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Filme

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Filme

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Filme

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Música

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Música

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4 de outubro de 2026
  • Série

    The Magic Order: Netflix desiste da série baseada nos quadrinhos de Mark Millar

    9 de outubro de 2020 /

    A Netflix reverteu a encomenda da série “The Magic Order”, baseada em sua primeira publicação em quadrinhos, lançada em 2018. O projeto seria a primeira série da plataforma resultante de sua aquisição da Millarworld, a empresa de quadrinhos de Mark Millar, criador das obras que viraram os filmes “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. Ao fazer o negócio, a ideia da plataforma era lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries, considerando que as obras anteriores de Miller fizeram sucesso no cinema. Mas o lançamento de “The Magic Order” também acabou se tornando uma das publicações em quadrinhos mais vendidas deste século, a ponto de garantir continuidade com volumes adicionais. A adaptação da trama numa série já estava em fase de pré-produção em Praga, na República Tcheca, mas anda não havia começado a escalar o elenco. Segundo o site Deadline, embora tenha desistido da produção no momento atual, a Netflix ainda planeja fazer a série no futuro. “The Magic Order” acompanha a trajetória de cinco famílias de mágicos que passaram gerações tentando proteger a humanidade, enquanto vivem de forma normal e sem chamar a atenção de seus vizinhos. Até que surge um novo e misterioso vilão, que passa a matar os integrantes dessas famílias poderosas.

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  • Série

    Lanterna Verde: Roteirista do filme vai criar a série do herói

    9 de outubro de 2020 /

    A série do super-herói Lanterna Verde, atualmente em desenvolvido para a plataforma HBO Max, definiu o comando de sua equipe criativa. O roteirista Marc Guggenheim, que ajudou a escrever o péssimo filme do personagem (só 26% de aprovação no Rotten Tomatoes), vai ter uma segunda chance como showrunner da atração, ao lado de Seth Grahame-Smith, autor de “Orgulho e Preconceito e Zumbis” e “Lego Batman: O Filme”. Os dois vão escrever o piloto e comandar a série, que recebeu uma encomenda inicial de 10 episódios. Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o bem-sucedido mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, e contará com vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ao contrário do filme, centrado no Lanterna Verde mais famoso, Hal Jordan, da Era de Prata dos quadrinhos, a série será girar em torno de outros personagens. O site The Hollywood Reporter citou Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz e Alan Scott, além dos Lanternas alienígenas Kilowog e Sinestro, um ex-Lanterna transformado em vilão. Alan Scott é o Lanterna Verde original, apresentado pela primeira vez em 1940, mas reciclado numa nova versão na última década. Após o reboot mais recente da DC Comics, ele passou a ser retratado como um personagem gay. Gardner foi criado na década de 1960 e ganhou popularidade no final dos anos 1980, quando sua visão conservadora passou a ser retratada como alívio cômico na revista da Liga da Justiça. Já Cruz, uma latina, e Bax, um muçulmano-americano, são criações mais recentes. Os personagens mais conhecidos, como Hal Jordan, John Stewart e Kyle Raynor não farão parte da série, apesar do final de “Arrow” ter sugerido a transformação de John Diggle (David Ramsey) num Lanterna – uma versão de John Stewart do Arrowverso. De todo modo, os principais detalhes estão sendo mantidos em sigilo. Mas há rumores de que o programa será o mais caro produzido por Berlanti, superando os custos de “Stargirl”. A expectativa de começo da produção é apenas para o ano que vem, já que a dupla encarregada precisa alinhavar um esboço da trama da temporada antes de começar a fase de contratações.

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  • Etc

    Dono da Blumhouse faz mashup de terror com O Chamado e vice-presidente dos EUA

    9 de outubro de 2020 /

    O produtor Jason Blum, dono do estúdio Blumhouse, especializado em terror, realizou um mashup divertido, mas de clima apavorante, entre o clássico “O Chamado” e a participação de Mike Pence no debate entre os candidatos a vice-presidente dos EUA, transmitido na noite de quarta-feira pela TV americana. Com quase um minuto de duração, o vídeo mostra uma cena do terror de 2002 em que Rachel Keller (personagem de Naomi Watts) pega uma mosca na tela em que assiste o vídeo amaldiçoado de Samara (a Sadako americana). Na edição compartilhada por Blum, Keller está assistindo ao debate entre Pence e Kamala Harris, quando se depara com o fato bizarro que chamou a atenção de todos os telespectadores: uma mosca pousou na cabeça do vice-presidente e ficou lá por alguns minutos. Ela então estende a mão e tira a mosca da tela, assim como em “O Chamado”. O vídeo termina com a palavra “Vote”, sugerindo uma forma de evitar uma reprise do terror instaurado no país nos últimos anos. pic.twitter.com/G5zoevpH1m — Jason Blum (@jason_blum) October 9, 2020

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  • Etc

    Cinemas de São Paulo retomam atividades neste fim de semana

    9 de outubro de 2020 /

    Fechados desde março, os cinemas de São Paulo começam a reabrir neste fim de semana. A volta das salas da capital, com protocolos rígidos de segurança, foi autorizada nesta sexta (9/10), quando a cidade chegou à fase verde do Plano São Paulo, que orienta o que abre e o que fecha durante a quarentena no estado. As primeiras sessões do retorno vão acontecer no sábado, no cinema de rua Petra Belas Artes, na rede Espaço Itaú de Cinema e nas salas do shopping Market Place, da rede Cinemark. As regras para a volta do funcionamento dos cinemas preveem capacidade reduzida a 60% do público, horário de funcionamento limitado a oito horas, obrigatoriedade do uso de máscaras, medição da temperatura dos frequentadores e disponibilização de álcool em gel. Além disso, é preciso manter um distanciamento físico de 1,5 metro entre as pessoas, dentro e fora das salas, o que interdita algumas poltronas. A capital teve queda nos números da covid-19 e, com outras cinco regiões do Estado, dará maior flexibilização ao funcionamento de estabelecimentos em locais fechados. “Nós não vamos deixar de retroceder caso os números voltem na cidade”, alertou o prefeito Bruno Covas durante a coletiva que anunciou a reabertura. “A Vigilância Sanitária do Município orientou que, agora, a gente aguarde a evolução da pandemia na cidade, por causa dessas alterações nas atividades permitidas e também pela volta do setor cultural.” Além dos cinemas, também receberam autorização para voltar a funcionar os museus, teatros, bibliotecas e espaços culturais, como o Sesc.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Cecil Thiré (1943 – 2020)

    9 de outubro de 2020 /

    O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.

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  • Filme

    Mulan ganha data de estreia em streaming no Brasil

    9 de outubro de 2020 /

    A Disney anunciou que “Mulan” vai finalmente estrear na América Latina em 4 de dezembro, em sua plataforma de streaming. A data é a mesma em que a produção será disponibilizada aos assinantes americanos da Disney+ (Disney Plus) sem custos adicionais. “Mulan” foi originalmente lançada em 4 de setembro em streaming na Disney+ (Disney Plus) nos EUA, mas com um custo adicional para os assinantes. Para ver o filme, além da assinatura da Disney+ (Disney Plus), os interessados precisavam pagar US$ 29,99 (cerca de R$ 165). A cobrança extra foi batizada de Premier Access (um PVOD com outro nome), mas aparentemente não foi um grande sucesso, pois a Disney desistiu de programar outros títulos da mesma forma. A animação “Soul”, por exemplo, vai chegar direto na Disney+ (Disney Plus) em dezembro, incluída na assinatura simples do serviço. A plataforma de streaming, que já possui 60,5 milhões de assinantes mundiais, será lançada no Brasil em 17 de novembro, junto dos demais países da América Latina e do Caribe.

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  • Série

    Estreias online: Confira 10 séries que chegam ao streaming

    9 de outubro de 2020 /

    Assim como na aconteceu na seleção de filmes da semana, o Halloween também chegou mais cedo para os fãs de séries, com o lançamento de boas atrações de terror. O grande destaque é “A Maldição da Mansão Bly”, do mesmo criador de “A Maldição da Residência Hill”, mas há opções de comédia musical, animação, o atual campeão de audiência da TV paga americana e até um thriller clássico para maratonar por dias sem parar – ou até o calendário mostrar que o Halloween já passou. Confira abaixo as 10 séries que movimentam o streaming neste fim de semana. A Maldição da Mansão Bly | EUA | 2ª Temporada O sucesso de “A Maldição da Residência Hill” transformou a minissérie do cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) numa antologia, que a cada temporada abordará uma história diferente de fantasmas. Quem viu “Residência Hill”, sabe que o diretor não brinca em serviço e a “Mansão By” não é diferente, arrancando 87% de aprovação da crítica americana no Rotten Tomatoes. Assim como a trama original baseou-se num clássico da literatura de terror, escrito por Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), “Mansão Bly” leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas – a mais recente é deste ano, “Os Órfãos” – , mas a adaptação amplia a premissa original com a incorporação de outras histórias de fantasmas do autor, que é um dos grandes pioneiros do gênero, alinhavadas na mesma narrativa. Flanagan também seguiu a dica de Ryan Murphy em “American Horror Story” e repetiu grande parte do elenco anterior (como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti), o que ajuda a transmitir a sensação de que se trata da mesma série. Disponível na Netflix Twilight Zone | EUA | 2ª Temporada A nova versão da série clássica de terror “Além da Imaginação” ganha novos episódios com astros famosos (Morena Baccarin, Billy Porter, Jimmi Simpson, Jurnee Smollett, etc), produção e apresentação de Jordan Peele (diretor de “Corra!” e “Nós”), e direção de jovens talentos em ascensão, entre eles Oz Perkins (“Maria e João: O Conto das Bruxas”), Christina Choe (“Nancy”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), J.D. Dillard (“O Mistério da Ilha”), Justin Benson e Aaron Moorhead (“O Culto”). Disponível na Amazon Zoey e Sua Playlist Fantástica | EUA | 1ª Temporada A comédia musical acompanha a personagem de Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), uma jovem inteligente, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor. O detalhe é que eles se manifestam de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Em suma, todos passam a cantar e dançar à sua volta, expressando o que realmente estão pensando. Criada por Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013), a série tem produção do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018), e seu bom elenco ainda inclui Lauren Graham (“Gilmore Girls”), Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”), Alex Newell (“Glee”), John Clarence Stewart (“Luke Cage”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”) e Mary Steenburgen (“The Last Man on Earth”/”O Último Cara da Terra”). Disponível na Globoplay Yellowstone | EUA | 2ª Temporada Fenômeno de audiência, “Yellowstone” superou “The Walking Dead” como a atração atual mais vista da TV paga americana. Trata-se da primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha trabalhado na TV na minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012), e também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção do programa, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Filmado em Utah e Montana, a trama acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. O elenco ainda inclui Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”) e Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”). Disponível na Paramount+ Riverdale | EUA | 4ª Temporada A temporada começa com uma homenagem ao ator Luke Perry, intérprete de Fred Andrews, que morreu subitamente em março do ano passado, e segue com um novo mistério, envolvendo a suposta morte de Jughead (Cole Sprouse) nas mãos de seus melhores amigos, Archie (K.J. Apa), Betty (Lili Reinhart) e Veronica (Camila Mendes). Com muitas reviravoltas, esta trama se resolveu antes da paralisação das filmagens devido à pandemia de coronavírus – apesar do arco mais curto, com três episódios a menos que o habitual. Disponível na Netflix Cidade dos Mortos | Rússia | 1ª Temporada Série russa de epidemia, que acompanha os esforços desesperados de pais divorciados numa Moscou semi-deserta para salvar os filhos do vírus e de uma ação militar de extermínio. Baseado no best-seller “Vongozero”, de Yana Vagner, destaca em seu elenco Viktoriya Agalakova (“A Noiva”), Viktoriya Isakova (“Anna Karenina: A História de Vronsky”), Maryana Spivak (“Sem Amor”) e Kirill Käro (“O Esgrimista”). Disponível na Netflix Private Life | Coreia do Sul | 1ª Temporada Estrelada por uma das maiores celebridades da Coreia do Sul, a cantora Seohyun (da banda feminina Girls’ Generation), a série gira em torno da vida privada de figuras públicas em uma sociedade onde há pouca privacidade. No centro da história estão três vigaristas que descobrem um esquema sinistro de vigilância coordenado pelo governo e por uma corporação gananciosa. Disponível na Netflix Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto | EUA | 2ª Temporada Os novos episódios da série animada baseada nos filmes “Velozes e Ferozes” vão se passar no cenário do quinto longa da franquia, o Rio de Janeiro, com direito às imagens inevitáveis do Corcovado, favelas, praias e… macacos. A série gira em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dominic Toretto (o personagem de Vin Diesel nos filmes), que é recrutado com seus amigos por uma agência federal para missões secretas. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. Disponível na Netflix The Spanish Princess | EUA | 2ª Temporada A continuação de “The Spanish Princess” estreia no domingo e vai exibir um episódio novo por semana na plataforma do canal Starz. A terceira série baseada na franquia literária “Guerra Entre Primos”, de Philippa Gregory – após “The White Queen” e “The White Princess” – , acompanha Catarina de Aragão, que se torna a primeira das seis esposas de Henrique VIII. A trama é basicamente o prólogo imediato da série “The Tudors” – e da minissérie “Wolf Hall”, entre outras – , revelando os esforços da jovem princesa espanhola Catarina para gerar um herdeiro para o trono da Inglaterra, mas em vez disso dá a luz a uma menina. É quando entra em cena Anna Bolena e o desejo do rei de se divorciar de Catarina. Sendo proibido pelo Papa, ele decide criar uma nova religião – o anglicanismo, seguido até hoje no Reino Unido. Disponível na Starz Play Prison Break | EUA | 5 Temporadas A série de ação troca a Netflix pela Globoplay enquanto os produtores discutem mais um revival. Criada por Paul Scheuring em 2005, a trama original empolgou o público americano com a história de dois irmãos injustamente aprisionados. Na trama, após o irmão-problema Lincoln (Dominic Purcell) ser incriminado por integrantes de uma conspiração, o engenheiro Michael Scofield (Wentworth Miller) decide cometer um crime para ser enviado à mesma prisão e lá usar seus conhecimentos do local para escapar com ele. Com o plano todo tatuado na pele, Scofield acaba liderando uma fuga em massa. As temporadas seguintes mostram a perseguição da justiça, nova detenção no exterior e a vingança contra os conspiradores, culminando em 2009 no reestabelecimento da inocência dos foragidos, mas também na morte do protagonista. Só que o ritmo acelerado e as reviravoltas constantes transformaram “Prison Break” num dos primeiros hits da era das maratonas da Netflix, renovando o interesse por novos episódios. A Fox se empolgou com a perspectiva e reviveu a série em 2017, retomando a história após oito anos. Para isso, precisou mostrar que Scofield não morreu. Na verdade, ele estava preso no Oriente Médio, precisando que o irmão que tirou da cadeia na 1ª temporada retornasse o favor e o salvasse em mais nove episódios. Apesar do retorno não ter repetido a provação crítica, rendeu grande audiência na TV, inclusive no Brasil. Disponível na Globoplay

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  • Filme

    Top 10 das estreias online da semana destaca filmes de Halloween

    9 de outubro de 2020 /

    A programação de filmes digitais entra em clima de Halloween nesta semana, com várias opções temáticas em streaming e VOD. Embora o Top 10 inclua apenas um título do projeto de terror da Amazon, “Welcome to the Blumhouse”, dedicado a novos cineastas e produzido pelo estúdio Blumhouse (que lançou “Atividade Paranormal”, “Corra” e “O Homem Invisível”), não faltam horrores para animar os fãs do gênero, do slasher mais extremo ao suspense psicológico. Mas nem todas as tramas selecionadas são sangrentas. Os cinéfilos que não seguem calendário temático também podem encontrar muitos destaques de festivais entre os lançamentos. Veja abaixo as 10 sugestões semanais da Pipoca Moderna, encontradas em meio ao dobro de lançamentos online. A Jornada | França, Alemanha | 2019 Escrito e dirigido pela cineasta francesa Alice Winocour (“Cinco Graças”), o filme traz Eva Green (“Dumbo”) como uma astronauta que se prepara para embarcar numa viagem a Marte, mas encontra dificuldades em equilibrar a vida de mãe solteira – de uma criança muito carente – com o árduo treinamento da Agência Espacial Europeia. Premiado nos festivais de Toronto (Canadá) e San Sebastian (Espanha), “A Jornada” também inclui em seu elenco o americano Matt Dillon (“A Casa que Jack Construiu”) e a alemã Sandra Hüller (“Toni Erdmann”). Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now, Oi Play, Vivo Play e YouTube Filmes. O Chão Sob Meus Pés | Áustria | 2019 Exibido em vários festivais, o filme de Marie Kreutzer (“Fatherless”) acompanha uma jovem executiva (Valerie Pachner, de “Uma Vida Oculta”) que vê a eficiência de que sempre se orgulhou começar a falhar. Ninguém sabe do histórico de doença mental de sua irmã mais velha (Pia Hierzegger, de “Hotel Rock’n’Roll”) ou mesmo sobre sua família. Mas quando ela inicia uma relação escondida com sua chefe, um evento trágico força a irmã perturbada de volta à sua vida, fazendo seu domínio sobre a realidade entrar em colapso. Originalmente programado para 19 de março, semana em que os cinemas do país começaram a fechar devido à pandemia de coronavírus, acabou saindo direto em streaming no Brasil. Mas é elogiadíssimo, com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Now. O Pai | Bulgária | 2019 Melhor Filme do Festival Karlovy Vary, acompanha o confronto entre um pai e um filho distantes, quando o filho retorna para sua pequena cidade para comparecer ao funeral da mãe. Convencido a buscar ajuda de um médium para entrar em contato com a esposa, o pai do título é confrontado pelo filho, que tenta dissuadi-lo da ideia, levando-os a iniciar uma jornada que os fará enfrentar a culpa que sentem em relação à perda, além dos problemas de seu próprio relacionamento. Exibido no Brasil na Mostra de São Paulo do ano passado, o filme é uma comédia dramática capaz de fazer rir e chorar, e confirma o talento dos cineastas Petar Valchanov e Kristina Grozeva, premiados com o troféu de Melhores Diretores Estreantes no Festival de San Sebastian de 2014 por “A Lição”. Disponível na Looke, Now e Vivo Play. The Forty-Year-Old Version | EUA | 2020 Comédia indie premiada sobre artista de juventude promissora que só estoura após se reinventar como rapper aos 40 anos de idade. O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Radha Blank, roteirista-produtora de “Ela Quer Tudo”, que pela primeira vez se coloca em posição de destaque diante e atrás das câmeras. Na trama, ela vive sua homônima Radha, uma dramaturga sem sorte de Nova York, que ganhou um prêmio de revelação aos 20 e poucos anos e ainda aguarda ser descoberta aos 40. Reinventando-se como a rapper RadhaMUSPrime, ela busca forças no hip-hop para encontrar sua verdadeira voz. Por ironia, um dos prêmios conquistados por Radha Blank com o filme foi o mesmo da sua personagem, como uma diretora “para se observar”, troféu dado pelo Festival de Palm Springs. Felizmente, o Festival de Sundance reconheceu que Radha é uma diretora que merece reconhecimento já. Com “The Forty-Year-Old Version”, ela venceu o troféu de Melhor Direção no maior festival indie dos EUA, em janeiro passado. Disponível na Netflix. A Casa do Terror | EUA | 2020 Escrito e dirigido pela dupla Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de “Um Lugar Silencioso” (2018), “Haunt” (título original) é uma homenagem ao gênero slasher, dos serial killers mascarados dos anos 1980, mas também tem inspiração em “Jogos Mortais”. Na trama, um grupo de amigos resolve ter uma experiência “extrema” de Halloween e se candidata a um passeio por uma casa fantasmagórica. Especialmente adaptada para a ocasião, ela é decorada como um labirinto de parque de diversões. Mas conforme encontram os psicopatas mascarados, que espreitam para lhe dar sustos no escuro, e as armadilhas que deveriam ser de mentirinha, eles percebem que a brincadeira é mais mortal que imaginavam. Disponível na Amazon. Caixa Preta | EUA | 2020 Melhor dos dois filmes iniciais da antologia de terror “Welcome to the Blumhouse”, produzidos pelo estúdio Blumhouse para a Amazon, “Caixa Preta” tem ecos de “Black Mirror” ao acompanhar um pai viúvo (Mamoudou Athie, de “Ameaça Profunda”) que, após perder a esposa e a memória em um acidente de carro, passa por um agonizante tratamento experimental que o leva a questionar quem ele realmente é. Roteiro e direção são de Emmanuel Osei-Kuffour Jr., curta-metragista premiado que assina seu primeiro longa. Disponível na Amazon. O Halloween de Hubie | EUA | 2020 Adam Sandler vive um homem obcecado pelo Halloween, que é a piada da cidade, até que fatos estranhos começam a acontecer e ele se torna o mais capacitado para desvendar o mistério. A equipe criativa é a mesma de outros filmes do comediante, o roteirista Tim Herlihy (“O Rei da Água” e “O Paizão”) e o diretor Steven Brill (“Um Diabo Diferente”, “Sandy Wexler”). Já os coadjuvantes incluem Julie Bowen (“Modern Family”), Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”), Noah Schnapp (“Stranger Things”), June Squibb (“Nebraska”), Kenan Thompson (“Kenan e Kel”), Tim Meadows (“Schooled”), Michael Chiklis (“The Shield”), China Anne McClain (“Black Lightning”), Paris Berelc (“Crush à Altura”) e Peyton List (“Light as Feather”), que se juntam aos amiguinhos obrigatórios de Sandler, Rob Schneider, Kevin James e Steve Buscemi. Disponível na Netflix. Salve-Se Quem Puder! | EUA | 2020 Comédia indie exibida no Festival de Sundance sobre um casal que resolve se desconectar do mundo numa cabana isolada, mas escolhe o fim de semana em que alienígenas invadem a Terra. Os protagonistas são conhecidos dos fãs de séries: Sunita Mani (“GLOW”) e John Reynolds (“Search Party”). Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, Looke, Now e YouTube Filmes. Até que Você Me Ame | EUA | 2018 Muito falado, este suspense psicológico de baixíssimo orçamento antecipou a acusação de misoginia feita contra “365 Dias” (2020), ao transformar a premissa do sucesso “romântico” da Netflix numa verdadeira “Louca Obsessão” (1990). A trama acompanha uma mulher mantida cativa para se apaixonar por seu sequestrador. A obsessão é tão doentia que ela tem as pernas feridas – e tratadas, de forma fetichista – para não ter sequer a capacidade de escapar. Mas a mulher não se dá por vencida e encontra formas de se exercitar e recuperar a mobilidade. Uma curiosidade da produção é que a norueguesa Ingvild Deila foi dublê de corpo de Carrie Fisher, aparecendo como a versão jovem da Princesa Leia em “Rogue One” (2016). Disponível no Cinema Virtual. Zona Árida | Brasil, EUA | 2018 Documentário sobre a cidade de Mesa, eleita a mais conservadora dos Estados Unidos de acordo com um estudo de 2014. A diretora Fernanda Pessoa, que morou lá na adolescência, acompanhou os moradores durante as eleições presidenciais de 2016 que elegeram Donald Trump, revelando as entranhas de desigualdade social, xenofobia, obsessão por armas e até a propensão ao terrorismo, entre outros problemas que são comuns em Mesa. Ao mostrar o lado mais sombrio dos EUA, o filme recebeu menção honrosa no Festival Internacional de Documentário e Animação de Leipzig, também conhecido como Dok Leipzig, em 2019. Disponível na Now e Vivo Play.

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  • Série

    Alice in Borderland: Adaptação de mangá sobrenatural ganha trailer legendado

    8 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Alice in Borderland”, série japonesa com elementos sobrenaturais. A premissa é puro anime. Na verdade, trata-se da adaptação do mangá homônimo de Haro Aso, que já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens é transportado para um universo paralelo, numa Tóquio deserta, em que parecem ser as únicas pessoas vivas. Mas para permanecerem assim, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018), todas produções baseadas em mangás famosos. O elenco, por sua vez, destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

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  • Série

    Expresso do Amanhã: Teaser da 2ª temporada destaca novo antagonista

    8 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano TNT divulgou um novo teaser da 2ª temporada de “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer), que revela a data de estreia e o novo antagonista da série, destacando a participação de Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”) no papel do mítico Sr. Wilford. Muito mencionado na 1ª temporada, o construtor do trem gigantesco em que viajam os últimos sobreviventes da humanidade era tido como morto, mas o último episódio trouxe uma reviravolta, com a descoberta de um segundo trem furador de neve comandado pelo gênio tecnológico, numa situação de confronto que ameaça a autonomia recém-conquistada dos passageiros. A produção da 2ª temporada já estava em andamento antes da pandemia de coronavírus e, graças a isso, os próximos episódios serão lançados em 25 de janeiro. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A 1ª temporada teve média de 1,2 milhão de telespectadores ao vivo nos EUA e foi disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Etc

    Astro de Supernatural vai desenvolver novas séries para a Warner

    8 de outubro de 2020 /

    O astro de “Supernatural” Jensen Ackles e sua esposa, a atriz Danneel Ackles, lançaram uma produtora de séries, Chaos Machine Productions, e assinaram um contrato de desenvolvimento com a Warner Bros. TV. O acordo foi anunciado nesta quinta (8/10), no dia em que “Supernatural”, produzido pela WBTV, começa a exibir seu lote final de episódios na rede The CW, concluindo uma trajetória de 15 temporadas. “A Warner Bros. foi minha casa por quase duas décadas”, disse Ackles, em comunicado. “Os relacionamentos que adquiri lá são alguns dos melhores e mais solidários que eu poderia esperar neste setor. Danneel e eu estamos entusiasmados com a oportunidade de continuar a crescer como artistas e agora como produtores sob a orientação e orientação de Peter Roth e toda a equipe da WBTV.” O acordo com a Chaos Machine prevê que a empresa desenvolva programação para a Warner em todas as plataformas, desde a rede The CW até o serviço de streaming HBO Max. Na produtora, o casal Ackles dividirá o comando dos projetos com Renee Reiff, ex-executiva da DC, que será responsável por supervisionar a parte criativa dos negócios. Ela ajudou a lançar as séries “iZombie”, “Supergirl” e “Lucifer”, baseadas em quadrinhos da editora. Além de seu longevo protagonismo em “Supernatural”, a relação de Ackles com a WBTV inclui participações em “Smallville” e no longa animado “Batman contra o Capuz Vermelho”. Após o fim de “Supernatural”, ele fará participação na 3ª temporada de “The Boys”, da Amazon, que é comandada justamente pelo criador de “Supernatural”, Eric Kripke. Danneel Ackles, por sua vez, estrelou “One Tree Hill” (Lances da Vida) e também participou de “Supernatural”.

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  • Filme

    Soul: Novo desenho da Pixar troca cinemas pelo streaming na Disney+ (Disney Plus)

    8 de outubro de 2020 /

    A Disney anunciou que não vai mais lançar “Soul”, a nova animação da Pixar, no circuito cinematográfico. Em vez disso, disponibilizará a produção no dia de Natal na plataforma Disney+ (Disney Plus). A notícia veio acompanhada por um pôster que estampa o novo destino da produção (veja abaixo). Ao contrário de “Mulan”, que foi oferecida à parte e com preço salgado dentro da Disney+ (Disney Plus), “Soul” será oferecido sem custos extras para os assinantes do serviço de streaming. O longa animado deveria chegar aos cinemas em 20 de novembro nos EUA e a desistência da Disney reforça a crise no setor, refletindo a mudança de prioridade da empresa durante a pandemia. Com a falta de público nos cinemas, o streaming se tornou ainda mais importante para a sobrevivência financeira da companhia, e lançamentos exclusivos de peso ajudam essa estratégia. A Disney+ (Disney Plus) acumulou mais de 60 milhões de assinantes desde seu lançamento há 11 meses, e a tendência é crescer ainda mais com sua chegada em novos mercados, como a América Latina (incluindo o Brasil) a partir de novembro. “Estamos entusiasmados em compartilhar o ‘Soul’ espetacular e comovente da Pixar com o público da Disney+ (Disney Plus) em dezembro”, disse Bob Chapek, CEO da Walt Disney Co., em um comunicado. “Um novo filme original da Pixar é sempre uma ocasião especial, e esta história verdadeiramente emocionante e divertida sobre a conexão humana e como encontrar um lugar no mundo será um prazer para as famílias desfrutarem juntas nesta temporada de festas.” A Disney anunciou a mudança sísmica nesta quinta-feira (8/10) após uma semana tumultuada em que MGM e Universal também tiraram “007 – Sem Tempo para Morrer” do calendário de novembro, atrasando seu lançamento para abril de 2021. Com isso, uma das maiores empresas exibidoras dos EUA e Reino Unido, a Regal/Cineworld, anunciou fechamento por tempo indeterminado de seus cinemas nos dois países. Com a desistência de “Soul”, o próximo grande lançamento para menores nos cinemas é “Os Croods 2”, marcado para 25 de novembro nos EUA. Depois disso, só os filmes de Natal, com destaque para “Free Guy” e “Mulher-Maravilha 2020”, ainda marcados para dezembro. Vale lembrar ainda que, pelas novas regras da Academia, o lançamento de “Soul” em streaming não vai impedir a produção de disputar o Oscar 2022. A Pixar é muito querida dos eleitos do prêmio. “Soul” gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, que passou a vida frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e parece morrer no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-lo de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais ainda inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Extraordinário”).

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  • Série

    Invincible: Série baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman ganha primeiro teaser

    8 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). Lançada como “Invencível” no Brasil, a série reflete o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). Além deles, a série também terá as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando sua história em 2018. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008. Desta vez, a produção é do próprio Kirkman e chegará ao streaming em 2021.

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