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  • Série

    Mulher-Maravilha brasileira pode ganhar série do Arrowverso

    16 de novembro de 2020 /

    Antes mesmo de estrear nos quadrinhos, Yara Flor, a Mulher-Maravilha brasileira, já virou tema de um projeto uma série televisiva. A rede americana CW, lar do Arrowverso, deu sinal verde para o desenvolvimento de um piloto baseado na personagem. Curiosamente, o projeto ganhou o título de “Wonder Girl”, Moça-Maravilha, que já foi usado por duas personagens diferentes nos quadrinhos: Donna Troy, que atualmente pode ser vista na série “Titans”, e Cassie Sandsmark, estrela da série animada “Young Justice” (Justiça Jovem), ambas disponibilizadas na plataforma HBO Max. Nos quadrinhos, Yara Flor não é Moça-Maravilha, mas a Mulher-Maravilha do futuro. A personagem criada por Joëlle Jones fará parte de uma nova linha editorial chamada “DC Future State” (o estado futuro da DC), que se passa muitos anos depois da morte de Bruce Wayne e também inclui um novo Batman e um novo Superman – este último será Jonathan “Jon” Kent, filho de Clark e Lois. O time criativo responsável por esse universo inclui John Ridley, roteirista que venceu o Oscar por “12 Anos de Escravidão”, e Meghan Fitzmartin, que escreve a série “Supernatural”, além de velhos favoritos dos fãs dos quadrinhos, como Brian Michael Bendis e a citada Joëlle Jones. O detalhe é que as publicações só vão ser lançadas no começo de 2021. A versão televisiva da personagem será retratada como uma Dreamer – jovem imigrante – que descende de uma guerreira amazona e um Deus brasileiro do rio Amazonas e que, ao descobrir seus superpoderes, passa a lutar contra o mal. A série será escrita por Dailyn Rodriguez (roteirista de “A Rainha do Sul”), que é filha de imigrantes cubanos, e se for aprovada será a primeira atração de super-herói protagonizada por uma latina na TV americana. O piloto será desenvolvido pela Berlanti Productions, empresa de Greg Berlanti, que responde por metade da programação atual da CW – incluindo todo o Arrowverso.

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  • Filme

    Cinemark fecha acordo para diminuir janela de exibição de cinema

    16 de novembro de 2020 /

    Depois da AMC, a rede Cinemark anunciou que também fechou um acordo com a Universal Pictures para diminuir a janela de exibição dos filmes do estúdio no cinema. O acordo divulgado nesta segunda (16/11) reforça a estratégia da Universal para encolher dramaticamente a tradicional janela que separa um lançamento do circuito cinematográfico e sua disponibilização em locação digital (em PVOD). Anteriormente fixada em três meses, o acordo com a AMC e a Cinemark reduz a exclusividade dos cinemas para três fins de semana nos EUA. O acerto abre exceção para filmes que tiverem uma bilheteria de mais de US$ 50 milhões em sua estreia, que permanecerão exclusivos por pelo menos cinco finais de semana – ou um mês inteiro, dois a menos que o padrão do mercado. Entre as produções do estúdio, filmes com esse potencial incluem os próximos lançamentos das franquias “Velozes e Furiosos” e “Jurassic World”. As redes de cinemas sempre resistiram a negociar a diminuição da janela e já ameaçaram se recusar a exibir filmes que forem lançados muito rapidamente em serviços sob demanda. Isso mudou durante a pandemia de coronavírus, quando reduzir a janela se tornou a única maneira de receber lançamentos inéditos. O contrato com a AMC foi fechado em julho e, após protestos iniciais, a aceitação da Cinemark assinala que a mudança é irreversível. Graças a esse negócio, a Universal se tornou o único estúdio que tem feito estreias seguidas nos cinemas. Os três filmes que lideraram as bilheterias dos EUA nas últimas três semanas são produções do estúdio. Já os outros grandes estúdios suspenderam suas estreias até 25 de dezembro – espera-se, inclusive, que essa margem seja ampliada. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor.

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  • Filme

    Diretora de Precisamos Falar Sobre o Kevin vai filmar terror de Stephen King

    16 de novembro de 2020 /

    A cineasta britânica Lynne Ramsay, de “Precisamos Falar Sobre o Kevin” (2011) e “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” (2017), vai dirigir a adaptação do terror “A Garota que Amava Tom Gordon”, de Stephen King. Publicado em 1999, o livro conta a história de uma menina chamada Trisha McFarland que se perde enquanto caminha com sua mãe e irmão na floresta. Com nove anos de idade e com medo do escuro, a garota acaba vagando na floresta por dias, cada vez mais longe da civilização, enquanto tenta voltar para casa. Enquanto ela caminha, a desidratação, a fome e a exaustão a levam a ter alucinações, fazendo-a falar com seu ídolo, um jogador de beisebol chamado Tom Gordon. Mas ela também começa a acreditar que está sendo perseguida por uma besta sobrenatural, e logo sua provação se torna um teste de sua sanidade e sua habilidade de lutar por sua vida. O roteiro da adaptação foi escrito por Ramsay em parceria com Christy Hall, que co-criou “I’m Not Okay With This”, da Netflix. Já a produção está a cargo de Christine Romero, viúva do mestre do horror George A. Romero (“A Noite dos Mortos-Vivos”), e produtores dos estúdios Vertigo Films e Stampede Ventures. A distribuição, por sua vez, será realizada pela Village Roadshow Pictures.

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  • Série

    Alec Baldwin e Kelsey Grammer vão estrelar nova série do criador de Modern Family

    16 de novembro de 2020 /

    A rede ABC vai juntar Alec Baldwin (“30 Rock”) e Kelsey Grammer (o “Frasier”) numa nova série de comédia de Chris Lloyd, co-criador de “Modern Family”. Ainda sem título, a série foi encomendada para a próxima temporada de estreias, com lançamento previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021. Escrita por Lloyd e um dos roteiristas-produtores de “Modern Family”, Vali Chandrasekaran, a série vai girar em torno de três antigos companheiros de quarto que se separaram brigados há muitas décadas, mas agora voltam a se juntar em busca das vidas que sempre quiseram. Baldwin e Grammer também serão produtores executivos da atração, ao lado de Lloyd e Chandrasekaran. A comédia vai voltar a reunir antigos parceiros. Lloyd trabalhou anteriormente com Grammer em “Back to You” e “Frasier”. Baldwin colaborou com Chandrasekaran em “30 Rock”. E, é claro, Lloyd co-criou o mega-hit “Modern Family”, onde Chandrasekaran trabalhou como escritor em mais da metade dos episódios. A nova série é uma produção da 20th Television, uma das divisões televisivas da Disney, que, por sua vez, é dona da rede ABC.

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  • Etc

    Ryan Reynolds vira dono de time da 5ª divisão da liga inglesa

    16 de novembro de 2020 /

    Os atores Ryan Reynolds (“Deadpool”) e Rob McElhenney (criador de “It’s Always Sunny in Philadelphia”) assumiram o controle do time de futebol galês Wrexham AFC, que disputa a quinta divisão da liga inglesa. As estrelas de Hollywood fizeram uma apresentação de sua proposta há uma semana, por meio da empresa que fundaram para o negócio, RR McReynolds Company, e agora receberam aprovação dos sócio-torcedores do time para sua aquisição. O negócio foi anunciado por meio de um vídeo tuitado pelo clube de futebol e estrelado por Reynolds e McElhenney. No vídeo, a dupla se diverte promovendo o patrocinador do Wrexham, Ifor Williams Trailers, e agradece aos torcedores. “Obrigado por sua fé e confiança em nós”, disse McElhenney. “Nos sentimos lisonjeados e já estamos começando a trabalhar”, acrescentou Reynolds. Eles assumirão o controle do clube, que era financiado por torcedores desde 2011, pagando uma “soma nominal”, mas com o compromisso de um investimento imediato de US$ 2,5 milhões para torná-lo competitivo. O diretor do Wrexham, Spencer Harris, disse ao site Sportico: “Eles estão realmente interessados ​​em pegar algo com potencial real, que este clube tem, investir nisso, moldar e ver crescer. Essa jornada é sua motivação final e parte do que desejam fazer é documentar essa jornada à medida em que progridem.” O Wrexham é o terceiro clube de futebol mais antigo do mundo e possui um estádio, o Racecourse Ground, que foi inaugurado em 1807. A equipe atualmente está em 16º lugar na 5ª divisão após 6 jogos. Mas em sua apresentação do negócio, Reynolds e McElhenney prometeram se esforçar para “que o Wrexham seja uma força global”. A message from our owners-elect… Welcome to Wrexham AFC, @RMcElhenney and @VancityReynolds 🥳 🔴⚪️ #WxmAFC pic.twitter.com/ho1vV8cvry — Wrexham AFC (@Wrexham_AFC) November 16, 2020

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  • Filme

    Alicia Vikander vai produzir e estrelar série baseada em Disque M para Matar

    16 de novembro de 2020 /

    A estrela sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) está desenvolvendo uma série limitada baseada em “Disque M para Matar” para a MGM/UA Television. Trata-se de uma adaptação da peça de 1952 de mesmo nome, escrita por Frederick Knott, que foi famosamente levada às telas em 1954 por Alfred Hitchcock. O projeto promete reinventar a clássica história de suspense por uma perspectiva feminina. No filme de Hitchcock, o papel de protagonista feminina foi interpretado por Grace Kelly. A trama original dos anos 1950 girava em torno de um campeão de tênis aposentado (interpretado no filme por Ray Milland), que descobre que sua esposa (Kelly) teve um caso e contrata um conhecido para matá-la. Quando o tiro sai pela culatra e a esposa mata o assassino, o marido a incrimina pelo assassinato do homem. O subterfúgio só é descoberto com a ajuda do amante (Robert Cummings) horas antes da mulher ser executada, após ser sentenciada à morte. O roteiro da adaptação está a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”), sob supervisão de Terence Winter (criador de “Boardwalk Empire”). Os dois trabalharam juntos anteriormente na série “Vinyl”, da HBO. Vikander assina a produção e deve estrelar a série, que tem potencial para se tornar a 1ª temporada de uma antologia de suspenses famosos, abordados sob ponta de vista feminino. Veja abaixo o trailer do clássico de Hitchcock.

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  • Etc

    People’s Choice premia Jennifer Lopez e atrações populares dos EUA

    16 de novembro de 2020 /

    O People’s Choice Awards 2020, levado ao ar pelo canal pago E!, premiou os destaques de Música, Filmes, TV e Cultura Pop mais populares dos EUA na noite de domingo (15/11). Com apresentação da cantora Demi Lovato e em formato híbrido, com participações virtuais, o evento teve mais de um bilhão de votos do público americano e resultados curiosos, como a vitória de “Mulan”, disponível apenas em PVOD no Disney+ (Disney Plus), como Filme de Ação do Ano e, em movimento oposto, a veterana atração da TV aberta “Grey’s Anatomy” como Melhor Série. A premiação também homenageou Jennifer Lopez com o troféu Ícone do Povo, premiou Tyler Perry com o Campeão do Povo e Tracee Ellis Ross, estrela da série “Black-ish”, como Ícone da Moda. Outros grandes vencedores da noite incluíram o filme “Bad Boys For Life” e a série “Riverdale”, incluindo seus astros Will Smith e Cole Sprouse. Veja abaixo um vídeo com os melhores momentos, incluindo a emoção de J-Lo ao ouvir depoimentos elogiosos de Nicole Kidman e Renée Zellweger, além da lista completa dos premiados. ÍCONE DO POVO Jennifer Lopez CAMPEÃO DO POVO Tyler Perry ÍCONE DE MODA Tracee Ellis Ross FILME DE 2020 Bad Boys para Sempre FILME DE COMÉDIA DE 2020 A Cabine do Beijo 2 FILME DE AÇÃO DE 2020 Mulan FILME DE DRAMA DE 2020 Hamilton FILME INFANTIL DE 2020 Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica ASTRO DO CINEMA DE 2020 Will Smith ESTRELA DO CINEMA DE 2020 Tiffany Haddish ESTRELA DO CINEMA DE DRAMA DE 2020 Lin-Manuel Miranda ESTRELA DO CINEMA DE COMÉDIA DE 2020 Joey King ESTRELA DO CINEMA DE AÇÃO DE 2020 Chris Hemsworth SÉRIE DE 2020 Grey’s Anatomy SÉRIE DE DRAMA DE 2020 Riverdale SÉRIE DE COMÉDIA DE 2020 Eu Nunca REALITY SHOW DE 2020 Keeping Up with the Kardashians O SHOW DE COMPETIÇÃO DE 2020 The Voice ASTRO DE TV DE 2020 Cole Sprouse ESTRELA DE TV DE 2020 Ellen Pompeo ESTRELA DE SÉRIE DE DRAMA DE 2020 Mandy Moore ESTRELA DE SÉRIE DE COMÉDIA DE 2020 Sofia Vergara TALK SHOW DIURNO DE 2020 The Ellen DeGeneres Show TALK SHOW NOTURNO DE 2020 The Tonight Show, com Jimmy Fallon CONCORRENTE DE COMPETIÇÃO DE 2020 Gigi Goode ESTRELA DE REALITY SHOW DE 2020 Khloe Kardashian SÉRIE MARATONÁVEL DE 2020 Outer Banks SÉRIE DE SCI-FI / FANTASIA DE 2020 Wynonna Earp ASTRO MUSICAL DE 2020 Justin Bieber ESTRELA MUSICAL DE 2020 Ariana Grande GRUPO MUSICAL DE 2020 BTS CANÇÃO DE 2020 Dynamite (BTS) ÁLBUM DE 2020 Map of the Soul: 7 (BTS) ARTISTA COUNTRY DE 2020 Blake Shelton ARTISTA LATINA DE 2020 Becky G ARTISTA NOVO DE 2020 Doja Cat CLIPE DE 2020 Dynamite (BTS) PARCERIA MUSICAL DE 2020 WAP (Cardi B com Megan Thee Stallion) TRILHA SONORA DE 2020 Only the Young (Taylor Swift – Miss América) ESTRELA SOCIAL DE 2020 Emma Chamberlain INFLUENCIADOR DE BELEZA DE 2020 James Charles CELEBRIDADE SOCIAL DE 2020 Ariana Grande ESTRELA ANIMAL DE 2020 Doug, o Pug SHOW DE COMÉDIA DE 2020 Leslie Jones: Time Machine ESTRELA DE ESTILO DE 2020 Zendaya MUDANÇA DE JOGO DE 2020 LeBron James PODCAST DE 2020 Anything Goes with Emma Chamberlain

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  • Filme

    Filme improvisado de Steven Soderbergh com Meryl Streep ganha trailer

    16 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer de “Let Them All Talk”, novo filme de Steven Soderbergh, que é estrelado por Meryl Streep (“Adoráveis Mulheres”). Na trama, ela vive um escritora com bloqueio criativo, que sua editora (Gemma Chan, de “Capitã Marvel”) reúne com amigas de longa data, interpretadas por Dianne Wiest (“A Mula”) e Candice Bergen (“Do Jeito que Elas Querem”), e o sobrinho, vivido por Lucas Hedges (“Boy Erased”), para uma viagem num transatlântico, esperando que as conversas ajudem a sua criatividade. Com essa premissa, Soderbergh colocou o elenco a bordo de um barco e rodou o filme inteiro em apenas duas semanas e com uma equipe reduzida. Ele próprio manipulou a câmera, filmando a história em sequência porque também não usou roteiro, apenas contornos básicos da história, para que o elenco improvisasse os diálogos. “Sensação de filme improvisado? Bem, sim, é, porque é ”, disse Streep para a revista Entertainment Weekly. O filme é inspirado em um conto da autora Deborah Eisenberg, que também marcou presença no set e recebe crédito de roteirista. A estreia está programada para 10 de dezembro no serviço de streaming da Warner, ainda não disponível no Brasil.

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  • Série

    The Stand: Minissérie apocalíptica de Stephen King ganha novo trailer

    15 de novembro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “The Stand”, minissérie baseada no clássico literário de terror “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. Desta vez, a prévia destaca a disputa pelo destino dos último sobreviventes do planeta, um embate travado entre a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade vivida por Whoopi Goldberg (“Ghost”), e Randall Flagg, um dos mais famosos vilões do escritor de terror, encarnado por Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”). Os dois personagens atraem seguidores para a luta final da humanidade. A trama se passa num futuro próximo, após o extermínio da maior parte da população por uma praga de laboratório, e acompanha os poucos imunes à pandemia em busca de outras pessoas. Nesta jornada, eles precisam decidir entre seguir para o campo, onde encontrarão pessoas tementes a Deus, ou para Las Vegas, a capital do pecado, onde o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Além de Goldberg e Skarsgård, o elenco famoso da produção ainda conta com Amber Heard (“Aquaman”), James Marsden (“X-Men”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). Com 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”), a minissérie adapta o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, que é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, também com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A versão de Boone ganhou aval de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção. “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Cancelamento de A Ordem gera grande revolta contra a Netflix

    15 de novembro de 2020 /

    Os assinantes estão revoltados com a Netflix pelo cancelamento de “A Ordem” na 2ª temporada e num momento de grande aflição da trama. Talvez ciente do tamanho do fandom da atração, a empresa nem teve coragem de fazer o anúncio, deixando para o criador da série, Dennis Heaton, a missão inglória de publicar a notícia nas redes sociais no sábado (14/11). O fato é que o cancelamento repercutiu como poucos. As haghtags #TheOrder, #SaveTheOrder e #CancelNetflix entraram nos trending topics do Twitter neste domingo. De um lado, muita tristeza. De outro, tentativas idealistas, como uma petição para pedir a reversão da medida. Mas, pela primeira vez, o sentimento que predominou entre todos foi a raiva. O cancelamento de “A Ordem” teria sido a gota d’água, após um ano de muitas decepções com o serviço, a ponto de os assinantes questionarem acintosamente a política de cancelamentos para demonstrar que a prática começou a minar a credibilidade da plataforma. “Espera aí, ‘A Ordem’ foi cancelado no Netflix!?! É por isso que a Netflix não é confiável”, apontou um tuite, num tema ecoado por muitos nos EUA. O tom é completamente diferente de lamentos anteriores. A Netflix cancelou séries demais e agora precisa lidar com acusações de falta de consideração, feitas por seus próprios usuários. Para muitos, já não há mais confiabilidade no serviço. “Quem agora vai querer assistir uma série nova da Netflix, sabendo que ela pode acabar num cliffhanger e nunca ter final?”, repercutiu um usuário sobre a questão principal. Outra pessoa observou um detalhe importante, reparando numa tendência: a lista de cancelamentos da Netflix é formada majoritariamente por séries adolescentes sobrenaturais. É um nicho inteiro que a Netflix está eliminando, e que alimenta o fandom mais forte nas redes sociais. “‘The Society’, ‘A Ordem’, ‘Daybreak’, ‘I’m Not Ok with This’ e ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, a Netflix está cancelando todas as séries que eu gosto. Para que continuar assinando, então?” Para alguns, a empresa nem se esforçou para anunciar a 2ª temporada de “A Ordem”, como se já tivesse decidido cancelar antes da estreia dos novos episódios. “Em primeiro lugar, eu só assisto programas como este e não vi anúncios para este programa. Eles nem mesmo anunciaram essa série, enquanto apostaram alto em programas de baixa qualidade.” Outra pessoa comparou as críticas positivas de “The Order” com as negativas de “Emily in Paris” para descrever o que considera “séries de mer**” que a Netflix renova. “Com 100% no Rotten Tomatoes, ‘The Order’ é cancelada. Com 64%, a porcaria da série de mer** ‘Emily in Paris’ é renovada. Sabe o que mais vai ser cancelado? Minha assinatura”, reclamou uma fã passadíssima. E teve quem listasse as séries renovadas, incluindo “Space Force”, “Young Wallander” e “Elite” ao lado de “Emily in Paris” para demonstrar o que a Netflix estava virando. “Eu só queria dizer, do fundo do meu coração: F***-se Netflix por cancelar as melhores séries”, disse outro. “Seriamente, Netlix, pare de matar as melhores séries e deixar as de mer**. Não admira que todos que conheço estejam cancelando suas assinaturas”, acrescentou mais um. O povo está estressadíssimo. Veja uma rápida amostragem abaixo. dude canceling one of the best shows on @netflix is not the move. #TheOrder https://t.co/69Qw79tJQn — Emma Mitchell (@EmmaMit73362441) November 14, 2020 Hey @netflix Yet ANOTHER show that you have cancelled that I loved. I’m questioning why I am going to pay for your price increase when you make a show for ONE season, let people get hooked and then you cancel it for no apparent reason. #TheOrder #Netflix https://t.co/3ICxASoR1T — Howlin’ 4 Hoechlin (@rain20001) November 14, 2020 NETFLIX. STOP CANCELLING THE GOOD SHOWS AND CANCEL YOUR SHITTY SHOWS. Why did #TheOrder have to be cancelled!?!! And with that huge cliff hanger too?!? 🥺😭🥺@netflix needs help with making these decisions. This is soooo wrong. But they can renew a show with a crappy rating🤦🏻‍♀️ — Jen S (@BoyBands220) November 14, 2020 So Netflix canceled #TheOrder ???? Lmao why do I even keep my Netflix subscription at this point???? pic.twitter.com/9qIsH2MINY — (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ (@myowndisasters) November 14, 2020 Netflix cancelling #TheOrder is truly one of their stupidest decisions yet. — krystal ✨ (@krysgold) November 15, 2020 Seriously @netflix stop axing the great shows and leaving the shit ones. No wonder everyone i know is cancelling their subscriptions.#TheOrder https://t.co/qptYoehZuz — TV & Movie Fanatic (@IAmWanheda307) November 14, 2020 I would just like to say, from the bottom of my heart…..Fuck Netflix for cancelling good shows#TheOrder — rim (@rimvanbougrine) November 15, 2020 Fuck you @netflix #TheOrder https://t.co/A7ASFrrXga — Admiral_Iblis (@Admiral_Iblis) November 14, 2020 @netflix @NetflixIT Thank you for interrupting yet another quality series without giving it a worthy ending #TheOrder #theordernetflix — Shadows (@o0Shadows0o) November 14, 2020 They did #TheOrder so wrong. First of all, I watch shows like this and I got no ads for this show. They didn't even advertise this show as much as they did the crappy shows. 1/? — Graceee🍓 (@BookwormPurple) November 14, 2020 yet ANOTHER show cancelled by the assholes at @netflix who seem to be allergic to finishing a story or something. #cancelnetflix #savetheorder #TheOrder — Amber Kelly (@AmberKe11y) November 15, 2020 How does elite have three seasons and #TheOrder gets cancelled after two??? One is pretty crappy and the other was amazing. Who makes these decisions @netflix ?! Are we really considering quantity over quality?? — Doménica Lara (@DomeLaraL) November 15, 2020 Netflix cancelled #THEORDER… 😭😭 There are so many crappy shows on there, but this show was seriously so good. It even has 100% on rotten tomatoes! pic.twitter.com/1qASn0O1Vg — Samm Fisher (@sammeden) November 14, 2020 @netflix WTF?! Why bother making new shows only to cancel them after 1 or 2 seasons even if they do well! #TheOrder is now cancelled. We should #cancelnetflix — FrankiesON (@FrankieCatDang) November 14, 2020 #TheOrder has been cancelled by Netflix after two seasons. #SpaceForce has been renewed. #EmilyInParis has been renewed. #YoungWallander is also renewed. #TVNews — Gareth Penrose (@garethpenrose) November 14, 2020 Wait #TheOrder got canceled on Netflix!?! This is why Netflix is untrustworthy 😭💔 pic.twitter.com/bI19mGL1i8 — Jared Cruz-Aedo (@jaredcruzaedo) November 14, 2020 #TheOrder MOOD: pic.twitter.com/JTeD3DuPJq — #SaveTheOrder (@yiselstark) November 14, 2020

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  • Série

    Nova série animada do Mickey ganha trailer com visual estilizado

    15 de novembro de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de “The Wonderful World of Mickey Mouse”, nova série de curtas do rato animado criado por Walt Disney, que virou símbolo do estúdio. Produzida por Paul Rudish, responsável pela bem-sucedida série do “Mickey Mouse” exibida entre 2013 e 2019 no Disney Channel, a nova atração preserva o estilo daquela atração, que era baseada nos traços clássicos dos primeiros desenhos e quadrinhos do personagem. Inspirados nas artes de Ub Iwerks e Floyd Gottfredson, os episódios resgatam o visual original e quase centenário de Mickey, que surgiu em 1928 apenas de calção – branco e depois vermelho, quando suas histórias ganharam cores. Mas também acrescentam muita estilização moderna, com cenários que parecem pinturas, além de um ritmo frenético que reflete a passagem de Rudish pelo Cartoon Network, quando comandou “O Laboratório de Dexter”. Além do protagonista, a série também trará os coadjuvantes mais famosos dos primeiros curtas do Mickey, como Pateta, Minnie, Pato Donald, Margarida e Pluto. A estreia está marcada para o próximo dia 18 nos EUA, um dia depois da chegada da Disney+ (Disney Plus) ao Brasil. Apesar disso – e mesmo estando em cima da hora – , ainda não está claro se a animação será disponibilizada de forma simultânea para os assinantes brasileiros.

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  • Filme

    Pantera Negra 2 não usará versão digital de Chadwick Boseman

    15 de novembro de 2020 /

    A produtora executiva de “Pantera Negra”, Victoria Alonso, afirmou que a sequência do blockbuster não usará um dublê digital para replicar o falecido ator Chadwick Boseman, intérprete do papel-título no filme original. A produtora do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) negou veementemente rumores sobre uma suposta aparição digital do ator em uma entrevista para o jornal argentino Clarín. “Não. Há apenas um Chadwick e ele não está mais conosco. Infelizmente, nosso rei morreu na vida real, não apenas na ficção, e estamos demorando um pouco para ver como continuamos a história e como honrar este capítulo que nos aconteceu inesperadamente e ainda é muito doloroso e terrível”, disse Alonso. “Chadwick não foi apenas um ser humano maravilhoso em todos os dias dos cinco anos que passamos juntos, mas também, acredito, que o que ele fez com o personagem nos elevou como empresa e ficou marcado na História.” “Pantera Negra 2” deveria começar a ser filmado no início de 2021, com uma estreia marcada para 2022, mas o diretor e roteirista Ryan Coogler, responsável pelo primeiro filme, disse que já tinha começado o roteiro com Boseman em todas as cenas. Ele precisará reescrever toda a história e entrar num consenso com o estúdio sobre o destino do personagem interpretado pelo ator. “Sei que às vezes passam 2 ou 3 meses nas produções e a gente fala que já passou muito tempo. Mas não é muito tempo. Precisamos realmente pensar sobre o que faremos a seguir e como faremos. E decidir como vamos honrar a franquia”, disse Alonso. Boseman morreu no final de agosto, aos 43 anos, de câncer de cólon. Ele tinha escondido a doença do público e também dos envolvidos na produção de seus filmes, fazendo com que sua morte fosse um grande choque para todos. Por conta da morte inesperada, vários sites administrados por fãs de super-heróis têm espalhado boatos sobre como a Marvel poderia realizar “Pantera Negra 2” sem o ator. O site de sempre foi quem começou a falar na versão digital de Boseman, afirmando ter ouvido de uma fonte anônima que o dublê criado por computação gráfica apareceria no início do filme apenas para morrer em cena e passar o trono de Wakanda e o uniforme do herói para sua irmã, Shuri. A intérprete de Shuri, Letitia Wright, foi um dos pontos mais brilhantes de “Pantera Negra” e a personagem realmente assume o lugar do irmão nos quadrinhos. Mas neste momento, como alerta Alonso, a Marvel ainda não decidiu o que fazer.

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  • Etc,  Filme

    Soumitra Chatterjee (1935 – 2020)

    15 de novembro de 2020 /

    O ator Soumitra Chatterjee, lenda do cinema indiano que estrelou mais de 300 filmes em seis décadas, morreu neste domingo (15/11) em Calcutá aos 85 anos, de complicações de saúde relacionadas a covid-19. Chatterjee morreu na Clínica Belle Vue, onde estava desde 6 de outubro após testar positivo para coronavírus. Complicações relacionadas à infecção pelo vírus contribuíram para sua morte. Grande parceiro do diretor vencedor do Oscar Satyajit Ray, ele desempenhou papéis importantes em 14 filmes do cineasta entre 1959 e 1990, incluindo a aclamada “Trilogia Apu”. Sua estreia no cinema foi no final da saga, intitulada “O Mundo de Apu”, em 1959. A parceria inclui algumas obras-primas, como “A Esposa Solitária”, que rendeu a Satyajit Ray o Urso de Prata de Melhor Diretor no Festival de Berlim de 1964, e “Trovão Distante”, vencedor do Leão de Ouro de Melhor Filme do Festival de Berlim de 1973. Já o maior sucesso comercial de sua carreira foi “Teen Bhubaner Parey”, de 1969, que também sinalizou o nascimento de um novo tipo de herói do cinema da região de Bengala Ocidental. Como um jovem desempregado e desiludido com o sistema, Chatterjee refletiu como poucos seu tempo, uma era problemática que marcou a vida de milhões de jovens bengalis. Embora o filme tenha sido em essência um drama romântico, o ator incorporou o tom e o jeito dos jovens rebeldes da época. Seu personagem, Montu, acabou se tornando inspiração para uma geração de heróis bengalis e até mesmo de Bollywood. Ao se graduar para papéis mais maduros na década de 1980, voltou a brilhar no clássico cult “Kony” (1984), em que interpretou um severo treinador de natação para uma jovem das favelas de Calcutá, e em “Atanka” (1986), como um professor aposentado que testemunha um assassinato político e decide denunciá-lo, sendo sujeitado a horrores apenas por fazer a coisa certa. Além de seus papéis em Tollywood, a indústria do cinema bengali, Chatterjee também foi um poeta talentoso, dramaturgo e ator de teatro. Sua projeção ultrapassou fronteiras. Chatterjee foi a primeira personalidade do cinema indiano a ser homenageado com a Ordem das Artes e Letras, o maior prêmio francês para artistas, que ele recebeu em 1999. A França voltou a homenageá-lo mais recentemente, em 2017, com o maior prêmio civil do país, tornando-o Cavaleiro da Legião de Honra. Vários membros da comunidade cinematográfica e políticos emitiram declarações sobre seu falecimento. “A morte de Shri Soumitra Chatterjee é uma perda colossal para o mundo do cinema, para a vida cultural de Bengala Ocidental e da Índia”, disse o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, em suas redes sociais.

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