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  • Filme

    Série sobre Marielle Franco tem novas roteiristas

    29 de outubro de 2020 /

    A série de ficção sobre Marielle Franco tem novas escritoras. Duas semanas após quatro roteiristas demitirem-se do projeto, por divergências com orientações da narrativa, a produção da Globoplay definiu Mariana Jaspe e Maria Camargo como responsáveis por desenvolver a história. Como o roteiro de nenhum capítulo tinha sido finalizado, elas vão começar do zero, seguindo as orientações da roteirista Antônia Pellegrino e do diretor José Padilha, idealizadores do projeto. Mariana Jaspe e Maria Camargo já desenvolveram trabalhos anteriores na Globo. Juntas, acabam de escrever um épico escravagista baseado no livro “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, que vai virar série em 2021 na emissora. Mais experiente, Maria Camargo criou as séries “Assédio” (2018) e “Dois Irmãos” (2017), colaborou nas novelas “Lado a Lado” (2012) e “Babilônia” (2015) e ainda assinou o roteiro do filme “Nise: O Coração da Loucura” (2015) e do documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (2019). Em comunicado, a Globo afirmou que “a chegada das duas à equipe é resultado da recomposição da sala de roteiro e de um processo de escuta que garantiu a representatividade da mulher negra também no grupo de liderança criativa do projeto”. “Marielle foi protagonista de sua própria história e será também a protagonista desta série. É por isso que me junto a este projeto: para contar a história de Marielle – pessoa e personagem – com a dignidade e a força que ela exige e merece”, diz Mariana. “Vamos somar forças e mergulhar juntas em busca da melhor forma de contar a história de Marielle, com o cuidado, a responsabilidade e a delicadeza que sua trajetória merece”, complementa Maria. Além dos produtores executivos Antonia Pellegrino e José Padilha, a série também terá Jeferson De (“Bróder”) entre os diretores. Desde que foi anunciada, a produção enfrenta questionamentos de representatividade. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social e contra as ações de extermínio da política em comunidades negras. O que a fez ser assassinada por milicianos. Além de ser concebida por dois brancos, a produção enfrentou muitas críticas pelo envolvimento de José Padilha, responsável pelo filme “Tropa de Elite” (2007), visto como apologia à truculência policial, e a série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011).

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  • Etc

    Scarlett Johansson se casa com comediante do Saturday Night Live

    29 de outubro de 2020 /

    A atriz Scarlett Johansson (“Viúva Negra”) casou-se com o comediante Colin Jost (do humorístico “Saturday Night Live”) no fim de semana passado, em uma cerimônia discreta para poucos convidados, que conseguiu evitar totalmente a cobertura da imprensa. A revelação do matrimônio foi feita nesta quinta-feira (29/10) pela instituição de caridade Meals on Wheels, que recebe apoio do casal para ajudar idosos durante a pandemia do coronavírus. “Estamos emocionados em dar a notícia de que Scarlett Johansson e Colin Jost se casaram no fim de semana em uma cerimônia íntima com seus parentes e entes queridos, seguindo as precauções de segurança da Covid-19”, disse a Meals on Wheels America em sua conta no Instagram. “O desejo dos dois para seu casamento é ajudar a fazer a diferença para idosos vulneráveis durante este momento difícil”, disse a instituição de caridade, pedindo aos fãs do casal que façam uma doação. O agente de Johansson confirmou o casamento. Os dois começaram a namorar há cerca de três anos e eles anunciaram o noivado em maio de 2019. Em dezembro passado, quando a atriz se apresentou no “SNL”, ela chamou Jost de “o amor da minha vida” e o beijou diante das câmeras. É a primeira vez que o humorista de 38 anos se casa, enquanto a atriz de 35 embarca em seu terceiro matrimônio, após se separar do colega Ryan Reynolds (o “Deadpool”) e do empresário francês Romain Dauriac, com quem tem uma filha. Johansson é uma das atrizes mais bem pagas do mundo graças a seus papéis nos filmes da Marvel, e neste ano foi indicada duplamente ao Oscar, por seus papéis em “História de um Casamento” e “Jojo Rabbit”. Ela voltará ao papel de heroína da Marvel em “Víuva Negra”, que, após ser várias vezes adiado por conta da pandemia, tem estreia prevista para maio de 2021. Ver essa foto no Instagram We’re thrilled to break the news that Scarlett Johansson and Colin Jost were married over the weekend in an intimate ceremony with their immediate family and loved ones, following COVID-19 safety precautions as directed by the CDC. Their wedding wish is to help make a difference for vulnerable older adults during this difficult time by supporting @mealsonwheelsamerica. Please consider donating to celebrate the happy couple by clicking the link in our bio. Uma publicação compartilhada por Meals on Wheels America (@mealsonwheelsamerica) em 29 de Out, 2020 às 11:52 PDT

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  • Etc

    Produtor do filme Resgate, da Netflix, volta a ser preso por crime sexual

    29 de outubro de 2020 /

    O produtor e agente de talentos David Guillod voltou a ser preso novamente sob nova acusação de crime sexual, informou a polícia de Los Angeles. Responsável por sucessos como “Atômica” e “Resgate”, o produtor de 53 anos foi detido pela primeira vez em junho passado pelo Departamento do Xerife de Santa Barbara e respondia em liberdade às acusações de estupro de quatro mulheres na região, mas mesmo assim teria voltado a cometer violência sexual. Ele foi preso na quarta-feira (28/10) em sua casa em Los Angeles, uma semana após a denúncia da nova vítima. “Em 21 de outubro de 2020, uma vítima feminina cuja identidade é protegida por sigilo relatou ter sido abusada sexualmente por Guillod durante uma reunião noturna”, informou um comunicado do LAPD (Departamento de Polícia de Los Angeles), sobre a nova prisão. Em junho, Guillod se declarou inocente das acusações. E enquanto três vítimas daquele processo criminal preferiram o anonimato, a atriz Jessica Barth (do filme “Ted”) decidiu vir à público detalhar seu caso, revelando que o produtor a teria drogado durante um encontro em 2012 para estuprá-la. Quando fez a denúncia, Barth disse que o surgimento do movimento #MeToo permitiu que ela descobrisse uma história semelhante de outra atriz com o mesmo produtor, o que a encorajou a contar tudo o que sofreu.

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  • Filme

    Fãs de Borat 2 arrecadam US$ 130 mil para recompensar “babá” de Tutar

    29 de outubro de 2020 /

    O público resolveu recompensar uma das poucas pessoas reais que demonstrou empatia durante sua participação no filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, lançado no fim de semana passado e que já se tornou um dos maiores sucessos da plataforma Amazon Prime Video. Jeanise Jones, de 62 anos, foi recrutada para participar do longa por meio de um engodo. Ela foi levada a acreditar que gravaria cenas de um documentário sério sobre o casamento arranjado de uma garota, que calhou de ser Tutar, a filha fictícia de Borat. Ela deveria ser “babá” da jovem e aparece em várias cenas de “Borat 2” dando bons conselhos para a personagem vivida por Maria Bakalova. Talvez não fosse isso que Sacha Baron Cohen esperasse registrar ao buscar uma voluntária entre os frequentadores mais velhos da Igreja Batista Ebenezer, na cidade de Oklahoma. Afinal, sempre que flagrou conservadores, o filme impressionou por encontrar o pior da humanidade. Entretanto, a participação positiva de Jeanise foi fundamental para formatar a evolução narrativa de Tutar na produção, que após as conversas com a babá se torna independente e empoderada. Isso não muda o fato de que Jeanise foi enganada, como quase todos que participaram do longa, recebendo US$ 3,6 mil por sua participação – que ela acreditou ser pagamento por uma obra bem diferente. Recentemente, ela perdeu o emprego que tinha há 32 anos, devido à pandemia de coronavírus. Por isso, o pastor de sua igreja, Derrick Scobey, tomou a iniciativa de lançar uma campanha no site de financiamento coletivo Go Fund Me para dar a Jeanise um cachê digno de cinema por seu papel na produção da Amazon. O objetivo era alcançar US$ 100 mil e a meta foi atingida em apenas quatro dias. Mas as contribuições continuam, superando US$ 132 mil no quinto dia de campanha. A vontade de contribuir demonstra como o público ficou sensibilizado pela participação de Jeanise, que ensina Tutar a “usar o cérebro” e não aceitar comentários misóginos. “Isso não foi planejado por Jeanise. Tudo veio do coração”, disse Scobey na página da campanha. “Ela é uma das pessoas mais autênticas que já conheci.” O pastor ainda revelou que a mulher tinha ficado preocupadíssima com o destino de Tutar, chegando a rezar por ela. “Uma coisa boa disso tudo [ser apenas um filme] é que Jeanise não precisa mais se preocupar com ‘Tutar’. Ela está preocupada com esta jovem há um ano”, contou Scobey. Após a estreia de “Borat 2” na sexta passada (23/10), a imprensa americana encontrou Jeanise e questionou sua participação. Em entrevista ao jornal New York Post, ela declarou que se esforçou apenas em dar os melhores conselhos possíveis. “Naquele tipo de situação, você não pode deixar de ter paciência, porque está tentando ajudar alguém — pelo menos, foi o que pensei”, disse ela. Jones revelou que, depois que uma amiga mostrou um trailer do filme no começo deste mês, ela não se sentiu ultrajada, apenas respirou aliviada por Tutar e relembrou a experiência com bom humor. “Estou feliz em saber que [a Sra. Bakalova] não estava realmente naquela situação”, disse ela à Variety.

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  • Filme

    Ray Fisher diz que Joss Whedon, produtores e presidente da Warner são racistas

    29 de outubro de 2020 /

    Ray Fisher voltou a falar sobre supostos problemas nos bastidores da produção de “Liga da Justiça”. Desta vez, o intérprete do herói Ciborgue deixou as alegações genéricas de lado para sugerir que o cineasta Joss Whedon, os produtores do filme e até o presidente da Warner são racistas. Durante uma entrevista para a revista Forbes, publicada nesta quinta (28/10), Fisher explicou que foi o fato de “ter sido informado” sobre um possível racismo de Whedon que o fez começar a tuitar contra o diretor e os produtores do filme no meio do ano, sem que tivesse feito qualquer comentário anterior. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Agora, ele diz que foi racismo. “O que deixou minha alma em chamas e me forçou a falar sobre Joss Whedon neste verão foi o fato de eu ter sido informado de que Joss ordenou que a aparência de um ator de cor fosse mudada na pós-produção, porque ele não gostava da cor de seus tom de pele”, disse Fisher. O filme, como todos sabem, mudou a aparência de Henry Cavill, que apareceu para as filmagens das cenas extras, dirigidas por Whedon, usando o bigode de seu personagem em “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Além dele, dois vilões da história, interpretados por Ciarán Hinds e Peter Guinness, também tiveram efeitos visuais aprimorados na pós-produção. Os três são atores brancos. Além de Fisher, o único outro ator negro proeminente da história foi Joe Morton, que não sofreu intervenção computadorizada. Mas ele teria ouvido de alguém do departamento de edição ou efeitos visuais que houve correção de cor em algum figurante, que ele não identifica. A acusação, porém, é pior. Ele denuncia os executivos da Warner Bros. por participarem de “conversas racistas” em torno da produção. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.” De fato, personagens negros foram eliminados e/ou tiveram suas participações diminuídas, inclusive o próprio Ciborgue vivido por Fisher. Entre os papéis cortados estão os interpretados por Ryan Choi, Karen Bryson e Kiersey Clemons. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de ‘Liga da Justiça’ de 2017 não foi um acidente nem uma coincidência”, garante o ator. Entretanto, ele não testemunhou nada ofensivo pessoalmente. “Essas conversas foram relatadas a mim por outras pessoas presentes na sala. E eu só fui informado depois de ter reclamado de Joss Whedon”, explicou. Porém, acrescenta: “Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos”. Fisher ainda afirma que mais detalhes virão à tona após uma investigação, atualmente em curso sobre os bastidores da produção do filme. “Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida”, explicou. O ator aponta que a falta de refutação categórica contra suas declarações conferem veracidade às suas acusações. De fato, a Warner permitiu que as queixas de abusos do ator fossem investigadas, embora nada de desabonador tenha sido encontrado até aqui pelo investigador independente que faz a verificação. Fisher, por sinal, também já contestou este inquérito, por não seguir seus próprios critérios. O raciocínio que ele expõe é o seguinte: “Você realmente tem que se perguntar o que é mais plausível. Eu arruinar minha carreira de propósito fazendo declarações sobre figuras poderosas em Hollywood, que, se falsas, poderiam ser facilmente refutadas, ou algumas pessoas em posições de poder dizerem e fazerem coisas terríveis para manter esse poder durante uma fusão corporativa massiva?”. A fusão referida foi a compra da Warner pela AT&T. O ator disse que apresentou uma série de testemunhas para serem ouvidas durante a investigação, mas a Warner estaria evitando todas. “A Warner Bros. sabe muito bem que minhas afirmações são confiáveis. Eles estão apenas lutando contra elas. ” “Um monte de gente do elenco e da equipe técnica estendeu a mão para mostrar seu apoio, alguns esperados, outros nem tanto. Eu tentei o meu melhor para lidar com as coisas em particular e deixar o processo de RH funcionar, mas a única coisa que parece dar resultado é eu aplicar pressão publicamente”, completou o ator.

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  • Filme

    Klara Castanho vai estrelar filme na Netflix

    29 de outubro de 2020 /

    A atriz Klara Castanho vai estrear na Netflix num filme escrito por Thalita Rebouças. Será a terceira parceria entre a Klara e Thalita, após “É Fada!” (2016) e “Tudo por um Pop Star” (2018), que adaptaram livros infanto-juvenis famosos da escritora. Na produção, ela fará par com Lucca Picon, da última temporada de “Malhação”. Mas não há mais detalhes sobre a trama. Vale lembrar que, quando assinou contrato para desenvolver projetos para a Netflix, Thalita recebeu a missão de criar histórias inéditas. A primeira produção desse acordo será “Um Pai no Meio do Caminho”, estrelado por Maisa Silva, que originalmente deveria estrear em 2020, mas ainda não ganhou previsão de lançamento.

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  • Etc

    Jeniffer Oliveira tem sentença confirmada em processo do ex Douglas Sampaio por danos morais

    29 de outubro de 2020 /

    A 20ª Câmara Cível do Rio confirmou a sentença que condenou a atriz Jeniffer Oliveira (“Malhação: Vidas brasileiras”) a indenizar seu ex-namorado e ex-“Fazenda” Douglas Sampaio por danos morais, em R$ 10 mil. A ação teve início depois que ela o acusou publicamente de tê-la agredido, após uma discussão em um bar do Rio em 2018. Na época da denúncia, Jeniffer registrou queixa na 16ª DP (Barra da Tijuca) por lesão corporal com violência doméstica e publicou um texto nas redes sociais relatando que foi agredida por ele durante uma briga causada por ciúmes no bar Coco Mambo, no Recreio, na Zona Oeste do Rio. Ela também divulgou imagens de hematomas no braço e no pescoço, e chegou a receber apoio de muitas celebridades, como Petra Gil e Bruna Marquezine. A história começou a mudar dias depois, quando, encaminhada ao IML, ela não teria comparecido ao local para fazer o exame de corpo de delito, e após a polícia ouvir as testemunhas e avaliar as gravações feitas no bar. Sete testemunhas que afirmaram estar no bar no momento da confusão foram ouvidas no processo e disseram que não presenciaram agressão por parte de Sampaio. A polícia também analisou as gravações do dia da suposta briga e constatou que não houve “qualquer indício de autoria e materialidade do delito de lesão corporal em face de Jeniffer”. Posteriormente, veio a público um vídeo em que a atriz aparecia discutindo com uma mulher. Segundo Douglas, as manchas roxas que ela fotografou e colocou nas redes sociais poderiam ser resultado dessa desavença. Com o encerramento das investigações por falta de evidências, o ator desabafou nas redes sociais: “Que isso sirva de exemplo para vocês pararem de acusar sem saber de nada, sem investigar. Um monte de famoso apoiando uma mentira, e não vieram ao mínimo me pedir desculpas! Errar é humano, mas tentar consertar o erro é nobre. Minha vida foi devastada por conta dessa mentira, perdi trabalhos, chorei, tinha vergonha de sair nas ruas por causa dessa maldade feita covardemente. As pessoas me olhavam como um criminoso. Minha família sofreu, meus amigos sofreram, me viram me afundar em lágrimas e sem saber o que fazer. Mas mesmo com tudo isso acontecendo, nunca perdi minha fé que um dia ia provar a verdade” O vencedor de “A Fazenda” também resolveu processar Jeniffer. Ele chegou a pedir uma indenização de R$ 100 mil, alegando que foi prejudicado pessoal e profissionalmente pela denúncia. Mas embora a Justiça tenha concordado com seus argumentos, reduziu o valor para R$ 10 mil, no final do ano passado. Douglas não achou justo e resolveu recorrer, mas seu recurso foi negado nesta quinta-feira (29/10) pela 20ª Câmara Cível do Rio, que manteve a indenização em R$ 10 mil, a ser paga por Jeniffer Oliveira em compensação pela acusação sem provas.

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  • Etc

    Aos 70 anos, Ricardo Petraglia vira YouTuber com canal sobre maconha

    29 de outubro de 2020 /

    O veterano ator – e roqueiro! – Ricardo Petraglia completou 70 anos no dia 7 e decidiu oficializar sua aposentadoria como ator. Agora, vai se dedicar a uma nova atividade, como YouTuber. Há algumas semanas, ele lançou seu canal MobyDickShow, anunciando seu engajamento na causa da liberação da maconha. Com o slogan “Sai do armário, usuário”, Petraglia pretende entrevistar médicos, psiquiatras, artistas, pesquisadores nacionais e internacionais. A primeira entrevista foi ao ar na noite de quarta-feira (28/10) com Pedro Zarur, um dos fundadores da Abracannabis (Associação Brasileira para a Cannabis). Veja abaixo. “Acho que os usuários têm que mostrar a cara, principalmente, os artistas”, disse o ator, que tem um sítio em Xerém, Duque de Caxias, em que cultiva legalmente maconha orgânica para uso medicinal. Ele tem autorização da Justiça. Com uma carreira iniciada nos anos 1970, com diversos papéis em peças, filmes, novelas e séries, Petraglia se despediu das telas com a série “Conselho Tutelar”, da Record, em 2015. “A maconha me salvou em 1975, porque me ajudou a me livrar de drogas pesadas. E, agora, mais velho, fiz uma operação no quadril e só o canabidiol me tirou a dor”, conta.

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  • Série

    Obra de Nelson Rodrigues vai virar série da Globoplay

    29 de outubro de 2020 /

    A dupla de roteiristas George Moura e Sergio Goldenberg estão criando uma nova série para a plataforma Globoplay baseada na obra de Nelson Rodrigues. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto vinha sendo mantido em sigilo por conta das negociações com a família do escritor, que foram agora concluídas. A atração tem um nome genérico, “Paraíso Perdido”, que batiza dezenas de filmes, inclusive uma produção brasileira de dois anos atrás, e vai adaptar livremente quatro peças do famoso dramaturgo, com direção artística de José Luiz Villamarim (“Redemoinho”). Moura e Goldenberg têm uma trajetória bem-sucedida na Globo. Eles assinaram juntos “O Canto da Sereia” (2013), “Amores Roubados” (2014), o remake de “O Rebu” (2014) e “Onde Nascem os Fortes” (2018), quem também foram parcerias com o diretor Villamarim. “Paraíso Perdido” será a segunda criação dos roteiristas para a plataforma de streaming da emissora. Eles também assinaram “Onde Está Meu Coração”, produção já gravada e estrelada por Leticia Colin, que ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Sandra Oh e Awkwafina serão irmãs em comédia da Netflix

    29 de outubro de 2020 /

    As atrizes Sandra Oh (“Killing Eve”) e Awkwafina (“A Despedida”) vão contracenar pela primeira vez numa nova comédia da Netflix. Elas vão viver irmãs completamente opostas na produção, que ainda não tem título oficial nem diretor definido, mas já tem roteiro de Jen D’Angelo, roteirista responsável pela sequência de “Abracadabra” (Hocus Pocus) em desenvolvimento para a Disney+ (Disney Plus). A trama que vai juntar as duas vencedores do Globo de Ouro trará Oh como uma reclusa solitária, que tem a vida virada do avesso quando sua irmã desastrosa (Awkwafina) decide consertar seu relacionamento fraternal, ajudando-a a realizar o sonho de sua vida: disputar seu game show favorito. Produção da empresa Gloria Sanchez, do comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), a comédia ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    No Activity vai virar série animada em sua 4ª temporada

    29 de outubro de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access (que vai virar Paramount+) anunciou a renovação da comédia “No Activity” com uma mudança radical. A produção vai virar série animada em sua 4ª temporada. A transformação será desenvolvida pelo ator Patrick Brammall, que criou a versão original da série na Austrália em 2015 e também o remake americano em 2018. Ele também vai continuar estrelando a produção, como o agente do FBI Nick Cullen, ao lado do ator Tim Meadows (série “The Goldbergs”), que retornará para dar voz a seu personagem, o agente Judd Toldbeck. “Estamos muito animados em dar as boas-vindas à hilariante equipe por trás do ‘No Activity’ em sua 4ª temporada e mal podemos esperar para mostrar aos fãs os medíocres agentes da lei trazidos à vida de forma animada”, disse Julie McNamara, vice-presidente executiva e chefe de programação da CBS All Access. Com muitas gravações comprometidas pela pandemia do coronavírus, algumas séries chegaram a incorporar episódios em animação como alternativa para completar a produção de suas temporadas. Mas, até então, nenhum programa live-action tinha sido totalmente convertido em animação, como é o caso agora de “No Activity”. As produções animadas demonstram ser imunes à pandemia, virando inclusive uma tendência entre os videoclipes mais recentes. Além disso, programas de animação também são mais baratos (e seguros) de produzir, embora o processo demore um pouco mais. Em sua versão americana, “No Activity” é produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”, além de Brammall. A premissa da série gira em torno de tocaias policiais tediosas, em que nada parece acontecer, enquanto na verdade grandes crimes estão em desenvolvimento, o que permite incluir em seus episódios diversos convidados famosos, entre eles o próprio Will Ferrell, Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), JK Simmons (“Whiplash”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Arturo Castro (“Narcos”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”) e Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana).

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  • Série

    Patrick Wilson vai estrear na direção com o terror Sobrenatural 5

    29 de outubro de 2020 /

    O ator Patrick Wilson vai estrear como diretor à frente do próximo filme da franquia de terror “Sobrenatural” (Insidious). Wilson estrelou os dois primeiros filmes da franquia, criada há dez anos por Leigh Whannell e dirigida por seu (agora) grande amigo James Wan, e também apareceu no quarto longa. Seu personagem, Josh Lambert, voltará ao centro das atenções no quinto filme, fazendo com que ele acumule as funções de ator e diretor na nova produção. “Estou honrado e emocionado por estar no comando da próxima edição de ‘Sobrenatural’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas”, disse Wilson em comunicado. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento que completa um círculo, e estou extremamente grato por ter sido encarregado de continuar a contar essa história assustadora e assombrosa. ” Além de Wilson, o filme também trará de volta Ty Simpkins, que viveu seu filho em três filmes anteriores. A trama vai se passar uma década após os eventos que assombraram a família Lambert e acompanhará Dalton (Simpkins) conforme ele começa a estudar na faculdade. A premissa foi esboçada pelo criador de “Sobrenatural”, Leigh Whannell, e ganhou roteiro de Scott Teems, que também escreveu a próxima continuação de outra franquia famosa de terror, “Halloween Kills: O Terror Continua”. A produção também vai voltar a juntar James Wan, Leigh Whannell, Jasom Blum (dono da Blumhouse) e Oren Peli (diretor de “Atividade Sobrenatural”), que produziram o primeiro filme de 2010 e todas as sequências, enquanto a distribuição seguirá a cargo da Sony Pictures. “Estamos entusiasmados com o retorno de Patrick como Josh e com sua estreia na direção, em uma franquia que ele ajudou a lançar, e para continuar a história para a próxima geração com Ty”, disse Steven Bersch, presidente da Screen Gems, estúdio do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Astro de Riverdale enfrenta covid-23 em trailer de sci-fi pós-apocalíptica

    29 de outubro de 2020 /

    A STX divulgou o pôster e o trailer de “Songbird”, sci-fi pós-apocalíptica estrelada pelo astro de “Riverdale”, KJ Apa, e rodada durante o auge da quarentena da pandemia de coronavírus. Produzido por Michael Bay (o diretor de “Transformers”), o filme precisou até superar queixas do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG) para ser concluído. A trama se passa no futuro próximo, quando uma mutação apocalíptica da covid-23 (isto é, do coronavírus de 2023) mergulha os EUA na lei marcial e obriga as pessoas a ficaram trancadas em casa. O personagem de Apa é uma das raras pessoas imunes à doença, mas ainda assim é contagioso, o que o impede de se aproximar de sua namorada, interpretada por Sofia Carson (“Descendentes”). O problema é que ela entrou em contato com uma doente e o exército está a caminho para jogá-la num acampamento médico-militar (de extermínio), levando o rapaz ao desespero e a uma corrida para salvá-la, sem saber como. O filme tem direção de Adam Mason (“A Cadeira do Diabo”), um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes (“Má Conduta”). Os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006). O elenco também inclui Demi Moore (“Margin Call”), Peter Stormare (“Deuses Americanos”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Craig Robinson (“Ghosted”), Jenna Ortega (“Você”), Alexandra Daddario (“Baywatch”) e Lia McHugh (“American Woman”). Atualmente em pós-produção, “Songbird” ainda não tem previsão de estreia.

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