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Filme, Série

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  • Série

    The Crown: Novo trailer destaca Margaret Thatcher e Princesa Diana

    29 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “The Crown”, bem mais dramático que os anteriores. A prévia destaca a soberba de Margaret Thatcher, que acredita salvar o Reino Unido enquanto quebra sua economia, e a frustração da princesa Diana ao perceber que seu conto de fadas não tem um “viveram felizes para sempre” – o que é realçado pela trilha sonora, um belíssimo cover dos Smiths. A 4ª temporada da série vai acompanhar a ascensão de Thatcher, que chegou ao poder como primeira-ministra do Reino Unido em 1979, em paralelo ao drama da Princesa do Povo, que encanta o país, mas não a família real britânica. Além de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel de Diana, a 4ª temporada reúne pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles, antes de uma terceira troca de elenco, prevista para encerrar a série em mais dois anos de produção. A estreia dos novos episódios está marcada para o dia 15 de novembro.

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  • Filme

    Tenet chega aos cinemas brasileiros

    29 de outubro de 2020 /

    Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação. Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming. Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível. O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond. Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). A outra “grande” estreia de cinema deste fim de semana é a comédia nacional “De Perto Ela Não É Normal”, mais um monólogo teatral transformado em filme, depois do sucesso de “Minha Mãe É uma Peça” e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”. Suzana Pires adapta e estrela a versão de cinema da peça que ela apresentou nos palcos em 2006. A protagonista é Suzy, uma mulher madura, casada com seu namoradinho de infância (Marcelo Serrado) e com duas filhas crescidas, que segue exatamente a vida tradicional prescrita por sua mãe. Mas quando as filhas saem de casa e ela reencontra sua Tia Suely, Suzie resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma, evoluindo da condição de “mãe de família” para mulher empoderada e bem-sucedida. A direção é de Cininha de Paula (“Crô em Família” e “Duas de Mim”) e o elenco é cheio de celebridades televisivas, que ajudam a dar maior apelo popular a seu tipo de humor – cheio de piadas escatológicas. Entre os famosos do elenco estão as cantoras Ivete Sangalo e Gaby Amarantos, os apresentadores Angélica e Otaviano Costa, os comediantes Samantha Schmütz, Heloisa Perissé, Orlando Drummond e Cristina Pereira, o ex-“A Fazenda” Gominho, o veterano símbolo sexual Henri Castelli e a travesti Jane Di Castro, que faleceu na sexta passada (23/10). O filme foi seu último trabalho. Há mais uma ficção brasileira na lista: “Cabrito”, terror premiado no festival Fantaspoa. Primeiro longa escrito e dirigido por Luciano de Azevedo, o filme é uma ampliação do curto homônimo do cineasta, lançado em 2015, e sua coleção de bizarrices, contadas ao longo de três capítulos, é a única alternativa disponível para quem busca um programa cinematográfico de Halloween (31/10). O circuito de arte, por sua vez, destaca a comédia “Tel Aviv em Chamas”, que traz o conflito entre palestinos e israelenses para os bastidores de um programa de TV. O filme de Sameh Zoabi foi premiado no Festival de Veneza e pela Academia de Cinema de Israel. A programação se completa com dois documentários nacionais. Veja abaixo os trailers dos seis lançamentos desta quinta (29/10).

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  • Série

    Creepshow: Marilyn Manson vai estrelar 2ª temporada da série de terror

    29 de outubro de 2020 /

    A plataforma americana Shudder anunciou o elenco da 2ª temporada de “Creepshow”, antologia de terror inspirada pelo filme homônimo de 1982. A atração vai voltar com Marilyn Manson (“Salem”), Ali Larter (“Resident Evil”), Iman Benson (“BlackAF”), Ryan Kwanten (“True Blood”), Barbara Crampton (“Reanimador”), C. Thomas Howell (“Criminal Minds”), Denise Crosby (“Cemitério Maldito”), Breckin Meyer (“Franklin & Bash”), Ted Raimi (“A Morte do Demônio”), Kevin Dillon (“Entourage”) e Eric Edelstein (“O Retorno dos Malditos”). A nova temporada terá seis novos episódios, que já estão sendo produzidos em Atlanta para uma estreia em 2021. Para quem não lembra, o filme “Creepshow” era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do gênero, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, que foi dirigido por George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006. A série mantém a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódio, inspirada por contos de vários escritores famosos, como o próprio Stephen King e Joe R. Lansdale (“Julho Sangrento”), com produção a cargo de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. Além dos seis novos episódios, “Creepshow” vai ganhar um especial animado de Halloween, com duas histórias escritas por Stephen King e seu filho Joe Hill. A exibição deste especial vai acontecer já nesta quinta (30/12) nos EUA. Infelizmente, a série não se encontra disponível no Brasil.

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  • Série

    Admirável Mundo Novo não terá 2ª temporada

    29 de outubro de 2020 /

    A plataforma Peacock decidiu não realizar uma 2ª temporada de “Brave New World”, sua adaptação do clássico sci-fi “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley. Embora tenha sido concebido como uma minissérie, a atração deixou aberta possibilidades narrativas para a produção de uma nova temporada. “Há espaço para temporadas futuras”, chegou a dizer o showrunner David Wiener ao site Inverse. “Deixamos muitas portas abertas no final da temporada, que podem levar com sucesso a uma segunda temporada. Espero que sim.” A 2ª temporada seria inspirada no ensaio “Regresso Ao Admirável Mundo Novo”, em que Huxley reexaminou seu próprio trabalho – e o mundo ao seu redor – , 26 anos após o lançamento do livro original. Mas essa continuação não vai acontecer. “Não haverá 2ª temporada de ‘Brave New World’ na Peacock”, disse o streamer em um comunicado. “David Wiener criou uma adaptação cinematográfica e instigante. Somos gratos ao elenco e à equipe que deram vida a este mundo. Estamos ansiosos para contar mais histórias com David no futuro”. Primeiro “cancelamento” da Peacock, a série também foi a primeira atração original da plataforma, ainda que não tenha sido feita para ela. Produzida para o canal pago USA Network com um orçamento de US$ 100 milhões, “Brave New World” acabou indo para o streaming “em cima da hora”, para ajudar a lançar o serviço da NBCUniversal, já que era a única série inédita original que estava pronta para acompanhar sua inauguração apressada (para chegar próximo da HBO Max) em 15 de julho. Para quem não conhece a história, ela apresenta um futuro onde a sociedade conquistou paz e equilíbrio após a proibição do dinheiro, da família, da monogamia, da privacidade e do livre arbítrio. A trama acompanha dois cidadãos de Nova Londres, Bernard Marx (vivido na série por Harry Lloyd, de “Counterpart”) e Lenina Crowne (Jessica Brown Findlay, de “Downton Abbey”), que, curiosos para explorar a vida além das estruturas da civilização, embarcam em férias para as Terras Selvagens, onde se envolvem em uma rebelião violenta e são resgatados por John (Alden Ehrenreich, de “Han Solo: Uma História Star Wars”), um selvagem criado à margem da sociedade, que ao viajar com eles para Londres logo começa a questionar o conceito de felicidade do sistema. O elenco da superprodução ainda incluía Demi Moore (“A Noite é Delas”), Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”), Joseph Morgan (“The Originals”), Nina Sosanya (“His Dark Materials”), Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) e Sen Mitsuji (“Altered Carbon”). Uma 2ª temporada seria a chance de rever essa história por outra ótica. Publicado em 1932, o livro de Aldous Huxley conseguiu antecipar um futuro que acabou se materializando, por meio dos bebês de proveta, análise de DNA e até antidepressivos como o Prozac. Mas o autor depois questionou se não tinha defendido uma posição muito conservadora, o que deu origem à continuação filosófica da história em 1958, até hoje nunca adaptada para as telas. A produção foi a terceira minissérie derivada da obra clássica e tinha como showrunner David Wiener (“Fear The Walking Dead”), que trabalhou em cima de roteiros da dupla Brian Taylor e Grant Morrison (criadores da série “Happy!” no Syfy). Para completar, os dois primeiros (de um total de nove) episódios foram dirigidos por Owen Harris, responsável pelo premiado “San Junipero” da série “Black Mirror”. Veja abaixo o trailer da minissérie milionária.

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  • Série

    Ted Lasso: Série estrelada por Jason Sudeikis é renovada para 3ª temporada

    28 de outubro de 2020 /

    A Apple TV+ renovou “Ted Lasso”, série estrelada pelo comediante Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), para a 3ª temporada. O detalhe é que a encomenda foi feita três semanas após o final da temporada inaugural e antes que o segundo ano começasse a ser gravado. A renovação para a 2ª temporada já tinha acontecido em tempo recorde, menos de uma semana após a plataforma lançar a série. Embora a Apple, assim como outros streamers, não divulgue dados de audiência, fontes familiarizadas com o lançamento do programa disseram ao site The Hollywood Reporter que “Ted Lasso” foi classificado como o programa mais assistido da plataforma nos EUA, Reino Unido, Austrália, Alemanha, México, França e Canadá, entre outros territórios, com a grande maioria dos espectadores assistindo a todos os episódios disponíveis. A Apple confirmou apenas que a série é sua comédia mais vista e foi responsável por atrair 25% novos assinantes ao serviço desde seu lançamento em 14 de agosto. Co-criado, co-escrito e co-produzido por Sudeikis e Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), a série gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os morados dos EUA chamam de soccer. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais de Sudeikis e a estendeu em episódios completos. E não foi só o público que gostou. A crítica americana achou engraçadíssimo, com 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer legendado da 1ª temporada.

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  • Série

    O Clube das Babás: Vídeo musical anuncia renovação da série

    28 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “O Clube das Babás”, que adapta a coleção literária homônima de Ann M. Martin. A atração é a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades, finalmente refletindo o sucesso de seus filmes de garotas apaixonadas. A encomenda da 2ª temporada foi acompanhada por um vídeo com o jovem elenco feminino da produção, que aparece numa videochamada cantando a música-tema original de “O Clube das Babás” de 1990, versão da franquia que teve só uma temporada, produzida pela HBO e reprisada pelo Disney Channel. A versão da Netflix tem um elenco muito mais jovem que as adaptações anteriores – incluindo um filme de 1995 – , com atrizes mais próximas da idade das personagens. Elas são Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), Anais Lee (“O Sol Também é uma Estrela”) e a estreante Vivian Watson. Na trama, elas vivem melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que começam a trabalhar como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que a união promove entre todas as envolvidas. A adaptação é comandada por Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”), inclui a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios e também destaca os adultos Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”) em seu elenco. Veja abaixo o vídeo musical com o anúncio da nova temporada.

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  • Série

    Nicole Kidman emplaca nova minissérie, agora na Amazon

    28 de outubro de 2020 /

    Nicole Kidman vai estrelar mais uma série, desta vez na Amazon Prime Video, onde fechou um contrato para desenvolvimento de novas produções. A prolífica estrela vai protagonizar e produzir a adaptação da peça “Things I Know to Be True” por meio de sua empresa, Blossom Films. A trama de “Things I Know to Be True” acompanha um casal, Bob e Fran Price, que assistem seus filhos adultos tomarem decisões inesperadas que mudam o curso de suas vidas. A série explorará a capacidade de superação de um casamento duradouro e como o amor familiar pode evoluir. O próprio autor da peça, Andrew Bovell, vai assinar a adaptação e, segundo Kidman, já escreveu os roteiros. “Nunca vou esquecer a experiência que tive ao assistir a peça de Andrew em Sydney, tendo uma daquelas experiências transcendentais no teatro”, disse a atriz em comunicado. “A peça de Andrew é requintada e seus roteiros para a série são igualmente bons. Com a crença da Amazon, a orientação de Jen Salke [presidente da Amazon Studios] e uma equipe de produção extraordinária, temos grande entusiasmo sobre o que isso pode virar.” “‘Thing I Know To Be True’ é uma jornada emocional maravilhosamente complexa e intensa que explora aquilo que separa uma família e testa os laços de amor que a une”, disse Salke, no mesmo comunicado. “Somos gratos a Andrew e aos nossos parceiros por colocar isso no Prime Video, e estamos sempre muito satisfeitos em ampliar nossa relação com Nicole e todos na Blossom.” Bovell acrescentou: “Esta é uma história sobre família, aquela coisa da qual você passa a vida tentando escapar apenas para lamentar que perdeu. Estou emocionado que uma atriz do calibre de Nicole Kidman lidere a série no papel de Fran Price. Como mãe e mulher, ela é complicada, difícil e totalmente convincente. Também estou feliz que uma empresa com a importância da Amazon Studios tenha mostrado tanta confiança na história e a levará para um público global.” Kidman atualmente pode ser vista como estrela e produtora da minissérie “The Undoing”, sua segunda atração na HBO (após “Big Little Lies”). Ela também desenvolveu e atua em “Nine Perfect Strangers”, que estreia em 2021 na Hulu, além de integrar o musical “A Festa de Formatura” (The Prom), com lançamento marcado para 11 de dezembro na Netflix. Para completar, ela tem mais dois projetos da Blossom na Amazon: as séries “The Expatriates” (adaptação do best-seller homônimo de Janice Y.K. Lee) e “Pretty Things” (baseada no livro de suspense de Janelle Brown). E também deve estrelar estas duas produções – que, assim como “Things I Know to Be True”, ainda não têm previsão de estreia.

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  • Série

    Nancy Drew pode originar série derivada

    28 de outubro de 2020 /

    A rede The CW pode transformar “Nancy Drew” em uma franquia, após encomendar o piloto de um spin-off chamado “Tom Swift”. O piloto será exibido ao longo da 2ª temporada da série, que irá introduzir o personagem-título, baseado na coleção literária iniciada em 1910 pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew. Bem diferente da versão literária, o personagem será negro, gay e bilionário, mas continuará a manter sua principal característica, representado como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Ele será lançado em um mundo de conspiração de ficção científica após o desaparecimento de seu pai e precisará deixar para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro para escapar de um grupo misterioso em seu encalço. O plano é fazer com que o personagem colida com uma das investigações de Nancy (Kennedy McMann), num caso que ela interpreta como sobrenatural e que ele acredita ter explicação científica. O projeto de spin-off foi concebido por Melinda Hsu Taylor e Noga Landau, respectivamente showrunner e co-criadora da nova versão de “Nancy Drew”, e será supervisionado pelos produtores Josh Schwartz e Stephanie Savage, por meio de sua empresa Fake Empire, para o CBS Studios e a rede The CW. Um detalhe curioso é que a adaptação de “Tom Swift” já foi tentada várias vezes antes, mas sempre enfrentou obstáculos para sair do papel. A lista de tentativas frustradas inclui desde um piloto perdido de 1958, com o loiro Gary Vinson (“McHale’s Navy”) no papel principal, um projeto de filme cancelado, que seria dirigido por Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em 1968, e até uma produção de Glen A. Larson (criador de “Magnum”, “Supermáquina” e “Battlestar Galactica”) que o juntaria com Nancy Drew e os Hardy Boys em 1977. Ao final, este último projeto acabou virando “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries” sem Tom Swift. O personagem acabou se materializando uma única vez na TV, num telefilme de 1983, “The Tom Swift and Linda Craig Mystery Hour”, em que foi interpretado por Willie Aames (“Charles in Charge”). Foi um fracasso enorme de audiência. A 2ª temporada de “Nancy Drew” vai estrear no começo de 2021 nos EUA.

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  • Etc

    França e Alemanha voltam a fechar cinemas com retomada da quarentena na Europa

    28 de outubro de 2020 /

    Depois da Itália e da República Tcheca, os cinemas da França e da Alemanha também voltarão a fechar a partir desta semana. O anúncio foi feito nesta quarta (28/10) pelos governantes dos dois países e integram medidas que trazem de volta as quarentenas para conter a segunda onda de infecção pela pandemia de coronavírus, atualmente em alta na Europa. Na Alemanha, a chanceler Angela Merkel está tratando a volta da quarentena como um “lockdown lite”, que fechará cinemas, teatros, a maioria dos restaurantes, bares, clubes e casas de shows a partir de segunda (2/11). As novas restrições serão aplicadas inicialmente por um mês, mas o governo avaliará seu impacto após duas semanas. Já na França, o presidente Emmanuel Macron anunciou um lockdown para valer a partir desta sexta-feira (30/10), com o fechamento dos cinemas, teatros, bares, restaurantes, casas de shows e até do comércio. Ele também proibiu aglomerações, viagens e a circulação pelas ruas do país. As pessoas só poderão sair de casa em casos excepcionais e precisarão apresentar justificativas. O novo bloqueio vai durar até 1º de dezembro, com apenas creches e escolas até o ensino médio abertas. As instituições de ensino deverão seguir protocolos que ainda não foram divulgados. Macron disse que a medida é necessária para evitar que os hospitais franceses sejam sobrecarregados por um aumento no número de pacientes com coronavírus. Nas últimas semanas, a França relatou dezenas de milhares de novas infecções de covid-19 por dia. O presidente ainda alertou que essa “segunda onda” do vírus é “provavelmente mais letal que a primeira”. A notícia do segundo fechamento forçado veio poucas horas depois que a organização da indústria cinematográfica alemã SPIO advertiu que outro lockdown teria “consequências dramáticas” para o cinema alemão e o mercado de exibição. Na semana passada, a República Tcheca se tornou o primeiro país europeu a retomar o lockdown, fechando o comércio, locais de entretenimento e serviços não essenciais, e, no fim de semana, a Itália deu sequência ao dominó. O próximo país a retomar a estratégia de quarentenas pode ser a Espanha, que também experimenta aumento nos casos de covid-19. O país já endureceu restrições e impôs um toque de recolher das 23h às 6h para conter a disseminação do vírus. Até agora, no entanto, evitou um segundo bloqueio.

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  • Série

    Carol Castro vai estrelar série de terror da Fox

    28 de outubro de 2020 /

    A atriz Carol Castro (“Órfãos da Terra”) vai estrelar “Insânia”, série de suspense e terror da Fox. Na trama, que mistura terror e suspense, Carol interpreta Paula, uma perita forense que sofre um surto após receber a notícia da morte da filha e é internada numa clínica psiquiátrica. Lá, ela vira cobaia de um experimento misterioso, comandado pelo médico vivido por Eucir de Souza (“O Doutrinador”). No elenco, também estão Rafaela Mandelli (“A Divisão”) e Rafael Losso (“3%”), respectivamente como melhor amiga e ex-marido da protagonista, que vão ajudá-la a investigar as circunstâncias da morte da filha, pois existe a suspeita de que ela esteja viva. Além deles, o elenco inclui Thomás Aquino (“Bacurau”) no papel de Capa Preta, um homem enigmático. Em fase de pós-produção, os episódios começaram a ser gravados no Paraná, mas foram finalizados em estúdios do Uruguai durante o auge da pandemia, devido a quarentena no Brasil. O país vizinho não interrompeu trabalhos, graças à implantação rápida de medidas de higiene e segurança, que renderam os menores índices de contágio no continente – 2,9 mil infectados e apenas 54 mortes – , apesar de fazer fronteira com o Brasil, um dos países que pior lidou com a covid-19 no mundo – 5,4 milhões de casos e 158 mil mortes até esta quarta (28/10). Com os índices de covid-19 controlados, o Uruguai é visto por produtores brasileiros como um novo destino para a gravação de séries. A equipe de “Insânia” alugou um estúdio em Montevidéu e contratou profissionais locais, e a experiência positiva também tem levado Netflix e Amazon a transferirem projetos da América do Sul para lá.

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  • Série

    Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar série na Netflix

    28 de outubro de 2020 /

    As melhores amigas Bruna Marquezine e Manu Gavassi vão estrelar uma série juntas na Netflix. A notícia foi publicada pela coluna de Ancelmo Goes no jornal O Globo. Depois de dividirem a apresentação do MTV Miaw, no mês passado, as duas entraram no elenco de “Condom Ladies”, que também inclui Enzo Romani (“Me Chama de Bruna”), Sheron Menezzes (“Novo Mundo”) e Guilherme Winter (“Os Dez Mandamentos”). Detalhes ainda estão sendo mantidos sob sigilo, mas o que circula é que o programa será uma espécie de comédia juvenil ambientada no Rio de Janeiro. A autoria do projeto é da comediante Natália Klein (“Zorra Total”, “Adorável Psicose”) e as gravações devem começar ainda neste ano, seguindo protocolos de segurança. Todos os atores da produção estavam sem contrato e soltos no mercado. Marquezine e Menezzes não renovaram o contrato de exclusividade com a Globo, Winter também teve o acordo encerrado na Record e boatos dão conta de que Gavassi teria recusado um papel no retorno da novela “Salve-se Quem Puder”, da Globo, para permanecer independente e estrear no serviço de streaming. A Netflix ainda não divulgou oficialmente a produção, que, portanto, não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Stardust: Filme não autorizado sobre David Bowie ganha trailer

    28 de outubro de 2020 /

    A IFC Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Stardust”, cinebiografia indie e não autorizada (pela família) de David Bowie. Os fãs do cantor podem apreciar o fato de a prévia ser bem melhor que as impressões iniciais sugeriam. Mas a verdade é que as (ainda poucas) primeiras críticas, geradas durante a passagem do filme por festivais, são negativas. O projeto foi desenvolvido pelo obscuro roteirista Christopher Bell (“Os Últimos Czares”) e o diretor indie Gabriel Range (“A Morte de George W. Bush”) e enfrentou vários entraves, a começar pelas diferenças físicas entre o ator Johnny Flynn (“Emma.”) e o cinebiografado, além da falta de bênção da família de Bowie e a proibição de usar as músicas do cantor. A ausência de músicas é frustrante, mas o recorte oferecido pela produção pode agradar aos fãs mais geeks de Bowie, apesar de ser uma gênese musical sem o som que a acompanhou. A trama se concentra na viagem do artista inglês aos EUA em 1971, quando sua carreira estava estagnada e ninguém se interessava por sua música na gravadora Mercury, exceto um executivo americano, que tenta sacudi-lo com essa excursão promocional. Foi nessa viagem que Bowie conheceu Lou Reed e encontrou inspiração para virar alienígena, transformando-se em Ziggy Stardust e estourando mundialmente. O título do filme, inclusive, refere-se ao personagem que ele criou no período O roteiro justifica a falta de músicas com um problema no visto do cantor, que embarcou para os EUA como turista e para dar entrevistas, não para fazer shows. O elenco também conta com Marc Maron (“GLOW”) como o executivo que apostou no sucesso de Bowie e Jena Malone (“Jogos Vorazes”) na pele de Angela Bowie, mulher do roqueiro na época – e inspiração da música “Angie”, dos Rolling Stones. A estreia comercial está marcada para 25 de novembro em circuito limitado e PVOD (premium video on demand) nos EUA. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    Tiny Toons vão ganhar revival após 30 anos

    28 de outubro de 2020 /

    Depois de resgatar os “Animaniacs”, a Warner e a Amblin Television, do produtor Steven Spielberg, estão trazendo de volta Perninha, Lilica e companhia, quase 30 anos depois dos “Tiny Toons” saírem do ar. O revival dos “Tiny Toons” foi anunciado nesta quarta (28/10) para a plataforma de streaming HBO Max e também para a TV paga, pelo Cartoon Network. Exibido originalmente em três temporadas, entre 1990 e 1992, a série acompanhava versões mirins dos personagens clássicos dos “Looney Tunes”. Na nova atração, a turma vai começar uma nova fase em suas vidas, ingressando na Acme Looniversity, uma espécie de faculdade onde os desenhos mais novos “aprendem” a ser profissionais, estudando com suas contrapartes adultas, como Pernalonga e Patolino. Batizado de “Tiny Toons Looniversity”, a nova série teve duas temporadas encomendadas e trará a estreante Erin Gibson (do podcast “Throwing Shade”) como showrunner. Ela também vai produzir a atração com Nate Cash (“Hora de Aventura”), Spielberg e os produtores da Amblin. Não está claro como a distribuição funcionará entre o Cartoon Network e a HBO Max, mas o acordo representa uma nova forma encontrada pela WarnerMedia para integrar seus canais tradicionais com a plataforma, visando aumentar seu conteúdo em streaming, sem negligenciar seus outros negócios. Ainda não há previsão de estreia.

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