Disney marca estreia da 2ª temporada de The Mandalorian
A Disney+ (Disney Plus) anunciou pelas redes sociais a data de estreia dos novos episódios de “The Mandalorian”. A 2ª temporada da primeira série live-action do universo “Star Wars” vai chegar ao streaming no dia 30 de outubro. “Este é o dia. Novos episódios começam a ser transmitidos no dia 30 de outubro”, anunciou a plataforma, junto de um novo logo da série, que agora inclui Baby Yoda ao lado do personagem-título – por motivos óbvios, visto o fenômeno de popularidade atingido pelo pequeno personagem, conhecido na trama apenas como “A Criança”. A data é próxima da inauguração da Disney+ (Disney Plus) no Brasil. O serviço vai chegar no país no dia 17 de novembro, a tempo dos usuários acompanharem os novos episódios, que são disponibilizados semanalmente. Criada por Jon Favreau (“Homem de Ferro”, “O Rei Leão”), a 2ª temporada da série completou as gravações antes do agravamento da pandemia do novo coronavírus e seus capítulos foram dirigidos por cineastas famosos, como Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Peyton Reed (“Homem-Formiga e a Vespa”) e Sam Hargrave (“Resgate”), Conforme tem sido especulado, os novos episódios vão incluir personagens conhecidos de “Star Wars”, como
Grand Army: Série adolescente com temas polêmicos ganha trailer legendado
A Netflix divulgou as fotos e o teaser legendado de “Grand Army”, sua nova série dramática adolescente. A prévia aborda vários temas polêmicos, como violência sexual, racismo e bullying, que estão na pauta da juventude atual, mas ao tocar o hino americano ao longo de toda a exibição parece ignorar que se tratam de problemas universais. Criada por Katie Cappiello e inspirada em sua peça “Slut”, a série acompanha alunos da maior escola pública de ensino médio do Brooklyn, em Nova York, enquanto lutam para ter sucesso, sobreviver, se aventurar, se libertar e conquistar um lugar no futuro. Entre eles está a adolescente Joey Del Marco (Odessa A’zion, da série “Fam” e filha da comediante Pamela Adlon), que sofre uma agressão sexual e cuja busca por justiça irá ocasionar rupturas na escola. Repleto de jovens novatos, o elenco inclui muitos estreantes, como Brittany Adebumola, Odley Jean, Amalia Yoo, Crystal Sha’re Nelson, Alphonso Romero Jones, Marcela Avelina e Ashley Ganger, ao lado dos pouco experientes Amir Bageria (“Degrassi: Next Class”), Maliq Johnson (“Olhos que Condenam”), Anthony Ippolito (“Primetime: What Would You Do?”) e Sydney Meyer (“V Wars”). Com estreia marcada para para 16 de outubro, a 1ª temporada terá 10 episódios.
Jim Parsons faz festa gay no trailer da nova versão de The Boys in the Band
A Netflix divulgou fotos e o trailer do filme “The Boys in the Band”, nova adaptação da famosa peça de Mart Crowley produzida por Ryan Murphy (“Pose”). Grande sucesso teatral americano, a história se passa majoritariamente num único ambiente, o apartamento em que nove homens gays se reúnem para uma festa de aniversário em 1968, na cidade de Nova York. Mas um amigo supostamente heterossexual do passado do anfitrião resolve fazer uma visita e muda completamente o clima da noite. A peça já tinha virado filme em 1970, com roteiro do próprio Crowley e direção do mestre William Friedkin (“O Exorcista”), numa adaptação considerada marco do cinema queer. Mas vale avisar que diálogos e comportamentos dos personagens geram há anos discussões em torno das representações, se têm excesso de autenticidade ou não passam de clichês gays, além de trazer à tona questões de desconforto e impacto na autoestima, sem esquecer considerações sobre se a peça se tornou datada. No mínimo, é um texto que gera conversações. O fato é que se trata mesmo de um recorte de época, mas a nova versão ganha nova vida com astros populares dos dias de hoje. Esta é a principal diferença entre as duas filmagens, já que os atores de 1970 encararam o estigma de viver gays de forma realista demais para a época e, em sua maioria, tiveram carreiras curtas. Já os astros da nova versão são gays assumidíssimos e a maioria têm trajetórias de sucesso, a começar pelo protagonista venenoso, Jim Parsons (o Sheldon de “Big Bang Theory”). O resto do elenco inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Matt Bomer (“Patrulha do Destino”), Andrew Rannells (“Girls”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Robin de Jesús (“Law & Order: SVU”), Brian Hutchison (“Ponte dos Espiões”), Michael Benjamin Washington (“Amor e Outras Drogas”) e Tuc Watkins (“Black Monday”). A direção está a cargo de Joe Mantello, que já tinha filmado uma peça de temática gay anteriormente, “Entre Amigos”, em 1997, e a adaptação foi novamente assinada por Crowley. Apesar do filme de 1970 ter sido lançado no Brasil com o título traduzido para “Os Rapazes da Banda”, a produção da Netflix manteve o nome em inglês para a estreia nacional, marcada para 30 de setembro em streaming.
Príncipe Harry e Meghan Markle assinam contrato com a Netflix
O príncipe Harry e Meghan Markle assinaram um acordo com a Netflix, que prevê a produção de documentários, filmes, séries e programas infantis. O foco será em conteúdos inspiradores e transformadores, o que lembra o projeto de outro casal famoso na Netlix, Michelle e Barack Obama – que venceram o Oscar como produtores do documentário “Indústria Americana” (2019). O acordo acontece seis meses depois de o casal abdicar das funções reais. Eles estão morando atualmente na Califórnia. Meghan fez sucesso na série “Suits”, mas se despediu da personagem ao se casar com Harry e muitos acreditavam que ela seguiria o exemplo de Grace Kelly, abandonando Hollywood ao entrar na família real. “Estamos incrivelmente orgulhosos de que eles tenham escolhido a Netflix como casa criativa e animados para contar histórias com eles, que ajudem a construir resiliência e entendimento para audiências do mundo todo”, disse Ted Sarandos, chefe-executivo e de conteúdo da Netflix, em comunicado “Nosso foco será em criar conteúdo que informa e traga esperança. Como pais novos, fazer programas que inspirem as famílias é importante para nós. Este alcance sem precedentes permitirá que compartilhemos conteúdos de impacto, que inspire ações”, Harry e Meghan acrescentaram. O casal fundou uma produtora, ainda sem nome, para trabalhar em parceria com a Netflix. Eles também estão empenhados em apresentar vozes diversificadas na frente e atrás das câmeras e nas diferentes áreas de sua produtora, que está contratando pessoal.
Festival de Veneza começa com missão de “reiniciar” o cinema
Mais antiga mostra de cinema do mundo, o Festival de Veneza chega à sua 77ª edição nesta terça (2/9) como o primeiro evento do gênero a estender seu tapete vermelho em meio à pandemia de coronavírus. Dirigindo-se à imprensa na véspera da abertura, o diretor do festival, Alberto Barbera, declarou que a cerimônia inaugural deste ano ganha um significado especial, como um “reinício” para o cinema. “Sem esquecer as muitas vítimas dos últimos meses, o primeiro festival internacional a ser realizado após a interrupção forçada imposta pela pandemia adquire o significado de um reinício, uma mensagem de otimismo para o mundo do cinema tão atingido pela crise”, ele afirmou. Esse aspecto será evidenciado pela divulgação de um manifesto coletivo de solidariedade dos diretores de outros sete grandes festivais europeus, incluindo Berlim e Cannes. O Festival de Berlim foi a última grande mostra antes da pandemia fechar os cinemas e o de Cannes encontrou a crise sanitária em seu auge e acabou cancelado. “Precisamos reabrir os cinemas, distribuir novos filmes, começar a rodar novos filmes. Espero que o festival seja um sinal de solidariedade e incentivo para todos os envolvidos com a indústria cinematográfica”, acrescentou Barbera. Apesar desse otimismo, o festival vai acontecer sob o impacto da pandemia, com medidas rígidas de distanciamento social e higiene. Com os casos de coronavírus aumentando novamente na Itália e em outros países, os organizadores estabeleceram um protocolo que inclui o uso de máscaras de proteção nas sessões e a abertura de duas arenas ao ar livre no Lido para respeitar as medidas impostas para evitar a disseminação do coronavírus. As cerimônias de abertura e encerramento, assim como as entrevistas coletivas de imprensa, os desfiles pelo tapete vermelho e outros eventos acontecerão sem público, dentro de cercados, e serão transmitidos via streaming e pelas redes sociais. Além disso, a seleção de 2020 não deve ser lembrada pela participação de grandes estrelas, muitas delas ainda impossibilitadas de cruzar fronteiras internacionais. Caetano Veloso, por exemplo, não deve ir ao evento, que exibirá em primeira mão o documentário “Narciso em Férias”, sobre a prisão do cantor durante a ditadura, fora da competição oficial. Ao todo, 18 filmes competirão pelo Leão de Ouro, sendo quatro italianos. Deste total, 11 são dirigidos por homens e 8 por mulheres (um deles tem dois cineastas). O título americano mais aguardado do festival é justamente de uma cineasta, “Nomadland”, dirigido pela chinesa Chloe Zhao e estrelado por Frances McDormand. O longa será exibido em Veneza e Toronto simultaneamente em 11 de setembro, em ambos os casos precedido por apresentações virtuais. Ao final do evento, em 12 de setembro, os melhores do festival serão premiados pelo júri presidido pela atriz australiana Cate Blanchett, e que também inclui os diretores Christian Petzold (Alemanha), Joanna Hogg (Reino Unido) e Veronika Franz (Áustria), a atriz Ludivine Sagnier (França), o ator Matt Dillon (EUA) e o escritor Nicola Lagioia (Itália).
Biografia da guitarrista da banda punk The Slits vai virar série
As memórias da lendária guitarrista punk Viv Albertine vão virar série dos produtores de “Carol” e “Colette”, Elizabeth Karlsen e Stephen Woolley, proprietários da Number 9 Films. Eles se juntaram à Rachael Horovitz (“Patrick Melrose”), da West Fourth Films, para adquirir os direitos de duas autobiografias de Albertine, que lembram a juventude dos anos 1970 e a ascensão da artista como guitarrista da banda feminina The Slits (1977-1982) no auge da cena original do punk rock londrino. No comunicado do projeto, Albertine disse: “Estou muito feliz que Rachael, Elizabeth e Stephen estejam trazendo meus livros para a tela. Desde o início, eles foram sensíveis à natureza extremamente pessoal do trabalho e eu sabia que os livros estavam nas mãos de produtores com integridade. A visão deles está perfeitamente sintonizada com o trabalho, eles entendem o assunto e a época, então mal posso esperar o projeto começar e ver todos os personagens da minha história ganharem vida.” Os produtores também se manifestaram: “Que perspectiva empolgante e estimulante, reexplorar uma época em que a música, a moda, as ideologias políticas e a sexualidade estavam viradas de cabeça para baixo. Tudo tão lindamente evocado com as percepções pessoais e reflexões francas da vida de uma mulher extraordinária, nos dois incríveis livros de memórias de Albertine.” “Nada do que aconteceu antes ou depois pode se comparar à explosão do punk londrino dos anos 1970, e Viv Albertine ajudou a embalar a dinamite, colocar o detonador e acender o pavio”, acrescentaram Karlsen, Woolley e Horovitz no comunicado em conjuto. “The Slits forjou a trilha sonora de uma revolução cultural icônica e de gênero, e a guitarrista Viv Albertine estava bem no meio disso. Ela ajudou a criar uma nova atitude desinibida, uma linguagem musical única e uma estética DIY [faça você mesmo] que invadiu e se enraizou no mainstream. ” Além de tocar guitarra, Albertine também dirigiu curtas e a série britânica “The Tomorrow People” (em 1994), contribuiu para a trilha sonora de “Archipelago” (2010), da cineasta Joanna Hogg, e virou atriz em “Exibição” (2013), que ela protagonizou ao lado de Tom Hiddleston (“Thor”) para Hogg. Veja abaixo a capa dos livros da guitarrista e o clipe de “Typical Girls”, gravação emblemática das Slits, que em 1979 despertou furor de conservadores.
Animação Primal recebe três troféus do júri do Emmy 2020
Além da premiação do curta brasileiro “A Linha”, o Emmy 2020 destacou nesta terça (1/9) a série animada “Primal” com três troféus na votação do júri da Academia de Televisão dos EUA. As categorias do júri incluíram coreografia, programação interativa, realizações individuais em animação e motion design, que não são escolhidas por voto aberto, mas por um painel de profissionais especializados em cada segmento. Os profissionais premiados deste ano incluem a coreógrafa Mandy Moore, pela coreografia da série “Zoey’s Extraordinary Playlist”, atingindo o terceiro Emmy de sua carreira, o animador Genndy Tartakovsky, que ganhou seu quarto Emmy por sua nova série, “Primal”, e o programa “HITRECORD”, de Joseph Gordon-Levitt, que recebeu seu segundo Emmy, reconhecido por sua notável inovação em programação interativa. Todos os demais venceram seus primeiros Emmys, que serão entregues em 17 de setembro, durante a quarta noite do Creative Arts Emmy Awards deste ano – com transmissão ao vivo pelo site oficial do evento (Emmys.com). Confira abaixo a lista completa dos vencedores do troféu do júri do Emmy deste ano. Coreografia Notável para Programação Roteirizada “Zoey’s Extraordinary Playlist” (NBC) – Mandy Moore, Coreógrafa Inovação Notável em Programação Interativa “Create Together”: HITRECORD – Sam Wasserman e Joseph Gordon-Levitt, Produtores “A Linha” – Ricardo Laganaro, Diretor, Ricardo Justus e Edouard de Montmort, Produtores. Realização Individual Notável em Animação “Archer” – Jill Dykxhoorn, Artista Principal de Background “Cosmos: Possible Worlds” – Dan MacKenzie, Animador de Personagens “Primal” – Genndy Tartakovsky, Artista de Storyboard “Primal” – Scott Wills, Diretor de Arte “Primal” – Stephen DeStefano, Designer de Personagens Design de Movimento Notável “Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates” – Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores
Protagonista de The Boys entra em Pânico 5
A Paramount Pictures segue escalando o elenco para a próxima sequência de “Pânico” (Scream). O ator Jack Quaid (“The Boys”) é a mais recente adição à produção. Ele se junta a Melissa Barrera (“Vida”) e Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), além de dois veteranos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que retomarão seus papéis como Gale e Dewey Riley. Os produtores ainda não confirmaram a participação de Neve Campbell, que interpretou Sidney Prescott, principal personagem dos quatro filmes anteriores, mas a atriz disse em maio que estava em negociações para participar do filme. Os planos da produtora Spyglass (que comprou os direitos dos filmes da Weinstein Company) para “Pânico 5” preveem um período curto de filmagens, entre o outono (setembro em diante) e o fim do ano nos EUA. Por conta da proximidade das datas, novos nomes devem ser anunciados em breve. Os responsáveis pelo novo filme são Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que assinaram o recente terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles substituem o falecido Wes Craven, que dirigiu os títulos anteriores. O roteiro está a cargo de Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e do veterano James Vanderbilt (roteirista de “O Espetacular Homem-Aranha”). O escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), desta vez participa da continuação apenas como produtor.
Possessor: Sci-fi do filho de David Cronenberg ganha novo trailer sanguinário
A distribuidora indie Neon divulgou os novos pôster e trailer de “Possessor”, segundo filme escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o filho do cineasta David Cronenberg. A prévia revela a complexa e sanguinária trama da sci-fi tecnológica, em que Andrea Riseborough (“O Grito”) vive uma mulher que entra na cabeça das pessoas – literalmente. Sua personagem é uma agente de uma corporação que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas, levando-as a cometer assassinatos em benefício da empresa. Embora tenha um dom especial para esse trabalho, a experiência é traumática e ela acaba permitindo que seu mais recente drone (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”) lute para retomar o controle, com consequências violentas. “Possessor” é o segundo longa do jovem Cronenberg. O primeiro foi “Antiviral”, de 2012. Ambos refletem o começo da carreira de seu pai, lembrando a época em que David Cronenberg era conhecido por tramas de alterações biológicas. Exibido no Festival de Sundance em janeiro, o filme foi bastante elogiado e atingiu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os críticos também foram unânimes em avisar que sua brutalidade não é para todos. O novo trailer, por sinal, traz o aviso de que o filme será exibido “sem cortes” (uncut). O elenco também destaca Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sean Bean (“Game of Thrones”) e Tuppence Middleton (“Sense 8”). A estreia está marcada para 9 de outubro nos cinemas dos EUA e Canadá, mas não há previsão para lançamento no Brasil.
Furacão Katrina vai virar série dos criadores de American Crime e Locke & Key
Os premiados roteiristas John Ridley e Carlton Cuse se juntaram para criar e produzir uma série sobre o furacão Katrina para a Apple. Ridley tem no currículo o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão” e uma indicação ao Emmy como criador de “American Crime”, enquanto Cuse venceu o Emmy como roteirista de “Lost”. Ele também criou as séries “Jack Ryan”, “Locke & Key”, “Colony” e “Bates Motel”. Intitulada “Five Days at Memorial”, a série vai adaptar o livro homônimo de Sheri Fink, premiado com o Pulitzer, acompanhando cinco dias em um hospital de Nova Orleans após a passagem do furacão Katrina na região em 2005. Quando as enchentes aumentaram, a energia caiu e o calor subiu, enfermeiros e médicos exaustos foram forçados a tomar decisões de vida ou morte que os perseguiram por muitos anos. A produção é da ABC Signature, onde Ridley e Cuse têm contratos de desenvolvimento, para lançamento na plataforma Apple TV+. Além deste projeto, Ridley também está desenvolvendo um drama musical ambientado em sua cidade natal, Milwaukee, para o canal pago Showtime, ao lado da cantora Alicia Keys e dos compositores Benj Pasek e Justin Paul. Cuse, por sua vez, trabalha na 2ª temporada de “Locke & Key” na Netflix e na 3ª de “Jack Ryan” na Amazon, embora tenha se afastado das funções de showrunner nesta última.
Curta brasileiro A Linha vence prêmio Emmy
O curta brasileiro “A Linha”, narrado por Rodrigo Santoro, foi premiado com o Emmy, principal troféu da indústria televisiva dos EUA, na categoria de Inovação em Programação Interativa. A vitória de “A Linha” integra a primeira relação de premiados do 72º Emmy Awards, divulgada nesta terça (1/9), nas categorias de coreografia, programação interativa, realizações individuais em animação e motion design, que não são escolhidas por voto aberto, mas por um painel de profissionais especializados em cada segmento. Os prêmios do júri serão entregues na cerimônia do Creative Arts Emmy Award, que acontecerá de forma virtual no dia 17 de setembro. O curta-metragem de Ricardo Laganaro (“Ira! – Invisível DJ – A Gravação do Disco”) já tinha sido premiado no Festival de Veneza de 2019 como melhor experiência de realidade virtual e exibido na 43ª Mostra de Cinema de São Paulo. Produzida pelo estúdio Arvore, “A Linha” coloca o espectador para acompanhar a história de amor dos bonecos Pedro e Rosa na cidade de São Paulo dos anos 1940. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do troféu do júri do Emmy deste ano. Coreografia Notável para Programação Roteirizada “Zoey’s Extraordinary Playlist” (NBC) – Mandy Moore, Coreógrafa Inovação Notável em Programação Interativa “Create Together”: HITRECORD – Sam Wasserman e Joseph Gordon-Levitt, Produtores “A Linha” – Ricardo Laganaro, Diretor, Ricardo Justus e Edouard de Montmort, Produtores. Realização Individual Notável em Animação “Archer” – Jill Dykxhoorn, Artista Principal de Background “Cosmos: Possible Worlds” – Dan MacKenzie, Animador de Personagens “Primal” – Genndy Tartakovsky, Artista de Storyboard “Primal” – Scott Wills, Diretor de Arte “Primal” – Stephen DeStefano, Designer de Personagens Design de Movimento Notável “Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates” – Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores Design de Movimento Notável “Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates” – Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores
Jamie Foxx vai estrelar série de comédia na Netflix
Depois do sucesso de “Power”, Jamie Foxx vai aprofundar sua relação com a Netflix. O astro fechou contrato para estrelar e produzir sua primeira série para a plataforma. Intitulada “Dad Stop Embarrassing Me” (Pai, pare de me constranger, em tradução literal), a série é uma comédia inspirada no relacionamento de Foxx com sua filha, Corinne. O projeto é a primeira série de Foxx em 20 anos, desde que ele saiu da TV para o cinema. O showrunner, por sinal, será Bentley Kyle Evans, co-criador de sua última série, “The Jamie Foxx Show”, que durou 100 episódios entre 1996 e 2001. O elenco também inclui David Alan Grier, que coestrelou com Foxx o humorístico “In Living Color” nos anos 1990, além de Kyla-Drew (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Jonathan Kite (“2 Broke Girls”). Ainda não há previsão de estreia. Os próximos projetos de Foxx no cinema são a animação “Soul”, da Pixar, o drama racial “Signal Hill”, e ele também vai estrear como diretor à frente da comédia “All-Star Weekend”, com Robert Downey Jr. (“Os Vingadores”) e Gerard Butler (“300”).
Adam Driver vai estrelar sci-fi dos roteiristas de Um Lugar Silencioso
Adam Driver vai voltar a estrelar uma ficção científica após a recente trilogia “Star Wars”. O intérprete de Kylo Ren será o protagonista de um longa chamado apenas de “65”. A produção é um projeto misterioso da Sony, desenvolvido pelos roteiristas responsáveis por “Um Lugar Silencioso”. Além de escrever, a dupla Scott Beck e Bryan Woods também vai dirigir e produzir o longa, junto com a produtora do cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha”). Indicado pela primeira vez ao Oscar por “História de um Casamento” (2019), Driver recentemente finalizou o musical “Annette”, do cineasta francês Leos Carax, atualmente em pós-produção, e encontra-se em meio às filmagens de “The Last Duel”, novo longa de Ridley Scott.












