. O artista conheceu seu parceiro na criação de Scooby-Doo, Ken Spears, quando ambos trabalhavam como editores e escritores da equipe da Hanna-Barbera, assinando histórias de “Space Ghost”, “A Turma da Gatolândia” e “Os Apuros de Penélope Charmosa”. Foi deles a ideia de criar um programa sobrenatural para crianças, que girava em torno de um cachorro dinamarquês falante e seus amigos caçadores de mistérios. Dos 25 episódios da 1ª temporada de “Scooby-Doo, Cadê Você?”, lançados em 1969, apenas quatro não foram concebidos pela dupla. O sucesso do desenho foi tanto que, logo em seguida, o então presidente da programação infantil da CBS, Fred Silverman, contratou Ruby e Spears para supervisionarem a programação de desenhos animados da rede nas manhãs de sábado. Eles repetiram o trabalho também na ABC, quando o executivo mudou de canal, em 1975. Paralelamente, escreveram diversos episódios de “Josie e as Gatinhas”, “Fantasminha Legal”, “O Urso do Cabelo Duro” e criaram alguns dos desenhos mais famosos da Hanna-Barbera, como “Capitão Caverna e as Panterinhas”, “Dinamite, o Bionicão” e “Tutubarão”. Na segunda metade dos anos 1970, fundaram sua própria produtora, a Ruby-Spears Productions que também lançou séries live-action, como “Se meu Buggy Falasse” (Wonderbug), “O Menino Selvagem” (Bigfoot and Wildboy) e “Electra Woman & Dyna Girl”, todas criadas pela dupla. Mas as produções não repetiram o mesmo sucesso dos desenhos e a empresa acabou comprada em 1981 pela Taft, que então era proprietária da Hanna-Barbera. Ruby também escreveu um filme de terror, “Distorcido no Inferno” (1995), e dois anos depois ainda ajudou a criar o visual de “Johnny Bravo” para o Cartoon Network.
Netflix renova série alemã Biohackers em tempo recorde
A Netflix renovou a recém-lançada série alemã “Biohackers” para sua 2ª temporada. Os primeiros episódios estrearam há somente uma semana, na quinta-feira passada (20/8). A série acompanha uma estudante de medicina (Luna Wedler, de “Blue My Mind”), que entra na universidade com uma missão secreta: desvendar uma conspiração que liga uma tragédia familiar a uma professora de biologia visionária (Jessica Schwarz, de “A Vida de Romy Schneider”). Com clichês de cientista maluco (“A Ilha do Dr. Moreau”, por exemplo), experiências clandestinas (“Anatomia”, para citar o cinema alemão) e uma trama de vingança e mistério, o techno-thriller é uma criação de Christian Ditter, diretor de filmes bem diferentes, como o romântico “Simplesmente Acontece” (2014) e a comédia “Como Ser Solteira” (2016). As gravações da nova temporada já começam nos próximos meses, em Freiburg e Munique, mais uma vez comandadas por Christian Ditter, roteirista, diretor e showrunner. Ele comemorou a renovação. “É ótimo que ‘Biohackers’ tenha ganhado continuidade. Vamos lidar com questões morais e éticas envolvendo biohackeamento e edição de genoma”, adiantou ao site Deadline, sobre os temas dos próximos episódios. A renovação consolida o sucesso das produções alemãs na Netflix, que incluem outros sucessos internacionais, como “Dark”, “Como Vender Drogas Online (Rápido)” e “Nada Ortodoxa”. Confira o trailer de “Biohackers” abaixo.
Netflix revela primeiros detalhes da série baseada em Resident Evil
A Netflix anunciou os primeiros detalhes de sua série baseada no game “Resident Evil”. A produção será live-action (com atores) e o comunicado da empresa promete “loucuras inéditas” e “banhos de sangue”. Segundo sinopse divulgada pela plataforma, a série vai contar uma história inédita, passada no universo da franquia, que será centrada nas filhas do vilão Albert Wesker, introduzido no game original da produtora Capcom, em 1996. Inicialmente um policial coadjuvante, ele foi promovido a principal antagonista, como a figura sombria que manipula os eventos da saga por trás dos bastidores. Nos filmes estrelados por Milla Jovovich, Wesker foi vivido por Shawn Roberts. A trama será dividida em duas cronologias paralelas. Uma parte da história acompanhará as irmãs Jade e Billie Wesker, que aos 14 anos se mudam para New Raccoon City e “descobrem que o pai pode estar escondendo segredos sombrios capazes de destruir o mundo”. Já a segunda parte se passa 15 depois, quando o apocalipse de Wesker reduziu a população da Terra a menos de 15 milhões de habitantes – e a mais de 6 bilhões de monstros: pessoas e animais infectados pelo T-vírus. Jade, com 30 anos, luta para sobreviver “enquanto é assombrada por segredos do passado que envolvem a irmã e o pai”. Foram encomendados, ao todo, oito episódios, que serão escritos pelo showrunner Andrew Dabb (“Supernatural”) e sua equipe. O diretor Bronwen Hughes (“The Walking Dead”) também foi confirmado como responsável pela direção dos dois primeiros episódios. “‘Resident Evil’ é, disparado, o meu game favorito. Estou muito animado para contar um novo capítulo dessa história incrível e fazer a primeira série da franquia para os assinantes da Netflix em todo o mundo”, disse Dabb, no comunicado. “Estamos pensando em todos os tipos de fãs de ‘Resident Evil’, inclusive nos novos, e faremos uma série completa, cheia de velhos amigos, banhos de sangue e loucuras inéditas”, acrescentou. Além dos lançamentos dos jogos originais, remakes e spin-offs, “Resident Evil” já rendeu seis filmes live-action, quatro longas animados, publicações em quadrinhos e uma coleção literária. Por conta disso, é considerada a franquia de videogames mais lucrativa de todos os tempos. Sejam bem-vindos a New Raccoon City. Resident Evil, minha nova série baseada em um dos jogos de terror mais famosos do mundo, contará uma história inédita em 8 episódios de 1 hora cada. Se eu não for mordida antes, volto aqui assim que tiver datas. pic.twitter.com/DqVUSCsJnk — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 27, 2020
Diretor Edu Felistoque disponbiliza seus filmes de graça no YouTube
O cineasta paulistano Edu Felistoque lançou um canal no YouTube para disponibilizar parte de sua filmografia na íntegra. A lista de filmes que podem ser vistos de graça inclui a “Trilogia da Vida Real”, como foram batizados o conjunto formado pelos filmes “Insubordinados” (2014), “Hector” (2016) e “Toro” (2016) – este último premiado no Cine PE. Há também trabalhos mais antigos, como o drama “Inversão” (2010) e o curta documental “Zagati” (2002), premiado no Festival de Gramado, além de outros curtas-metragens e as séries completas “Buscando Buskers” (2017) e “Bipolar” (2010). O canal de Felistoque ainda apresenta teasers de produções ainda inéditas do diretor, como “Terra em Transe ou Transição?” e “Trilha Sonora da Cidade”. “Sempre percebi que o cinema brasileiro não chega de forma abrangente a todos os brasileiros! Muitos dos meus filmes participaram e foram premiados em festivais nacionais e internacionais, como também já foram exibidos em circuitos de salas de cinema e em grandes canais de TV. Embora festivais, salas e canais sejam de extrema importância, são pagos e só alcançam um determinado público. Daí surgiu a ideia de ampliar este alcance, colocando a audiência maior e mais eclética do Youtube em contato com os filmes e séries”, diz o diretor em comunicado sobre a iniciativa. O conteúdo está disponível em https://www.youtube.com/edufelistoque.
Katy Perry lança novo clipe poucas horas após virar mamãe
Katy Perry lançou um novo clipe poucas horas depois do nascimento de sua primeira filha. Desta vez, é uma animação computadorizada dirigida pelo colombiano Rafatoon (Rafael Pérez). Trata-se do segundo vídeo de “Never Really Over”, canção lançada em 2019 e que já tinha rendido um clipe no ano passado. A nova versão é um desenho que registra cenas do ponto de vista de uma mulher solitária presa numa rotina, entre acordar, escovar os dentes, comer e lavar os pratos. Estas ações se repetem consecutivamente em imagens coloridas e hipnóticas – quase psicodélicas – até que o looping é interrompido por um despertar com pratos limpos e café da manhã na mesa, que remete ao fim da solidão, mas também ao novo disco da cantora, já que os ovos e bacons preparados para seu despertar formam um sorriso. A imagem é um lembrete do lançamento de “Smile”, álbum gravado por Perry durante a pandemia e a gestação, e que chegará nas plataformas digitais na sexta (28/9). Ao mesmo tempo, a cantora também comemora o começo de uma nova etapa em sua vida, como mamãe de Daisy Dove Bloom, sua filha com o ator Orlando Bloom, cujo nascimento foi anunciado pelas redes sociais da UNICEF nesta quinta-feira. Saiba mais aqui.
Maisy Williams confirma primeiro romance lésbico da Marvel em Os Novos Mutantes
A atriz Maisy Williams (a Arya de “Game of Thrones”) confirmou, em entrevista à revista Variety, que terá uma relação lésbica em “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Marvel, que estreia nesta sexta (27/8) nos EUA. Questionada pela publicação se sabia desde o início que viveria um romance com outra mulher no filme, ela disse que sim. “Eu sabia pelos quadrinhos que Dani e Rahne têm uma conexão telepática. Quando falei com o diretor Josh Boone, ele explicou: ‘Vamos transformar isso em uma relação amorosa’. E eu concordei que faia sentido. Se você pudesse realmente ler a mente de alguém, acho que é isso que é amor – ser capaz de detectar a linguagem corporal de alguém e entender como está se sentindo e tentar fazer com que se sinta melhor, mesmo se você estiver em um ambiente social. Se essas duas personagens tem uma conexão telepática, acho que é meio que sinônimo de amor”. No filme, ela vive Rahne Sinclair, uma jovem escocesa que se transforma numa espécie de lobisomem, chamada Lupina. Ela se envolve com Danielle Moonstar, a Miragem, uma garota Cheyenne capaz de criar ilusões mentais. A personagem é vivida por Blu Hunt (“Another Life”) Maisie disse ter ficado feliz com a forma como relacionamento foi retratado. “Acho importante ter uma relação dessas à frente num filme de super-heróis. Eu amo que o relacionamento delas ficou normalizado em um filme desta escala. Acho que sequer o rotulamos, elas não pedem uma à outra para saírem em um encontro. Elas apenas se apaixonam”. Originalmente produzido pela 20th Century Fox, “Os Novos Mutantes” antecede assim iniciativas de inclusão planejadas pela Marvel Studios, que planejou apresentar um casal gay em “Eternos” e mostrar Valquíria assumida no próximo filme de “Thor”. A intérprete de Lupina ainda comentou que gostaria de revisitar sua personagem em outros filmes da Marvel, já que a Disney comprou a 20th Century Fox. “Eu ficaria animada para interpretar Rahne novamente. Quer dizer, quem sabe? Eu amo essa história. Acho que esses personagens são realmente interessantes para a juventude de hoje. E se o filme for bem, eu ficaria feliz em voltar e fazer mais. Acho que depende das pessoas. Se os adolescentes odiarem, vamos terminar por aqui. Mas se eles gostaram, então eu não privaria ninguém de sequências”. Entretanto, ela ponderou que não está buscando mais papéis de mulheres poderosas, e quer viver personagens capazes de demonstrar fragilidade em tramas que abordem temas contemporâneos. “Muitas das coisas que fiz recentemente foram em um mundo alternativo, e sinto falta da honestidade de interpretar uma garota que não é mutante ou não está salvando o mundo. Eu [quero interpretar] uma mulher complexa de hoje. Acho que falta algum tipo de vulnerabilidade nesses filmes, e eu realmente desejo me sentir vulnerável no set. Há um verdadeiro conforto em fazer algo que tem muitos efeitos ou sangue, porque há tantas outras coisas para distrair o público de você. Mas fazer algo mais cru é algo que estou desejando no momento”, contou. Para completar, disse que nunca se preocupou em ficar marcada como a Arya, de “Game of Thrones”, pois sempre encarou o papel na série da HBO apenas como o começo de sua carreira. “Sempre me senti confiante de que tenho muitas outras coisas para dar. Se eu soubesse que isso era tudo que poderia fazer, provavelmente seria tudo que faria pelo resto da minha carreira. E as pessoas ficarão felizes em me considerar para personagens semelhantes a Arya ou Rahne, e isso é muito fácil para mim fazer e há muito disso disponível para mim. Mas estou realmente interessado em mudar a opinião das pessoas sobre mim e mostrar às pessoas todos os outros lados que eu posso demonstrar na tela. Acho que já está acontecendo. Tive muitas reuniões realmente adoráveis durante a quarentena, o que me deixou muito animada para o futuro”. Além de “Os Novos Mutantes”, ela estará em cartaz em seguida com o thriller “The Owners”, que tem estreia prevista para a próxima semana (4/9) nos EUA. “Não sei se as pessoas vão mesmo aos cinemas, mas espero que usem máscaras e que as salas estejam limpas. Se não estiver confortável, não vá”, acrescentou.
Nasce a filha de Katy Perry e Orlando Bloom
A cantora Katy Perry e o ator Orlando Bloom viraram pais na quarta-feira (26/8). O nascimento, o nome da garota e também o primeiro clique da menina foram divulgados nas redes sociais, mas não dos famosos e sim da UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância). “Bem-vinda ao mundo, Daisy Dove Bloom! Temos a honra de apresentar o novo pacote de alegria dos Embaixadores da Boa Vontade @KatyPerry e @ OrlandoBloom”, afirma a mensagem publicada pela UNICEF. “Estamos flutuando com amor e admiração desde a chegada segura e saudável de nossa filha”, declararam Katy e Orlando. “Mas sabemos que somos sortudos e nem todos podem ter uma experiência de parto tão tranquila como a nossa. Comunidades ao redor do mundo ainda enfrentam escassez de profissionais de saúde e a cada 11 segundos morre uma mulher grávida ou um recém-nascido, principalmente de causas evitáveis”, acrescentou o casal de famosos no comunicado. “Desde a covid-19, muitas outras vidas de recém-nascidos estão em risco devido à crescente falta de acesso a água, sabão, vacinas e medicamentos que previnem doenças. Como pais de um recém-nascido, isso parte nossos corações, pois sentimos empatia com os pais que lutam agora mais do que nunca”. Katy e Orlando também explicaram que, como embaixadores da Boa Vontade, sabem que a UNICEF segue fazendo tudo o que for preciso para assegurar que gestantes possuam acesso a um profissional de saúde especializado e que possam contar com cuidados de saúde de qualidade. “Em comemoração ao coração que sabemos que nossa filha já tem, criamos uma página de doações para celebrar a chegada da DDB. Ao apoiá-los, você está apoiando um começo de vida seguro e reimaginando um mundo mais saudável para todas as crianças. Esperamos que seu coração possa florescer com generosidade”. A menina é a primeira filha da cantora, que manteve sua gravidez em segredo até março passado, quando a revelou ao mundo no clipe da música “Never Worn White”. Orlando Bloom já é pai de um menino de 9 anos de seu casamento anterior com a modelo Miranda Kerr. O casal tinha planos de realizar uma cerimônia de casamento no começo do ano no Japão, mas a pandemia de covid-19 fez com que adiassem os planos. Eles ainda não definiram uma nova data para o matrimônio. Após o nascimento da filha, a cantora apresentará mais novidades já nesta sexta (28/8): seu novo álbum, chamado “Smile”, e também um videogame chamado “Katy’s Quest”, baseado no universo circense do videoclipe da música que batiza o disco. Ver essa foto no Instagram Welcome to the world, Daisy Dove Bloom! We are honoured to introduce Goodwill Ambassadors @KatyPerry and @OrlandoBloom’s new bundle of joy.⠀ ⠀ “We are floating with love and wonder from the safe and healthy arrival of our daughter,” Katy and Orlando told us.⠀ ⠀ “But we know we’re the lucky ones and not everyone can have a birthing experience as peaceful as ours was. Communities around the world are still experiencing a shortage of healthcare workers and every eleven seconds a pregnant woman or newborn dies, mostly from preventable causes. Since COVID-19 many more newborn lives are at risk because of the increased lack of access to water, soap, vaccines and medicines that prevent diseases. As parents to a newborn, this breaks our hearts, as we empathize with struggling parents now more than ever.⠀ ⠀ “As UNICEF Goodwill Ambassadors, we know UNICEF is there, on the ground, doing whatever it takes to make sure every expecting mother has access to a trained health worker and access to quality healthcare. In celebration of the heart we know our daughter already has, we have set up a donation page to celebrate DDB’s arrival. By supporting them, you are supporting a safe start to life and reimagining a healthier world for every child. We hope your ♥️ can bloom with generosity.⠀ ⠀ Gratefully-⠀ ⠀ Katy & Orlando.”⠀ ⠀ Please tap the link in our bio to support the most precious gift: a healthy child. Uma publicação compartilhada por UNICEF (@unicef) em 26 de Ago, 2020 às 8:36 PDT
Diretor de Doutor Estranho pede para público não ver Tenet nos cinemas
A campanha espontânea de Tom Cruise para o público ir ver “Tenet” nos cinemas ganhou contraditório. O diretor Scott Derrickson, que comandou “Doutor Estranho” da Marvel, foi às redes sociais pedir exatamente o contrário: para o público não ir ao cinema ver “Tenet”. Preocupado com a falta de segurança e a continuidade da pandemia de coronavírus, o diretor escreveu no Twitter: “Não vá assistir à ‘Tenet’ ou qualquer outro filme no cinema. Pronto, falei”. Em seguida, ele compartilhou o tuíte de um seguidor, que diz: “Se você vai a um cinema agora, você é egoísta por prolongar essa crise e por colocar em risco você, sua família e qualquer estranho que ocupar seu lugar, caso esteja infectado. Você não liga para os outros”. A produção da Warner, dirigida por Christopher Nolan (“A Origem”), tem a missão de reabrir os cinemas nos EUA e atrair o público de volta às salas de projeção. O filme estreia nesta quarta-feira (26/8) na Europa e no Canadá e até o fim de semana que vem terá entrado em cartaz na maioria dos mercados internacionais. O lançamento nos EUA está marcado para 3 de setembro e, após o mais recente adiamento, a dada prevista para o Brasil é 24 de setembro. No momento, porém, as salas de exibição continuam fechadas por aqui. Imagina-se que os exibidores aumentarão a pressão pela reabertura, conforme a data se aproxime. https://t.co/ltJsZcptTi — N O S ⋊ Ɔ I ᴚ ᴚ Ǝ ᗡ ⊥ ⊥ O Ɔ S (@scottderrickson) August 26, 2020
Kate Winslet e Saorsie Ronan combinaram entre si cenas de sexo de Ammonite
A atriz Kate Winslet revelou que se entendeu pessoalmente com Saoirse Ronan para filmar, sem ajuda ou orientações do diretor, as cenas de sexo lésbico do filme “Ammonite”, que terá sua première mundial em setembro no Festival de Toronto. Combinar como fariam sexo foi uma forma que as duas encontraram para se manter seguras e trabalhar sem maiores interferências durante as filmagens. Elas interpretam, respectivamente, a paleontóloga Mary Anning e a geóloga Charlotte Murchison no longa do diretor Francis Lee (“O Reino de Deus”), que imagina um envolvimento romântico entre as duas celebradas cientistas britânicas. Celebradas atualmente, claro, porque na época, como todas as mulheres do século 19, à exceção da Rainha Vitória, eram menosprezadas pela comunidade científica masculina. As cenas de amor entre as duas têm sido descritas como quentes. Segundo a revista The Hollywood Reporter, que entrevistou as atrizes, as filmagens seriam capazes de fazer “Carol” parecer uma obra pudica. Um desses enlaces, em especial, teria teor quase explícito. “Saoirse e eu coreografamos a cena nós mesmas”, explicou a atriz, sobre a sequência mais sexual. “Acho que Saoirse e eu nos sentimos realmente seguras. Francis estava naturalmente muito nervoso. E eu apenas disse pra ele: ‘Ouça, nos vamos nos resolver’. E assim fizemos. ‘Vamos começar aqui. Faremos isso com os beijos, peitos, você vai lá embaixo, aí você faz isso, aí você sobe aqui’. Quer dizer, marcamos as batidas da cena para que fôssemos ancoradas em algo que apoiasse a narrativa. Eu me senti mais orgulhosa do que jamais senti ao fazer uma cena de amor. E me senti, de longe, a menos constrangida”, acrescentou. Já Ronan diz que as “performances são incrivelmente humanas”. As duas se conheciam apenas superficialmente antes de “Ammonite”. “Obviamente, ela é incrivelmente talentosa, mas também é alguém com quem você sente que pode se identificar, e acho que isso diz muito sobre o tipo de pessoa que ela é”, contou a atriz ao THR. Winslet acrescentou que não se preocupou com a possibilidade de ter seu corpo comparado ao de Ronan. “Tenho quase 45 anos e Saoirse tem quase metade da minha idade. É ter a oportunidade de ser meu verdadeiro eu com 40 e poucos, pós-filhos, sabe? As mulheres não têm realmente coragem de fazer isso”, considerou. Ela, inclusive, deixou se acabar um pouquinho para as filmagens, fazendo o oposto do que normalmente faria, especialmente considerando a necessidade de aparecer nua. “É assim que sou agora, e não é o corpo que eu tinha há 20 anos. E também trabalhei para manter esse tipo de peso para Mary. Há uma coragem nela, há um peso para ela. Mudei um pouco meu exercício. Eu me certifiquei de não perder peso – o que eu faço muito, na verdade, em filmes. Eu odeio falar sobre peso, mas só digo no contexto de ter sido um esforço consciente da minha parte, para realmente ter certeza de que não mudei para ficar nua. Eu fiz o oposto”, completou. Fãs de Kate Winslet devem lembrar que ela começou sua filmografia num drama sobre relacionamento lésbico, “Almas Gêmeas”. Lançado em 1994, quando a atriz tinha 19 anos, o filme foi assinado por um cineasta ainda em começo de carreira, um certo Peter Jackson (ele mesmo, da trilogia “Senhor dos Anéis”), e se tornou cultuadíssimo. O burburinho sobre sua volta à temática LGBTQIA+ vem crescendo desde que “Ammonite” foi selecionado para debutar no Festival de Cannes, que infelizmente foi cancelado devido à pandemia de covid-19. Até o momento, apenas os programadores de festivais viram a produção, tecendo muitos elogios. O trailer foi divulgado na terça (26/8) sem qualquer cena imprópria, mas muitos olhares, toques e suspiros. A trama se passa em 1840 e começa quando um geólogo aristocrata, preocupado com a melancolia de sua jovem esposa, pede para a já famosa, mas não reconhecida paleontóloga, ocupá-la com trabalho. Relutante, a paupérrima Mary Anning aceita Charlotte Murchison como assistente, e entre a coleta de fósseis à beira-mar e os passeios na praia, aos poucos as duas deixam de lado as diferenças sociais para aprofundar laços, até despertarem uma paixão. Embora as duas mulheres realmente tenham passado uma temporada trabalhando juntas, não há registros oficiais desse romance. “Ammonite” é o segundo longa escrito e dirigido por Francis Lee, que estreou em 2017 com outro longa de temática LGBTQIA+, “O Reino de Deus”. Após a première no Festival de Toronto, a expectativa do estúdio Neon é realizar um lançamento em novembro nos cinemas americanos. O filme é a aposta do estúdio ao Oscar 2021. Vale lembrar que o Neon lançou o vencedor de 2020, “Parasita”, nos EUA. Por enquanto, não há previsão para o Brasil. Se não viu o trailer antes ou deseja revê-lo, confira logo abaixo – sem legendas em português.
Primeira mulher a dirigir filmes no Afeganistão é baleada em atentado
A atriz e cineasta Saba Sahar, primeira mulher a dirigir filmes no Afeganistão, foi baleada em Cabul, capital do país, num ataque planejado para matá-la. De acordo com a BBC, Sahar estava viajando a trabalho na terça (25/8), quando três homens armados abriram fogo contra o seu carro. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. A gravidade dos ferimentos, porém, ainda não foi informada. Além de Sahar, haviam outras pessoas no carro: dois seguranças, o motorista e uma criança. Os seguranças também foram atingidos, mas o motorista e a criança foram poupados. “Cheguei ao local e encontrei todos eles feridos”, disse Emal Zaki, marido de Sahar, à BBC. “Ela recebeu os primeiros socorros e nós a transferimos para o hospital de emergência e depois para o hospital da polícia”, acrescentou. Até o momento, nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque, mas Sahar enfrentava ameaças de fundamentalistas talibãs, que proíbem mulheres de estudar e trabalhar, ao se tornar uma importante ativista dos direitos femininos no país. Ela fez a transição de estrela do cinema afegão da era pré-talibã para cineasta em 2004 com “The Law”, filme sobre justiça e corrupção na instável democracia afegã, estabelecida após a derrota dos talibãs pelas forças dos EUA, e também assinou o documentário “Traumfabrik Kabul” (2011), sobre a importância de divulgar a luta feminina no país. Na ocasião, ela deu uma impactante entrevista ao jornal britânico The Guardian. “Quero mostrar que as mulheres afegãs são capazes de fazer qualquer coisa que os homens fazem. Quero mostrar aos conservadores que trancam suas filhas e esposas em casa que devem deixá-las sair para estudar, ganhar algum dinheiro e ajudar a reconstruir o Afeganistão”, declarou, contando que, por causa disso, tinha sido marcada para morrer. . Sahar revelou que recebia várias ameaças de morte por meio de ligações anônimas. “Eles me dizem para dizer adeus aos meus entes queridos, porque eu logo estarei morta.” A diretora não se intimidou e denunciou as ligações às autoridades. O resultado? “Eles me ligaram novamente e perguntaram por que eu fui às autoridades”, disse ao Guardian. “Eles falaram que, mesmo que todo o governo esteja me apoiando, ainda iam me matar. ‘Vamos matá-la na rua, em público’.” “Fazer filmes é minha paixão”, ela continuou. “Eu amo meu país. Quero mostrar às pessoas que há mais no Afeganistão do que guerra, drogas e terrorismo. Se eu morrer por exigir meus direitos e inspirar outras mulheres a lutar pelos delas, então estou pronta para perder minha vida. ” Após o atentado, a Anistia Internacional afirmou que tem ocorrido um aumento “extremamente preocupante” de atos contra personalidades culturais e ativistas no Afeganistão, após a decisão de Donald Trump de promover um “acordo de paz” com os guerrilheiros fundamentalistas, inimigos declarados dos direitos humanos.
DC FanDome: Astros agradecem audiência de 22 milhões de fãs
A primeira parte da convenção online DC FanDome, batizada de Hall of Heroes, foi vista por 22 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com informações da Warner. E o estúdio comemorou o sucesso com um vídeo de agradecimento, juntando cenas da convenção e mensagens das estrelas do universo expandido da DC Comics, de Gal Gadot a Dwayne “The Rock” Johnson, em reverência aos fãs. Veja abaixo. O evento realizado no sábado (22/8) foi visto em 220 territórios diferentes ao longo de 24 horas na internet, com painéis, entrevistas e outros conteúdos relacionados à filmes, séries, games e quadrinhos dos personagens da editora DC Comics. No Twitter, a convenção foi o assunto mais comentado em 53 países e, no YouTube, liderou a audiência em 82 regiões. Já os trailers dos filmes lançados durante a DC FanDome, que incluem “Mulher Maravilha 1984”, “The Batman” e o Snyder Cut de “Liga da justiça”, tiveram mais de 150 milhões de visualizações desde sábado passado, também de acordo com a Warner. A convenção retorna em 12 de setembro com sua segunda parte, com maior ênfase para as séries do Arrowverso e uma programação ainda mais extensa e exclusiva para os fãs.
Diretor de O Fórum explica porque Bolsonaro virou protagonista do filme
Marcus Vetter, diretor alemão do documentário “O Fórum”, recém-lançado em streaming no Brasil, contou porque escolheu Jair Bolsonaro, entre todos os líderes mundiais reunidos em Davos durante o Fórum Econômico Mundial do ano passado, como personagem principal de seu filme. Em entrevista para o jornal O Globo, o cineasta ponderou que, na edição anterior do Fórum, Teresa May, Emmanuel Macron e Donald Trump formavam o trio de candidatos anti-establishment. “Mas em 2019 Bolsonaro roubou o show”. A participação do político brasileiro surgiu como contraponto ao impacto da pauta ambiental sobre as lideranças mundiais. Bolsonaro é retratado praticamente como vilão neste tema, devido aos incêndios na Amazônia e a percepção mundial de descaso em relação ao meio ambiente. Uma das cenas, que viralizou nas redes sociais, traz o brasileiro passando vergonha diante de Al Gore, ex-vice presidente dos EUA e conhecido militante ambiental. No trecho, Gore diz para Bolsonaro estar preocupado com a Amazônia. Mas o presidente brasileiro responde que quer explorar os recursos da floresta com os Estados Unidos. Al Gore não entende nada. Vetter explicou como esta cena foi captada. “Chegamos com a câmera e um captador de som de 3 metros perto dele e perguntamos se poderíamos filmar. Com ajuda de um tradutor, Bolsonaro respondeu: ‘Claro, sem problemas’. Ele estava isolado. Ninguém queria ficar perto do Bolsonaro”, contou. “Assim que ligamos o som e o vídeo apareceu o Al Gore e perguntou sobre uma pessoa que Bolsonaro disse ser seu inimigo (Alfredo Sirkis, um dos fundadores do Partido Verde). Eu não sei se o Al Gore fez aquilo de forma proposital, como uma plataforma pessoal, já que ele viu a câmera e é um conhecido ativista do clima, ou se foi só uma gafe.” Em relação ao fato de Bolsonaro representar atualmente o Brasil, Vetter acredita que se trata de reflexo de uma “era de extremos” e que o presidente brasileiro é “símbolo” disso. “Ele é um desses políticos que nascem de uma revolta difusa do povo contra o sistema. As pessoas que votam em Bolsonaro estão protestando, dizendo que ‘nós podemos mudar as coisas’ ou ‘nesse tipo de democracia nós tiramos vocês (a elite) do jogo’.” “Bolsonaro é um sinal dos nossos tempos”, continua. “E isso deveria servir como reflexão para nós. Como o povo, ou pelo menos parte do povo, chega ao ponto de eleger uma pessoa dessas para liderar uma país inteiro?”, questionou. Veja a cena da gafe de Bolsonaro abaixo. Recebi esse trecho do documentário O Fórum, que retrata os bastidores recentes de Davos. A conversa entre Bolsonaro e o ex-VP @algore é impagável: A: "Estou preocupado com a Amazônia"B: "Quero explorar os recursos da Amazônia com os EUA"A: "Não entendi o que você quer dizer" pic.twitter.com/2S3khHUNp8 — Guilherme Casarões 🇧🇷🏡🇺🇳 (@GCasaroes) August 24, 2020












